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Fisioterapia em dor 3

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Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Fisiológica?
Qual característica descrita se refere a dor Fisiológica?
Todas as afirmativas estão CORRETAS.
é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.

Assistir uma pessoa com dor envolve tanto do ponto de vista do cuidador como do 'ser' cuidado atenção para aspectos culturais, afetivos, emocionais, educacionais, psicológicos, ambientais, religiosos e cognitivos que podem tornar o processo mais ou menos espinhoso.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.

A dor é definida como sendo uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual ou potencial ou descrita em termos de tal dano.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.

Para uma quantificação da intensidade da dor desenvolveram-se escalas que medem a variabilidade das respostas (verbais e não verbais) à dor.
A escolha dessas escalas deve ter em conta:
a) o tipo de dor (aguda ou persistente);
b) idade / desenvolvimento ou integridade cognitiva);
c) escala de quantificação da dor comparável com a maioria das outras escalas (0 -10 pontos);
d) validação e fiabilidade da escala;
Todas as afirmativas estão corretas.
Somente as afirmativas A e D estão corretas.
Somente a afirmativa A está correta.
Somente as afirmativas C e D estão corretas.
Somente as afirmativas A e C estão corretas.

A dor está entre as principais causas do sofrimento, desgaste físico, psíquico, com prejuízo às atividades da vida diária, absenteísmo, licenças e baixa produtividade.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
as duas afirmações são falsas.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

A ausência de instrumentos objetivos para aferir a dor na prática clínica ou erros que possam advir de uma subavaliação e subtratamento poderão comprometer a qualidade da assistência e contribuir com a morbidade e aumento do tempo de internação.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

Quando se usa calor como fator de estimulação, o limiar doloroso situa-se em torno dos 44°, não só para o homem como também para diferentes mamíferos (símios, ratos).
Analisando as afirmacoes acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
As duas afirmações são falsas.

Ao considerarmos a dor como o principal sintoma que faz as pessoas buscarem serviços de saúde, a fisioterapia tem a responsabilidade de atuar significativamente nos cuidados ao paciente com dor. Porém, se consideramos a dor como um problema de saúde, atuação da fisioterapia depende da integração multiprofissional e interdisciplinar.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta:
a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
as duas afirmações são falsas.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.

A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965). Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria da Comporta.
Qual afirmativa descreve a Teoria da Comporta?
- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
Nenhuma afirmativa está correta.
A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.

Com relação à sensação de dor, pode-se afirmar:
Estão corretas as afirmativas:
I. A sensação de dor não é fundamental para a sobrevivência.
II. Dor é o primeiro indicador de qualquer lesão tecidual.
III. Qualquer estímulo que resulta em lesão ou ferimento conduz a uma sensação de dor, entre eles o calor, o frio, a pressão, a corrente elétrica, os irritantes químicos e até mesmo os movimentos bruscos.
I, II e III.
Somente a I.
II e III apenas.
I e II apenas.
Somente a II.

São terminações nervosas livres dos neurônios que fazem a detecção de lesão tecidual:
definição para dor.
lesão física
nociceptores
esclerótomos
dermátomos

A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965). Neste contexto qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor.
Qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor?
- Nenhuma afirmativa está correta.
- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
Nenhuma afirmativa está correta.
Segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.

Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Patológica?
- age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
- resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
- é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
- Todas as afirmativas estão CORRETAS.
- provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.

O entendimento da dor não deve se limitar a sua expressão neurosensitiva, e sim também como uma mensagem emocional, uma metáfora perceptiva. Pode ser uma sensação adaptativa, um alerta precoce para proteger o corpo de lesões teciduais, ou eventualmente ser uma má adaptação, refletindo um funcionamento patológico do sistema nervoso. De tal forma que existe a dor como uma experiência sensitiva e a dor como uma metáfora perceptiva de sofrimento, de aflição ou mágoa.
Desta forma podemos classificar a dor em aguda e crônica, com relação à dor crônica é correto afirmar:
(A) Aquela que dura um curto período de tempo, geralmente menos de um mês. Por exemplo: a dor associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou à cólica menstrual.
(B) As dores são consideradas fisiológicas, como um sinal de alerta, da maior importância para a sobrevivência. Tem duração limitada no tempo e espaço, cessando com a resolução do processo nóxico.
(C) não têm a finalidade biológica de alerta e sobrevivência e podemos dizer que se constituem como verdadeiramente uma doença. Com relação ao aspecto temporal, as definições variam quanto sua conceituação, da duração de mais de três ou seis meses, ou as que persistem após a cura da lesão inicial.
(D) é aquela que persiste ou recorre por > de 3 meses, persiste por > de 1 mês após a resolução de uma lesão tecidual aguda ou acompanha uma lesão que não se cura.

A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa. Leia as afirmativas abaixo sobre dor crônica e assinale a INCORRETA:
há repercussão como fadiga, depressão, diminuição de socialização, anorexia, anormalidades do sono e da marcha e a imobilidade.
a dor crônica pode estar associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou a cólica menstrual.
a causa geralmente é relacionada a doenças (por exemplo: neuropatia diabética, osteoartrite de joelho).
os sinais neurovegetativos geralmente são ausentes.
as repercussões funcionais e psicossociais da dor crônica não controlada comprometem a qualidade de vida do geronte

A dor é um sentimento angustiante, muitas vezes causado por estímulos intensos ou prejudiciais, por ser é um fenômeno complexo e subjetivo, definir a dor tem sido um desafio. A definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor é amplamente utilizada: "A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos", logo temos alguns conceitos como dor visceral, assinale a afirmativa correta para dor visceral.
Proveniente de estiramento, distensão ou inf lamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata.
Originada de lesões em ossos, articulações, músculos e pele. Descrita em humanos como localizada, constante, lancinante, contínua e pulsante.
Age como mecanismo protetor, para incitar o indivíduo a se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos ou contato com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria.
Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inf lamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada.
Ausência de dor em presença de um estímulo que normalmente seria doloroso.

A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa, e em categorias básicas, conforme os mecanismos fisiopatológicos: dor nociceptiva, neuropática e psicogênica.
Podem ser consideradas dores neuropáticas:
Síndrome do túnel do carpo, Síndrome do túnel do tarso e polineuropatia diabética;
Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, gastrite e neuralgia do trigêmio;
Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
Polineuropatia diabética, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
Polineuropatia diabética, mialgias, Síndrome do túnel do carpo, doenças inflamatórias não articulares.

O limiar de dor fisiológico pode ser definido como:
Qual das seguintes definições corresponde ao limiar de dor fisiológico?
redução ou perda da sensibilidade e motricidade no território inervado.
uma síndrome dolorosa com alta incidência.
o ponto ou momento em que um dado estímulo é reconhecido como doloroso.
uma resposta fisiológica normal, predita que decorre de um estímulo mecânico, térmico ou químico, com períodos de exacerbação.
o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado.

A literatura é enfática em apontar sobre a subjetividade ou vivência do fenômeno álgico, contra indicando padronizações ou uma generalização de condutas, seja em casos de dores agudas ou crônicas.
Analisando as afirmacoes acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.

O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

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Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Fisiológica?
Qual característica descrita se refere a dor Fisiológica?
Todas as afirmativas estão CORRETAS.
é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.

Assistir uma pessoa com dor envolve tanto do ponto de vista do cuidador como do 'ser' cuidado atenção para aspectos culturais, afetivos, emocionais, educacionais, psicológicos, ambientais, religiosos e cognitivos que podem tornar o processo mais ou menos espinhoso.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.

A dor é definida como sendo uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual ou potencial ou descrita em termos de tal dano.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.

Para uma quantificação da intensidade da dor desenvolveram-se escalas que medem a variabilidade das respostas (verbais e não verbais) à dor.
A escolha dessas escalas deve ter em conta:
a) o tipo de dor (aguda ou persistente);
b) idade / desenvolvimento ou integridade cognitiva);
c) escala de quantificação da dor comparável com a maioria das outras escalas (0 -10 pontos);
d) validação e fiabilidade da escala;
Todas as afirmativas estão corretas.
Somente as afirmativas A e D estão corretas.
Somente a afirmativa A está correta.
Somente as afirmativas C e D estão corretas.
Somente as afirmativas A e C estão corretas.

A dor está entre as principais causas do sofrimento, desgaste físico, psíquico, com prejuízo às atividades da vida diária, absenteísmo, licenças e baixa produtividade.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
as duas afirmações são falsas.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

A ausência de instrumentos objetivos para aferir a dor na prática clínica ou erros que possam advir de uma subavaliação e subtratamento poderão comprometer a qualidade da assistência e contribuir com a morbidade e aumento do tempo de internação.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

Quando se usa calor como fator de estimulação, o limiar doloroso situa-se em torno dos 44°, não só para o homem como também para diferentes mamíferos (símios, ratos).
Analisando as afirmacoes acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
As duas afirmações são falsas.

Ao considerarmos a dor como o principal sintoma que faz as pessoas buscarem serviços de saúde, a fisioterapia tem a responsabilidade de atuar significativamente nos cuidados ao paciente com dor. Porém, se consideramos a dor como um problema de saúde, atuação da fisioterapia depende da integração multiprofissional e interdisciplinar.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta:
a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
as duas afirmações são falsas.
as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.

A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965). Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria da Comporta.
Qual afirmativa descreve a Teoria da Comporta?
- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
Nenhuma afirmativa está correta.
A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.

Com relação à sensação de dor, pode-se afirmar:
Estão corretas as afirmativas:
I. A sensação de dor não é fundamental para a sobrevivência.
II. Dor é o primeiro indicador de qualquer lesão tecidual.
III. Qualquer estímulo que resulta em lesão ou ferimento conduz a uma sensação de dor, entre eles o calor, o frio, a pressão, a corrente elétrica, os irritantes químicos e até mesmo os movimentos bruscos.
I, II e III.
Somente a I.
II e III apenas.
I e II apenas.
Somente a II.

São terminações nervosas livres dos neurônios que fazem a detecção de lesão tecidual:
definição para dor.
lesão física
nociceptores
esclerótomos
dermátomos

A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965). Neste contexto qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor.
Qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor?
- Nenhuma afirmativa está correta.
- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
Nenhuma afirmativa está correta.
Segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.

Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Patológica?
- age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
- resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
- é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
- Todas as afirmativas estão CORRETAS.
- provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.

O entendimento da dor não deve se limitar a sua expressão neurosensitiva, e sim também como uma mensagem emocional, uma metáfora perceptiva. Pode ser uma sensação adaptativa, um alerta precoce para proteger o corpo de lesões teciduais, ou eventualmente ser uma má adaptação, refletindo um funcionamento patológico do sistema nervoso. De tal forma que existe a dor como uma experiência sensitiva e a dor como uma metáfora perceptiva de sofrimento, de aflição ou mágoa.
Desta forma podemos classificar a dor em aguda e crônica, com relação à dor crônica é correto afirmar:
(A) Aquela que dura um curto período de tempo, geralmente menos de um mês. Por exemplo: a dor associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou à cólica menstrual.
(B) As dores são consideradas fisiológicas, como um sinal de alerta, da maior importância para a sobrevivência. Tem duração limitada no tempo e espaço, cessando com a resolução do processo nóxico.
(C) não têm a finalidade biológica de alerta e sobrevivência e podemos dizer que se constituem como verdadeiramente uma doença. Com relação ao aspecto temporal, as definições variam quanto sua conceituação, da duração de mais de três ou seis meses, ou as que persistem após a cura da lesão inicial.
(D) é aquela que persiste ou recorre por > de 3 meses, persiste por > de 1 mês após a resolução de uma lesão tecidual aguda ou acompanha uma lesão que não se cura.

A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa. Leia as afirmativas abaixo sobre dor crônica e assinale a INCORRETA:
há repercussão como fadiga, depressão, diminuição de socialização, anorexia, anormalidades do sono e da marcha e a imobilidade.
a dor crônica pode estar associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou a cólica menstrual.
a causa geralmente é relacionada a doenças (por exemplo: neuropatia diabética, osteoartrite de joelho).
os sinais neurovegetativos geralmente são ausentes.
as repercussões funcionais e psicossociais da dor crônica não controlada comprometem a qualidade de vida do geronte

A dor é um sentimento angustiante, muitas vezes causado por estímulos intensos ou prejudiciais, por ser é um fenômeno complexo e subjetivo, definir a dor tem sido um desafio. A definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor é amplamente utilizada: "A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos", logo temos alguns conceitos como dor visceral, assinale a afirmativa correta para dor visceral.
Proveniente de estiramento, distensão ou inf lamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata.
Originada de lesões em ossos, articulações, músculos e pele. Descrita em humanos como localizada, constante, lancinante, contínua e pulsante.
Age como mecanismo protetor, para incitar o indivíduo a se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos ou contato com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria.
Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inf lamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada.
Ausência de dor em presença de um estímulo que normalmente seria doloroso.

A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa, e em categorias básicas, conforme os mecanismos fisiopatológicos: dor nociceptiva, neuropática e psicogênica.
Podem ser consideradas dores neuropáticas:
Síndrome do túnel do carpo, Síndrome do túnel do tarso e polineuropatia diabética;
Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, gastrite e neuralgia do trigêmio;
Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
Polineuropatia diabética, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
Polineuropatia diabética, mialgias, Síndrome do túnel do carpo, doenças inflamatórias não articulares.

