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DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA ALEITAMENTO MATERNO: A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO SORRISO 2019 DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA ALEITAMENTO MATERNO: A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Instituição UNIC Universidade de Cuiabá Campos FAIS Faculdade de Sorriso, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Enfermagem. Orientador: Duanne Crivilim. SORRISO 2019 DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA ALEITAMENTO MATERNO: A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Instituição UNIC Universidade de Cuiabá Campos FAIS Faculdade de Sorriso, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Enfermagem. BANCA EXAMINADORA Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) Sorriso, de de 2019. Dedico este trabalho a todos os meus familiares, que são as pessoas mais importantes da minha vida. Danuz AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a Deus que iluminou o meu caminho durante esta caminhada. A minha família, por acreditar que essa conquista seria possível em minha vida, e por seus cuidados e dedicação que me proporcionou força e esperança para seguir e a certeza de que não estive sozinha nessa caminhada. Aos amigos e colegas pelo incentivo e apoio constante. Agradeço também a todos os professores que me acompanharam durante a graduação em especial a Prof. (a). e Orientadora Duanne Crivilim, responsável pela realização deste trabalho. DANUZ Enfermagem não é somente um ato profissional, mas requer da pessoa um olhar humanizado de amor incondicional, colocando-se no lugar do próximo, valorizado a vida que por sua vez reflete os dons, dedicação, humildade, respeito e principalmente confiança, pois a vida está em suas mãos. “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar em uma alma humana seja apenas outra alma humana. ” Carl G. Jung BARBOSA, Danuz De Oliveira, Aleitamento materno: a importância da amamentação, 2019. Número total de folhas 27 páginas. Trabalho de Conclusão de Curso Graduação em Enfermagem – Instituição UNIC Universidade de Cuiabá Campos de Sorriso, 2019. RESUMO O ato de amamentar aumenta o vinculo entre mãe e bebê, a amamentação pode prove para o bebê uma ligação muito forte para a mãe e o bebê, é muito agradável vendo a mãe passando esta segurança para o bebê, a mãe que pode amamentar e a criança que mama bem ao seio é uma criança que recebe naturalmente alguns estímulos que são mais propícios para o desenvolvimento do bebê. O objetivo geral proposto desta pesquisa foi de analisar a eficácia do incentivo da importância do aleitamento materno. A metodologia aplicada foi de forma qualitativa e teve como base nas pesquisas leitura bibliográfica, de diferentes autores relacionados ao tema, tais como NOGUEIRA, (2008) BRASIL, (2009), SILVA, (2009), agregando valores plausíveis acerca do tema aqui discutido, fundamentada na reflexão de leitura de livros, artigos. O aleitamento materno é um ato instintivo, porém não se trata de uma tarefa muito fácil, muitas mães se encontram com dificuldades logo no início e muitas contrariedades que impedem o progresso na amamentação, essas mães necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda prática e teórica de pessoas com conhecimentos profissionais e capacitados para orientar a mãe. Desta forma, este estudo proporcionará uma leitura mais consciente acerca à importância do aleitamento materno. Conclui-se que a presença do enfermeiro é de suma importância pois o mesmo desempenha um papel fundamental no período em que a mulher está no pré-natal e puerpério, sendo muito importância as orientações do mesmo para com a mãe sobre o aleitamento materno. Palavras-chave: Amamentação. Importância. Aleitamento materno. Bebê. BARBOSA, Danuz De Oliveira. Breastfeeding: the importance of breastfeeding, 2019. Total number of leaves 27. Graduation in Nursing - UNIC Institution University of Cuiabá Smile Fields, 2019. ABSTRACT Breastfeeding increases the bond between mother and baby, breastfeeding can provide the baby with a strong bond for the mother and the baby, it is very pleasant to see the mother passing this safety on to the baby, the mother who can breastfeed and the A child who suckles well to the breast is a child who naturally receives some stimuli that are more conducive to the development of the baby. The general objective of this research was to analyze the effectiveness of the incentive of the importance of breastfeeding. The methodology applied was qualitative and was based on bibliographic reading research, from different authors related to the theme, such as NOGUEIRA, (2008) BRASIL, (2009), SILVA, (2009), adding plausible values about the topic discussed here , based on the reflection of reading books, articles. Breastfeeding is an instinctive act, but it is not a very easy task, many mothers find it difficult at the beginning and many setbacks that impede progress in breastfeeding, these mothers need support, counseling and practical and theoretical help. People with professional knowledge and trained to guide the mother. In this way, this study will provide a more conscious reading about the importance of breastfeeding. It is concluded that the presence of the nurse is of paramount importance because it plays a fundamental role in the period in which the woman is in prenatal and puerperium, being very important the orientations of the same to the mother about breastfeeding. Key words: Breastfeeding. Importance. Breastfeeding. Drink. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...............................................................................................10 2. DESCREVER A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO DO ALEITAMENTO MATERNO.........................................................................................................12 3. RELATAR O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ORIENTAÇÃO DAS MÃES.................................................................................................................17 4. REVER A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO SOBRE A AMAMENTAÇÃO ADEQUADA PARA O BEBÊ...................................................................................22 CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................................27 REFERÊNCIAS.................................................................................................29 1. INTRODUÇÃO Muitas pessoas imaginam o ato de amamentar como algo simples, fácil e da natureza humana, e nem imaginam que pode ser um processo longo, doloroso e cheio de dúvidas, como é a realidade de milhares de mulheres inexperientes e que não obtiveram o apoio de um profissional qualificado para orienta-las durante o período lactente. A amamentação é um processo de extrema importância para a promoção da saúde do bebê, possibilitando grandes avanços no desenvolvimento nas primeiras fases de vida, fortalece e reforça a proteção imunológica, além de promover uma ligação maior de intimidade entre mãe e filho, traz tambémbenefícios para a saúde física e emocional da mulher. Qual a importância da amamentação durante as primeiras fases de vida do neonato e qual o proceder do profissional da saúde? Diante do exposto, justifica-se a escolha deste tem: o aleitamento materno: a importância da amamentação. A realidade no mundo atual e a deficiência de incentivo e informações sobre a importância do aleitamento materno, atualmente existem inúmeros casos nos quais as mães desistem de amamentar por encontrarem dificuldades ao dar o peito, por acharem que o leite não sustenta o bebê, por estética entre inúmeros casos que abordaremos ao longo do trabalho, a importância dessa pesquisa é mostrar para a sociedade a necessidade de um acompanhamento profissional sobre a deficiência do conhecimento materno e a eficácia ao transmitir as práticas e os relatos de afetos presenciados entre mãe e filho. O objetivo desta pesquisa foi de analisar a eficácia do incentivo da importância do aleitamento materno. Sendo que o ato de amamentar aumenta o vinculo entre mãe e bebê. O aleitamento materno é um ato instintivo, porém não se trata de uma tarefa muito fácil, muitas mães se encontram com dificuldades logo no início e muitas contrariedade que impedem o progresso na amamentação, essas mães necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda prática e teórica de pessoas com conhecimentos profissionais e capacitados para orientar a mãe. A metodologia aplicada foi de forma qualitativa e teve como base nas pesquisas leitura bibliográfica, de diferentes autores relacionados ao tema, tais como Nogueira, (2008) Brasil, (2009), Silva, (2009), agregando valores plausíveis acerca do tema aqui discutido, fundamentada na reflexão de leitura de livros, artigos. Desta forma, este estudo proporcionará uma leitura mais consciente acerca à importância do aleitamento materno. Esta pesquisa foi apresentada em três capítulos, onde o primeiro foi abordado sobre a importância do incentivo do aleitamento materno, já no segundo capítulo foi de relatar o papel do enfermeiro na orientação das mães, e no terceiro e último capítulo foi de rever a importância da informação sobre a amamentação adequada para o bebê. 2. DESCREVER A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO DO ALEITAMENTO MATERNO O ato de amamentar aumenta o vinculo entre mãe e bebê, a amamentação pode prove para o bebê uma ligação muito forte para a mãe e o bebê, é muito agradável vendo a mãe passando esta segurança para o bebê, a mãe que pode amamentar e a criança que mama bem ao seio é uma criança que recebe naturalmente alguns estímulos que são mais propícios para o desenvolvimento do bebê, o desenvolvimento da musculatura, movimento dos ossos da face da parte da frente do crânio, ele se desenvolve melhor durante a amamentação. O aleitamento materno até pouco tempo não era foco de pesquisas de estudiosos e clínicos. Era considerado de pouca importância, apesar de ser sinônimo de sobrevivência para neonato e direito inato (ICHISATO; SHIMO, 2002). Existem muitas mulheres que se preocupam que não vai ter leite, ou durante a amamentação o leite diminui primeiro a mãe precisa ficar tranquila, a