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1 CURSO DE LETRAS – LINGUÍSTICA – NÍVIA GARCIA UNIDADE 3 – GERATIVISMO 1 Visão inatista de aquisição de linguagem Gerativismo é o termo utilizado para se referir à teoria da linguagem desenvolvida por Chomsky no final da década de cinquenta. Essa teoria nasceu com o nome de Gramática Gerativo –Transformacional, sofreu uma série de modificações e adaptações e, atualmente, é conhecida como a Teoria de Princípios e Parâmetros. “O gerativismo (...) teve uma influência enorme, não apenas em linguística, mas também em filosofia, psicologia e outras disciplinas preocupadas com a linguagem”. (LYONS, 1982: 211) O objetivo do gerativismo é construir uma gramática que dê conta dos chamados universais linguísticos, ou daquilo que é comum a todas as línguas, ou da gramática universal – GU. Essa gramática, construída pelo linguista, deve dar conta de descrever as línguas humanas, ou mais especificamente, ela deve dar conta do conhecimento linguístico inato que é da espécie humana e é universal, pois é comum a todos os membros dessa espécie (SCARPA, 2001). Em outras palavras, trata-se de construir uma gramática através da qual seja possível “gerar” todos os enunciados possíveis em qualquer língua natural e apenas os enunciados possíveis. Construir, assim, um conjunto de regras que dê conta de todas as línguas do mundo, ou um conjunto de princípios que dê conta da GU. É possível dizer nesta língua: (1) “os menino jogam bola” (2) “os meninos jogam bola” (3) “os menino joga bola” 2. Conceitos básicos do gerativismo Chomsky apresentou sua proposta teórica em um livro intitulado Syntatic Structures (“Estruturas Sintáticas”), publicado na década de 60. A partir daí essa teoria sofreu uma série de reformulações. Este texto não tem por objetivo tratar profundamente das questões dessa teoria e dos motivos que levaram a às suas revisões e reformulações. Trata-se de um texto para iniciar o assunto com você, oferecendo condições básicas para acompanhar as disciplinas da área da linguística que constituem a grade curricular de um curso voltado para a linguagem, como é um curso de Letras. As duas teorias apresentadas aqui – o estruturalismo e o gerativismo – constituem bases teóricas muito importantes nos estudos da linguística. A partir delas muitas outras teorias foram construídas, permitindo o crescimento das discussões científicas sobre a linguagem. Voltando ao tema deste conteúdo complementar, na primeira apresentação de sua teoria, Chomsky definiu a linguagem como um conjunto de sentenças formadas por elementos linguísticos. A quantidade de sentenças possíveis em uma língua é infinita. Pense em um dia de sua vida quantas sentenças diferentes você ouve e quantas outras sentenças podem ser criadas a partir das ouvidas. No entanto, nem todas as combinações possíveis de elementos da língua resultam em sentenças possíveis dentro da língua. Basta lembrar do exemplo “bola jogam meninos os”. Isso significa que existem regras para a constituição dessas sentenças. Pode-se dizer: (4) Os meninos jogam bola. (5) Os meninos que gostam de futebol jogam bola. (6) Os meninos que gostam de futebol e torcem pela Ponte Preta jogam bola. (7) Victor disse que os meninos que gostam de futebol e torcem pela Ponte Preta jogam bola. (8) Rachel contou que Victor disse que os meninos que gostam de futebol e torcem pela Ponte Preta jogam bola. e assim indefinidamente. A cada sequência acrescentada percebe-se que fica mais difícil para ser produzida e compreendida. Isso significa que apesar da quantidade de sentenças ser infinita, a extensão de cada uma delas é limitada. Note, no entanto, que, no caso acima, a limitação é decorrente de limitações da memória e não por fatores propriamente linguísticos. A limitação da memória afeta o uso, não o conhecimento. Para Chomsky, o linguista deve ser capaz de construir uma gramática através da qual seja