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44 REPROGRAMAÇÃO MENTAL: A ChAVE DA CURA PARA TODAS AS DOENÇAS Vivemos em uma Matrix. Um mundo de ilu- sões que nos seduz e distrai da nossa realidade. Esta- mos aqui reproduzindo modelos de vida que nos são programados pela mídia e sua publicidade a consumir bens e serviços, todos os dias. Essa distração proposi- tal nos desvia do pensamento metafí sico, do entendi- mento da nossa existência e do redescobrimento de quem somos nós. Tudo é Publicidade. Os bens e serviços que consideramos indispensáveis à nossa vida, de indis- pensáveis têm é nada. As necessidades são inventa- das e passivamente aceitamos que sejam incuti das em nossa mente. A elite que ainda nos governa decide os nos- sos prazeres e nossas mazelas também. Até mesmo as mazelas? Sim, principalmente elas! Nosso corpo fí si- co precisa realmente de muito pouco para se manter, mas desde o nascimento passamos a receber progra- mações que nos dizem ao contrário e passivamente acreditamos nisso, afi nal isso é dito por pessoas que estão acima de qualquer suspeita para nós; arti stas, pais, mestres, cienti stas. Assim ninguém duvida. Principalmente durante toda a juventude, en- quanto nosso corpo ainda tem resistência e grande capacidade de redução dos danos, consumimos sem críti ca alimentos que são quimicamente modifi cados para congesti onar nossas vias neurais de prazer. Usa- mos substâncias químicas de todos os ti pos para nos entorpecer e esquecer-se da nossa realidade. Consu- mimos para fazer parte da cultura (repeti r o compor- tamento dos outros) e assim mais uma vez deixamos de pensar efeti vamente no que estamos fazendo com os outros e com nós mesmos. Mais tarde, na idade adulta média e na tardia, as consequências do consumo impensado começam a aparecer e se atribui isso à idade. Isso é NORMOSE, ARTIGO DE CAPA Dr. Marco Marcondes Médico 55 ARTIGO DE CAPA a doença do ser normal. Aquilo que todo mundo faz, aquilo que se espera que façam, que não o faça bem a ninguém, mas é considerado normal. Como pode ser normal fazer mal para si? Quando alguém ousa não adotar tais compor- tamentos, é visto como estranho, é alvo de chacota, recebe rótulos. É isto que “eles” querem. Tudo faz par- te de uma estratégia. Os criadores da Matrix querem que acreditemos que o melhor jeito de viver é o que eles vendem com mídia, tradição e religião. Esta é a Matrix. Um sistema de escravidão in- consciente onde somos persuadidos a viver consumin- do o que vai nos trazer doenças, afi nal isso vai manter a indústria farmacêuti ca de pé. Precisamos de carros, movidos pela queima de combustí veis fósseis, mesmo que existam dezenas de meios de produção de ener- gia limpa e inesgotável patenteados há séculos, afi nal a indústria dos combustí veis precisa se manter. E as- sim o sistema todo é manti do. O sistema de escravidão atual não é baseado nos maus tratos fí sicos, na imposição de ordens e sub- missão consciente. É uma escravidão sorrateira onde somos impelidos a acreditar que somos felizes e livres nas nossas escolhas (como se fossem nossas). Quem nós pensamos que somos está inti ma- mente ligado a como nos consideramos tratados pelos outros. Muitas pessoas se queixam de que não rece- bem um tratamento bom o bastante. “Não me tratam com respeito, atenção, reconhecimento, considera- ção. Tratam-me como se eu não ti vesse valor”, elas di- zem. Quando o tratamento é bondoso, elas suspeitam de moti vos ocultos. “Os outros querem me manipular, levar vantagem sobre mim. Ninguém me ama.” Quem elas pensam que são é isto: “Sou um pequeno eu carente, cujas necessidades não estão sendo sati sfeitas.” Esse erro básico de percepção de quem elas são, cria um distúrbio em todos os seus relacionamentos. Esses indivíduos acreditam que não têm nada a dar e que o mundo ou os outros es- tão ocultando delas aquilo de que precisam. Toda a sua realidade se baseia num senti do ilusório de quem elas são. Isso sabota situações, prejudica todos os re- lacionamentos. Se o pensamento de falta – seja de dinheiro, reconhecimento ou amor – se tornou parte de quem pensamos que somos, sempre experimenta- remos a falta. Em vez de reconhecermos o que já há de bom na nossa vida, tudo o que vemos é carência. Detectar- mos o que existe de positi vo na nossa vida é a base de toda a abundância. O fato é o seguinte: seja o que for que nós pensemos que o mundo está nos ti rando, é isso que estamos ti rando do mundo. Agimos assim porque no fundo acreditamos que somos pequenos e que não temos nada a dar. Se esse for o seu caso, experimente fazer o se- guinte por duas semanas e veja como sua realidade mudará: dê às pessoas qualquer coisa que você pen- se que elas estão lhe negando – elogio, apreço, ajuda, atenção, etc. Você não tem isso? Aja exatamente como se ti vesse e tudo isso surgirá. Logo depois que você co- meçar a dar, passará a receber. Ninguém pode ganhar o que não dá. O fl uxo de entrada determina o fl uxo de saída. Seja o que for que você acredite que o mundo não está lhe concedendo você já possui. Contudo, a menos que permita que isso fl ua para fora de você, nem mesmo saberá que tem. Isso inclui a abundância. A lei segundo a qual o fl uxo de saída determina o fl uxo de entrada é expressa por esta frase conhecida: “Dai, e dar-se-vos-á.” “Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada, sacudida e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.” A fonte de toda a abundância não está fora de você. Ela é parte de quem você é. Entretan- to, comece por admiti r e reconhecê-la exteriormente. Veja a plenitude da vida ao seu redor. O calor do sol sobre sua pele, a exibição de fl ores magnífi cas num quiosque de plantas, o sabor de uma fruta suculenta, a sensação no corpo de toda a força da chuva que cai do céu. A plenitude da vida está presente a cada pas- so. Seu reconhecimento desperta a abundância inte- rior adormecida. Então permita que ela fl ua para fora. Só o fato de você sorrir para um estranho já promove uma mínima saída de energia. Você se torna um do- ador. Pergunte-se com frequência: “O que posso dar neste caso?” Como posso prestar um serviço a esta pessoa nesta situação? Você não precisa ser dono de nada para perceber que tem abundância. Porém, se senti r com frequência que a possui, é quase certo que as coi- sas comecem a acontecer na sua vida. Ela só chega para aqueles que já a têm. Parece um tanto injusto, mas é claro que não é. É uma lei universal. Tanto a fartura quanto a escassez são estados interiores que se manifestam como nossa realidade. Jesus fala sobre isso da seguinte maneira: “Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe ti rará até o que não tem”. (Eckhart Tolle). Riqueza e espiritualidade não são muitas ve- zes vistas como semelhantes. O que é um pouco ver- gonhoso. É lamentável que, devido à falta de entendi- mento e treino pela mídia e pela sociedade no mundo, as pessoas nem sempre associam ter riqueza com o estado espiritual. Há uma corrente esti mulada pela sociedade, pela políti ca, pela igreja de um modo ge- ral e pelas pessoas de um modo parti cular, achar que os ricos são pessoas desumanas, agressivas, sovinas, mercenárias. Há um culto ao ódio aos ricos. Quando se fala em nivelar o poder econômico entre os povos, não se fala na hipótese de todos serem ricos e sim em 66 ARTIGO DE CAPA um mundo em que os ricos fi quem pobres como os outros. É um nivelamento para baixo. Desta forma, ne- nhum pobre almeja tanto a riqueza como almeja que os ricos dividam o que conquistaram. A fí sica quânti ca expõe uma teoria na qual, para além do espaço e tempo, existe uma situação onde tudo é possível e não há nada que não seja. As- sim, não pode haver falta de nada e nenhum bem,nenhum aspecto da existência pode carecer. Portanto, tudo que você sintonizar nesta existência, onde tudo já tem, há de tudo e infi nitamente em quanti dade. As pessoas são esti muladas a ter um real desprezo e ódio por aqueles que possuem dinheiro, como se de algu- ma forma, eles não pudessem estar perto do Divino ou da espiritualidade. Então, como é a riqueza espiri- tual e como você pode ser parte dela? “Inicie sua semana reprogramando sua mente para criar aquilo que você quer”. Não diga “eu quero”. Diga “eu posso”. Não diga “não tenho”. Diga “terei em breve”.Mude a chave de suas verbalizações para o polo positi vo. Se não possui ainda o dinheiro necessário para pagar algo, jamais diga “não tenho dinheiro”. Diga” em breve terei o dinheiro necessário para…”. Se ainda não tem o ofí cio que ama, jamais fale mal ou amaldiçoe seu trabalho. E também não faça o mesmo com seus rela- cionamentos. Isso te coloca em estado de revolta. E você receberá mais moti vos para senti r-se assim. Você atrai o que você é. Abençoe em sua vida tudo aquilo que ainda lhe causa mal estar. E agradeça. Repita sempre: “isso é apenas um aprendizado, eu abenço essa situação, aprendo com ela e logo estarei em uma situação melhor”. Por mais difí cil que sua realidade lhe pareça, essa é apenas uma percepção distorcida daquilo que você mesmo criou. Por mais estranho que seja você se colocou onde está. Se não gosta de sua vida agora, é porque seu interior também não lhe agrada. E toda mudança, re- pito e repito: vem de dentro. Não procure soluções externas. Procure conhecer-se, amar-se, abençoar-se, perdoar-se. Sinta-se merecedor de tudo aquilo que lhe é de direito. O natural do SER é SER feliz, próspero, abundante, saudável. Comece a decretar o que você quer em sua vida. Esqueça as ofensas, esqueça o fracasso, esqueça o que lhe faz sofrer. Liberte-se da negati vidade. Peça ajuda se não consegue sozinho. Se você conti nuar a repeti r o mesmo comportamento, repeti rá também os resultados. Mude seus hábitos mentais, escolha suas pa- lavras, semeie o bem sem ver a quem. Coloque sua vida ou seus problemas dentro de uma bolha cor-de -rosa e deixe-a fl utuar… Entregue para a existência. E CREIA. Ame. Aco- lha. Compreenda. Sorria. Agradeça. Abrace. Sonhe. “Preencha-se da imensurável felicidade de ter todos os dias um presente: O milagre de RECOMEÇAR.” 88 AS PRÁTICAS INTEGRATIVAS QUÂNTICAS: APLICANDO O CONhECIMENTO DA FÍSICA QUÂNTICA NA SAÚDE A fí sica quânti ca trouxe o entendimento de como o átomo é formado, consequentemente, mudou o paradigma da matéria, e com isso mudou totalmen- te a forma de pensar em relação à saúde e à doença. Tudo o que existe de matéria conhecida no universo é formada de átomos e os átomos não são feitos de matéria, mas de energia, portanto, a matéria é feita de energia. Então, o organismo humano também é feito de energia, se visto do micro para o macro: fi lamen- tos de energia, partí culas, átomos, moléculas, células, tecidos, órgãos e sistemas que se juntam formando o corpo humano. Na verdade, segundo o biólogo quânti co Bru- ce Lipton, o corpo humano é uma comunidade de mais de 50 trilhões de células cobertas por uma camada de pele, vivendo juntas em harmonia, cada uma com sua função específi ca, mas cada uma recebendo prote- ção, através do sistema imunológico; alimentação e oxigênio, pelo sangue, vindo do sistema respiratório e do digestório; como uma verdadeira comunidade pa- cífi ca e conectada. Mas, o que mantém essas células harmoniosamente lincadas umas às outras, dentro do mesmo ser, é a energia da mente humana, que dá o signifi cado para o ser. Segundo o PhD em fí sica quânti ca Amit Goswami, a base do universo, o tecido que forma o nosso mundo, é a consciência universal, energia su- prema na qual residem as muitas ondas de possibi- lidades que vão colapsar em objetos materiais. O corpo humano consegue senti r os objetos materiais por também colapsar em matéria. Mas, tem outras sensações como os senti mentos. Pode-se senti r uma forte emoção visceralmente, prestando atenção nas sensações ao longo da espinha dorsal, a energia vital, FÍSICA QUÂNTICA Dra. Rosangela Arnt Médica especialista em Nutrologia 99 chamada de prana pelos indianos e de chi pelos chine- ses, movimenta-se dando mais ênfase às emoções e sendo percebida. E é claro que o ser humano também pensa, e de uma forma suti l, pensa dando signifi ca- dos aos objetos e às emoções; e de uma forma ainda mais suti l, usa a intuição. De acordo com Platão, as experiências de intuição dão os contextos dos mais profundos signifi cados, os arquéti pos intuiti vos. Os cienti stas já comprovaram que esses arquéti pos são eternos e imateriais. Mais ainda, o biólogo Rupert Sheldrake, através de suas experiências e trabalhos cientí fi cos, comprovou que a parti r de enti dades não fí sicas chamadas por ele de campos morfogenéti cos, é que se formam todas as partes do corpo humano e dos animais. Os órgãos são representações fí sicas des- ses campos morfogenéti cos. O fi lósofo Jonh Searle e o fí sico Roger Penrose comprovaram que os computadores não podem pro- cessar signifi cados; os neurofi siologistas afi rmam que o cérebro é uma espécie de computador potente. A mente é a parte do ser que dá o signifi cado para tudo, portanto, a mente não é o cérebro, a mente é não-fí si- ca, é imaterial. Nessas considerações existe um problema: como o mundo fí sico pode interagir com o mundo não fí sico? De acordo com Amit Goswami, essa interação é mediada através da consciência universal não local, pois não há necessidade de sinais e contato para acon- tecer, uti lizando-se do conceito de entrelaçamento quânti co ou emaranhamento quânti co para comuni- cação imediata não-local. O entrelaçamento quânti co pode ser explicado através de experiências da fí sica quânti ca que demostram que objetos afastados um do outro, em qualquer distância, mas que tenham ti do uma relação entre si, parecem estar energeti camente unidos um ao outro; e que uma mudança ocorrida em um dos pares é imediatamente reproduzida no ou- tro, que comparti lha dessa energia informati va, com maior rapidez que a velocidade da luz, pois é instantâ- nea. Esse entendimento é crucial para integrar a ciência da medicina material convencional com a ciên- cia da medicina suti l imaterial, chamada anteriormen- te de medicina alternati va, e hoje é incorporada nas práti cas integrati vas. Mais uma idéia é primordial para confi rmar essas teorias. No mundo fí sico tem-se estrutura. Isso deve-se ao fato de que nesse mundo as micropartí - culas elementares fazem os macro objetos: sofá, rou- pa, corpo humano. Mas, no mundo suti l das energias, existe uma divisão entre o micro e o macro. Essa idéia leva a algumas consequências: o mundo macrofí sico perde a maior parte da sua poten- cialidade quânti ca e passa a ser Newtoniano-determi- nista, sem muito jogo de possibilidades nele; assim, as escolhas dos observadores tendem a ser virtualmente as mesmas quando olham para um objeto em parti cu- lar, construindo-se um consenso de estarem vendo a mesma coisa no mesmo lugar, e que o objeto está fora do observador. Objetos suti s, como pensamentos, senti mentos e intuições, são quânti cos o tempo todo, portanto os observadores, ou seja, nós, não podemos usualmente escolher as mesmas experiências, fazen- do delas algo privado e pessoal. A estabilidade e solidez do mundo macrofí sico fornecem os pontos de referência para o corpo huma- no, e ainda mais importante, permitem que o fí sico faça representações, ti po soft ware do hardware suti l. A forma com que essas representações são construídas conformeas pessoas crescem, gera pa- drões de condicionamento que permite a individua- lidade funcional. A mente individual e o corpo vital individual são o resultado do condicionamento, eles são funcionais, não estruturais. A parti r desses conhecimentos, as bases con- ceituais das práti cas integrati vas quânti cas podem ser estabelecidas. Ainda segundo Amit Goswami, o ser humano tem três corpos individuais: fí sico, vital e mental. As doenças podem ocorrer devido à falta de equilíbrio e harmonia em qualquer um ou em to- dos esses corpos. E a cura, da mesma forma, deverá consisti r não apenas em restaurar o funcionamento defeituoso do corpo fí sico, mas também restaurar o mau funcionamento dos corpos vital e mental, se en- volvidos. O quarto corpo é comparti lhado com todas as pessoas do mundo, pois nesse estágio de evolução em que o planeta encontra-se, o corpo chamado por Goswami de supramental, não é diretamente repre- sentado no fí sico, e abriga os arquéti pos universais, onde os campos morfogenéti cos se formam. Na realidade, a consciência universal ou ener- gia suprema, como um todo, também pode ser vista como um corpo ilimitado para todos comparti lharem. Quando a pessoa se identi fi ca com esse corpo, expe- rimenta plenitude, totalidade, o que a faz muito feliz. Podendo pensar como corpo de felicidade. Assim, as práti cas integrati vas quânti cas inter- pretam as doenças de acordo com o corpo suti l onde a raiz delas está, e é nessa raiz que deve-se começar o processo de cura. A medicina convencional se dirige apenas ao corpo fí sico, onde acredita estar a doença e a cura. A medicina do corpo vital correlaciona a do- ença com o corpo vital e os campos morfogenéti cos, onde estão as fôrmas dos órgãos, curando os funcio- namentos defeituosos do corpo vital que causam o mau funcionamento dos órgãos. Exemplos: medicina Ayurvédica, medicina tradicional chinesa e homeopa- ti a. A chamada medicina corpo-mente é sobre curar o FÍSICA QUÂNTICA 101010 funcionamento defeituoso do corpo mental que causa o mau funcionamento do corpo vital e do fí sico. E as- sim por diante. Os pensamentos, que são energia mag- neto-elétrica, fugaz, muito rápida (cada pensamento dura em torno de 6 a 7 segundos) se difundem pelo meio interno levando informação a toda essa comu- nidade de células, que capta as informações através de sua membrana celular, que é homóloga a um chip de computador, recebendo downloads o tempo todo. Esses pensamentos desencadeiam os senti mentos, que levam à formação de neuropeptí dios, que saem do sistema límbico e vão criar as reações em todo o corpo, de acordo com o ti po de pensamento que es- tamos tendo. Isso faz com que haja coerência entre pensamento e reação corporal, entre energia e ma- téria. Portanto, se temos pensamentos de desespero e tristeza, nosso cérebro vai criar neuropeptí dios que vão confi rmar essa idéia, respondendo nos tecidos – isso é a comunicação mente-corpo