quantidade de leite é demandada pelo próprio bebê quanto mais o bebê chupetar na mama da mãe mais leite vai ser produzido, ter calma e deixar o bebê fazer o exercício no mamilo dela, automaticamente vai produzir mais leite (SOUZA, 2010). Mesmo que ela tenha um pouco de receio a equipe de enfermagem está ali para oferecer este apoio e se tiver com dor a equipe avalia o porquê desta dor, talvez o bebê não esteja na posição certa para a amamentação esta equipe vai ajuda-la até ela conseguir sozinha, deixar o bebê amamentar para aproveitar bem os nutrientes do leite, o leite materno ele tem varias funções para o bebê consegue passar várias vacinas principalmente no começo da amamentação e são superimportantes para o bebê, pois ele tem o sistema imunológico muito precário (OLIVEIRA, 2011). A amamentação pode trazer vários benefícios não apenas para o neonato, beneficia também a mãe, pois previne contra o câncer de mama e ovário, ajuda a mãe a voltar mais rápido ao peso pré- gestacional, a família, pois se sabe que no Brasil alimentar um bebê com leite artificial pode custar metade de um salário mínimo por mês, beneficia também ao planeta e sociedade, pois crianças amamentadas adoecem menos, o que indica menos internações hospitalares. Além de o leite materno ser produzido e liberado pronto para o consumo sem nenhuma poluição por não necessitar de embalagem para armazenamento, além de fortalecimento do vínculo mãe-filho (NOGUEIRA 2008, p. 67). Os anticorpos que são transmitidos pela mãe, são anticorpos que foram produzidos e dependendo das bactérias que estão no meio e isso vai prove para o bebê as condições para ele se adaptar neste meio. A dieta da mãe está diretamente ligada na qualidade da composição do leite materno, é importante que a mãe não faça nenhuma restrição dietética nesta época, se consegue modular a quantidade de caloria através da quantidade de gordura que a mãe ingere, e o ômega 3, tem tipo de gordura que faz bem para o desenvolvimento do cérebro do bebê (ABDALA, 2011) É interessante que a mãe acrescente na dieta dela para que chegue através dela até o bebê, é recomendada a mãe que pode amamentar, pois a que a criança mame até os seis meses de vida, de forma exclusiva que não precise usar nenhum tipo de alimento em conjunto com a alimentação e o bebê que quer continuar amamentando e a mãe que pode continuar amamentando pode continuar até os dois anos de idade. Hoje se sabe que a criança que foi amamentada no sei por um período longo pelo menos quatro meses tem uma menor incidência de algumas doenças, por exemplo, diabetes e obesidade e o leite está provendo todas as necessidades para a criança ganhar o peso e ganhar estatura suficiente (MUNIZ. 2010) Os micro-organismos são os principias causadores da diarreia, como o rotavírus, provocam gastrenterite, uma inflamação no sistema digestivo. Além das infecções virais e bacterianas, que podem ser causadas pela preparação incorreta de fórmulas de leite em pó, bem como da contaminação no preparo da mamadeira. Sendo que o leite materno possui elementos que inibem a proliferação dos micro- organismos que causam a diarreia (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). Segundo Toma e Rea (2008), a amamentação traz benefícios físicos para a mulher em termos imediatos, em médio prazo e ao longo prazo, quando a mulher amamenta, ela libera junto com os hormônios do leite a prolactina ela libera a ocitocina na hora da amamentação a ocitocina faz com que o útero contraia e que a mulher perca menos sangue logo após o parto. O ato de amamentar faz com a mulher entre num período infértil, pois amamentando que aumente o tempo entre os partos e conseguindo se recuperar melhor para outra gravidez com o seu estado físico mais recuperado, e o beneficio ao longo prazo é evidente que as mulheres que amamentam tenham menos risco com o câncer de mama, menos risco de câncer de ovário e o ato de amamentar também está relacionado risco de osteoporose já na menopausa (SOUZA, 2010). As vantagens da amamentação para a criança, para a mãe e para a família, para a criança, pois é uma alimentação completa porque ele já vem pronto na temperatura certa, protege contra infecções, a imunidade que a mãe tem este vai para repassar pelo peito para a criança. É vantagem para a mãe também porqueela vai perder peso mais rapidamente depois do parto, ela vai perder menos sangue com isso ela vai ter menos anemia, e o prazer de estar com o seu bebê na relação mãe e filho, e para a família se fala da questão econômica, financeira a repercussão do aleitamento materno tem, porque o leite artificial ele é menos saudável, porque o mais saudável seria o leite do peito se tem esta repercussão financeira para a família (NICK, 2011). A mediana nacional de duração do aleitamento materno quadriplicou em 25 anos. Além disso, observou-se vertiginosa queda da mortalidade infantil no Brasil nos últimos 30 anos, especialmente a redução das mortes por desnutrição, doenças diarreicas e respiratórias, cuja relação com o aleitamento materno já foi exaustivamente estudada em todo o mundo (ALVES, 2008 p.8). Além de incluir a criança, o bebê que