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NR 11 - Operador de Empilhadeiras [Formação] 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Treinamentos e Assessoria em Segurança do Trabalho
Grossi Treinamentos Bauru
014 3204 4633
014 99651 9910
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referência Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações: 
NR 11: Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais; 
NR 12: Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos; 
NR 06:Equipamento de Proteção Individual – EPI; 
NR 17: Ergonomia; 
NR 35: Trabalho em Altura; 
ABNT NBR 12147: Empilhadeiras – Filtro de combustível para a alimentação de motores 
alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo – Método para verificação da 
estanqueidade; 
ABNT NBR 12153: Dosador de combustível para a alimentação de motores alternativos de 
combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – 
Verificação do funcionamento – Método de ensaio; 
ABNT NBR 11893: Componentes da alimentação de motores alternativos de combustão interna 
por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação; 
ABNT NBR 11894: Filtro de combustível para a alimentação de motores alternativos de 
combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – 
Especificação; 
ABNT NBR 11895: Redutor-vaporizador para a alimentação de motores alternativos de 
combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – 
Especificação; 
ABNT NBR 11896: Válvula solenóide para a alimentação de motores alternativos de combustão 
interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação; 
ABNT NBR 11897: Dosador de combustível para a alimentação de motores alternativos de 
combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras: 
ABNT NBR 12148: Redutor-vaporizador para a alimentação de motores alternativos de 
combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – 
Verificação da estanqueidade – Método de ensaio; 
ABNT NBR 12150: Válvula solenóide para a alimentação de motores alternativos de combustão 
interna por gás liquefeito de pétroleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação da 
estanqueidade do corpo da válvula – Método de ensaio; 
ABNT NBR 13523: Central de gás liquefeito de petróleo – GLP. 
 
 
 
 
 
1 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
NR11 - Operadores de Empilhadeiras [Curso de Formação] 
 
 
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Operador de Empilhadeiras (NR11) 
 
Esta instrução tem como objetivo a atualização 
teórica e prática para participantes nos trabalhos com 
movimentação de cargas. 
 
A movimentação de cargas tem como objetivo 
facilitar o transporte, a montagem e o 
armazenamento das cargas. 
Além disso, o processo de movimentação de cargas 
deverá minimizar ou eliminar os possíveis riscos 
ergonômicos (movimentos repetitivos, esforço físico 
intenso, levantamento e transporte manual de peso, 
etc) presentes na execução da atividade. 
 
Qual a Diferença entre Perigo e Risco? 
 
Basicamente, podemos 
estabelecer a diferença entre 
o perigo e risco da seguinte 
maneira: 
Perigo: É a fonte geradora 
capaz de causar danos 
corporais e materiais; 
Risco: É a exposição ao 
perigo, ou seja, o risco é 
resultante da exposição a 
determinado perigo; 
Dessa forma, devemos 
identificar os perigos, 
estabelecer os riscos, 
levando em consideração a 
probabilidade e a gravidade 
dos riscos. Tal como, se 
necessário, preparar o plano 
de ação de controle dos 
riscos. 
 
 
Levantamento de Perigos e Riscos? 
 
Levantamento de perigos e 
riscos é um procedimento 
com a qual a empresa 
identifica os Perigos e Riscos 
associados às suas 
atividades, e com isso, 
consegue estabelecer 
medidas de controle que 
diminuam a probabilidade 
de ocorrências dos eventos 
adversos que trazem 
 
prejuízos e danos para 
funcionários e empresa. 
Basicamente, resume-se a 
identificar os perigos e riscos 
associados às atividades 
laborais e registrá-los de 
forma a direcionar o 
conjunto de ações de 
eliminação e controle de 
riscos. 
 
O Perigo... 
 
Segundo a OHSAS 18001, 
Perigo é toda fonte, situação 
ou ato com potencial para 
provocar danos humanos em 
termos de lesão ou doença. 
O Perigo pode ser um 
produto químico, uma 
máquina rotativa, uma 
superfície quente, um chão 
escorregadio, uma área 
ruidosa, uma área com alta 
temperatura, área 
energizada, entre outros. 
Perceba que todos esses 
casos representam situações 
potenciais para acontecer 
uma lesão. São situações 
perigosas. 
Contudo, essa lesão só 
acontece se houver 
exposição do trabalhador a 
esses Perigos. Essa exposição 
tem a ver com a proximidade 
do trabalhador à fonte de 
perigo. 
 
Portanto, o Risco está associado 
à exposição ao perigo. 
 
 
MEDIDAS DE CONTROLE - COMO REDUZIR O RISCO 
Agora que sabemos que o 
risco depende da exposição 
ao perigo, se quisermos 
controlá-lo podemos fazer 
de duas formas: eliminando 
o perigo ou reduzindo a 
exposição a ele. 
 
