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Revista-saude-quantica---8-edicao-

Artigo sobre reprogramação mental e crítica à "Matrix" do consumo. Discute programação pela mídia, "normose", indústria farmacêutica, identidade e sensação de falta, e propõe um exercício de duas semanas de dar elogios/atenção.

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44
REPROGRAMAÇÃO MENTAL:
A ChAVE DA CURA PARA TODAS AS 
DOENÇAS
 Vivemos em uma Matrix. Um mundo de ilu-
sões que nos seduz e distrai da nossa realidade. Esta-
mos aqui reproduzindo modelos de vida que nos são 
programados pela mídia e sua publicidade a consumir 
bens e serviços, todos os dias. Essa distração proposi-
tal	nos	desvia	do	pensamento	metafí	sico,	do	entendi-
mento da nossa existência e do redescobrimento de 
quem somos nós.
 Tudo é Publicidade. Os bens e serviços que 
consideramos indispensáveis à nossa vida, de indis-
pensáveis têm é nada. As necessidades são inventa-
das	 e	 passivamente	 aceitamos	 que	 sejam	 incuti	das	
em nossa mente.
 A elite que ainda nos governa decide os nos-
sos prazeres e nossas mazelas também. Até mesmo as 
mazelas?	Sim,	principalmente	elas!	Nosso	corpo	fí	si-
co precisa realmente de muito pouco para se manter, 
mas desde o nascimento passamos a receber progra-
mações que nos dizem ao contrário e passivamente 
acreditamos	nisso,	afi	nal	 isso	é	dito	por	pessoas	que	
estão	acima	de	qualquer	 suspeita	para	nós;	 arti	stas,	
pais,	mestres,	cienti	stas.	Assim	ninguém	duvida.
 Principalmente durante toda a juventude, en-
quanto nosso corpo ainda tem resistência e grande 
capacidade de redução dos danos, consumimos sem 
críti	ca	alimentos	que	são	quimicamente	modifi	cados	
para	congesti	onar	nossas	vias	neurais	de	prazer.	Usa-
mos	substâncias	químicas	de	todos	os	ti	pos	para	nos	
entorpecer e esquecer-se da nossa realidade. Consu-
mimos	para	fazer	parte	da	cultura	(repeti	r	o	compor-
tamento dos outros) e assim mais uma vez deixamos 
de	pensar	efeti	vamente	no	que	estamos	fazendo	com	
os outros e com nós mesmos.
 Mais tarde, na idade adulta média e na tardia, 
as consequências do consumo impensado começam 
a aparecer e se atribui isso à idade. Isso é NORMOSE, 
ARTIGO DE CAPA
Dr. Marco Marcondes
Médico
55
ARTIGO DE CAPA
a doença do ser normal. Aquilo que todo mundo faz, 
aquilo que se espera que façam, que não o faça bem a 
ninguém, mas é considerado normal. Como pode ser 
normal fazer mal para si?
 Quando alguém ousa não adotar tais compor-
tamentos, é visto como estranho, é alvo de chacota, 
recebe rótulos. É isto que “eles” querem. Tudo faz par-
te de uma estratégia. Os criadores da Matrix querem 
que acreditemos que o melhor jeito de viver é o que 
eles vendem com mídia, tradição e religião.
 Esta é a Matrix. Um sistema de escravidão in-
consciente onde somos persuadidos a viver consumin-
do	o	que	vai	nos	trazer	doenças,	afi	nal	isso	vai	manter	
a	indústria	farmacêuti	ca	de	pé.	Precisamos	de	carros,	
movidos	pela	queima	de	combustí	veis	fósseis,	mesmo	
que existam dezenas de meios de produção de ener-
gia	limpa	e	inesgotável	patenteados	há	séculos,	afi	nal	
a	indústria	dos	combustí	veis	precisa	se	manter.	E	as-
sim	o	sistema	todo	é	manti	do.
 O sistema de escravidão atual não é baseado 
nos	maus	tratos	fí	sicos,	na	imposição	de	ordens	e	sub-
missão consciente. É uma escravidão sorrateira onde 
somos impelidos a acreditar que somos felizes e livres 
nas nossas escolhas (como se fossem nossas).
	 Quem	nós	pensamos	que	somos	está	inti	ma-
mente ligado a como nos consideramos tratados pelos 
outros. Muitas pessoas se queixam de que não rece-
bem um tratamento bom o bastante. “Não me tratam 
com respeito, atenção, reconhecimento, considera-
ção.	Tratam-me	como	se	eu	não	ti	vesse	valor”,	elas	di-
zem. Quando o tratamento é bondoso, elas suspeitam 
de	moti	vos	ocultos.	“Os	outros	querem	me	manipular,	
levar vantagem sobre mim. Ninguém me ama.”
 Quem elas pensam que são é isto: “Sou um 
pequeno eu carente, cujas necessidades não estão 
sendo	 sati	sfeitas.”	Esse	erro	básico	de	percepção	de	
quem elas são, cria um distúrbio em todos os seus 
relacionamentos. Esses indivíduos acreditam que 
não têm nada a dar e que o mundo ou os outros es-
tão ocultando delas aquilo de que precisam. Toda a 
sua	realidade	se	baseia	num	senti	do	ilusório	de	quem	
elas são. Isso sabota situações, prejudica todos os re-
lacionamentos. Se o pensamento de falta – seja de 
dinheiro, reconhecimento ou amor – se tornou parte 
de quem pensamos que somos, sempre experimenta-
remos a falta.
