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PROPOSTA DE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR-2019 
 
EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
TÍTULO DA ATIVIDADE ESTRUTURADA: 
Pesquisa e análise de práticas pedagógicas na escola inclusiva. 
 
OBJETIVOS: 
. Relacionar conteúdos trabalhados ao longo da disciplina com o cotidiano escolar e a 
prática pedagógica refletindo sobre os desafios e as possibilidades do educador atuar 
na construção de uma escola inclusiva. 
 
ALUNO: CARLOS ALEXANDRE PINTO SOARES 
MATRICULA: 201707052344 
GRADUAÇÃO: LETRAS-INGLÊS 
PERÍODO: 05º 
 
 
 
 CARLOS ALEXANDRE PINTO SOARES 
 
 
 
EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
Identificar as barreiras físicas, atitudinais e comportamentais que a escola deve 
superar para a construção do projeto inclusivo de educação. Refletir sobre as 
possibilidades de trabalho do educador nesse contexto da escola inclusiva, atuando 
junto a alunos com necessidades educacionais especiais inseridos na escola regular e 
em turma comum. Refletir criticamente sobre o papel do educador na construção de 
uma proposta inclusiva de educação. Debater de forma mais ampla, as questões 
relativas à escola inclusiva e à prática pedagógica, destacando as observações 
realizadas sobre as adaptações no currículo e de acesso ao currículo, criadas para 
atender às necessidades dos alunos com diferentes tipos de deficiência física, 
intelectual, sensorial, e de alunos com altas habilidades ou com transtornos globais de 
desenvolvimento, incluídos na escola regular. 
 
 
01 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO 
APRESENTAÇÃO (INTRODUÇÃO) ..................................................01 
SUMÁRIO...................................................................................... 02 
DESENVOLVIMENTO .................................................................... 03 
CONCLUSÃO.................................................................................. 04 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
02 
 
Data da observação: 19/09/2019 
ESCOLA MUNICIPAL MARIA MEDIANEIRA 
 
 
 
Inicie minha pesquisa e observação na Escola Municipal Maria Medianeira em 
Conservatória, município de Valença-RJ. Tive a lustre presença da monitora de inclusão 
Maria Carolina Pinto Soares, que também é acadêmica em Letras Português cursando 
o penúltimo período do curso. 
A monitora de inclusão mencionou que recebe suporte da direção e coordenação da 
escola, onde a mesma diz ter capacitação para tal função, fez por conta própria pois o 
município não consta com aperfeiçoamento profissional para este tipo de função. 
Maria Carolina me contou sua rotina como monitora de inclusão ao acompanhar um 
garoto de 12 anos, chamado Lucas que está no quinto ano do ensino fundamental. 
Segundo a monitora, a professora em sala é muito precisa ao ensinar, principalmente 
quando se tem um aluno de inclusão, onde o ensino não pode ser individual, mas sim 
coletivo, ou seja, todos aprendem juntos. Percebi uma boa sintonia da professora com 
a monitora de inclusão no aspecto de ensinar a todos, e que o aluno Lucas consegue 
acompanhar as aulas. 
A escola possui acessibilidade para pessoas com deficiência física, uma das poucas no 
município com esse recurso. Umas das observações que notei foi que a escola em si 
possui um número pequeno de pessoas com determinada deficiência, onde mesmo 
assim poucos têm acompanhamento por parte de um monitor de inclusão ou um 
psicopedagogo para acompanhar o desenvolvimento do aluno com necessidade 
especial. 
Depois de terminar minha observação, conversei com a Diretora Rogéria Marcia de 
Oliveira pessoalmente sobre a falta de monitores de inclusão. Segundo ela, a demanda 
por profissional nessa área sempre foi o questionamento à Secretaria municipal de 
Educação, onde também é um problema que atinge todo município, e até mesmo o 
estado do rio de janeiro. A diretora também elogia o empenho da monitora de 
inclusão Maria Carolina pelo excelente empenho, a mesma menciona que a monitora 
consegue sanar muitos obstáculos que o aluno enfrenta. 
Tentei entrar em contato por telefone com a Secretária Municipal e com o setor 
pedagógico, não tive resultado onde só conseguiria por agendamento. 
 
 
 
 
03 
Contudo, chego à conclusão que para que a inclusão realmente aconteça, é importante 
garantir diversos recursos: a parceria entre o atendimento educacional especializado 
(AEE) e os docentes, o amparo das famílias e o investimento em acessibilidade. Em 
alguns casos, no entanto, é preciso um elemento a mais: o auxiliar. 
Nem todos que têm necessidades educacionais especiais (NEE) precisam de um 
auxiliar. Ele entra em cena quando há algum impedimento à inclusão. Em certos casos, 
a criança necessita alguém que a acompanhe em classe, flexibilizando as aulas. Em 
outros, requer ajuda em questões motoras, com exercícios específicos e adaptações 
para a escrita. Há ainda alunos que só conseguem frequentar a escola se têm apoio 
para locomoção, higiene e alimentação, e demandam uma pessoa capacitada para 
fazer esse atendimento da forma correta, evitando lesões e constrangimentos. 
 
Para cada uma dessas situações, há um profissional que melhor atende às 
necessidades dos alunos - podendo ser um professor auxiliar, um especialista em 
inclusão, um estagiário de Pedagogia, Psicologia ou outros cursos de licenciatura 
plena, ou um estagiário ou profissional da área de Saúde. 
Para lidar com um quadro tão complexo, é essencial que a escola forme uma rede de 
apoio. O primeiro passo é conhecer bem os alunos com NEE. As características deles 
vão ditar quais e quantos profissionais devem ser contratados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
04

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