 
Segundo a OHSAS 18001, as 
medidas de controle de 
riscos devem seguir a 
seguinte sequência 
hierárquica: 
 
Portanto, o Risco está associado 
à exposição ao perigo. 
 
2 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
NR11 - Operadores de Empilhadeiras [Curso de Formação] 
 
 
Treinamentos e Assessoria em Segurança do Trabalho
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014 3204 4633
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• Eliminação; 
• Substituição; 
• Controles de 
Engenharia; 
• Sinalização/alertas e/ou 
controles 
administrativos; 
• Equipamentos de 
Proteção Individual - 
EPI. 
 
Qual a diferença entre APR e PTR 
 
APR - Análise Preliminar de 
Risco 
 
Ferramenta de análise de 
Risco que permite em 
primeira instância identificar 
e analisar de forma 
abrangente os riscos 
potenciais que poderão 
encontrar-se presentes 
durante a realização de um 
serviço. 
 
Os riscos identificados 
mediante este método 
devem ser avaliados com 
relação a sua frequência, 
grau de severidade e 
consequências, devendo-se 
considerar os danos 
resultantes, sejam estes 
pessoais ou materiais. 
 
 
PTR - Permissão de Trabalho 
de Risco 
 
Autorização escrita em 
formulário padronizado, 
emitida e liberada por 
pessoal habilitado e 
credenciado. 
 
Definindo condições e 
métodos seguros para a 
realização de uma 
determinada atividade, 
devendo este documento ser 
de conhecimento de todos os 
executantes da atividade. 
 
 
Introdução – Movimentação de cargas 
Trata-se de uma técnica 
utilizada para içar, 
transportar e deslocar 
determinada carga com o 
auxílio de máquinas, 
equipamentos ou 
manualmente. 
 
A movimentação de cargas 
tem como objetivo facilitar 
o transporte, a montagem e 
o armazenamento 
das cargas. 
Além disso, o processo 
de movimentação de cargas 
 
 
 
 
 
deverá minimizar ou 
eliminar os possíveis riscos 
ergonômicos (movimentos 
repetitivos, esforço físico 
intenso, levantamento e 
transporte manual de peso, 
etc) presentes na execução 
da atividade. 
 
Acessórios e Equipamentos 
de Movimentaçãode 
Cargas na execução da 
atividade. 
 
 
 
 
 
 
Normas Reguladoras 
 
A Norma Regulamentadora de Materiais (NR 11), estabelece 
os requisitos de segurança a serem observados nos locais de 
trabalho, no que se refere ao transporte, à movimentação, à 
armazenagem e ao manuseio de materiais, tanto de forma 
mecânica quanto manual, objetivando a prevenção de 
infortúnios laborais. 
 
A fundamentação legal, ordinária e especifica, que dá 
embasamento jurídico à existência desta NR: Transporte, 
Movimentação, Armazenagem e Manuseio, são os artigos 
182 e 183 da CLT (Consolidação das leis do trabalho). 
 
Presentes em boa parte dos locais de trabalho, os veículos 
industriais são de grande utilidade no desenvolvimento de 
muitas atividades. São também, no entanto, bastante 
perigosos especialmente quando usados em condições 
inadequadas e/ou de forma incorreta. 
 
 
 
NR 11.1 - Empilhadeiras 
 
Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, 
como... e empilhadeiras, serão calculados e construídos de 
maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência 
e segurança e conservados em perfeitas condições de 
trabalho. 
 
Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, 
o operador deverá receber treinamento específico, dado pela 
empresa, que o habilitará nessa função. 
3 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
NR11 - Operadores de Empilhadeiras [Curso de Formação] 
 
 
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Os operadores de equipamentos de transporte motorizado 
deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o 
horário de trabalho portarem um cartão de identificação, 
com o nome e fotografia, em lugar visível. 
 
 
 
 
Treinamento [Objetivos] 
 
Sensibilizar os operadores de empilhadeira quanto a 
necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de 
provocar acidentes. 
Adoção de procedimentos de rotina pautadas pelas normas 
de segurança. 
Cumprimento ao disposto na NR-11 da Portaria 3214/78 MTE 
 
 
Curso de Operador de Empilhadeiras 
O objetivo é evitar o risco de lesões a pessoas ou 
materiais. O Manual faz parte integrante da máquina 
e o usuário deve lê-lo com cuidado, mantê-lo em um 
lugar seguro e torná-lo disponível para qualquer outro 
usuário ou pessoa de manutenção. 
 
O empregador é responsável pela instrução completa 
dos empregados. O empregador deve também 
documentar que tipo de instrução foi dada. 
 
