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RELATÓRIO AULA PRÁTICA

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Curso 
Biomedicina 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA 
Citologia 
 
 
 
Ana Carolina Soligo 
RA: 0520159 
 
 
Polo de matrícula 
Jundiaí – Centro 
 
Local das aulas práticas 
Jundiaí – Unip PP 
 
 
Ano 
2019 
 
 
 
Introdução 
O microscópio óptico é formado por elementos mecânicos, que servem de suporte e 
estabilidade do sistema óptico, que é composto por: base, coluna ou estativa (com o 
parafuso macrométrico que serve para a primeira focalização e o micrométrico, que 
serve para ajustar a imagem), mesa ou platina, charriot, parafuso que movimenta o 
condensador, tubo e o canhão (com o revólver). E uma parte óptica, composta por três 
sistemas de lentes: o condensador, as objetivas ( rosqueadas os revólver) e as oculares; 
uma fonte de luz (localizada na base) e um diafragma. 
As objetivas são responsáveis pela riqueza dos detalhes da amostra, pois pode ser 
aumentado 4x , 10x, 40x ou até 100x. Com o aumento da ocular em 10x, o aumento real 
do objeto é de 40, 100, 400 ou até 1000 vezes. 
Objetivos 
Aprender sobre cada componente do microscópio óptico, sua função e a manuzeá-lo de 
forma correta, e principalmente à focar e analisar a amostra. 
Materiais e métodos 
• Microscópio óptico 
• Folha de jornal 
• Tesoura 
• Béquer 
• Água 
• Lâmina 
• Lamínula 
• Pipeta 
• Óleo de imersão 
Recortar uma palavra pequena de jornal, colocá-la sobre a lâmina em posição de 
leitura, com o auxílio da pipeta colocar uma gota de água sobre a palavra. Colocar 
delicadamente uma lamínula evitando a formação de bolhas de ar em cima da 
amostra. Colocar a lâmina pronta sobre a platina e fixá-la com a pinça. 
Ligar o microscópio e verificar se a luz atravessa o orifício da platina. Centralizar a 
palavra recortada do jornal sobre esse orifício, utilizando o charriot. Olhar através das 
oculares (para ajustá-las segure nas bordas laterais da parte deslizante do tubo) 
ajustando de forma a visualizar apenas um campo visual e focalizar a amostra do 
material com o auxílio do parafuso macrométrico e se for necessário com o parafuso 
micrométrico. Regular o feixe de luz utilizando o controle da intensidade de luz e o 
diafrágma - íris e iniciar a análise com a objetiva 4X (menor aumento). 
Após analisar todo o material, transferir para a objetiva de 10X, girando o revólver. 
Ajustar o foco da imagem e regular a luz, caso seja necessário. 
Com o mesmo procedimento anteior, transferir para a objetiva de 40X e se for 
necessário, ajustar apenas o micrométrico e o feixe luminoso. 
Para analisar com a objetiva de imersçao em 100X, é necessário voltar para a objetiva 
de 4x (apenas para se obter uma distancia maior entre a lâmina e a objetiva), pingar 
uma gota de óleo de imersão sobre a lamínula e encaixar a objetiva de 100X. Será 
necessário ajustar a imagem utilizando o micrométrico e o feixe luminoso. 
Resultados e discussão 
Verificou – se que a palavra escolhida ficou invertida devido ao funcionamento dos 
sistemas de lentes do miscroscópio óptico. Na primeira focalização com a objetiva de 
4X, seguindo para um melhor detalhamento com as objetivas de maiores aumentos. Já 
na objetiva de 100X, foi possível obervar apenas borrões e as fibras do papel de 
jornal. 
Principais partes do microscópio óptico e suas funções: 
Lente ocular – par de lentes nas quais o observador coloca os olhos. Para calcuclo da 
ampliação total, multiplicá-se por 10 a ampliação desta pela objetiva. 
Revolver e objetivas – Local onde são rosqueadas as objetivas. Objetivas são conjunto 
de lentes que ampliam as imagens. 
Platina ou mesa – Onde é colocada uma lâmpada preparada, exatamente sobre uma 
abertura central que dá passagem de luz. 
Charriot – Locomoção da lâmina para a direita ou para a esquerda, para cima ou para 
baixo. 
Macrométrico e micrométrico – Macrométrico realiza o deslocamento da platina com 