 Em vez de reconhecermos o que já há de bom 
na nossa vida, tudo o que vemos é carência. Detectar-
mos	o	que	existe	de	positi	vo	na	nossa	vida	é	a	base	
de toda a abundância. O fato é o seguinte: seja o que 
for	que	nós	pensemos	que	o	mundo	está	nos	ti	rando,	
é	isso	que	estamos	ti	rando	do	mundo.	Agimos	assim	
porque no fundo acreditamos que somos pequenos e 
que não temos nada a dar.
 Se esse for o seu caso, experimente fazer o se-
guinte por duas semanas e veja como sua realidade 
mudará: dê às pessoas qualquer coisa que você pen-
se que elas estão lhe negando – elogio, apreço, ajuda, 
atenção, etc. Você não tem isso? Aja exatamente como 
se	ti	vesse	e	tudo	isso	surgirá.	Logo	depois	que	você	co-
meçar a dar, passará a receber. Ninguém pode ganhar 
o	que	não	dá.	O	fl	uxo	de	entrada	determina	o	fl	uxo	de	
saída. Seja o que for que você acredite que o mundo 
não está lhe concedendo você já possui. Contudo, a 
menos	que	permita	que	 isso	fl	ua	para	 fora	de	você,	
nem mesmo saberá que tem. Isso inclui a abundância. 
A	lei	segundo	a	qual	o	fl	uxo	de	saída	determina	o	fl	uxo	
de entrada é expressa por esta frase conhecida: “Dai, 
e dar-se-vos-á.”
 “Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, 
recalcada, sacudida e transbordante, porque, com a 
mesma medida com que medirdes, sereis medidos 
vós também.” A fonte de toda a abundância não está 
fora de você. Ela é parte de quem você é. Entretan-
to,	comece	por	admiti	r	e	reconhecê-la	exteriormente.	
Veja a plenitude da vida ao seu redor. O calor do sol 
sobre	 sua	pele,	 a	 exibição	de	fl	ores	magnífi	cas	 num	
quiosque de plantas, o sabor de uma fruta suculenta, 
a sensação no corpo de toda a força da chuva que cai 
do céu. A plenitude da vida está presente a cada pas-
so. Seu reconhecimento desperta a abundância inte-
rior	adormecida.	Então	permita	que	ela	fl	ua	para	fora.	
Só o fato de você sorrir para um estranho já promove 
uma mínima saída de energia. Você se torna um do-
ador. Pergunte-se com frequência: “O que posso dar 
neste caso?”
 Como posso prestar um serviço a esta pessoa 
nesta situação? Você não precisa ser dono de nada 
para	perceber	que	tem	abundância.	Porém,	se	senti	r	
com frequência que a possui, é quase certo que as coi-
sas comecem a acontecer na sua vida. Ela só chega 
para aqueles que já a têm. Parece um tanto injusto, 
mas é claro que não é. É uma lei universal. Tanto a 
fartura quanto a escassez são estados interiores que 
se manifestam como nossa realidade. Jesus fala sobre 
isso da seguinte maneira: “Pois, ao que tem, se lhe 
dará;	e	ao	que	não	 tem,	 se	 lhe	ti	rará	até	o	que	não	
tem”. (Eckhart Tolle).
 Riqueza e espiritualidade não são muitas ve-
zes vistas como semelhantes. O que é um pouco ver-
gonhoso. É lamentável que, devido à falta de entendi-
mento e treino pela mídia e pela sociedade no mundo, 
as pessoas nem sempre associam ter riqueza com o 
estado	 espiritual.	 Há	 uma	 corrente	 esti	mulada	 pela	
sociedade,	pela	políti	ca,	pela	 igreja	de	um	modo	ge-
ral	e	pelas	pessoas	de	um	modo	parti	cular,	achar	que	
os ricos são pessoas desumanas, agressivas, sovinas, 
mercenárias. Há um culto ao ódio aos ricos. Quando 
se fala em nivelar o poder econômico entre os povos, 
não se fala na hipótese de todos serem ricos e sim em 
66
ARTIGO DE CAPA
um	mundo	em	que	os	 ricos	fi	quem	pobres	como	os	
outros. É um nivelamento para baixo. Desta forma, ne-
nhum pobre almeja tanto a riqueza como almeja que 
os ricos dividam o que conquistaram. 
	 A	 fí	sica	 quânti	ca	 expõe	 uma	 teoria	 na	 qual,	
para além do espaço e tempo, existe uma situação 
onde tudo é possível e não há nada que não seja. As-
sim, não pode haver falta de nada e nenhum bem,nenhum aspecto da existência pode carecer. Portanto, 
tudo que você sintonizar nesta existência, onde tudo 
já	tem,	há	de	tudo	e	infi	nitamente	em	quanti	dade.	As	
pessoas	são	esti	muladas	a	ter	um	real	desprezo	e	ódio	
por aqueles que possuem dinheiro, como se de algu-
ma forma, eles não pudessem estar perto do Divino 
ou da espiritualidade. Então, como é a riqueza espiri-
tual e como você pode ser parte dela?
“Inicie sua semana reprogramando sua mente para 
criar aquilo que você quer”.
 Não diga “eu quero”. Diga “eu posso”. Não 
diga “não tenho”. Diga “terei em breve”.Mude a chave 
de	suas	verbalizações	para	o	polo	positi	vo.
 Se não possui ainda o dinheiro necessário para 
pagar algo, jamais diga “não tenho dinheiro”. Diga” em 
breve terei o dinheiro necessário para…”. Se ainda não 
tem	o	ofí	cio	que	ama,	 jamais	 fale	mal	ou	amaldiçoe	
seu trabalho.