O operador deve usar EPI adequado 
 
História das Empilhadeiras [Breve Resumo] 
 
Assim como muitas outras invenções, a 
empilhadeira nasceu por necessidade. Em 1917, a 
Clark Company, fabricantes de eixos, criou um 
veículo de transporte interno que foi batizado com 
o nome de Tructractor, com a finalidade de 
movimentar materiais na sua fábrica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
NR11 - Operadores de Empilhadeiras [Curso de Formação] 
 
 
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O que é a empilhadeira? 
Equipamento dotado de garfos e outros sistemas 
de sustentação de carga; 
 
É um veículo de grande utilidade, pois substitui, 
com vantagens, talhas, pontes rolantes, 
monovias e também o próprio homem, pois 
realiza tarefas que ocupariam vários homens; 
 
Seu custo e manutenção são elevados. O operador 
tem em suas mãos diariamente um patrimônio 
inestimável. 
 
 
 
 
 
 
Características Empilhadeiras 
A Empilhadeira é um veículo automotor utilizado 
para transporte e movimentação de materiais. 
• Dotada de garfos e outros dispositivos de 
sustentação de carga, a empilhadeira foi 
projetada de forma a permitir a movimentação 
e o deslocamento de materiais tanto no sentido 
horizontal como na vertical, seus garfos podem 
ser inclinados para frente e para trás, com garras 
para rolos e garras para transporte de fardos, 
paletes, contêineres, bobinas, e assim por diante. 
• É utilizada para transportar, empilhar e 
desempilhar cargas, possuindo a capacidade de 
se auto carregar e descarregar, de acordo com as 
especificações dos fabricantes. 
• Empilhadeiras são tracionadas pelas rodas 
dianteiras e direcionadas com as rodas traseiras. 
(As empilhadeiras do tipo alcance são 
tracionadas e direcionadas pelas rodas traseiras). 
 
 
Características Técnicas 
[Classe 1]: Empilhadeiras 
elétricas de contrapeso: 
Operador sentado. 
Agrupa máquinas 
elétricas 
contrabalançadas com 
operador sentado, 
indicadas para alta 
capacidade de carga a 
baixa altura de elevação 
e operações internas, 
com piso perfeito. 
Possuem boa velocidade 
para ciclos curtos de 
operação. 
[Classe 2] Empilhadeiras 
elétricas de armazém: 
Operador sentado. 
Classificam-se as 
 
5 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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máquinas elétricas 
retráteis. São indicadas 
para movimentação 
vertical. Sua melhor 
utilização está entre 7 e 
10 metros de altura. 
 
[Classe 3] Empilhadeiras 
elétricas de armazém: 
operador a pé. Fazem 
parte máquinas elétricas 
próprias para transporte 
horizontal. Quando 
equipadas com torre são 
indicadas para 
operações a baixa altura, 
atendem a operações de 
pequeno porte e operam 
em espaços muito 
reduzidos. 
[Classe 4] Empilhadeiras 
a combustão de 
contrapeso: Operado 
sentado. Máquinas à 
combustão indicadas 
para operações internas, 
com piso perfeito, 
devido aos pneus sólidos 
de perfil baixo 
(conhecidas também 
como “space saver” ou 
“compact”). 
 
 
Classe 5: Empilhadeiras 
a combustão de 
contrapeso. Operado 
sentado Máquinas 
indicadas para 
operações de carga e 
descarga em pátios 
pavimentados ou não, 
sendo amplamente 
utilizadas em armazéns 
de grande porte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Características Mecânicas | Combustível 
 
Vários os modelos com 
sistema de tração e 
abastecimento no mercado, 
para atender as mais 
diferentes necessidades. 
Independente da 
classificação da máquina, ela 
sempre terá o propósito de 
movimentação de cargas. 
Com todas suas 
particularidades e 
responsabilidades 
envolvidas. 
 
 
 
O princípio da Gangorra [Apoio Central e 
Excêntrico] 
 
 
 
 
 
6 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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O princípio da Gangorra 
[Cargas: Entre eixos e pós eixos] 
 
 
 
 
A empilhadeira é construída de maneira tal que o seu 
princípio de operação é o mesmo de uma gangorra. 
 
Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser 
equilibrada por um contrapeso igual ao peso da carga 
colocada no outro extremo, desde que o ponto de 
equilíbrio ou centro de apoio esteja bem no meio da 
gangorra. 
 
Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso, 
empilhar uma carga mais pesada, bastando para isso 
deslocar o ponto de equilíbrio ou centro de apoio para 
mais próximo da carga. 
 
Assim sendo, é muito importante saber qual a 
distância do centro das rodas até onde a carga é 
colocada. 
 
Os fatores que influem no equilíbrio de uma gangorra 
são os pesos utilizados em seus extremos e as 
distâncias desses pesos em relação ao centro de apoio 
ou ponto de equilíbrio. 
 