possível gerar todas as sentenças possíveis de uma língua e apenas as possíveis. Ou seja, o linguista deve ser capaz de, através de sua gramática, dizer o que pertence àquela língua e o que não pertence; o que pode 2 ser dito e o que não pode ser dito naquela língua; quais das “sequências finitas são sentenças e quais não são”. (PETTER, 2002:15). Além do mais, sendo a linguagem uma capacidade inata e específica da espécie (já que transmitida geneticamente na espécie humana), devem existir propriedades universais da linguagem. Cabe ao linguista, encontrar essas propriedades universais de modo a ser capaz de descrever uma teoria geral da linguagem. “Essa teoria é conhecida como gerativismo” (PETTER, 2002:15). Chamo a atenção para o fato de que se trata de uma teoria, um conjunto de hipóteses empíricas sobre o que é a linguagem. Ou seja, outro ponto de vista sobre o objeto. Sugiro ao leitor que volte aos conteúdos complementares anteriores para estabelecer um paralelo entre o que está sendo dito sobre esta teoria da linguagem e o que foi dito sobre o estruturalismo. 3. Competência e desempenho (performance) A teoria geral da linguagem de Chomsky, em seu momento inicial, se apoiava na distinção entre competência e desempenho, ou competence e performance. Por competência entende-se “o conhecimento do falante de um sistema linguístico concebido como um conjunto de regras”. Desempenho significa “o uso dessas regras observado no comportamento linguístico do falante nativo”. (LYONS, 1982: 236). Trata-se de uma distinção entre conhecimento e uso da linguagem muito importante na teoria, sendo o conhecimento sempre muito maior que sua manifestação. Note que: A separação estrita entre conhecimento e uso é decorrência direta da postulação de conhecimento tácito, biológico, de cunho linguístico, independente dos fatores ambientais, culturais, psicológicos ou histórico-sociais determinantes da aquisição da língua materna. O uso da linguagem foge à alçada da teoria linguística. 3.1. Competência linguística Antes de a criança ir para a escola, ela já produz sentenças como em (1): (9) Tinha uma mosca na minha sopa. Na escola, ela aprende que, em contextos mais formais, o verbo haver será preferível ao ter, como em (2): (10) Havia uma mosca na minha sopa. Importa saber que, independente do nível de formalidade, o falante do PB sabe que pode construir sentenças sem sujeito. Ele sabe as possibilidades que sua língua oferece, porque todos os falantes de PB são competentes linguisticamente em PB. A competência manifesta-se pela INTUIÇÃO do falante, acerca do que ele julga possível ou não. Observe a sentença (3): (11) O carro que o Juca comprou em 12 parcelas mensais é zero. A partir de (3), geram-se as sentenças (4), (5) e (6): (12) *Quem que o carro que comprou em 12 parcelas mensais é zero? (13) *Como que o carro que o Juca comprou é zero? (14) O carro que o Juca comprou em 12 parcelas mensais é o quê? Apesar de nunca termos aprendido sobre os princípios da GU, respeitamos cada um deles em qualquer ato de fala, seja formal ou coloquial. O desempenho pressupõe a competência, ao passo que a competência não pressupõe o desempenho. (PETTER, 2002: 14). Você deve estar se lembrando neste momento da distinção entre “língua” e “fala” de Saussure e de um dos motivos que leva a língua a ser estabelecida como prioridade em relação à fala nos estudos linguísticos. A competência linguística (ressalto: “linguística”) é o conhecimento do sistema linguístico que o falante possui e que lhe permite produzir o conjunto de sentenças de sua língua. É o resultado da aplicação de sua capacidade, ou dispositivo inato, sobre as sentenças que ouviu desde bebê. “A tarefa do linguista é descrever 4. Gramaticalidade e aceitabilidade O falante julga as sentenças da língua baseado em dois conceitos:1. Gramaticalidade Critério gramatical, segundo o qual a estruturação das sentenças devem obedecer às regras sintáticas da língua. 