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DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA 
 
 
 
 
 
ALEITAMENTO MATERNO: 
A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SORRISO 
2019 
 
DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA 
 
 
 
ALEITAMENTO MATERNO: 
A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso 
apresentado à Instituição UNIC 
Universidade de Cuiabá Campos FAIS 
Faculdade de Sorriso, como requisito 
parcial para a obtenção do título de 
graduado em Enfermagem. 
Orientador: Duanne Crivilim. 
 
 
 
 
 
 
 
 
SORRISO 
2019 
DANUZ DE OLIVEIRA BARBOSA 
 
 
ALEITAMENTO MATERNO: 
A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso 
apresentado à Instituição UNIC 
Universidade de Cuiabá Campos FAIS 
Faculdade de Sorriso, como requisito 
parcial para a obtenção do título de 
graduado em Enfermagem. 
 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
 
Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) 
 
 
Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) 
 
 
Prof. (a). Titulação Nome do Professor (a) 
 
 
Sorriso, de de 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedico este trabalho a todos os 
meus familiares, que são as pessoas 
mais importantes da minha vida. 
Danuz 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Agradeço em primeiro lugar a Deus que iluminou o meu caminho durante 
esta caminhada. 
A minha família, por acreditar que essa conquista seria possível em 
minha vida, e por seus cuidados e dedicação que me proporcionou força e 
esperança para seguir e a certeza de que não estive sozinha nessa 
caminhada. 
Aos amigos e colegas pelo incentivo e apoio constante. 
Agradeço também a todos os professores que me acompanharam 
durante a graduação em especial a Prof. (a). e Orientadora Duanne Crivilim, 
responsável pela realização deste trabalho. 
 DANUZ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Enfermagem não é somente um ato profissional, mas requer da pessoa um 
olhar humanizado de amor incondicional, colocando-se no lugar do próximo, 
valorizado a vida que por sua vez reflete os dons, dedicação, humildade, 
respeito e principalmente confiança, pois a vida está em suas mãos. 
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar em uma 
alma humana seja apenas outra alma humana. ” Carl G. Jung 
BARBOSA, Danuz De Oliveira, Aleitamento materno: a importância da 
amamentação, 2019. Número total de folhas 27 páginas. Trabalho de 
Conclusão de Curso Graduação em Enfermagem – Instituição UNIC 
Universidade de Cuiabá Campos de Sorriso, 2019. 
 
RESUMO 
 
O ato de amamentar aumenta o vinculo entre mãe e bebê, a amamentação 
pode prove para o bebê uma ligação muito forte para a mãe e o bebê, é muito 
agradável vendo a mãe passando esta segurança para o bebê, a mãe que 
pode amamentar e a criança que mama bem ao seio é uma criança que recebe 
naturalmente alguns estímulos que são mais propícios para o desenvolvimento 
do bebê. O objetivo geral proposto desta pesquisa foi de analisar a eficácia do 
incentivo da importância do aleitamento materno. A metodologia aplicada foi de 
forma qualitativa e teve como base nas pesquisas leitura bibliográfica, de 
diferentes autores relacionados ao tema, tais como NOGUEIRA, (2008) 
BRASIL, (2009), SILVA, (2009), agregando valores plausíveis acerca do tema 
aqui discutido, fundamentada na reflexão de leitura de livros, artigos. O 
aleitamento materno é um ato instintivo, porém não se trata de uma tarefa 
muito fácil, muitas mães se encontram com dificuldades logo no início e muitas 
contrariedades que impedem o progresso na amamentação, essas mães 
necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda prática e teórica de pessoas 
com conhecimentos profissionais e capacitados para orientar a mãe. Desta 
forma, este estudo proporcionará uma leitura mais consciente acerca à 
importância do aleitamento materno. Conclui-se que a presença do enfermeiro 
é de suma importância pois o mesmo desempenha um papel fundamental no 
período em que a mulher está no pré-natal e puerpério, sendo muito 
importância as orientações do mesmo para com a mãe sobre o aleitamento 
materno. 
 
 
Palavras-chave: Amamentação. Importância. Aleitamento materno. Bebê. 
 
 
BARBOSA, Danuz De Oliveira. Breastfeeding: the importance of 
breastfeeding, 2019. Total number of leaves 27. Graduation in Nursing - UNIC 
Institution University of Cuiabá Smile Fields, 2019. 
 
 
 
 
ABSTRACT 
 
Breastfeeding increases the bond between mother and baby, breastfeeding can 
provide the baby with a strong bond for the mother and the baby, it is very 
pleasant to see the mother passing this safety on to the baby, the mother who 
can breastfeed and the A child who suckles well to the breast is a child who 
naturally receives some stimuli that are more conducive to the development of 
the baby. The general objective of this research was to analyze the 
effectiveness of the incentive of the importance of breastfeeding. The 
methodology applied was qualitative and was based on bibliographic reading 
research, from different authors related to the theme, such as NOGUEIRA, 
(2008) BRASIL, (2009), SILVA, (2009), adding plausible values about the topic 
discussed here , based on the reflection of reading books, articles. 
Breastfeeding is an instinctive act, but it is not a very easy task, many mothers 
find it difficult at the beginning and many setbacks that impede progress in 
breastfeeding, these mothers need support, counseling and practical and 
theoretical help. People with professional knowledge and trained to guide the 
mother. In this way, this study will provide a more conscious reading about the 
importance of breastfeeding. It is concluded that the presence of the nurse is of 
paramount importance because it plays a fundamental role in the period in 
which the woman is in prenatal and puerperium, being very important the 
orientations of the same to the mother about breastfeeding. 
 