Como não se pode variar o peso próprio de uma 
empilhadeira,nem a posição do seu centro de 
gravidade em relação ao centro das rodas dianteiras, 
ficamos limitados a procurar o equilíbrio somente 
escolhendo adequadamente as dimensões e peso da 
carga e sua posição sobre os garfos. 
 
Se o operador tentar pegar algo, com centro de carga 
maior que o especificado, sem obedecer à diminuição 
de peso relativa, pode comprometer a estabilidade 
frontal da empilhadeira. 
 
Capacidade de Carga, Centro de Gravidade, Altura de 
Elevação. 
 
O diagrama de carga indica a capacidade dos garfos em 
kg, apresentada no formato tabular e depende do 
centro de gravidade da carga (em mm) e da altura de 
elevação necessária (em mm). 
 
Exemplo para Determinação da Capacidade de Carga 
Máxima: Para o centro de gravidade de uma carga de 
600 mm e uma altura máxima de elevação de 1100 
mm, a capacidade de carga máxima é 1490 kg. 
 
*PESO RESIDUAL: Toda empilhadeira perde 
capacidade ao você elevar à carga. De uma maneira 
geral a 1,5 m do solo sua empilhadeira opera com 
100% da capacidade. 
 
 
 
7 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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Empilhadeiras 
 
[Perda residual e centro de carga - Limites de 
equilíbrio] 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Peso de Carga e ponto de equilíbrio 
 
Os fatores que influem no equilíbrio de uma 
gangorra são os pesos utilizados em seus extremos 
e as distâncias desses pesos em relação ao centro de 
apoio ou ponto de equilíbrio. 
 
Como não se pode variar o peso próprio de uma 
empilhadeira, nem a posição do seu centro de 
gravidade e em relação ao centro das rodas 
dianteiras; 
Ficamos limitados a procurar o equilíbrio somente 
escolhendo adequadamente as dimensões e peso da 
carga e sua posição sobre os garfos. 
 
 
 
Se o operador tentar 
pegar a mercadoria, com 
centro de carga maior 
que o especificado, sem 
obedecer à diminuição 
de peso relativo, pode 
comprometer a 
estabilidade frontal da 
empilhadeira 
 
 
 
 
 
 
Para se manter as cargas 
bem firmes em cima dos 
garfos, o comprimento 
dos mesmos deve atingir 
pelo menos 3/4 da 
profundidade da carga, 
ou seja 75%. 
 
 
 
O Centro de gravidade (CG) 
 
Para que haja estabilidade, qualquer equipamento 
precisa ter uma base de apoio. Na empilhadeira, a base 
é feita em três pontos: dois deles estão na parte frontal 
da máquina, são as rodas de tração. 
8 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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O terceiro ponto é o de união entre o chassi e o eixo 
de direção, que é formado por um pino montado no 
meio do eixo de direção e fixado ao chassi. 
 
Este tipo de montagem permite que as rodas de 
direção acompanhem as irregularidades do terreno, 
fazendo com que as quatro rodas sempre estejam 
tocando o solo. 
 
Além da base, há outro dado importante para a 
estabilidade lateral, que é o centro de gravidade. 
Vamos ver como exemplo a Torre da Empilhadeira. 
Imaginemos que possamos amarrar um fio de prumo 
de pedreiro no centro de gravidade da torre. 
 
 
 
Para que haja estabilidade, qualquer equipamento 
precisa ter uma base de apoio. Na empilhadeira, a base 
é feita em três pontos: dois deles estão na parte frontal 
da máquina, são as rodas de tração. 
 
O terceiro ponto é o de união entre o chassi e o eixo 
de direção, que é formado por um pino montado no 
meio do eixo de direção e fixado ao chassi. 
Este tipo de montagem permite que as rodas de 
direção acompanhem as irregularidades do terreno, 
fazendo com que as quatro rodas sempre estejam 
tocando o solo. 
 
Além da base, há outro dado importante para a 
estabilidade lateral, que é o centro de gravidade. 
Vamos ver como exemplo a Torre da Empilhadeira. 
Imaginemos que possamos amarrar um fio de prumo 
de pedreiro no centro de gravidade da torre. 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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Empilhadeiras [Cálculo de corredor livre de manobra] 
 
 
 
 
 
Determinação do espaço de manobra para 
empilhadeira 
 
No momento de escolher o tipo de veículo mais 
conveniente para as operações de movimentação de 
materiais, o corredor de operação deve condicionar a 
largura livre necessária para o equipamento num giro 
de 90 graus, para depósito, remoção, empilhamento, 
desempilhamento de materiais e produtos, como um 
dos fatores mais importantes de decisões. 
A largura desses corredores depende de três elementos 
em prioridade fundamental: 
• Ser suficiente para que empilhadeiras possam 
se colocar na perpendicular ao corredor; 
• Deve incluir o comprimento da carga no 
sentido de deslocamento; 
• Incluir uma folga, para possibilitar manobras 
mais rápidas e seguras. 
 
