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���� � PAGE \* MERGEFORMAT �4� Entender A Relação Escola-Família Graziela Carvalho de Souza¹ Rosimere Peirão² RESUMO Este trabalho trata do tema Entender A relação escola- família. Tendo como objetivos: Analisar a relação entre escola e comunidade, apontando alguns fatores que influenciam de forma positiva ou negativa a construção de conceitos e atitudes. O trabalho identifica os benefícios que esta parceria proporciona para educação quando há participação e apoio mútuo viabilizando resultados tanto na melhoria do ensino quanto na qualidade da relação entre os pais de alunos e a instituição de ensino. Para este estudo optamos pela leitura de livros e artigos de vários estudiosos da área educacional, que caracteriza a pesquisa como bibliográfica e qualitativa. Palavras-chave: Escola, família, participação. 1 INTRODUÇÃO É necessário que a família e a escola se encarem responsavelmente como parceiras de caminhada, pois, ambas são responsáveis pelo que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra. Família e escola precisam criar através da educação, uma força para superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva, atuando juntos como agentes do desenvolvimento pleno do educando. É impossível colocar à parte escola, família e comunidade, pois, se o indivíduo é aluno, filho e cidadão ao mesmo tempo, a tarefa de ensinar não compete apenas à escola, porque o aluno aprende também através da família, dos amigos, das pessoas que ele considera significativas, dos meios de comunicação, do cotidiano. Sendo assim, é preciso que professores, família e sociedade tenham claro que a escola precisa contar com o envolvimentos de todos. Essa preposição tem sido posta em prática nas escolas do município, vários exemplos podem ser citados, entre eles, a comemoração especifica dessa época. A escola sabiamente busca aliar o útil ao agradável. Promove dentro do espaço escolar as festividades juninas, contribuindo para fomentar a participação dos pais e da comunidade nas gincanas propostas e, ao mesmo tempo, consegue recursos financeiros para agilizar os pequenos projetos. Conforme Silva (2003, p.151), outra questão importante é referente à participação da comunidade. A forma institucionalizada de participação da comunidade, através dos setores locais, assemelha-se às Associações de Pais e Mestres (APM’s), não caracterizando, portando, o comunitarismo. Por esse raciocínio, toda escola que tivesse uma APM com funcionamento efetivo não seria uma escola pública ou particular com participação da comunidade (usuária), mas uma escola comunitária. Preocupados com esta situação, apresentamos através deste trabalho alguns fatores relevantes nesta relação entre escola e comunidade que causam distanciamento. É sábio manter um intercambio entre pais e toda a equipe pedagógica o que vai proporcionar uma troca de experiência e buscar um melhor caminho a ser trilhão para a educação das crianças e jovens, numa sociedade onde tantos pais como educadores estão sempre sufocados nas suas tarefas diárias, o que dificulta o encontro entre ambos. 2. A FAMÍLIA NA ESCOLA Conforme Piletti (2004, p.99), ”muitas vezes os alunos residem num bairro, numa vila, num município, e não conhecem ou local ou a região. As saídas da escola para estudo têm por principal objetivo levar os alunos a conhecerem e se familiarizarem com o lugar em que vivem”. Desta forma os alunos poderão aprender os conteúdos fazendo uma relação com os aspectos geográficos, políticos, culturais e econômicos da sua comunidade. É comum não ocorrer uma relação entre os assuntos passados em sala de aula e a realidade do meio social onde eles vivem. Ainda de acordo com Piletti (2004, p.100), “da mesma forma que a escola, para realizar eficazmente seu trabalho, precisa estar na comunidade tem de melhor para beneficiar a instituição e de ensino tais como, prestação de serviços voluntários auxiliando a equipe pedagógica com aulas de culinária, artesanato, informática, contação de história ou até manutenção do espaço físico do prédio para que elas possam ver que é possível melhorar a qualidade de ensino. Para Piletti, (2004, p , 95) A escola é uma das instituições sociais que tem um grande poder de transformação. É através dela que tanto o homem quanto a sociedade (família) podem ser modificados por meio da interação entre eles. Mas para que isto aconteça é preciso que haja uma aproximação da escola com a família e “o primeiro passo para a interação positiva entre escola e a família é, sem dúvida, o conhecimento da própria família por