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Orientação e Prática de Gestão da Educação em Ambientes Escolares e Não-escolares

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Orientação escolar e não escolar
De acordo com Lopes e Galvão (2001,p.24):
 a educação nunca se restringiu a escola. Prática educativa tem ocorrido ao longo do tempo, fora dessa instituição e, ás vezes , com maior força do que se considera, principalmente em determinados grupos sociais e em determinadas épocas. A cidade, o trabalho, os movimentos sociais, a família, a igreja[etc] foram, e continuam sendo poderosas forças nos processos de inserção de homens e mulheres em mundos culturais específico (Apud Miranda, 2012 p.12-13).Diante do exposto, aponte similaridades e distinções que caracterizam esses doismodelos de educação.
Os modelos de educação citados pelos autores são a educação formal e informal.
A educação formal ocorre dentro do ambiente escolar de forma intencional, estruturada e institucionalizada. É um sistema educativo, altamente institucionalizado, cronologicamente graduado e hierarquicamente estruturado, quase estende da escola primária até a universidade. A educação formal é escolarizada, que compreende a educação, cujos objetivos são explícitos e ocorre por meio de uma ação intencional e estruturada, desenvolve-
se por meio do ensino que é predominante em instituições destinadas a esse fim. Possui uma função de preparar o educando para atuar efetivamente junto a sociedade oferecendo conhecimento científico fora do espaço físico escolar. A educação informal é mais abrangente, correspondem as ações e influência exercidas pelo meio das relações dos indivíduos e grupos com seu ambiente social em que se insere. É um processo pelo qual por toda a vida as pessoas adquirem e acumulam.
2) Quando discutimos as práticas de gestão, enfatizou-se que o diretor de escola passou a ser chamado de gestor escolar e, como tal, tornou-se um líder. Nesse contexto, o que caracteriza o diretor como líder ou não líder?
R: (Carem) A liderança é um processo interpessoal dentro de contexto complexo. Hoje o líder busca intencionalmente influenciar os outros para que utilizem todo o seu potencial, realizem bem as tarefas e atinjam objetivos e metas, maximizando o desenvolvimento organizacional e pessoal. Um grande líder é aquele que trabalha para que tudo se realize de acordo com os planos e as ordens. A direção de uma escola precisa assumir com a convicção de que pode fazer a diferença, mas precisa estar sempre atento ás transformações que ocorrem na sociedade. o gestor escolar deve ser um agente de mudança e de transformação das escolas, levando s a novos rumos, novos processos, novos objetivos, novas estratégias, novas tecnologias. Segundo Chiavenato (2000), ele é um agente educador, pois, com sua direção e orientação, modifica comportamento e atitudes das pessoas; ele é um agente cultural, pois, com seu estilo de administração, modifica a cultura organizacional existente nas escolas. Mais do que isso, o administrador deixa marcas profundas na vida das pessoas, pois lida com elas e
com seus destinos dentro das escolas.
3) Para (Brandão 2004), a concepção de educação escolar é pautada por duas diretrizes, ou seja, pela sua constante vinculação com o mundo do trabalho e com a pratica social, entendida, principalmente como o exercício pleno da cidadania. Diante do texto, Brandão diz que a educação escolar está pautada por duas diretrizes, explique-as.
R:(Carem) pela sua constante vinculação com o mundo do trabalho e com a prática
social, entendida, principalmente, como o exercício pleno da cidadania. Portanto,
[...] a educação escolar não é só a educação que se realiza na escola como espaço
físico, mas o que a caracteriza, essencialmente, é o fato de ela se realizar por meio
do ensino. Isso significa que todos os outros processos de ensino\u2011aprendizagem
que se dão fora da escola também podem (e devem) ser considerados como
Educação, mas não necessariamente como Educação escolar (Pagina 13)
4) O princípio da autoridade explorado por Barnard ( Apud Kwasnicka) 2006,
contrapõe o conceito de autoridade definido por Weber.
Qual o conceito utilizado por Barnard?