2. Aceitabilidade Critério pragmático, baseado em julgamentos intuitivos dos falantes sobre as sequências de sua língua. Exemplos: 3 (15) Eu fico indignado se tentam me intimidar. (16) Eu fico indignado se quando eu reajo à violência tentam me intimidar. (17) Eu fico indignado se quando porque me agridem violentamente eu retruco à altura tentam me intimidar. Desses exemplos temos que, ainda que a sentença seja gramatical, pode ser também inaceitável. Isso se deve ao fato de a distância linear dos constituintes interrelacionados ser grande. O falante não consegue recuperar o complemento do conectivo por uma questão de limitação de memória. O conceito de gramaticalidade não pode ser confundido com o conceito de aceitabilidade e com o conceito de significação. Tomando o exemplo clássico de Chomsky: (18) “Ideias verdes incolores dormem furiosamente” (Colorless green ideas sleep furiously) Pode-se dizer que se trata de uma sentença bem formada, tanto em português como em sua versão original em inglês. Nesse sentido, é uma sentença gramatical. No entanto, dificilmente pode receber uma interpretação coerente. (você pode objetar dizendo que essa sentença pode aparecer em um texto poético, por exemplo, e você estaria com a razão. Até porque, o que se vê nas teorias do texto é que todo texto é passível de uma interpretação. Entretanto, está se aceitando aqui o exemplo de Chomsky para ilustrar este conceito). Já uma combinação de palavras do tipo: (19) “Cedo dormiu ontem ele” é claramente agramatical. Qualquer interpretação só é possível se as violações das regras gramaticais forem ignoradas. Esse é um dos argumentos de Chomsky para a capacidade inata para a aquisição de linguagem: a criança no processo normal de aquisição da linguagem consegue aprender, sem que lhe ensinem, as regras gramaticais de sua língua materna (LYONS, 1982). As sequências produzidas (ou geradas, ou ainda enumeradas) por uma gramática se chamam gramaticais, enquanto que as que são excluídas pela gramática se chamam agramaticais. Essa gramática pode ser a gramática internalizada pelo falante ou a gramática construída pelo linguista. A noção de gramaticalidade se relaciona, mas não se identifica com a de aceitabilidade 5. A intuição linguística Ser científico em linguística significa, dentre outras coisas, ter comprovação empírica. De acordo com a gramática gerativa, um dos objetivos do linguista é construir uma gramática que explique, ou dê conta, de todos os enunciados considerados gramaticais, já produzidos ou que possam vir a ser produzidos em algum momento (os enunciados potenciais). Dado que o falante produz enunciados gramaticais, pois estão em conformidade com a gramática da língua internalizada por ele, a gramática construída pelo linguista deve espelhar fielmente a gramática internalizada pelo falante. Lembre-se que, o objetivo maior da linguística, que tem por fundamentação teórica a abordagem gerativista, é dar conta do conhecimento linguístico do falante. O linguista só tem acesso à capacidade linguística do falante através do uso, ou da manifestação dessa capacidade. Lembre-se ainda que o uso é sempre menor do que a capacidade. Isso leva à conclusão de que o linguista deve submeter as frases geradas por sua gramática à avaliação do falante da língua. O linguista, então, faz uso da intuição linguística do falante. Antes de prosseguir, convém explicar que os termos “frase”, “sentença” e “enunciado” estão sendo usados aqui como sinônimos por uma questão meramente didática, não levando em conta, portanto, as discussões teóricas sobre esses conceitos linguísticos. A intuição linguística é o julgamento que o falante de uma língua faz sobre a aceitabilidade ou não aceitabilidade de uma sentença. O linguista deve excluir de sua análise as sentenças não aceitáveis. Note que a aceitabilidade é um fenômeno essencialmente intuitivo: algo que o falante “sente” com relação à sentença ouvida. 