Key words: Breastfeeding. Importance. Breastfeeding. Drink. 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO...............................................................................................10 
2. DESCREVER A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO DO ALEITAMENTO 
MATERNO.........................................................................................................12 
3. RELATAR O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ORIENTAÇÃO DAS 
MÃES.................................................................................................................17 
4. REVER A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO SOBRE A AMAMENTAÇÃO 
ADEQUADA PARA O BEBÊ...................................................................................22 
CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................................27 
REFERÊNCIAS.................................................................................................29 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
 Muitas pessoas imaginam o ato de amamentar como algo simples, fácil 
e da natureza humana, e nem imaginam que pode ser um processo longo, 
doloroso e cheio de dúvidas, como é a realidade de milhares de mulheres 
inexperientes e que não obtiveram o apoio de um profissional qualificado para 
orienta-las durante o período lactente. 
 A amamentação é um processo de extrema importância para a 
promoção da saúde do bebê, possibilitando grandes avanços no 
desenvolvimento nas primeiras fases de vida, fortalece e reforça a proteção 
imunológica, além de promover uma ligação maior de intimidade entre mãe e 
filho, traz tambémbenefícios para a saúde física e emocional da mulher. Qual a 
importância da amamentação durante as primeiras fases de vida do neonato e 
qual o proceder do profissional da saúde? 
 Diante do exposto, justifica-se a escolha deste tem: o aleitamento 
materno: a importância da amamentação. A realidade no mundo atual e a 
deficiência de incentivo e informações sobre a importância do aleitamento 
materno, atualmente existem inúmeros casos nos quais as mães desistem de 
amamentar por encontrarem dificuldades ao dar o peito, por acharem que o 
leite não sustenta o bebê, por estética entre inúmeros casos que abordaremos 
ao longo do trabalho, a importância dessa pesquisa é mostrar para a sociedade 
a necessidade de um acompanhamento profissional sobre a deficiência do 
conhecimento materno e a eficácia ao transmitir as práticas e os relatos de 
afetos presenciados entre mãe e filho. 
 O objetivo desta pesquisa foi de analisar a eficácia do incentivo da 
importância do aleitamento materno. Sendo que o ato de amamentar aumenta 
o vinculo entre mãe e bebê. O aleitamento materno é um ato instintivo, porém 
não se trata de uma tarefa muito fácil, muitas mães se encontram com 
dificuldades logo no início e muitas contrariedade que impedem o progresso na 
amamentação, essas mães necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda 
prática e teórica de pessoas com conhecimentos profissionais e capacitados 
para orientar a mãe. 
 A metodologia aplicada foi de forma qualitativa e teve como base nas 
pesquisas leitura bibliográfica, de diferentes autores relacionados ao tema, tais 
como Nogueira, (2008) Brasil, (2009), Silva, (2009), agregando valores 
plausíveis acerca do tema aqui discutido, fundamentada na reflexão de leitura 
de livros, artigos. Desta forma, este estudo proporcionará uma leitura mais 
consciente acerca à importância do aleitamento materno. 
 Esta pesquisa foi apresentada em três capítulos, onde o primeiro foi 
abordado sobre a importância do incentivo do aleitamento materno, já no 
segundo capítulo foi de relatar o papel do enfermeiro na orientação das mães, 
e no terceiro e último capítulo foi de rever a importância da informação sobre a 
amamentação adequada para o bebê. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. DESCREVER A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO DO ALEITAMENTO 
MATERNO 
 
 O ato de amamentar aumenta o vinculo entre mãe e bebê, a 
amamentação pode prove para o bebê uma ligação muito forte para a mãe e o 
bebê, é muito agradável vendo a mãe passando esta segurança para o bebê, a 
mãe que pode amamentar e a criança que mama bem ao seio é uma criança 
que recebe naturalmente alguns estímulos que são mais propícios para o 
desenvolvimento do bebê, o desenvolvimento da musculatura, movimento dos 
ossos da face da parte da frente do crânio, ele se desenvolve melhor durante a 
amamentação. O aleitamento materno até pouco tempo não era foco de 
pesquisas de estudiosos e clínicos. Era considerado de pouca importância, 
apesar de ser sinônimo de sobrevivência para neonato e direito inato 
(ICHISATO; SHIMO, 2002). Existem muitas mulheres que se preocupam que 
não vai ter leite, ou durante a amamentação o leite diminui primeiro a mãe 
precisa ficar tranquila, a quantidade de leite é demandada pelo próprio bebê 
quanto mais o bebê chupetar na mama da mãe mais leite vai ser produzido, ter 
calma e deixar o bebê fazer o exercício no mamilo dela, automaticamente vai 
produzir mais leite (SOUZA, 2010). 
 Mesmo que ela tenha um pouco de receio a equipe de enfermagem 
está ali para oferecer este apoio e se tiver com dor a equipe avalia o porquê 
desta dor, talvez o bebê não esteja na posição certa para a amamentação esta 
equipe vai ajuda-la até ela conseguir sozinha, deixar o bebê amamentar para 
aproveitar bem os nutrientes do leite, o leite materno ele tem varias funções 
para o bebê consegue passar várias vacinas principalmente no começo da 
amamentação e são superimportantes para o bebê, pois ele tem o sistema 
imunológico muito precário (OLIVEIRA, 2011). 
A amamentação pode trazer vários benefícios não apenas para o 
neonato, beneficia também a mãe, pois previne contra o câncer de 
mama e ovário, ajuda a mãe a voltar mais rápido ao peso pré-
gestacional, a família, pois se sabe que no Brasil alimentar um bebê 
com leite artificial pode custar metade de um salário mínimo por mês, 
beneficia também ao planeta e sociedade, pois crianças 
amamentadas adoecem menos, o que indica menos internações 
hospitalares. Além de o leite materno ser produzido e liberado pronto 
para o consumo sem nenhuma poluição por não necessitar de 
embalagem para armazenamento, além de fortalecimento do vínculo 
mãe-filho (NOGUEIRA 2008, p. 67). 
 