R:(Carem): identifica a autoridade como um aspecto político do comportamento do indivíduo, baseada no conceito de aceitação de comando ou da persuasão. Nesse sentido, o que se verifica é que Barnard desenvolveu uma teoria a respeito da autoridade na perspectiva da abordagem comportamental, que se contrapõe aos ensinos da teoria clássica. A conclusão do autor é que a autoridade não vem de cima para baixo, mas repousa na sua aceitação pelos seus subordinados (KWASNICKA, 2006). Tem\u2011se aí uma diferença fundamental em relação ao postulado clássico. Enquanto a organização formal entende a autoridade no papel
de chefe/subordinado, a teoria da aceitação da autoridade enfatiza o papel do subordinado, cabendo ao chefe a tarefa de \u201cconquistar\u2011lhe\u201d o consentimento para fins de legitimar\u2011lhe a obediência. Desse modo, o subordinado passa a aceitar a decisão superior quando houver vantagens em aceitar. Se há desvantagens, não há aceitação. As relações de autoridade passam a depender dos motivos pelos quais os indivíduos aceitam as decisões e ordens superiores
5) Segundo Alonso (2003,p.31-32), a escola \u201crenovada\u201d diferentemente da
tradicional é uma escola que assume como ponto de partida as concepções psicopedagógicas provenientes do socioconstrutivismo e requer uma base organizacional totalmente oposta àquela definida pelo modelo burocrático do qual se originou. Refletindo sobre o texto, nesse modelo de escola, explique como se dá o processo de ensino e aprendizagem do aluno.
R: (Carem) ao tentar caracterizar a escola atual, mostra que por muito tempo ela esteve estruturada sobre um modelo burocrático de concepção funcionalista, fayolista, com ênfase na produção, entendida aqui como acumulação de conhecimento (informações/reproduções); era fechada para o meio exterior e não estabelecia trocas com ele. Segundo Alonso, os fundamentos psicopedagógicos desse modelo podem ser assim definidos: aprender é adquirir conhecimentos, de fora para dentro. Para tanto, o professor deve ser um bom transmissor, deve dominar o conteúdo da matéria; a avaliação consiste na verificação de quanto o aluno aprendeu quantidade de noções (conhecimento); o aluno tem atitude passiva diante do conhecimento; o professor é o transmissor, e valores e atitudes não constituem parte de suas intenções de ensino: espera se que aconteçam como decorrência. A função da escola é ser reprodutora do modelo de sociedade existente; guardiã do patrimônio cultural, a sua qualidade é medida em função de sua competência propedêutica, ou seja, da preparação para os níveis superiores de ensino, única via de acesso ao conhecimento e de ascensão social. A avaliação consiste na mensuração do que foi \u201caprendido\u201d, o mais objetivamente possível, limitando se ao aspecto cognitivo.
Resposta 2:(Carem): a escola que se pretende hoje e que Alonso (2003, p. 31\u201132) chama de \u201crenovada\u201d é uma escola que assume como ponto de partida as concepções psicopedagógicas provenientes do socioconstrutivismo e requer uma base organizacional totalmente oposta àquela definida pelo modelo burocrático, do qual se originou. Alguns aspectos socioconstrutivistas estão relacionados a seguir, de modo a permitir um confronto com a situação anterior: \u2022 Aprendizagem é um processo que requer elaboração pessoal; o conhecimento não é adquirido de fora para dentro, mas é construído pelo indivíduo e, para tanto, é necessário que aquilo que se pretende ensinar seja significativo
19) Seja exercendo supervisão escolar, coordenação pedagógica ou orientação educacional de uma escola de periferia ou de áreas carentes de recusos socioeconômicos, qual papel o pedagogo poderá exercer para contribuir em seu espaço de atuação e quais reflexões seriam necessárias para realmente enfrentar os problemas nela existente e lograr êxitos em sua ação e suas dimensões de trabalho ?
