Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

INSTITUTO EVANDRO BRASIL
TRABALHO DE PESQUISA
ORIENTADOR: PROFESSOR MARCOS EVANDRO BRASIL
DIABETES MELLITUS GESTACIONAL
(DMG)
RUBENS DE CARVALHO OLIVEIRA
ITABORAÍ - RJ
2019
Sumario
Resumo---------------------------------------------------------------------------------------------3
Introdução------------------------------------------------------------------------------------------4 
Metodologia ---------------------------------------------------------------------------------------5
Objetivo---------------------------------------------------------------------------------------------6
Discursão ------------------------------------------------------------------------------------------7
Conclusão----------------------------------------------------------------------------------------13
Referências Bibliográficas -------------------------------------------------------------------14
Resumo
 
 O diabetes é uma doença que acomete mulheres gravidas, e é responsável por morte e má formação fetal. Com o avanço tecnológico e das pesquisas na área, tem-se observado uma melhora do cuidado com gestantes diabéticas, com redução da mobilidade e da mortalidade materno-fetais. As complicações neonatais devem-se ao fato de que a gestação associada ao diabetes pode gerar uma descompensação fisiológica, que pode repercutir tanto na saúde materna, como na fetal e perinatal. 
 O diabetes gestacional é uma condição caracterizada por hiperglicemia (aumento dos níveis de glicose no sangue) que é reconhecida pela primeira vez durante a gravidez. A condição ocorre em aproximadamente 4% de todas as gestações. Geralmente, o diabetes gestacional se cura logo após o parto. Mas se você teve diabetes gestacional, você está em risco para o diabetes tipo 2 dessa forma, é importante manter os cuidados e acompanhamento médico mesmo após o nascimento do bebê. Concluímos que a inserção do técnico em enfermagem, dentro da equipe de saúde, é extremamente importante para trabalhar as questões de educação em saúde da gestante diabética. As ações do técnico de enfermagem têm como ênfase assistência voltada para a conscientização, prevenção e promoção da saúde, através do estimulo para o auto cuidado; possibilitando a produção de um conhecimento que contribui para que as gestantes com diabetes possam cuidar melhor de si e diminuir as complicações causadas pela evolução natural da doença
Introdução
 O aumento progressivo da incidência da Diabetes Gestacional, surge em consequência da diminuição da tolerância a glicose durante a gestação, e para o qual os hábitos alimentares da gravida antes e durante a gravidez constitui um fator de risco significativo. Além das implicações mais ou menos graves para a mãe e para o feto, a Diabetes Gestacional aumenta o risco de diabetes no futuro.
 Diabetes é uma doença crônica, onde a quantidade de glicose no sangue é muito elevada, o pâncreas não produz qualquer insulina ou não produz insulina suficiente, para ajudar a glicose a penetrar nas células do corpo - ou a insulina que é produzida não funciona adequadamente, (nessa situação, chamamos resistência à insulina). 
 A Diabetes Gestacional é uma doença cuja principal característica é o aumento de açúcar no sangue. Ela altera o metabolismo do açúcar, da gordura e da proteínas. A diabete se manifesta quando o corpo não produz a quantidade essencial de insulina para que o açúcar do corpo se mantenha normal.
 Esse distúrbio é classificado etiologicamente nas seguintes formas clínicas: - Diabetes tipo I: ocorre em cerca de 5 a 10% dos casos de diabéticos e é resultante primariamente da destruição das células beta do pâncreas.
 O diabetes tipo II é uma doença crônica que afeta a maneira como o organismo processa a glicose, que é a principal fonte de energia do corpo. A pessoa com diabetes tipo 2 pode ter uma resistência aos efeitos da insulina - hormônio que regula a entrada de açúcar nas células - ou não produz insulina suficiente para manter um nível de glicose normal. Quando não tratado, o diabetes pode ser fatal.
