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HIV & Gestação Turma A HIV & Gestação Agravo de notificação compulsória em até 7 dias Não homogeneidade de casos entre as regiões brasileiras - Sudeste em primeiro lugar desde 2000 Tendência ao aumento nos últimos 10 anos 116.292 gestantes infectadas pelo HIV de 2000 a 2018 Subnotificações 2% (com adesão) x 45% (sem adesão) ↑ 3x risco de sepse puerperal Rastreamento Pré-Natal 1º trimestre 3º trimestre Risco & Admissão Rastreamento Pré-Natal Prosseguir com fluxograma para confirmação de diagnóstico de HIV Diagnóstico Prosseguir com fluxograma para confirmação de diagnóstico de HIV [...] + - Prevenir transmissão ao homem Autoinseminação vaginal programada - + Prevenir transmissão à mulher Concepção natural planejada com HAART + + Prevenir detectabilidade da CV-HIV Concepção natural planejada com HAART PVHIV – Gestantes 1º TARV = 3TC + TDF + RAL/EFV (mediante*) Genotipagem* 2º Situações imunológica e virológica iniciais O nível de CV-HIV é o parâmetro mais importante para acompanhar a gestante (risco de transmissão vertical) e definir a via de parto Imediato – 2 a 4 semanas pós TARV – a partir da 34ª semana O nível de LTCD4 é o parâmetro mais importante para definir a necessidade de profilaxia contra IO Imediato – a cada 3 meses 3º Exames gerais e PPD Evitar vacinas com vírus vivos atenuados Apenas 70% das gestantes infectadas atingem supressão viral máxima não adesão à TARV Para qualquer ARV, não existe segurança máxima garantida quanto à exposição fetal no primeiro trimestre. Porém, os benefícios inerentes à redução da transmissão vertical e à saúde materna sustentam o uso da TARV desde o momento do diagnóstico (2018) A gestação não altera a HND do HIV Período Perinatal CVHIV > 1.000 cópias/mL ou desconhecida cesárea eletiva para diminuir a TV + AZT EV até clampeamento do cordão* CVHIV detectável < 1.000 cópias/mL parto vaginal + AZT EV* CVHIV indetectável e sustentada parto vaginal Aleitamento materno DEVE SER SUSPENSO Inibição mecânica da lactação Cabergolina RN na sala de parto AZT VO imediatamente ou em até 4 h AZT VO + NVP (CVHIV > 1.000 ou desconhecida) ou Referências Bibliográficas Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico HIV/AIDS, 2018. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do manejo da infecção pelo HIV/AIDS em adultos, 2018. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do manejo da transmissão vertical do HIV, sífilis e outras ISTs, 2018.