 Os anticorpos que são transmitidos pela mãe, são anticorpos que foram 
produzidos e dependendo das bactérias que estão no meio e isso vai prove 
para o bebê as condições para ele se adaptar neste meio. A dieta da mãe está 
diretamente ligada na qualidade da composição do leite materno, é importante 
que a mãe não faça nenhuma restrição dietética nesta época, se consegue 
modular a quantidade de caloria através da quantidade de gordura que a mãe 
ingere, e o ômega 3, tem tipo de gordura que faz bem para o desenvolvimento 
do cérebro do bebê (ABDALA, 2011) 
 É interessante que a mãe acrescente na dieta dela para que chegue 
através dela até o bebê, é recomendada a mãe que pode amamentar, pois a 
que a criança mame até os seis meses de vida, de forma exclusiva que não 
precise usar nenhum tipo de alimento em conjunto com a alimentação e o bebê 
que quer continuar amamentando e a mãe que pode continuar amamentando 
pode continuar até os dois anos de idade. Hoje se sabe que a criança que foi 
amamentada no sei por um período longo pelo menos quatro meses tem uma 
menor incidência de algumas doenças, por exemplo, diabetes e obesidade e o 
leite está provendo todas as necessidades para a criança ganhar o peso e 
ganhar estatura suficiente (MUNIZ. 2010) 
 
Os micro-organismos são os principias causadores da diarreia, como 
o rotavírus, provocam gastrenterite, uma inflamação no sistema 
digestivo. Além das infecções virais e bacterianas, que podem ser 
causadas pela preparação incorreta de fórmulas de leite em pó, bem 
como da contaminação no preparo da mamadeira. Sendo que o leite 
materno possui elementos que inibem a proliferação dos micro-
organismos que causam a diarreia (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). 
 
 Segundo Toma e Rea (2008), a amamentação traz benefícios físicos 
para a mulher em termos imediatos, em médio prazo e ao longo prazo, quando 
a mulher amamenta, ela libera junto com os hormônios do leite a prolactina ela 
libera a ocitocina na hora da amamentação a ocitocina faz com que o útero 
contraia e que a mulher perca menos sangue logo após o parto. 
 O ato de amamentar faz com a mulher entre num período infértil, pois 
amamentando que aumente o tempo entre os partos e conseguindo se 
recuperar melhor para outra gravidez com o seu estado físico mais recuperado, 
e o beneficio ao longo prazo é evidente que as mulheres que amamentam 
tenham menos risco com o câncer de mama, menos risco de câncer de ovário 
e o ato de amamentar também está relacionado risco de osteoporose já na 
menopausa (SOUZA, 2010). 
 As vantagens da amamentação para a criança, para a mãe e para a 
família, para a criança, pois é uma alimentação completa porque ele já vem 
pronto na temperatura certa, protege contra infecções, a imunidade que a mãe 
tem este vai para repassar pelo peito para a criança. É vantagem para a mãe 
também porqueela vai perder peso mais rapidamente depois do parto, ela vai 
perder menos sangue com isso ela vai ter menos anemia, e o prazer de estar 
com o seu bebê na relação mãe e filho, e para a família se fala da questão 
econômica, financeira a repercussão do aleitamento materno tem, porque o 
leite artificial ele é menos saudável, porque o mais saudável seria o leite do 
peito se tem esta repercussão financeira para a família (NICK, 2011). 
 
A mediana nacional de duração do aleitamento materno quadriplicou 
em 25 anos. Além disso, observou-se vertiginosa queda da 
mortalidade infantil no Brasil nos últimos 30 anos, especialmente a 
redução das mortes por desnutrição, doenças diarreicas e 
respiratórias, cuja relação com o aleitamento materno já foi 
exaustivamente estudada em todo o mundo (ALVES, 2008 p.8). 
 
