Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

RAÇAS
Preta: Poland China, Berkshire
Branca: Landrace, Large White
Vermelha: Duroc
Preta com faixa branca: Hampshire, Wessex, Essex
Oveira: Pietran
Cruzamento industrial mais utilizado: Duroc + Landrace ou Large White
Agrega valor híbrido e nascem animais completamente brancos.
Aptidão materna
Prolíferas: muitos leitões por gestação (12, em média).
Boa produção de leite: os leitões se alimentam exclusivamente de leite materno até os 21|	 dias de vida. Os leitões mamam por 30 minutos, descansam por 30 minutos. Cada um tem seu teto, definido através de competição e hierarquia: o maior fica com o melhor teto.
Instinto materno.
Aptidão paterna
Boa conformação de carcaça.
Boa conversão alimentar (eficiência de conversão de consumo de ração em peso vivo). 
Contagem espermática e avaliação de libido.
Raças industriais
Large White: branco, utilização de machos e fêmeas, orelha pequena e pontuda.
Landrace: branco, utilização de machos e fêmeas, orelha caída e comprida, voltada para frente.
*Orelha intermediária: cruzamento de Large White e Landrace.
Duroc: pele vermelha e clara, raça mais rústica, utilização de machos, a fêmea não pode ser utilizada pois tem muito problema de “teto cego” (invertido). Animais descartados por velhice, e não por problemas de saúde. Suíno destinado à reprodução: 350 kg/PV.
Hampshire: preto com faixa branca, não é tão comum no Brasil, aptidão paterna.
Pietran: musculoso, super sensível à hipertermia maligna que tende à mata-lo (ventilador com nebulizador de água, ambiente climatizado com ar condicionado), conhecido como “suíno dos quatro pernis”, aptidão paterna.
Inseminação artificial é melhor que monta natural para que os animais não tenham tanto gasto calórico. Colheita de sêmen às 6h ou 18 horas (menos calor). 
Raças nacionais
Piau: grande percentual de gordura (rejeição no mercado consumidor das grandes cidades, mercado mais valorizado nas cidades do interior), utilização da banha.
Moura: roliço, pelagem escura, pouco pernil, pouco melhoramento genético.
Porco tatu: estatura baixa, coluna arqueada, os tetos podem arrastar no chão, causando mastite.
Caruncho: pelagem escura, muitas cerdas, obtenção de gordura.
Pirapetinga: grande, cobertura só pelo couro, poucas cerdas, obtenção de gordura.
Canastra: muita banha e pouca carne.
Todas as raças brasileiras têm risco de extinção. Embrapa tem feito mapeamento genético. 
Raças rústicas não são enviadas para alvenaria e raças industriais não são enviadas para campo.
Efeito flushing: incremento nutricional por um período de 7 a 10 dias antes do cio, com a finalidade de aumentar a taxa de ovulação.
MANEJO DA FÊMEA REPRODUTORA
A taxa de reposição anual de matrizes é de 30-40%, geralmente após 5 ou 6 partos.
A gestação dura de 103 a 114 dias, e nascem 12 leitões, em média. O usual é aguardar 21 dias após o cio para saber se está prenha ou não. Caso volte ao cio por duas vezes seguidas, ela é descartada.
O período pré-púbere ocorre aos 70-77 dias até o primeiro cio (21 dias, variação de 18-24 dias). A puberdade ocorre entre os 5,5 e 6,5 meses de idade, ou quando atingem 120kg. Os fatores que interferem no aparecimento da puberdade são: genótipo, alojamento, presença do macho, condições climáticas e nutrição.
Fatores importantes para determinar o momento ideal de cobertura ou IA: momento da ovulação (o óvulo entra em degeneração de 6 a 8 horas após ovulação) e viabilidade do espermatozoide (sobrevive por cerca de 36 horas no aparelho genital).
A ovulação ocorre no terço final da apresentação do cio.