parte da escola”. Mas nem sempre os familiares dos educando tiveram livre acesso as unidades de ensino para participar de alguma forma do processo educacional dos seus filhos. Eles não eram visto com bons olhos pela equipe pedagógica e a “sua presença ali só se dava através de convocação por parte da direção para participarem de alguns eventos promovidos pela escola. Desta forma, Ferreira esclarece: Porque a escola é um espaço por excelência de socialização, é à escola que compete a formação de um cidadão que, por estar bem inserido no seu meio, pode sem perda de identidade abrir-se a outros meios, ao diálogo que essa abertura comporta e ao respeito das identidades e de outras formas de estar no mundo. Tornar a escola um espaço dialógico de construção de identidades implica, como tem sido repetidamente notado, que a escola se torne numa organização democrática e participativa, aberta ao meio e dotada de um sentido de comunidade e da sua relação com a comunidade. (FERREIRA, 2006. p.57). Hoje com as alterações nos cenários políticos e econômicos que ocorreram houve uma grande mudança de comportamento dentro da família e da sociedade que acabam refletindo também na relação escola e comunidade. Dentre estas mudanças podemos destacar a saída da mulher para o mercado de trabalho para ajudar na renda familiar, a competitividade no mercado de trabalho, a falta de compromisso por parte dos educadores em promover atividades extra-classe, a demarcação de limites de participação da família dentro da escola por parte dos educadores e a falta de interesse pela coisa publica por parte da população. A classe social é um dos fatores que interferem diretamente na forma de relacionamento entre escola e comunidade. As famílias de classe social mais elevada têm um poder de organização maior e isto faz com que elas reivindiquem melhorias na qualidade do ensino de seus filhos. Juntos e com capacidade de argumentarem com a direção são capazes de solicitarem e serem atendidos em suas reivindicações. Estas podem ser na parte física prédio como: quadra poliesportiva coberta, piscina, laboratório de informática, biblioteca, espaço amplo e arejado. Como também na parte de recursos humanos exigindo profissionais qualificados para trabalhar com as crianças. Alem de cobrarem também bons resultados em concursos e vestibulares em instituições de grande prestigio educacional. 3. ESCOLA E FAMÍLIA – JUNTOS FAZENDO A DIFERENÇA Democracia resulta em deveres, um dever não somente das equipes gestoras, mas igualmente dos demais profissionais da educação, a escola democrática é aquela em que os seus participantes estão coletivamente organizados e compromissados com a promoção da educação de qualidade para todos. A gestão democrática é distinguida como a atuação objetiva dos vários segmentos da família na escola, pais, professores, estudantes e funcionários. O processo de decisões e implantação de ações na escola constitui em u amplo desafio para a equipe gestora, na qual a equipe há de mobilizar as pessoas para a consolidação da gestão democrática e a construção da autonomia escolar de modo recíproco. É possível declarar que existe hoje uma extensa concordância quanto a necessidade de incorporar métodos de gestão participativa. A presença da família na escola se dava apenas nas festas comemorativas, nos momentos solenes e marcantes da vida escolar ou em reuniõesorganizadas para “chamar a atenção” dos pais para o rendimento escolar dos filhos. Qualquer presença e da comunidade fora dessas chamadas era considerada uma inconveniência, uma presença incomoda. Esta distancia se manteve por muito tempo, pois acreditava- se ou queria fazer-se acreditar que o espaço escolar era espaço exclusivo daqueles que trabalhavam. Assim a família era convidada a participar de alguns momentos para ver o que a escola estava produzindo de bom, de apreciável. Ou convidada para ser responsabilizada por aquilo que a escola determinava ser a causa de problemas e fracasso. Uma distancia fora criada e fortemente sedimentada. Um sentimento de presença indesejada impedia os pais de participarem do dia-a-dia da escola e da vida de seus filhos. (secretaria municipal de educação de belo horizonte, p. 1). Considerando que haja uma relação mais ampla entre pais, professores e alunos, a gestão aplica-se a promover ações em conjunto, no qual todos participem da analise da importância de uma relação mais abrangente entre os mesmos, promovendo assim o desenvolvimento com efeitos positivos. A família e a escola dispõe da mesma obrigação de contribuir na formação do individuo, elas necessitam se