O limiar de dor fisiológico pode ser definido como:
Qual das seguintes definições corresponde ao limiar de dor fisiológico?
redução ou perda da sensibilidade e motricidade no território inervado.
uma síndrome dolorosa com alta incidência.
o ponto ou momento em que um dado estímulo é reconhecido como doloroso.
uma resposta fisiológica normal, predita que decorre de um estímulo mecânico, térmico ou químico, com períodos de exacerbação.
o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado.

A literatura é enfática em apontar sobre a subjetividade ou vivência do fenômeno álgico, contra indicando padronizações ou uma generalização de condutas, seja em casos de dores agudas ou crônicas.
Analisando as afirmacoes acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.

O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
As duas afirmações são falsas.
As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.

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1.
		Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Fisiológica?
	
	
	
	- Todas as afirmativas estão CORRETAS.
	
	
	- é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
	
	
	- age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
	
	
	 - resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
	
	
	- provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.
 
	
Explicação:
Dor Fisiológica: age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos e contatos com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Assistir uma pessoa com dor envolve tanto do ponto de vista do cuidador como do ¿ser¿ cuidado atenção para aspectos culturais, afetivos, emocionais, educacionais, psicológicos, ambientais, religiosos e cognitivos que podem tornar o processo mais ou menos espinhoso.
POR QUE
O desconhecimento dos elementos multifatoriais da dor, certamente, dificulta a assistência e a relação entre o observador e a experiência do fenômeno doloroso.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
Explicação:
GABARITO: www.sbed.org.br; www.iasp-pain.org.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		¿A dor é definida como sendo uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual ou potencial ou descrita em termos de tal dano¿.
POR QUE
A dor aguda inicia-se com uma lesão ou injúria e substâncias algogênicas são sintetizadas no local e liberadas estimulando terminações nervosas (nociceptores) de fibras mielinizadas finas ou amielínicas.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
GABARITO: www.sbed.org.br; www.iasp-pain.org
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Para uma quantificação da intensidade da dor desenvolveram-se escalas que medem a variabilidade das respostas (verbais e não verbais) à dor. Atualmente ainda não existe uma solução única universalmente aceite para avaliar a dor em todas as situações, mas existem escalas validadas e com utilidade clínica comprovada para utilização em todas as idades e situações clinicas. A escolha dessas escalas deve ter em conta:
a) o tipo de dor (aguda ou persistente);
b) idade / desenvolvimento ou integridade cognitiva);
c) escala de quantificação da dor comparável com a maioria das outras escalas (0 -10 pontos);
d) validação e fiabilidade da escala;
	
	
	
	Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	Somente as afirmativas A e D estão corretas.
	
	
	Somente a afirmativa A está correta.
	
	
	Somente as afirmativas C e D estão corretas.
	
	
	Somente as afirmativas A e C estão corretas.
	
Explicação:
O tipo de dor (aguda ou persistente); idade / desenvolvimento ou integridade cognitiva); situação clínica (ventilado ou não ventilado mecanicamente);  facilidade de uso e tempo necessário para aplicação da escala;  critérios de interpretação da escala;  escala de quantificação da dor comparável com a maioria das outras escalas (0 -10 pontos);  validação e fiabilidade da escala; uso da escala em outros locais e razões para tal.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		               A dor está entre as principais causas do sofrimento, desgaste físico, psíquico, com prejuízo às atividades da vida diária, absenteísmo, licenças e baixa produtividade.
PORQUE
Um indivíduo com dor não consegue se concentrar, se relacionar e produzir,fazendo com que a vida se transforme em sofrimento constante.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
Explicação:
 
OS ASPECTOS MULTIDIMENSIONAIS DAS DORES CRÔNICAS A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, International Association for the Study of Pain), conceitua dor como sendo "uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual atual, potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Já McCaffery em uma visão mais humanística, diz que "dor é o que o paciente diz ser, e existe quando ele diz existir", colocando uma ideia de uma experiência pessoal e peculiar a cada indivíduo. Ferreira F (2004), modificada por Marquez JO (2008), procura uma conceituação mais abrangente, referindo que "dor é a consciência de uma sensação nociceptiva, induzida por estímulos químicos ou físicos, de origem exógena ou endógena, assim como por disfunções psicológicas, tendo como base um mecanismo biopsicossocial, causando emoções normalmente desagradáveis, com possibilidades de variáveis graus de comportamentos aversivos".
	
	
	
	 
		
	
		6.
		A ausência de instrumentos objetivos para aferir a dor na prática clínica ou erros que possam advir de uma subavaliação e subtratamento poderão comprometer a qualidade da assistência e contribuir com a morbidade e aumento do tempo de internação.
POR QUE
O alívio da dor, a busca da qualidade e a minimização de riscos constituem-se um grande desafio para todos os profissionais comprometidos e conscientes de seu papel na equipe de saúde.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
Explicação:
O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais.
Torna-se necessária uma abordagem multidimensional na avaliação dos atributos da dor, os quais incluem intensidade, duração e localização da dor, características somatossensoriais e emocionais que a acompanham.
A avaliação dor/sofrimento é sempre necessária, não só para a escolha da forma mais adequada para o controle álgico em cada caso, como também detectando a necessidade de suporte psicológico específico.
	Uma característica importante do paciente submetido cronicamente a dor é uma espécie de "adequação comportamental" ao sofrimento, o que costuma confundir em muito as pessoas que o cercam, às vezes gerando dúvidas quanto a real presença da dor.
	 
Os mecanismos de defesa emocionais desenvolvidos pelo paciente para suportar a dor fazem seus cuidadores desconfiaremde sua existência.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Quando se usa calor como fator de estimulação, o limiar doloroso situa-se em torno dos 44°, não só para o homem como também para diferentes mamíferos (símios, ratos).
POR QUÊ
O limiar de tolerância é o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
Explicação:
o limiar de tolerância é definido como o ponto em que o estímulo doloroso alcança tal intensidade que não pode mais ser suportado pelo indivíduo. 
 
	
	
	
	 
		
	
		8.
		Os biologistas sabem que os estímulos causadores de dor são capazes de lesão tecidual.
POR QUÊ
A dor é sempre subjetiva.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
Explicação:
A Associação Internacional para o Estudo da Dor define: "a dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada à lesão tecidual real ou potencial dos tecidos".
		1.
		A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria do padrão.
	
	
	
	- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
	
	
	- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
	
	
	- Nenhuma afirmativa está correta.
	
	
	- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
	
	
	- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
 
	
Explicação:
Teoria Padrão ¿ Esta teoria é contrária à teoria da especificidade, e identifica que a intensidade do estímulo e a natureza do somatório central do input sensorial são os principais determinantes de dor. Por um lado as novas teorias reconheciam o padrão do input nervoso, que é essencial para explicar o mecanismo da dor. Por outro lado, ignoram a especificação fisiológica dos receptores, considerando todos os terminais sensoriais igualmente enervados, de modo que a dor era entendida como o resultado de uma intensa estimulação de receptores inespecíficos. Esse conceito do somatório do acúmulo da estimulação dolorosa explicava a dor clínica, ou seja, quanto mais agredido um tecido, maior será a dor do indivíduo, mas não foi suficiente como teoria geral da dor, e não houve verificação experimental dos supostos mecanismos. A teoria da especificidade e as teorias padrão foram discutidas por mais de um século, mas ambas explicavam a dor pela quantidade, grau ou natureza do input sensorial ou da lesão fisiológica infligida ao tecido. Isso explica a dor clínica, mas deixa inexplicada a dor crônica e a mediação da dor por variáveis psicossociais. Quando essas teorias mencionam os aspectos psicológicos da dor, estão se referindo à dor
	
	
	
	 
		
	
		2.
		MODULAÇÃO DA DOR A dor não depende somente da natureza e da intensidade do estímulo. É influenciada por fatores psicossociais e neurosensitivos. Sofre uma modulação no (1)___________________, e da interação entre os estímulos (2)______________________ e fatores moduladores é que resulta a experiência neurosensitiva da dor.
Assinale a resposta correta que preencha as lacunas 1 e 2.
	
	
	
	1) Sistema nervoso central  2) Transdutores
	
	
	1) Sistema nervoso periférico  2) Transdutores
	
	
	1) Sistema nervoso periférico  2) modulares
	
	
	1) Sistema nervoso central   2)  nociceptivos
	
	
	1) Sistema nervoso autônomo  2) nociceptivos
	
Explicação:
MODULAÇÃO DA DOR A dor não depende somente da natureza e da intensidade do estímulo. É influenciada por fatores psicossociais e neurosensitivos. Sofre uma modulação no sistema nervoso central, e da interação entre os estímulos nociceptivos e fatores moduladores é que resulta a experiência neurosensitiva da dor. A qualidade e a quantidade da dor dependem (e varia de pessoa para pessoa) do entendimento da situação geradora da dor, experiência prévia com o desencadeador álgico, cultura, da atenção, ansiedade e capacidade da pessoa em se abstrair das sensações nóxicas (distração) e dos sentimentos de controle da dor.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Na medula espinhal existem basicamente duas vias ascendentes para a condução da dor até o cérebro. São elas:
	
	
	
	Via simpática e via parassimpática;
	
	
	Nervo vestibulococlear e nervo glossofaríngeo;
	
	
	Via neoespinotalâmica e via palioespinotalâmica;
	
	
	Via neoespinotalâmica e plexo braquial;
	
	
	Via neoespinotalâmica e nervo intercostobraqual.
	
Explicação:
	Via Espinotalâmica
	Via Paleoespinotalâmica
	Via Neoespinotalâmica
	Neurônio II
	Lâmina V Rexed
	Lâmina IRexed
	Decussação
	Fibras Cruzadas e Não Cruzadas
	Fibras Cruzadas
	Tracto Medular
	Espino-Reticular
	Espinotalâmico-Lateral
	Trajeto
	Espino-Retículo-Talâmico
	Espino-Talâmico
	Projeção Talâmica
	Núcleos Intralaminares
	Núcleo Ventral Posterior Lateral do Tálamo
	Função
	Dor Crônica
	Dor Aguda ¿ Rápida ¿ Bem localizada
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Diferente de outros sistemas sensoriais, o sistema sensorial para a dor é extremamente amplo; uma sensação dolorosa pode ser iniciada em qualquer parte do corpo ou no próprio sistema nervoso central (SNC).
Com relação à sensação de dor, pode-se afirmar:
A sensação de dor não é fundamental para a sobrevivência.
Dor é o primeiro indicador de qualquer lesão tecidual.
Qualquer estímulo que resulta em lesão ou ferimento conduz a uma sensação de dor, entre eles o calor, o frio, a pressão, a corrente elétrica, os irritantes químicos e até mesmo os movimentos bruscos.
Estão corretas as afirmativas:
	
	
	
	I, II e III.
	
	
	 Somente a I.
	
	
	 II e III apenas.
	
	
	 I e II apenas.
	
	
	 Somente a II.
	
Explicação:
Dor é a percepção da nocicepção e, juntamente com outras percepções, é determinada pela interação entre a atividade neurosenssorial, a variedade comportamental e fatores psicológicos.
A percepção da dor se inicia na periferia, através da ativação de nociceptores (receptor sensorial da dor). Esses estão presentes por todo o organismo e são classificados em três subtipos:
Receptores mecânicos de alto-limiar: detectam pressão;
Receptores mecanotermais de baixo-limiar: detectam pressão e calor;
Receptores polimodais: detectam pressão, calor e fatores químicos.
Os receptores mecânicos de alto-limiar e os receptores mecanotermais de baixo-limiar são inervados pelas fibras nervosas mielinizadas Aδ e Aβ, enquanto os receptores polimodais são inervados pela fibra nervosa não mielinizada C. As substâncias químicas que ativam os receptores polimodais são várias, dentre elas estão os mediadores inflamatórios como prostaglandinas, leucotrienos, bradicininas, serotonina, substância P e histamina.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria da Comporta.
	
	
	
	- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
	
	
	- Nenhuma afirmativa está correta.
	
	
	- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
	
	
	- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
	
	
	- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
	
Explicação:
A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		São terminações nervosas livres dos neurônios que fazem a detecção de lesão tecidual:
	
	
	
	esclerótomos
	
	
	lesão física
	
	
	dermátomos
	
	
	definição para dor.
	
	
	nociceptores
	
Explicação:
Nociceptores são terminações nervosas responsáveis pela nocicepção. Anocicepção é uma das duas possíveis manifestações de dor persistente. A outra manifestação de dor persistente é a dor neuropática que ocorre quando nervos no sistema nervoso central ou periférico não estão funcionando corretamente.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Embora com terminologia criticada por alguns autores, a dor fisiológica é aquela que induz respostas protetoras, com intuito de interromper a exposição ao estímulo nocivo, como:
	
	
	
	as dores crônicas
	
	
	o reflexo de retirada (ou reação de fuga),
	
	
	os reflexos de endireitamento
	
	
	as dores somáticas.
	
	
	os reflexos primitivos d) os reflexos de endireitamento e) as dores somáticas.
	