nasceu, incluindo nas relações afetivas da família, é uma recepção a este bebê. Preconiza-se que o aleitamento materno exclusivo somente o leite materno seja dado até os seis meses, com a entrada da mulher de trabalho depois dos quatro meses porque tem empresas que ela pode ficar até os seis meses de licença, mas tem aquelas mulheres que entram antes no mercado de trabalho elas podem deixar o leite tirado para a criança, mas sempre é estimulado de que o aleitamento materno seja exclusivo até os seis meses de vida (TOMA; REA, 2008). Segundo a Organização Mundial de Saúde no intuito de incentivar esta prática, criou-se no Brasil a Política Nacional de Aleitamento Materno, que tem por objetivo promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno Exclusivo até os seis meses e o Aleitamento Materno Misto até dois anos de idade (MUNIZ, 2010). Ainda Muniz (2010), o aleitamento materno ela dura conforme a mãe é livre demanda nos primeiros dias, quando o bebê pede mais, porque ele é mais digestivo, então a criança come dali a pouco ele pede mais, na medida em que ele vai crescer ele mesmo vai dar o espaçamento entre as mamadas, não existe um horário rígido, ele mesmo vai ver o horário, tipo um acordo entre a mãe e a criança ela mesma solicita e vai dando este espaço entre mamadas. Segundo Pereira (2010), o aleitamento é até os seis meses de idade exclusivos, de seis meses até um ano muitos mães passam dar outro leite, ela passará para outros alimentos continuar no aleitamento materno, o leite é o leite do peito e vai introduzir outros alimentos de maneira que os alimentos que a família utiliza vão ser introduzidos na dieta da criança. A criança depois que amamenta deixar ela em pezinho para ela arrotar porque ele pode ter ingerido ar durante a amamentação, colocar ele em pezinho e não é obrigatório arrotar se não ingeriu ar não tem oque arrotar. O acompanhamento da criança vai dizer se ela está bem ou não devido a isso é de suma importância que a mãe faça o acompanhamento de mês em mês, porque através do ganho do peso vai se observar se a criança está ganhando peso adequado para aquela faixa de idade dela e ficando assim tranquila em relação de que o leite do peito que está satisfazendo a necessidade da criança, também a criança tem uma boa diurese que urina bastante este é o sinal que ele está sendo bastante nutrido com o leite (SILVA, 2010). De acordo com Silva (2010) quanto às mães saberem da importância de se manter o aleitamento materno ao retorno ao trabalho, refere que as puérperas reconhecem a importância do leite materno para o bebê, porém não citaram as vantagens do aleitamento materno para elas próprias, como prevenção de câncer de mama e outras patologias. Seria pelo fato de que o profissional de saúde orienta mais em suas assistências sobre os benefícios do aleitamento materno para as crianças, sobre as mudanças na sua vida e corpo. Tendo em vista as modificações e adaptações vivenciadas pela mulher no puerpério, acredita-se na importância da intervenção através da prestação de uma atenção específica para esse determinado momento na vida de uma mulher. Reconhecendo a individualidade e visando assim um atendimento humanizado concordando com o que preconiza o Ministério da Saúde que “a mulher neste momento, como em todos os outros, deve ser vista como um ser integral, não excluindo seu componente psíquico” (BRASIL, 2001, p. 175). Já na questão de engasgar e existem mães que se preocupam com o refluxo sendo que o refluxo é fisiológico é normal até os seis meses de idade ele vai desaparecendo, se considerar se é normal ou não pelo ganho de peso da criança, se colocar certo a criança para arrotar, uma boa técnica da amamentação, porque a amamentação ela tem uma técnica tanto na posição da mãe estar bem posição para amamentar, com uma boa posição da criança, a criança tem que estar bem apoiada para que a mesma tenha uma boa pega do peito para que a amamentação seja eficiente, e a questão da reflexão é de acordo com o acompanhamento (LELIS, 2012). 3. RELATAR O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ORIENTAÇÃO DAS MÃES A amamentação é fundamental para a criança, pata a mãe e para a família, desde que seja conduzida da melhor forma possível, traz muitas dúvidas e é um momento que se pode orientar enquanto enfermeiro, mostrando assim a importância do aleitamento materno, mas entendo toda aquela logística da casa para que ele transcorra da melhor forma possível. O enfermeiro que é um profissional da saúde ele tem um papel de suma importância no acolhimento e ensinamentos à mãe em relação à amamentação. Contudo, para isso ele precisa estar preparado sobre lactação para que possa sanar as dúvidas das mães sobre a amamentação, quanto o seu serviço de apoio a mães sobre a promoção do aleitamento materno não haverá de se ele não estiver atento, levando em consideração a cultura familiar. Portanto é necessariamente deve distinguir a mulher como atriz principal do processo na amamentação, valorizando-a, escutando-a e motivando-a (BRASIL, 2015). Como visto no capítulo 2, para a mãe diminui o risco de hemorragia após parto, melhora todo o puerpério dela, ela