 
Na determinação do mínimo espaço necessário à 
manobras das empilhadeiras 
 
Devem ser consideradas as seguintes dimensões: 
Raio de giro externo; 
Raio de giro de empilhamento; 
Ângulo reto de empilhamento; 
Plano vertical de empilhamento; 
Plano horizontal de empilhamento; 
Mínima interseção de corredores 
 
 
 
Empilhamento em ângulo de 90 graus 
 
Considera-se a dimensão da largura do corredor para 
empilhamento ou a largura entre os suportes verticais 
das prateleiras. 
10 Responsável Técnico: Gliceu Grossi [MTE 0102044/SP] 
 
 
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Componentes e sistema da empilhadeira 
 
Still CLX 25 (Capacidade de carga 2.500kg) 
 
• Chassi: Tipo monobloco foi projetado pelo 
método de elementos finitos obtém máxima 
robustez e excepcional resistência à torção. 
Tanques de óleo hidráulico integrado ao 
chassi. 
• Motor: O motor Nissan modelo K25 de 2,5 
litros, S0Hp, 4 cilindros, baixo nível de ruído, 
movido a GLP, dotado de um 
vaporizador/regulador nacional que 
proporciona máximo rendimento com baixa 
emissão de poluentes e também possui 
distribuidor completamente transistorizado. 
• A tomada de ar: está localizada na coluna da 
proteção do operador e o sistema de filtragem 
do ar é composto de filtro e pré-filtro, 
proporcionando maior vida útil dos 
componentes internos do motor. 
 
 
Empilhadeira de contrapeso a combustão 
Características da Empilhadeira [Visão superior] 
 
 
Combustível [sistema de abastecimento] 
 
 
 
A garrafa de gás só pode ser mudada nos locais 
indicados por pessoal autorizado e com formação 
adequada. 
• Para abastecer, estacione a empilhadeira em 
segurança. Feche bem a válvula de passagem 
coloque o motor em funcionamento e acione 
o sistema de gás até ficar vazio e chegar a 
ponto-morto. 
• Desaperte a porca com uma chave apropriada, 
segurando-a pelo cabo retire o tubo flexível e 
aperte imediatamente a tampa da válvula na 
garrafa de gás vazia. 
• Solte as cintas e retire o painel de cobertura 
retire com cuidado a garrafa de gás do 
respectivo suporte e deposite-a em segurança. 
Só devem ser usadas garrafas de gás de 18 kg 
(29 litros). 
 
 
 
 
 
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Medidas de Proteção Contra Incêndio no 
Abastecimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Riscos inerentes a atividade 
 
 
Não faça curvas em 
alta velocidade, a 
empilhadeira não tem 
suspensão, e pode 
capotar. 
 
 
 
Não arranque de forma 
brusca ou pare nessa 
condição. 
 
 
Evite carregar 
material solto, este 
deverá ser 
transportado em 
recipiente próprio ou 
plataforma com 
proteção lateral. 
 
 
 
 
Não arraste a carga sobre 
o piso, muito menos a 
empurre. 
 
 
Não obstrua a 
passagem das pessoas 
ou equipamentos de 
incêndio. 
 
 
 
Assegure-se que a carga 
está centralizada antes de 
levantá-la – uma carga 
instável é perigosa! 
 
 
Não passe a carga por 
cima de pessoas e não 
permita que as 
pessoas passem sob os 
garfos ou 
permaneçam nas 
proximidades. 
 
 
 
 
Certifique-se de que há 
espaço suficiente para 
levantar e manobrar a 
carga, preste atenção ao 
patrimônio da empresa! 
 
 
Jamais permita 
passageiros nos 
garfos ou em 
qualquer outra parte 
da empilhadeira. 
 
 
 
Não permita que ninguém 
passe ou fique embaixo da 
carga. 
 
REVISTA PROTEÇÃO 147OUTUBRO / 2008
DICAS DO PROTEGILDO
A REPRO
DUÇÃO DESTA PÁGINA DA
 REVISTA PRO
TEÇÃO
 ESTÁ
 AUTO
RIZADA
 PARA
 USO
 INTERNO
 DAS
 EM
PRESAS
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DICAS DO PROTEGILDO
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TEÇÃO
 ESTÁ
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RIZADA
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 USO
 INTERNO
 DAS
 EM
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Observe 
cuidadosamente o 
espaço que você 
deverá usar (Alto ou 
baixo), para evitar 
batidas especialmente 
com os garfos, torre 
de elevação, cabine do 
operador e 
contrapeso. 
 