Diagnóstico de cio
RTM – reflexo de tolerância ao macho: o cachaço faz contato naso-nasal com a fêmea e ela fica imóvel.
RTH – reflexo de tolerância ao homem: se a fêmea ficar parada após o contato do cachaço, o homem faz pressão no dorso e ela continua imóvel (achando que é o cachaço).
Frequência de diagnóstico de cio
1 vez ao dia: sempre no período da manhã (entre 6-8 horas). Não dá pra saber exatamente quando ela entrou no cio. A regra geral é que toda fêmea em cio deve ser exposta ao sêmen 2 vezes, seja IA ou monta. Primeira dose: imediatamente.
Segunda dose: manhã do dia seguinte.
2 vezes ao dia: se a identificação do cio ocorrer no período da manhã:
Primeira dose: a tarde, no mesmo dia. Não precisa fazer imediatamente porque sabemos que estão no início do cio, já que na tarde anterior o cio não havia sido detectado.
Segunda dose: manhã do dia seguinte.
Se a identificação do cio ocorrer no período da tarde:
Primeira dose: manhã do dia seguinte.
Segunda dose: tarde do dia seguinte.
Manejo das fêmeas desmamadas
Os leitões são desmamados aos 21 dias de vida e as fêmeas voltam para o setor de produção. Fazemos aplicação de vitamina A e ácido fólico para que ela fique pronta para um novo cio. Após o desmame, leva de 3 a 9 dias para que apresente cio outra vez.
O objetivo das fêmeas é a multiplicação do material genético. O abate ocorre após 5 ou 6 partos, quando atinge o máximo de sua vida zootécnica (aproximadamente 3 anos). Animais mais velhos apresentam problemas nos aprumos, obesidade, entre outros.
Manejo do macho reprodutor 
É o animal mais caro da granja. Vale mais a pena investir no macho, já que deixa um maior número de descendentes
A puberdade ocorre entre 120 e 150 dias. Entre 4 e 7 meses vai ocorrendo o aumento gradativo da qualidade do ejaculado. Normalmente começar a ser utilizados aos 7 ou 8 meses.
Monta natural: 1 macho x 25 fêmeas. IA: 1 macho x 100 fêmeas.
Precisam ficar em baias individuais porque brigam até a morte.
Treinamento para monta
Necessário em casos de IA. Início aos 7 meses. O macho tem que subir espontaneamente no cavalete, cerca de 25% não apresenta libido frente ao manequim (nesse caso, serve apenas para monta natural). Utilizamos urina de fêmea no cio como atrativo. 
O técnico tem que prender a ponta do pênis do cachaço para coletar o ejaculado.
Para monta natural não é necessário fazer treinamento, apenas acompanhamento nas primeiras vezes. É ideal que o cachaço seja exposto à uma fêmea mais velha, que aceita o macho mais facilmente e é mais experiente.
Utilização do macho
Entre 7-9 meses: 2 vezes por semana.
Entre 9-12 meses: 3 a 5 vezes por semana.
Mais de 12 meses: até 6 vezes na semana.
Quando a fêmea for exposta a 2 machos diferentes, os leitões podem ser filhos de pais diferentes.
O descarte ocorre entre 2-3 anos. Principais causas: problemas de articulação, excesso de peso, claudicação, lentidão na monta, baixas taxas de concepção, dificuldade mecânica.
IA EM SUINOCULTURA INDUSTRIAL
Vantagens: otimização dos machos (proporção de machos e fêmeas), manejo mais fácil e diminuição de custos (poucos reprodutores), maior número de leitões nascidos (porque fazemos avaliação do sêmen antes da IA, e na monta natural não é possível saber a capacidade espermática do macho naquele dia), reduz o risco de transmissão de doenças (pois reduz o contato entre os animais).
Desvantagens: a viabilidade da dose inseminante é de apenas 72 horas (refrigerada entre 15 e 18 graus).
Coleta de sêmen
A primeira coisa a fazer é a limpeza do prepúcio.