Explicação:
O reflexo de retirada ocorre quando você recebe um estímulo doloroso na pele (espetar o dedo em um prego, por exemplo) e inconscientemente responde com a retirada imediata da mão a pata imediatamente. O reflexo de retirada é um reflexo polissináptico, isto é, o estímulo nocivo ativa o receptor que manda um potencial de ação ao longo do neurônio aferente. A resposta é a contração dos músculos flexores e a inibição dos músculos extensores, o que resultana retirada do membro.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor.
	
	
	
	- Nenhuma afirmativa está correta.
	
	
	- segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto.
	
	
	- A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central.
	
	
	- A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta.
 
	
	
	- Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
	
Explicação:
Quarta teoria da dor: - Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade.
		1.
		Podemos conceituar e classificar a dor em Patológica e Fisiológica, neste contexto qual característica descrita se refere a dor Patológica?
	
	
	
	- Todas as afirmativas estão CORRETAS.
	
	
	- provém das vísceras ou órgãos. Um exemplo deste tipo de dor é a dor abdominal ou torácica. Caracteriza-se por dor surda, difícil de localizar, que é frequentemente acompanhada de reações nervosas autonómicas.
 
	
	
	- age como um mecanismo protetor, para incitar o indivíduo se afastar de uma possível fonte de lesão.
	
	
	- resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora, é resultado de um processo inflamatório crônico.
	
	
	- é uma sensação que pode ser expressa em graus de desconforto provinda dos receptores específicos. Este tipo de dor está relacionado com o grau de lesão dos tecidos.
	
Explicação:
Dor Patológica: resposta exagerada muito além de sua utilidade protetora é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		O entendimento da dor não deve se limitar a sua expressão neurosensitiva, e sim também como uma mensagem emocional, uma metáfora perceptiva. Pode ser uma sensação adaptativa, um alerta precoce para proteger o corpo de lesões teciduais, ou eventualmente ser uma má adaptação, refletindo um funcionamento patológico do sistema nervoso. De tal forma que existe a dor como uma experiência sensitiva e a dor como uma metáfora perceptiva de sofrimento, de aflição ou mágoa. Desta forma podemos classificar a dor em aguda e crônica, com relação à dor crônica é correto afirmar:
(A) Aquela que dura um curto período de tempo, geralmente menos de um mês. Por exemplo: a dor associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou à cólica menstrual.
(B) As dores são consideradas fisiológicas, como um sinal de alerta, da maior importância para a sobrevivência. Tem duração limitada no tempo e espaço, cessando com a resolução do processo nóxico.
(C) não têm a finalidade biológica de alerta e sobrevivência e podemos dizer que se constituem como verdadeiramente uma doença. Com relação ao aspecto temporal, as definições variam quanto sua conceituação, da duração de mais de três ou seis meses, ou as que persistem após a cura da lesão inicial.
(D) é aquela que persiste ou recorre por > de 3 meses, persiste por > de 1 mês após a resolução de uma lesão tecidual aguda ou acompanha uma lesão que não se cura.
	
	
	
	- As afirmativas C e D estão corretas
	
	
	- As afirmativas A e C estão corretas
	
	
	- Todas as afirmativas estão corretas.
 
	
	
	- Somente a afirmativa C está correta.
	
	
	- As afirmativas A e B estão corretas
	
Explicação:
Aquela que dura um curto período de tempo, geralmente menos de um mês. Por exemplo: a dor associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou à cólica menstrual. A dor denominada aguda é aquela que surge repentinamente e tem sua duração limitada. Geralmente tem função de alertar o indivíduo da existência de alguma lesão ou disfunção geral no organismo. Este tipo de dor pode ter duração mais prolongada, de até três meses.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		A TENS usada com estímulos com alta intensidade e baixa freqüência provocam liberação de substancias endorfínicas com conseqüente analgesia mais duradoura. Podemos citar como contra indicações para seu uso:
	
	
	
	pacientes portadores de marcapasso cardíaco, disritmias e grandes implantes metálicos, presença de grandes próteses metálicas e também na gravidez no primeiro trimestre.
	
	
	osteoartrose, pacientes portadores de marcapasso cardíaco, disritmias e grandes implantes metálicos e na síndrome dolorosa miofascial.
	
	
	artrite reumatóide, presença de grandes próteses metálicas e também na gravidez no primeiro trimestre
	
	
	pacientes portadores de marcapasso cardíaco, disritmias e na síndrome dolorosa miofascial
	
	
	dor por desaferentação, pacientes portadores de marcapasso cardíaco, disritmias e grandes implantes metálicos
	
Explicação:
pacientes portadores de marcapasso cardíaco, disritmias e grandes implantes metálicos, presença de grandes próteses metálicas e também na gravidez no primeiro trimestre.
	
	
	
	 
		
	
		4.A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. Várias teorias foram sendo organizadas, a medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvido. Quanto a Teoria da Especificidade (BELL e MULLER, 1816-1826), assinale abaixo a afirmativa INCORRETA:
	
	
	
	Haveria uma atividade fisiológica basal, constante, exercida, principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semi-aberta, mas sem haver o disparo, porque os impulsos das fibras grossas, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa), aumentando a inibição e não permitindo a ação sobre as células T que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semi-fechada.
	
	
	Os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras deltaA e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo pelo feixe espinotalâmico lateral.
	
	
	Seria uma conexão periferia-cérebro direta.
	
	
	Somente estímulos dolorosos seriam levados pela fibras deltaA e delta-C dos nervos periféricos até a medula.
	
	
	A dor é descrita como uma sensação física específica e levou à prática moderna de ¿arrancar¿ a dor, ou o tecido de onde se acredita que a dor se origine.
	
Explicação:
Especificidade - Os vários receptores não só diferem morfologicamente entre sí, mas também diferenciam-se pelo fato de cada um servir apenas a uma modalidade sensitiva. Isto eqüivale a dizer que os corpúsculos de Ruffini reagem normalmente apenas ao calor; os de Golgi-Mazzoni respondem apenas à pressão, ou seja, se a pressão for aplicada aos receptores de Ruffini, eles não iniciarão um impulso e nem o calor aplicado aos de Golgi-Mazzoni provocará qualquer resposta. À propriedade do receptor responder apenas a um tipo particular de estímulo, toma o nome de especificidade. Todavia, é preciso lembrar que a especificidade aplica-se apenas dentro dos limites normais ou fisiológicos da intensidade do estímulo.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa. Leia as afirmativas abaixo sobre dor crônica e assinale a INCORRETA:
	
	
	
	a dor crônica pode estar associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou a cólica menstrual.
	
	
	as repercussões funcionais e psicossociais da dor crônica não controlada comprometem a qualidade de vida do geronte
	
	
	há repercussão como fadiga, depressão, diminuição de socialização, anorexia, anormalidades do sono e da marcha e a imobilidade.
	
	
	os sinais neurovegetativos geralmente são ausentes.
	
	
	a causa geralmente é relacionada a doenças (por exemplo: neuropatia diabética, osteoartrite de joelho).
	
Explicação:
A dor crônica pode estar associada à extração de um dente, cirurgia ortopédica ou a cólica menstrual.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		A dor é um sentimento angustiante, muitas vezes causado por estímulos intensos ou prejudiciais, por ser  é um fenômeno complexo e subjetivo, definir a dor tem sido um desafio. A definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor é amplamente utilizada: "A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos", logo temos alguns conceitos como dor visceral, assinale a afirmativa correta para dor visceral.
	
	
	
	Proveniente de estiramento, distensão ou inflamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata.
	
	
	Originada de lesões em ossos, articulações, músculos e pele. Descrita em humanos como localizada, constante, lancinante, contínua e pulsante.
	
	
	Age como mecanismo protetor, para incitar o indivíduo a se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos ou contato com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria.
	
	
	Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada.
	
	
	Ausência de dor em presença de um estímulo que normalmente seria doloroso.
	
Explicação:
Proveniente de estiramento, distensão ou inflamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		A dor é um sentimento angustiante, muitas vezes causado por estímulos intensos ou prejudiciais, por ser  é um fenômeno complexo e subjetivo, definir a dor tem sido um desafio. A definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor é amplamente utilizada: "A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos", logo temos alguns conceitos como dor patológica e dor fisiológica, o que podemos definir como dor patológica.
	
	
	
	Proveniente de estiramento, distensão ou inflamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata.
	
	
	Ausência de dor em presença de um estímulo que normalmente seria doloroso.
	
	
	Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada.
	
	
	Age como mecanismo protetor, para incitar o indivíduo a se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos ou contato com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria.
	
	
	Originada de lesões em ossos, articulações, músculos e pele. Descrita em humanos como localizada, constante, lancinante, contínua e pulsante.
	
Explicação:
Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa, e em categorias básicas, conforme os mecanismos fisiopatológicos: dor nociceptiva, neuropática e psicogênica. Podem ser consideradas dores neuropáticas:
	
	
	
	Polineuropatia diabética, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
	
	
	Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, gastrite e neuralgia do trigêmio;
	
	
	Síndrome do túnel do carpo, Síndrome do túnel do tarso e polineuropatia diabética;
	
	
	Artropatias, mialgias, traumatismos ou queimaduras, doenças inflamatórias não articulares;
	
	
	Polineuropatia diabética, mialgias, Síndrome do túnel do carpo, doenças inflamatórias não articulares.
	
Explicação:
A Dor Neuropática é definida como dor causada por lesão ou disfunção do sistema nervoso, como resultado da ativação anormal da via nociceptiva (fibras de pequeno calibre e trato espinotalâmico). As principais causas desta síndrome são: diabetes melito, neuralgia pós-herpética, neuralgia trigeminal, dor regional complexa, acidente vascular encefálico, esclerose múltipla, lesão medular, entre outros. 
		1.
		A experiência dolorosa não se restringe apenas a sua intensidade, sendo muito mais ampla. Existem três dimensões a serem consideradas, podemos afirmar que são?
	
	
	
	-subjetiva-sensorial, cognitiva-otivacional e sensorial-discriminativa
 
	
	
	- motivacional-cognitiva, cognitiva-sensorial e sensorial-motivacional
	
	
	- sensiorial-discriminativa,a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa.
	
	
	-Todas as afirmativas estão INCORRETAS
	
	
	- Sensorial-motivacional, motivacional-subjetiva e a cognitiva-subjetiva
	
Explicação:
Há 3 dimensões da dor a serem consideradas: - sensiorial-discriminativa, a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa.Todas sustentadas por sistemas fisiologicamente especializados no Sistema Nervoso Central (SNC). A necessidade de abrangência desta realidade fez surgirem às escalas multidimensionais para a avaliação da dor.
 
	
	
	
	 
		
	
		2.
		O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais. Existem vários caminhos para avaliar a dor, mesmo sendo uns sintomas subjetivos, que se dividem em Unidimensionais e multidimensionais. Quais das afirmativas abaixo estão relacionadas à avaliação Multidimensionais?
	
	
	
	- Escala Comportamental.
	
	
	- Questionário de Oxford
	
	
	- Questionário McGill de Avaliação da Dor.
	
	
	- Escala de Faces.
 
	
	
	- Escala de categoria de palavras.
	
Explicação:
Instrumentos multidimensionais.
São aplicados para avaliar e medir as diferentes dimensões da dor, a partir de diferentes indicadores de respostas e suas interações. As principais dimensões avaliadas são a sensorial, a afetiva e a avaliativa. Algumas escalas multidimensionais incluem indicadores fisiológicos, comportamentais, contextuais e também os auto registros por parte do paciente. Exemplos desses instrumentos são a escala de descritores verbais diferenciais, como o Questionário McGill de Avaliação da Dor.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Os instrumentos de avaliação da dor são unidimensionais, permitindo quantificar apenas a intensidade da dor. Os mecanismos ideais de avaliação são multidimensionais, levando em conta a intensidade, localização e o sofrimento ocasionado pela experiência dolorosa. Um exemplo de método multidimensional para avaliação da dor é:
	
	
	
	A escala Numérica
	
	
	O questionário de Bell
	
	
	Escala de faces de Wong‐Bake
	
	
	A escala Visual Analógica (EVA)
	
	
	 O questionário McGill
	
Explicação:
Questionário de Dor de McGill:
Este é o único instrumento que avalia as várias dimensões da dor: sensitiva, afetiva, avaliativa. É composto por 20 grupos de palavras onde cada uma delas é um tipo de dor, sendo que os grupos são numerados de acordo com a intensidade,
	
	
	
	 
		
	
		4.
		O limiar de dor fisiológico pode ser definido como:
	
	
	
	redução ou perda da sensibilidade e motricidade no território inervado.
	
	
	uma síndrome dolorosa com alta incidência.
	
	
	o ponto ou momento em que um dado estímulo é reconhecido como doloroso.
	
	
	uma resposta fisiológica normal, predita que decorre de um estímulo mecânico, térmico ou químico, com períodos de exacerbação.
	
	
	o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado.
	