 Além de incluir a criança, o bebê que nasceu, incluindo nas relações 
afetivas da família, é uma recepção a este bebê. Preconiza-se que o 
aleitamento materno exclusivo somente o leite materno seja dado até os seis 
meses, com a entrada da mulher de trabalho depois dos quatro meses porque 
tem empresas que ela pode ficar até os seis meses de licença, mas tem 
aquelas mulheres que entram antes no mercado de trabalho elas podem deixar 
o leite tirado para a criança, mas sempre é estimulado de que o aleitamento 
materno seja exclusivo até os seis meses de vida (TOMA; REA, 2008). 
 Segundo a Organização Mundial de Saúde no intuito de incentivar esta 
prática, criou-se no Brasil a Política Nacional de Aleitamento Materno, que tem 
por objetivo promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno Exclusivo até 
os seis meses e o Aleitamento Materno Misto até dois anos de idade (MUNIZ, 
2010). 
 Ainda Muniz (2010), o aleitamento materno ela dura conforme a mãe é 
livre demanda nos primeiros dias, quando o bebê pede mais, porque ele é mais 
digestivo, então a criança come dali a pouco ele pede mais, na medida em que 
ele vai crescer ele mesmo vai dar o espaçamento entre as mamadas, não 
existe um horário rígido, ele mesmo vai ver o horário, tipo um acordo entre a 
mãe e a criança ela mesma solicita e vai dando este espaço entre mamadas. 
 Segundo Pereira (2010), o aleitamento é até os seis meses de idade 
exclusivos, de seis meses até um ano muitos mães passam dar outro leite, ela 
passará para outros alimentos continuar no aleitamento materno, o leite é o 
leite do peito e vai introduzir outros alimentos de maneira que os alimentos que 
a família utiliza vão ser introduzidos na dieta da criança. A criança depois que 
amamenta deixar ela em pezinho para ela arrotar porque ele pode ter ingerido 
ar durante a amamentação, colocar ele em pezinho e não é obrigatório arrotar 
se não ingeriu ar não tem oque arrotar. 
 O acompanhamento da criança vai dizer se ela está bem ou não devido 
a isso é de suma importância que a mãe faça o acompanhamento de mês em 
mês, porque através do ganho do peso vai se observar se a criança está 
ganhando peso adequado para aquela faixa de idade dela e ficando assim 
tranquila em relação de que o leite do peito que está satisfazendo a 
necessidade da criança, também a criança tem uma boa diurese que urina 
bastante este é o sinal que ele está sendo bastante nutrido com o leite (SILVA, 
2010). 
 De acordo com Silva (2010) quanto às mães saberem da importância de 
se manter o aleitamento materno ao retorno ao trabalho, refere que as 
puérperas reconhecem a importância do leite materno para o bebê, porém não 
citaram as vantagens do aleitamento materno para elas próprias, como 
prevenção de câncer de mama e outras patologias. Seria pelo fato de que o 
profissional de saúde orienta mais em suas assistências sobre os benefícios do 
aleitamento materno para as crianças, sobre as mudanças na sua vida e corpo. 
 Tendo em vista as modificações e adaptações vivenciadas pela mulher 
no puerpério, acredita-se na importância da intervenção através da prestação 
de uma atenção específica para esse determinado momento na vida de uma 
mulher. Reconhecendo a individualidade e visando assim um atendimento 
humanizado concordando com o que preconiza o Ministério da Saúde que “a 
mulher neste momento, como em todos os outros, deve ser vista como um ser 
integral, não excluindo seu componente psíquico” (BRASIL, 2001, p. 175). 
 Já na questão de engasgar e existem mães que se preocupam com o 
refluxo sendo que o refluxo é fisiológico é normal até os seis meses de idade 
ele vai desaparecendo, se considerar se é normal ou não pelo ganho de peso 
da criança, se colocar certo a criança para arrotar, uma boa técnica da 
amamentação, porque a amamentação ela tem uma técnica tanto na posição 
da mãe estar bem posição para amamentar, com uma boa posição da criança, 
a criança tem que estar bem apoiada para que a mesma tenha uma boa pega 
do peito para que a amamentação seja eficiente, e a questão da reflexão é de 
acordo com o acompanhamento (LELIS, 2012). 
3. RELATAR O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ORIENTAÇÃO DAS MÃES 
 
 A amamentação é fundamental para a criança, pata a mãe e para a 
família, desde que seja conduzida da melhor forma possível, traz muitas 
dúvidas e é um momento que se pode orientar enquanto enfermeiro, 
mostrando assim a importância do aleitamento materno, mas entendo toda 
aquela logística da casa para que ele transcorra da melhor forma possível. 
 O enfermeiro que é um profissional da saúde ele tem um papel de suma 
importância no acolhimento e ensinamentos à mãe em relação à 
amamentação. Contudo, para isso ele precisa estar preparado sobre lactação 
para que possa sanar as dúvidas das mães sobre a amamentação, quanto o 
seu serviço de apoio a mães sobre a promoção do aleitamento materno não 
haverá de se ele não estiver atento, levando em consideração a cultura 
familiar. Portanto é necessariamente deve distinguir a mulher como atriz 
principal do processo na amamentação, valorizando-a, escutando-a e 
motivando-a (BRASIL, 2015). 
 Como visto no capítulo 2, para a mãe diminui o risco de hemorragia 
após parto, melhora todo o puerpério dela, ela costuma a voltar ao peso 
anterior com mais rapidez. Para o bebê é a primeira vacina do bebê que ela 
está dando, então o colostro que sai nas primeiras semanas de vida, diminuir o 
risco de alergias, a obesidade mais tarde, a criança que é amamentada é muito 
mais saudável do que um bebê que não foi amamentado ele corre menos o 
risco de viroses, infecções no futuro. (AGOSTONI, 2008). 
 