 E também não faça o mesmo com seus rela-
cionamentos. Isso te coloca em estado de revolta. E 
você	receberá	mais	moti	vos	para	senti	r-se	assim.	Você	
atrai o que você é. Abençoe em sua vida tudo aquilo 
que ainda lhe causa mal estar.
 E agradeça. Repita sempre: “isso é apenas um 
aprendizado, eu abenço essa situação, aprendo com 
ela e logo estarei em uma situação melhor”. Por mais 
difí	cil	que	sua	realidade	lhe	pareça,	essa	é	apenas	uma	
percepção distorcida daquilo que você mesmo criou. 
Por mais estranho que seja você se colocou onde está.
 Se não gosta de sua vida agora, é porque seu 
interior também não lhe agrada. E toda mudança, re-
pito e repito: vem de dentro. Não procure soluções 
externas.
 Procure conhecer-se, amar-se, abençoar-se, 
perdoar-se. Sinta-se merecedor de tudo aquilo que 
lhe é de direito. O natural do SER é SER feliz, próspero, 
abundante, saudável.
 Comece a decretar o que você quer em sua 
vida. Esqueça as ofensas, esqueça o fracasso, esqueça 
o	que	lhe	faz	sofrer.	Liberte-se	da	negati	vidade.	Peça	
ajuda	se	não	consegue	sozinho.	Se	você	conti	nuar	a	
repeti	r	 o	 mesmo	 comportamento,	 repeti	rá	 também	
os resultados.
 Mude seus hábitos mentais, escolha suas pa-
lavras, semeie o bem sem ver a quem. Coloque sua 
vida ou seus problemas dentro de uma bolha cor-de
-rosa	e	deixe-a	fl	utuar…
 Entregue para a existência. E CREIA. Ame. Aco-
lha. Compreenda. Sorria. Agradeça. Abrace. Sonhe.
“Preencha-se da imensurável felicidade de ter todos os 
dias um presente: O milagre de RECOMEÇAR.”
88
AS PRÁTICAS INTEGRATIVAS 
QUÂNTICAS: APLICANDO O 
CONhECIMENTO DA FÍSICA 
QUÂNTICA NA SAÚDE
	 A	 fí	sica	 quânti	ca	 trouxe	 o	 entendimento	 de	
como o átomo é formado, consequentemente, mudou 
o paradigma da matéria, e com isso mudou totalmen-
te a forma de pensar em relação à saúde e à doença. 
Tudo o que existe de matéria conhecida no universo 
é formada de átomos e os átomos não são feitos de 
matéria, mas de energia, portanto, a matéria é feita de 
energia. Então, o organismo humano também é feito 
de	energia,	se	visto	do	micro	para	o	macro:	fi	lamen-
tos	de	energia,	partí	culas,	átomos,	moléculas,	células,	
tecidos, órgãos e sistemas que se juntam formando o 
corpo humano. 
	 Na	verdade,	segundo	o	biólogo	quânti	co	Bru-
ce	Lipton,	o	corpo	humano	é	uma	comunidade	de	mais	
de 50 trilhões de células cobertas por uma camada de 
pele, vivendo juntas em harmonia, cada uma com sua 
função	 específi	ca,	 mas	 cada	 uma	 recebendo	 prote-
ção, através do sistema imunológico; alimentação e 
oxigênio, pelo sangue, vindo do sistema respiratório e 
do digestório; como uma verdadeira comunidade pa-
cífi	ca	e	conectada.	Mas,	o	que	mantém	essas	células	
harmoniosamente lincadas umas às outras, dentro do 
mesmo ser, é a energia da mente humana, que dá o 
signifi	cado	para	o	ser.	
	 Segundo	 o	 PhD	 em	 fí	sica	 quânti	ca	 Amit	
Goswami, a base do universo, o tecido que forma o 
nosso mundo, é a consciência universal, energia su-
prema na qual residem as muitas ondas de possibi-
lidades que vão colapsar em objetos materiais. O 
corpo	 humano	 consegue	 senti	r	 os	 objetos	materiais	
por também colapsar em matéria. Mas, tem outras 
sensações	como	os	senti	mentos.	Pode-se	senti	r	uma	
forte emoção visceralmente, prestando atenção nas 
sensações ao longo da espinha dorsal, a energia vital, 
FÍSICA QUÂNTICA
Dra. Rosangela Arnt
Médica especialista em Nutrologia
99
chamada de prana pelos indianos e de chi pelos chine-
ses, movimenta-se dando mais ênfase às emoções e 
sendo percebida. E é claro que o ser humano também 
pensa,	 e	 de	uma	 forma	 suti	l,	 pensa	dando	 signifi	ca-
dos aos objetos e às emoções; e de uma forma ainda 
mais	 suti	l,	 usa	 a	 intuição.	De	 acordo	 com	Platão,	 as	
experiências de intuição dão os contextos dos mais 
profundos	 signifi	cados,	 os	 arquéti	pos	 intuiti	vos.	 Os	
cienti	stas	 já	 comprovaram	que	 esses	 arquéti	pos	 são	
eternos e imateriais. Mais ainda, o biólogo Rupert 
Sheldrake, através de suas experiências e trabalhos 
cientí	fi	cos,	comprovou	que	a	parti	r	de	enti	dades	não	
fí	sicas	chamadas	por	ele	de	campos	morfogenéti	cos,	
é que se formam todas as partes do corpo humano e 
dos	animais.	Os	órgãos	são	representações	fí	sicas	des-
ses	campos	morfogenéti	cos.