costuma a voltar ao peso anterior com mais rapidez. Para o bebê é a primeira vacina do bebê que ela está dando, então o colostro que sai nas primeiras semanas de vida, diminuir o risco de alergias, a obesidade mais tarde, a criança que é amamentada é muito mais saudável do que um bebê que não foi amamentado ele corre menos o risco de viroses, infecções no futuro. (AGOSTONI, 2008). São vários os fatores envolvidos nas baixas taxas de aleitamento materno, tais como: desconhecimento da importância do aleitamento materno para a saúde da criança e da mãe, algumas práticas e crenças culturais, substituição inadequada do leite materno, a falta de confiança da mãe quanto a sua capacidade de amamentar o seu filho e as práticas inadequadas de serviços e profissionais de saúde que continua muito presente (PEREIRA, 2010. P. 47) O enfermeiro tem um papel muito importante na orientação da amamentação, antes e depois do pré-natal, orientar a mãe sobre os cuidados da mama, saber da mãe o que ela pensa sobre a amamentação, descobrir se ela teve algum problema na gravidez anterior, se é a primeira gravidez, o enfermeiro tem um papel antes, durante, e depois. De acordo com Ministério da Saúde (2009), o enfermeiro que é humanizado que ele pensa nessa condição de aleitamento materno ele vai favorecer o aleitamento para a mulher, para o bebê e para a família, para isso ele precisa saber a realidade desta mulher, oque ela passou diante do aleitamento, descobrir depois que ela tenha o bebêcomo que ela está se sentindo diante do aleitamento, quais as dúvidas, quais seus anseios, se ela está satisfeita com o aleitamento, e depois que a mulher ganha o bebê o enfermeiro vai ajudar descobrindo seus anseios e vai ajudar esta mulher. O enfermeiro vem desde a orientação depois ele passa para ajudar e consequentemente ele vai ajudar a ponderar esta mulher, a mulher que busca este acompanhamento com um profissional adequado ela vai se sentir plena, imponderada ela sabe que o leite dela é o melhor alimento para o bebê, então ela vai sentir que o leite dela é melhor que o de uma lata de leite, sendo que o dela já está pronto e tendo tudo o que o bebê precisa e qualquer ligar ela pode dar de mamar e que ela sabe o que é melhor para o seu bebê, então ela sabe que as orientações do enfermeiro é muito importante (MACHADO; BOSI 2008). A falta de capacitação profissional na promoção ao aleitamento materno pode ser uma das causas do desmame precoce, pois se o profissional não compreende as práticas, ele não consegue transmitir as orientações e atribuições para as gestantes, pois se faz necessário que o (a) enfermeiro (a) esteja capacitado para conseguir promover a segurança e qualidade da amamentação (LOPES, 2013, p. 89). Segundo Lopes (2013), as orientações do enfermeiro para as mulheres grávidas podem ajudar ela com os mitos, os medos, muitas mulheres passaram dificuldades nos partos anteriores e com isso cria certo medo do próximo parto, mas com as orientações dos enfermeiros isso passa, mas mulheres que passam por estas dificuldades não querem saber de amamentar o bebê, então o enfermeiro tem uma missão de suam importância orientarem esta mulher grávida sobre o aleitamento anterior para que se possam minimizar a dúvida existe sim complicações durante a amamentação, as mamas empedradas, o leite está ali à mama está cheia, desceu com setenta e duas horas e vem muito leite, a mama fica dura e neste momento o bebê não consegue pegar o seio. Quando a criança está no aleitamento materno não há necessidade de se dar água para a criança, pois se o leite do peito ele tem duas fases mamar até esvaziar o peito, porque no interior ele é rico em água, e o leite posterior faz a criança engordar, então não tem uma indicação, porque vai fazer com que a criança atrapalhe a pega da amamentação se chama a confusão de bicos. (MACHADO; BOSI, 2008). Quanto ao esvaziamento das mamas, se esvazia quando a mama está empedrada, está dificultando a criança pegar a mama, dai se esvazia um pouquinho ou quando a mãe quer deixar o leite do peito para poder ir trabalhar e que a criança possa mamar enquanto a mãe estiver fora, ou tirar o leite para doar para o banco de leite, quando se tem muito leite e esta retirada do leite seja feita de forma manual se chamado de ordenha manual, e que seja conservado na geladeira, com recipiente de vidro e tampa de plástico, e se for conservar por mais tempo se coloca no congelador colocando sempre a data daquela coleta no vidro (CUNHA, 2009). O aleitamento materno ele também produz certa anticoncepção, quando a mãe menstrua a primeira vez ela tenha uma indicação de tomar um anticoncepcional indicado para a mãe que está amamentando. Amamentar significa proteger a saúde do bebê contra doenças como otites, diarreia, infecção urinária e distúrbios respiratórios, também vale ressaltar que bebês que são amamentados conforme o recomendado tem menor chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Para as mães, traz os seguintes benefícios redução do sangramento após o parto, menor incidência de anemia, câncer de ovário e mama (PARIZOTTO; ZORZI, 2008, p.67). A princípio os enfermeiros encontram