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AS 5 PEÇAS MAIS COBRADAS PELA OAB EM DIREITO PENAL

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BEM-VINDO(A)! 
Muito prazer, meu nome é Lucas Marin Cebrian. 
Sou advogado, professor de direito penal e processo penal, e não faz muito tempo que 
eu estava na mesma situação que você está hoje. 
Após a tão suada aprovação na primeira fase do Exame de Ordem, eu sabia que a 
segunda fase, ao menos para mim, seria mais fácil. Afinal de contas, eu faria em direito 
penal, matéria que eu sempre tive facilidade e prazer em estudar. Mas, ao mesmo 
tempo, inúmeras perguntas e receios ocupavam os meus pensamentos: 
▪ Devo fazer rascunho? 
▪ Quais teses devo alegar? 
▪ Como identificar a peça prático-profissional? 
▪ Posso colocar meu nome no final da peça? 
▪ Existe uma ordem correta para alegar as teses? 
▪ Qual é a data que se deve colocar ao final da peça? 
▪ Ao qualificar meu cliente, devo inventar informações? 
Sei exatamente o que você está vivendo agora e sei também o que está passando pela 
sua cabeça. 
Embora muitos considerem a segunda fase mais fácil, sem um bom método de estudos 
ela pode ser mais complicada. Aqui, não basta você saber o conteúdo. É preciso que 
você saiba minutar a chamada peça prático-profissional. 
E digo mais, se você trabalha na área penal, minutar uma peça conforme você faz no seu 
dia a dia não é o suficiente. É preciso que você sabia redigir a sua peça de acordo com 
o método de avaliação da banca. 
Para alguns de vocês essa é a prova mais importante da vida, para outros apenas uma 
etapa. Alguns, inclusive, estão tentando obter a aprovação há alguns exames. Mas, 
independentemente de quem você é, se você está lendo esse texto, fique sabendo que 
o mais difícil já passou. 
Eu tenho certeza que se você se dedicar de corpo e alma, em algumas semanas você 
será aprovado no XXIX Exame de Ordem! 
 
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SOBRE O CURSO PRODIGE 
Acredito cegamente que quando a gente ama o que faz, e com muito esforço e 
dedicação, nosso produto ou serviço pode chegar ao Estado da Arte. 
Dito isso, quero que você saiba que venho dedicando nos últimos anos grande parte do 
meu tempo para criar um curso completo e especializado para a segunda fase do Exame 
de Ordem em Direito Penal. 
Após pesquisar à exaustão o que há de melhor e pior no mercado, posso te dizer que 
montei um curso do absoluto zero, com todo o suporte da Prodige Preparatório, 
visando preparar dois nichos de pessoas: 
▪ Pessoas que nunca tiveram prática na área penal e precisam aprender a minutar uma 
peça prático-profissional do zero. 
 
▪ Pessoas que, mesmo atuando na área, tem a plena consciência de que a peça exigida 
no Exame de Ordem não reflete a prática profissional no mundo real. 
Neste sentido, como você já deve ter ouvido por aí, o Exame de Ordem é elaborado de 
modo a testar do bacharel o máximo de conhecimento possível. Justamente por isso 
que memoriais, recurso de apelação e resposta à acusação são as peças mais cobradas 
no Exame. 
Em decorrência disso, o método de correção que a banca adota é o famoso 
espelhamento. 
Isto é, o corretor da sua prova não irá analisar a sua persuasão ou a sua eloquência. Ele 
simplesmente vai “bater o olho” na sua prova e verificar se ali estão as teses cobradas 
no gabarito (espelho). 
Isto é, mais importante do que como colocar é o que colocar. 
Mas não se preocupe, saiba que se você adquirir o curso você aprenderá justamente o 
necessário e suficiente para obter a sua aprovação. E aprenderá, principalmente, como 
minutar todas as peças prático-profissionais do zero! 
 