em ação. A grande neurocienti sta Candance Pert, uma das entrevistadas no fi lme “Quem somos nós”, ma- peou os receptores celulares desses neuropeptí dios, e explica como funcionam no seu famoso livro “Molecu- les of Emoti on” ainda não traduzido para o português. Portanto, pelos pensamentos e por crenças que intro- duzimos nos primeiros anos de vida, podemos atribuir signifi cado a algo, sejam positi vos ou negati vos, crian- do as moléculas da emoção (os neuropeptí dios) que levam a informação para todas as células do corpo, o que pode tanto fragilizar quanto fortalecer o siste- ma imunológico. A psiconeuroimunologia atualmente mostra a clara interconexão entre o sistema límbico (cérebro emocional), o sistema imunológico (glândula ti mo e linfonodos), o sistema endócrino (eixo hipotála- mo-adrenais) e o sistema nervoso central. As recentes descobertas na área da epigenéti ca evidenciam o po- der das crenças, padrões arraigados e pensamentos, sobre a nossa condição de saúde e bem-estar. Essas informações dão sustentação cientí fi ca para as mais diversas técnicas e terapias hoje conhe- cidas como complementares, como acupuntura, re- fl exologia podal, meditação, EFT (emoti onal freedom tecnique), Psych-K, cinesiologia, entre tantas outras. Até unirem-se esses conhecimentos cientí fi cos, a maioria dessas práti cas não era reconhecida como vá- lida cienti fi camente. E quando leva-se em conta o uso da energia, quer em forma de emissão de luz (Laser e ledterapia) ou de feixe de cor (cromoterapia), quer em forma de aparelhos emissores de frequências harmônicas (tec- nologia baseada nos aparelhos de Rife), quer em for- ma de produtos frequenciais (homeopati a, fl orais de Bach, essências vibracionais com tecnologia Quantum Health), tem-se uma grande quanti dade de terapias por energia, perfeitamente explicadas pela ciência quânti ca: o ser humano é feito de energia, portanto, quando adoece, a primeira alteração que acontece é no movimento do átomo, na verdade sabe-se que é no spin do elétron; nada mais lógico do que tratar sem- pre esse desequilíbrio com terapias de harmonização da energia, ou seja, práti cas integrati vas quânti cas. No Hospital Albert Einstein, um dos hospi- tais mais bem conceituados no país, encontra-se a seguinte defi nição de medicina complementar: “é a medicina que usa terapias e orientações médicas que, como o próprio nome enfati za, são complementares ao tratamento convencional. No mesmo exemplo, se- ria o uso da acupuntura para diminuir as náuseas pro- vocadas pela quimioterapia. E é nessa defi nição que se enquadra a abordagem preconizada pela medicina integrati va” (Fonte: htt p://www.einstein.br/Ensino/ pos-graduacao). Nas palavras do Dr. Andrew T. Weil, formado em medicina na Harvard, autor de diversos livros so- bre saúde e longevidade saudável, incluídos na lista de Best-sellers do The New York Times, fundador e dire- tor do Centro de Medicina Integrati va da Universida- de do Arizona: “Em rápida ascensão nos Estados Uni- dos - principalmente devido ao colapso do sistema de saúde, provocados pelos elevados custos da medicina de alta tecnologia - a medicina integrati va vem sendo encarada com seriedade. Um dos principais moti vos é a consciência de que a sua práti ca reduz os custos de duas maneiras: deslocando o foco dos tratamentos da doença para a promoção da saúde, por meio do cuida- do com o esti lo de vida, enfati zando o potencial inato de recuperação do organismo; oferecendo e populari- zando tratamentos mais baratos cujos resultados são tão bons ou melhores que os remédios alopáti cos e outras terapias convencionais.” (Fonte: htt p://www. drweil.com/) E no Brasil, o médico Paulo de Tarso Lima, Fellowship da Universidade do Arizona, e um dos pre- cursores da medicina integrati va nesse país, em seu site Medicina Integrati va (htt p://medintegrati va.com. br/medicina-integrati va/) defi ne como “uma aborda- gem orientada para um senti do mais amplo de cura, que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e espírito. Enfati za as relações entre o paciente e o mé- dico, e combina tratamentos convencionais e terapias complementares cuja segurança e efi cácia tenham sido cienti fi camente comprovadas”. Neste contexto, pode-se dizer que as práti cas integrati vas quânti cas abrangem as técnicas e terapias que usam os princípios da energia como forma de tra- tamento, complementando os tratamentos conven- cionais ou alopáti cos, ou sendo usadas em protocolos FÍSICA QUÂNTICA 1111 que integram diversos ti pos de terapias, incluindo a conscienti zação da melhora dos hábitos de vida, como alimentação, exercícios fí sicos regulares não extenu- antes, e mudanças de crenças limitantes. Dentre essas práti cas, o uso dasessências vi- bracionais fl orais feitas através da tecnologia Quan- tum Health, provou ser muito simples para uso e para aprender-se a incorporar nos mais diversos ti pos de atendimento na área da saúde, desde consultas medi- cas, até a área da estéti ca, passando pelo home-care e pronto-atendimento, incluindo todas as alterações da saúde, agudas ou crônicas, e muito na prevenção de doenças e de sequelas. Com certeza, é uma forma in- tegrati va e complementar que traz grande resoluti vi- dade, diminuição do tempo de sofrimento dos pacien- tes, e induz a uma harmonização de todo o organismo. Esses produtos, fabricados dentro das mais rigorosas práti cas industriais, com tecnologia de ponta, brasilei- ra, e ainda cumprindo todos os requisitos da legisla- ção vigente, seguindo as determinações da ANVISA, têm mais de uma década de mercado. Após todo esse tempo, apresenta hoje inúmeros casos de sucesso, publicados em revistas e nos anais de diversos con- gressos da área de saúde, e é matéria de muitos livros publicados, inclusive na medicina veterinária. Para ci- tar alguns, temos o “Vade mecum das Essências Vibra- cionais um guia práti co para o uso dos Moduladores e Indutores Frequenciais”, de minha autoria, que está na segunda edição e recentemente foi traduzido para o espanhol; o livro da médica veterinária homeopata Daniela Lopes “A Saúde Quânti ca para os Animais” e o livro da diretora executi va da Vovó Gourmet e pós- graduada em Nutrição Clínica Funcional Eliana Bovo- lon “Nutrição Quânti ca na Linfodrenagem”. Anualmente, vem-se concreti zando o CSTQ – Congresso de Saúde e Terapias Quânti cas, com gran- de sucesso. No ano de 2016, o V CSTQ abriga ainda o II° Congresso Internacional de Práti cas Integrati vas Quânti cas. Estão todos convidados! ReFeRÊNCIAs BIBLIoGRÁFICAs DROUIN, P. Creati ve Integrati ve Medicine. Ed. Balboa Press. Bloomington. 2014 GOSWAMI, A. O Médico Quânti co orientações de um fí sico para a saúde e a cura. Ed. Cultrix. Charlott esville, Virginia. 2004 LIMA,W. Princípios Quânti cos no Coti diano. Ed. Uni- versitária UFPE. Recife. 2009 LIPTON, B. The Honeymoon Eff ect the science of cre- ati ng heaven on earth. Ed. Hay House. Carlsbad, Cali- fornia. 2013 PERT. C. Molecules of Emoti on. Ed. Scribner. New York. 2003 RAMOS, O. A Física Quânti ca em Nossa Vida. Ed.Odo- rizzi. Blumenau. 2008 FÍSICA QUÂNTICA 14 O MAPA DA VIDA EM SEUS PÉS Nesse artigo vamos falar de uma ciência mile- nar que tem ajudado milhares de pessoas no mundo todo a restabelecerem sua qualidade de vida. Digo qualidade de vida, pois a saúde depende de vários fatores, não de um único hábito ou trata- mento, ou somente com a Reflexologia, embora um único hábito possa levar à perda da sua qualidade de vida. Em muitos casos, há doenças que o indivíduo terá que conviver o resto da sua vida, mas ele não precisará fazer disso um sofrimento, ou desenvolver outros problemas de saúde por conta desse.. Por exemplo, no caso de uma doença congê- nita, a pessoa precisará conviver com isso, mas ela po- derá ter qualidade de vida, por não sofrer com proble- mas consequentes ou com os problemas emocionais que poderá trazer. É isso que o tratamento com a Reflexotera- pia faz Restabelece a qualidade de vida da pessoa por equilibrar todas as funções do seu organismo, sendo de ordem física ou emocional. A Reflexologia é a ciência que estuda os refle- xos nervosos do nosso corpo. É a aplicação dos conhecimentos dessa ciên- cia acontece, com estímulo em plexos nervosos liga- dos ao cérebro. Quando aplicado os estímulos os mes- mo vão até o cérebro, que processa a informação. Está informação processada retorna ao orgão ou sistema, que estão em desequilíbrio, para que seja corrigido. A aplicação da Reflexoterapia é muito simples, basta o terapeuta ter apenas um par de mãos sensí- veis e um desejo, conforme disse Eunice Ingham, a mãe da Reflexologia moderna, de trazer alívio ao seu próximo. A Reflexoterapia não apenas trata, recupera o órgão, tecidos ou sistemas. Ela atua como prevenção, embora consigamos corrigir a maioria dos males das pessoas que buscam o tratamento. Diferente do que temos no convencional, onde não tomamos um remédio, por exemplo, para má circulação, se ainda não desenvolvemos, na a re- flexoterapia aplicada frequentemente, previne-se e corrige-se o que o corpo ainda não transformou em doença, para não desenvolvê-la. Sim, digo desenvolvê-la, pois costumo men- cionar às pessoas que nos procuram que ninguém dorme saudável e acorda doente. Um problema de saúde se manifesta sim repentinamente, mas leva dias, meses e até anos para se desenvolver. Nós que não prestamos atenção ao longo desse tempo nos si- nais que nosso corpo nos deu. Diferente de uma rea- ção alérgica ou uma diarreia, que é uma reação ime- diata, há algo que precisa ser expulso, de imediato, do Cláudia Rosane dos Santos Reflexoterapeuta REFLEXOLOGIA 15 REFLEXOLOGIA organismo. Infelizmente é comum as pessoas darem mais “importância” a esse tipo de reação, do que a sinais menos impactantes, que são dados lentamente ao longo da vida. Por isso, é costumeiro ouvir a frase sobre al- guém que ficou doente: “do nada” ele adoeceu, ou “não tinha nada”. Na Reflexoterapia o mais importante a ser avaliado é o órgão, e não o problema desenvolvido no órgão. Fazemos diagnóstico fisiológico, ou seja, o que importa é como está o órgão e não a doença que esse órgão desenvolveu. Claro que daremos foco onde o organismo está mais desequilibrado, debilitado, mas muitas vezes o problema que desenvolveu é tratado em outro órgão ou área. Também avaliamos o estado emocional em que se encontra a pessoa que desenvolveu determi- nado distúrbio. Visto que é uma terapia holística, que trata a pessoa como um todo, não só iremos nos ba- sear pelas “queixas” que o indivíduo apresenta, e sim avaliamos a condição geral do mesmo. Vou exemplificar falando da circulação san- guínea: Quanto melhor a circulação sanguínea de uma pessoa, melhor sua saúde: respiração, pele, dis- posição, nutrição, humor, flexibilidade, etc. Pois nosso sangue é o condutor do oxigênio, hormônios, nutrien- tes, etc. Um sangue carregado de toxinas não levará a quantidade de informações necessárias, e mesmo que leve, não chegará na intensidade ou velocidade necessária que cada célula de determinado órgão pre- cisa. Um sangue ácido não faz e não percorre o seu trajeto na mesma intensidade velocidade que um sangue livre de toxinas pecorre, causando então a po- pular má circulação, onde o retorno venoso é lento e exige muito mais esforço do coração para bombeá-lo. Assim, além do indivíduo fazer um controle alimentar livre de gorduras, sal e açúcar, práticas de exercícios físicos também deverá devolver o equilíbrio a esse sistema/órgão. Quando um órgão entra em de- sequilíbrio, todo o sistema pertencente a esse órgão sofre também. Mas normalmente nos apegamos ao órgão que desenvolveu o problema. Por incrível que pareça, nosso organismo, se adapta com os órgãos trabalhando de forma incorreta. Ele sofre diretamen- te com o órgão afetado por apresentar os sintomas, mas promove toda uma adaptação de outros órgãos e funções para que aquilo aconteça e não faça com que o corpo pare totalmente por conta de uma disfun- ção. É comum em uma crise de cura o indivíduo sofrer efeitos colaterais devido a uma nova adaptação que esse órgão precisa fazer para voltar a trabalhar corre- tamente. Mas onde entra a Reflexologia? Ainda continuo a explicar: Há muitas pessoas que nos procuram e são magras, outras se alimentam bem, bebem água sufi- ciente, e ainda praticam algum tipo de exercício físico mas, têm problemas circulatórios,como as chamadas varizes, sejam visíveis ou não, muitas até já vieram de tratamentos cirúrgicos, etc e o problema persiste ou, na época da cirurgia melhoram e com o passar do tempo o problema voltou. O que aconteceu com esse indivíduo, que fez todo um ajuste nas questões físicas e seu problema continou? Partindo do princípio que nosso cérebro é di- vidido em físico e emocional, e que ambos processam nossa razão e nossas emoções, a Reflexoterapia busca o equilíbrio físico e emocional. Aí entra esse tratamen- to, que traz os resultados necessários para que o in- divíduo se restabeleça. Não vamos nos atentar, como falado no início dessa matéria, a apenas o que ela nos relata, mas sim ao contexto desse problema de saúde. Todo problema físico traz consequências emocionais. Todo problema emocional traz consequ- ências físicas. Ao tratar com a Reflexoterapia, levamos em conta o que levou essa pessoa a desenvolver esse distúrbio e quais problemas emocionais essa pessoa terá como consequência por esse mesmo distúrbio. Tudo isso é levado em conta. Vou exemplificar: uma pessoa gosta muito de comer certo tipo de comida. Com o tempo desenvol- veu uma má circulação que é atribuída a essa alimen- tação. Assim, a primeira coisa que ela ouve é que para melhorar ela precisa se livrar desse tal alimento que tanto gosta. Isso gera um estado de ansiedade a e a mesma fica se perguntando: como vou ficar sem tal alimento? O que vou comer agora? Ela não tentou ainda, mas já está preocupada como vai fazer ou se irá conseguir. Isso gera um estado de frustração, e ao ver outras pessoas comendo ou ao sentir o cheiro dessa comida, ficará se lamentando: eu gosto tanto de co- mer isso e não posso! Partindo do princípio que mesmo ansiosa e frustrada faz sua dieta alimentar, mas quando retorna com seus exames o resultado não foi o esperado. As- sim, entendemos que a dieta alimentar é apenas uma parte no processo do desenvolvimento do distúrbio ou da cura também. Muitos querem melhorar, mas é como diz a expressão popular: não querem pagar o preço necessário para isso, e se lamentam frequente- mente por isso. Além de olharem o lado ruim da dieta para a sua melhora, percebe-se que todo o indivíduo 16 que desenvolve o mesmo tipo de distúrbio físico ou emocional tem uma historia de vida muito parecida, mudando apenas os personagens. Emocionalmente todo aquele que desenvolve má circulação tem o sentimento que a sua vida não flui, sente-se limitado em alguns aspectos, seja no as- pecto familiar, profissional ou pessoal; mas o interes- sante é que esse perfil de pessoas tem uma tendência a sempre delegar essa estagnação a algo ou alguém. Isso se dá, pois trata-se de um perfil de pessoas que apresentam baixa autoestima, desmotivadas e que comparam-se o tempo todo com os outros. Ao tratar dessa pessoa, com a Reflexoterapia, daremos atenção ao seu emocional, pois avaliamos a sua condição, limitante, e entendemos que é a forma como encara a vida que a prejudica fisicamente. Es- timularemos então os pontos reflexos, das áreas do cérebro, que processam esse tipo de pensamento e comportamento, restabelecendo a forma otimista e positiva de encarar a vida. Buscaremos no tratamento sempre a causa de qualquer distúrbio. Tipos de Reflexologia: Reflexoterapia podal: os estímulos são feitos nas terminações nervosas nos pés. Reflexoterapia auricular: conhecida como au- riculoterapia, estímulos são feitos nas terminações nervosas das orelhas. Reflexoterapia palmar: os estímulos são feitos nas terminações nervosas das mãos, porém não deve ser confundida com quiromancia. Reflexoterapia facial: os estímulos são feitos no rosto, cabeça e pescoço, porém não deve ser con- fundida com tratamento estético, embora um dos re- sultados seja o rejuvenescimento da face, atenuando marcas, manchas e linhas de expressão, e nem com a fisiognomia. Reflexoterapia corporal: os estímulos são fei- tos em pontos específicos nas pernas, braços, costas e tórax, porém não deve ser confundida com massagem relaxante ou terapêutica. No Brasil, a mais popular é a Reflexoterapia podal. Aplicação do tratamento: Os estímulos são manuais, sem a necessidade de utilização de aparelhos ou equipamentos sofistica- dos. O toque por si é terapêutico e é utilizado o estímulo para ativar o sistema elétrico e químico do corpo. Com isso, os resultados são incríveis e muitas vezes imediatos. Resultados: Desde a primeira sessão o indivíduo já perce- be os resultados positivos do tratamento, como uma noite revigorante de sono, leveza na mente e corpo, melhora na concentração e memória, clareza de pen- samentos, melhor poder de decisão etc. Reflexoterapia aliada aos Frequenciais Florais: Durante esses anos atendendo com a Reflexo- terapia, percebi que cada organismo reage de forma única. Para muitos, os resultados com a Reflexotera- pia foram satisfatórios em um determinado tempo, outros a longo prazo, e outros o organismo não rea- giu de forma satisfatória ao distúrbio inicial, mesmo a pessoa relatando que em determinados aspectos ela sentiu melhora. Assim, durante alguns anos pesquisei no mer- cado algo que pudesse agregar no tratamento da re- flexoterapia, para que na medida do possível pudesse atender a expectativa desse perfil de pessoas. Temos hoje no mercado uma gama de ofertas de produtos. Em primeiro lugar comecei a utilizar os fre- quenciais florais. Fiz testes comparando o resultado de quem utilizava e quem não utilizava. Como sou for- madora de opiniões não poderia apenas incentivar a utilização sem ter embasamento. Gostei da proposta dos frequenciais e dos be- nefícios, pois seguem a mesma linha da Reflexotera- pia, equilibrar físico e emocional. Agregamos os frequenciais às sessões de re- flexoterapia nas situações de doenças crônicas, pro- blemas emocionais, pessoas com mente acelerada, sobrecarregada etc. Por isso, recomendo a você que conheça essa maravilhosa terapia e experimente