	 O	fi	lósofo	Jonh	Searle	e	o	fí	sico	Roger	Penrose	
comprovaram que os computadores não podem pro-
cessar	signifi	cados;	os	neurofi	siologistas	afi	rmam	que	
o cérebro é uma espécie de computador potente. A 
mente	é	a	parte	do	ser	que	dá	o	signifi	cado	para	tudo,	
portanto,	a	mente	não	é	o	cérebro,	a	mente	é	não-fí	si-
ca, é imaterial.
 Nessas considerações existe um problema: 
como	o	mundo	fí	sico	pode	interagir	com	o	mundo	não	
fí	sico?	De	acordo	com	Amit	Goswami,	essa	interação	
é mediada através da consciência universal não local, 
pois não há necessidade de sinais e contato para acon-
tecer,	 uti	lizando-se	 do	 conceito	 de	 entrelaçamento	
quânti	co	ou	emaranhamento	quânti	co	para	 comuni-
cação	imediata	não-local.	O	entrelaçamento	quânti	co	
pode	 ser	 explicado	 através	 de	 experiências	 da	 fí	sica	
quânti	ca	 que	 demostram	 que	 objetos	 afastados	 um	
do	outro,	em	qualquer	distância,	mas	que	tenham	ti	do	
uma	relação	entre	si,	parecem	estar	energeti	camente	
unidos um ao outro; e que uma mudança ocorrida em 
um dos pares é imediatamente reproduzida no ou-
tro,	que	comparti	lha	dessa	energia	 informati	va,	com	
maior rapidez que a velocidade da luz, pois é instantâ-
nea. 
 Esse entendimento é crucial para integrar a 
ciência da medicina material convencional com a ciên-
cia	da	medicina	suti	l	imaterial,	chamada	anteriormen-
te	de	medicina	alternati	va,	e	hoje	é	 incorporada	nas	
práti	cas	integrati	vas.
	 Mais	 uma	 idéia	 é	 primordial	 para	 confi	rmar	
essas	teorias.	No	mundo	fí	sico	tem-se	estrutura.	Isso	
deve-se	 ao	 fato	de	que	nesse	mundo	 as	micropartí	-
culas elementares fazem os macro objetos: sofá, rou-
pa,	corpo	humano.	Mas,	no	mundo	suti	l	das	energias,	
existe uma divisão entre o micro e o macro. 
 Essa idéia leva a algumas consequências: o 
mundo	macrofí	sico	perde	a	maior	parte	da	sua	poten-
cialidade	quânti	ca	e	passa	a	ser	Newtoniano-determi-
nista, sem muito jogo de possibilidades nele; assim, as 
escolhas dos observadores tendem a ser virtualmente 
as	mesmas	quando	olham	para	um	objeto	em	parti	cu-
lar, construindo-se um consenso de estarem vendo a 
mesma coisa no mesmo lugar, e que o objeto está fora 
do	 observador.	 Objetos	 suti	s,	 como	 pensamentos,	
senti	mentos	e	intuições,	são	quânti	cos	o	tempo	todo,	
portanto os observadores, ou seja, nós, não podemos 
usualmente escolher as mesmas experiências, fazen-
do delas algo privado e pessoal.
	 A	estabilidade	e	solidez	do	mundo	macrofí	sico	
fornecem os pontos de referência para o corpo huma-
no,	 e	 ainda	mais	 importante,	 permitem	que	o	 fí	sico	
faça	representações,	ti	po	soft	ware	do	hardware	suti	l.	
 A forma com que essas representações são 
construídas conformeas pessoas crescem, gera pa-
drões de condicionamento que permite a individua-
lidade funcional. A mente individual e o corpo vital 
individual são o resultado do condicionamento, eles 
são funcionais, não estruturais.
	 A	parti	r	desses	conhecimentos,	as	bases	con-
ceituais	 das	 práti	cas	 integrati	vas	 quânti	cas	 podem	
ser estabelecidas. Ainda segundo Amit Goswami, o 
ser	 humano	 tem	 três	 corpos	 individuais:	 fí	sico,	 vital	
e mental. As doenças podem ocorrer devido à falta 
de equilíbrio e harmonia em qualquer um ou em to-
dos esses corpos. E a cura, da mesma forma, deverá 
consisti	r	 não	 apenas	 em	 restaurar	 o	 funcionamento	
defeituoso	do	 corpo	fí	sico,	mas	 também	restaurar	o	
mau funcionamento dos corpos vital e mental, se en-
volvidos.	O	quarto	corpo	é	comparti	lhado	com	todas	
as pessoas do mundo, pois nesse estágio de evolução 
em que o planeta encontra-se, o corpo chamado por 
Goswami de supramental, não é diretamente repre-
sentado	 no	 fí	sico,	 e	 abriga	 os	 arquéti	pos	 universais,	
onde	os	campos	morfogenéti	cos	se	formam.	
 Na realidade, a consciência universal ou ener-
gia suprema, como um todo, também pode ser vista 
como	um	corpo	ilimitado	para	todos	comparti	lharem.	
Quando	a	pessoa	se	identi	fi	ca	com	esse	corpo,	expe-
rimenta plenitude, totalidade, o que a faz muito feliz. 
Podendo pensar como corpo de felicidade.