 
 
 
Mantenha a carga 
encostada na grade da 
torre de elevação. 
 
 
Dirija com cuidado, 
observe as normas e 
regras da empresa e 
mantenha sempre o 
controle da 
empilhadeira. 
 
 
 
 
 
 
Eleve ou abaixe a carga 
sempre com a torre na 
vertical ou um pouco 
inclinada para trás. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Orientações gerais - Manutenção 
 
Os cuidados apropriados, por parte do operador em 
relação à empilhadeira é uma parte vital em qualquer 
programa de manutenção preventiva. 
 
 A participação do operador, na manutenção 
preventiva do equipamento, fará com que avisos 
prévios de pontos potenciais de defeitos sejam 
sanados antes que causem maior prejuízo. 
 
A manutenção por parte 
do operador não prevê 
reparos e consertos. 
Caso estes sejam 
necessários, a 
empilhadeira deverá ser 
encaminhada ao setor 
de manutenção ou à 
uma empresa 
especializada com 
mecânicos treinados e 
capacitados que poderão 
fazer os reparos com 
eficiência e segurança. 
 
 
 
 
1. As empilhadeiras, de um modo geral, são fabricadas 
para operarem em condições de temperatura 
ambiente entre -15Cº e +40Cº se forem usados os óleos 
lubrificantes do motor, transmissão, óleos hidráulicos, 
fluídos de freio e graxas lubrificantes padrão. Para 
operar em temperaturas que excedam as 
temperaturas especificadas, consulte o fabricante da 
empilhadeira. 
2. A empilhadeira padrão não deve ser usada em áreas 
contendo substâncias inflamáveis, em atmosferas 
corrosivas, ou em áreas contendo elevado grau de 
contaminação de poeira. Somente empilhadeiras 
especialmente projetadas podem operar nestes 
ambientes. 
3. A empilhadeira deve ser utilizada estritamente de 
acordo com as especificações recomendadas pelo 
fabricante e juntamente com as normas e 
procedimentos estabelecidos pela empresa onde está 
operando. 
4. Somente operadores habilitados, treinados e 
capacitados devem operar empilhadeiras. 
 
Conheça sua empilhadeira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manutenção geral de empilhadeiras 
 
 Os intervalos para serviços de manutenção são dados 
tanto em horas (registradas pelo horímetro da 
empilhadeira), como em dias (calendário). Utilize o 
intervalo que ocorrer primeiro. A recomendação para 
intervalo de tempo é de 8 horas de operação por dia. 
 
Os intervalos de tempo devem ser menores daqueles 
recomendados nos seguintes casos: 
a) Se a empilhadeira for usada por mais de 8 horas por 
dia; 
b) Se a empilhadeira opera em locais sujos ou poluídos. 
 
Os reparos, ajustes, substituição de peças, regulagens 
e outros serviços devem sempre serem realizados por 
pessoal treinado e autorizado. Algumas empresas têm 
oficina e mecânicos próprios para estes serviços. Neste 
caso, avise o encarregado de manutenção sempre que 
notar algum problema com as empilhadeiras. Caso sua 
empresa não tenha oficina própria, entre em contato 
com um fornecedor de serviços de manutenção 
capacitado para fazer os reparos necessários. Reparos 
ou serviços de manutenção feitos inadequadamente, 
podem trazer sérios riscos e danos físicos e materiais. 
 Não permita a utilização de empilhadeiras que 
necessitam de reparos. Neste caso, avise o 
encarregado de manutenção e coloque um aviso ou 
etiqueta “FORA DE USO” na área do operador e tire a 
chave de ignição do contato. 
 
Nunca trabalhe debaixo do porta garfo levantado. 
Abaixe o carro porta garfos ou use uma corrente para 
travar o carro porta garfos de modo a impedir que ele 
abaixe enquanto a manutenção é executada. 
 
Certifique-se que todas as partes móveis estejam 
presas nas partes não móveis. Sempre coloque calços 
nas rodas para evitar a movimentação da 
empilhadeira. 
 Siga sempre as recomendações do fabricante da 
empilhadeira quanto aos intervalos para manutenção 
assim como para a reposição de peças, componentes, 
acessórios e óleos lubrificantes. Isso proporciona mais 
vida útil da empilhadeira e minimiza paradas para 
reparos. 
 
Descrição dos componentes 
 
Os garfos são os elementos que sustentam todo o peso 
da carga a ser movimentada. 
 
 
São construídos com materiais, dimensões e 
resistência compatíveis com a aplicação e capacidade 
de cada modelo. São construídos de forma a deslizar 
sobre o carro porta-garfos, ajustando-se e travando, 
para oferecer possibilidades de perfeito apoio à carga 
a ser movimentada. 
 