os vários benefí- cios que ela com certeza lhe trará! REFLEXOLOGIA FÍSICA QUÂNTICA 18 AUTOCONSCIÊNCIA E SAÚDE INTEGRAL Resumo O presente artigo tem como finalidade des- crever a autoconsciência como percepção e conheci- mento de nós mesmos como seres de luz versus seres de matéria sólida. As informações foram coletadas através de uma revisão de literatura em livros. Foram utilizadas as leis e os princípios quânticos para explicar a relação entre mente, matéria e intenção no aprimo- ramento da autoconsciência e na criação da saúde in- tegral. Os resultados mostraram que um ser humano autoconsciente é um ser que já despertou a sua cons- ciência quântica e usa a intenção consciente para criar equilíbrio entre corpo e mente e proporcionar saúde integral. Palavras-chave: Autoconhecimento. Autoconsciência. Autocura. INTRoDuÇÃo Somos seres não somente constituídos pela união de várias células, mas também constituídos de átomos, que se manifestam através dos fótons. Por- tanto, somos luz e em nossa natureza mais elementar somos fluidos e estamos em eterno movimento. A abordagem deste artigo terá por base o es- tudo do ser humano pelo aspecto partícula e pelo as- pecto onda, com o objetivo de compreendermos que, ao mesmo tempo em que somos a união de várias células, também somos seres constituídos por fótons. Mesmo compreendendo que estes dois aspectos são complementares, ainda falta algo que não fica total- mente revelado e esse algo é a percepção que deve- mos ter de nós como onda, a qual é aprimorada atra- vés de um trabalho de expansão consciencial. DeseNVoLVImeNTo A Física Quântica surgiu quando o conheci- mento conseguiu penetrarno interior do átomo, onde são encontradas as partículas e as subpartículas atô- micas, que são os habitantes do mundo quântico (RA- MOS, 2008, p.34). Segundo Ramos (2008), nas pesquisas com os fenômenos quânticos, a mente do observador in- terage com o fenômeno observado e a intenção do pesquisador faz parte do experimento (RAMOS, 2008, p.32). Considerando que as leis e princípios funda- mentais da natureza refletem padrões simétricos, o que ocorre no nível quântico da matéria também é valido para os processos físicos (RAMOS, 2008, p.38). Para observarmos a totalidade destes processos, de- vemos proceder duas observações: uma que nos re- Dth. Maria Auxiliadora Terapeuta SAÚDE QUÂNTICA 19 SAÚDE QUÂNTICA vele o aspecto corpuscular (matéria), e outra que nos revele o aspecto ondulatório (onda) (RAMOS, 2008, p.151), pois num único processo de observação, a re- alidade física nunca se revela em sua totalidade (RA- MOS, 2008, p.149-151), e para acessarmos a totali- dade dos processos corporais precisamos investigar o que o ser humano faz para aprimorar a sua autocons- ciência. Mente e matéria interagem por meio de on- das de informação intermediárias, que influenciam e organizam a matéria. Essas ondas de informação são guiadas pela intenção senciente (LAPIERRE; DUBRO, 2005, p. 90), e são responsáveis pela coordenação da complexa e dinâmica auto-organização da matéria (LAPIERRE; DUBRO, 2005, p.90). A intenção consciente age por meio do campo mental do pensamento para produzir as ondas-piloto de orientação, que influen- ciam o mundo material e, na medida em que cres- cemos em consciência, nossa habilidade de interagir com os sistemas de energia aumenta. O mesmo se dá com a nossa habilidade de organizar e influenciar ma- téria e energia (LAPIERRE; DUBRO, 2005, p.99). A realidade é feita e sustentada por uma só substância, que na realidade humana conhecemos com o nome de consciência, e tudo o mais é determi- nação cósmica dessa consciência universal (RAMOS, 2008, p.170). A consciência, e não a matéria, é a base de toda a existência (GOTSWAMI, 2005, p.8). O Sistema Imunológico e a Autoconsciência. Nós possuímos cinco sentidos e algumas pes- soas diriam que a intuição é um sexto sentido. O sis- tema imunológico é parte do nosso sétimo sentido – a autoconsciência (McDERMOTT; O’CONNOR, 1997, p.105). Para McDermott, O’Connor (1997), “O siste- ma imunológico é o sistema representacional do eu. Um sistema imunológico forte pode ser o equivalente fisiológico de uma forte autoconsciência”. O sistema imunológico cuida de nossa identi- dade no nível fisiológico, reconhece aquilo que somos “nós” e nos protege durante toda a nossa vida. Para McDermott; O’Connor (1997), no nível fisiológico, a saúde está relacionada a uma autoconsciência bastan- te nítida. Podemos fortalecer o sistema imunológico tornando-nos mais sensíveis ao nosso próprio corpo por meio dos sentidos. Se a pessoa está desatenta ao seu corpo, cria-se uma desconexão dentro do corpo e entre o mesmo e o ambiente, levando à desregulação deste, a qual pode ser mensurada como desordem no sistema e sentida como doença. Em suma, a conexão conduz à ordem e ao bem-estar; a desconexão conduz à desordem e à doença (PEARL, 2012, p.16). O retorno à saúde requer um trabalho e uma mudança muito mais pessoal do que a simples inges- tão de pílulas. A mudança deve ser capaz de conduzir a uma vida pessoal mais ligada ao âmago do ser que conduzirá a pessoa à parte mais profunda de si mes- mo, às vezes denominada de eu superior ou a cente- lha da divindade que existe dentro de cada um (BREN- NAN, 1996, p.27). Moduladores e Indutores Frequenciais Flo- rais como coadjuvantes de um trabalho de Expansão Consciencial para o Aprimoramento da Autoconsci- ência Segundo LAPIERRE; DUBRO (2005), os campos sutis podem ser alterados através de atos de consciên- cia, através da conexão humano-humano, de técnicas de equilíbrio de energia, terapias vibracionais e apren- dendo a administrar o eu exterior (ego). De acordo com Ménétrier (2000), o compor- tamento físico, intelectual, psicológico do ser huma- no depende em grande parte das suas trocas iônicas, elétricas, eletrônicas, metabólicas, no nível de órgãos, tecidual e celular. Os Moduladores e Indutores Frequenciais Florais são harmonizadores porque auxiliam no equi- líbrio energético. Acionam a memória interna do ser, liberando informações para condução energética dos mesmos, reequilibrando as funções de trocas energé- ticas no organismo. Auxiliam também na condução da harmonia funcional perdida por interferências ele- tromagnéticas, ambientais, que foram inativadas (es- quecidas) da forma original, no qual todas as pessoas estão sujeitas todos os dias. Em McDermott, O’Connor (1997), o pen- samento interage com a matéria e, os pensamentos provocam efeitos físicos em todos os principais órgãos por meio dos sistemas nervosos autônomos, sistema endócrino e sistema imunológico Para Ménétrier (2000) a função neurovege- tativa é reguladora e adaptativa. As ações neurológi- cas residem em fenômenos físico-químicos onde in- tervêm os íons (Na, K, Ca, Mg, etc.) e os mediadores químicos. Então, com os dados obtidos, podemos ter como sugestão de um protocolo de trabalho a utiliza- ção de Moduladores e Indutores Frequenciais Florais com o objetivo de trabalhar a expansão consciencial para manutenção da saúde. Escolhemos os seguintes produtos: Hestelar - Harmoniza energeticamente aloga- mentos musculares. Criativia - Para acordar a memória da célula e melhorar, a criatividade, a ansiedade, a hiperemotivi- dade. Traumavit - Equilibra traumas e o rendimento mental. Consciencius - Harmoniza a concentração, a 20 clareza mental e promove o equilíbrio da mente. O ob- jetivo é obter a clareza mental para reconhecer mais facilmente as crenças limitantes e hábitos doentios. Nutrissono - Supre as necessidades resultan- tes do desgaste energético do sistema nervoso, har- monizando as linhas de comunicação entre o mundo exterior e interior do universo do corpo humano. Percepthum - Promove o reequilíbrio energé- tico nas manifestações distônicas. G-Limbicus - É um harmonizador e auxilia na função e no reequilíbrio da memória interna do ser, liberando informações para a condução energética. CoNCLusÃo Estivemos por muito tempo presos à visão do corpo apenas com seus mecanismos bioquímicos e es- truturais, e com esse conceito nos identificamos com a matéria. Com as mudanças que vieram com os estu- dos da Física Quântica, estamos tendo a oportunidade de irmos mais fundo no conhecimento de nós mes- mos, de como funcionamos a nível mais elementar, da compreensão, o poder que temos de alterar o nosso corpo com a intenção. Com o entendimento das leis e princípios quânticos, temos a possibilidade de nos ver não somente como partícula, mas também como onda que somos, e assim expandir a nossa consciên- cia. A disposição para se interiorizar e fazer uma auto-análise, é uma necessidade para que a pessoa se conheça, conheça seus pensamentos, seus sentimen- tos, suas emoções. Quanto mais a pessoa se conhece e expande a sua consciência, mais fortalece o seu sis- tema imunológico, e mais próximo do seu centro ela fica, sendo maior o seu nível de saúde. Para a pessoa atingir esse centro, ela precisa largar certas posturas mentais rígidas e controladoras que a mantêm em ilu- sões e a impedem de abrir a mente para o novo, e, evidentemente melhorar como ser humano. Como foi dito anteriormente, os campos sutis podem ser alterados através da conexão humano-com -humano. Logo, torna-se necessário que o profissional que vai trabalhar com a saúde, trabalhe o seu autoco-nhecimento para expandir a sua consciência, harmo- nize o seu campo eletromagnético, conecte-se ao seu centro e, dessa forma, ajude o paciente a encontrar o seu próprio centro e assim a autocurar-se. ReFeRÊNCIAs BRENNAN, B. A. Mãos de Luz – Um Guia para a cura através do campo de energia Humana. São Paulo: Pen- samento, 1996. GOTSWAMI, A. A Física da alma. São Paulo: Aleph, 2005. LAPIERRE, D. Dubro, P. P.Evolução Elegante – A Expan- são da Consciência. São Paulo: Madras, 2005. McDERMOTT, I. O’CONNOR, J. PNL e Saúde – Recursos da Programação Neurolinguística para uma vida sau- dável. São Paulo: Summus, 1997. MÉNÉTRIER, J. A Medicina das Funções. São Paulo: Or- ganon, 2000. PEARL, E. A Reconexão - Cure os Outros e cure a si mesmo. São Paulo: Pensamento, 2012. RAMOS, O. A Física Quântica em nossa vida. 1 ed. San- ta Catarina: Odorizzi, 2008. SAÚDE QUÂNTICA 222222 A REVOLUÇÃO QUÂNTICA E A SAÚDE Vivemos como se fossemos viver eternamente, porém cuidamos do nosso corpo como se fosse o últi mo dia que precisamos dele. Esquecemos que só existi mos porque temos um corpo fí sico que abriga nossa alma, nosso espírito, a essência do nosso ser e que no dia em que esse corpo fí sico parar de funcionar também deixa- mos de existi r. Estamos em um momento ímpar da história hu- mana. Nossas mentes inquietas e famintas por respostas consideradas inacessíveis, avançam conti nuamente em busca de conclusões, explicações e coerência cientí fi ca. Não existe hoje qualquer área considerada sagrada, ou proibida de ser investi gada pela Ciência e pela busca da verdade. A humanidade mais do que nunca fez do co- nhecimento seu “manto sagrado”. Apenas a verdade e a coerência cientí fi ca são consideradas absolutas em nossa visão de vida atual. Isto nos faz questi onar todos os postulados conti nuamente, tanto os postulados ba- seados na sabedoria milenar, como os provenientes das religiões e os baseados na Ciência. Cada descoberta nova joga luz nas conclusões anteriores, confi rmando- as ou questi onando-as. Essa é a busca contí nua pelo aprofundamento do conhecimen- to e por mais coerência cientí fi ca. Temos sido testemunhas das quedas de grandes paradigmas, tanto religiosos quanto cientí fi cos. Teorias que considerávamos absolutas e inquesti onáveis foram lançadas por terra abruptamente a parti r de novas con- clusões cientí fi cas que surgiram. Não foi apenas a reli- giosidade e a espiritualidade que passaram por severos questi onamentos, a própria percepção cientí fi ca teve que se refazer e reconstruir-se à luz de novas descober- tas. Talvez a maior de todas estas revoluções não foi a descoberta do átomo, como se pensou anteriormente, mas sim o advento da fí sica quânti ca, no início do século passado, que jogou por terra toda certeza baseada no determinismo clássico cientí fi co, estabelecido pelas leis de Newton, que formam a mecânica newtoniana. A descoberta do “quantum”, com seus desdo- bramentos, reviraram os conceitos do mundo cientí fi co desde então. E isto não se limitou apenas à área da fí sica, mas se desdobrou em todos os demais ramos da Ciência. Suas conclusões bombásti cas ainda repercutem até hoje, impelindo o mundo cientí fi co a buscar respos- tas novas e coerentes em torno da teoria como um todo. Compreender que este mundo material onde baseamos nossa vida coti diana e nossas experiências não é absoluto, e nem tão pouco é coerente entre nossa percepção e sua realidade, nos leva a um senti mento de insegurança muito grande. O que poderia ser considerado real neste uni- verso? Nossas impressões e deduções de tudo o que nos cerca são produtos de fatores, se não existe o “mundo lá de fora” como imaginamos. Se as cores, o clima que nos transmite a ideia da temperatura, a luz e a ausência dela que chamamos escuridão, são apenas nossas percep- ções e não realidades absolutas; Se todos os sinais que compõem a vida dependem do processamento de nosso cérebro, então o que podemos defi nir como realidade? Vivemos apenas um “avatar”? Como que um sono que nos arrasta no dia a dia? Como lidar com esse novo mun- do e como cuidar da nossa saúde sob essa nova ópti ca? Saúde, beleza e longevidade são os sonhos dou- Robson Rodovalho Físico FÍSICA QUÂNTICA 23232323 FÍSICA QUÂNTICA rados de toda nossa geração. Não existe ninguém em nossa sociedade moderna que não almeje este estado de vida. A mídia, em todas as suas diversas formas, tra- balha sobre este conceito que as pessoas podem ter saú- de, beleza e longevidade ao máximo possível, até porque este é o melhor tema para se vender livros e produtos de beleza. Os laboratórios e a indústria da saúde investem bilhões de dólares em pesquisas que possam trazer no- vas contribuições para a sociedade moderna, tanto no senti do de produzir novas drogas efi cientes para vencer as mais temidas enfermidades, como o câncer, a AIDS, o Alzheimer, a diabetes e outros ti pos de doenças que se tornaram o fl agelo de nossa geração, quanto no senti do de encontrar novas respostas à velha pergunta: “Como podemos viver mais e com melhor saúde, inclusive na velhice”? Esta busca constante e implacável tem sido fei- ta por milhares de cienti stas e profi ssionais de saúde no mundo todo. Um dos maiores avanços que ti vemos re- centemente foi a descoberta e o mapeamento do geno- ma humano. Em abril de 2003 o Dr. Francis Collins, geneti cis- ta e líder do Projeto Genoma Humano (PHG), anunciou ao mundo a decodifi cação do genoma humano e a inter- pretação que ele e seus colegas deram a este fantásti co diagrama que contém todas as informações necessárias sobre a nossa espécie. Com isso, todos se maravilharam com a possibilidade de que nossa descendência familiar e as possíveis indicações das patologias que ainda pode- rão se manifestar em nosso corpo esti vessem a um passo da cura e solução. Gerou-se uma imensa expectati va de que fi nalmente poderíamos adentrar ao território sagra- do deste mapa cartográfi co capaz de guiar nossos espe- cialistas em saúde na direção de possíveis prevenções das doenças, antecipando a busca de soluções adequa- das. Contudo, mais de dez anos se passaram e até agora o sonho dourado tem sido postergado. Muito pou- co se sabe sobre como uti lizar a decifragem de nosso ge- noma. Sabe-se quais genes estão alterados ou quais pro- teínas foram danifi cadas em suas bases, mas a pergunta persiste: É possível corrigir tais alterações? Estamos no melhor momento de toda a história da humanidade nos quesitos longevidade e qualidade de vida. Não obstante as diferenças sociais e a inacessibili- dade da maioria de nossa população aos recursos mais modernos disponíveis na saúde pública, a nossa geração goza de um privilégio único da vida moderna. Mas muito esforço ainda se necessita fazer para que cheguemos ao patamar almejado, afi rmado anteriormente. Nossos médicos ainda não têm respostas para várias perguntas sobre as doenças e patologias que nos afl igem. E mais ainda, não compreendemos plenamente alguns mecanismos básicos sobre o funcionamento de nosso próprio corpo e organismo. De todas as revoluções que passamos, talvez a maior de todas está acontecendo agora. Estamos nos limites da propagada revolução quânti ca. Estamos nos limites da borda da chamada revolução. Desde os postu- lados que revolucionaram os conceitos do Quantum, no início do século passado, novos paradigmas têm sido es- tabelecidos, chegando a todas as áreas da vida humana, inclusive a medicina. Conceitos que trouxeram luz sobre os níveis subjacentes da natureza estão chegando até nós e fazen- do os profi ssionais de saúde entender como se usar as frequências quânti cas de certos produtos para se corrigir as interrupções ou distorçõesde energia que fl uem em nossos corpos, produzindo o que se convencionou cha- mar doenças e enfermidades. E é neste limiar que estamos adentrando neste momento da história humana. Como em toda fronteira de novos conhecimen- tos, têm-se os agentes de vanguarda e os reacionários. Meu anseio é para que esses primeiros cresçam cada vez mais. Esperamos que o maior número possível de cien- ti stas, fi lósofos, educadores, médicos e profi ssionais de saúde possam se unir neste grande propósito de ampliar o conhecimento e dar os saltos necessários para se con- quistar estes novos territórios do conhecimento. 