6. Produtividade dos sistemas linguísticos x criatividade linguística dos sujeitos falantes 4 Ao produzirem e compreenderem uma quantidade indefinida de sentenças, os falantes estão fazendo uso de uma propriedade das línguas naturais que é a produtividade. Essa propriedade dos sistemas linguísticos possibilita aos falantes fazerem uso da capacidade humana que é a criatividade: a capacidade que o falante tem de compreender e produzir um número indefinido de sentenças; uma capacidade que independe do estímulo, um dos contra- argumentos à proposta behaviorista de aquisição da linguagem. A criatividade é uma capacidade humana. Uma das características que separa o ser humano dos outros animais. O ser humano pode e faz uso de sua criatividade linguística. E, para tanto, utiliza-se da propriedade dos sistemas linguísticos que é a produtividade. Essa criatividade é dependente e vigiada pela produtividade no sentido de que o falante pode dar vazão a toda sua criatividade desde que obedeça às regras impostas pelos sistemas gramaticais, obedeça às regras da gramática de sua língua. “Produtividade, devemos observar, não pode ser identificada com criatividade: mas existe uma conexão intrínseca entre elas” (LYONS, 1982:212) 7. Princípios e parâmetros Como foi visto anteriormente, a teoria da linguagem de Chomsky iniciada em 1957 passou por uma série de reformulações que resultaram no atual programa de Princípios e Parâmetros. Na fase inicial da teoria, o conhecimento linguístico consistia de um conjunto de regras de diferentes naturezas. No programa de Princípios e Parâmetros, as regras são efeitos de Princípios universais e Parâmetros de variação, os quais também formam a base para uma teoria da aquisição. É uma questão bastante interessante: “Mas se crianças de diferentes povos aprendem línguas diferentes, por que não se pode dizer que a criança aprende sua língua dependendo exclusivamente do ´input` do ambiente”? Eis a resposta: Para Chomsky, sem uma estrutura interna, um organismo não interage com o ambiente. A estrutura interna na espécie humana é invariante e é responsável não só pelas propriedades invariantes das línguas, mas também pelas variações possíveis. As línguas variam, mas a variação é restrita, porque dependem de um número limitado de Parâmetros já programados geneticamente. Ao ter contato com o input a criança acionará o parâmetro que está de acordo com a língua que está ouvindo. Os parâmetros são, portanto particulares de cada língua. Os princípios são universais. Cabe ao linguista descobrir quais são os princípios universais – a GU ou gramática universal, e os parâmetros particulares de cada língua. Quando concluir essa tarefa terá conhecido a capacidade linguística inata do falante, devidamente registrada em sua genética. 7.1 O caso do português do Brasil As línguas se agrupam, entre outros traços, pela possibilidade de omissão dos sujeitos e pela inversão sujeito-verbo. Isso caracteriza o parâmetro pro-drop. Exemplos: (20) Vou ao cinema amanhã. (21) Chegou a carta. Estudos mostram que o Português do Brasil (PB), diferentemente do Português europeu (PE), está passando de um parâmetro [+pro-drop] para [-pro- drop]. Motivo: mudança no paradigma flexional. Exemplos: (22) Eu vou ao cinema amanhã. (23) A carta chegou. Quadro: Evolução nos paradigmas flexionais do PB PESSOA NÚMERO PARADIGMA 1 PARADIGMA 2 PARADIGMA 3 1ª sing. cant-o cant-o cant-o 2ª direta sing. canta-s --- --- 2ª indireta sing. canta-Ø canta-Ø canta-Ø 3ª sing. canta-Ø canta-Ø canta-Ø 1ª plur. canta-mos canta-mos canta-Ø 2ª direta plur. canta-is --- --- 2ªindireta plur. canta-m canta-m canta-m 3ª plur. canta-m canta-m canta-m Fonte: Duarte (1993) apud Scarpa (2004), in Mussalim & Bentes (2004) 5 8. Análise linguística gerativista O modelo de análise gerativista é EXPLICATIVO, à medida que busca explicar o processo pelo qual o falante