O protetor de carga é de 
uso obrigatório nas 
empilhadeiras. É o 
elemento que apoia a 
carga durante a 
movimentação, 
evitando que a mesma 
se desloque para trás 
durante os movimentos 
de apanhar e colocar a 
carga. 
Protetor de carga 
 
Carro porta garfos 
 
 
O conjunto da torre de elevação é constituído pelas 
colunas de elevação, rolamentos especiais, correntes, 
roldanas, cilindros de elevação e carro porta-garfos. 
 
Todos os rolamentos das colunas e do carro porta-
garfo são montados sobre suportes que possuem 
elementos internos de encostos ajustáveis, que 
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permitem a regulagem de folgas e o perfeito 
alinhamento do conjunto. 
 
 
 
Dependendo da aplicação, o conjunto da torre pode 
ser Simplex, Duplex ou Triplex. 
 
TORRE SIMPLEX 
 
 
 
 
Figura 1: Torre totalmente abaixada 
Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura 
da torre 
Figura 3: Elevação máxima dos garfos 
 
TORRE DUPLEX 
 
Figura 1: Torre totalmente abaixada 
Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura 
da torre 
Figura 3: Elevação máxima dos garfos 
Este modelo de torre é ideal para trabalhos em locais 
com pouca altura como vagões, contêineres, porões de 
navios, etc. 
 
TORRE TRIPLEX 
 
Figura 1: Torre totalmente abaixada 
Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura 
da torre 
Figura 3: Elevação máxima dos garfos 
 
Este modelo de torre é ideal para elevação de cargas a 
grandes alturas 
 
O protetor do operador é de construção rígida, 
fabricado com tubos de aço e oferece proteção ao 
operador em caso de queda parcial da carga. 
 
 
Opcionalmente pode ser 
fabricado com 
dimensões e proteção 
compatíveis com a 
aplicação e segurança da 
carga a ser 
movimentada. 
 
O sistema de comando da direção é feito através de 
uma unidade hidrostática, acionada mecanicamente 
por um volante automotivo. 
 
O mecanismo hidrostático consiste de uma bomba 
manual dosadora que permite a transferência do óleo 
hidráulico sob pressão, fornecido pela bomba 
hidráulica, com vazão controlada para o cilindro de 
direção, transferindo o movimento mecânico para o 
movimento das rodas 
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O sistema de contrapeso 
é constituído de um 
contrapeso principal e 
contrapesos auxiliares. 
O contrapeso é 
projetado de acordo 
com a capacidade da 
empilhadeira. É o 
contrapeso que permite 
à empilhadeira levantar 
e movimentar cargas. 
 
 
EIXO DIRECIONAL 
O eixo direcional é composto por uma carcaça de alta 
resistência. Para a montagem são usadas buchas e 
pinos de aço tratado, barras de direção, mangas de 
eixo e rolamentos especiais de alta resistência. 
 
 
A articulação da carcaça permite o basculamento do 
eixo direcional e confere à máquina estabilidade para 
deslocamento em pisos irregulares. 
 
CHASSIS 
O sistema estrutural de uma empilhadeira é composto 
pelo Chassi, o qual é fabricado com chapas de aço 
laminado e soldados eletricamente formando uma 
estrutura do tipo monobloco a qual é montada sobre 
o eixo motriz através de mancais. 
 
 
É constituído de uma carcaça de ferro fundido nodular 
ou aço fundido de alta resistência e que dá o 
fechamento do alojamento do diferencial. 
 
Sobre a carcaça do eixo motriz é montado o chassi 
através de mancais. Nesta carcaça também é pivotada 
a torre de elevação através de mancais sustentados 
por bronzinas de alta resistência. 
 
Nas extremidades do eixo motriz são montados os 
cubos das rodas e o tambor de freio. Os cubos são 
montados sobre rolamentos cônicos de alta 
capacidade de carga. 
 
A transmissão da força motriz é feita por semieixos 
acoplados internamente na engrenagem planetária do 
diferencial e na parte externa é acoplada à flange da 
roda. Sobre o cubo é montado o conjunto aro e pneu. 
 
 
TRANSMISSÃO 
 
As empilhadeiras podem ser equipadas com 
transmissão mecânica (platô, disco e alavanca de 
mudanças) ou com transmissão automática 
(conversor de torque). 
 
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A transmissão é montada em uma carcaça de ferro 
fundida de alta resistência que conjugam as 
engrenagens da transmissão e os suportes dos mancais 
que alojam o diferencial. Os rolamentos são 
superdimensionados, as engrenagens e eixos são 
fabricados em aço de liga de alta resistência e tratados 
termicamente. 
 
Na transmissão manual a mudança de velocidades é 
feita através de alavanca enquanto que na 
transmissão automática a mudança de velocidade é 
feita por sistema hidráulico. 
 