2626262626 SOBRE ESPINhOS, O CORPO DE DOR E GESTÃO DE SUCESSO EM SAÚDE Outro dia parti cipei de um jantar com pessoas de várias profi ssões da área da saúde. Nenhum moti vo em especial. O que nos reunia, além da amizade, talvez fosse a ideia de termos práti cas e crenças em comum. Porém, rapidamente, os minutos desmontaram esta concepção. Pois, mal se havia terminado o couvert e al- guém já apresentava à mesa uma das velhas e decan- tadas dores profi ssionais: “Vocês acreditam que hoje uma paciente discuti u comigo? Questi onou o meu diagnósti co e também o meu plano de tratamento?! Queria saber mais do que eu” - vociferou entre dentes, dando um soco inaudível na mesa. De imediato, frases sem nexo e apelati vas, fo- ram gritadas, entre risos: “Só podia ser uma mulher! Com certeza uma fêmea libidinosa! Que mania que esta gente tem de discuti r diagnósti co. Eu já vou per- guntando, mas quem é o profi ssional aqui, minha se- nhora! A porta da frente é serventi a da casa!” E por aí conti nuaram os comentários. Outros argumentavam que era culpa dos programas de TV, das revistas XYZ, e muito mais. [Será que você já viu cena semelhante, caro leitor?!] Na sequência, o assunto, impulsionado pela clara presença do ‘corpo de dor’, enveredou para a alimentação da ‘massa críti ca’ atual (corrupção, su- bempregos, ausência de sucesso, sucesso dos outros, a sempre falta de dinheiro, comparações, vontade de ir embora do país, etc e tal). Literalmente, esta resso- nância de ira, inveja e sofrimento, terminou com o âni- mo de todos. Conforme Eckhart Tolle ensina, é possível dizer que quando estamos desvinculados do agora, as do- res emocionais experimentadas deixarão um resíduo de dor que conti nuará a viver em si, tornando-se um campo de energia negati va que ocupa corpo e mente. A isto ele denomina de Corpo de Dor. Este corpo é po- deroso em seu desejo de sobreviver. Precisa de muito alimento (possui uma fome voraz). Portanto, ele se ali- mentará de qualquer experiência que esteja em resso- nância com ele mesmo. Alimentos, aliás, que existem de sobra na mídia, nos papos do dia a dia... Como se diz no popular: ao se abrir um jornal e se ligar uma TV, Dra. Lidia Sabbadini Cirurgiã - dentista FISICA QUÂNTICA 27272727 FISICA QUÂNTICA só saem sangue, tristeza, raiva, traição e sofrimento. [Importa recordar que o corpo de dor não pode se alimentar de alegria e felicidade]. Olha o primeiro espinho aí! Realmente o po- der é um assunto espinhoso. Acreditar que um diag- nósti co não pode ser melhor esclarecido ou, sequer, questi onado - fere muitos jalecos e machuca corações. Possivelmente estas reações amargas acontecem por- que conti nuamos a ser formados e moldados pelo pa- drão da Física Clássica. Nela, ainda, o átomo é dividido em prótons, neutros e elétrons. O homem se mantém fragmentado em corpo e mente, e, os doutores pos- suem profi ciência sobre todos os saberes sendo, os únicos que sabem como curar o paciente. Aliás, este mesmo modelo de ensino não nos informou que o pa- ciente não é mais paciente. Ele, hoje, possui necessi- dades e desejos. Seu nome é nada mais do que cliente, exigente e como tal é bem pouco paciente. Falando em poder, lembrei-me do segundo es- pinho. Um mega espinho. Chama-se sucesso... Sucesso profi ssional! Em se tratando da indústria da saúde, pa- rece que dizer esta palavra, ligando-a a um profi ssio- nal, é um pecado e que só pode ser falada a mínima voz... Ah, se fulano tem sucesso deve ser porque... ou, assim, até eu... e por aí vai. Infelizmente, vamos dizer que por um defeito de formação intramuros, ignoramos que, sim, devemos aprender a gerenciar nosso consultório, nossa clínica, nosso serviço,... e, que não é feio entendermos de ges- tão, de planejamento estratégico, que não é hediondo disti nguir como funciona o ciclo de vida de um negócio (mesmo o de saúde), que não é desprezível aprender a gerenciar receitas, gastos e investi mentos. Céus, e tem tanto para se aprender! Desde os momentos de verda- de de um consultório; passando pelo reconhecimento das diferenças entre desejos e necessidades dos clien- tes; pela melhora da escuta clínica; pela percepção cor- reta da historicidade do sujeito, pela gestão de pessoal e domínio da agenda. Isto sem falar, de toda a área de informáti ca e principalmente, de se saber empre- endendo uma jornada digna de nossa missão pessoal. Junto com tudo o mais ainda precisamos ressignifi car e burilar ati tudes profi ssionais, e aprender a aplicar as leis quânti cas que poderão nos ajudar a gerir tudo isto e muito mais. Pergunte para qualquer especialista e todos dirão que o modelo quânti co é fácil de prati car em nosso dia a dia. Acabei me estendendo, mas quero pontuar que não há mais paradoxos inexplicáveis. Com a vira- da do milênio, com a instalação da pós-modernidade e com os postulados e modelos da nova fí sica é bom nos darmos conta de duas verdades imediatas. Primei- ra: quem está parado, não está parado – está andando para trás. Segunda: o cliente pode ir embora se não receber o que está buscando. Sendo assim, é de bom alvitre começarmos logo a estudar gestão estratégica em saúde e tomar posse destas novas bagagens, você não acha?! Enfi m, voltando ao primeiro assunto e segun- do a Lei da Hierarquia Entrelaçada (que está valendo para tudo, inclusive para diagnósti cos), o doutor não é o único que dispõe da responsabilidade de curar. Ela se alterna num incrível entrelaçamento onde todos colapsamos como co-criadores e co-responsáveis de realidades. Inclusive, há belos entrelaçamentos com a dimensão espiritual a serem observados, permiti dos e prati cados em nosso coti diano - o que nos levará, de- cididamente, à felicidade. Lembrei o que aprendi com a maravilhosa professora budista e fí sica Dra. Eliane: o importante na práti ca do extraordinário é entender- mos que tudo é no agora, inseparável e intercomuni- cável. Como disse Capra, precisamos superar hiatos e revisitar nossos sistemas de crenças. Para fi nalizar, escrevo o que não ti ve chance de dizer, lá, naquele jantar. Acredito que quando de- senvolvemos os quatro saberes (o saber, o saber fazer, o saber ser e o saber conviver) e exercemos plenamen- te nossa missão pessoal, somos inundados por grati - dão, amor, compaixão, sabedoria intuiti va e paz. Aí é quando a mágica acontece: em cada agora, ao nos transformarmos, permiti mos que nossos clientes tam- bém se transformem e, por consequência, o planeta. Você conhece sucesso maior? Grati dão! 29292929 A FÍSICA QUÂNTICA, MICROCORRENTE, FLORAIS FREQUENCIAIS E SUAS APLICAÇÕES NA QUALIDADE DE VIDA O processo do envelhecimento ocorre du- rante o curso de vida do ser humano, provocando no organismo modifi cações biológicas, psicológicas e so- ciais. Assim como acontece naturalmente nos órgãos e funções do corpo humano, este reage aos estí mulos que lhe são impostos, responde a diversas frequên- cias, mudando o seu estado vibratório celular de acor- do com os hábitos alimentares, o estresse diário e as interferências do ambiente, tudo isso já pode ser com- provado pelos estudos da física quânti ca. Sendo assim, o envelhecimento que pode ser entendido como bio- lógico ou cronológico se torna o resultado das infor- mações que nós damos para esse sistema. Com isso, podemos intervir de forma benéfi ca e a mais natural possível com recursos diversos, tais como o equilíbrio, através de frequências; a eletroterapia através da mi- crocorrente, que se mostra compatí vel eletricamente com a corrente biológica (corrente natural do nosso corpo); além de hábitos saudáveis. O órgão humano que mais revela o envelhe- cimento é a pele (PADILHA, 1991). Nosso invólucro cutâneo se encontra mesmo em situação específi ca, na medida em que se veem as alterações devidas ao seu envelhecimento. Por ser ela um marcador da idade, sem concessões, além do devido aumento da expectati va de vida, a pele torna-se objeto de todos os nossos cuidados para retardar seu envelhecimento (MODEL, 1985). Além de parâmetro de avaliação de saúde. Ainda segundo Padilha (1991), os fatores res- ponsáveis pelo envelhecimento cutâneo são: a) Fator genéti co Assim como para todos os órgãos, o enve- lhecimento da pele está programado geneti camente: a pele de cada um de nós não envelhece da mesma forma, nem no mesmo momento (PEYREFITTE et al., 1998). b) O fumo A fumaça do cigarro contém mais de 4.000 substâncias tóxicas, porém a nicoti na é o composto mais nocivo. Esta substância é responsável pela vaso- constrição, a qual provoca a diminuição do fl uxo san- guíneo e, consequentemente, um reduzido aporte de oxigênio aos tecidos (SUEHARA et al., 2006), trazendo assim, um aspecto de pele desvitalizada e envelheci- da, com baixa nutrição tecidual. Dth. Cleia Pereira Terapeuta ENVELHECIMENTO 30 c) As agressões do meio ambiente O frio, a baixa umidade do ar, o vento, a polui- ção alteram a sistemáti ca da pele. d) Carências nutricionais Carências vitamínicas tais como A, C, E e oligo- elementos (Cobre, Selênio, Zinco) podem intervir. e) Fatores mecânicos A tração repeti ti va dos músculos da pele do rosto aprofunda as rugas. f) Carência de estrógenos na mulher Acentua o envelhecimento cutâneo na meno- pausa. g) O sol É considerado o primeiro fator de risco inde- pendente para o envelhecimento cutâneo (CORNELIS et al., 2003). Essas reações ocorrem a todo o momento no organismo e, quando a quanti dade de radicais livres formada é excessiva, eles ati ngem e destroem as cé- lulas, produzindo diversas doenças (NASCIMENTO, 1999). A teoria de que o envelhecimento é resulta- do de danos causados por radicais livres (RL) é credi- tada a Denham Harman que, em 1956, baseou-se na observação de que a irradiação em seres vivos levava à indução da formação destes, os quais diminuíam o tempo de vida desses seres e produziam mudanças semelhantes ao envelhecimento (HIRATA, 2004). Har- man (1956) também propunha que o envelhecimen- to poderia ser secundário ao estresse oxidati vo. Tais fatores recorrentes determinam danos nas estruturas celulares, onde a mitocôndria tem um papel muito im- portante. As mitocôndrias são organelas citoplasmáti - cas presentes nas células humanas (CARVALHO; RIBEI- RO, 2002). Mudam de forma constante de acordo com os sinais magnéti cos entre as células (ALBERTS et al., 2004). Essas organelas têm funções essenciais nas cé- lulas humanas, como: a produção de energia (adeno- sina trifosfato - ATP) para as ati vidades do organismo, atuação. Essas organelas têm funções essenciais nas células humanas como: a produção de energia (ATP) para as ati vidades do organismo, atuação na morte ce- lular por apoptose, produção de calor e contribuição genéti ca a parti r do DNA mitocondrial. A grande sín- tese de energia e o metabolismo para o oxigênio das células eucarióti cas são possíveis através desta impor- tante organela (CARVALHO; RIBEIRO, 2002). A adenosina trifosfato (ATP) é um fator es- sencial no processo de cura. Grandes quanti dades de ATP, a principal fonte de energia celular, são requeri- das para controlar funções primárias para o carrea- mento dos minerais vitais, tais como sódio, potássio, magnésio e cálcio, para dentro e fora das células. Isto também sustenta o movimento dos resíduos para fora da célula. Tecidos lesionados têm resistência elétrica 303030 c) As agressões do meio ambiente O frio, a baixa umidade do ar, o vento, a polui- ção alteram a sistemáti ca da pele. d) Carências nutricionais Carências vitamínicas tais como A, C, E e oligo- elementos (Cobre, Selênio, Zinco) podem intervir. e) Fatores mecânicos A tração repeti ti va dos músculos da pele do rosto aprofunda as rugas. f) Carência de estrógenos na mulher Acentua o envelhecimento cutâneo na meno- pausa. g) O sol É considerado o primeiro fator de risco inde- pendente para o envelhecimento cutâneo (CORNELIS et al., 2003). Essas reações ocorrem a todo o momento no organismo e, quando a quanti dade de radicais livres formada é excessiva, eles ati ngem e destroem as cé- lulas, produzindo diversas doenças (NASCIMENTO, 1999). A teoria de que o envelhecimento é resulta- do de danos causados por radicais livres (RL) é credi- tada a Denham Harman que, em 1956, baseou-se na observação de que a irradiação em seres vivos levava à indução da formação destes, os quais diminuíam o tempo de vida desses seres e produziam mudanças semelhantes ao envelhecimento (HIRATA, 2004). Har- man (1956) também propunha que o envelhecimen- to poderia ser secundário ao estresse oxidati vo. Tais fatores recorrentes determinam danos nas estruturas celulares, onde a mitocôndria tem um papel muito im- portante. As mitocôndrias são organelas citoplasmáti - cas presentes nas células humanas (CARVALHO; RIBEI- RO, 2002). Mudam de forma constante de acordo com os sinais magnéti cos entre as células (ALBERTS et al., 2004). Essas organelas têm funções essenciais nas cé- lulas humanas, como: a produção de energia (adeno- sina trifosfato - ATP) para as ati vidades do organismo, atuação. Essas organelas têm funções essenciais nas células humanas como: a produção de energia (ATP) para as ati vidades do organismo, atuação na morte ce- lular por apoptose, produção de calor e contribuição genéti ca a parti r do DNA mitocondrial. A grande sín- tese de energia e o metabolismo para o oxigênio das células eucarióti cas são possíveis através desta impor- tante organela (CARVALHO; RIBEIRO, 2002). A adenosina trifosfato (ATP) é um fator es- sencial no processo de cura. Grandes quanti dades de ATP, a principal fonte de energia celular, são requeri- das para controlar funções primárias para o carrea- mento dos minerais vitais, tais como sódio, potássio, magnésio e cálcio, para dentro e fora das células. Isto também sustenta o movimento dos resíduos para fora da célula. Tecidos lesionados têm resistência elétrica mais alta e também são pobres em ATP (BRAGA et al., 2002). A impedância elétrica causa uma redução no suprimento sanguíneo, oxigênio e nutrientes para o tecido, conduzindo a espasmos teciduais. A circulação diminuída causa um acúmulo de resíduos metabóli- cos, as toxinas, resultando em hipóxia local, isquemia e metabólitos nocivos que levam à dor. Quando isto ocorrer, é sinal que a produção de ATP está reduzi- da. Os impulsos elétricos do corpo precisam de uma corrente necessária para superar a barreira de impe- dância inerente ao tecido traumati zado. Isto também resulta em um obstáculo da própria habilidade do cor- po para começar o processo curati vo, até o tecido se recuperar substancial, do trauma (BRAGA et al., 2002). Braga et al. (2002), cita que como a microcorrente re- abastece o ATP, os nutrientes podem novamente fl uir para dentro das células lesionadas e os resíduos dos produtos metabólicos podem fl uir para fora das célu- las. Istoé primordial para o desenvolvimento da saúde dos tecidos e a manutenção de uma pele saudável. Cheng et al. (1982) uti lizaram o aparelho de microcorrentes com corrente contí nua para o aumen- to da produção de ATP. A microcorrente atuando di- retamente no organismo de síntese de ATP, leva a um aumento do ATP celular local em até 500%. Sendo as- sim, os nutrientes têm uma melhor absorção no orga- nismo. Cheng (1982) relata que, para um bom fun- cionamento das células e a sua organização funcional é preciso energia para as suas funções, resultando na cura de doenças e retardamento de um envelhe- cimento biológico. Este fato que se dá como rejuve- nescimento, nada mais é que, a oportunidade que a célula tem em manter energia e se restabelecer das agressões intrínsecas e extrínsecas, ou seja, informa- ções erradas que recebem todos os dias tais como os agentes poluentes, tóxicos e de estresse (BRAGA et al., 2002). Um recurso que favorece a energia celular é a microcorrente. A microcorrente é um ti po de eletroesti mu- lação que uti liza correntes com parâmetros de inten- sidade na faixa dos microampéres, de baixa frequên- cia, incapazes de ati var as fi bras nervosas sensoriais cutâneas, que são capazes de esti mular o processo de regeneração ti ssular (BECKER, 1985). Nas característi - cas biofí sicas, Craft (1998) afi rma que a microcorrente trabalha com a menor quanti dade de corrente elétri- ca mensurável, menos que 1000 microampéres, e que isso é compatí vel com o campo eletromagnéti co do corpo. Para Charman (1990), a hipótese relati va aos vários aspectos da bioeletricidade é que as células recebem, codifi cam e agem sob sinais elétricos, acús- ti cos e magnéti cos. Esta bioeletricidade é a base em que apoiam as várias teorias do sinal magnéti co en- ENVELHECIMENTO 313131 tre as células. Guirro e Guirro (1996) afi rma que “[...] todas as funções e ati vidades do corpo envolvem de uma forma a eletricidade [...]”