Um animal sexualmente maduro (1 ano e meio) produz até 500ml de sêmen por ejaculado.
Material para coleta: copo coletor, suporte para isolamento térmico do sêmen, gaze para contenção da fase gelatinosa (ou é possível soltar a ponta do pênis quando começar a fase gelatinosa, para que seja liberada no chão).
Fase gelatinosa: é a última fase do ejaculado e não contém espermatozoides, portanto, não tem nenhuma utilidade na IA. Na monta natural, o suíno libera o ejaculado dentro do útero da fêmea e a fase gelatinosa serve como um tampão de contenção.
Fases da coleta
Auxiliar o posicionamento do macho e fixar a ponta do pênis com a mão.
O ejaculado é dividido em 4 fases:
Fase das uretrais: 10-15ml – seu objetivo é fazer a lavagem do conduto da uretra. Não nos interessa, pois é contaminada por microorganismos. É transparente.
Fase rica: 70%dos espermatozoides, coloração leitosa.
Fase pobre: 30% dos espermatozoides, coloração mais clara e diluída.
Fase gelatinosa: descartar.
Cálculo do número de doses
Uma dose inseminante deve conter 3x10^9 espermatozoides para 100ml (parte ejaculado, parte diluente).
Um reprodutor produziu 200ml de ejaculado com a concentração de 60x10^9 espermatozoides.
Descobrir quantas doses inseminantes vamos ter. A concentração de espermatozoides é de 60x10^9, suficiente para 20 doses.
1 dose --- 100 ml
20 doses – x
x= 2000 ml, ou seja, 2L de preparado total (constituído por ejaculado + diluente). Se o macho ejaculou 200ml, precisaremos de 1800ml de diluente.
É necessário fazer a pré-diluição 1:1, para adaptação dos espermatozoides. Misturar 200ml de ejaculado com 200ml de diluente. Aguardar de 5 a 10 minutos. Até aqui, chegamos em 400ml. Falta 1600ml de diluente para chegar em 2000 de preparado total.
O envase das doses é feito em bisnagas de 100ml. Deixar 1:30 hora em temperatura ambiente e depois colocar na geladeira entre 15 e 18 graus, por até 72 horas.
Cada fêmea no cio precisa de 2 doses. Nesse caso, poderíamos inseminar 10 fêmeas.
A inseminação deve ser feita introduzindo a pipeta em sentido dorso-cranial até a cérvix, rosquear em sentido anti-horário e apertar. Fechar a ponta da pipeta e aguardar 5 minutos. Girar em sentido horário para retirar.
MANEJO DE LEITÕES
LEITÕES – escamoteador
31 a 33 graus
---------------------------------------------------------------------------------------------------
REPRODUTORAS – cela parideira
15 a 18 graus
			Parto 
Nascem em apresentação anterior e posterior, distocias são raras. Nascem e ficam imóveis por alguns segundos. 
Não recebem anticorpos via placenta, por isso a ingestão de colostro é essencial logo após o nascimento. A absorção máxima dos anticorpos ocorre nas primeiras 6 horas, e continuam sendo absorvidos até 24 horas.
O intervalo entre cada nascimento é de 10-15 minutos. Se demorar mais, significa que o próximo leitão está morto e está obstruindo o canal do parto. É preciso fazer movimentos no canal do parto para retirá-lo, nunca faz cesárea.
Cuidado com os leitões durante o parto
Enxugar com papel toalha. Os últimos nascidos precisam de uma leve massagem no flanco, porque nascem mais cansados, são os que foram gerados mais próximos ao ovário. As contrações ocorrem dessa região em direção ao corpo do útero, então os últimos recebem todas as contrações dos nascimentos de todos os leitões anteriores.
Desobstrução de vias aéreas.
Corte e desinfecção do umbigo: ligadura e corte de 3 a 5cm da inserção, iodo 5%.
Corte da cauda e dos dentes
Normalmente feitos aos 3 dias de vida, sem anestesia.