muitas dificuldades é com a fissura mamilar, fissura chamada de ferida, a ferida na mama ela é muito comum porque não ouve um preparo anterior e nem posterior do parto, mesma que ela não tenha se preparado e este processo não precisa ter nada de anormal, é um processo natural como explicam os enfermeiros para as mães. Embora seja deve ter os cuidados, esta fissura ela é causada pela uma pega errada, devido a isso os enfermeiros orientam as mães para colocar o bebê em posição errada, então enquanto enfermeiro orientar esta mãe nas posições adequadamente, colocar o bebe para mamar em posição correta diminuindo com que ele leve a fazer a ferida no peito (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2009), o terceiro problema que a mãe precisa ser orientada é a mastite seria o caso desta ferida que não foi tratada adequadamente é uma porta aberta entra uma bactéria infecciona e a mama fica dura e vermelha, então a mama vai ficar com uma placa vermelha quente e a mãe vai ter calafrios, então ali já pode ser um caso de uma mastite, em decorrência de uma ferida que não foi tratada que a mãe não fez o certo o tratamento, não dando o seio para o bebê em decorrente aquela ferida que não foi curada, e esta ferida é a porta de entrada e existem as bactérias e as mesmas tem esta porta de entrada. O papel da enfermagem tem por base promover e transmitir confiança a está mãe, mostrando a ela que com paciência e perseverança o problema poderá ser superado ao decorrer da sucção do bebê, os mamilos irão se tornando mais propícios à amamentação; o profissional de enfermagem deve prestar assistência e observar quando a mãe possui dificuldade para posicionar o bebê na pegada adequada (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009, p. 23). Segundo Ministério da Saúde (2009), uma mastite ela pode ser em decorrência mesmo de pegar no celular durante a amamentação e isso se torna muito comum e o celular é extremamente contaminado, e o enfermeiro tem um papel extremamente importante para orientar esta mãe que não pegue no celular e depois no seio onde o bebe vai por a boquinha, estas feridas surgem, mas podem ser tratadas. Apesar da importância do aleitamento materno para o desenvolvimento do bebê, muitas mulheres desconhecem questões importantes sobre a prática da amamentação, como preparo das mamas para amamentação, posicionamento do bebê e pega da mama, leite empedrado ou não ter leite, apontando a necessidade estratégias centradas no aspecto educativo que facilitem a difusão de informações sobre a importância e as vantagens do aleitamento materno principalmente relacionado à diminuição das taxas de mortalidade infantil (MACHADO; BOSI, 2008). O enfermeiro é considerado o profissional que mais se relaciona com a mãe durante este período, portanto, deve preparar a gestante para o aleitamento, facilitando sua adaptação na fase puerperal, evitando assim dúvidas, dificuldades e possíveis complicações (RIVEMALES; AZEVEDO; BASTOS, 2009). Segundo Ichisato (2011), e sempre a mãe que tiver alguma dúvida sempre procurar um enfermeiro onde este está preparado para orientar, porque quando se procura um profissional responsável. O acolhimento dos enfermeiros e profissionais da saúde é um grande passo para a família para que a mesma possa confiar onde deixaram a paciente, onde precisa escutar saber ouvir os familiares neste momento de alegria pós o nascimento do bebe, sabendo compactuar, podendo sanar as dúvidas que os mesmo tenham. Este cenário hospitalar é de fundamental importância para a vida da paciente e dos familiares. 4. REVER A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO SOBRE A AMAMENTAÇÃOADEQUADA PARA O BEBÊ A mãe precisa saber o quanto é importante à amamentação adequada para o bebê, o aleitamento é muito importante para a vida do bebê, é importante que se saiba o quanto faz diferença a criança que tenha o aleitamento materno e aquele que não tem o aleitamento não quer dizer que a mãe que não faz o aleitamento seja menos mãe, não quer dizer que esta criança que vai ter riscos que necessariamente vá prejudica-la, mas sem dúvida o leite materno é o leite da espécie é o leite que vai propiciar o bebê em todas as fases de sua vida uma condição muito boa, muito satisfatória em termos de crescimento e desenvolvimento (SOUZA, 2010). Para Leite, Silva e Scochi (2004), quando se fala em aleitamento materno precisa voltar um pouco para trás e entender um pouco que o aleitamento materno ela não começa quando nasce o bebê, ele começa com a informação e esta informação deve vir desde o pré-natal, antes da gestação, da informação, da cultura, da escola, até das crianças pequenas. Desde nos brinquedos quando se dá uma boneca com a mamadeira, hoje em dia já se vê nas informações sobre o aleitamento materno que é se duma importância este incentivo. Para proteger o aleitamento materno quanto às estratégias de marketing não éticas, a OMS, em 1981, recomendou aos países a adoção do "Código Internacional de Marketing dos Substitutos do Leite Materno". O cumprimento deste código, visto nos estudos de Rea e Toma, objetivou evitar o estabelecimento da relação profissional-indústria