. Taubes (1986) apud Braga (2002) cita “[...] todo corpo é um gerador de corrente elétrica de baixo nível”. Percebendo todas estas evidências menciona- das, fi ca fácil entender como o nosso corpo reage às informações de um campo. A célula tem um gerador de energia, que reage a um estí mulo de uma corrente, que na verdade é a corrente compatí vel com a bioele- tricidade. Esta percorre nosso sistema e determina as funções celulares para o funcionamento dos órgãos, tecidos e sistemas corporais, e assim, se manifesta na beleza da saúde, retardando o envelhecimento. Dentro desse campo eletromagnéti co há um verdadeiro show de luz, pois os fótons que são os men- sageiros do campo eletromagnéti co e estão presentes na matéria do nosso corpo, ondulam, entregando e trocando informações com elétrons dentro do campo e, fi nalmente, compreendemos que a luz transporta os padrões impressos pela consciência. Sem o campo eletromagnéti co não haveria materialização ou mani- festação de objetos sólidos (LAPIERRE; DUBRO, 2011, p. 57). Foi com o pensamento em campos vibracio- nais e função celular, que o Dr. Jacques Ménétrier e sua equipe, em 1942, na Fundação Alexis Carrel, estu- daram a importância dos elementos minerais na me- dicina humana, como sendo “uma metodologia tera- pêuti ca que fornece informações para recuperar uma memória celular inati va”. Os moduladores e indutores frequenciais são esti muladores frequências da bior- recepti vidade celular (MÉNÉTRIER, 2000). E com esse trabalho nascem a Medicina Vibracional. - Fósforo Mineral que atua nos distúrbios da parati reoi- de, regulador das funções metabólicas do cálcio ou do equilíbrio fosfocálcico, nos estados de tetania - esta- do patológico caracterizado por crises de contrações musculares - espasmos, contrações, distúrbios, circu- latórios e em geral as contraturas musculares (MÉNÉ- TRIER, 2000). -Coenzima Q10 Lipossomo poderoso anti oxidante, incremen- ta a energia celular, atua na organização das desor- dens circulatórias, cardíaca, no estí mulo do sistema imunológico e na manutenção do processo de enve- lhecimento orgânico, retardando-o. É uma coenzima envolvida no transporte de elétrons na mitocôndria, possui ação anti oxidante e propriedade estabilizadora da membrana. A defi ciência desta coenzima também tem sido associada ao envelhecimento precoce da pele (BRAGA et al., 2002). -Microcorrente A terapia, com este aparelho é o método para tratar o envelhecimento tecidual sem deixar cicatri- zes, e é a forma mais natural de cura (CRAFT, 1998). Os resultados desse ti po de esti mulação são animado- res no controle da dor, na cicatrização de feridas e no controle de edemas (GUIRRO; GUIRRO, 2002). CoNCLusÃo A fí sica quânti ca nos mostra que a vida se manifesta numa orquestra de frequências, as quais precisam estar em harmonia para proporcionar os re- sultados benéfi cos no universo e em todos os seres (RAMOS, 2008). Com isso, entender a bioeletricidade do corpo humano e as terapias frequencias nos facilita o conhecimento de formas saudáveis e naturais que melhoram a qualidade de vida naturalmente . Segundo Cheng et al. (1982), o ATP é um fa- tor essencial no processo de cura. Grande quanti dade de ATP, a principal fonte de energia celular, requerida para controlar funções primárias, fornece assim um restabelecimento maior das funções celulares, trazen- do uma resposta orgânica saudável. Dentro desta revisão de literatura, pode-se observar a contribuição e a importância da micro- corrente para o aumento do ATP em até 500% nas funções celulares, contribuindo assim para todas as funções do organismo se manterem saudáveis. Estas também podem ser harmonizadas com os fl orais fre- quenciais, buscando a manutenção da real saúde. ENVELHECIMENTO 34 Para os que já leram e para os que já ouvi- ram falar sobre Antroposofia, há sempre um inigmá- tico questionamento de quem foi Rudolf Steiner; Isso porque não se pode dissociar o homem de suas obras. Rudolf Steiner foi o iniciador do movimento antropo- sófico e um grande pensador. Rudolf Steiner corres- pondeu à busca de perspectivas para as questões da vida humana. Os seus fundamentos para a Antroposo- fia deram origem a uma nova Antropologia, visando o homem integralmente ligado ao mundo espiritual, fí- sico e social. Criou a Pedagogia Waldorf, a Medicina Antroposófica, a Agricultura Biodinâmica, a Pedagogia curativa, etc. Qualquer um ao ler a biografia de Rudolf Steiner e tentar acompanhar os seus feitos na vida vai sentir por certo que ele parecia viajar num trem-bala devido às várias atividades que exercia, pelos livros e semanários que escrevia, pelas inúmeras palestras que ministrava em toda Europa, pelos Seminários nas di- versas áreas de atividades humanas nas quais atuava e com muita competência, também ensinava. O leitor por certo se perguntará como um homem pode ser tão disciplinado, tão dedicado ao trabalho, tão incansável em exercer sua Missão nesse mundo? O próprio Rudolf Steiner escreveu sua biogra- fia nos últimos anos de sua vida, na maior parte no leito já enfermo, sob o título de Mein Lebensgang (minha vida), a pedido de amigos e colaboradores, para invali- dar acusações infundadas futuras. Sua infância foi marcada por grande curiosida- de perante grandes conquistas tecnológicas e grande anseio por conhecimento desde suas primeiras vivên- cias da Geometria ( o jovem Steiner se encantava com a Geometria) e do Copernicanismo, passando pelo estu- do de Kant, quanto por uma extraordinária capacidade de ver e perceber um universo ¨não visível¨. Rudolf Steiner nasceu na divisa entre Europa Central e a Oriental, em Kraljevec, na Hungria de então, hoje Iusgoslávia; em 27 defevereiro de 1861. Filho de pais Austriacos; Johann e Franziska Steiner. Recebeu UM hOMEM CóSMICO Dra. Maria do Carmo França Médica Personalidades da História Grandes Rudolf Joseph Lorenz Steiner 35 GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA batismo Cristão. Seu pai de caçador tornou-se funcio- nário da estrada de Ferro, atuando como telegrafista. Devido ao seu trabalho, seu pai estava sendo transferi- do de cidade em cidade e assim o menino cresceu pas- sando por Viena, Pottschach (aí passou maior tempo de sua infância) e Neudorfl. Teve um irmão e uma irmã, e a família morava sempre nos prédios das estações ferroviárias. Vivências importantes na época de menino eram a Igreja (seu pastor) , a Escola (professores) e a natureza em que vivia. Após uma desavença com um professor da escola local, em Pottschach, que não era muito capaz, o próprio pai se encarregou da educação do jovem Steiner por um tempo. Desde criança Steiner já vivenciava no dia a dia uma vida anímico-espiritual, fazia distinção de seres e coisas que se “enxergam” e aquelas que “não se enxer- gam”. Assim, ele desde cedo tinha certeza de que exis- tem também realidades invisíveis. Desse fato aprendeu a guardar segredo, pois as pessoas não o compreen- deriam. O jovem Steiner também aprendeu música e desenho com seu professor que era também o Cura da igreja. Tinha aulas de religião com o padre da paróquia local de Neudorfl. Este padre marcou muito a vida de Steiner ao lhe ensinar sobre Copérnico e astronomia. A partir de dez anos de idade Steiner frequen- tou o Liceu, na vizinha cidade de Wiener-Neustardt na baixa Áustria, para onde ia diariamente de trem. No Liceu, pela instrução e pelo autodidatismo intenso, o rapaz aos doze anos de vida adquiriu conhecimentos notáveis na geometria descritiva e no cálculo de proba- bilidade. Nessas matérias só recebia as melhores notas. Aos quatorze anos, já lia Kant e um mundo novo se abria para ele no estudo de Filosofia. O rapaz se dividia entre a lógica da matemática e a doutrina religiosa mas, tinha sempre a certeza da existência do mundo e da vida espiritual. Aos quinze anos Rudolf Steiner ministrava aulas particulares para seus colegas de classe e para alunos de outras classes que necessita- vam de reforço escolar. Estudou grego e latim. Aos de- zoito anos, em 1879, passou nos exames finais de sua escola. Para possibilitar ao seu filho os estudos na Aca- demia técnica de Viena, o pai de Steiner se fizera trans- ferir de Neudorfl para Inersdorf, perto de Viena. Era projeto do pai que Steiner fizesse curso de engenharia. Steiner começou nessa época a ler livros de Fichte, He- gel, Schelling, Kierkegaard, Stirner e Nietzsche. O Eu, o cerne espiritual do homem, confere- lhe sua posição privilegiada ante todos os seres. Qual é então a missão do homem? Que tarefa tem ele frente aos reinos da Natureza? São essas as perguntas que se levantaram para Rudolf Steiner ao redor de seu vigé- simo ano de vida. Já na infância, manifestaram-se em Rudolf Steiner faculdades de clarividência. Ele sabia que se revelava em todo ser humano, uma individua- lidade espiritual, manifestada na corporeidade física e na atividade no mundo físico. Rudolf Steiner já havia delineado para si mes- mo sua tarefa espiritual: Religar ciência e religião, in- troduzir Deus na ciência e natureza na religião. Árdua tarefa para a época do século XIX. Aos dezenove anos Steiner leu pela primeira vez o “Fausto”, de Goethe, e este se tornaria o norte do seu posterior caminho na vida. Em sua vida em Vie- na, Steiner se reunia semanalmente com um círculo de personalidades representativas, artistas e cientistas, e assim iam surgindo oportunidades para novas criações e aperfeiçoamento do aprendizado. Surgiam convites de trabalho, os quais ele não recusava e atuava. Foi assim em 1890, quando foi indicado por seu professor Karl Julius Schröer, para ser professor particular dos fi- lhos da familia Ladislau e Pauline Specht, e nela um dos filhos era portador de deficiência intelectual, um anor- mal. Com seu esforço e dedicação, por sete anos, seu pupilo (Otto Specht) não só conseguiu aprender a ler e escrever, como conseguiu ingressar na faculdade de Medicina. Com essa experiência, Rudolf Steiner inau- gurou sua Pedagogia Curativa. Aos vinte e dois anos de idade, Rudolf Steiner foi convidado para participar da edição das obras de Goethe na Deutsch Nationalliteratur (literatura nacio- nal Alemã), e ele se mostrou de uma genialidade no- tável ao conseguir reunir, interpretar e escrever a obra de botânica e zoologia de Goethe. “Goethe é o Copér- nico e o Keppler do mundo orgânico”. O que Steiner fez nesse trabalho foi comprovar a natureza científica do método naturalista de Goethe. Novavente Steiner foi convidado e aceitou a tarefa de editar as obras científico-naturais de Goethe, do Arquivo Goethe-Schiller em Weimar, em 1889. Tam- bém em Weimar reuniam-se círculos de autores, eru- ditos, artistas como Treitschke, Hermann Grimm, Ernst Haeckel, Gabriele Reuter, Fritz Koegel com os quais Ru- dolf Steiner sentia-se bem e via-se aceito. Nessa época já iniciava os fundamentos filosóficos de sua ciência es- piritual denominada, por ele, de Antroposofia. Em 1889, Steiner leu e conheceu pessoalmen- te Nietzsche e via nele um representante da vida espi- ritual. Sobre isso escreveu o livro “Nietzsche ein Käm- pfer gegen seine zeit (Nietzsche, um lutador contra seu tempo)”. Também Ernst Haeckel gozou de apoio e admi- ração por parte de Steiner. Eles se conheceram por oca- sião do sexagésimo aniversário de Haeckel, em 1894. O tema Haeckel acompanhou Steiner até o último ano de sua vida, tendo sido evocado seu nome em cerca de 25 publicações e várias conferências de Steiner. Em Weimar Steiner encontrou acolhida na casa da viúva Anna Eunike, que se tornou Anna Steiner. Lá viveu e ajudou na educação dos seus cinco filhos. Em 31 de outubro de 1899, no cartório de Ber- lim-Friedemair, ocorreu o matrimônio de Rudolf Stei- ner e Anna Eunike. Este casamento durou até o ano de 36 1911, quando faleceu Anna Eunike, em 19 de março. Após sete anos em Weimar, Steiner retomou seu Dou- torado em filosofia, em Rostock. Deve-se destacar o extenso trabalho literário e publicações de Rudolf Steiner. Nos sete anos que este- ve em Weimar, publicou noventa e cinco títulos, além dos sete volumes da Edição Sophia e sua obra básica, ¨A Filosofia da Liberdade¨. Esta abrangia o conteú- do Antroposófico, onde Steiner elaborou uma ciência espiritual nos moldes dos métodos exatos da ciência natural. Assim, entende-se que o mundo sensório que parte da pesquisa pelos sentidos e seus prolongamen- tos (microscópios, telescópios, etc.), são ¨Maia¨ se não são penetrados por uma consciência pensante. Com o pensar e o sentir seremos capazes de elevar, pela cog- nição a meia-verdade do mundo sensório à totalidade da realidade. A síntese da percepção deve estar livre de coação, desejos, instintos, inclinações e paixões. A liberdade humana é a qualidade do seu pensar. O pen- sar extra-sensorial está no plano ético-ideal, pois ser livre é poder determinar por si próprio os motivos para a base de seu atuar. A liberdade é exercitada no querer, é experi- mentada no sentir, reconhecida no pensar. Essa era a Filosofia da Liberdade de Rudolf Steiner. Steiner publicou em 1897, “A Cosmovisão de Goethe”. Steiner deixou Weimar em 1897, aos trinte e seis anos de idade. Foi para Berlim e entrou nos círcu- los acadêmicos, através de Herman Grimm. Em Berlim, Steiner foi colaborador e professor na Escola deformação de trabalhadores. Trabalhou na Escola Superior Livre e na Associação Giordano Bruno. Fato marcante dessa época foi sua conferência em 8 de outubro de 1902, naquela Associação sobre Monismo e Teosofia. Até abril de 1903 Steiner proferiu vinte e sete conferências sobre os temas: De Zaratustra a Niet- zsche, História da Evolução da Humanidade com base na Cosmovisão desde os tempos primordiais orientais até a atualidade ou Antroposofia. Esse caminho o fez ingressar na Sociedade Teosófica. Com suas palestras, foi conquistando um grande público de Teósofos. Em 1901, palestrava sobre o Cristianismo como fato místi- co. Em Berlim, na presença de Anne Besant (repre- sentante mundial da Teosofia), fundou a Seção Alemã da Sociedade Teosofica. Nos anos de 1912/1913 Rudolf Steiner rompeu com a Teosofia por divergências dele quanto ao Cris- tianismo. Ele via em Jesus Cristo e nos acontecimentos do Gólgota o evento central da história da terra e da humanidade, do que discordava Anne Besant. Assim, Rudolf Steiner fundou a Sociedade Antroposófica. A elaboração da Antroposofia como ciência Espiritual se deu de 1902 a 1909. Fundou sua revista mensal, “Luci- fer” (o nome deveria significa portador da luz), o polo oposto de Árimã, isso, com a colaboração de Marie Von Sivers. Posteriormente outra revista foi escrita, a “Luci- fer –Gnosis”. Em Berlim, Steiner conservou sua residência à rua Motz , número 17, até além do fim da primeira Guerra Mundial. De lá partia para inúmeras viagens. Em Berlim foi fundada a Editora Filosófico-Antroposófi- ca e sua direção estava nas mãos de Marie Von Sivers. Somente em 1918 foi deixado o apartamento da rua Motz e a editora foi transferida para Dornach. Ao declarar que em todo homem dormem faculdades por meio das quais pode adquirir conheci- mentos dos mundos superiores, Rudolf Steiner rompeu uma tradição milenar conforme a qual o “saber oculto” deveria ser conservado somente em círculos esotéricos fechados. “Está na hora” disse Steiner, da consciência humana abrir-se às verdades espirituais e para isso é preciso disciplina, devoção e respeito. Cinismo, es- cárnio, criticismo são inimigos de um desenvolvimen- to superior. Assim, se não se conseguir compreender algo, será melhor abster-se de um julgamento em vez de condená-lo. Devem cair de ti todos os preconceitos. Sem bom senso todos os seus passos são inúteis. Re- gra áurea: ao tentar dar um passo adiante na cognição de verdades ocultas, dá simultaneamente três passos adiante no aperfeiçoamento da teu caráter para o bem. Trilhar essa senda do crescimento interior é só possível para quem se empenhe por tornar-se senhor de seus pensamentos, sentimentos e impulsos volitivos (trimembração do homem = pensar, sentir e agir). Em 1911, Rudolf Steiner publica “A Ciência Oculta”. Como em obras anteriores, esta busca engajar o homem no conhecimento de mundos superiores, en- fatizando Jesus Cristo como evento central da história Universal e da humanidade. Também em 1911 lança o livro “A Direção Espiritual do homem e da humanida- de”. Palavras de Rudolf Steiner (1910): “Inscrevam em seus corações o que deverá ser a Antroposofia: Uma preparação para a grande época da humanidade que nos aguarda”. Poder-se-ia terminar aqui, nessa fra- se, a dissertação sobre vida e obra de Rudolf Steiner mas, muito ainda há para saber sobre seus feitos, mes- mo que de modo resumido. Merecem destaque ainda sua conferência em Berlim, a 28 de outubro de 1909, sobre A Ciência das artes. Porque essa palestra não foi a fala de um cientista sobre a arte mas, da primeira à última palavra, foi ela própria obra de arte. Steiner ini- cia aí o ensino e prática da arte como terapia para o corpo e alma. Monta peças de teatro; “Os dramas de Mistérios”. Cria, em 1912, a Eurritimia Curativa; uma linguagem visível nos movimentos corporais e no som. Nasceu em Steiner o desejo de ter um local para essas representações e que seria a sede da Antroposofia e, assim, construiu o primeiro Goetheanum; obra erguida em madeira. Construção iniciada no ano de 1913, em GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA 37 Dornach, no canto de três países, no ponto limítrofe entre França, Alemanha e Suiça. Os trabalhos da escola de Antroposofia eram coordenados por Marie Von Sivers, tornada Marie Stei- ner em 1914. A Antroposofia já havia se constituído em Sociedade Antroposófica e Rudolf Steiner aumentava ano após ano sua atividade como conferencista, inclu- sive no exterior . Conta-se cerca de 6.000 conferências, que estão sendo reeditadas. O impulso Pedagógico da Antroposofia nasceu em 1913, conhecido por Pedagogia Waldorf. Esse era o nome de uma fábrica de cigarros (Waldorf-Astoria), a pedido de seu proprietário, Emi Molt. Steiner minis- trou aulas para seus trabalhadores para incentivá-los como seres humanos. Foi esse um germe fecundo de um movimento escolar que se espalhou pelo mundo. Steiner deu sua grande contribuição para a Medicina com aulas e palestras, e escreveu com a mé- dica Ita Wegma (a primeira diretora da Seção Médica do Goetheanum e fundadora da clínica de Arlesheim), o livro “Elementos Fundamentais para uma ampliação da arte médica segundo conhecimentos da ciência es- piritual” (1925). Nasceu aí o Movimento da Medicina Antroposófica, que ganhou o Mundo. Uma Medicina que abrangia a totalidade corpórea, mental e espiritual do homem. Jamais Rudolf Steiner se pôs em evidência como um “curador”. Mas, os que o conheceram na últi- ma época de sua viva, assombravam-se com o alto grau de conhecimentos detalhados que possuía também no campo da Medicina. “A Antroposofia, antes de afirmar algo acerca do espiritual, elabora os métodos que a autorizam a fa- zer tais afirmações”. Em junho de 1924 Steiner falou para agricul- tores e trabalhadores do campo e com muito e surpre- endente conhecimento, sobre agricultura, adubação, rotação de culturas e administração agrícola. Criou as- sim o movimento agrícola, conhecido como Agricultura Biodinâmica. Era Ciência do saneamento, das doenças do solo, das plantas, dos animais e assim, do homem. A Antroposofia e o próprio Rudolf Steiner ti- nham também oponentes que por vezes lhe dirigiram insultos e agressões físicas, em público. Na passagem de ano de 1922/1923, Steiner proferia palestra no Goetheanum, quando este foi qua- se totalmente consumido por um incêndio. Mas, Stei- ner, na manhã seguinte, 1º de janeiro, com a firmeza de sempre, anunciou a continuidade dos trabalhos antroposóficos no que sobrou do prédio. A destruição do Goetheanum trouxe para Steiner a reflexão da ne- cessidade e reformulação não só externa mas, também interna da Sociedade Antroposófica. No Congresso de Natal de 1923, Steiner fez uma revisão dos 10 anos da Sociedade Antroposófica e editou algumas diretrizes de funcionamento da mes- ma. Fundou a Escola Superior Livre para a Ciência Espi- ritual. Uma moléstia que se fez sentir pela primeira vez na noite de 1º de janeiro de 1923, levou Rudolf Steiner nos últimos dias de setembro ao leito, de onde não mais se levantaria. Mas, de 1º de janeiro a setem- bro Steiner fez ainda 338 Conferências e inúmeras en- trevistas. Ainda no leito desenvolveu intensa atividade escrita. Sua cama ficava no seu estúdio, ao pé da ina- cabada estátua de Cristo, no que restou do incêndio do Goetheanum. Escreveu um biógrafo: “Os últimos momentos na vida