HALOGÊNIOS - FAMÍLIA 7A
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HALOGÊNIOS - FAMÍLIA 7A


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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB
HALOGÊNIOS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS \u2013 DCEN 
Recredenciada pelo Decreto Estadual Nº 16.825, de 04.07.2016 
COLEGIADO DE QUÍMICA 
QUÍMICA INORGÂNICA \u2013 DCEN0030
GEISA SALES \u2013 LORENA LIMA \u2013 PEDRO HENRIQUE \u2013 ROBSON ALMEIDA 
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FAMÍLIA 7A
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IMAGEM 1 
Fonte: https://www.infoescola.com/quimica/halogenios/
INTRODUÇÃO \u2013 características gerais
HALOGÊNIOS \u2192 do grego \u201cFORMADOR DE SAIS\u201d.
\u25aa Ametais representativos ;
\u25aa Ametais mais reativos;
\u25aa Promovem ligação iônica
com os metais alcalinos;
\u25aa Rearranjo da tabela periódica
\u2013 da massa atômica para o
numero atômico; Epistemologia
Tabela 1- Propriedades 
fonte: Manual da Química UFABC
http://sqbf.ufabc.edu.br/disciplinas/nh1302-2010/aula10.pdf 
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
Tennessine Ts2
Imagem 2
Fonte: Adaptado de http://deposiphotos.com/halogens
Elemento
CONFIGURAÇÃO 
ELETRÔNICA 
Estado de Oxidação 
F [He]2s2 2p5 -1, 0
Cl [Ne] 3s2 3p5 -1,0,+1,+3,+4,+5,+6, +7
Br [Ar] 3d10 4s2 4p5 -1,0,+1,+3,+4,+5,+6
I [Kr] 4d10 5s2 5p5 1,0,+1,+3,+5,+7
At [Xe] 4f14 5d10 6s2 6p5 7, 5 , 3, ±1
Ts [Rn] 5f14 5d10 7s2 7p5 +1 e +3
Tabela 2 \u2013 Propriedades halogênicas
\u2022 Moléculas diatômicas dos halogênios;
\u2022 Forças Intermoleculares; 
\u2022 Os halogênios são bons agentes de oxidação; 
\u2022 Necessitam de mais 1 elétron para se tornarem estáveis ;
Fonte: ATKINS, 2008; Artigo eletrônico UFPR, 2018.
http://www.quimica.ufpr.br/paginas/marcio-peres/wp-content/uploads/sites/6/2018/06/Familia-dos-Halogenios-1.pdf 
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CARACTERÍSTICAS GERAIS 
Imagem 3 \u2013 fonte: CQ133 \u2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR 
http://www.quimica.ufpr.br/fsnunes/cq133/Grupo%2017.pdf 
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
Elementos 
Raio Atômico
(Å)
Raio iônico
(Å)
1ª Energia de 
Ionização (kJ.Mol-1)
Afinidade 
eletrônica (kJ.Mol-1)
Eletronegatividade 
F 0,72 1,33 1681 -333 4,0
Cl 0,99 1,84 1256 -349 3,0
Br 1,14 1,96 1143 -325 2,8
I 1,33 2,20 1009 -296 2,5
At 2,27 0,62(+7) 920 -270 2,2
Ts --------------- --------------- --------------- --------------- ---------------
Tabela 3 - Propriedades periódicas 
fonte: Departamento de Química UFPR \u2013 Artigo eletrônico.
http://www.quimica.ufpr.br/paginas/marcio-peres/wp-content/uploads/sites/6/2018/06/Familia-dos-Halogenios-1.pdf 
Imagem 4 - Fonte: https://www.tabelaperiodicacompleta.com/halogenios/
\u2022 Cada halogênio é o elemento mais eletronegativo em seu período.
\u2022 As propriedades dos halogênios variam regularmente com o seu número atômico.
\u2022 Liberação de energia na afinidade eletrônica \u2013 Cloro tende a liberar mais que o
Flúor.
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
Elementos
PONTO DE 
FUSÃO(ºC)
PONTO DE 
EBULIÇÃO(ºC) 
F -219 -188
Cl -101 -34
Br -7 +64
I +144 +185
At +302 +336,8
Ts --------------- ---------------
Tabela 4 - Propriedades gerais 
fonte: Departamento de Química UFPR \u2013 Artigo eletrônico.
http://www.quimica.ufpr.br/fsnunes/cq133/Grupo%2017.pdf 
POLARIZABILIDADE \u2013 JUSTIFICA A VARIAÇÃO DOS PONTOS DE FUSÃO E EBULIÇÃO; 
O AUMENTO NA POLARIZABILIDADE AUMENTA O CARÁTER POLAR DA ESPÉCIE, 
AUMENTANDO A FORÇA DE INTERAÇÃO DO TIPO FORÇAS DE LONDON. 
Imagem 4 - Fonte: https://www.tabelaperiodicacompleta.com/halogenios/
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
Par redox Eº(V) Semi-reação
F2/2F
- +2,87 F2 + 2é \u2192 2F
-
Cl2/2Cl
- +1,36 Cl2 + 2é \u2192 2Cl
-
Br2/2Br
- +1,09 Br2 + 2é \u2192 2Br
-
I2/2I
- +0,62 I2 + 2é \u2192 2I
-
Tabela 5 - Potenciais Padrão de Redução (Eº) 
Fonte: CQ133/DEPARTAMENTO DE QUÍMICA \u2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR.
http://www.quimica.ufpr.br/fsnunes/cq133/Grupo%2017.pdf 
INFLUÊNCIA DA FORÇA ELETROMOTRIZ NAS MOLÉCULAS
DIATÔMICAS DOS HALOGÊNIOS;
Imagem 4 - Fonte: https://www.tabelaperiodicacompleta.com/halogenios/
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
TABELA 6 \u2013 HALETOS DE HIDROGÊNIO (HX) 
Fonte: OHLWILER, O. A., Química inorgânica. São Paulo, Edgard 
Blucher Ltda. 1971.\u2013 Artigo eletrônico.
http://www.chemguide.co.uk/inorganic/group7/acidityhx.html#top 
Todos os halogênios reagem com
hidrogênios formando haletos.