Metodologia 
 O estudo foi desenvolvido por meio de uma abordagem qualitativa, do tipo exploratório descritivo, através de uma pesquisa bibliográfica, produzida a partir de materiais já elaborados em livros, revistas especializadas, publicações cientificas e impressão escrita. 
Objetivo 
 Esse tipo de pesquisa tem objetivo de inteirar o pesquisador com aquilo que já foi escrito sobre o assunto, fazendo com que sejam aprimorados seus conhecimentos e exploradas novas ideias. A razão deste estudo foi conhecer as ações da enfermagem no cuidado a gestantes diabéticas. Com finalidade de aprimorar os conhecimentos, para a conclusão do curso técnico em enfermagem.
Discursão 
 Caracterizado pelo aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez, o diabetes gestacional pode trazer complicações à saúde da mulher e do bebê. Entre seus desdobramentos, estão prejuízos aos rins e hipertensão. 
 A gestante sofre várias alterações hormonais ao longo dos nove meses de desenvolvimento do feto. O corpo passa a produzir uma maior quantidade de insulina, responsável por transportar a glicose dos alimentos até as células. Isso acontece com intensidade no último trimestre da gravidez, quando a mulher precisa ingerir uma quantidade maior de carboidrato para que a criança se desenvolva bem.
 Acontece que outros hormônios liberados pela placenta atrapalham esse processo e obrigam o pâncreas, glândula que produz a insulina, a trabalhar dobrado para manter os níveis da substância em ordem. Muitas vezes, o esforço não é suficiente e sobra açúcar demais na corrente sanguínea: é o diabetes gestacional.
 A doença coloca em risco a saúde do bebê, que passa a receber muita glicose por meio da placenta. O pâncreas do feto acaba sobrecarregado: mesmo trabalhando a todo vapor, não há hormônio suficiente para transformar glicose em energia nas suas células. As sobras de açúcar viram gordura, e a criança ganha peso além da conta.
 No parto, quando os médicos cortam o cordão umbilical, o fornecimento de açúcar da mãe para o bebê é interrompido. Como o seu pâncreas produziu muita insulina, há o risco de hipoglicemia, uma queda brusca na quantidade de glicose na circulação.
 O excesso de hormônio ainda atrapalha a absorção de cálcio, potássio e magnésio. O diabetes gestacional também aumenta o risco de parto prematuro e icterícia.
 Durante a gravidez ocorrem adaptações na produção hormonal materna para permitir o desenvolvimento do bebê. A placenta é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo.  O pâncreas materno, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro de resistência á sua ação. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento fetal excessivo (microssomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.	
 A diabetes gestacional geralmente se desenvolve perto do 3º trimestre de gravidez devido a uma resistência à insulina provocada pelos hormônios da gestação. Este tipo de diabetes normalmente desaparece depois do parto e, raramente, gera sintomas, embora, em alguns casos, possa surgir visão turva e muita sede. 
 O diagnóstico envolve duas fases distintas - rastreamento e confirmação diagnóstica. Os critérios e testes utilizados para o rastreamento e diagnóstico do DMG são controversos, pela existência limitada de estudos comparativos.
 O testeinicial recomendado para a triagem de DMG é a dosagem da glicemia plasmática 1h após teste oral com 50g de dextrosol, devendo ser realizado entre a 24ª e 28ª semanas de gestação. São aceitos como valores de corte tanto 140 mg/dl quanto 130 mg/dl, com cerca de 80% e 90% de sensibilidade, respectivamente. (OMS)
 A dosagem da glicemia plasmática em jejum também pode ser utilizada como rastreamento e diagnóstico de DMG. A associação glicemia de jejum (GJ) + fator de risco (FR) é método alternativo de rastreamento, orientado pelo Ministério da Saúde, considerando a praticidade e o baixo custo, pois a GJ é exame de rotina e a investigação de riscos para DMG é obrigatória na anamnese da primeira consulta no pré-natal. 