Reposta A educação é, também, onde decidimos se amamos nossas crianças o bastantepara não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus 151 Revisão: Nome do revisor Diagramação: Nome do diagramador \u2013 data ORIENTAÇÃO EM SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL próprios recursos e tampouco, arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós, preparando-as em vez disso e com antecedência para a tarefa de renovar um mundo comum. Hanna Arendt Refletir sobre o papel do pedagogo frente às questões que levam ao fracasso escolar demanda analisar as diferentes teorias produzidas através dos tempos e as suas consequências ao processo de ensino-aprendizagem do aluno. Contudo, mesmo sabendo que hoje a abordagem do trabalho no intuito de minimizar as questões de fracasso escolar, repetência e evasão, tem como foco central os aspectos políticos, estruturais e funcionais do sistema de ensino, há no interior da escola, uma mistura\de práticas e teorias educativas que ora culpabilizam a escola e o professor e ora responsabilizam o aluno e sua família. Para além do jogo de empurra-empurra cabe ao pedagogo, assim como aos demais professores, garantir ao aluno possibilidade de permanência na escola, com aprendizado significativo. Para tanto, examinemos, pois, as diversas abordagens teóricas a respeito do assunto e, a seguir, a contribuição do pedagogo para o processo de ensino e aprendizagem.
1- Formar um profissional adequado às exigências sociais é responsabilidade do curso dePedagogia, Resolução CNE/CP nº 1/2006. Para tanto, o que o gestor deve promover?
R- Promover o desenvolvimento de capacidades cognitivas, operativas e sociais dos alunos, por meio dos conteúdos escolares, promover as condições para o fortalecimento da subjetividade e identidade cultural dos alunos, preparar os estudantes para o trabalho e para a sociedade tecnológica e comunicacional, formar cidadão trabalhador capaz de interferir e transforma -la criticamente a realidade, desenvolver a formação para valores éticos, como qualidades morais, traços de caráter, convicções humanistas e humanitárias.
2- Na área da educação, a escola é responsável pela transmissão do conhecimento. . qual aconcepção a escola deve ter e como desenvolver um trabalho diferenciado?
R: constante renovação na sua postura, para difundir um conhecimento de nível elevado, que prepare o aluno para ser criativo e pensante, com objetivo de formar cidadãos críticos e comprometidos,obtendo resultados eficazes, favoráveis ao desenvolvimento do estabelecimento.
3- No dia a dia, a palavra é empregada por todos nós com uma frequência tão grande
que, Educação, em latim significa: educativo, sinônimo da ação de criar ou de nutrir, cultura, cultivo. Diante dessa colocação, qual o papel do professor e da escola nesta perspectiva? 
R-Dessa forma, alguém que educa e alguém que é educado estão unidas pela palavra educação, sendo que é possível a uma pessoa educar a si mesma, essa lógica nos remete a relação professor-aluno, mas não em uma perspectiva tradicional de educação, pelo contrario de libertação e autonomia. Pois quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
4- Conforme Brandão (2004), a concepção de educação, segundo o conjunto de normas queExplique em quais espaços a educação acontece e cite exemplos.
R: Podem se desenvolver nos mais diferentes ambientes sociais, como no familiar, na convivência humana, nos locais de trabalho, nas instituições de ensino e de pesquisa, nos movimentos sociais, nas organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.
A concepção de ensinar pode ser em qualquer lugar, por qualquer um a qualquer outro, até a si
mesmo. A educação nunca se restringiu à escola. Práticas educativas têm ocorrido, ao longo do tempo, fora dessa instituição e, às vezes, com maior força do que se considera, principalmente em determinados grupos sociais e em determinadas épocas. A cidade, o trabalho, o lazer, os movimentos sociais, a família, a igreja foram, e continuam sendo, poderosas forças nos processos de inserção de homens e mulheres em mundos culturais específicos.
5- O princípio da autoridade explorado por Barnard contrapõem o conceito de autoridade
definido por Weber. Qual o conceito usado por Barnard?
R: Barnard identifica a autoridade como um aspecto político do comportamento do indivíduo, baseada no conceito de aceitação de comando ou da persuasão. Barnard desenvolveu uma teoria a respeito da autoridade na perspectiva da abordagem comportamental, que se contrapõe aos ensinos da teoria clássica. A conclusão do autor é que a autoridade não vem de cima para baixo, mas repousa na sua aceitação pelos seus subordinados. O subordinado passa a aceitar a decisão superior quando houver vantagens em aceitar. Se há desvantagens, não há aceitação. As relações de autoridade passam a depender dos motivos pelos quais os indivíduos aceitam as decisões e ordens superiores.

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