CaCl2(s) + H2SO4(l) \u2192 2HCl(aq) + CaSO4(s)
)
CaF2(g) + H2SO4(l) \u2192 2HF(aq) + CaSO4(g)
Br2(g) + H2(g) \u2192 2HBr(g)
I2(s) + H2(g) \u2192 2HI(g)
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CARACTERÍSTICAS GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
Algumas propriedades dos Haletos de Hidrogênio.
\u2022 HCl, HI e HBr são gases;
\u2022 HF é liquido com ponto de ebulição de 20ºC. Esse ponto de ebulição elevado é devido a presença de
ligações de hidrogênio no HF;
\u2022 No estado gasoso, os hidretos são essencialmente covalentes, mas se dissociam em meio aquoso;
\u2022 HCl, HBr e HI são ácidos fortes e HF é fraco;
TABELA 7 \u2013 PROPRIEDADES DOS HALETOS DE HIDROGÊNIO 
fonte: Departamento de Química UFPR \u2013 Artigo eletrônico.
http://www.quimica.ufpr.br/paginas/marcio-peres/wp-content/uploads/sites/6/2018/06/Familia-dos-Halogenios-1.pdf 
Força ácida = \uf044H(desidra) +\uf044H (dissoc) + E (ioniz) + AE +\uf044H (hidra))
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PROPRIEDADES GERAIS \u2013 HALOGÊNIOS 
APLICAÇÕES DOS HALETOS DE HIDROGÊNIO 
Imagem 5 \u2013 Fonte: Portal Departamento de Química \u2013 UFPR.
11 FLÚOR
Imagem 6: Elemento Flúor 
Fonte:https://alunosonline.uol.com.br/quimica/obtencao-halogenios-por-eletrolise.html
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PROPRIEDADES
Imagem 7: Propriedades do flúor 
Fonte: http://www.quimlab.com.br/guiadoselementos/fluor.htm 
13 CONTEXTO HISTÓRICO 
\u2022 Foi descrito em 1529 por Georgius Agricola por seu uso como fundente, empregado para
reduzir os pontos de fusão de metais ou minerais.
\u2022 Em 1670 Heinrich Schwanhard observou que era possível gravar o vidro quando exposto a
fluorita que havia sido tratada com ácido.
\u2022 Carl Wilhelm Scheele, Humphry Davy, Gay-Lussac, Antoine Lavoisier e Louis Thenard,
realizaram experimentos com o ácido fluorídrico. Alguns destes experimentos acabaram em
tragédia.
\u2022 O flúor foi descoberto em 1771 por Carl Wilhelm Scheele; entretanto, devido à sua elevada
reatividade, não se conseguiu isolá-lo porque, quando separado de algum composto,
imediatamente reagia com outras substâncias.
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\u2022 Finalmente, em 1886, foi isolado pelo químico
francês Henri Moissan.
\u2022 Recebeu o Nobel de Química de 1906 em
reconhecimento dos seus grandes esforços na sua
investigação e isolamento do elemento do flúor e
pela adopção ao serviço da ciência do forno elétrico
de arco designado com o seu nome.
Imagem 8: Henri Moissan
Fonte: wikipedia
CONTEXTO HISTÓRICO 
ABUNDÂNCIA 
\uf0b4 O flúor é o 13º elemento mais abundante na terra. É o halogéneo que se
encontra em maior quantidade na crosta terrestre e o mais reativo de todo
o seu grupo. Aparece na forma de fluoreto em minerais como a fluorite
(CaF2), a criolite (Na3AlF6) e a fluorapatite 3Ca3(PO4)2Ca(F,Cl)2.
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Imagem 9: fluorita , fluoreto de cálcio flúor 
Fonte: http://www.quimlab.com.br/guiadoselementos/fluor.htm 
16 ABUNDÂNCIA 
ISÓTOPOS
Tabela: isótopos
Fonte: http://www.deboni.he.com.br/dic/quim1_017.htm
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OBTENÇÃO
\uf0b4 O flúor (F2) é obtido pela eletrólise de uma mistura fundida de HF e KF
usando ânodo de carbono, no qual se produz F2, e um cátodo de prata ou
aço inoxidável no qual se forma o H2. Os produtos devem ser mantidos
separados, pois reagem explosivamente.
\uf0b4 O flúor reage violentamente com o hidrogênio, formando o fluoreto de
hidrogênio (HF).
\uf0b4 O HF, apesar de ser um ácido fraco, possui propriedades que o tornam
difícil de manusear. O HF(g), ou em solução aquosa ataca o vidro.
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Imagem 10: perigos do acido fluorídrico 
Fonte: www.p3.art.com
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APLICAÇÕES
Imagens 11: Usados em cremes e antissépticos bucais, e no tratamento da agua. 
Fonte: http://www.quimlab.com.br/guiadoselementos/fluor.htm 
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