terrestre de Rudolf Steiner foram livres de qual- quer luta com o físico, livres de incertezas. Seu rosto falava de paz, graça, certeza interior e contemplação espiritual. Ele juntou as mãos sobreo peito e olhava para os Mundos Superiores. Quando lhe chegou o últi- mo instante ele mesmo fechou os olhos. Foi um desve- lar sublime, transfiguração irradiava de seu semblante e da força das mãos em prece”. GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA 44 PRÁTICAS INTEGRATIVAS APLICADAS EM UM CASO DE TOXOPLASMOSE COMPLICANDO UMA SÍNDROME PÓS-TRAUMÁTICA Resumo A paciente E.R. (28 anos) foi diagnosti cada com Toxo- plasmose após ter sofrido com diarreia, enjoo, fraque- za e indisposição por um mês. O exame que mede a imunoglobulina IgM para Toxoplasmose, na época do diagnósti co, apresentava-se muito alto, o que levou sua médica ginecologista a desaconselhar uma gravi- dez. A paciente estava muito abati da e sofrendo de PTSD (síndrome de stress pós-traumáti co), decorrente de um acidente traumáti co. Este estudo de caso ob- jeti va a comprovação da efi cácia da terapia quânti ca aliada a um tratamento psicológico com EMDR num caso de Toxoplasmose complicando a PTSD. A pacien- te E.R. uti lizou Centralis para reequilíbrio energéti co do seu emocional, Traumavit Gel para ajudar a dissol- ver os traumas sofridos e, Corretor Anergicum Gel jun- tamente com Afi natum Gel e Mydrix. A mesma reagiu muito bem à terapia com as essências vibracionais fl o- rais e EMDR. Conclui-se que o uso de essências vibra- cionais do Sistema Floral Quânti co, complementado com um tratamento psicológico com EMDR, é capaz de um efeito sinérgico, amplifi cando a obtenção de resultados benéfi cos e a harmonização energéti ca do organismo. Palavras-chave: EMDR, essências vibracionais, Toxo- plasmose. Introdução A paciente E.R. (28 anos) foi diagnosti cada em ju- nho de 2014 com Toxoplasmose após ter sofrido com diarreia, enjoo, fraqueza e indisposição por um mês. O exame que mede a imunoglobulina IgM para Toxoplasmose na época do diagnósti co apresentava- se muito alto, o que levou sua médica ginecologista a desaconselhar uma gravidez. Quando a paciente veio para a consulta em agosto de 2014 estava mui- to abati da e sofrendo de PTSD (síndrome de stress pós-traumáti co), decorrente de um acidente traumá- ti co ocorrido em março de 2014. Nesse acidente ela causou involuntariamente a morte do motorista com quem colidiu dirigindo na rodovia federal (BR). Depois desse acidente a paciente viveu com ansiedade extre- ma, imunidade baixa, insegurança e culpa, incapaz de dirigir fora da cidade. Já antes do acidente E.R. havia passado por um tempo desgastante no seu trabalho e vida parti cular, chegando à exaustão, prejudicando o sistema imunológico. A paciente veio em primeiro lugar para tratar seus traumas emocionais prévios ao acidente, e para tratar a PTSD decorrente do acidente. A questão da Toxoplasmose apareceu nas sessões no fi nal de outubro de 2014, junto com o medo de ter um fi lho defi ciente. Foi sugerido a ela a Terapia Vibracio- nal Quânti ca, paralela ao tratamento com EMDR (Eye Movement Desensiti zati on and Reprocessing). Este estudo de caso objeti va a comprovação da efi cá- cia da terapia quânti ca aliada a um tratamento psico- lógico com EMDR num caso de Toxoplasmose compli- cando a PTSD. Material e Métodos A paciente E.R. foi tratada com uma técnica chamada EMDR associada à Terapia Vibracional Quânti ca carre- adora de frequência do sistema Floral Quânti co.1 Ela uti lizou Centralis (10 gotas, duas vezes ao dia) para reequilíbrio energéti co do seu emocional e Trauma- vit Gel (antes de dormir) para ajudar a dissolver os traumas sofridos. Usou ainda Corretor Anergicum Gel GARBERS1, Judith Sonja; ARNT2, Rosangela 1- Psicóloga clínica, consultório Time Out, Jaraguá do Sul, SC 2- Médica especialista em Nutrologia, pós-graduada em Práticas Ortomoleculares e Saúde do Tra- balhador, doutoranda em Medicina Integrativa Quântica na International Quantum University - USA, residente em Curitiba, PR 55 Figura 1 – Toxoplasmose na gravidez prejudicando o feto. Fonte: htt p://www.nupad.medicina.ufmg.br/ (duas vezes ao dia), Afi natum Gel (duas vezes ao dia) e Mydrix (5ml de manhã).2 Resultados e Discussão A paciente reagiu muito bem à Terapia Vibracional Quânti ca com essências fl orais. De acordo a Tabe- la 1, na comparação entre os exames realizados em 17/06/2014 e 17/09/2014, quando a paciente fazia tratamento convencional, não houve nenhuma me- lhora. A IgM em 10,47 indica que a Toxoplasmose es- tava ati va e o sistema imunológico incapaz de reagir. Em novembro de 2014 a paciente começou a uti lizar os frequenciais Corretor Anergicum Gel, Afi natum Gel e Mydrix. No exame de dezembro de 2014, depois de somente um mês de uso dos produtos, houve uma melhora considerável, com a IgM reduzindo para 4,66. No exame realizado em fevereiro de 2015, o valor da imunoglobulina conti nuou caindo para 3,61. Muito fe- liz com o resultado, a paciente decidiu conti nuar com o uso das essências vibracionais até negati var a IgM. Tabela 1 – Resultados dos exames realizados demons- trando a queda nos valores de IgM O tratamento com EMDR resultou em mais equilíbrio emocional, tornando-a capaz de enfrentar o trânsito fora da cidade com serenidade. Traumas emocionais da infância e da vida adulta foram abordados e resolvi- dos, resultando em uma vida mais feliz e serena, con- vivendo em paz com pessoas complicadas na família, desfrutando um casamento equilibrado. Depois de 7 meses realizando EMDR e uti lizando as essências vibracionais fl orais, a paciente voltou a di- rigir fora da cidade e fi cou mais calma, retomando o controle da sua vida. A imunidade dela aumentou e a IgM decresceu tão rápido que o ginecologista libe- rou-a para engravidar, em vista dos possíveis danos ao feto provocados pela Toxoplasmose durante a gesta- ção (Figura 1). Conclusão Conclui-se que o uso de essências vibracionais do Sis- tema Floral Quânti co, complementado com um trata- mento psicológico com EMDR, é capaz de um efeito sinérgico, amplifi cando a obtenção de resultados be- néfi cos neste caso de Toxoplasmose complicando uma Síndrome Pós-Traumáti ca, possivelmente desencade- ada pela baixa imunidade oriunda da PTSD. Foi obser- vada uma rápida melhora da paciente, sem riscos e sem efeitos colaterais evidenciados. Referências 1 GERBER, R. Um Guia Práti co de Medicina Vibracio- nal. Trad. Paulo Cesar de Oliveira, Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Cultrix, 2000. 2 ARNT, R. , ARNT, P. R. Vade Mecum das Essências Vibracionais - Um Guia Práti co para o uso dos Modu- ladores e Indutores Frequenciais. 1 ed. Paraná, 2013. Datas de exames IgM 17/06/2014 10,45 17/09/2014 10,47 11/12/2014 4,66 02/02/2015 3,61 8 RECUPERAÇÃO CELULAR POR MODULAÇÃO FREQUENCIAL NA PSORÍASE Resumo O caso relatado é de uma senhora que sofria há 20 anos com Psoríase em várias partes do corpo, sendo de altíssimo grau nas mãos e pés. A paciente tratou com a medicina tradicional por anos e nunca obteve resultado de controle da doença. Há muitos anos sem unha e com muitos problemas capilares, procurou a medicina complementar em busca da última alterna- tiva. O uso da Terapia Vibracional, associada à deto- xificação, alimentação restritiva, suplementação e à utilização de alimentos funcionais, foi essencial para o estímulo da imunidade e a limpeza das toxinas que prejudicavam o corpo. Palavras-chave: Detoxificação, Psoríase, Terapia Vi- bracional. Introdução R. S., 38 anos, compareceu no dia 21/01/2015 em um Consultório Terapêutico particular em Criciúma – SC, muito confiante depois que sua filha teve uma melho- ra significativa da Alopecia Areata. Indagou que sofria há 20 anos com Psoríase pelo corpo todo, e que por isso não trabalhava ou saía de casa, uma vez que se sentia discriminada pela sociedade. Relatou que não tinha unha e seus cabelos muito finos a envergo- nhavam. Já tinhadesistido de ser feliz por conta da doença. Passou por todos os tratamentos alopáticos oferecidos pela medicina tradicional e estava pronta a aceitar todas as restrições e detoxificações impostas pela terapeuta. Sabendo que a Psoríase já estaria atuando a nível ce- lular e que a princípio a detoxificação teria a primeira etapa cumprida em seis meses, sugerimos de imedia- to uma limpeza extracelular, corrigindo o pH do cor- po através da retirada de toxinas por meio de alguns suplementos, além de alimentação funcional para aumento da Imunidade. Além disso, foram utilizados Frequenciais Florais. A decisão de desenvolver este artigo veio do sucesso muito rápido no controle da Psoríase, uma doença co- mum da pele caracterizada por lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em placas, que mais fre- quentemente aparecem no couro cabeludo, cotovelos e joelhos. A paciente possuía Psoríase Eritrodérmica, o que lhe trazia sintomas terríveis, conforme já men- cionado. Material e Métodos Foram utilizados nove produtos Frequenciais Florais combinados para terapia do emocional e harmoniza- ção da imunidade: Neurotox, Calmallis, Consciencius, Filtralis, Humbilicum, Kuthanis, Psori, Psori Gel, Cor- retorium. Além disso, seguiu-se o protocolo abaixo: * Retirada de alimentos alérgicos, como Leite e Glú- ten; * Introdução de Dieta Alcalina – Alcalinização do Cor- po; * Suplementação com Vitaminas, Minerais e Amino- ácidos; * Chlorella para atuar na detoxificação, imunidade e alimentação celular; * Aloe vera: melhora da absorção intestinal, detoxifi- cação e aumento da imunidade; * Glutamina e Pool de Lactobacilos (mais de 5 Bilhões); * Ômega 3: para as inflamações, dores e imunidade; * Vitamina D; * Lugol: para aumento da imunidade e retirada de fun- gos, vírus e bactérias; * Annita®: vermífugo. Resultados e Discussão A Figura 1 demonstra o estado das palmas das mãos e plantas dos pés da paciente antes de realizar o pro- tocolo sugerido, apresentando Psoríase há mais de 20 HERRMANN, Fabiola Terapeuta Biomolecular, Tricologista, Teóloga e Pós-Graduada em Saúde Quântica, Criciúma, SC 9 anos. O retorno da paciente foi marcado para 30 dias após o início da terapia, para discussão sobre os sintomas e verificação do resultado do início da detoxificação. Dessa forma, no dia 22/02/2015, para nossa surpre- sa, a paciente retornou praticamente sem os sinais apresentados anteriormente, tendo apenas algumas marcas avermelhadas das feridas que já apresentava há anos, conforme pode ser visualizado na Figura 2, se comparado com a Figura 1. Emocionou-se junto à mãe ao comentar que fizeram pela primeira vez unha e cabelos no salão de beleza, após anos sem poder se cuidar. Figura 1 – Paciente com Psoríase ativa há mais de 20 anos, apresentando escamações agressivas nas plan- tas dos pés e palmas das mãos. Figura 2 – Resultado apresentado pela Paciente nas palmas das mãos, 30 dias após a utilização dos Fre- quenciais Florais e Terapias Naturais. Conclusão A Terapia Vibracional foi essencial com seus produ- tos Frequenciais Florais, através do fornecimento de frequências que atuam promovendo o reequilíbrio energético e regulando o terreno biológico de predis- posição a desequilíbrios. Portanto, esta Terapia, aliada à Medicina Complementar, provou-se eficaz na recu- peração da saúde através de meios simples e inócuos, mostrando que um organismo sem toxinas consegue sua auto cura, mesmo em desbalanços que já atingi- ram o meio intracelular. Referências ARNT, R. Vade Macum Das Essências Vibracionais: Um Guia Prático para uso dos Moduladores e Induto- res Frequenciais. Paraná, 2014. 192 p. ELIA, C. C. S. Imunologia da Mucosa Intestinal: Da Bancada ao Leito. São Paulo: Atheneu, 2001. 187 p. GOSWAMI, A. O medico quântico. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2005. HIRSCH, S. Almanaque de Bichos que dão em Gente. 3. ed. Correcotia, 2011. 255 p. ISRAEL, D. Detox Já: Mude seus Hábitos, Emagreça e Conquiste Saúde Vitalidade e Disposição. Rio de Ja- neiro: Nova Fronteira Participações, 2014. 189 p. MORITZ, A. Limpeza do Fígado e da Vesícula. São Pau- lo: Madras Editora, 2007. 224 p. PERLMUTTER, D. A Dieta da Mente. São Paulo: Para- lela, 2014. 342 p. STRAND, R. D. O que seu Médico Não Sabe Sobre Medicina Nutricional Pode Estar Matando Você. São Paulo: M. Books, 2004. 207 p. Tradução Ismar Tirelli Neto. Rio de janeiro: Rephil, 2014. 351 p. 10 1111 SUCESSO DO USO DE ESSÊNCIAS VIBRACIONAIS APLICADAS A UM CASO DE OSTEOGÊNESE IMPER- FEITA (OSSOS DE VIDRO) Resumo Terapeuta há 23 anos, conheci em causa própria as essências vibracionais fl orais através de médica natu- ropata em um caso pessoal de rinite alérgica. Impres- sionou-me a efi cácia do então desconhecido fl oral e passei a estudá-lo através de seminários, congressos e literatura. Tal experiência coincide com a busca profi s- sional em encontrar um elo entre a palavra e a ação. Uti lizo-me da Abordagem Integral, que busca a har- monização do ser ao seu estado natural e integrado ao seu ambiente. A forma como a terapêuti ca vibracional age é coerente com a práti ca profi ssional. Aplico há seis anos e nunca houve um caso em que não obti ves- se resultados sati sfatórios. Este, entretanto, trouxe- me maior grati fi cação em função da rapidez e da pro- fundidade na resposta. T.C.S., 38 anos, portadora de Osteogênese Imperfeita procurou a terapia em maio de 2014 para aprender a suportar a dor. Apresenta- va depressão causada pelas dores crônicas e contí nu- as na coluna e nos membros superiores e inferiores, gerando imobilidade e, consequentemente, enorme perda da qualidade de vida. Adotamos as Essências Vibracionais como copartí cipe do processo terapêu- ti co e perfeitamente coerente à Abordagem Integral. Em 31/05/2014 sugerimos o uso dos moduladores fre- quenciais fl orais. Adotamos um protocolo que priori- zasse a correção do terreno biológico. Em pouco tem- po, surpreendeu a resposta positi va da paciente, que retornou às ati vidades laborati vas e de lazer há muito abandonadas. Concluímos que as Essências Vibracio- nais colaboraram, e muito, para que o processo tera- pêuti co obti vesse resposta rápida e efi caz. Palavras-chave: Caso de Sucesso, Ossos de Vidro, Os- teogênese Imperfeita. LIMA, Lindimar Terapeuta Familiar e Metafísica, FAPSS, São Paulo, SP 1212 Introdução Osteogênese imperfeita, doença de Lobstein ou doen- ça de Ekman-Lostein, popularmente conhecida como “ossos de vidro” ou “ossos de cristal”, é uma condição rara do tecido conjunti vo, de caráter genéti co e he- reditário, que afeta aproximadamente uma em cada 20 mil pessoas. A principal característi ca é a fragilida- de dos ossos, que quebram com enorme facilidade. É uma defi ciência na produção de colágeno do ti po 1, o principal consti tuinte dos ossos, ou de proteínas que parti cipam do seu processamento. O resultado é o surgimento de quadros de osteoporose bastante graves. A falta de colágeno afeta não só os ossos, mas também a pele e os vasos sanguíneos. Com classifi cações que vão do grau I ao IV, escolhemos como objeto de estudo o ti po IV, que se manifesta, entre outros sintomas, por deformidades moderadas na coluna, curvatura nos ossos longos, especialmente nos das pernas e baixa estatura. T.C.S. era uma jovem mulher de 38 anos. Portadora de Osteogênese Imperfeita desde o nascimento, já sofreu 45 fraturas e vários procedimentos cirúrgicos que lhe garanti ram a posição ereta e certa mobilidade. Eviden- temente superprotegida, trazia um temperamento curioso e ati vo, buscando sempre maiores oportuni- dades de vencer suas limitações. Estudou, formou-se em Administração de Empresas, atualmente trabalha como Consultora em Recursos Humanos em empresa nacional de grande porte, atuando em recrutamento, seleção e treinamentode pessoas portadoras de ne- cessidades especiais. Estuda, parti cipa ati vamente de ati vidades segundo sua crença religiosa e dirige veícu- lo adaptado. Material e Métodos Em maio de 2014 a paciente procurou a terapia para aprender a lidar com a dor fí sica. Em 31/05/2014 a paciente informou que fez usos de inúmeros medica- mentos para alívio da dor, sem resultado. Suas últi mas e recentes cirurgias foram na coluna (T8/T11). Uti liza- va os medicamentos Atenolol 50 mg e Pressat® 10 mg, ambos para controle da pressão arterial. Elani Ciclo®, anti concepcional, e uso frequente de Catafl an® para as dores generalizadas, sem expressivo alívio. Infor- mou difi culdades na qualidade do sono devido à in- tensidade das dores. Uti lizamos as Essências Vibracionais Fisioquânti c com o seguinte protocolo: - Brisium (para reequilíbrio do terreno biológico - DV): 15 gotas em jejum e à noite; - Centralis (para harmonizar a irritabilidade e altera- ções de humor): 15 gotas à noite; - Estruturallis: 15 gotas em jejum; - Oxyfl ower gel: bandagem no abdômen por 30 mi- nutos, 1 vez por semana, por 10 semanas (2X/dia) - friccionar nas áreas doloridas e nos pés (necessário hidratação posterior). Em 06/09/2014, na segunda etapa do processo, opta- mos pelo protocolo abaixo: - Brisium: 15 gotas em jejum e à noite; - Estruturallis: 15 gotas em jejum; - Neurovit gel: friccionar nos pulsos (2X/dia); - Oxyfl ower gel: friccionar nas áreas doloridas e nos pés (necessário hidratação posterior) (2X/dia). Resultados e Discussão Em Junho de 2014 a paciente retornou dizendo ter se surpreendido com a efi cácia da terapia proposta. Em Setembro do mesmo ano, evidenciou sensível melho- ra emocional. Retomou suas ati vidades profi ssionais e iniciou ati vidades novas, como Fisioterapia, Acupun- tura, Aquaterapia com radiofrequência e Massagens relaxantes, iniciati vas que muito contribuíram para a melhora do estado fí sico e emocional da paciente. Em Janeiro de 2015, a paciente obteve alta do processo terapêuti co, mantendo o protocolo com as essências vibracionais em status de manutenção. Conclusão Concluímos que as Essências Vibracionais Florais se tornaram de coadjuvantes da terapia breve, em prin- cipal fator desencadeador do estado sati sfatório e da qualidade de vida da paciente. O protocolo adequado contribuiu para o aumento da credibilidade no profi s- sional e, consequentemente, maior grau de aderência do paciente. Referências ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências Vibracionais um Guia Práti co para o uso dos Modu- ladores e Indutores Frequenciais. Curiti ba: Rosangela Arnt, 2013. BERALDO, M. Nutrição Multi funcinal Celular. Paraná: Pure Essence, 2008. 