Explicação:
Os termos Limiar e Tolerância passam muitas vezes desapercebidos em vários livros e artigos sobre dor. Ninguém dá muita bola. Mas, tudo isso irá mudar. Apresento a vocês, curtidores, os meus bons amigos Limiar (o mínimo ¿ ¿complexado¿) e Tolerância (o máximo ¿ ¿se acha¿). Você irá gostar deles.
O limiar da dor significa a intensidade mínima de estímulo que é percebido como dor. Funciona como uma assinatura, cada um tem o seu e ele não muda, fica quietinho lá no canto dele. ¿Totalmente complexado¿.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Para avaliação da dor crônica indica-se a utilização de instrumentos multidimensionais que permitem avaliar a questão álgica de forma mais complexa e abrangente.
POR QUE
A literatura é enfática em apontar sobre a subjetividade ou vivência do fenômeno álgico, contra indicando padronizações ou uma generalização de condutas, seja em casos de dores agudas ou crônicas.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais.
Torna-se necessária uma abordagem multidimensional na avaliação dos atributos da dor, os quais incluem intensidade, duração e localização da dor, características somatossensoriais e emocionais que a acompanham.
A avaliação dor/sofrimento é sempre necessária, não só para a escolha da forma mais adequada para o controle álgico em cada caso, como também detectando a necessidade de suporte psicológico específico.
	Uma característica importante do paciente submetido cronicamente a dor é uma espécie de "adequação comportamental" ao sofrimento, o que costuma confundir em muito as pessoas que o cercam, às vezes gerando dúvidas quanto a real presença da dor.
	 
Os mecanismos de defesa emocionais desenvolvidos pelo paciente para suportar a dor fazem seus cuidadores desconfiarem de sua existência.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		Uma parte do diálogo mantido entre um médico de um time de futebol, e um grupo de jornalistas, que cobria o dia a dia dos jogadores, revela como o estudo da dor é complexo e intrigante. ¿... Eu sempre aceitei a dor desse jogador, mesmo achando que os exames clínicos eram normais. Mas a dor é um artefato subjetivo...¿, comentou o médico.
POR QUE
O problema da avaliação e da mensuração da dor torna-se genuinamente um problema psicofísico, envolvendo a detecção, a discriminação e a magnitude da sensação a estímulos dolorosos.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	 As duas afirmações são falsas.
	
	
	 As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	 A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	 A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
Explicação:
O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais.
Torna-se necessária uma abordagem multidimensional na avaliação dos atributos da dor, os quais incluem intensidade, duração e localização da dor, características somatossensoriais e emocionais que a acompanham.
A avaliação dor/sofrimento é sempre necessária, não só para a escolha da forma mais adequada para o controle álgico em cada caso, como também detectando a necessidade de suporte psicológico específico.
	Uma característica importante do paciente submetido cronicamente a dor é uma espécie de "adequação comportamental" ao sofrimento, o que costuma confundir em muito as pessoas que o cercam, às vezes gerando dúvidas quanto a real presença da dor.
	 
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Em avaliações do componente afetivo da dor quais as características descritas se encaixam neste perfil?
	
	
	
	- medo, tempo e estresse.
	
	
	- sensações neurovegetativas, tempo e pressão.
	
	
	- estresse, temperatura e pressão
 
	
	
	 
- tensão, medo e expressões neurovegetativas.
	
	
	- tempo, espaço, pressão e temperatura.
	
Explicação:
Avaliações do componente afetivo abrangem termos como tensão, medo e expressõesneurovegetativas que compõem a experiência dolorosa. Já os descritores da classe avaliativa permitem a avaliação global da experiência dolorosa.
 
	
	
	
	 
		
	
		8.
		A avaliação da dor crônica é mais complexa em relação à dor aguda, pois envolve vários componentes. Podemos afirmar que na avaliação da dor crônica deverão ser enfatizados aspectos relacionados:
Componentes psíquicos, socioculturais, estado emocional.
Alteração de personalidade e conduta (perdas e ganhos).
Relações familiares, de trabalho, lazer e crenças.
Adesão ao tratamento farmacológico e em outras terapias não medicamentosa
Estão corretas as afirmativas:
	
	
	
	 II e III apenas.
	
	
	 I, III e IV apenas.
	
	
	I, II, III e IV.
	
	
	 I, II e III apenas.
	
	
	 Somente a II.
	
Explicação:
A dor crônica é conhecida como aquela dor com mais de 6 meses de duração. Este é um caso particular de dor com características próprias que vão além da discussão do tempo em questão.
A dor crônica não tem o mesmo efeito de uma dor aguda, ela é produto de uma lesão das vias nervosas que transmitem sinais de dores até o cérebro. Esta lesão faz com que os nervos continuem transmitindo algum sinal, por essa razão as pessoas que sofrem com alguma dor crônica sentem certos incômodos em forma de sensações como ardência, pontadas, queimação e choques que acompanham a dor.
... Artigo http://queconceito.com.br/dor-cronica
		1.
		Na década de 50, Bonica (1953) estabeleceu os alicerces do que seria a primeira clínica de dor do mundo. A partir daí, ocorreu uma multiplicação deste tipo de clínica, tanto nos Estados Unidos como em outros países, principalmente com a implantação da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). No Brasil, essas clínicas começaram a surgir após os anos 1970. O objetivo das clínicas de dor é?
	
	
	
	- abordar de forma multidisciplinar o fenômeno doloroso.
	
	
	- É uma organização de profissionais da área de saúde que se dedicam à pesquisa, ensino, diagnóstico e tratamento de pacientes com dor aguda ou crônica.
	
	
	- Deve haver um diretor, não necessariamente médico, familiarizado com a terapia da dor, para supervisionar e coordenar o atendimento de diversos profissionais.
 
	
	
	- Cada paciente tem seu diagnóstico discutido por um grupo, que se reúne regularmente. O tratamento poderá ser executado por uma equipe de médicos ou por apenas um médico e outros profissionais.
	
	
	- Geralmente está associado a um hospital universitário ou faculdade com cursos de saúde. É a unidade mais complexa.
	
Explicação:
É semelhante ao Centro Multidisciplinar de Tratamento da dor, sem, contudo incluir obrigatoriamente a pesquisa e o ensino. Reuniões regulares também são realizadas para a discussão diagnóstica e terapêutica, das quais devem participar especialistas de três áreas, pelo menos. Deverá haver sempre a presença de um psiquiatra ou psicólogo clínico, para propiciar um olhar biopsicossocial do paciente. O objetivo é ter uma maior visão clínica dos problemas apresentados pelos pacientes com dores crônicas.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Há, atualmente um número muito grande de clínicas de dor no Brasil. Esse tipo de trabalho surgiu nos Estados Unidos, principalmente com a implantação da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). No nosso país as clínicas de dor surgiram na década de:
	
	
	
	70
	
	
	50
	
	
	40
	
	
	30.
	
	
	90
	
Explicação:
70
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Na clínica de dor, a movimentação dos doentes entre as terapêuticas não é uma decisão puramente médica, apesar de a figura médica ser a responsável por definir vários encaminhamentos.  
PORQUE
Do ponto de vista do paciente, entrar no espaço da clínica da dor é mais do que se deslocar no espaço físico, significa estar aberto a experimentar em si os efeitos dos múltiplos tratamentos e olhares, aprendendo sobre si próprio através delas.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
Explicação:
O que é clínica da dor? Ela pode me ajudar?
 
A clínica de dor é especialista em cuidados da dor crônica que incide sobre diversas doenças. Algumas se especializam em diagnósticos específicos ou com dor relacionada a uma região específica do corpo. Também chamado de gerenciamento das dores clínicas, clínicas da dor muitas vezes usam uma abordagem multidisciplinar para ajudar as pessoas a ter um papel ativo na gestão da sua dor e recuperar o controle de sua vida. Estes programas estão focados na pessoa como um todo, e não apenas a dor.
O que faz uma clínica de dor?
Embora clínicas de dor diferem em seu enfoque e ofertas, a maioria envolve uma equipe de cuidados de saúde que podem ajudá-lo com uma variedade de estratégias para gerir a sua dor.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Carolina, 27 anos é encaminhada para fisioterapia com quadro de lombalgia com dor intensa a direita. Na avaliação, o fisioterapeuta identifica um quadro de introspecção e baixa estima. O fisioterapeuta deverá:
	
	
	
	Elaborar um tratamento para a escoliose, com técnicas de RPG.
	
	
	Orientar o uso de uma faixa lombar e pedir repouso absoluto, devido a gravidade da dor;
	
	
	Elaborar um tratamento inicial, reavaliando Carolina, após algum tempo para verificar analgesia;
	
	
	Encaminhá-la ao psicólogo, solicitando um parecer.
	
	
	Elaborar um tratamento somente para a dor;
	
Explicação:
Encaminhá-la ao psicólogo, solicitando um parecer.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		É importante entender que a avaliação de pacientes com dor será muito mais abrangente, com diversos olhares. As seguintes informações possibilitam à equipe uma intervenção muito mais eficaz, quais destas opções podem classificar como importante para obtermos um bom diagnóstico para o tratamento da dor?
 
I - Entrevista com o paciente.
II - Diagramas e escalas de dor
III - Avaliação psicossocial
IV - Avaliação físico-funcional
V - Exames complementares
Qual alternativa está correta.
	
	
	
	- As alternativas II e III
	
	
	- As alternativas II, III e IV
	
	
	- As alternativas I e V
 
	
	
	- Todas as alternativas estão corretas
	
	
	- As alternativas I, II e IV
	
Explicação:
É necessária a coordenação das informações obtidas de cada membro da equipe, para assegurar um plano de assistência abrangente. Surge um problema quando a equipe identifica um comprometimento indireto que não se correlaciona com um nível mais elevado de incapacidade funcional. Portanto todas as alternativas estão corretas.
 
	
	
	
	 
		
	
		6.
		Dor pós-operatória mal-controlada gera sofrimento desnecessário e pode ser deletéria à pessoa, por contribuir para o aumento da morbidade pós-peratória, aumentando o tempo de internação e elevando os custos do tratamento. Dentre essas predisposições, pode-se citar algumas. Assinale a INCORRETA:
	
	
	
	expansibilidade da caixa torácica diminuída, causando maior dificuldade para a ventilação profunda e eliminação das secreções do trato respiratório, podendo ocasionar atelectasias e infecções respiratórias
	
	
	aumento da freqüência cardíaca e a pressão arterial, resultando em maior consumo de oxigênio pelo miocárdio e o organismo de modo geral.
	
	
	diminuição da ansiedade e hostilidade, elevando a oferta de hormônios catabolizantese diminuição dos hormônios anabolizantes, o que implica em diminuição dos níveis de glicose, radicais livres, corpos cetônicos, lactato e retenção hídrica e de sódio.
	
	
	fadiga, resultando em irritação e menor motivação para cooperar com o tratamento.
	
	
	imobilidade, que pode resultar em lentificação da atividade intestinal e do esvaziamento gástrico,com ocorrência de náuseas, vômitos e maior risco de trombose venosa profunda.
	
Explicação:
Ainda que a primeira anestesia tenha assegurado a cirurgia sem dor em 1846, século e meio depois, e apesar de todos os avanços farmacológicos e tecnológicos, ainda não foi possível eliminar a dor pós-operatória nos hospitais. A dor pós-operatória ou pós-cirúrgica é aquela que decorre do ato cirúrgico, permanecendo como o sintoma pós-operatório mais vezes referido e constituindo a primeira causa de admissão e readmissão hospitalar após um ato deste tipo.
A dor pós-operatória decorre das manipulações específicas do ato cirúrgico e da libertação de substâncias que induzem dor. A dor pós-cirúrgica caracteriza-se por ser aguda, previsível e autolimitada no tempo. É uma dor de tipo nocicetiva (que resulta de um estímulo que causa dor), associada a reações vegetativas, psicológicas, emocionais e comportamentais. Se não for adequadamente tratada, pode tornar-se crônica.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Observa-se que as terapêuticas não-convencionais, para o tratamento da dor em clinicas de dor, têm um atrativo especial, à medida que são reconhecidas pela maioria dos doentes como uma importante fonte de alívio.
PORQUE
A dificuldade em aceitar o uso contínuo das medicações é um motivo que pode ser atribuído para a preferência pelas práticas não-convencionais.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
O que é clínica da dor? Ela pode me ajudar?
 