Os leitões nascem com 8 dentes extremamente pontiagudos. Na indústria, faz-se o corte dos dentes (não é extração) pois os suínos são extremamente hierárquicos e os dentes, em caso de briga, causaria grandes ferimentos. É feito com alicate ou lixa rotativa.
O terço final da cauda é retirado porque os leitões tendem a morder a cauda dos outros. Os suínos são atraídos por sangue. Quando a cauda começa a sangrar, o animal vai morder ainda mais e também vai se sujar de sangue, fazendo com que atraia outro animal que vai querer mordê-lo também. Ocorre a disseminação do canibalismo. É feito com lâmina quente (que corta e cauteriza) ou alicate. Aplicar iodo.
Prevenção da anemia ferropriva
Não há necessidade de fazer em animais criados em subsistência, porque são criados na terra, que é rica em ferro. Enquanto os animais chafurdam, acabam ingerindo a terra.
Os animais industriais são melhorados geneticamente, então tem um metabolismo muito diferente e desenvolvimento acelerado, fazendo com que a necessidade de ferro seja maior.
É necessário que ingiram 5-10mg de ferro por dia. O leite materno consegue suprir apenas 10-20% das necessidades de ferro do leitão. 
A anemia começa a ocorrer no terceiro dia de vida.
A administração de ferro tem que ser feita da forma menos invasiva possível, sem causar stress ao animal. Existe uma pasta de ferro que é de difícil administração pois alguns leitões se recusam a engolir, demandando tempo e mão de obra. A melhor forma é aplicar 200mg de ferro dextran (dose única) via subcutânea ou intramuscular. É invasivo e pode causar necrose, por isso é normal fazer na tábua do pescoço já que não é uma área valorizada para corte.
É possível fazer fracionamento da dose para diminuir o risco de necroses, porém é mais demorado e mais caro, então não é usual.
Mesmo com a administração do ferro, alguns leitões ainda desenvolvem a anemia ferropriva. Pode ser que, devido ao melhoramento genético e o desenvolvimento de novas raças, eles precisem de uma dose maior de ferro.
Glândulas mamárias
Peitorais, abdominais e inguinais.
Peitorais produzem maior quantidade de leite e mais rico em gordura. Se não houver intervenção na hierarquia estabelecida pelos leitões, o dominante vai ficar na peitoral, fazendo com que fique ainda maior e mais pesado. É importante haver homogeneidade no lote, então é necessário intervir e colocar os leitões mais leves nas glândulas peitorais. 
Transferência de leitões
Até 3 dias após o parto da porca adotiva. A transferência será feita quando nascer mais leitões do que tetos funcionais (14), ou quando a mãe morre.
A porca adotiva pode matar os leitões se reconhecer que não são crias dela. Os animais têm odor característico, através do qual acontece o reconhecimento. É necessário homogeneizar o odor, colocando todos juntos no escamoteador de 30 minutos a 2 horas.
Transferência cruzada: serve para uniformizar os lotes. Coloca animais mais pesados com fêmeas mais jovens e os mais leves ficam com as fêmeas mais velhas e experientes.
Aleitamento artificial e aplicação de glicose
O aleitamento artificial não é comum na indústria pois a frequência de amamentação é alta (a cada 30 minutos) e seriam necessários muitos funcionários.
Leite artificial: 1L de leite de vaca + 50ml nata + 1 clara de ovo + 15ml tetraciclina
Glicose: para evitar hipoglicemia. 3 a 5ml de glicose 5% via subcutânea ou intraperitoneal, no dia 1 e no dia 3.
Eliminação de leitões
Para assegurar um bom desenvolvimento é necessário que os leitões nasçam com peso igual ou superior à 1200g. Abaixo de 700g, são eliminados. Entre 700g e 1200g, fazer transferência cruzada, aplicação de glicose, orientação das primeiras mamadas.
Castração
Os machos são castrados, obrigatoriamente. Machos inteiros possuem hormônios que ficam impregnados na carcaça, conferindo cheiro e sabor (escatol e androstenona). A castração ocorre entre 5 e 12 dias de vida, feita sem anestesia para reduzir custos.