 Durante o primeiro trimestre de gestação, os níveis glicêmicos tendem a valores mais baixos, contudo mais estudos são necessários para a determinação de valores de referência para esta fase. Como não existe uma definição clara, valores acima de 100 mg/dl devem ser considerados alterados. A partir da 24ª semana de gestação, a glicemia de jejum com valores acima de 85 mg/dl pode ser considerada como rastreamento positivo. Este parâmetro, por sua vez, apresenta um VPN (valor preditivo negativo) de 97%, porém baixa sensibilidade e especificidade. Valores acima de 110 mg/dl confirmam o diagnóstico de DMG, em qualquer fase de gestação. Rastreamento feito pelo Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) 50g e pela associação GJ + FR. Estudo recente ratificou tais resultados e evidenciou semelhança estatística entre os dois métodos (TOTG 50g e GJ+FR) nos índices de sensibilidade (S) (86,4 e 76,9%), valor preditivo negativo (VPN) (98,7 e 98,9%), razão de probabilidade negativa (RPN) (0,3 e 0,3) e resultados falso-negativo (FN) (15,4 e 23,1%), respectivamente, comparados ao teste diagnóstico (TOTG 100g). Estudo comparando os critérios diagnósticos adotados pela ADA (American Diabetes Associationde 2019) com parâmetros adotados pela OMS (Organização Mundial de Saúde 2018), para o teste oral de tolerância a glicose com 75g de dextrosol, concluiu que os últimos são mais sensíveis, sem alterar o intervalo de confiança para detecção de risco de complicações relacionadas ao DMG. Colaborando com este dado, outro estudo, utilizando os critérios da OMS, demonstrou um alto índice de complicações em pacientes portadoras de DMG não tratadas. Estudos observacionais demonstraram que grávidas com apenas um valor alterado, segundo os critérios de Carpenter e Coustan,
 Avaliar os resultados maternos e perinatais de pacientes submetidas à curva glicêmica com 100 g de glicose, de acordo com três diferentes critérios diagnósticos. Métodos: realizou-se estudo do tipo corte transversal, incluindo 210 pacientes assistidas no Instituto Materno-Infantil de Pernambuco (IMIP), submetidas durante a gravidez ao teste oral de tolerância à glicose 100 g (TOTG), com gestação única, sem história de diabete ou intolerância aos carboidratos prévia à gestação e cujo parto foi assistido no IMIP. Estas foram classificadas nos grupos: controles, pacientes com hiperglicemia leve, diabete gestacional (DG). Analisaram-se esses grupos, buscando-se associação entre a classificação das pacientes nos grupos e a presença de pré-eclâmpsia, recém-nascidos grandes para a idade gestacional (GIG) e frequência de cesarianas e natimortos, comparando-se ainda as médias de peso ao nascer. (Carpenter e Coustan)
 
 O TOTG 100g é mau predito da macrossomia fetal. O perfil glicêmico (PG) é teste utilizado no diagnóstico e no controle de tratamento do DMG e da hiperglicemia diária, padronizado pela avaliação das glicemias plasmáticas maternas, a cada duas horas, por um período de 12 horas (diagnóstico) ou 24 horas (tratamento). Os limites de normalidade são valores abaixo de 90 mg/dl, no jejum e inferiores a 130 mg/dl, nas pós-prandiais. A resposta, normal ou alterada, do PG é independente do resultado do TOTG 100g e pode estar alterada de forma isolada, confirmando a hiperglicemia diária (grupo IB de Rudge), ou associada à resposta anormal ao TOTG 100g, diagnosticando o DMG (grupo IIB de Rudge). Este grupo representa 13,8% da população de gestantes com rastreamento positivo para DMG, com percentual elevado de macrossomia e morte perinatal comparável às gestações associadas ao diabetes e 10 vezes maiores que a gestação normal.