A clínica de dor é especialista em cuidados da dor crônica que incide sobre diversas doenças. Algumas se especializam em diagnósticos específicos ou com dor relacionada a uma região específica do corpo. Também chamado de gerenciamento das dores clínicas, clínicas da dor muitas vezes usam uma abordagem multidisciplinar para ajudar as pessoas a ter um papel ativo na gestão da sua dor e recuperar o controle de sua vida. Estes programas estão focados na pessoa como um todo, e não apenas a dor.
O que faz uma clínica de dor?
Embora clínicas de dor diferem em seu enfoque e ofertas, a maioria envolve uma equipe de cuidados de saúde que podem ajudá-lo com uma variedade de estratégias para gerir a sua dor.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		 "A estratégia do trabalho em equipe interdisciplinar em clínicas de dor, implantadas nos últimos 25 anos representa uma nova leitura acerca das práticas, valores, atitudes e conhecimentos de todos os indivíduos envolvidos nessas propostas sociais, ampliando as ações a serem realizadas pelos profissionais da saúde e aumentando os limites e as possibilidades de atuação, exigindo novas habilidades e qualificações.¿
Nesse sentido, a finalidade do trabalho em equipes multiprofissionais na área da saúde é
 
	
	
	
	proporcionar uma reorientação nas diretrizes curriculares dos cursos da grande área da saúde, com a articulação de saberes e práticas durante a formação acadêmica dos estudantes, buscando desenvolver habilidades voltadas ao atendimento preventivo de populações em condições de risco.
	
	
	dar condições para que, no curto prazo, o Ministério da Saúde e o Sistema Único de Saúde possam reduzir os gastos com o sistema hospitalar, deslocando o foco da visão tradicional da medicina curativa para as intervenções de formação e prevenção de doenças.
	
	
	proporcionar o enfrentamento e a resolução de problemas identificados pela articulação de saberes e práticas com diferentes graus de complexidade, integrando distintos campos do conhecimento e desenvolvendo habilidades e mudanças de atitudes nos profissionais envolvidos.
	
	
	garantir uma base comum de conhecimento, valores e práticas que permitam o efetivo trabalho dessas equipes nas unidades básicas de saúde e sua gestão com base no ato médico.
	
	
	diversificar as especialidades médicas e paramédicas que têm crescido em diferentes graus de complexidade tecnológica a partir da década de 1990, o que tem possibilitado acompanhar a demanda populacional por tratamento e informações de qualidade.
	
Explicação:
proporcionar o enfrentamento e a resolução de problemas identificados pela articulação de saberes e práticas com diferentes graus de complexidade, integrando distintos campos do conhecimento e desenvolvendo habilidades e mudanças de atitudes nos profissionais envolvidos.
		1.
		Os idosos se beneficiam de intervenções físicas e de reabilitação como acupuntura, estimulação nervosa transcutânea, massoterapia, termoterapia superficial e profunda, exercícios de alongamento etc. Há evidências do benefício com exercício físico regular, especialmente em casos de dores de origem muscular.
PORQUE
Uma vantagem destas técnicas não farmacológicas é que envolvem baixo risco de eventos adversos quando realizadas sob adequada supervisão profissional.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
Explicação:
A cinesioterapia traz inúmeros benefícios à saúde do paciente, dentre alguns estão: a redução de dores musculares localizadas, o reajuste muscular, aumento da amplidão de movimentos que o paciente realiza e reeducação da postura. Todos estes benefícios remetem-se a melhora do bem-estar e satisfação dos pacientes em seu dia a dia, que poderá realizar exercícios e atividades corriqueiras com mais autonomia, autoconfiança e tranquilidade.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		A prescrição da cinesioterapia é tão importante quanto à de medicamentos, pois quando ela é executada adequadamente, torna-se um agente terapêutico muito eficaz na recuperação funcional dos pacientes com dor musculoesquelética. Com isso podemos afirmar que os requisitos básicos para um programa de cinesioterapia são:
	
	
	
	- Todas as alternativas estão corretas.
	
	
	- Critérios; adequações; identificação e assistência
	
	
	- Adequações; equilíbrio muscular; identificação e assistência
	
	
	- Critérios; adaptações; adequações; avaliação e identificação.
	
	
	- Causalidade; equilíbrio muscular e assistência
 
	
Explicação:
Aula 6 slide 3
A prescrição da cinesioterapia é tão importante quanto à de medicamentos, pois quando ela é executada adequadamente, torna-se um agente terapêutico muito eficaz na recuperação funcional dos pacientes com dor musculoesquelética. Com isso podemos afirmar que os requisitos básicos para um programa de cinesioterapia são: Critérios; adaptações; adequações; avaliação e identificação.
 
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Cinesioterapia é um ramo da fisioterapia que se dedica a terapia com movimentos, estes responsáveis pela reabilitação de funções motoras do corpo.
Etimologicamente, cinesioterapia se originou a partir da junção das palavras gregas: kínesis, que significa movimento, e therapeia, que quer dizer terapia¿. Esta terapia é estudada através da cinesiologia, que significa estudo do movimento.Na prática, posso afirmar que a cinesioterapia consiste  de :
	
	
	
	A cinesioterapia costuma ser aplicada em consonância com outras terapias, como a hidroterapia, terapias manuais e etc.
	
	
	A cinesioterapia auxilia a aliviar as dores musculares, na amplitude dos movimentos do corpo, na melhoria da postura, entre outros benefícios.
	
	
	Todas as afirmativas estão corretas
	
	
	Entre alguns dos exercícios terapêuticos aplicados na cinesioterapia estão: alongamentos, reeducação da postura, equilíbrio corporal, coordenação motora, exercícios respiratórios, e etc.
	
	
	Movimentos ativos e passivos, de caráter terapêutico,
	
Explicação:
Cinesioterapia é um ramo da fisioterapia que se dedica a terapia com movimentos, estes responsáveis pela reabilitação de funções motoras do corpo.
Etimologicamente, cinesioterapia se originou a partir da junção das palavras gregas: kínesis, que significa ¿movimento¿, e therapeia, que quer dizer ¿terapia¿. Esta terapia é estudada através da cinesiologia, que significa ¿estudo do movimento¿.
Na prática, a cinesioterapia consiste na execução de movimentos ativos e passivos, de caráter terapêutico, com o intuito de encontrar todos os pontos de disfunção do corpo e aplicar a terapia adequada para cada situação.
Os movimentos ativos são aqueles realizados pelo próprio paciente, enquanto que os passivos são feitos com auxílio total do terapeuta.
A cinesioterapia costuma ser aplicada em consonância com outras terapias, como a hidroterapia, terapias manuais e etc.
Entre alguns dos exercícios terapêuticos aplicados na cinesioterapia estão: alongamentos, reeducação da postura, equilíbrio corporal, coordenação motora, exercícios respiratórios, e etc.
A cinesioterapia auxilia a aliviar as dores musculares, na amplitude dos movimentos do corpo, na melhoria da postura, entre outros benefícios.
Normalmente, esta terapia costuma ser recomendada para indivíduos com problemas neurológicos, cardíacos, respiratórios, disfunções ortopédicas e que sofreram lesões no sistema músculo-esquelético.
A técnica da cinesioterapia também pode ser aplicada para a recuperação da função respiratória, através de exercícios que ajudam a melhorar o movimento de ventilação da respiração. Esta terapia é conhecida como cinesioterapia respiratória.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos e podemos classificá-los como:
	
	
	
	- Movimentos passivos relaxados; Movimentos acessórios;
	
	
	- Estiramento sustentado controlado.
 
	
	
	- Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	- Manipulações articulares;
	
	
	- Técnicas de mobilização manual passiva; Mobilizações articulares;
	
Explicação:
Aula 6 slide 5
Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos e podemos classificá-los como:
- Movimentos passivos relaxados; Movimentos acessórios;
- Técnicas de mobilização manual passiva; Mobilizações articulares;
- Manipulações articulares;
- Estiramento sustentado controlado.
 
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos que podemos definir como efeitos dos movimentos passivos relaxados assinalem a resposta correta.
	
	
	
	- Diminuição do quadro álgico;
	
	
	- Manutenção da mobilidade articular.
 
	
	
	- Todas as alternativas estão corretas.
	
	
	- Aumento da amplitude perdida;
	
	
	- Manutenção das funções normais das articulações sobre as quais atua nas articulações vizinhas.
 
	
Explicação:
Aula 6 slide 5
Efeitos dos movimentos passivos: - Manutenção das funções normais das articulações sobre as quais atua nas articulações vizinhas.
- Aumento da amplitude perdida;
- Diminuição do quadro álgico;
- Manutenção da mobilidade articular.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		A síndrome dolorosa pós-mastectomia é definida pela International Association for Study of Pain (IASP) como dor crônica que se inicia após a mastectomia ou a quadrantectomia, localizada na face anterior do tórax, axila e/ou na metade superior do braço e que persiste por período superior a três meses após a cirurgia. Leia as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA:
	
	
	
	A prática da cinesioterapia após intervenções cirúrgicas tem fundamental importância na prevenção e tratamento da dor e para o restabelecimento da função física e reinserção laboral, social e funcional das mulheres mastectomizadas
	
	
	O sintoma dor, no pós-operatório de mastectomia, merece atenção por estar diretamente relacionado ao bem estar físico e emocional, ao desempenho e realização das atividades da vida diária (AVD), bem como a qualidade de vida (QV).
	
	
	A cinesioterapia precoce, por meio de exercícios de alongamento, exercícios ativo-livres e ativo-assistidos do membro superior prejudicam na profilaxia e terapêutica dos sintomas álgicos nas mulheres mastectomizadas
	
	
	O comprometimento funcional e a queixa de dor são sintomas comuns no pós-operatório do câncer de mama e a cinesioterapia tem um papel importante na reabilitação pós mastectomia.
	
	
	O medo de movimentar o membro e a inatividade no pós-operatório de mastectomia leva ao comprometimento gradual da força muscular e da flexibilidade, e prejuízo da amplitude de movimento (ADM), o que predispõe ao aparecimento da dor.
	
Explicação:
 Pós operatório é marcado por dificuldade na movimentação do braço e do ombro e por dor. A paciente terá dificuldade de encostar a mão na nuca, vestir suas blusas, escovar os cabelos, abotoar o sutiã. Essa limitação é causada pela dor ocasionada devido à tração da pele e dos músculos da axila, do tórax e do braço e devido à manipulação cirúrgica. Poderão aparecer sensações de peso nos braços, formigamento, queimação ou dormência.
O objetivo da fisioterapia é restabelecer brevemente a função de braço, prevenir complicações respiratórias, diminuir a dor e prevenir a formação de linfedema, cicatrizes, fibroses e aderências. Para isto você deve seguir corretamente as orientações fornecidas pelo seu fisioterapeuta e realizar os exercícios propostos por ele.
O pós-operatório imediato é o período logo após o término da cirurgia, nessa fase objetiva-se identificar alterações neurológicas ocorridas durante o ato operatório, presença de sintomatologias álgicas, edema linfático precoce e alterações na dinâmica respiratória. O fisioterapeuta irá orientá-la a posicionar o braço na cama com o auxílio de travesseiros e já iniciam-se alguns exercícios leves para o braço e exercícios respiratórios. Nessa fase os exercícios respiratórios são muito importantes, eles te ajudarão a recuperar a função pulmonar e prevenir complicações respiratórias. Nessa fase ainda, o fisioterapeuta lhe ensinará a fazer a automassagem, que é uma drenagem linfatica que você mesmo fará no seu corpo e ajudará a prevenir a presença de inchaço no braço.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Termoterapia é uma disciplina que está incluída dentro da fisioterapia e é definida como a arte e a ciência de tratar doenças e lesões pelo calor.
O calor pode ser aplicado de algumas formas terapeuticas, tais como:
	
	
	
	Radiação, conversão e magnetismo
	
	
	Telemetria , convecção e magnetismo
	
	
	Magnetismo , fixação e telemetria
	
	
	Conversão , magnetismo e telemetria
	
	
	Radiação , condução ou convecção
	
Explicação:
O calor pode ser aplicado terapêutica por radiação , condução ou convecção usando vários métodos, a partir de infravermelhos para aplicações de parafina e podem ser aplicados em níveis de tecidos profundos (ver também a superfície ou eletroterapia alta frequência).
	
	
	
	 
		
	
		8.
		A liberação miofascial tem por objetivo liberar restrições nos tecidosque impedem o livre movimento do corpo.
PORQUE
As restrições causam rigidez e limitação motora com disfunções, por exemplo, nas atividades do dia-a-dia, e para a saúde do organismo e estas restrições estão associadas ao aparecimento de sintomas indesejáveis, como a dor.
 
 
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
Explicação:
A liberação miofascial é uma técnica especializada de alongamento que libera as tensões e realinha o corpo. Esse objetivo é alcançado pressionando-se, com os dedos, alguns pontos do corpo para que haja maior liberdade entre o músculo e a fáscia. Os benefícios são vários, dentre eles:
Liberar as tensões e dores musculares crônicas;
Liberar o movimento das articulações e melhora a flexibilidade;
Modificar a distribuição da massa muscular;
Melhorar a circulação e a respiração;
Promover mudanças progressivas nos níveis físico e emocional;
Aumentar a consciência corporal.
Promover maior mobilidade e amplitude de movimento
Reduzir a rigidez arterial e melhora da função endotelial vascular
		1.
		O calor sobre a superfície corporal leva a alterações na função celular decorrentes da produção de metabólitos e dióxido de carbono pela redução de tensão de oxigênio e pela produção de bradicinina e análogos histamínicos. O calor causa analgesia, fenômeno que pode ser explicado pela teoria da comporta, descrita por Melzach e Wall (1965) ou pela ação das endorfinas liberadas nesse processo. Podemos citar como efeitos fisiológicos do calor:
	
	
	
	Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
	
	Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, aumento do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
	
	Diminuição da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, diminuição do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
	
	Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, diminuição do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
	
	Diminuição da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
Explicação:
Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		A estimulação elétrica transcutânea do nervo (TENS; do inglês, transcutaneous electrical nerve stimulation) ou eletroestimulação transcutânea serviria para denominar qualquer das correntes terapêuticas de aplicação periférica, pois, como o próprio nome diz, é uma estimulação do nervo através da pele, implicando uma corrente com intensidade suficiente para provocar a despolarização dos nervos sensoriais. Essa modalidade corresponde ao processo de alterar a percepção da dor por meio de uma corrente elétrica. A eficácia desse tratamento é tão variável quanto suas técnicas de aplicação. Quais das variáveis abaixo não altera a eficácia do tratamento?
	