São vários os fatores envolvidos nas baixas taxas de aleitamento 
materno, tais como: desconhecimento da importância do aleitamento 
materno para a saúde da criança e da mãe, algumas práticas e 
crenças culturais, substituição inadequada do leite materno, a falta de 
confiança da mãe quanto a sua capacidade de amamentar o seu filho 
e as práticas inadequadas de serviços e profissionais de saúde que 
continua muito presente (PEREIRA, 2010. P. 47) 
 
 O enfermeiro tem um papel muito importante na orientação da 
amamentação, antes e depois do pré-natal, orientar a mãe sobre os cuidados 
da mama, saber da mãe o que ela pensa sobre a amamentação, descobrir se 
ela teve algum problema na gravidez anterior, se é a primeira gravidez, o 
enfermeiro tem um papel antes, durante, e depois. 
 De acordo com Ministério da Saúde (2009), o enfermeiro que é 
humanizado que ele pensa nessa condição de aleitamento materno ele vai 
favorecer o aleitamento para a mulher, para o bebê e para a família, para isso 
ele precisa saber a realidade desta mulher, oque ela passou diante do 
aleitamento, descobrir depois que ela tenha o bebêcomo que ela está se 
sentindo diante do aleitamento, quais as dúvidas, quais seus anseios, se ela 
está satisfeita com o aleitamento, e depois que a mulher ganha o bebê o 
enfermeiro vai ajudar descobrindo seus anseios e vai ajudar esta mulher. 
 O enfermeiro vem desde a orientação depois ele passa para ajudar e 
consequentemente ele vai ajudar a ponderar esta mulher, a mulher que busca 
este acompanhamento com um profissional adequado ela vai se sentir plena, 
imponderada ela sabe que o leite dela é o melhor alimento para o bebê, então 
ela vai sentir que o leite dela é melhor que o de uma lata de leite, sendo que o 
dela já está pronto e tendo tudo o que o bebê precisa e qualquer ligar ela pode 
dar de mamar e que ela sabe o que é melhor para o seu bebê, então ela sabe 
que as orientações do enfermeiro é muito importante (MACHADO; BOSI 2008). 
 
A falta de capacitação profissional na promoção ao aleitamento 
materno pode ser uma das causas do desmame precoce, pois se o 
profissional não compreende as práticas, ele não consegue transmitir 
as orientações e atribuições para as gestantes, pois se faz necessário 
que o (a) enfermeiro (a) esteja capacitado para conseguir promover a 
segurança e qualidade da amamentação (LOPES, 2013, p. 89). 
 
 Segundo Lopes (2013), as orientações do enfermeiro para as mulheres 
grávidas podem ajudar ela com os mitos, os medos, muitas mulheres passaram 
dificuldades nos partos anteriores e com isso cria certo medo do próximo parto, 
mas com as orientações dos enfermeiros isso passa, mas mulheres que 
passam por estas dificuldades não querem saber de amamentar o bebê, então 
o enfermeiro tem uma missão de suam importância orientarem esta mulher 
grávida sobre o aleitamento anterior para que se possam minimizar a dúvida 
existe sim complicações durante a amamentação, as mamas empedradas, o 
leite está ali à mama está cheia, desceu com setenta e duas horas e vem muito 
leite, a mama fica dura e neste momento o bebê não consegue pegar o seio. 
 Quando a criança está no aleitamento materno não há necessidade de 
se dar água para a criança, pois se o leite do peito ele tem duas fases mamar 
até esvaziar o peito, porque no interior ele é rico em água, e o leite posterior faz 
a criança engordar, então não tem uma indicação, porque vai fazer com que a 
criança atrapalhe a pega da amamentação se chama a confusão de bicos. 
(MACHADO; BOSI, 2008). 
 Quanto ao esvaziamento das mamas, se esvazia quando a mama está 
empedrada, está dificultando a criança pegar a mama, dai se esvazia um 
pouquinho ou quando a mãe quer deixar o leite do peito para poder ir trabalhar 
e que a criança possa mamar enquanto a mãe estiver fora, ou tirar o leite para 
doar para o banco de leite, quando se tem muito leite e esta retirada do leite 
seja feita de forma manual se chamado de ordenha manual, e que seja 
conservado na geladeira, com recipiente de vidro e tampa de plástico, e se for 
conservar por mais tempo se coloca no congelador colocando sempre a data 
daquela coleta no vidro (CUNHA, 2009). 
 O aleitamento materno ele também produz certa anticoncepção, 
quando a mãe menstrua a primeira vez ela tenha uma indicação de tomar um 
anticoncepcional indicado para a mãe que está amamentando. 
 
Amamentar significa proteger a saúde do bebê contra doenças como 
otites, diarreia, infecção urinária e distúrbios respiratórios, também 
vale ressaltar que bebês que são amamentados conforme o 
recomendado tem menor chance de desenvolver diabetes, 
hipertensão e doenças cardiovasculares. Para as mães, traz os 
seguintes benefícios redução do sangramento após o parto, menor 
incidência de anemia, câncer de ovário e mama (PARIZOTTO; 
ZORZI, 2008, p.67). 
 