 
CONJUNTO DIFERENCIAL 
O par coroa e pinhão é fabricado em aço de liga 
tratado termicamente. O conjunto do diferencial é 
montado diretamente sobre os mancais da carcaça da 
transmissão. 
 
 
O conjunto do diferencial permite que as rodas do eixo 
motriz tenham velocidades diferentes quando 
necessário (por exemplo, em curvas). 
O sistema transmissão e diferencial consiste em 
acoplamento de conjuntos de engrenagens que 
reduzem a velocidade de rotação do motor até as 
rodas, aumentando a força transmitida. 
 
A caixa reversora é fabricada com materiais de alta 
resistência, é montada diretamente sobre o eixo 
diferencial e permite a reversão do deslocamento para 
frente e para ré. 
 
 
PNEUS 
De acordo com a aplicação, as empilhadeiras podem 
ser equipadas com diferentes tipos de pneus: 
 
 
 
PNEUS MACIÇOS - também chamados de SUPER 
ELÁSTICOS, são antiabrasivos e anti-estáticos. São 
usados em pisos regulares ou em locais aonde o risco 
de furos e cortes é maior como em siderúrgicas. 
 
PNEUMÁTICOS: são pneus com câmara de ar, tem 
mais estabilidade e são mais confortáveis. São 
utilizados principalmente em terrenos irregulares e 
abrasivos. 
 
PNEUS CUSHION: são pneus de borracha maciça 
vulcanizada na roda. São utilizados em ambientes 
fechados e com piso regular. 
 
 
SISTEMA DE FREIO 
As empilhadeiras são equipadas com freios hidráulicos 
com lonas e tambor. As lonas e o tambor de freio são 
fabricados para permitir um sistema atuante sem 
produzir o travamento das rodas e o consequente 
arraste dos pneus. Esse sistema é projetado para evitar 
o despejamento da carga que está sobre o garfo. 
 
 
O sistema de freio de estacionamento é acionado 
através de alavanca que aciona as lonas de freio 
através de cabos de aço. 
 
EMBREAGEM 
Como mencionado no item Transmissão, as 
empilhadeiras podem ser equipadas com transmissão 
automática ou manual. 
 
Nas empilhadeiras com transmissão manual, o 
acoplamento entre o motor e a transmissão é feito por 
platô e disco, normalmente em banho de óleo. Nas 
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Eixo piloto 
empilhadeiras com transmissão automática, a força do 
motor é transmitida para a transmissão através do 
conversor de torque. 
 
 
SISTEMA DE PROPULSÃO 
 
Empilhadeiras são veículos auto-propulsores 
destinados a movimentação de carga com os 
componentes básicos citados anteriormente. 
 
 
O sistema de propulsão é constituído pelo conjunto 
motriz, formado por um agente propulsor (motor), 
acoplamento (embreagem mecânica com platô e disco 
ou automática com pacote de discos e placas 
separadoras, transmissão e diferencial. 
 
Os sistemas de propulsão podem ser alimentados a 
álcool, gasolina, GLP, diesel ou elétrica. 
 
CAPACIDADE DA EMPILHADEIRA 
 
A regra na qual é baseada a Empilhadeira, todo o seu 
conjunto e principalmente o contrapeso, exerce um 
momento sobre a linha de apoio dos pneus motrizes, 
compensando o momento aplicado pela carga quando 
esta se encontra sobreos garfos, chamada de 
“Momento de Carga”. 
 
Assim uma empilhadeira com capacidade nominal “C” 
é capaz de resistir com segurança, à um momento de 
carga dado pela fórmula: 
M= CxW 
M - Momento de carga em Kgf x cm 
W - Carga Nominal 
C - Distância do centro de carga até a linha de apoio 
dos pneus motrizes. 
 
A distância pode ser obtida pelas dimensões físicas da 
máquina, lembrando que a capacidade nominal da 
máquina é dada para uma distância de 50cm para 
máquinas com capacidade até 5 toneladas, e de 60cm 
para máquinas com capacidade acima de 5 toneladas. 
 
Através do momento de carga podemos obter qual o 
máximo comprimento para uma determinada carga 
e/ou qual o peso máximo que a carga com 
determinado comprimento pode ter, sem afetar a 
instabilidade da máquina e não ultrapassar sua 
capacidade operacional. 
 
PLANILHA DE MANUTENÇÃO 
LEGENDA: 
A - A cada 8 horas ou diariamente 
B - A cada 200 horas ou 5 semanas 
C - A cada 1200 horas ou 6 meses 
D - A cada 2400 horas ou 1 ano 
 
X - Inspeção visual, teste e ajuste 
LI - luz indicadora 
O - Drenar e completar 
T – Trocar 
 
 
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