	
	
	Limiar individual para dor
	
	
	Alimentação do aparelho de TENS em 126v ou 220v
	
	
	Posicionamento dos eletrodos
	
	
	Modulação da intensidade e frequência da corrente
	
	
	Natureza da dor
	
Explicação:
 A TENS tem como sua principal utilização o controle da dor. Ela diminui a percepção da dor no paciente, reduzindo a condutividade e a transmissão dos impulsos dolorosos das pequenas fibras de dor para o sistema nervoso central (SNC). Pode também afetar as grandes fibras motoras e interferir no padrão normal de proteção do músculo, reduzindo ainda mais os estímulos dolorosos. 
Os parâmetros a serem configurados no aparelho são frequência, duração do pulso e intensidade, que sofrerão variação de acordo com os objetivos de tratamento. A tensão comercial da energia elétrica (126v / 220v) não afeta seu funcionamento seus efeitos terapeúticos.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Verifica-se que ainda há poucos trabalhos que investigaram os efeitos do laser de baixa intensidade na supressão da dor em Ortodontia, e os protocolos de aplicação do laser ainda se apresentam muito variáveis.
                                                                                    PORQUE
O laser terapêutico tem o poder de reduzir a dor por meio de dois mecanismos diferentes: estimulando a produção de betaendorfina, um mediador natural produzido pelo organismo para reduzir a dor; e inibindo a liberação do ácido araquidônico a partir das células lesadas, que geraria metabólitos que interagem com os receptores da dor.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
Explicação:
Laser ¿ Light Amplification Stimulatated Emision of Radiation (Amplificação de luz por emissão estimulada de radiação)
A radiação do laser é constituída por ondas eletromagnéticas, visíveis ou não de acordo com o comprimento de ondas das mesmas. O caráter de amplificação explica-se pela alta concentração de energia que é explicada por um grande número de fotóns dos quais é constituída. O laser é uma emissão de luz coerente, monocromática com grande concentrações de energia, capaz de provocar alterações físicas e biológicas.
Efeitos terapêuticos
¿ Analgesia : Efeito muito discutido dentro da laserterapia , teorias postulam uma estimulação que liberaria beta- endorfina
¿ Anti- Inflamatório : Inibe a síntese das prostaglandinas .
¿ Ação fibrinolítica
¿ Estimulação da cicatrização (devido principalmente ao estimulo para a divisão celular )
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Ao avaliar um paciente com quadro de cervicalgia iniciada há 8 meses o fisioterapeuta optou pelo uso do TENS como terapêutica efetiva. Levando-se em consideração o uso deste recurso, indique a modulação apropriada para este paciente no tocante ao tipo de TENS, a frequencia de pulsos, largura (duração) de pulso, e indique também qual o mecanismo de ação necessário para tratar esta afecção.
	
	
	
	TENS Breve e intenso; frequencia alta; largura de pulso baixa; Teoria das comportas
	
	
	TENS acupuntura; frequencia baixa; largura de pulso alta; Liberação de opióides
	
	
	TENS acupuntura; frequencia baixa; largura de pulso baixa; Liberação de opiódes
	
	
	TENS convencional; frequencia baixa; largura de pulso alta; Teoria das comportas
	
	
	TENS convencional; frequencia alta; largura de pulso alta; Teoria das comportas
	
Explicação:
O aparelho TENS, também conhecida por neuroestimulação elétrica transcutânea, é um método eficaz, seguro e não invasivo de tratamento de dores crônicas e agudas, sem que seja necessário o uso de medicamentos.
Os aparelhos de TENS são um dos recursos mais utilizados em fisioterapia para o tratamento da dor relacionada com artrite, tendinite, reumatismo ou luxações, por exemplo.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Dentre os vários aspectos a serem observados durante a aplicação da TENS, Low e Reed (2001) destacam a colocação dos eletrodos com as seguintes sugestões de utilização:
	
	
	
	- Sobre os pontos gatilho (trigger points) ou de acupuntura, considerados locais de preferência.
 
	
	
	- No exato ponto da dor (ou mais perto possível do local de maior dor) é a forma mais comum decolocação dos eletrodos;
 
	
	
	- Dentro do mesmo dermátomo, miótomo, os eletrodos podem ser colocados fazendo passar a corrente através do eixo longo do dermátomos;
 
	
	
	- Na estimulação de nervos periféricos, os eletrodos são colocados no exato trajeto dos nervos em regiões nas quais eles estão mais superficiais.
 
 
	
	
	- Todas as alternativas estão corretas.
	
Explicação:
Aula 7 slide 5
Sugestões de utilização da TENS :
Dentre os vários aspectos a serem observados durante a aplicação da TENS, Low e Reed (2001) destacam a colocação dos eletrodos com as seguintes sugestões de utilização:
- No exato ponto da dor (ou mais perto possível do local de maior dor) é a forma mais comum de colocação dos eletrodos;
- Dentro do mesmo dermátomo, miótomo, os eletrodos podem ser colocados fazendo passar à corrente através do eixo longo do dermátomos;
- Sobre os pontos gatilho (trigger points) ou de acupuntura, considerados locais de preferência.
- Na estimulação de nervos periféricos, os eletrodos são colocados no exato trajeto dos nervos em regiões nas quais eles estão mais superficiais.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		A Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) como eletroterapia de baixa frequência, estimula seletivamente as fibras táteis de diâmetro largo sem ativar as fibras nociceptivas de menor diâmetro, promove o alívio da dor e com isso ganhos funcionais (CHIARELLO; DRIUSSO; RADL, 2005). A TENS é considerada a eletroterapia mais usada para produzir o alívio da dor, e é popular por não ser invasiva, ser fácil de administrar e ter poucos efeitos colaterais (KITCHEN, 2003). Desta forma podemos afirmar que a TENS apresenta as seguintes características:
I - Seu mecanismo de ação é defendido como uma teoria de que nessa modalidade terapêutica haveria alteração nos sistemas modulares da dor ativando o sistema supressor, envolvendo a teoria das comportas.
II - estímulos de baixa intensidade, alta frequência e baixa amplitude, conduzidos através das fibras periféricas mielinizadas de grosso calibre para o corno posterior da medula, ocasionam inibição do sistema excitatório pelas fibras de fino calibre.
III - Os estímulos da TENS, preferencialmente utilizados para analgesia, utilizam frequências de 80 e 150 Hz, com comprimento de pulso de 60 a 150 microssegundos e amplitude de 12 a 20 mA.
IV ¿ Tem como principal indicação a dor por desaferentação, na artrite reumatóide, osteoartrose e na síndrome dolorosa miofascial.
Assinale a afirmativa correta.
	
	
	
	- Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	- Somente as afirmativas I e II estão corretas.
	
	
	- Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
	
	
	- Somente a afirmativa I está correta.
	
	
	- Somente a afirmativa IV está correta.
 
	
Explicação:
 
Aula 7 slide 4
A TENS (Estimulação elétrica nervosa Transcutânea) é um procedimento cuja finalidade é proporcionar analgesia. De acordo com Kitchen (2003) esse tipo de estimulação tem como objetivo ativar seletivamente fibras Aβ de diâmetro largo sem ativar ao mesmo tempo fibras Aγ e C, de pequenos diâmetros e relacionadas com a dor. São caracterizados por uma alta frequência, 60 a 100 p.p.s, e por uma baixa amplitude de estimulação, menor que 100 μs, com intensidade sensorial o que causa uma parestesia cutânea confortável, sem contração muscular e ativa o portão modulador da dor no nível da medula espinhal (STARKEY, 2001; NELSON; HAYES; CURRIER, 2003). Para Kitchen (2003) a frequência é entre 10 e 200 p.p.s com duração de 100-200 µs, a colocação dos eletrodos deve ser sobre o local de dor ou dermátomo, a duração do tratamento conforme o necessário, o início e o término para o alívio da dor é rápido, menos de 30 minutos após ser ligada e depois de desligada, respectivamente. O modo convencional da TENS é eficaz no tratamento de lesão aguda de tecido mole, dor associada com distúrbios musculoesqueléticos, dor pós-operatória, inflamatória e miofascial (STARKEY, 2001).
	
	
	
	 
		
	
		7.
		A "Teoria das Comportas", sozinha, não consegue esclarecer os mecanismos de  analgesia da Estimulação Elétrica Transcutânea Nervosa (TENS).
PORQUE
Tem sido observado que freqüências altas na programação do TENS causam analgesia por mecanismo diferente, como, por exemplo, a produção de opiáceos endógenos.
 
Analisando as afirmações acima, conclui-se que:
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
Explicação:
TEORIA DO PORTÃO OU DE CONTROLE DA DOR
Esta teoria admite existir nos cornos posteriores medulares um mecanismo neural que comporta como um portão, podendo aumentar ou diminuir o débito dos impulsos transmitidos desde as fibras periféricas ao sistema nervoso central. O influxo somático submete-se pois, à influência reguladora do portão, mesmo antes de criar uma percepção à dor e conseqüente reação.
 MODELO CONCEITUAL:
A lesão produz sinais que se transmitem por fibras finas. Estas penetram nos cornos posteriores da medula e ativam as células de transmissão que, por seu turno, enviam sinais para o cérebro. Contudo a atividade nas fibras finas cria, também, na raiz posterior, potenciais que refletem a presença de uma atividade prolongada e mais complexa no corno posterior.
A atividade das fibras grossas excita igualmente células da substância gelatinosa e inibe, simultaneamente, a transmissão dos influxos dolorosos procedentes das fibras aferentes finas.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a relação de dor e TENS (Eletroestimulação Nervosa Transcutãnea):
	
	
	
	A TENS é um recurso fisioterapêutico para o controle da dor pós-operatória que apresenta como vantagens importantes o baixo custo e a fácil aplicabilidade, embora tenha muitos efeitos colaterais.
	
	
	É importante enfatizar a necessidade da utilização da TENS como recurso de alívio da dor inserido em um contexto multiprofissional, avaliando-se conjuntamente com a equipe médica a necessidade de somar a utilização da mesma com outros recursos para que possa melhorar e potencializar a analgesia oferecida aos pacientes no pós-operatório.
	
	
	Existem diversos protocolos para a utilização da TENS, que variam de acordo com a largura e a freqüência de pulso utilizadas. Os mais utilizados são a ENT de alta freqüência, baixa freqüência (ou acupuntura), a breve intensa e a chamada burtz.
	
	
	Alguns estudos já concluíram que a TENS utilizada na região periincisional e nos pontos de acupuntura são igualmente efetivos na diminuição da dor pós-operatória.
	
	
	A TENS apresenta, como principal efeito, a analgesia. Apesar de não estar completamente elucidado seu mecanismo fisiológico de ação, é postulado que o estimulo elétrico através da pele inibiria as transmissões dos impulsos dolorosos através da medula espinhal, bem como a liberação de opiácios endógenos, como endorfinas, pelo cérebro ou medula espinhal.
	
Explicação:
Ao estimular as fibras nervosas, a TENS pode neutralizar os sinais de dor que não atingem o cérebro, de modo que eles não são percebidos.
Além disso, os impulsos da TENS provocam a produção de beta-endorfinas, ou seja, substâncias fisiológicas com os mesmos efeitos da morfina que completam a acção analgésica.
		1.
		Com relação as cefaléias e as dores orofaciais, podemos afirmar:
I.  As cefaléias, as dores faciais e as disfunções temporomandibulares (DTM) representam um sério problema contemporâneo, especialmente quando presentes concomitantemente.
II.   Dor e disfunção localizadas no aparelho oral e maxilofacialsão queixas de quase 90% as população em países ocidentais.
III.  Pessoas que apresentam dores e disfunções na ATM apresentam uma prevalência de 48 a 77% de presença de cefaléias, incluindo as enxaquecas.
 
 
	
	
	
	I, II e III estão corretas
	
	
	I e III estão corretas
	
	
	somente a II está correta
	
	
	I e II estão corretas
	
	
	II e III estão corretas
	
Explicação:
Dor Orofacial, por definição, é toda a dor associada a tecidos moles e mineralizados (pele, vasos sanguíneos, ossos, dentes, glândulas ou músculos) da cavidade oral e da face.
As condições clínicas mais frequentemente associadas a dor orofacial são dores de dentes e de tecidos periodontais, disfunção temporomandibular (muscular ou articular), neuralgias, tumores, trauma, tecidual, doenças autoimunes, etc. 
Usualmente essa dor pode ser referida da região da cabeça e/ou pescoço ou mesmo estar associada à cervicalgias, cefaleias primárias, fibromialgia e doenças reumáticas como artrite reumatóide.
Se você suspeita que apresenta DTM ou outra condição de Dor Orofacial, procure um Cirurgião Dentista especialista em DTM e Dor Orofacial, que é a especialidade odontológica que cuida destas e de outras dores da face.
 