 Sob a luz destas informações, acreditamos que adotar critérios mais abrangentes, com a intenção de evitar ao máximo falso-negativos durante a pesquisa diagnóstica, é a melhor conduta no DMG.
 Os sintomas da diabetes gestacional não são facilmente percebidos, pois muitos são confundidos com as alterações comuns da gravidez, como: Excesso de fome; Muita sede; Ganho de peso exagerado na mulher ou no bebê; Aumento da vontade para urinar; Cansaço extremo; Inchaço nas pernas e nos pés; Visão turva; Candidíase ou infecção urinária frequente. 
 O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença de sintomas.  O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar.
 Durante a gravidez, a placenta, que liga o bebê para seu suprimento de sangue, produz altos níveis de vários hormônios. Quase todos eles prejudicam a ação da insulina nas células, aumentando o nível de açúcar no sangue. Dessa forma, uma elevação modesta de açúcar no sangue após as refeições é normal durante a gravidez
 Conforme seu bebê cresce, a placenta produz mais e mais hormônios que atuam no bloqueio de insulina. No diabetes gestacional, os hormônios placentários provocam um aumento do açúcar no sangue em um nível que pode afetar o crescimento e o bem-estar do bebê. O diabetes gestacional geralmente se desenvolve durante a segunda metade da gravidez.
 
 O seu tratamento deve ser iniciado ainda durante a gestação com uma dieta adequada ou com o uso de remédios, como hipoglicemiantes orais ou insulina, dependendo dos valores de açúcar no sangue.
A diabetes gestacional quase sempre tem cura após o parto, no entanto.
 Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com a manutenção de uma alimentação balanceada e com a prática regular de atividades físicas. 
Conclusão 
 A diabetes Mellitus Gestacional é um problema muito frequente em gestantes, e, se não diagnosticado e tratado adequadamente, traz aumento considerável dos riscos perinatais. As principais complicações são: macrossomia fetal, tocotraumas, aumento do número de cesáreas, hipoglicemia nenonatal, hiperbilirrubinemia neonatal, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, hipocalcemia, prematuridade e óbito fetal. Consideramos que investir na qualidade do pré-natal ainda é umas das estratégias mais eficazes quando se pretende reduzir as complicações decorrentes de problemas de saúde que surgem na gravidez e que afetam diretamente a saúde da mãe e da criança. Apenas 2% das mulheres apresentam a Diabetes depois do parto. 
 O técnico em enfermagem tem um papel muito importante dentro dos cuidados com o diabetes gestacional, orientando nos seus cuidados, ajudando com todos os matérias necessários para uma boa orientação para melhor atender a mãe e o bebê.
	
Referências bibliográficas
‘’ Sociedade Brasileira de Diabetes Dra. Lenita Zajdenverg Diabetes Gestacional, <https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes-gestacional> acessado em: 15 mar. 2019’
‘’ Saúde na gravidez, Dra. Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa Entenda os riscos do diabetes gestacional, gravidez.
< http://www.cordvida.com.br/blog/entenda-os-riscos-do-diabetes-gestacional/ > acessado em: 15 mar.2019’’
 ‘’ Equipe Danone Baby Diabetes gestacional: sintomas, como tratar e riscos para o bebê30 de outubro de 2017 ,<http://www.danonebaby.com.br/saude/diabetes-gestacional-sintomas-como-tratar-e-riscos-para-o-bebe/ > acessado em 16 mar. 2019 ‘’
‘’ American Diabetes Association (2003) Gestational diabetes mellitus. Diabetes Care 26 (S1): S103–S105. < https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/18536/2/TESE.pdf > acessado em 17 mar. 2019 ’’
‘’ Revista da Associação Médica Brasileira Print version ISSN 0104-4230On-line version ISSN 1806-928 <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302008000600006> acessado em: 20 mar. 2019 ‘’
 hiperglicemia aumento dos níveis de glicose no sangue

Mais conteúdos dessa disciplina