sobressair completando-se para a ampliação educacional. A escola não pode se manter sem a família, e a família não pode viver sem a escola, pois é através da extensão de suas tarefas, que se pode almejar o desenvolvimento da aprendizagem. ESCOLA COMUNITARIA é organizada pela própria comunidade, portanto, é a escola de todos; a comunidade é a principal responsável pela sua manutenção; gestão democrática, configurando efetiva participação do povo; não visa a lucros, não distribui dividendos nem remunera seus dirigentes, e todos os excedentes financeiros são aplicados nos próprios objetivos; atuação pedagógica voltada para a educação integrada ao desenvolvimento comunitário (silva,2003,p.149). A gestão para ser democrática e participativa tem que haver a participação de todos os envolvidos no processo educacional do contrario ela não pode ser intitulada dessa forma. Libâneo (2004, p.102), afirma que a participação é o principal meio de assegurar a gestão democrática da escola, possibilitando o envolvimento de professores e usuários no processo de tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar. A visita às famílias dos estudantes também deve ser feita pelos profissionais da educação em especial pelo professor que é quem esta mais tempo com os alunos e este contato é imprescindível para que ele possa fazer um diagnostico da situação das relações familiares e poder intervir em alguns casos como o mediador de conflitos. Podendo encaminhar para os especialistas da escola ou de uma unidade saúde as crianças que necessitam de algum tipo de atendimento. Mas o fato da escola ter pleno conhecimento da comunidade através de dados estatísticos não e o suficiente para que haja uma interação entre elas. É preciso operacionalizá-los por meio das ações concretas “e isto só é possível através de atividades praticas que dêem feição real a interação escola-comunidade” (PILETTI, 2004, p.97). Dentre as atividades que podem ser realizadas o lazer é uma delas e por meio dele os alunos terão a oportunidade de conhecer melhor os locais públicos da sua localidade como: praças, clubes, ginásios esportivos, comercio, indústria, cinema, rios, praias, montanhas. Alem da diversão os alunos poderão aprender de forma contextualizada alguns assuntos transmitidos pelos professores das varias disciplinas como matemática, geografia, língua portuguesa e outras. os alunos irão conhecer melhor o meio em que vivem já que “muitas vezes os alunos residem num bairro, numa vila, num município e não conhecem o local ou região” (PILETTI, 2004, p.99), dentro destas saídas para o laser os familiares de alunos podem participar como monitores ajudando a manter o grupo que saiu para excursão juntos, distribuir os lanches, ou até para servir de guia. Para que esta aproximação aconteça a escola é quem tem de tomar a iniciativa de promover meios para atrair Os alunos devem ser constante para se obter uma classe unida. Os trabalhos em equipes também devem ser utilizados para que todos tenham a chance de interagir, discutir e tomar decisões onde estas serão de suma importância para o desenvolvimento cognitivo e argumentativo dos alunos, sem contar que contribuem também para a socialização e a formação do caráter de cada indivíduo. É importante que os alunos tenham discernimento da importância do companheirismo e da colaboração na constituição de convivências que haja reciprocidade e cumplicidade com os colegas desde o início dos anos escolares. Tudo na vida é um aprendizado. Considerar o ponto de vista dos colegas, compartilhar funções, debater sobre métodos e resultados de pesquisa podem com certeza auxiliar o aluno a formar suas opiniões, resultando-se assim, em sujeito de sua aprendizagem. Tais técnicas, se bem aprimoradas serão de grande valia não apenas no recinto escolar, mas em diferentes ocasiões da vida destes alunos. Nossas práticas humanas são descritas por nossos sentimentos. Se estamos bem queremos fazer o bem, tratamos bem, desejamos o bem porque estamos de bem com a vida e nossas relações, nossos contatos também serão positivos. A aceitação do próximo será de coração aberto e provavelmente legítima. Não basta apenas tirar notas boas e fazer atividades, isso irá lhe garantir que passe de ano. Mas para si, particularmente tem de haver um bom relacionamento interpessoal. Pois se este não conseguir se relacionar, será com muita dificuldade que utilizará toda sua capacidade e gerando assim bons resultados. Pois como diz ARROYO (2000): [...] os aprendizes se ajudam uns aos outros a aprender, trocando saberes, vivências, significados, culturas. Trocando