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Devemos investigar na Articulação Temporo Mandibular:
	
	
	
	somente a presença de ruídos articulares;
	
	
	somente a limitação dos movimentos mandibulare;
	
	
	somente a duração e evolução da dor.
	
	
	somente o travamento e desvios da linha média, quando em movimento, pois a função está ligada ao movimento;
	
	
	a localização, a duração, evolução e características da dor;
	
Explicação:
A Disfunção têmporo-mandibular (DTM), também conhecida como dor na ATM, é causada por um distúrbio na articulação têmporo-mandibular, que é responsável por unir o maxilar ao crânio. Esta síndrome gera desconforto na região da face e da mandíbula, dor de cabeça persistente, estalos ao abrir a boca e pode, até, levar ao surgimento de labirintite e zumbidos.
Qualquer problema que impeça o funcionamento correto desta articulação pode causar a disfunção têmporo-mandibular, sendo que uma das causas mais comuns são apertar muito os dentes durante o sono, ter tido alguma pancada na região ou o hábito de roer unhas, por exemplo.
O tratamento para a dor na ATM é feito com a colocação de uma placa rígida que recobre os dentes para dormir, sendo também importante a realização de fisioterapia com exercícios de reprogramação postural.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Entre os efeitos obtidos pelo uso da imersão predominam o relaxamento e o efeito que a imersão em água tem sobre a percepção da dor. São afetadas as terminações nervosas, incluindo os receptores de temperatura, tato e pressão. Sugeriu-se o extravasamento sensorial como mecanismo pelo qual a dor é menos percebida quando a parte afetada do corpo está imersa na água. A modulação da dor é, consequentemente, afetada por um aumento limiar da dor, o que aumenta com a temperatura e a turbulência da água. A temperatura da água tem um importante papel no relaxamento muscular. Qual a temperatura da água recomendada para o relaxamento muscular e controle da dor?
	
	
	
	Acima de 37º C
	
	
	Abaixo de 22º C
	
	
	Entre 25º C e 27º C
	
	
	Entre 33º C e 35º C
	
	
	Entre 22º C e 25º C
	
Explicação:
A hidroterapia vem sendo indicada e utilizada por médicos e fisioterapeutas em programas multidisciplinares de reabilitação para pacientes nas mais diversas áreas. Com o seu ressurgimento na década passada, houve um grande desenvolvimento científico das técnicas e tratamentos aquáticos, permitindo uma ampla abordagem e atuação com os pacientes neste meio. Os princípios básicos para a utilização da hidroterapia nas diversas disfunções e clínicas serão abordados neste artigo, assim como os efeitos fisiológicos e terapêuticos da água.
Entre 33º C e 35º C
 
 
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		A TENS tem sido utilizada em pacientes com fibromialgia como um recurso de analgesia local, diminuindo a rigidez pela melhora da condição dolorosa, melhorando o desempenho das atividades de vida diária e a qualidade de vida.
PORQUE
Tanto a hidroterapia quanto a TENS trazem diminuição da dor em pacientes fibromiálgicos.
	
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
Uso da água sob formas diversas (banhos, duchas, loções, compressas úmidas etc.) com fins terapêuticos qualquer terapia que faça uso de água.
O aparelho TENS, também conhecida por neuroestimulação elétrica transcutânea, é um método eficaz, seguro e não invasivo de tratamento de dores crônicas e agudas, sem que seja necessário o uso de medicamentos.
Os aparelhos de TENS são um dos recursos mais utilizados em fisioterapia para o tratamento da dor relacionada com artrite, tendinite, reumatismo ou luxações, por exemplo.
 
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		A crioterapia aplicada aos tecidos com lesão, tem como efeitos:
	
	
	
	manutenção da elasticidade muscular com impedimento da redução adaptativa, com auxílio do retorno venoso e linfático;
	
	
	estimula os receptores sensoriais, produzindo sensação de prazer e bem estar, produzindo tensão sobre os músculos, com relaxamento muscular e conseqüentemente, o alívio da dor
	
	
	aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, bem como o aumento do fluxo sanguíneo na área e a analgesia.
	
	
	a redução de edema, da hemorragia e da inflamação, bem como restrição da lesão e hipóxia tecidual, esta última decorrente da diminuição da atividade muscular reflexa e do fuso muscular envolvido.
	
	
	preservação da lembrança dos padrões de movimento e estímulo dos receptores cinestésicos com manutenção da elasticidade muscular e movimentos articulares.
	
Explicação:
A redução de edema, da hemorragia e da inflamação, bem como restrição da lesão e hipóxia tecidual, esta última decorrente da diminuição da atividade muscular reflexa e do fuso muscular envolvido.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		As estratégias não farmacológicas no alívio da dor em Cuidados Paliativos buscam melhor qualidade de vida para os pacientes com câncer ou outras doenças avançadas, auxiliando-os na reabilitação e no lidar com os sintomas. A fisioterapia também atua na prevenção de complicações: sejam da esfera osteomioarticular, respiratória e por desuso, que causem danos físicos e funcionais ao indivíduo. termoterapia, eletroterapia, cinesioterapia, massagem e o uso de órteses são procedimentos cuja utilização tem se mostrado benéfica ao paciente com câncer avançado.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
Explicação:
O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidadede vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). 
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Pacientes portadores de fibromialgia são casos frequentes nos atendimentos de fisioterapia. Com relação a essa síndrome, assinale a afirmativa INCORRETA:
	
	
	
	Pacientes portadores de fibromialgia tem sintomas adicionais como fadiga crônica, rigidez matinal, disturbios do sono, ansiedade, depressão, parestesias, síndrome do colo irritável.
	
	
	Fibromialgia é uma síndrome de etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética difusa e crônica, além da presença de pelo menos 11 dos 18 pontos anatomicamente específicos dolorosos à palpação, chamados de tender points.
	
	
	A fisioterapia tem sido muito preconizada no tratamento da fibromialgia e exerce um papel importante no alívio de sintomas da fibromialgia por meio de diferentes recursos e técnicas: alongamento muscular, massagem, calor superficial, condicionamento e acupuntura.
	
	
	A complexidade das manifestações clínicas da fibromialgia tem levado os pacientes à procura de médicos de diversas especialidades, sendo submetidos a múltiplos exames complementares e tendo recebido diversos rótulos diagnósticos. Tudo isto acarreta condutas terapêuticas extremamente corretas, solucionando com rapidez o quadro clínico das pacientes.
	
	
	A fibromialgia causa impacto negativo na vida de pacientes em idade produtiva de trabalho. Isto porque além da dor, os sintomas associados causam prejuízo na função, levando à incapacidade para o trabalho e, consequentemente, à queda da renda familiar, refletindo, assim, na qualidade de vida dessas pessoas.
	
Explicação:
A fibromialgia é um transtorno de dor crônica, bastante comum, que causa o surgimento de dor em várias partes do corpo e que não tem cura. Embora ainda não seja conhecida uma causa específica, é possível que a fibromialgia surja devido a uma sensibilidade genética ou traumas físicos ou psicológicos, por exemplo.
Para aliviar os sintomas de fibromialgia, que além da dor por todo o corpo, também podem incluir cansaço frequente, indisposição, distúrbios do sono e rigidez por mais de 3 meses, algumas opções de tratamento são tomar remédios antidepressivos e analgésicos indicados pelo médico, fazer fisioterapia e terapias alternativas, como a acupuntura.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		A aplicação da crioterapia é contra indicada para:
	
	
	
	traumatismos musculoesqueléticos agudos leves, em pontos gatilhos em síndrome dolorosa miofascial e em pacientes com doença de Raynoud;
	
	
	pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, processos inflamatórios agudos e hemorragia;
	
	
	dor, edema, traumatismos musculoesqueléticos agudos leves e em pacientes com doença de Raynoud;
	
	
	edema, traumatismos musculoesqueléticos agudos leves e em pontos gatilhos da síndrome dolorosa miofascial.
	
	
	pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, áreas insensíveis e/ou isquemia tecidual e para portadores de estado confusional ou psiquiátricos.
	
Explicação:
Pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, áreas insensíveis e/ou isquemia tecidual e para portadores de estado confusional ou psiquiátricos.
		1.
		Apesar de a característica mais marcante da fibromialgia ser a dor, vale destacar, ainda, a presença da sensação de rigidez articular comprometendo a função desses indivíduos.
PORQUE
A dor e a rigidez articular limitam as atividades da vida diária em maior ou menor grau, dependendo do acometimento de cada indivíduo, afetando, também, os aspectos emocionais e a qualidade de vida de indivíduos com fibromialgia.
	
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
A fibromialgia é um transtorno de dor crônica, bastante comum, que causa o surgimento de dor em várias partes do corpo e que não tem cura. Embora ainda não seja conhecida uma causa específica, é possível que a fibromialgia surja devido a uma sensibilidade genética ou traumas físicos ou psicológicos, por exemplo.
Para aliviar os sintomas de fibromialgia, que além da dor por todo o corpo, também podem incluir cansaço frequente, indisposição, distúrbios do sono e rigidez por mais de 3 meses, algumas opções de tratamento são tomar remédios antidepressivos e analgésicos indicados pelo médico, fazer fisioterapia e terapias alternativas, como a acupuntura.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		As lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho são, por definição, um fenômeno relacionado ao trabalho. Leia as afirmativas abaixo: I. Ambos são danos decorrentes da utilização excessiva, imposta ao sistema musculoesquelético, e da falta de tempo para recuperação. II. Caracterizam-se pela ocorrência de vários sintomas, concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores, tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga. III. Abrangem quadros clínicos do sistema musculoesquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas condições de trabalho. Estão corretas as afirmativas:
	
	
	
	I e II, somente
	
	
	Somente a I
	
	
	II e III somente
	
	
	I, II e III
	
	
	I e III, somente
	
Explicação:
L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo) não é propriamente uma doença. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças ¿ tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias -, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida.
Os principais sintomas são: dor nos membros superiores e nos dedos, dificuldade para movimentá-los, formigamento, fadiga muscular, alteração da temperatura e da sensibilidade, redução na amplitude do movimento, inflamação.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		           Considerar a família na experiência da dor é igualmente relevante em todas as fases da vida, mesmo no mundo adulto.
PORQUE
Em toda experiência de dor, é fundamental considerar a importância da família, pois da família vêm as primeiras referências de significado que estruturam as experiências vividas.
	
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.Explicação:
A compreensão da composição da estrutura da Instituição Familiar facilita , em muito, o entendimento dos fenômenos que aí ocorrem , durante o adoecer de um de seus membros.
Da mesma forma, o entendimento de que o núcleo familiar compõe um todo, e , como um todo organizado distribui papéis a seus participantes, tendo estes relações profundas entre si, auxilia também na avaliação do momento do adoecimento de um dos seres da família
O adoecer, por sua vez, constitui-se em um fenômeno subjetivo , vivido de maneiras variadas, com significante influência cultural e ambiental, atribuindo formatações distintas, para cada pessoa. Cada cultura influencia na maneira de perceber, reagir e comunicar a doença, que se constitui em um fenômeno complexo, multideterminado, multifatorial e raramente previsto. Além destes importantes aspectos, a doença representa um ataque à estrutura da personalidade e à estrutura familiar, além de determinar uma crise acidental na existência do ser humano.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		         Os profissionais da fisioterapia dispõem de recursos que podem intervir no tratamento paliativo de pacientes com câncer. Estes cuidados são responsáveis por desenvolver um tratamento para doentes sem possibilidades de cura, monitorando e diminuindo os sinais e sintomas físicos, psicológicos e espirituais.
                                                            PORQUE
Os fisioterapeutas visam, sempre que possível, à construção e manutenção da independência funcional do paciente através da preservação da vida e alívio dos sintomas por recursos fisioterapêuticos como: terapia para dor, alívio dos sintomas psicofísicos, atuação nas complicações osteomioarticulares, reabilitação das complicações linfáticas, cardiopulmonar, atuação na fadiga, alterações neurofuncionais, de úlceras de pressão, dentre outras.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). 
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		O Modelo dos Cuidados Paliativos junto a pacientes com câncer terminal se propõe a:
	
	
	
	utilizar uma abordagem multidisciplinar que compreende o paciente, a família e a comunidade, com vistas a reduzir o sofrimento e oferecendo cuidado total.
	
	
	Alcançar o alívio da dor, dos sintomas e atender às necessidades biopsicossociais e espirituais, compreendendo as crenças, valores e necessidades individuais do paciente e apoio à família.
	
	
	Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	Abranger dois aspectos importantes para o atendimento: a abordagem holística e uma prática profissional interdisciplinar.
	
	
	Visar o suporte individual e familiar de quem está vivendo com doenças crônico-terminais em fase avançada.
	
