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Densitometria óssea

Material sobre densitometria óssea: objetivos e história do exame, indicações, diagnóstico de osteopenia/osteoporose, fatores de risco, consequências (fraturas), opções de tratamento, exposição radiológica, componentes do equipamento e protocolos de controle.

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Profª Nathália Roncada
• A densitometria óssea é uma especialidade 
métodos de investigação na analise da 
densidade óssea mineral (DOM) para o 
diagnostico da osteoporose.
• A importância do diagnostico precoce 
aumentou o interesse pela densitometria óssea, 
afetou de forma significativa a detecção e o 
tratamento preventivo para osteoporose.
• Mensurar a DOM( Densidade Óssea Mineral);
• Detectar perda de massa óssea;
• Diagnosticar a osteoporose;
• Avaliar a resposta da terapia a prevenção da 
osteoporose.
•Foi desenvolvida por John Cameron e James 
Sorenson em 1963. 
•O primeiro aparelho de densitometria óssea 
comercial foi desenvolvido na universidade de 
Wisconsin em 1972. 
•O primeiro aparelho de densitometria óssea 
que chegou ao Brasil foi em 1989.
4
• Mulher com idade igual e/ou superior a 65 
anos;
• Mulheres pós menopausa;
• Homens acima de 70 anos;
• Adultos com histórico de fratura por 
fragilidade óssea;
• Adultos usando medicamentos com baixa 
massa óssea;
• Pacientes monitorando a evolução da terapia 
da osteoporose. 
• A Osteopenia é, a diminuição de massa 
óssea, causada pela perda de cálcio, onde os 
ossos tornam-se mais frágeis, e que se não 
for rapidamente tratada, pode evoluir para 
osteoporose.
• Classifica-se como osteopenia casos em que 
a massa óssea é de 10 a 25% menor que a 
considerada normal. Perdas maiores de 
massa óssea leva ao diagnóstico clínico de 
osteoporose.
• Considerada um grave problema de saúde 
pública, a osteoporose é uma doença que se 
caracteriza pela diminuição da densidade 
óssea (perda de massa óssea), deixando os 
ossos fragilizados , ou seja, desenvolve ossos 
ocos, finos e de extrema sensibilidade, o que 
facilita a ocorrência de fraturas após traumas 
mínimos. 
• Ser mulher;
• Ter mais de 65 anos;
• Ser de raça caucasiana ou asiática;
• Ter história familiar de osteoporose;
• Ser magra (o) (ter baixa IMC);
• Fumar;
• Consumir álcool excessivamente;
• Consumir cafeína em excesso;
• Ter hipertiroidismo;
• Tomar medicamentos com a substância cortisona.
8
• A principal conseqüência da osteoporose é a fratura. Ter 
ossos quebrados, principalmente em idades avançadas, pode 
significar muito mais do que um simples período de 
imobilização usando gesso.
• As fraturas impõem limitação e incapacitação ao indivíduo. 
Aumentam o risco de contrair infecções, como pneumonia e 
osteomielite. Além disto, muitas fraturas exigem intervenções 
cirúrgicas, elevando ainda mais o risco de complicações e 
incapacitação
10
• Como a osteoporose pode ter diferentes causas, é 
indispensável determinar o que provocou a condição, antes 
de propor o tratamento, que deve ter por objetivo evitar 
fraturas, diminuir a dor, quando existe, e manter a função.
• Existem várias classes de medicamentos que podem ser 
utilizadas de acordo com o quadro de cada paciente. 
• São elas: os hormônios sexuais, 
• os bisfosfanatos, grupo que inclui diversas drogas (o mais 
comum é o alendronato), 
• os modeladores de receptores de estrogênio e a 
calcitonina de salmão.
• A administração subcutânea diária do hormônio das 
paratireoides está reservada para os casos mais graves de 
osteoporose, e para os intolerantes aos bisfosfonatos.
11
• Coluna Vertebral: Pessoas idosas podem fraturar as vértebras da coluna com 
frequência. A chamada corcunda de viúva é uma deformação comum e pode ate 
levar a uma diminuição de tamanho do doente. 
• Punho: por ser um ponto de apoio, é uma área na qual as fraturas acontecem 
normalmente. Os ossos sensíveis tem pouca estrutura para sustentar o peso do 
corpo quando cai.
• Quadril: as fraturas de pelve são difíceis de cicatrizar e podem levar a invalidez. 
Estudos mostram que em torno de 50% dos que fraturam o quadril não 
conseguem mais andar sozinhos. 
• Fêmur: também muito comum entre os que desenvolvem a doença. É frequente 
tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A 
recuperação costuma ser lenta. 
12
•A taxa de exposição para o volume varia de 0,03 mSv/h, a 
uma distância de 1 metro do equipamento a 2,30 mSv/h com 
distância de 3 metros. As medições realizadas por empresas e 
técnicas da CNEN, mostram que durante um procedimento de 
D.O, tem que manter distância durante o exame (scanner), não há 
a necessidade de equipamentos de proteção individual e barreiras 
físicas. Com isso, não há a necessidade de blindar a sala de 
densitometria óssea.
13
Tipos funcionamentos e cuidados 
Conjunto constituído pela mesa de exame e pelo 
braço em C, que conterá em uma das extremidades do 
detector e na outra a fonte de raios-x;
• Estação de trabalho que fica instalado o computador, 
monitor, mouse, console e impressora;
• Quadro elétrico com 2 (dois) circuitos monofásicos, 
um para o aparelho e outro para a estação de trabalho;
 