questionamentos seus, de seu tempo cultural, trocando incertezas, perguntas, mais do que respostas, talvez, mas trocando. (ARROYO, 2000, p 166) E o que as crianças aprendem em casa o que levam para escola vai influenciar muito na relação das mesmas com seus colegas. E é neste momento que devemos estar atentos ao velho ditado: Educação vem de casa conhecimento se adquire na escola. Imagine uma criança vivendo em uma casa num ambiente hostil, onde seus pais se agridem física e verbalmente, onde momentos de amor, respeito e diálogo não existem. É bem provável que uma criança que vive num ambiente deste terá um comportamento inadequado na escola, o relacionamento com os colegas deve ser difícil e o desempenho e concentração nas aulas também não serão nada fáceis. Nossa base, nosso pilar especialmente quando criança é nossa família. Nossos relacionamentos, nossos diálogos se constroem dentro de casa, e a iniciativa e comportamento dos pais são os que a criança tem de exemplo e é este que a mesma apresentará fora de casa. Nós como pais temos por dever ter pensamentos e atitudes positivas com nossos filhos para que eles aprendam assim a respeitar e tratar bem seu próximo. São procedimentos simples, mas que surtem efeito na criança, faz com que sejam mais confiantes e desenvoltos. Dentre eles temos: * Promover ocasiões de lazer e diálogo em família; * Manifestar contentamento quando seu filho fizer algo certo, e elogie ressaltando que ele é dotado de inúmeras habilidades. Demonstre o quanto acredita na sua competência; * Explicar as crianças, como os sentimentos fluem e se apresentam. Para que este não tenha vergonha de expor suas emoções e revelar como se sentem. * Jamais utilizar frases que possam desmotivá-lo como: “você não merece”, “novidade que não iria conseguir”, “você é mentiroso” entre outras. Em vez de acusar ou ofender, faça com que entenda que tem condições de fazer, que o acontecido talvez não seja verdade e que é merecedor de coisas boas. * Ao fazer um julgamento, busque resultados com a criança; * Entenda e argumente que adulto erra, e se preciso peça perdão quando errar, esclareça o porquê de ter errado e oriente seu filhoa pedir desculpas e também a perdoar; * Cada um de nós tem suas limitações e devemos respeitá-las. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Ter uma boa relação interpessoal com seu próximo pode lhe trazer bons benefícios. A partir do momento que você se relaciona bem, você faz amizades, faz com que te ouçam, consegue argumentar suas opiniões pelo fato de ser respeitado pelos colegas. Nos colocar no lugar dos outros para entender seus sentimentos, suas motivações é o primeiro passo para que respeitemos nosso semelhante sendo imprescindíveis para se construir um relacionamento interpessoal positivo. Para elaboração deste paper foram lidos muitos artigos a respeito sendo agora possível entender a importância de uma boa relação interpessoal. Para ser feliz, uma pessoa tem de aprender a viver com as outras. Mas antes de mais nada, tem que aprender a conviver consigo mesma, pois você é a sua única companhia de todos os dias e de todas as horas. Quem gosta de si, cultiva relações humanas positivas. Cada aluno é um elemento importante para que se atinjam os objetivos estabelecidos pela equipe. Não nascemos para ser eremita estamos constantemente negociando tudo com as demais pessoas para mantermos um bom relacionamento. A pesquisa é do tipo bibliográfica e foi realizada em referências bibliográficas, documentos, Internet, artigos de revistas e análise de casos. Onde sempre foi procurado entender o lado humano do aluno onde este busque o autoconhecimento e assim se de a oportunidade de conhecer os outros. Com isso procura-se esclarecer o questionamento do tema Porque é importante se ter um bom relacionamento interpessoal? O método de observação junto ao método comparativo é o início de toda pesquisa científica. Adotou-se, portanto, a comparação de textos estudados, por mim comparados e ainda relatos de professores e alunos a respeito do assunto e que dentro das suas possibilidades buscam manter a melhor relação possível em prol de uma boa aprendizagem. Justifica-se esta pesquisa, tendo em vista o desempenho de alcançar e superar expectativas, onde possamos nos fazer entender quanto a importância de uma boa relação para os alunos, e ainda salientando as pesquisas que fiz, mas não me aprofundei nesta ferramenta, foi com relação ao lúdico salientando neste caso os jogos. Estes podem ser uma boa ferramenta de entrosamento para a relação, pois o jogo é divertido, precisa ter comunicação, aprender a perder e dependendo do jogo ouvir a opinião do colega. Penso que este seria uma forma de persuadir o aluno quanto a troca de conhecimento e informações podem ser muito úteis para o aprendizado. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Percebemos na elaboração deste trabalho que a relação interpessoal não é difícil de se ter e manter. Se os envolvidos tiverem a preocupação em procurar ouvir e entender o próximo as relações seriam bastante gratificantes e de aprendizado mútuo. É muito importante conservar uma boa Relação Interpessoal no recinto escolar, sendo mais propícia para resolver eventuais dificuldades na relação aluno-professor-gestor. Percebemos que o bom senso é a medida certa para que se alcancem os melhores resultados em tudo, para uma boa relação um dos princípios essenciais para se desenvolver bom senso no sucesso do ensino aprendizagem, intercedendo às inquietações e as dúvidas existentes. Minucucci (1978) enfatiza que muitas pessoas não tem sucesso nas relações interpessoais simplesmente porque vêem e julgam os outros pelos seus estereótipos, vendo os outros pela cor de seus óculos, pois nós formamos impressões de outras pessoas ao observar suas ações, sua voz, seus gestos e seus modos de se expressar "Por intermédio da percepção social formamos impressões sobre às pessoas e por meio de nossas experiências com elas. O comportamento (atitudes, condutas) das pessoas é que nos leva a percebê-las e a julgá-las" (p-36). No decorrer da pesquisa, descobriu-se por meio de artigos, alguns motivos que atrapalham um bom relacionamento interpessoal e os maiores acontecimentos incidem sobre a ausência de diálogo, inveja. Analisando como fator essencial e para a dinâmica do relacionamento interpessoal é preciso consideração, conversa, responsabilidade e alegria. Cada relacionamento possui suas características podendo ser positivos ou negativos conforme as experiências vividas e compartilhadas. Como no trabalho estamos nos referindo a escola, a aluno, família, professor, este relacionamento deve ser de muita harmonia, de compreensão, de doação e de muito aprendizado. 5. CONCLUSÕES Foi apresentado a estrutura do trabalho sobre Relação Interpessoal o qual atingiu seus objetivos identificando atitudes positivas para construir bons relacionamentos, desenvolvendo a empatia pois esta é essencial para a relação interpessoal e relatando o quão é importante ter e manter uma relação. Observa-se que as relações interpessoais na escola envolvem toda a comunidade escolar. Desta forma entende-se que, quanto mais dedicada a relação do professor aos seus alunos, mais oportunidades de sucesso irá obter com suas turmas, já que as relações interpessoais na escola, praticadas entre ambas as partes, além de fraterna, se tornam, decisivamente, mais propícia, mais favorável. Como futura educadora temos o comprometimento de almejar por relações interpessoais que busquem a cordialidade, o afeto pelos nossos colegas e alunos no recinto escolar. Desta forma, pretende-se humanizar o cenário escolar para que todos os alunos se desenvolvam em um ambiente que promova amor e onde exista o reconhecimento do ser humano. Conclui-se que quando falamos de relação interpessoal envolve família, escola, comunidade, etc... a comunicação, o saber ouvir, tudo isto interfere num relacionamento, a sua história de vida com a história do outro. Temos de nos conhecer para poder manter uma relação e entrar nessa relação de coração aberto sem julgamento. Em sala de aula sempre se busca trocar os componentes da equipe para que no final todos mantenham um bom relacionamento em grupo. REFERÊNCIAS ARROYO, Miguel G. Ofício de Mestre: imagem e auto-imagens. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Formação continuada e gestão da educação. São Paulo: Cortez, 2006. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. 18 Eds. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. GRILLO, M. O professor e a docência: o encontro com o aluno. In: ENRICONE, D. (Org.) Ser professor. 4. ed. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2004. p. 73-89. MINUCUCCI, Agostinho – Relações Humanas: psicologia das relações interpessoais, São Paulo, Atlas 1.978. MOSQUERA, J. J. M.; STOBÄUS, C. D. O professor, personalidade saudável e relações interpessoais: por uma educação da afetividade. In: ENRICONE, D. (Org.). Ser professor. 4. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004. p. 91-107. 1 Graziela Carvalho de Souza 2 Rosimere Peirão Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (FLEX 0042) – Prática do Módulo II - dd/08/19 ����