Explicação:
O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). 
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		             Fatores como dor e a perda da independência são complicações temidas pelos pacientes.
                                                                             PORQUE
Os sintomas apresentados em pacientes com neoplasia avançada podem ser múltiplos, intensos e multifatoriais.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
A dor é um sintoma comum em pessoas com câncer. No momento do diagnóstico de 30% a 40% das pessoas sentem dor. Se o câncer disseminou, 65% a 85% das pessoas sentem dor, e até 95% da dor causada pelo câncer pode ser tratada com sucesso. A dor pode fazer com que outros aspectos do câncer, tais como fadiga, fraqueza, falta de ar, náusea, constipação, distúrbios do sono, depressão, ansiedade e confusão mental, pareçam mais graves.
No entanto, nem todas as pessoas com câncer se beneficiam das estratégias de alívio da dor, simplesmente por não partilharem os sintomas com os profissionais de saúde que as tratam, ou então por preferirem utilizar apenas medicamentos para o alívio da dor
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		As disfunções musculoesqueléticas têm sido associadas com fatores de risco individuais e biomecânicos presentes no ambiente ocupacional. Essas disfunções desenvolvem-se gradualmente, apresentam um curso crônico e frequentemente permanecem sem tratamento. Embora muitos sintomas sejam associados às disfunções musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho, um dos mais notáveis é a dor. Com relação a dor nas disfunções ocupacionais, assinale a afirmativa INCORRETA:
	
	
	
	O exercício realizado no ambiente de trabalho é capaz de reduzir dor musculoesquelética, no entanto esse efeito benéfico depende das características dos programas de exercícios realizados.
	
	
	A dor e a perda de função podem persistir durante anos e, em alguns casos, tornarem-se intratáveis.
	
	
	As disfunções musculoesqueléticas representamum problema de saúde nacional, mas não é uma realidade em outros países.
	
	
	Os sintomas dolorosos podem agravar-se de forma progressiva e evoluir para a perda de função.
	
	
	As queixas de dores musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho nas regiões de ombro e pescoço estão tornando-se tão frequentes quanto as queixas lombares.
	
Explicação:
LER é  uma "síndrome clínica", caracterizada por dor crônica, acompanhada ou não por alterações específicas como inflamação, e que se manifesta devido à repetição do mesmo movimento em uma frequência elevada ou fora do eixo normal.
É imprescindível para o diagnóstico de uma LER que a relação número de movimentos/espaço de tempo e posição seja tão grande ou anormal a ponto de desencadear a lesão.
As expressões "Lesões por Esforços Repetitivos (LER)" e "Distúrbios Osteo musculares Relacionados ao Trabalho (DORT)" são termos usados de uma maneira generalizada e que abrangem os distúrbios ou doenças do sistema músculo-esquelético-ligamentar , podendo as mesmas estar ou não relacionadas ao trabalho
	
	
	
	 
		
	
		8.
		Em pacientes portadores de câncer terminal, apesar da impossibilidade de cura, isso não significa a deteriorização da relação terapeuta-paciente, mas, sim, o estreitamento dessa atenção, a qual, certamente, trará benefícios para ambos. Como ser ativo no seu tratamento, o paciente pode participar dos processos de decisão e dos cuidados voltados para si, PORQUE na maioria das vezes, o ser humano portador de câncer terminal é visto como dependente da família, incapaz de tomar decisões e iniciativas quanto ao destino da sua existência, e normalmente se vê impedido de participar das questões próprias da sociedade onde está inserido.
	
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
Explicação:
O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). 
		1.
		A articulação temporomandibular (ATM) é uma estrutura altamente especializada do complexo craniomandibular que está sujeita a comprometimentos de origem neurológica, ortopédica e musculoesquelética, originando as disfunções temporomandibulares (DTM) , de etiologia multifatorial. Dificilmente os sinais e sintomas relacionados à ATM se apresentam de forma isolada e incluem artromialgia facial (caracterizada por dor pré-auricular localizada na região da ATM), ruídos articulares durante a as funções da mandíbula, distúrbios nos movimentos mandibulares, fraqueza ou hiperatividade da musculatura mastigatória. Nestes casos, quais os tratamentos mais adequados para esta disfunção?
	
	
	
	Eletroterapia e termoterapia
	
	
	Uso de placa miorrelaxante e terapia manual
	
	
	Crioterapia e mobilização
	
	
	Todas as afirmativas estão corretas
	
	
	Reeducação postural e proprioceptiva
	
Explicação:
Os exercícios terapêuticos sem associação a outros procedimentos e a maioria incluía uso de placa miorrelaxante e outros recursos fisioterapêuticos como eletroterapia, crioterapia, termoterapia, reeducação postural e proprioceptiva, terapia manual, mobilização e uso de aparelho para exercitar a mordida (BAE, bite assist exerciser). Os demais incluíam: orientação, relaxamento, exercícios domiciliares, medicação, terapia comportamental cognitiva, manipulação, treino da respiração e acupuntura.
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Nas funções e disfunções em fisioterapia são estudados os princípios e métodos de avaliação da função e movimento normais, as implicações clínicas e patofisiológicas e cinesiopatológicas que alteram a função e o movimento e a intervenção nas disfunções do ser humano, por meio de estudos experimentais, clínicos e epidemiológicos. Podemos ressaltar as seguintes disfunções trabalhadas na fisioterapia.
	
	
	
	Disfunções respiratórias e neurológicas
	
	
	Disfunções ginecológicas e obstétricas
	
	
	Disfunções laborais e uruginecológicas
	
	
	Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	Disfunções miccionais e respiratória
	
Explicação:
Fisioterapia do trabalho
Geriatria e gerontologia
Uroginecologia e obstetrícia
Fisioterapia respiratória em terapia intensiva
Fisioterapia ortopédica e esportiva
Fisioterapia em neuropediatria e neurologia
Fisioterapia oncofuncional
Fisioterapia dermatofuncional
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Frente à dor crônica, grande parte dos estudos está relacionada com o câncer e com as dores crônicas de origem neuropática, embora um paciente com câncer possa apresentar quadros de dores agudas, mas que na maioria dos casos estão relacionadas com o tratamento como quimioterapia, radioterapia, cirurgias, biópsias, entre outros.
Com relação à dor crônica pode-se afirmar que são corretas:
Diferentemente das dores agudas, a dor crônica não está relacionada com a permanência ou aparecimento de alterações neurovegetativas (sinais de alerta).
Dor crônica é mais que um sintoma; é a doença que persiste; não desaparece após a cura da lesão ou está relacionada a processos patológicos crônicos.
A literatura aponta um tempo igual ou superior a doze meses da vigência de dor para evidenciarmos como dor crônica.
	
	
	
	 II e III apenas.
	
	
	I, II e III.
	
	
	Somente a I.
	
	
	 I e II apenas.
	
	
	 Somente a II.
	
Explicação:
A dor crônica é conhecida como aquela dor com mais de 6 meses de duração. Este é um caso particular de dor com características próprias que vão além da discussão do tempo em questão.
A dor crônica não tem o mesmo efeito de uma dor aguda, ela é produto de uma lesão das vias nervosas que transmitem sinais de dores até o cérebro. Esta lesão faz com que os nervos continuem transmitindo algum sinal, por essa razão as pessoas que sofrem com alguma dor crônica sentem certos incômodos em forma de sensações como ardência, pontadas, queimação e choques que acompanham a dor.
... Artigo http://queconceito.com.br/dor-cronica
	
	
	
	 
		
	
		4.
		A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa. A dor aguda é caracterizada por:
I. Instalação súbita e de curta duração, geralmente a causa é mais facilmente determinada (por exemplo: traumatismo, cirurgia).
II. Dificilmente será acompanhada de sinais neurovegetativos (taquicardia, sudorese, palidez, hipertensão leve).
III. No idoso, condições médicas agudas, como infarto do miocárdio,úlcera duodenal, infecções intra-abdominais, apendicite e pancreatite, podem não causar dor exuberante e não ser diagnosticadas.
Então:
	
	
	
	I, II e III estão corretas
	
	
	Somente a I e III estão corretas
	
	
	Somente a I está correta
	
	
	Somente a II está correta
	
	
	Somente a I e II estão corretas
	
Explicação:
A dor denominada aguda é aquela que surge repentinamente e tem sua duração limitada. Geralmente tem função de alertar o indivíduo da existência de alguma lesão ou disfunção geral no organismo.
Este tipo de dor pode ter duração mais prolongada, de até três meses. Dentre suas causas mais comuns estão as lesões traumáticas (contusões musculares), cólicas intestinais, a dismenorreia (cólicas menstruais), algumas cefaleias e as dores pós-operatórias ou relacionadas a infecções bacterianas (abscessos e furúnculos, otites, faringites etc.).
Quando se manifesta, pode ser um sinal de lesão na pele, nos músculos, nas vísceras ou no sistema nervoso central. Ela libera substâncias que ativam os nervos periféricos e centrais para conduzirem o estímulo até a medula espinhal, onde a sensação dolorosa é modulada, e de lá para o cérebro a fim de avisá-lo de que, em determinado ponto, existe um problema. Isso leva a pessoa a adotar comportamentos com o intuito de afastar ou eliminar a causa da dor.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Diversas barreiras ou obstáculos dificultam a avaliação e o manejo adequados dos quadros álgicos no idoso. Pode-se citar como barreiras:
	
	
	
	Todas as questões citadas estão corretas.
	
	
	Depressão e deficiência cognitiva e sensorial.
	
	
	Medo de testes diagnósticos e de medicamentos
	
	
	Associação de dor a doenças graves e morte.
	
	
	Crença de que a dor é normal no envelhecimento.
	
Explicação:
			Entre as principais doenças mentais que atingem os idosos está a depressão. É uma doença freqüente em todas as fases da vida, estimando-se que cerca de 15% dos idosos apresentem alguns sintomas depressivos e cerca de 2% tenham depressão grave. Esses números são ainda maiores entre os idosos internados em asilos ou hospitais.
Depressão não é apenas uma tristeza passageira, diante de um fato adverso da vida. A pessoa apresenta uma tristeza profunda e duradoura, acompanhada de desânimo, apatia, desinteresse, impossibilidade de desfrutar dos prazeres da vida. Não se interessa pelas atividades diárias, não dorme bem, não tem apetite, muitas vezes tem queixas vagas como fadiga, dores nas costas ou na cabeça. Aparecem pensamentos "ruins", como idéias de culpa, inutilidade, desesperança; nos casos mais graves podem ocorrer idéias de suicídio.
	
	
	
	
	 
		
	
		6.
		           Se a dor se constitui de forma cultural,  é necessário tomar como referência todos os sujeitos na dor: o doente, sua família e os profissionais.
PORQUE
Todos atuam numa realidade social, organizando as relações que fazem da dor uma experiência com um significado a ser buscado.
	
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
Explicação:
A dor está no cerne da relação do indivíduo com o mundo e de sua experiência acumulada com ele, ultrapassando, portanto, as configurações do signo clínico, postas pela medicina. Penetra as experiências pessoais prenhes de significação, interpretação e explicação, sempre mediadas pela cultura, pelas relações sociais e subjetividade. A abordagem antropológica da experiência da dor e da enfermidade, como sofrimentos experimentados pelos enfermos, é uma forma de aproximar-se dos adoecidos, não ouvidos pela medicina.
Muitos exemplos, extraídos da relação dos pacientes com os médicos, mostram a dor emaranhada nas histórias pessoais, nas relações do homem com seu corpo e sua fisiologia, nos que foram privados de afeto, nos psicóticos, nos indiferentes à dor; nos que a sofrem fisicamente sem causa aparente.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Ao considerarmos a dor como o principal sintoma que faz as pessoas buscarem serviços de saúde, a fisioterapia tem a responsabilidade de atuar significativamente nos cuidados ao paciente com dor. Porém, se consideramos a dor como um problema de saúde, atuação da fisioterapia depende da integração multiprofissional e interdisciplinar.
                                                                                PORQUE
Síndromes dolorsosas como as cefaléias, lombalgias, fibromialgia e síndrome dolorosa miofascial, comuns a diversos serviços de saúde brasileiros, mantém pacientes incapacitados e afastados de suas atividades diárias.
	
	
	
	a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
	
	
	a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
	
	
	as duas afirmações são falsas.
	
	
	as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
	
Explicação:
Podemos verificar que na primeira afirmativa se destaca a ação da fisioterapia no tratamento da dor crônica de forma multidisciplinar e na segunda afirmativa sobre algumas dores crônicas que levam a pessoa a apresentar incapacidades físicas em suas AVds, ambas estão corretas porém não se interagem.
	
	Gabarito
Coment.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		O fisioterapeuta pode ser definido como um profissional de nível superior da área da Saúde, pleno e autônomo, que atua isoladamente ou em equipe em todos os níveis de assistência, incluindo prevenção, promoção, desenvolvimento, tratamento e recuperação da saúde em indivíduos, grupos de pessoas ou comunidades, podemos afirmar que:
	
	
	
	 Todas as afirmativas estão corretas.
	
	
	Age nos cuidados à saúde do indivíduo nos três níveis de complexidade.
	
	
	Tem como objeto de estudo a cinesia, o movimento relacionado à função de órgãos e sistemas do corpo humano.
	
	
	É o profissional que cuida da saúde da população com ênfase no movimento e na função, prevenindo, tratando e recuperando disfunções e doenças, sendo, portanto, seu principal objeto de trabalho a saúde funcional.
	
	
	Não somente trata, mas também estuda e promove a saúde funcional, além de prevenir distúrbios funcionais.
	
Explicação:
Ciência da saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas, na atenção básica, média complexidade e alta complexidade. Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da Biologia, das ciências morfológicas, das ciências fisiológicas, das patologias, da Bioquímica, da Biofísica, da Biomecânica, da cinesia, da sinergia funcional, e da cinesia patológica de órgãos e sistemas do corpo humano e as disciplinas comportamentais e sociais (COFFITO, 2013).