gera as sentenças de sua língua e em que medida esse processamento reflete um conhecimento sobre a GU. O pesquisador gerativista não está preocupado com possíveis fatores sociais que poderiam estar influenciando as escolhas linguísticas do falante, justamente porque isso está no plano do desempenho. Tampouco está preocupado com o período histórico em que o falante se insere, pois a competência não diz respeito ao tempo, mas à capacidade de julgar as sentenças da língua como boas ou más. FORMALIZANDO O CONHECIMENTO LINGUÍSTICO DO FALANTE A Representação Arbórea (1) Diadorim amava Riobaldo. O SN SV Diadorim V SN amava Riobaldo EXERCÍCIOS 1. Elabore perguntas possíveis e não possíveis em relação à ação praticada pelo sujeito da seguinte oração (7) Edson comprou o carro de Eloiza que é azul. 2. Julgue as sentenças abaixo quanto à gramaticalidade e à aceitabilidade. 1.a) Não fumar é aconselhável. b) Que não se fume é aconselhável. c) Que não fumar é aconselhável. d) Não se fume é aconselhável. 2. Que Maria ter dormido fora tenha irritado sua mãe é evidente. 3. Mamãe, dá-me o pente para mim pentear a boneca. 4. Depois que se iniciou por meio de folhetos a campanha de melhor aproveitamento, melhorou os serviços de água. 3. Avalie, em cada item a seguir, se a junção das duas frases em um único período torna a frase gramatical (de acordo com a variedade padrão) e aceitável. a) O remédio está na gaveta do armário do banheiro. Eu preciso desse remédio. O remédio que preciso está na gaveta do armário do banheiro. b) Cheguei ao ponto de ônibus. Meus irmãos estavam no ponto de ônibus. Cheguei ao ponto de ônibus em que meus irmãos estavam. c) Derrubamos o velho barracão. Crescia limo sobre o barracão. Derrubamos o velho barracão, no qual crescia limo. d) O código ainda vigora. Eles agiam segundo as leis desse código. O código, segundo cujas leis eles agiam, ainda vigora. e) Você tem as cópias do material. Eles se referiam a essas cópias. Você tem as cópias do material as quais eles se referia. 4. Leia atentamente as questões de 1 a 6 e julgue-as falsas ou verdadeiras. 1. ( ) Pode-se falar que os dois objetivos centrais do Gerativismo são (i) a descrição da gramática universal e (ii) a explicação de como o falante processa a linguagem de forma a gerar enunciados nunca antes produzidos. 2. ( ) Chomsky nega que o homem aprenda uma língua pelo processo de estímulo/resposta porque, para ele, a língua à qual a criança tem acesso é rica e produtiva. Esse argumento ficou conhecido como “pobreza de estímulos”. 3. ( ) Segundo a Teoria Gerativista, as línguas estruturam-se com base em princípios e parâmetros. Os primeiros referem-se ao que é universal entre as línguas humanas, de caráter mutável, e os segundos referem-se ao que é específico de cada língua ou grupo de línguas, e por isso de caráter imutável. 4. ( ) No enfoque gerativista, o conceito de competência linguística diz respeito à capacidade de o falante expressar-se eficientemente em qualquer situação sócio-comunicativa. Já o conceito de desempenho 6 linguístico refere-se ao uso efetivo da língua pelo falante. Como ao gerativista importa o uso efetivo, seu estudo concentra-se em analisar o desempenho linguístico do falante. 5. ( ) Todo falante sabe julgar as sentenças de sua língua nativa com critérios de gramaticalidade ou aceitabilidade. Além disso, em geral, um falante pode produzir uma sentença que seja inaceitável para alguém ou até para ele próprio, mas não uma sentença que seja agramatical. 6. ( ) A linguagem é um órgão biológico da mente humana. Nesse sentido, o homem já nasce predisposto a falar, pois possui a faculdade de linguagem. 7. Julgue a sentença abaixo quanto à sua gramaticalidade e sua aceitabilidade. Justifique sua resposta. → Que aprender química ser fácil seja evidente para ele não é óbvio. 8. Analise sintaticamente a sentença abaixo usando a estrutura arbórea → O céu estava caindo ontem.