	 Assim,	as	práti	cas	integrati	vas	quânti	cas	inter-
pretam	as	doenças	de	acordo	com	o	corpo	suti	l	onde	
a raiz delas está, e é nessa raiz que deve-se começar 
o processo de cura. A medicina convencional se dirige 
apenas	ao	corpo	fí	sico,	onde	acredita	estar	a	doença	
e a cura. A medicina do corpo vital correlaciona a do-
ença	com	o	corpo	vital	e	os	campos	morfogenéti	cos,	
onde estão as fôrmas dos órgãos, curando os funcio-
namentos defeituosos do corpo vital que causam o 
mau funcionamento dos órgãos. Exemplos: medicina 
Ayurvédica, medicina tradicional chinesa e homeopa-
ti	a.	A	chamada	medicina	corpo-mente	é	sobre	curar	o	
FÍSICA QUÂNTICA
101010
funcionamento defeituoso do corpo mental que causa 
o	mau	funcionamento	do	corpo	vital	e	do	fí	sico.	E	as-
sim por diante.
 Os pensamentos, que são energia mag-
neto-elétrica, fugaz, muito rápida (cada pensamento 
dura em torno de 6 a 7 segundos) se difundem pelo 
meio interno levando informação a toda essa comu-
nidade de células, que capta as informações através 
de sua membrana celular, que é homóloga a um chip 
de computador, recebendo downloads o tempo todo. 
Esses	 pensamentos	 desencadeiam	 os	 senti	mentos,	
que	 levam	à	 formação	de	neuropeptí	dios,	que	saem	
do sistema límbico e vão criar as reações em todo o 
corpo,	de	acordo	com	o	ti	po	de	pensamento	que	es-
tamos tendo. Isso faz com que haja coerência entre 
pensamento e reação corporal, entre energia e ma-
téria. Portanto, se temos pensamentos de desespero 
e	tristeza,	nosso	cérebro	vai	criar	neuropeptí	dios	que	
vão	confi	rmar	essa	idéia,	respondendo	nos	tecidos	–	
isso é a comunicação mente-corpo em ação. 
	 A	grande	neurocienti	sta	Candance	Pert,	uma	
das	 entrevistadas	 no	 fi	lme	 “Quem	 somos	 nós”,	ma-
peou	os	receptores	celulares	desses	neuropeptí	dios,	e	
explica como funcionam no seu famoso livro “Molecu-
les	of	Emoti	on”	ainda	não	traduzido	para	o	português.	
Portanto, pelos pensamentos e por crenças que intro-
duzimos nos primeiros anos de vida, podemos atribuir 
signifi	cado	a	algo,	sejam	positi	vos	ou	negati	vos,	crian-
do	as	moléculas	da	emoção	(os	neuropeptí	dios)	que	
levam a informação para todas as células do corpo, 
o que pode tanto fragilizar quanto fortalecer o siste-
ma imunológico. A psiconeuroimunologia atualmente 
mostra a clara interconexão entre o sistema límbico 
(cérebro emocional), o sistema imunológico (glândula 
ti	mo	e	linfonodos),	o	sistema	endócrino	(eixo	hipotála-
mo-adrenais) e o sistema nervoso central. As recentes 
descobertas	na	área	da	epigenéti	ca	evidenciam	o	po-
der das crenças, padrões arraigados e pensamentos, 
sobre a nossa condição de saúde e bem-estar.
	 Essas	 informações	dão	sustentação	cientí	fi	ca	
para as mais diversas técnicas e terapias hoje conhe-
cidas como complementares, como acupuntura, re-
fl	exologia	podal,	meditação,	EFT	(emoti	onal	freedom	
tecnique), Psych-K, cinesiologia, entre tantas outras. 
Até	 unirem-se	 esses	 conhecimentos	 cientí	fi	cos,	 a	
maioria	dessas	práti	cas	não	era	reconhecida	como	vá-
lida	cienti	fi	camente.	
 E quando leva-se em conta o uso da energia, 
quer	em	forma	de	emissão	de	luz	(Laser	e	ledterapia)	
ou de feixe de cor (cromoterapia), quer em forma de 
aparelhos emissores de frequências harmônicas (tec-
nologia baseada nos aparelhos de Rife), quer em for-
ma	de	produtos	frequenciais	(homeopati	a,	fl	orais	de	
Bach,	essências	vibracionais	com	tecnologia	Quantum	
Health),	 tem-se	 uma	 grande	 quanti	dade	 de	 terapias	
por energia, perfeitamente explicadas pela ciência 
quânti	ca:	o	ser	humano	é	feito	de	energia,	portanto,	
quando adoece, a primeira alteração que acontece é 
no movimento do átomo, na verdade sabe-se que é no 
spin do elétron; nada mais lógico do que tratar sem-
pre esse desequilíbrio com terapias de harmonização 
da	energia,	ou	seja,	práti	cas	integrati	vas	quânti	cas.
 No Hospital Albert Einstein, um dos hospi-
tais mais bem conceituados no país, encontra-se a 
seguinte	 defi	nição	 de	medicina	 complementar:	 “é	 a	
medicina que usa terapias e orientações médicas que, 
como	o	próprio	nome	enfati	za,	são	complementares	
ao tratamento convencional. No mesmo exemplo, se-
ria o uso da acupuntura para diminuir as náuseas pro-
vocadas	pela	quimioterapia.	E	é	nessa	defi	nição	que	
se enquadra a abordagem preconizada pela medicina 
integrati	va”	 (Fonte:	 htt	p://www.einstein.br/Ensino/
pos-graduacao).