 A princípio os enfermeiros encontram muitas dificuldades é com a 
fissura mamilar, fissura chamada de ferida, a ferida na mama ela é muito 
comum porque não ouve um preparo anterior e nem posterior do parto, mesma 
que ela não tenha se preparado e este processo não precisa ter nada de 
anormal, é um processo natural como explicam os enfermeiros para as mães. 
 Embora seja deve ter os cuidados, esta fissura ela é causada pela uma 
pega errada, devido a isso os enfermeiros orientam as mães para colocar o 
bebê em posição errada, então enquanto enfermeiro orientar esta mãe nas 
posições adequadamente, colocar o bebe para mamar em posição correta 
diminuindo com que ele leve a fazer a ferida no peito (MINISTÉRIO DA 
SAÚDE, 2009). 
 De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2009), o terceiro 
problema que a mãe precisa ser orientada é a mastite seria o caso desta ferida 
que não foi tratada adequadamente é uma porta aberta entra uma bactéria 
infecciona e a mama fica dura e vermelha, então a mama vai ficar com uma 
placa vermelha quente e a mãe vai ter calafrios, então ali já pode ser um caso 
de uma mastite, em decorrência de uma ferida que não foi tratada que a mãe 
não fez o certo o tratamento, não dando o seio para o bebê em decorrente 
aquela ferida que não foi curada, e esta ferida é a porta de entrada e existem 
as bactérias e as mesmas tem esta porta de entrada. 
 
O papel da enfermagem tem por base promover e transmitir 
confiança a está mãe, mostrando a ela que com paciência e 
perseverança o problema poderá ser superado ao decorrer da sucção 
do bebê, os mamilos irão se tornando mais propícios à 
amamentação; o profissional de enfermagem deve prestar assistência 
e observar quando a mãe possui dificuldade para posicionar o bebê 
na pegada adequada (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009, p. 23). 
 
 Segundo Ministério da Saúde (2009), uma mastite ela pode ser em 
decorrência mesmo de pegar no celular durante a amamentação e isso se 
torna muito comum e o celular é extremamente contaminado, e o enfermeiro 
tem um papel extremamente importante para orientar esta mãe que não pegue 
no celular e depois no seio onde o bebe vai por a boquinha, estas feridas 
surgem, mas podem ser tratadas. 
 Apesar da importância do aleitamento materno para o desenvolvimento 
do bebê, muitas mulheres desconhecem questões importantes sobre a prática 
da amamentação, como preparo das mamas para amamentação, 
posicionamento do bebê e pega da mama, leite empedrado ou não ter leite, 
apontando a necessidade estratégias centradas no aspecto educativo que 
facilitem a difusão de informações sobre a importância e as vantagens do 
aleitamento materno principalmente relacionado à diminuição das taxas de 
mortalidade infantil (MACHADO; BOSI, 2008). 
 O enfermeiro é considerado o profissional que mais se relaciona com a 
mãe durante este período, portanto, deve preparar a gestante para o 
aleitamento, facilitando sua adaptação na fase puerperal, evitando assim 
dúvidas, dificuldades e possíveis complicações (RIVEMALES; AZEVEDO; 
BASTOS, 2009). 
 Segundo Ichisato (2011), e sempre a mãe que tiver alguma dúvida 
sempre procurar um enfermeiro onde este está preparado para orientar, porque 
quando se procura um profissional responsável. O acolhimento dos enfermeiros 
e profissionais da saúde é um grande passo para a família para que a mesma 
possa confiar onde deixaram a paciente, onde precisa escutar saber ouvir os 
familiares neste momento de alegria pós o nascimento do bebe, sabendo 
compactuar, podendo sanar as dúvidas que os mesmo tenham. Este cenário 
hospitalar é de fundamental importância para a vida da paciente e dos 
familiares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 4. REVER A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO SOBRE A 
AMAMENTAÇÃOADEQUADA PARA O BEBÊ 
 A mãe precisa saber o quanto é importante à amamentação adequada 
para o bebê, o aleitamento é muito importante para a vida do bebê, é 
importante que se saiba o quanto faz diferença a criança que tenha o 
aleitamento materno e aquele que não tem o aleitamento não quer dizer que a 
mãe que não faz o aleitamento seja menos mãe, não quer dizer que esta 
criança que vai ter riscos que necessariamente vá prejudica-la, mas sem 
dúvida o leite materno é o leite da espécie é o leite que vai propiciar o bebê em 
todas as fases de sua vida uma condição muito boa, muito satisfatória em 
termos de crescimento e desenvolvimento (SOUZA, 2010). 
 Para Leite, Silva e Scochi (2004), quando se fala em aleitamento 
materno precisa voltar um pouco para trás e entender um pouco que o 
aleitamento materno ela não começa quando nasce o bebê, ele começa com a 
informação e esta informação deve vir desde o pré-natal, antes da gestação, da 
informação, da cultura, da escola, até das crianças pequenas. Desde nos 
brinquedos quando se dá uma boneca com a mamadeira, hoje em dia já se vê 
nas informações sobre o aleitamento materno que é se duma importância este 
incentivo. 
 Para proteger o aleitamento materno quanto às estratégias de 
marketing não éticas, a OMS, em 1981, recomendou aos países a 
adoção do "Código Internacional de Marketing dos Substitutos do 
Leite Materno". O cumprimento deste código, visto nos estudos de 
Rea e Toma, objetivou evitar o estabelecimento da relação 
profissional-indústria e conflitos de interesses pessoais 
(financiamento direto aos profissionais, aceitação de presentes, 
patrocínios e incentivos individuais) para a prescrição dos substitutos 
do leite materno (REA, 2000, p. 89) 
 