a finalidade de focalizar a amostra que será observada. Micrométrico complementa a 
focalização feita com o macrométrico. 
Condensador ou diafrágma – Localizado abaixo da platina, seu objetivo é fornecer 
uma grande quantidade de luz. 
Parafusos da altura e centralizadores do condensador – Permite o deslocamento no 
sentido vertical do condensador, proporcionando a este uma uniforidade melhor na 
iluninação do campo. 
Fonte de luz – Encaixada por baixo do condensado. 
Controle de iluminação – Botão para ajuste da intensidade da luz. 
Conclusão 
Concluímos nessa prática como é formado um microscópio óptico, qual a função de 
cada parte, como manuzeá-las, higieniz-las e como analisar uma amostra, que nesse 
caso foi uma palavra recortada de jornal. Com isso, poderemos prosseguir com as 
demais práticas e análises com mais facilidade. 
Bibliografia 
https://www.docsity.com/pt/pratica-1-28/4850929/ 
Introdução 
A observação de células na mucosa bucal em microscópio óptico é uma prática simples, 
mas que permite conhecer com maior clareza a organização celular básica: membrana 
plasática, citoplasma e núcleo. Porém poderemos obervá-las também em amostras de 
sangue humano. 
Membrana plasmática: Atua delimitando à celula e é através dela que ocorre as 
interações celulares e as interações com o ambiente em que estão inseridas. A função mais 
importante é a PERMEABILIDADE SELETIVA. É formada, principalmente, por 
lipídios e proteínas. Os lipídios atuam garantindo a estrutura da membrana, enquanto as 
proteínas estão relacionadas com as principais funções desempenhadas por essa estrutura 
celular. Os lipídios mais abundantes nessa estrutura são os fosfolipídios, os quais formam 
uma bicamada, que apresentam uma região hidrofílica e uma região hidrofóbica, estando 
a região hidrofóbica voltada para o centro da membrana e as regiões hidrofílicas voltadas 
para as duas superfícies da membrana. Além dos fosfolipídios também são encontrados 
na membrana os glicolipídios e o colesterol. As proteínas presentes na membrana 
plasmática estão incrustadas na bicamada. Essas proteínas podem inseridas totalmente ou 
apenas parcialmente na membrana. Vale destacar que algumas funcionam como 
verdadeiros canais para a passagem de substâncias 
Dizemos que a membrana é fluída, pois seus componentes são capazes de movimentar 
pela estrutura, não sendo, portanto, uma estrutura completamente estática. As proteínas e 
também os lipídios apresentam a capacidade de se mover. Quando comparadas aos 
fosfolipídios, as proteínas apresentam uma movimentação mais lenta. Por esse motivo, o 
modelo que explica a estrutura celular recebe o nome de Mosaico Fluido. 
É através da membrana plasmática que ocorrem também os transportes de substâncias: 
Transposte passivo: Não há gasto de energia. 
- Difusão simples: através da bicamada de lipídios. 
- Difusão facilitada: através das proteínas de membrana plasmática. 
- Osmose: passagem de água pela membrana plasmática do meio menos concentrado para 
o mais concentrado. 
Hipotônico: meio com menor concentração de soluto. 
Hipertônico: meio com maior concentração de soluto. 
Isotônico: meio com a mesma concentração de soluto e solvente. 
Transporte ativo – Há gasto de energia. 
- Bomba sódio potássio - ocorre o bombeamento de íons contra o gradiente de 
concentração. Na bomba de sódio-potássio, ocorre o bombeamento de sódio para fora da 
célula e potássio para o seu interior. 
Citoplasma: onde estão localizadas as organelas citoplasmáticas, mergulhadas no 
citosol. Estão localizados os retículos endoplasmáticos liso (fabricam lipídios e são 
responsáveis pela desistoxicação celular) e rusogo com ribossomos aderidos (são 
responsáveis pelas sínteses proteicas), complexo de Golgi (fabricação de lisossomos, 
exporta proteínas sintetizadas, no RER), peroxossomos (possui uma enzima chamada 
catalase que é resposável pela quebra da

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