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SOBRE ESTE MATERIAL 
Esse e-book que você está lendo é apenas parte de um dos materiais que 
disponibilizamos em nosso curso completo, onde são abordadas todas as peças prático-
profissionais que podem cair no seu Exame de Ordem (são mais de 20). 
Para saber mais sobre o curso, siga-nos no Instragram: 
▪ @prof.cebrian 
▪ @prodige.preparatorio 
 
• 
No presente material, você aprenderá como minutar, do zero, as cinco peças que mais 
foram cobradas no Exame de Ordem: 
▪ Alegações finais sob a forma de memoriais 
▪ Recurso de apelação 
▪ Resposta à acusação 
▪ Recurso em sentido estrito (RESE) 
▪ Agravo em execução 
Após a unificação do Exame, essas peças foram cobradas em 75% das provas. Só o 
recurso de apelação, por exemplo, foi cobrado 9 vezes entre os 37 exames realizados. A 
peça de memoriais também foi cobrada por 9 vezes. 
Perceba, portanto, a importância de se aprender essas peças. 
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RECOMENDAÇÕES PARA O DIA DO EXAME E DÚVIDAS FREQUENTES 
▪ Qual material devo levar no dia do exame? 
 
Por questão de segurança, e se possível, leve dois vade-mécuns. Sim, dois vade-
mécuns. Por que? Porque eventualmente o fiscal de prova pode confiscar o seu 
material por achar que seus grifos constituem estruturação de peça. E, na ocasião, 
você estando ou não com a razão, não conseguirá reverter a situação. 
 
Por isso, recomendo que você estude com dois vade-mécuns e grife/sublinhe um 
só deles, deixando o outro como reserva. Foi isso que eu fiz e eu recomendo. 
 
É obrigatório e extremamente necessário? Não. 
 
E a marca e o tipo do vade-mécum? Bem, escolha de acordo com a sua preferência. 
Mas utilize ao menos um específico de direito penal para não ter problemas 
desnecessários. 
 
 
▪ Devo fazer o rascunho da peça inteira antes transcrevê-la na folha de respostas? 
 
Minha recomendação é não. Não faça o rascunho da sua peça inteira. Utilize a 
folha de rascunho para, tão somente, estruturar a sua peça, listando as teses e os 
artigos que serão colocados na peça quando você for redigi-la na folha de 
respostas. 
 
Por que? Porque você possui apenas 5 (cinco) horas para realizar a sua prova. Vai 
por mim, aposto que no fim do seu exame você ficará sabendo de alguém que teve 
que entregar a prova incompleta ante a falta de tempo por ter feito o rascunho. 
 
 
▪ O que eu faço primeiro: peça ou questões? 
 
Não existe verdade absoluta para essa pergunta pois é muito subjetivo, varia de 
acordo com o desempenho de cada um. 
 
O que eu recomendo, o que eu fiz, e o que a grande maioria dos professores 
recomendam, é que você faça primeiro a peça para depois iniciar as questões. 
 
 
 
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DO DIAGNÓSTICO 
Imagine que você está com febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas na 
pele e extremo cansaço. Você marca uma consulta, vai até o médico e, após ele realizar 
algumas perguntas, te dá o diagnóstico de dengue (que, posteriormente, é corroborado 
pelos devidos exames). 
Perceba que a ferramenta que que o médico se utiliza para diagnosticar o problema é o 
questionamento. Com as respostas (no caso, sintomas), ele dá o devido diagnóstico. 
No seu Exame de Ordem, assim que você for elaborar a peça prático-profissional, a 
primeira coisa que você vai fazer é o diagnóstico! 
▪ Atenção: O diagnóstico é a etapa mais importante do seu exame. Ele possibilita que 
você faça uma análise completa do problema e, principalmente, não esqueça teses 
fundamentais. Por isso, é imprescindível a sua realização. 
 
 
O QUE É O DIAGNÓSTICO? 
O diagnóstico é um método devidamente testado, aprovado e consolidado há anos nos 
cursos preparatórios para a segunda fase do Exame de Ordem. 
Consiste em um formulário com 7 (sete) perguntas que devem ser respondidas na sua 
folha de rascunho, sobre o caso apresentado, antes de minutar a peça prático-
profissional. 
As respostas para essas perguntas serão a base da sua peça prático-profissional, onde 
constarão as informações