 Nas palavras do Dr. Andrew T. Weil, formado 
em medicina na Harvard, autor de diversos livros so-
bre saúde e longevidade saudável, incluídos na lista de 
Best-sellers	do	The	New	York	Times,	fundador	e	dire-
tor	do	Centro	de	Medicina	Integrati	va	da	Universida-
de do Arizona: “Em rápida ascensão nos Estados Uni-
dos - principalmente devido ao colapso do sistema de 
saúde, provocados pelos elevados custos da medicina 
de	alta	tecnologia	-	a	medicina	integrati	va	vem	sendo	
encarada	com	seriedade.	Um	dos	principais	moti	vos	é	
a	consciência	de	que	a	sua	práti	ca	reduz	os	custos	de	
duas maneiras: deslocando o foco dos tratamentos da 
doença para a promoção da saúde, por meio do cuida-
do	com	o	esti	lo	de	vida,	enfati	zando	o	potencial	inato	
de recuperação do organismo; oferecendo e populari-
zando tratamentos mais baratos cujos resultados são 
tão	bons	ou	melhores	que	os	 remédios	alopáti	cos	e	
outras	 terapias	 convencionais.”	 (Fonte:	 htt	p://www.
drweil.com/)
	 E	 no	 Brasil,	 o	 médico	 Paulo	 de	 Tarso	 Lima,	
Fellowship	da	Universidade	do	Arizona,	e	um	dos	pre-
cursores	da	medicina	 integrati	va	nesse	país,	 em	 seu	
site	Medicina	Integrati	va	(htt	p://medintegrati	va.com.
br/medicina-integrati	va/)	defi	ne	como	“uma	aborda-
gem	orientada	para	um	senti	do	mais	amplo	de	cura,	
que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e 
espírito.	Enfati	za	as	relações	entre	o	paciente	e	o	mé-
dico, e combina tratamentos convencionais e terapias 
complementares	 cuja	 segurança	 e	 efi	cácia	 tenham	
sido	cienti	fi	camente	comprovadas”.
	 Neste	contexto,	pode-se	dizer	que	as	práti	cas	
integrati	vas	quânti	cas	abrangem	as	técnicas	e	terapias	
que usam os princípios da energia como forma de tra-
tamento, complementando os tratamentos conven-
cionais	ou	alopáti	cos,	ou	sendo	usadas	em	protocolos	
FÍSICA QUÂNTICA
1111
que	 integram	diversos	ti	pos	 de	 terapias,	 incluindo	 a	
conscienti	zação	da	melhora	dos	hábitos	de	vida,	como	
alimentação,	 exercícios	fí	sicos	 regulares	não	extenu-
antes, e mudanças de crenças limitantes. 
	 Dentre	essas	práti	cas,	o	uso	dasessências	vi-
bracionais	 fl	orais	 feitas	 através	 da	 tecnologia	 Quan-
tum Health, provou ser muito simples para uso e para 
aprender-se	 a	 incorporar	nos	mais	diversos	ti	pos	de	
atendimento na área da saúde, desde consultas medi-
cas,	até	a	área	da	estéti	ca,	passando	pelo	home-care	e	
pronto-atendimento, incluindo todas as alterações da 
saúde, agudas ou crônicas, e muito na prevenção de 
doenças e de sequelas. Com certeza, é uma forma in-
tegrati	va	e	complementar	que	traz	grande	resoluti	vi-
dade, diminuição do tempo de sofrimento dos pacien-
tes, e induz a uma harmonização de todo o organismo. 
Esses produtos, fabricados dentro das mais rigorosas 
práti	cas	industriais,	com	tecnologia	de	ponta,	brasilei-
ra, e ainda cumprindo todos os requisitos da legisla-
ção vigente, seguindo as determinações da ANVISA, 
têm mais de uma década de mercado. Após todo esse 
tempo, apresenta hoje inúmeros casos de sucesso, 
publicados em revistas e nos anais de diversos con-
gressos da área de saúde, e é matéria de muitos livros 
publicados, inclusive na medicina veterinária. Para ci-
tar alguns, temos o “Vade mecum das Essências Vibra-
cionais	um	guia	práti	co	para	o	uso	dos	Moduladores	
e	Indutores	Frequenciais”,	de	minha	autoria,	que	está	
na segunda edição e recentemente foi traduzido para 
o espanhol; o livro da médica veterinária homeopata 
Daniela	Lopes	“A	Saúde	Quânti	ca	para	os	Animais”	e	
o	livro	da	diretora	executi	va	da	Vovó	Gourmet	e	pós-
graduada	em	Nutrição	Clínica	Funcional	Eliana	Bovo-
lon	“Nutrição	Quânti	ca	na	Linfodrenagem”.
	 Anualmente,	vem-se	concreti	zando	o	CSTQ	–	
Congresso	de	Saúde	e	Terapias	Quânti	cas,	com	gran-
de sucesso. No ano de 2016, o V CSTQ abriga ainda 
o	 II°	Congresso	 Internacional	de	Práti	cas	 Integrati	vas	
Quânti	cas.	Estão	todos	convidados!
ReFeRÊNCIAs BIBLIoGRÁFICAs
DROUIN,	P.	Creati	ve	Integrati	ve	Medicine.	Ed.	Balboa	
Press.	Bloomington.	2014
GOSWAMI,	A.	O	Médico	Quânti	co	orientações	de	um	
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LIMA,W.	 Princípios	 Quânti	cos	 no	 Coti	diano.	 Ed.	 Uni-
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LIPTON,	B.	The	Honeymoon	Eff	ect	the	science	of	cre-
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RAMOS,	O.	A	Física	Quânti	ca	em	Nossa	Vida.	Ed.Odo-
rizzi.	Blumenau.	2008
FÍSICA QUÂNTICA
14
O MAPA DA VIDA EM SEUS PÉS
	 Nesse	artigo	vamos	falar	de	uma	ciência	mile-
nar que tem ajudado milhares de pessoas no mundo 
todo a restabelecerem sua qualidade de vida. 