Módulo 000 15
Para garantir maior acurácia no momento da 
realização do exame, existe um protocolo de 
controle de qualidade que deve ser realizado 
diariamente e semanalmente (obrigatório) 
chamado phanton. Sem o phanton (controle), pode 
haver muitos erros na leitura e diagnóstico, esse 
acessório também garante a qualidade do exame e 
também do aparelho de D.O. 
16
Existem vários equipamentos no mercado, um exemplo, é o 
equipamento de D.O é o modelo Lunar-Prodigy MD:
• Neste equipamento o campo de radiação é de 19,2 mm X 3,3 
mm;
• Tempo de duração de scanner é de aproximadamente 30 
segundos, com dose absorvida em média 3,45 mRADS;
• O equipamento Lunar-Prodigy opera na faixa de 76 KV e a 
corrente de tubo de 48mA. Apresenta corrente de tubo de até 5 mA;
• O requisito mínimo de área física é 3,7 m X 3,7m;
• O peso máximo do paciente no equipamento é de 136 Kg;
17
-Cuidados com o aparelho de D.O (temperatura):
• O controle de temperatura do aparelho de D.O tem que 
estar na faixa de 18°C à 25ºC (sem oscilação maior que 2°C 
durante às 24 horas);
• A umidade do local com 20% à 30%, sem variações nas 24 
horas;
•Poeira, fumo, nevoas que podem ser prejudiciais ao 
aparelho;
• Corpos estranhos (que eventualmente podem cair dentro 
do aparelho;
• Solventes (devem ser evitados na limpeza);
• Não deixar líquidos próximo do computador (para evitar 
que o líquido caia em cima do computador);
• Não comer na sala de exames; 
18
Outros cuidados com o aparelho de D.O (limpeza):
• Disposição dos cabos com proteção;
• Corrente elétrica estável;
• Amarzenamento de dados-backup;
• Não usar a força para manusear o braço 
escaneador.
19
• Radiografia do esqueleto;
• Single Photon Absorptrometry (SPA);
• Dual Photon Absorptrometry (DPA); 
• Dual Energy X-ray Absorptrometry 
(DEXA ou DXA).
http://www.brasilescola.com/doencas/osteoporose.htm
Por Paula Louredo Graduada em Biologia
http://drauziovarella.com.br/letras/o/osteoporose-3/
http://www.tuasaude.com/osteopenia/
http://www.herniadedisco.com.br/doencas-da-coluna/osteopenia e-
osteoporose/
http://www.bancodesaude.com.br/osteoporose/consequencias-osteoporose
http://www.tuasaude.com/osteopenia/
http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/indice-de-doencas-e-
condicoes/osteopenia-perda-ossea-pode-ser-causada-por-diversos-
motivos-dentre-eles-a-menopausa-e-a-deficiencia-
nutricional/tratamento.html
http://www.tuasaude.com/grupos-de-risco-para-osteoporose/
http://ednadjaradiolabes.blogspot.com.br/2011/04/densitometria-ossea.html 
17/11/2013 as 14:14
radiologiacienciaearte.blogsport.com.br/2011/05/densitometria-ossea.html
05/12/2013 as 09:13.
http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/Caderno%20DGIES%20N%C2%BA
%207.pdf
08/12/2013 as 12:00.
http://eradiologia.wordpress.com/2013/10/17/controle-da-qualidade-no-
aparelho-de-densitometria-ossea-lunar-dpx-ge-pencil-beam/07/12/2013 as 13:30.
http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/REL/REL%5B10539-3-2%5D.PDF
09/12/2013 as 12:45
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfigEAJ/densitometria?part=3
07/12/2013 as 14:45.

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