e conflitos de interesses pessoais (financiamento direto aos profissionais, aceitação de presentes, patrocínios e incentivos individuais) para a prescrição dos substitutos do leite materno (REA, 2000, p. 89) Precisa-se criar este hábito de dar estas informações para as pessoas, e elas já vão crescer com estas ideias que o leite materno é bom para a vida do bebê, e que o aleitamento materno é extremamente natural e precisa-se normalizar. Muito se fala sobre o aleitamento materno principalmente nos dois e três últimos anos, mas é gerada esta informação e esta movimentação, mobilização muito mais por conta do que o leite materno causa de surpresas de situações de estresse do que propriamente e divulgação de sua importância, o Organização Mundial de Saúde (OMS) faz sempre na primeira semana de agosto uma comemoração sobre o aleitamento materno, uma semana mundial sobre o aleitamento materno (CUNHA, 2009). Durante a gestação se observa umas possibilidades de oportunidade de informação a respeito do leite materno, as consultas no pré-natal poderiam ser utilizadas para que a mãe tomasse consciência da importância do aleitamento materno, e das boas condições e tudo aquilo que ela poderia fazer para que quando o bebê nasce, e que ela estivesse preparada para o nascimento, preparada ela está, muitas vezes ela não está orientada e muitas vezes ela não está apoiada (LOPES, 2013). Outras alegações são discutidas na literatura: falta de experiência materna; fardo ocasionado pela amamentação frente às atividades desempenhadas cotidianamente; inadequação entre suas necessidades e as da criança; interferências externas de familiares, amigos e demais interações; trabalho materno; solidão e isolamento da mulher-mãe e a necessidade de obter apoio para a execução da amamentação. As mães sentem-se culpadas por não amamentarem e não são preparadas para conhecer esse processo básico de vida. Por isso, precisam de ajuda e principalmente informação. O apoio referido seria além da atuação do setor de saúde, aparelhos sociais de suporte à maternidade e o núcleo familiar (RAMOS, 2003, p. 34) Ainda Ramos (2013), o aleitamento materno é natural e nem sempre simples e nem sempre fácil, pois nas muitas consultas do pré-natal o obstetra somente mede a barriga ouve o coração e pronto, mas não tem um diálogo sobre a amamentação, sobre os problemas no seio, o porquê disso, orientar a mãe sobre as feridas que possível podem aparecer no seio e o porquê daquilo. Segundo Boécio, Kurino, e Martins (2007), o obstetra por muitas vezes nem examinam as mamas, é muito raros ter mães fazendo a prática do autoexame rotineiro, o câncer de mama é um do câncer maior de incidência dentro da população brasileira, antes da gestação todas as consultas que se vai ao ginecologista ele examina a mama, mas o que acontece depois da mulher engravidar não se importa mais no exame da mama, a informação é de suma importância para estas mães e sabe-se que no Brasil o número de cesariana aumentou, e quando a mulher tem o seu bebê através de cesariana, quando a paciente retorna ao médico ele vai examinar somente o corte da cesariana, e não a mama o médico irá examinar no outro ano quando ficará novamente gestante. Primo, Bom e Silva (2008), a informação mais precisa que as mulheres precisam saber é que uma mulher gestante para cada três mil gestante apresenta câncer de mama na gestação, que é considerado o câncer de mama, vai de 1 mês de gestação até um ano de vida do bebê, então se fala de quase dois anos onde este câncer pode-se desenvolver, onde a mama aumenta, pode-se ter nódulos, pode-se simplesmente ter uma coisa que se evolui muito desfavorável. Segundo Almeida, Fernandes e Araújo (2004), se a gestante tivesse a mama examinada com certeza um mamilo invertido aquele que se aperta e não sai, poderiam ser feito algo para este mamilo invertido porque durante a gestação a mama aumenta muito de tamanho, para fazer ultrassom, mamografia fica muito difícil e muitas vezes nem é recomendado, então é fundamental que se tenha a busca de um obstetra amigo do aleitamento materno e que possa durante as consultas ter a mama examinada, avaliar o mamilo, e orientar de forma adequada em relação ao que pode ser feito para favorecer o aleitamento materno. O ato de amamentação propicia o contato físico entre mãe e bebê, estimulando pele e sentidos. Se a amamentação é feita com amor e carinho, sem pressa, o bebê não só sente o conforto de ver suas necessidades satisfeitas, mas também sente o prazer de ser segurado pelos braços de sua mãe, de ouvir sua voz, sentir seu cheiro, perceber seus embalos e carícias. Logo, ao estabelecer esse vínculo entre mãe e filho, há compensação do vazio decorrente da separação repentina e bruta que ocorre pós-parto, corrigindo fantasias prematuras frustrantes que o parto possa lhe ter causado como abandono, agressão, ataque e fome (ZAVASCHI, 1991, p. 89). Segundo Zavaschi (1991), se por ventura o obstetra não examina corretamente a mulher grávida, vale a pena comentar com o mesmo sobre ao respeito, pois ele é um profissional de confiança, pode ter passado em branco, sendo que é recomendável conversar sobre