 Precisa-se criar este hábito de dar estas informações para as pessoas, e 
elas já vão crescer com estas ideias que o leite materno é bom para a vida do 
bebê, e que o aleitamento materno é extremamente natural e precisa-se 
normalizar. Muito se fala sobre o aleitamento materno principalmente nos dois 
e três últimos anos, mas é gerada esta informação e esta movimentação, 
mobilização muito mais por conta do que o leite materno causa de surpresas 
de situações de estresse do que propriamente e divulgação de sua 
importância, o Organização Mundial de Saúde (OMS) faz sempre na primeira 
semana de agosto uma comemoração sobre o aleitamento materno, uma 
semana mundial sobre o aleitamento materno (CUNHA, 2009). 
 Durante a gestação se observa umas possibilidades de oportunidade de 
informação a respeito do leite materno, as consultas no pré-natal poderiam ser 
utilizadas para que a mãe tomasse consciência da importância do aleitamento 
materno, e das boas condições e tudo aquilo que ela poderia fazer para que 
quando o bebê nasce, e que ela estivesse preparada para o nascimento, 
preparada ela está, muitas vezes ela não está orientada e muitas vezes ela não 
está apoiada (LOPES, 2013). 
 
Outras alegações são discutidas na literatura: falta de experiência 
materna; fardo ocasionado pela amamentação frente às atividades 
desempenhadas cotidianamente; inadequação entre suas 
necessidades e as da criança; interferências externas de familiares, 
amigos e demais interações; trabalho materno; solidão e isolamento 
da mulher-mãe e a necessidade de obter apoio para a execução da 
amamentação. As mães sentem-se culpadas por não amamentarem 
e não são preparadas para conhecer esse processo básico de vida. 
Por isso, precisam de ajuda e principalmente informação. O apoio 
referido seria além da atuação do setor de saúde, aparelhos sociais 
de suporte à maternidade e o núcleo familiar (RAMOS, 2003, p. 34) 
 
 Ainda Ramos (2013), o aleitamento materno é natural e nem sempre 
simples e nem sempre fácil, pois nas muitas consultas do pré-natal o obstetra 
somente mede a barriga ouve o coração e pronto, mas não tem um diálogo 
sobre a amamentação, sobre os problemas no seio, o porquê disso, orientar a 
mãe sobre as feridas que possível podem aparecer no seio e o porquê daquilo. 
 Segundo Boécio, Kurino, e Martins (2007), o obstetra por muitas vezes 
nem examinam as mamas, é muito raros ter mães fazendo a prática do 
autoexame rotineiro, o câncer de mama é um do câncer maior de incidência 
dentro da população brasileira, antes da gestação todas as consultas que se 
vai ao ginecologista ele examina a mama, mas o que acontece depois da 
mulher engravidar não se importa mais no exame da mama, a informação é de 
suma importância para estas mães e sabe-se que no Brasil o número de 
cesariana aumentou, e quando a mulher tem o seu bebê através de cesariana, 
quando a paciente retorna ao médico ele vai examinar somente o corte da 
cesariana, e não a mama o médico irá examinar no outro ano quando ficará 
novamente gestante. 
 Primo, Bom e Silva (2008), a informação mais precisa que as mulheres 
precisam saber é que uma mulher gestante para cada três mil gestante 
apresenta câncer de mama na gestação, que é considerado o câncer de 
mama, vai de 1 mês de gestação até um ano de vida do bebê, então se fala de 
quase dois anos onde este câncer pode-se desenvolver, onde a mama 
aumenta, pode-se ter nódulos, pode-se simplesmente ter uma coisa que se 
evolui muito desfavorável. 
 Segundo Almeida, Fernandes e Araújo (2004), se a gestante tivesse a 
mama examinada com certeza um mamilo invertido aquele que se aperta e não 
sai, poderiam ser feito algo para este mamilo invertido porque durante a 
gestação a mama aumenta muito de tamanho, para fazer ultrassom, 
mamografia fica muito difícil e muitas vezes nem é recomendado, então é 
fundamental que se tenha a busca de um obstetra amigo do aleitamento 
materno e que possa durante as consultas ter a mama examinada, avaliar o 
mamilo, e orientar de forma adequada em relação ao que pode ser feito para 
favorecer o aleitamento materno. 
 
O ato de amamentação propicia o contato físico entre mãe e bebê, 
estimulando pele e sentidos. Se a amamentação é feita com amor e 
carinho, sem pressa, o bebê não só sente o conforto de ver suas 
necessidades satisfeitas, mas também sente o prazer de ser 
segurado pelos braços de sua mãe, de ouvir sua voz, sentir seu 
cheiro, perceber seus embalos e carícias. Logo, ao estabelecer esse 
vínculo entre mãe e filho, há compensação do vazio decorrente da 
separação repentina e bruta que ocorre pós-parto, corrigindo 
fantasias prematuras frustrantes que o parto possa lhe ter causado 
como abandono, agressão, ataque e fome (ZAVASCHI, 1991, p. 89). 
 