 Digo qualidade de vida, pois a saúde depende 
de vários fatores, não de um único hábito ou trata-
mento,	ou	 somente	 com	a	Reflexologia,	 embora	um	
único hábito possa levar à perda da sua qualidade de 
vida. Em muitos casos, há doenças que o indivíduo 
terá que conviver o resto da sua vida, mas ele não 
precisará fazer disso um sofrimento, ou desenvolver 
outros problemas de saúde por conta desse.. 
 Por exemplo, no caso de uma doença congê-
nita, a pessoa precisará conviver com isso, mas ela po-
derá ter qualidade de vida, por não sofrer com proble-
mas consequentes ou com os problemas emocionais 
que poderá trazer. 
	 É	 isso	 que	 o	 tratamento	 com	 a	 Reflexotera-
pia faz Restabelece a qualidade de vida da pessoa por 
equilibrar todas as funções do seu organismo, sendo 
de	ordem	física	ou	emocional.		
	 A	Reflexologia	é	a	ciência	que	estuda	os	refle-
xos nervosos do nosso corpo. 
 É a aplicação dos conhecimentos dessa ciên-
cia	acontece,	com	estímulo	em	plexos	nervosos	 liga-
dos	ao	cérebro.	Quando	aplicado	os	estímulos	os	mes-
mo vão até o cérebro, que processa a informação. Está 
informação processada retorna ao orgão ou sistema, 
que estão em desequilíbrio, para que seja corrigido. 
	 A	aplicação	da	Reflexoterapia	é	muito	simples,	
basta o terapeuta ter apenas um par de mãos sensí-
veis e um desejo, conforme disse Eunice Ingham, a 
mãe	da	Reflexologia	moderna,	de	trazer	alívio	ao	seu	
próximo. 
	 A	Reflexoterapia	não	apenas	trata,	recupera	o	
órgão, tecidos ou sistemas. Ela atua como prevenção, 
embora consigamos corrigir a maioria dos males das 
pessoas que buscam o tratamento.
 Diferente do que temos no convencional, 
onde não tomamos um remédio, por exemplo, para 
má circulação, se ainda não desenvolvemos, na a re-
flexoterapia	 aplicada	 frequentemente,	 previne-se	 e	
corrige-se o que o corpo ainda não transformou em 
doença, para não desenvolvê-la.
 Sim, digo desenvolvê-la, pois costumo men-
cionar às pessoas que nos procuram que ninguém 
dorme saudável e acorda doente. Um problema de 
saúde	 se	 manifesta	 sim	 repentinamente,	 mas	 leva	
dias, meses e até anos para se desenvolver. Nós que 
não prestamos atenção ao longo desse tempo nos si-
nais que nosso corpo nos deu. Diferente de uma rea-
ção alérgica ou uma diarreia, que é uma reação ime-
diata, há algo que precisa ser expulso, de imediato, do 
Cláudia Rosane dos Santos
Reflexoterapeuta
REFLEXOLOGIA
15
REFLEXOLOGIA
organismo. 
 Infelizmente é comum as pessoas darem mais 
“importância”	a	esse	tipo	de	reação,	do	que	a	sinais	
menos impactantes, que são dados lentamente ao 
longo da vida. 
 Por isso, é costumeiro ouvir a frase sobre al-
guém	que	 ficou	 doente:	 “do	 nada”	 ele	 adoeceu,	 ou	
“não	tinha	nada”.	
	 Na	 Reflexoterapia	 o	 mais	 importante	 a	 ser	
avaliado é o órgão, e não o problema desenvolvido no 
órgão. 
	 Fazemos	 diagnóstico	 fisiológico,	 ou	 seja,	 o	
que importa é como está o órgão e não a doença que 
esse órgão desenvolveu. Claro que daremos foco onde 
o organismo está mais desequilibrado, debilitado, mas 
muitas vezes o problema que desenvolveu é tratado 
em outro órgão ou área. 
 Também avaliamos o estado emocional em 
que se encontra a pessoa que desenvolveu determi-
nado	distúrbio.	Visto	que	é	uma	terapia	holística,	que	
trata a pessoa como um todo, não só iremos nos ba-
sear pelas “queixas” que o indivíduo apresenta, e sim 
avaliamos a condição geral do mesmo.
	 Vou	exemplificar	 falando	da	 circulação	 san-
guínea:	
 Quanto melhor a circulação sanguínea de 
uma pessoa, melhor sua saúde: respiração, pele, dis-
posição,	nutrição,	humor,	flexibilidade,	etc.	Pois	nosso	
sangue é o condutor do oxigênio, hormônios, nutrien-
tes, etc. 
 Um sangue carregado de toxinas não levará 
a	 quantidade	 de	 informações	 necessárias,	 e	mesmo	
que leve, não chegará na intensidade ou velocidade 
necessária que cada célula de determinado órgão pre-
cisa. 
 Um sangue ácido não faz e não percorre o 
seu trajeto na mesma intensidade velocidade que um 
sangue livre de toxinas pecorre, causando então a po-
pular má circulação, onde o retorno venoso é lento e 
exige muito mais esforço do coração para bombeá-lo. 