a mama e o câncer, o apoio e as informações do obstetra são de suma importância para a mulher gestante, o apoio da família e as orientações do enfermeiro na maternidade. Os enfermeiros orientam as gestantes que na vigésima segunda semana de gestação fale com o médico para esta avaliação para ver se a mama está adequada, se o mamilo está bom, onde este esclarece as duas que por ventura tiver sobre a mama, onde o enfermeiro também repassa as informações sobre a importância do aleitamento materno, de técnicas, de pega, isso é importantíssimo que se faça de uma forma que permita que este bebê seja adequadamente amamentado (ALVES, 2008). Uma vez que a mulher está fazendo o seu pré-natal e está correndo muito bem é importante quando se chegam à maternidade e escolha uma maternidade favorável e apoio esta mulher, pois existemmuitas mulheres que tem dúvida na sua capacidade de amamentar, não é questão de fissura, são dúvidas que seja colocadas na mãe e a partir deste momento ela tem uma dificuldade grande de se conscientizar e de se convencer que aquele leite que quando ela estiver amamentando ela não consegue saber o quanto o bebê está mamando (ZAVASCHI, 1991). Maldonado apud Zampieri (2005) afirma que a amamentação não deve ser considerada apenas como um processo fisiológico, pois envolve um padrão mais amplo de comunicação, entre a mãe e o bebê, de comunicação psicossocial. Segundo Maldonado (2002), por que o peito não é transparente, não consegue quanto volume entrou no bebê, e ela não tem um parâmetro naquela hora da mamada para saber se está tudo certo, ela vai começar a questionar será que é o suficiente, será que são o melhor para o bebê, estas informações quem respondem são os enfermeiros e o obstetra, é suficiente sim, é o melhor para o bebê, e em raras as exceções isso vai ser modificado, mas na imensa da maioria das vezes a maioria do leite materno é o alimento ideal do bebê. Em um estudo sobre enfermagem e aleitamento materno Silva (2000), aponta que apenas o fornecimento de informações ou práticas educativas em saúde são estratégias insuficientes para tornar as mães motivadas para o ato de amamentar. O leite materno é a primeira fonte de nutrientes que uma criança necessita para desenvolver. É um alimento completo, isso significa que até seis meses não precisa de algum outro tipo de alimento. Após os seis meses a amamentação deverá ser completado com outros alimentos. É uma das formas mais eficientes de atender os aspectos nutricionais, imunológico e psicológico das crianças em seu primeiro ano de vida. Além de um grande benefício a saúde da mãe, pois reduz o risco de câncer e a obesidade após o parto. Outros benefícios de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria incluem a economia em gastos do governo com saúde já que crianças amamentadas ficam menos doentes, longe de infecções (OMS, 1984, p.45). CONSIDERAÇÕES FINAIS A amamentação é um processo fisiológico natural e fundamental para a saúde do bebê, mas isso não quer dizer que é fácil precisa ser aprendido, quando se prioriza o aleitamento mostrando para a mãe da importância do aleitamento nos primeiros seis meses de vida o bebê não precisa de mais nada além do leite. Espera-se através deste estudo venha contribuir todos os setores, pois com este estudo pode-se observar que mulheres devido às más pegadas do bebê deixam fissuras no seio, devido a isso a mãe devido a dor deixa de amamentar o seu filho, mas nas leituras deste artigo pode-se observar que são minorias e que a maioria das mulheres amamentam o seu filho, sabendo que este é o mais importante alimento para ele, pois o leite materno ele imune o bebê das doenças que por ventura venha acontecer. Quando esta mãe fez o seu pré-natal os enfermeiros e médicos orientaram estas mães sobre esta importância da amamentação, e depois que esta criança começa a comer outros alimentos o leite materno continua sendo o essencial, a Organização Mundial de Saúde, O Ministério da Saúde, e a Sociedade Brasileira de Pediatria, todos recomendam a amamentar pelo menos até os dois anos do bebê, a amamentação prolongada traz muitos benefícios. Contudo, é válido refletir quanto a práticas de amamentar que protegem os bebês, deste modo evidencia-se a importância do enfermeiro sempre orientar as mães no aleitamento, voltado para a prevenção e promoção desta prática. Conclui-se que o aleitamento materno é um ato instintivo, porém não se trata de uma tarefa muito fácil, muitas mães se encontram com dificuldades logo no início e muitas contrariedades que impedem o progresso na amamentação, essas mães necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda prática e teórica de pessoas com conhecimentos profissionais e capacitados para orientar a mãe. REFERÊNCIA ABDALA, M.A.P. Aleitamento Materno como programa de ação de saúde preventiva no Programa de Saúde da Família. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva. Uberaba, 2011. 57f. AGOSTONI C, et al. Complementary feeding: a commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition. J Pediatr Gastroenterol Nutr., v.46, n.1, p.99-110, 2008. 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