 Segundo Zavaschi (1991), se por ventura o obstetra não examina 
corretamente a mulher grávida, vale a pena comentar com o mesmo sobre ao 
respeito, pois ele é um profissional de confiança, pode ter passado em branco, 
sendo que é recomendável conversar sobre a mama e o câncer, o apoio e as 
informações do obstetra são de suma importância para a mulher gestante, o 
apoio da família e as orientações do enfermeiro na maternidade. 
 Os enfermeiros orientam as gestantes que na vigésima segunda 
semana de gestação fale com o médico para esta avaliação para ver se a 
mama está adequada, se o mamilo está bom, onde este esclarece as duas que 
por ventura tiver sobre a mama, onde o enfermeiro também repassa as 
informações sobre a importância do aleitamento materno, de técnicas, de pega, 
isso é importantíssimo que se faça de uma forma que permita que este bebê 
seja adequadamente amamentado (ALVES, 2008). 
 Uma vez que a mulher está fazendo o seu pré-natal e está correndo 
muito bem é importante quando se chegam à maternidade e escolha uma 
maternidade favorável e apoio esta mulher, pois existemmuitas mulheres que 
tem dúvida na sua capacidade de amamentar, não é questão de fissura, são 
dúvidas que seja colocadas na mãe e a partir deste momento ela tem uma 
dificuldade grande de se conscientizar e de se convencer que aquele leite que 
quando ela estiver amamentando ela não consegue saber o quanto o bebê 
está mamando (ZAVASCHI, 1991). 
 Maldonado apud Zampieri (2005) afirma que a amamentação não deve 
ser considerada apenas como um processo fisiológico, pois envolve um padrão 
mais amplo de comunicação, entre a mãe e o bebê, de comunicação 
psicossocial. 
 Segundo Maldonado (2002), por que o peito não é transparente, não 
consegue quanto volume entrou no bebê, e ela não tem um parâmetro naquela 
hora da mamada para saber se está tudo certo, ela vai começar a questionar 
será que é o suficiente, será que são o melhor para o bebê, estas informações 
quem respondem são os enfermeiros e o obstetra, é suficiente sim, é o melhor 
para o bebê, e em raras as exceções isso vai ser modificado, mas na imensa 
da maioria das vezes a maioria do leite materno é o alimento ideal do bebê. 
 Em um estudo sobre enfermagem e aleitamento materno Silva (2000), 
aponta que apenas o fornecimento de informações ou práticas educativas em 
saúde são estratégias insuficientes para tornar as mães motivadas para o ato 
de amamentar. 
 O leite materno é a primeira fonte de nutrientes que uma criança 
necessita para desenvolver. É um alimento completo, isso significa que até seis 
meses não precisa de algum outro tipo de alimento. Após os seis meses a 
amamentação deverá ser completado com outros alimentos. É uma das formas 
mais eficientes de atender os aspectos nutricionais, imunológico e psicológico 
das crianças em seu primeiro ano de vida. Além de um grande benefício a 
saúde da mãe, pois reduz o risco de câncer e a obesidade após o parto. Outros 
benefícios de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria incluem a 
economia em gastos do governo com saúde já que crianças amamentadas 
ficam menos doentes, longe de infecções (OMS, 1984, p.45). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 A amamentação é um processo fisiológico natural e fundamental para a 
saúde do bebê, mas isso não quer dizer que é fácil precisa ser aprendido, 
quando se prioriza o aleitamento mostrando para a mãe da importância do 
aleitamento nos primeiros seis meses de vida o bebê não precisa de mais nada 
além do leite. 
 Espera-se através deste estudo venha contribuir todos os setores, pois 
com este estudo pode-se observar que mulheres devido às más pegadas do 
bebê deixam fissuras no seio, devido a isso a mãe devido a dor deixa de 
amamentar o seu filho, mas nas leituras deste artigo pode-se observar que são 
minorias e que a maioria das mulheres amamentam o seu filho, sabendo que 
este é o mais importante alimento para ele, pois o leite materno ele imune o 
bebê das doenças que por ventura venha acontecer. 
 Quando esta mãe fez o seu pré-natal os enfermeiros e médicos 
orientaram estas mães sobre esta importância da amamentação, e depois que 
esta criança começa a comer outros alimentos o leite materno continua sendo 
o essencial, a Organização Mundial de Saúde, O Ministério da Saúde, e a 
Sociedade Brasileira de Pediatria, todos recomendam a amamentar pelo 
menos até os dois anos do bebê, a amamentação prolongada traz muitos 
benefícios. 
 Contudo, é válido refletir quanto a práticas de amamentar que protegem 
os bebês, deste modo evidencia-se a importância do enfermeiro sempre 
orientar as mães no aleitamento, voltado para a prevenção e promoção desta 
prática. Conclui-se que o aleitamento materno é um ato instintivo, porém não 
se trata de uma tarefa muito fácil, muitas mães se encontram com dificuldades 
logo no início e muitas contrariedades que impedem o progresso na 
amamentação, essas mães necessitam de apoio, aconselhamento e ajuda 
prática e teórica de pessoas com conhecimentos profissionais e capacitados 
para orientar a mãe. 
 
 
 
 
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