13 14 RESOLUÇÃO DE TRAUMATISMO EM MEMBRO INFERIOR DIREITO EM 24 HORAS APÓS USO DE TERAPIAS INTEGRATIVAS QUÂNTICAS Resumo Esse estudo de caso versa sobre a aplicação de essên- cias vibracionais florais e LEDterapia, imediatamente após um trauma sofrido na região anterior da tíbia di- reita, por queda de nível na noite do dia 24/05/2015. A paciente friccionou as essências vibracionais Oxy- flower gel e Analgesium gel no local do traumatismo diversas vezes nas 24 horas seguintes ao acidente, e fez 02 aplicações de LEDterapia com o aparelho BIOS II. O grande edema que havia se formado na face an- terior do membro inferior direito foi totalmente elimi- nado no período de 24 horas, a dor aliviou logo após a primeira aplicação, tendo desaparecido no final do prazo de avaliação. O hematoma que era esperado, não se formou, mostrando que o uso de terapias inte- grativas quânticas logo após o traumatismo ou lesão é extremamente benéfico, modulando frequencialmen- te a inflamação e harmonizando energeticamente a cicatrização. Palavras-chave: essências vibracionais florais; tera- pias integrativas quânticas; traumatismo. Introdução No dia 24/05/2015 às 22hs e 40 min, a paciente R. Z. A., 57 anos, refere ter sofrido uma queda na escada externa da frente de seu prédio, contundindo a região tibial anterior do membro inferior direito, o que cau- sou dor intensa, edema imediato de grandes propor- ções e escoriações. Como a paciente estava com es- sências vibracionais florais em casa e o aparelho BIOS, por trabalhar na área da saúde, aplicou as mesmas em gel e a fototerapia imediatamente. Em 24 horas a le- são melhorou, levando à resolução da lesão traumáti- ca, restando apenas a escoriação da pele. Material e Métodos A terapia reparadora instituída foi totalmente biofísica e com bases científicas vindas da teoria quântica apli- cada à saúde. Foram aplicadas nas 24 horas seguintes ao acidente, friccionando no local, as essências vibra- cionais florais Oxyflower e Analgesium, ambos em gel, além de fototerapia com o aparelho BIOS. As essên- cias foram utilizadas a cada 04 horas, uma após a ou- tra, enquanto acordada. Já a fototerapia foi aplicada em 04 quadrantes no local da lesão, por 30 segundos em cada um, cada sessão; no intervalo de 24 horas foram feitas 02 aplicações. Resultados e Discussão Logo após o acidente a paciente apresentou edema de grandes proporções e escoriações, conforme visu- alizado na Figura 1. A evolução foi muito rápida e com o desfecho espe- rado após a realização das terapias, em tempo muito mais curto que o observado comumente nesse tipo de trauma. Não se formou o hematoma no local do edema, provando que a intervenção imediata com as terapias biofísicas apresentou um grande benefício (Figura 2). A paciente referiu que a dor aliviou ime- diatamente após a primeira aplicação, e se manteve em um nível mínimo durante as 24 horas do estudo. No dia seguinte, a dor havia desaparecido totalmente. As essências vibracionais atuaram modulando e har- monizando energeticamente os tecidos e os proces- sos inflamatórios, regulando por informação biofísica ARNT, Rosangela Médica especialista em Nutrologia, pós-graduada em Prática Ortomolecular, Medicina do Trabalho e Saúde do Trabalhador; idealizadora e coordenadora adjunta das Pós-Graduações em Saúde Quân- tica - UNINTER e Terapia Vibracional Quântica – EID/FACEL; doutoranda em Medicina Integrativa Quântica na IQUIM-Havaí/EUA; consultora científica em Saúde Quântica e Nutracêuticos 15 a cicatrização. Já o aparelho de fototerapia BIOS, que faz a utilização do comprimento de onda da luz verme- lha (em torno de 630nm) e emite a luz que, em con- tato com a pele, aproveitou a janela biológica, levou à ativação das mitocôndrias e da microcirculação, com efeitos de modulação da inflamação local e analgesia. Figura 1 – Edema formado imediatamente após a ocorrência do acidente em 24/05/2015 Figura 2 – Resultado obtido 24 horas após a utilização das terapias biofísicas propostas Conclusão O uso das terapias integrativas quânticas, neste caso, as essências vibracionais florais associadas à fototera- pia com BIOS, vem se firmando na área da saúde ao longo de mais de uma década, e provando ser método de grande valia para as alterações da saúde relaciona- das a desequilíbrios energéticos. Este caso comprova o efeito benéfico da aplicação imediata em trauma- tismo agudo, levando a considerar o uso em ambu- latórios de pronto socorro, blocos cirúrgicos e UTIs. Com certeza, estudos científicos comparativos, duplo- cegos e randomizados, devem ser feitos para mostrar ao mundo acadêmico ortodoxo esses benefícios, que estão sendo comprovados em tantos relatos de caso em todo o país. Referências ARNT, R. Z. Relato de caso: tratamentos por meios biofísicos de lesão causada por queimadura química com Hidro-ozonioterpaia e Essências Vibracionais. Revista de Bioquímica Médica aplicada à prática orto- molecular, v. XX, n. 1, 2011. ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências Vibracionais um Guia Prático para o uso dos Modu- ladores e IndutoresFrequenciais. Curitiba: Rosangela Arnt, 2013. BOSSINI, P. S. Laser de baixa intensidade (670nm) na viabilidade do retalho cutâneo randômico em ratos. São Carlos, SP: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, 2007. Originalmente apresentada como Disser- tação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 971, de 03 de maio de 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov. br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0971_03_05_2006. html. Acesso em: 18 ago. 2014. CORAZZA, A. V. Fotobiomodulação comparativa entre Laser e LED de baixa intensidade na angiogênese de feridas cutâneas em ratos. São Carlos, SP: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, 2005. Originalmente apresentada como Dissertação de Mestrado, Universi- dade de São Paulo, 2005. GERBER, R. Um Guia Prático de Medicina Vibracio- nal. Trad. Paulo Cesar de Oliveira, Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Cultrix, 2000. GOSWAMI, A. O Médico Quântico. Trad. Euclides Luiz Calloni, Cleusa Margô Wosgrau. 2. ed. São Paulo: Cul- trix, 2004. MATTOS, V. Medicina Quântica. 2. ed. São Paulo: Vic- tor Mattos, 2010. 16 17 18 FLACIDEZ TISSULAR SUBMENTONIANA COM TERAPIA VIBRACIONAL ASSOCIADA AO DERMAROLLER E LED AZUL Resumo Este trabalho tem como objetivo verificar os efeitos combinados da micropuntura (Dermaroller), LED (Fai- xa Azul) e terapia vibracional floral. A terapia foi al- cançada em duas sessões, cada uma com duração mé- dia de 40 minutos, utilizando-se um intervalo de sete dias entre as mesmas. As sessões foram realizadas em clínica, sem a utilização de produtos em domicílio. Constatou-se que após algumas horas de terapia, a hi- peremia já havia cessado. Tem-se uma foto antes da primeira aplicação e outra uma semana após as duas aplicações, observando-se uma melhora expressiva no local aplicado. Com este estudo foi possível verificar uma diminuição de aproximadamente 50% na flacidez da pele. Portanto, comprova-se a eficácia significativa das terapias combinadas da estética com as essências vibracionais florais, agindo na harmonização energéti- ca da flacidez de pele. Palavras-chave: Flacidez, Micropuntura, Terapia Vi- bracional. Introdução Com o processo natural do envelhecimento vão ocor- rendo mudanças na pele. Uma delas é a flacidez tis- sular, mais conhecida como flacidez de pele. A pele vai perdendo, ao longo do tempo, a elasticidade e a firmeza. Isto acontece pela degradação do colágeno e da elastina. Foi realizado um estudo de caso da cliente H.P.P.F., que procurou a clínica com queixas sobre o incômodo lo- calizado na parte submentoniana, também conhecida como “papinho”. Indicou-se um teste para ver a eficá- cia da terapia com o Dermaroller, juntamente com o LED e a Ionização. A paciente concordou e aceitou o procedimento e no dia 31/10/2014 foi realizada a pri- meira sessão. No dia 07/11/2014 a mesma retornou à clínica para mais uma aplicação, com a duração média de 40 minutos. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi verificar os efeitos combinados da micropuntura (Dermaroller), LED (Faixa Azul) e terapia vibracional utilizando Firma- re sublingual na harmonização da flacidez de pele em região submentoniana. Materiais e Métodos Material: Dermaroller. Método: Micropuntura, também denominada como Dermaroller. Figura 1 – Dermaroller. É um tratamento realizado por um pequeno rolo que possui as agulhas enfileiradas. Há vários tipos de ta- manhos e quantidades de agulhas. O objetivo é fazer a indução percutânea de colágeno através de uma in- flamação controlada. Neste caso foi utilizado um ca- beçote com 540 agulhas de 1,0 mm. Material: Luz de LED. Método: Terapia com Light Emitter Diode (Diodo Emis- sor de Luz). O termo LED surgiu de Light Emitter Diode (Diodo Emissor de Luz). Possui vários comprimentos de ondas e cada qual com sua variante de cor. Essa terapia traz benefícios de fotobiomodulação através dos fotorre- ceptores capazes de modular as atividades bioquími- cas e fisiológicas das células. Foi utilizado o LED azul com comprimento de onda de 470nm. Material: Firmare. Método: Terapia Vibracional. NAKAMURA, Simone Gláucia Formada em Estética e Imagem Pessoal, Pós-Graduada em Acupuntura, Professora de Curso Livre de Estética e Outras Terapias Alternativas, Londrina, PR 19 Esse produto é formado de um mix de de essências vibracionais florais, que por ressonância carregam in- formação energética via ação biofísica, harmonizando as células. Reequilibra o organismo, auxiliando em dis- túrbios energéticos relacionados com a flacidez. Protocolo: 1º) Higienizar com álcool 70%; 2º) Passar anestésico tópico (lidocaína 5% pomada), tirar depois de 25 minutos; 3º) Passar o Dermaroller com agulhas de 1,0 mm; 4º) Colocar algumas gotas de Firmare na pele; 5º) Usar o LED azul por 2 minutos. Resultados e Discussão Após somente 02 sessões do protocolo descrito, a pa- ciente apresentou um resultado impressionante, com redução de mais de 50% da flacidez submentoniana (“papinho”), comprovando a eficácia do uso de tera- pias integradas, especialmente quando são todas bio- físicas, sem uso de produtos de ação bioquímica, que podem acarretar efeitos colaterais. Figura 2 – Fotos antes e depois do protocolo proposto. Conclusão O trabalho revela que o uso da terapia vibracional flo- ral associada às terapias estéticas intensifica os efeitos das mesmas; principalmente quando se amplifica es- ses benefícios via vibração sinérgica. Comprova-se através das fotos que os resultados são notáveis e muito expressivos, quando comparados nos dois momentos: antes e depois da terapia. Referências ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências Vibracionais um Guia Prático para o uso dos Modu- ladores e Indutores Frequenciais. Curitiba: Rosangela Arnt, 2013. KALIL, C. L. P. V. Laser e outras fontes de luz na derma- tologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. MENETRIER, J. A Medicina das Funções. São Paulo: Ed Organon, 2000. VINCK, E. et al. Pain reduction by infrared light-emit- ting diode irradiation: A pilot study on experimentally induced delayed-onset muscle soreness in humans. Lasers Med Sci, v. 21, n. 1, p. 11-18, 2006. WHELAN, H. T. et al. Effect of NASA Light-Emitting Dio- de Irradiation on Molecular Changes for Wound Hea- ling in Diabetic. Mice.J Clin Laser Med Surg, v. 21, n. 2, 67-74, 2003. 20 212121 TERAPIA COM ESSÊNCIAS VIBRACIONAIS FLORAIS EM HIPERPLASIA DE GLÂNDULA ADRENAL EM CÃO Resumo A Hiperplasia Bilateral de Glândula Adrenal geralmente acomete cães de meia idade até idosos, contudo pode ocorrer em cães jovens. É observada nos casos de Hi- peradrenocorti cismo hipófi se-dependente, estando na maioria associada a tumores hipofi sários. Existe apenas um ti po de droga uti lizada no tratamento da Hiperplasia e que provoca necrose seleti va das zonas do córtex adre- nal, além de diversos efeitos colaterais. O objeti vo deste estudo clínico foi verifi car a ação das Essências Vibracio- nais Florais a longo prazo e seus efeitos. Verifi cou-se com a terapia realizada o equilíbrio energéti co da glândula adrenal, além da normalização das enzimas hepáti cas, redução importante do nível do colesterol e perda de peso. Concluímos que a ação das essências vibracionais reestruturou o equilíbrio energéti co da glândula adrenal, diminuindo-a, e refl eti ndo na perda de peso e controle do colesterol. Palavras-chave: Cão, Essências Vibracionais Florais, Hi- perplasia Bilateral de Adrenal. Introdução A Endocrinologia Veterinária é uma das especialidades mais complexas, todavia vem progredindo graças à me- lhor capacitação profi ssional. Os métodos de diagnósti co uti lizados são: exame clínico, testes hormonais sanguíne- os e a Ultrassonografi a abdominal. O maior desafi o está na adequaçãoterapêuti ca, que ainda é acompanhada de efeitos colaterais indesejados, e que melhora muito pou- co o funcionamento da glândula, conferindo baixa qua- lidade de vida aos animais que sofrem com os sintomas da doença. A Hiperplasia Adrenal Bilateral é observada nos casos de Hiperadrenocorti cismo hipófi se-dependente (HA- CHD), sendo a causa mais comum de HAC espontâneo e responsável por aproximadamente 80 a 85% dos ca- sos.1 Mais de 90% dos cães com HACHD tem tumor hi- pofi sário, o qual secreta ACTH em excesso, causando Hiperplasia Adrenal Bilateral e acentuada secreção de corti sol.2 A mensuração da espessura do polo caudal é considerada a forma mais fi dedigna de identi fi cação de adrenomegalia em cães. A espessura das glândulas adre- nais de cães normais varia bastante conforme o peso do animal, compreendendo valores de 0,3 a 0,8 cm, porém não costuma exceder 0,6 cm em cães com peso inferior a 10 kg. Valores superiores a 0,75 cm são sugesti vos de adrenomegalia e devem ser investi gados, levando sem- pre em consideração os sintomas clínicos do animal bem como os exames laboratoriais.2-4 Os sinais mais comuns em HAC são a poliúria, polidipsia, polifagia, respiração ofegante, fraqueza da musculatura abdominal, alope- cia, úlcera gástrica, pancreati te, hepatomegalia, atrofi a cutânea e telangectasia.3,5 O diagnósti co através da do- sagem de ACTH e corti sol é bastante importante atra- vés da supressão com doses de dexametasona,6 sendo complementado pela ultrassonografi a, que é uma mo- dalidade de referência para a visualização das glândulas adrenais, visto que as mesmas, normalmente, não são visíveis radiografi camente.7 Além disso, é uma ferramen- ta importante para a identi fi cação de massas neoplásicas nas glândulas adrenais e focos metastáti cos e/ou ade- rências.8 As principais alterações das glândulas adrenais observadas ao ultrassom podem ser divididas em: hiper- plasia e neoplasia adrenal. Atualmente o fármaco de escolha para o tratamento de HAC espontâneo é o Mitotano (Lysodren®), que provoca necrose seleti va das zonas do córtex adrenal, e a Predni- solona, que causa lesões renais e hepáti cas.2,6 As Essências Vibracionais Florais podem melhorar o fl uxo energéti co da Glândula Adrenal, além de não promove- rem efeitos colaterais. Os Moduladores e os Indutores Frequenciais fornecem informações através de um MIX de fl orais que ressonam e que atuam aumentando a biorrecepti vidade celular. Sendo assim, o objeti vo deste estudo foi verifi car a ação das Essências Vibracionais Flo- rais em longo prazo na Hiperplasia Bilateral de Glândula Adrenal. Material e Métodos Paciente: Canis familiaris, SRD, macho. Histórico Clínico: - Consulta em 23/10/2013: Proprietária solicitou um che- ck-up roti neiro, alegando que gostaria de emagrecê-lo, pois a obesidade existi a há aproximadamente seis anos, desde a castração. Além disso, apresentava polifagia, sede normal, sem lesões de pele. A dieta era comercial (Obesity®), à vontade, e o paciente era glutão, preguiço- so e dócil; - 12/11/13: Diátese V (1ml, 2X/dia); Magryl (1ml, 3X/ dia); G-Hadrena (1ml, 2X/dia); Filtralis (1ml, 2X dia); Die- ta Vegetariana Industrializada, Suco Verde; LOPES, Daniela Franco Mestre, Médica Veterinária Homeopata, UNIFENAS, Alfenas, MG. 222222 - 06/08/14: Diátese V (1ml, 2X/dia); Magryl (1ml, 3X/ dia); G-Hadrena (1ml, 2X/dia); Viscutox (1ml, 2X/dia); Bilium (1ml, 2X/dia); Dieta Vegetariana Industrializada, Suco Verde. Resultados e Discussão A maioria dos pacientes com HAC clássico exibe sinto- mas clínicos de abdômen pendular e distendido, alope- cia bilateral simétrica, pelo opaco e seco, pele fi na, hi- perpigmentação, polifagia, poliúria, polidipsia, aumento de peso, difi culdade respiratória, alterações em enzi- mas como a fosfatase alcalina, diabetes.3,9 No entanto, o paciente apresentou ao exame clínico apenas alguns sintomas, como letargia, obesidade, glutão, aumento do colesterol total, aumento da fosfatase alcalina e a Hiperplasia bilateral das glândulas adrenais. Cães que apresentam o HAC e são tratados com drogas como Mi- totano, apresentam prognósti co bom, tendo a sobrevi- da em média de 30 a 36 meses. A maioria dos animais acaba indo a óbito devido a complicações do HAC como, por exemplo, tromboembolismo pulmonar ou distúrbios geriátricos.10 O paciente iniciou a terapia em 12/11/13 e se encontra- va uti lizando os produtos até a data de 23/05/2015, além da dieta recomendada. Vem apresentando vitalidade e reequilíbrio, sem manifestação dos efeitos causados pela droga de escolha, o Mitotano, um quimioterápico que promove necrose ou atrofi a da glândula adrenal. O uso deste requer atenção especial, uma vez que pode causar muitos efeitos colaterais, tais como irritação gástrica, vô- mitos, diarreia, ataxia, letargia, anorexia, hipoadrenocor- ti cismo iatrogênico, além de morte súbita do paciente. Verifi cou-se com a terapia realizada o equilíbrio energé- ti co da glândula adrenal através do ultrassom compara- ti vo, ausência de quaisquer efeitos tóxicos e necrosantes ao organismo, normalização das enzimas hepáti cas e re- dução importante do nível do colesterol (Tabela 1), sem uso de estati nas, que são extremamente prejudiciais. Como neste caso não foi possível avaliar o paciente em tomografi a para verifi car se existe um tumor de hipófi se, optou-se pelo monitoramento por imagem da própria glândula através do ultrassom, que demonstrou a dimi- nuição do tamanho da mesma (Tabela 1). Tabela 1 – Exames comprobatórios realizados durante o tratamento Figura 1 – Imagem do paciente antes e depois da terapia. Conclusão Concluímos por este estudo clínico que a escolha foi de- cisiva na qualidade de vida do paciente, e mostrou-se efi - caz, pois o mesmo perdeu peso gradati vamente. Ressal- tamos que não foi uti lizada ração dietéti ca, que sabemos conter altos teores de sal e é defi ciente em ácidos graxos essenciais ao controle do peso, além de prejudiciais à saúde cardiológica e manutenção do bom colesterol. Referências 1. LEDUR, G. R et al. Hemangioma e Mielolipoma em glândula adrenal de cão. Acta Scienti ae Veterinariae, v. 40, n. 3, p. 1063, 2012. 