Creche
De 21 a 65 dias. É estressante para os leitões, pois estão em novo ambiente, com a ausência da mãe e dos irmãos e há a formação de uma nova hierarquia.
É necessário separar os leitões em grupo, não excedendo 20 animais por lote (10 a 20), de forma mais homogênea possível (levando em conta peso, sexo, não misturar mais de 2 ou 3 leitegadas por causa das brigas pela hierarquia).
Problemas de diarreia infecciona são normais e ocorrem por causa do stress.
Desinfecção, vazio sanitário, all in all out (todos entram juntos, todos saem juntos). As gaiolas são suspensas para evitar o contato dos animais com os dejetos e facilitar a limpeza.
Crescimento e terminação
Crescimento: 66-110 dias
Terminação: 111 dias – abate (normalmente aos 150 dias)
De 7 a 30 animais por baia.
Carregamento e transporte
A mortalidade durante o transporte é de 0,3%. 
Os animais devem ser selecionados 24 horas antes do embarque, e devem estar em jejum de 6 a 8 horas antes da chegada ao abatedouro, com água à vontade.
O embarque deve ser jeito de forma tranquila, sem objetos que causam lesão. O carregamento deve ser feito nas horas mais frescas do dia.
CASTRAÇÃO IMUNOLÓGICA DE SUÍNOS
Consiste na aplicação de 2 doses de vacina (8 semanas e 12 semanas de vida). A primeira dose serve para sensibilizar o sistema imunológico, a segunda promove a produçãode anticorpos contra o fator liberador de gonadotrofinas. Alguns animais podem precisar de uma terceira dose da vacina em caso de persistência do comportamento agressivo ou se não houver regressão dos testículos (devem ter no máximo 11cm). Essa necessidade será avaliada 2 semanas após a aplicação da segunda dose.
O local de aplicação é atrás da orelha.
Mecanismo de ação
Os anticorpos contra o GnRH farão com que não haja liberação de FSH e LH (que são responsáveis pela função dos testículos), além de interromper a produção de androsterona pelos testículos, impedindo que essa substância fique acumulada no tecido adiposo do suíno. 
O GnRH tem baixo peso molecular, e por isso não é percebido pelos Linfócitos B. Quando é associado à um carreador, que tem alto peso molecular, o GnRH passa a ser percebido pelos Linfócitos B, que entende que ele é um patógeno (pois nunca tinha sido “visto” antes) e produz anticorpos anti GnRH.
Vantagens
Bem estar animal.
Carcaça menos gordurosa. 
Aroma e sabor semelhantes quando comparados à carne do suíno castrado cirurgicamente. 
Machos castrados cirurgicamente crescem mais lentamente, consomem mais ração e tem maior índice de mortalidade.
Desvantagens 
Custo elevado. O preço equivale a cerca de 30% do valor de 1kg de costela suína comprada no supermercado.
MANEJO DE DEJETOS
Dejetos oriundos da agropecuária são responsáveis por 20% das emissões de gases poluentes na atmosfera. A produção intensiva de suínos pode causar grande impacto ambiental (considerada uma das maiores geradoras de dejetos por unidade de área ocupada), sendo necessário o manejo adequado e o cumprimento das leis ambientais. 
Os animais produzem, em média, 5 a 8% de dejetos de seu peso vivo.
Composição dos dejetos: fezes, urina, água dos bebedouros e higienização, resíduos de ração, pelos, entre outros.
Poluem ar, água e solo.
Biodigestores 
É o melhor método de tratamento dos dejetos líquidos, além de barrar os gases (gases de efeito estuda: metano e dióxido de carbono).
Consiste em um processo fermentativo realizado por bactérias que degrada a matéria orgânica. 
Temperatura ótima: entre 30 e 40 graus.
 
Os gases são contidos na lona e podem ser usados como combustível depois de passarem por um conversor.