2. POLI, D. P. Hiperadrenocorti cismo em cães, São Pau- lo, SP. Originalmente apresentada como Monografi a de Curso de Pós-Graduação, Universidade Castelo Branco. 2007. 3. FELDMAN, E. C. Hiperadrenocorti cismo. In: ETTINGER, J. S.; FELDMAN, E.C. Tratado de medicina interna veteri- nária. São Paulo: Manole, 1997. 2123 p. 4. SANTOS, I. F. C.; MAMPRIM, M. J.; SARTOR, R. Compa- ração das característi cas e medidas ultrassonográfi cas das glândulas adrenais de cães e gatos fi lhotes saudá- veis. Ciência Animal Brasileira, v.14, n. 4, 2013. 5. NICHOLS, R.; PETERSON, M. E.; MULLER, H. S. Glându- las adrenais. In: BIRCHARD, S. S.; SHERDING, R. G. Clínica de pequenos animais. São Paulo: Roca,1998. 270 p. 6. SCHIMMESCHIMMER, B. P.; PARKER, K. L. Inibidores da síntese e das ações dos hormônios adrenocorti cais. In: HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. Bases farmacológicas da terapia. 9. ed. México: McGRAW-Hill,1996. 1082 p. 7. KEALY, K. J.; McALLISTER, H.; GRAHAM, J. P. Radiografi a e Ultrassonografi a de Cão e Gato. Iowa: Elsevier, 1992. 8. HOERAUF, A.; REUSCH, C. Ultrasonographic characte- risti cs of both adrenal glands in 15 dogs with functi onal adrenocorti cal tumors. Journal of American Animal Hos- pital Associati on, v. 35, n. 3, p. 193-199, 1999. 9. PETERSON, M. E. Distúrbios endócrinos e metabóli- cos. In: BIRCHARD, S. S.; SHERDING, R. G. Clínica de pe- quenos animais. São Paulo: Roca, 1998. 10. NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Distúrbios da glândula adrenal. In: Medicina interna de pequenos animais. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2001. DATA 12/11/13 08/12/13 06/08/14 Peso 33 Kg 26 Kg 23,5 Kg Colesterol (116 –300 mg/dl) 574 mg/dl 228 mg/dl 188 mg/dl Fosfatase alcalina 293UI/dl 182 UI/dl 148UI/dl Corti sol basal (1 – 4 mcg/dl) 1,62 mcg/dl Adrenais no Ultrassom D 2,94 X 0,95cm E 3,01 X 0,93cm D 2,71 X 9,85cm E 2,62 X 0,88cm 23 2424242424 Resumo O paciente A. B. L. foi diagnosti cado com Hemocro- matose Hereditária com síndrome de sobrecarga de ferro dismetabólica, com confi rmação diagnósti ca por exames complementares. O objeti vo do trabalho foi avaliar se com o uso de práti cas integrati vas de saúde quânti ca é possível produzir uma rápida melhora sem efeitos colaterais evidenciados. Este apresentou os sintomas inicialmente no fi nal de fevereiro de 2013, teve uma agravação em 09/03/2013, quando realizou exames complementares que, comparando com os anteriores (16/11/2012), já apresentavam diferenças. Realizou a terapia através de práti cas integrati vas de saúde quânti ca (essências vibracionais fl orais e home- opati a), tendo uma rápida e surpreendente remissão dos sintomas fí sicos e mentais em 12 dias. Nos exames complementares foi verifi cada a remissão das enzimas hepáti cas (tendo base 21/03/2013) em 26 dias. Assim, verifi cou-se que o uso de práti cas integrati vas de saú- de quânti ca promoveu rápida melhora do quadro clí- nico do paciente, sem efeitos colaterais evidenciados. Palavras-chave: essências vibracionais, hemocroma- tose, homeopati a. Introdução Paciente A. B. L., 45 anos, gênero masculino, professor universitário, saudável até fi nal de fevereiro de 2013. Iniciou neste período com sintomas de dor abdomi- nal aguda o que reti rou de suas ati vidades diárias. Foi várias vezes ao pronto socorro, medicado com Busco- pan® composto e sem diagnósti co voltava para casa. Logo que reti rava a medicação alopáti ca reiniciavam as dores. Começou a apresentar piora dos sintomas com períodos de diarreia alternada com consti pação, e aparecendo dores musculares generalizadas, pru- rido no corpo todo, além de intenso cansaço fí sico1. Apresentava-se também muito estressado, com irrita- bilidade e impaciência2. Realizados exames complementares em Março de 2013 verifi cou-se leve aumento das enzimas hepáti - cas, mostrando que o paciente apresentava uma do- ença no fí gado. Deu-se início então à terapia através de práti cas integrati vas de saúde quânti ca (essências vibracionais fl orais, homeopati a e nutrição funcional). Após 12 dias (21/03/2013) foram realizados novos exames. Na consulta médica, o paciente relatou que já não apresentava os sintomas iniciais e que havia retornado às suas ati vidades profi ssionais habituais. Em 25/04/2013 e 07/05/2013 foram realizados exa- mes complementares de acompanhamento. No dia 21/05/2013 exames diagnosti caram que o paciente possuía Hemocromatose Hereditária e que teve uma Síndrome de Ferro Dismetabólica. O objeti vo do trabalho foi avaliar se com o uso de prá- ti cas integrati vas de saúde quânti ca é possível verifi - car uma harmonização do quadro clínico do paciente, sem evidenciar efeitos indesejáveis. Material e Métodos O paciente A. B. L. foi submeti do a práti cas integrati - vas de saúde quânti ca (essências vibracionais fl orais e homeopati a)3,4, uti lizando: - Diátese V (10 gotas 1X/dia): de 09/03/2013 a 09/06/2013; - Quellanthus (10 gotas 2X/dia): de 09/03/2013 a 09/03/2015; - Filtralis (10 gotas 2X/dia): de 09/03/2013 a 09/03/2015; - Azianon (5 ml 3X/dia): de 09/03/2013 a 09/05/2013; - Selênio: de 09/03/2013 a 09/05/2013; - Ferrum metalicum 30 CH (5 gotas 1X/dia): de 09/03/2013 a 09/06/2013; - Phosphorus 6 CH (5 gotas 3X/dia): de 09/03/2013 a 09/06/2013. Recebeu orientação para uma dieta balanceada, sem PRÁTICAS INTEGRATIVAS APLICADAS EM UM CASO DE HEMOCROMATOSE HEREDITÁRIA COM SÍNDROME DE SOBRECARGA DE FERRO DISMETABÓLICA NIED, Márcia Beatriz Rodrigues Pinto Médica especialista em Homeopatia na Neurologia, com residência em Medicina Geral e Comuni- tária e formação em Nutrição Funcional, cursando Pós-Graduação em Saúde Quântica, UNINTER, Florianópolis/Joinville, SC 25252525252525 gordura e alimentos sem ferro em sua composição. Foram também realizados exames complementares: TGO (tran- saminase glutamina oxalacéti ca), TGP (transaminase glutamina pirúvica), Fer- riti na, GGT (gama glutamil transpepti - dase), PCR (Proteína C reati va), Fosfata- se Alcalina, Bilirrubina total, Bilirrubina direta, Bilirrubina indireta, Hemocro- matose Hereditária, saturação de trans- ferrina e capacidade de transporte total de ferro. Resultados e Discussão Os primeiros exames complementares foram realizados em 09/03/2013, onde se observou leve aumento de enzimas hepáti cas: TGO (transaminase glutami- na oxalacéti ca), TGP (transaminase glu- tamina pirúvica), ferriti na, GGT (gama glutamil transpepti dase). Os exames foram repeti dos em 21/03/2013. TGO, TGP e GGT conti nu- aram subindo, mas cessaram todos os sintomas fí sicos e emocionais. Outros exames encontravam-se normais (bilir- rubinas, avaliação de hepati tes virais). Em 17/04/2013 repeti ram-se os exames iniciais (TGO, TGP e GGT), que mostraram rápida redução das enzi- mas hepáti cas, além da ausência de sintomas fí sicos e emocionais, e do paciente referindo-se que se senti a muito bem. Uma nova avaliação de controle de exames comple- mentares, realizada em 25/04/2013, conti nuou de- monstrando redução das enzimas TGO, TGP e GGT, bem como da ferriti na, mantendo terapia com as es- sências vibracionais fl orais e homeopati a. Em 07/05/2013 repeti ram-se os exames: TGP, GGT, ferriti na, fosfatase alcalina e proteína C reati va, que conti nuaram reduzindo rapidamente. Em 21/05/2013 realizou-se o exame para hemocroma- tose hereditária, com os seguintes resultados: C282Y: HETEROZIGOTO; H63D: NEGATIVO – HOMOZIGOTO SELVAGEM; S65C: HETEROZIGOTO. Apresentou tam- bém índice de saturação de transferrina no valor de 56,71% (valores referenciais de 20-50%), e capacidade de transporte total do ferro no valor de 298,00 mcg/dl (valores referenciais de 280-560 mcg/dl). O paciente A. B. L. reagiu muito bem às práti cas in- tegrati vas de saúde quânti ca, o que foi comprovado através dos resultados apresentados na Figura 1 (a-f), indicando a remissão surpreendentemente rápida, fa- cilmente verifi cada pelo comportamento dos indica- dores apresentados. Conclusão Concluiu-se que o uso de práti cas integrati vas de saú- de quânti ca é capaz de um efeito rápido, com confi r- mação pelos exames complementares, em um caso de Hemocromatose Hereditária com síndrome de sobre- carga de ferro dismetabólica, sem riscos e sem efeitos colaterais evidenciados. Referências 1 do PRADO, F. C.; RAMOS, J.; do VALLE, J. R. Atualiza- ção Terapêuti ca. 22. ed. Artes Médicas, 2005. 2 HERING, C. Analyti cal Repertory of the Symptoms of the Mind. 2. ed. B. Jain Publishers, 1983. 3 ARNT, R.; ARNT, P. R. Vade Mecum das Essências Vi- bracionais – Um Guia Práti co para o Uso dos Modu- ladores e Indutores Frequenciais. 1. ed. Paraná, 2013. 4 KENT, J. T. Repertory of the Homeopathic – Meteria Medica and a Word Index. 6. ed. 1989. Figura 1 (a-f) – Resultados de exames complementares comparati vos das enzimas e ferriti na. 27272727 PROPOSTA DE INTERAÇÃO DA PSICOLOGIA CORPORAL COM A SAÚDE QUÂNTICA Resumo À medida que desenvolvo meu trabalho como Psicote- rapeuta me aproprio das essências vibracionais, que são produtos quânti cos, e vou percebendo que há uma inte- ração profunda entre saúde quânti ca e saúde psíquica/ corporal. Um vive em harmonia com o outro, visto que tanto a Psicologia Corporal quanto a terapia quânti ca veem o ser imerso no campo energéti co que tanto emite luz como também a recebe. Propor a validação da tera- pia com essências vibracionais fl orais em pacientes que buscam a psicologiacorporal por somati zarem reações diversas em seu corpo, oriundas de emoções não traba- lhadas, é o objeti vo desse trabalho. Numa visão holísti ca, favorecer a interligação com toda estrutura corporal em que está inserida toda a história de um ser que vive fe- chado em si mesmo. Ao nos dedicarmos aos estudos da saúde quânti ca nos convencemos que os seres humanos são muito mais que corpo fí sico, e sim, sistema integrado de energia vital, onde reside nossa essência, nossa alma que impulsiona a vida. Considera-se oportuno dedicar- se parte dos estudos da Psicologia Corporal na aplicabi- lidade de diferentes ti pos de terapias energéti cas con- vergentes à fí sica quânti ca, como também aos trabalhos da psicologia estudada por Reich no tratamento clínico, desde que não exista uma dicotomia entre fí sico, psico- lógico, espiritual e emocional. Palavras-chave: energia, essências vibracionais fl orais, psicoterapia. Introdução Wilhelm Reich (1897-1957), o pai da psicologia corporal, para melhor compreender o corpo humano resolveu ob- servá-lo por sete seguimentos, não desconsiderando a visão holísti ca que favorece a interligação com toda es- trutura corporal. Ali está inserida toda a história de um ser que vive fechado em si mesmo. Na fala de Reich “a mesma energia que está no universo é a que está cir- culando em nós”, e os distúrbios psicoemocionais estão sempre associados a distúrbios corporais (anatômico-fi - siológico), e a esse conjunto de 07 segmentos que envol- vem esses distúrbios ele chamou de couraças. Ao ir desbravando e fl exibilizando com o paciente cada uma de suas couraças, o psicoterapeuta com toda ha- bilidade que lhe é necessária, vai ajudando a esse indi- víduo a conhecer-se melhor, fazendo uma conexão com seu “EU”. A cada desbloqueio de uma couraça um ser novo começa a desabrochar, e inicia um desvendar de sua história de vida. Os setes segmentos corporais em que é observado permitem chegar à integridade do ser começando pela couraça Ocular. Este segmento envol- ve: olhos e ouvidos. É uma área que acumula o estresse. Contrariedades, decepções, frustrações, necessidade de chorar, necessidade de manter aparência, também fi cam impressos nos olhos e na face. A seguir, a couraça Oral é o segmento em que reside o estresse ligado a raivas profundas não expressas, que muitas vezes produzem o fenômeno chamado bruxismo, que consiste no desgas- te das arcadas dentárias pelo atrito que ocorre duran- te o sono. Na sequência, trabalha-se no desbloqueio da Cervical, seguimento que envolve o pescoço. A limitação dos movimentos do pescoço repercute sobre a maneira como o sujeito olha ao redor de si mesmo, conduz a po- sições egoístas, de necessidade de controle, da possibili- dade de senti r seus limites. O quarto segmento, o Peitoral, consiste nos músculos intercostais, nos músculos peitorais, nos músculos da escápula, nos espinais, na caixa torácica e nas mãos e braços. É o segmento mais importante porque contém as estruturas mais vitais, ou seja, o coração e os pulmões. É o primeiro segmento a sofrer bloqueios quando aprende a reter a inspiração e a reduzir a ansiedade. O Diafragma é o quinto segmento. Compõe-se de uma parte muscular que se insere sobre o entorno do tórax e sobre a coluna. Entre os pilares do diafragma passam as fi bras simpáti cas, a raiz dos canais onde circula a linfa e a artéria mamária interna. Esse músculo se põe em fun- cionamento e se contrai no momento da passagem da CRISTOFOLINI, Glória Maria Alves Ferreira Mestre em Educação; Psicopedagoga; Psicoterapeuta Holística com especialização em Psicologia Corporal; Professora de Pós-Graduação em Saúde Quântica e Professora de Graduação na área da Educação e Psicologia 28282828 vida fetal para a vida ex- trauterina. Ele age como um bombeamento para a respiração, a circulação e a digestão; ele intervém ainda na fonação. O dia- fragma está diretamente relacionado à respiração e às emoções. O Abdominal é o sexto segmento: tem como or- gãos os músculos abdo- minais, intesti no e rins. Relaciona-se às emoções e sensações mais primiti - vas. Sintomas de encoura- çamento incluem: muscu- latura abdominal fl ácida ou hipertônica, gerando quadros de dores lomba- res e/ou hiperlordose lombar (excesso da curvatura da coluna lombar), prisão de ventre ou diarréia, bloqueio da passagem de energia da pelve para o coração. O séti mo e últi mo segmento corporal é o Pélvico, que tem a ver com a sexualidade humana e com a maneira em que se relaciona e transforma essa energia. A energia sobe pelos pés, pernas, chegando à pelve. Desenvolvimento Para fl exibilizar e harmonizar os segmentos encouraça- dos no corpo de um paciente percebe-se a necessida- de de além dos exercícios apropriados, o uso contí nuo de diferentes essências vibracionais fl orais. Dentre elas: Neurotox (que proporciona uma harmonização por ressonância dos pensamentos e senti mentos negati - vos), Consciencius (essência vibracional que harmoniza energeti camente as funções cerebrais, com estí mulos frequenciais para foco e atenção, além de relaxamento mental), Oxyfl ower gel seguido de Analgesium gel, para modular energeti camente todo organismo. Cada seg- mento recebe uma informação vibracional diferencia- da, como no caso do uso do Visualis, no desbloqueio da couraça ocular; do Halgalis e G-Controller, para a couraça cervical, que está inti mamente ligada aos desequilíbrios energéti cos ti reoidianos. O G-Himunus vai harmonizar processos emocionais, sendo aliado para o desencoura- çamento peitoral. Parlathum e Mentalis para harmonizar o segmento oral. Para harmonizar o Diafragma, tem-se feito uso do Respirium e Cardinalis. Nos casos de coura- ça do segmento Pélvico, as essências vibracionais mais usadas são Femininum para as mulheres e Erectus para os homens. Para o equilíbrio da couraça Abdominal, usa- se Movimentum e Azianon. Não deixando de usar Oxy- fl ower para harmonizar o fl uxo de energia relacionado à oxigenação celular, obtendo assim melhor resposta (Figura 1). Na observação clínica, a cada desbloqueio de uma cou- raça um ser novo começa a desabrochar, sua história de vida começa a ser desvendada. São muitos os anos, de- pendendo da idade do paciente, onde o mesmo se sente preso em uma armadura de angústi as, dor e sofrimen- tos. Preso em si mesmo sem saber fazer conexão intra- corporal, e tão pouco conseguindo mergulhar na pro- fundidade de seu mundo. São muitos os pacientes que buscam ajuda e, ao inserir os produtos quânti cos numa associação clínica com aplicação dos protocolos da psico- logia corporal, a resposta fi ca evidente, como no uso do Consciencius, em que este uti liza durante os exercícios e dá conti nuidade usando diariamente em casa. Cada caso é abordado de acordo com o diagnósti co das couraças, e o uso conti nuado das essências vibracionais fl orais faz com que os benefí cios da terapia integrati va sejam mais rápidos e duradouros. Conclusão A parti r da aplicabilidade das essências vibracionais quânti cas em associação com os exercícios da aborda- gem da psicologia corporal, constata-se um processo de conscienti zação e equilíbrio mais rápido do paciente. É importante que o terapeuta que conduz o processo clí- nico tenha pleno conhecimento dos produtos quânti cos, como também formação na área específi ca, para que possa auxiliar o paciente em sua caminhada, favorecen- do um salto qualitati vo em sua terapia. Referências ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências Vi- bracionais um Guia Práti co para o uso dos Moduladores e Indutores Frequenciais. Curiti ba: Rosangela Arnt, 2013. VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Psicologia Corporal – Um Breve Histórico. Curiti ba: Centro Reichiano, 2003. VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Reich: Da Vegetoterapia à des- coberta da energia orgone.Curiti ba: Centro Reichiano, 2003. Figura 1 – Os sete seguimentos da couraça muscular segundo a Psicologia Corporal. 29 30 31 32 33 34 Revista 8ed - Artigos Medicos.pdf Revista 8ed - Artigos Cientificos