 Assim, além do indivíduo fazer um controle 
alimentar	 livre	de	gorduras,	 sal	e	açúcar,	práticas	de	
exercícios	físicos	também	deverá	devolver	o	equilíbrio	
a	esse	sistema/órgão.	Quando	um	órgão	entra	em	de-
sequilíbrio, todo o sistema pertencente a esse órgão 
sofre também. Mas normalmente nos apegamos ao 
órgão que desenvolveu o problema. Por incrível que 
pareça, nosso organismo, se adapta com os órgãos 
trabalhando de forma incorreta. Ele sofre diretamen-
te com o órgão afetado por apresentar os sintomas, 
mas promove toda uma adaptação de outros órgãos 
e funções para que aquilo aconteça e não faça com 
que o corpo pare totalmente por conta de uma disfun-
ção. É comum em uma crise de cura o indivíduo sofrer 
efeitos colaterais devido a uma nova adaptação que 
esse órgão precisa fazer para voltar a trabalhar corre-
tamente. 
	 Mas	onde	entra	a	Reflexologia?	
	 Ainda	continuo	a	explicar:	
 Há muitas pessoas que nos procuram e são 
magras,	outras	se	alimentam	bem,	bebem	água	sufi-
ciente,	e	ainda	praticam	algum	tipo	de	exercício	físico	
mas, têm problemas circulatórios,como as chamadas 
varizes, sejam visíveis ou não, muitas até já vieram 
de tratamentos cirúrgicos, etc e o problema persiste 
ou, na época da cirurgia melhoram e com o passar do 
tempo o problema voltou. 
 O que aconteceu com esse indivíduo, que fez 
todo	um	ajuste	nas	questões	físicas	e	 seu	problema	
continou?	
	 Partindo	do	princípio	que	nosso	cérebro	é	di-
vidido	em	físico	e	emocional,	e	que	ambos	processam	
nossa	razão	e	nossas	emoções,	a	Reflexoterapia	busca	
o	equilíbrio	físico	e	emocional.	Aí	entra	esse	tratamen-
to, que traz os resultados necessários para que o in-
divíduo se restabeleça. Não vamos nos atentar, como 
falado no início dessa matéria, a apenas o que ela nos 
relata, mas sim ao contexto desse problema de saúde. 
	 Todo	 problema	 físico	 traz	 consequências	
emocionais. Todo problema emocional traz consequ-
ências	físicas.	Ao	tratar	com	a	Reflexoterapia,	levamos	
em conta o que levou essa pessoa a desenvolver esse 
distúrbio e quais problemas emocionais essa pessoa 
terá como consequência por esse mesmo distúrbio. 
Tudo isso é levado em conta.
	 Vou	exemplificar:		uma	pessoa	gosta	muito	de	
comer	certo	tipo	de	comida.	Com	o	tempo	desenvol-
veu uma má circulação que é atribuída a essa alimen-
tação. Assim, a primeira coisa que ela ouve é que para 
melhorar ela precisa se livrar desse tal alimento que 
tanto gosta. Isso gera um estado de ansiedade a e a 
mesma	fica	 se	perguntando:	 como	vou	ficar	 sem	 tal	
alimento? O que vou comer agora? Ela não tentou 
ainda, mas já está preocupada como vai fazer ou se irá 
conseguir. Isso gera um estado de frustração, e ao ver 
outras	pessoas	comendo	ou	ao	sentir	o		cheiro	dessa	
comida,	ficará	se	 lamentando:	eu	gosto	tanto	de	co-
mer isso e não posso! 
	 Partindo	 do	 princípio	 que	mesmo	 ansiosa	 e	
frustrada faz sua dieta alimentar, mas quando retorna 
com seus exames o resultado não foi o esperado. As-
sim, entendemos que a dieta alimentar é apenas uma 
parte no processo do desenvolvimento do distúrbio 
ou da cura também. Muitos querem melhorar, mas é 
como diz a expressão popular: não querem pagar o 
preço necessário para isso, e se lamentam frequente-
mente por isso. Além de olharem o lado ruim da dieta 
para a sua melhora, percebe-se que todo o indivíduo 
16
que	desenvolve	o	mesmo	tipo	de	distúrbio	físico	ou	
emocional tem uma historia de vida muito parecida, 
mudando apenas os personagens. 
 Emocionalmente todo aquele que desenvolve 
má	circulação	 tem	o	sentimento	que	a	 sua	vida	não	
flui,	sente-se	limitado	em	alguns	aspectos,	seja	no	as-
pecto	familiar,	profissional	ou	pessoal;	mas	o	interes-
sante	é	que	esse	perfil	de	pessoas	tem	uma	tendência	
a sempre delegar essa estagnação a algo ou alguém. 
Isso	se	dá,	pois	trata-se	de	um	perfil	de	pessoas	que	
apresentam	 baixa	 autoestima,	 desmotivadas	 e	 que	
comparam-se o tempo todo com os outros. 
	 Ao	tratar	dessa	pessoa,	com	a	Reflexoterapia,	
daremos atenção ao seu emocional, pois avaliamos a 
sua condição, limitante, e entendemos que é a forma 
como	encara	a	vida	que	a	prejudica	fisicamente.	Es-
timularemos	 então	 os	 pontos	 reflexos,	 das	 áreas	 do	
cérebro,	 que	processam	esse	tipo	de	pensamento	 e	
comportamento,	 restabelecendo	a	 forma	 	otimista	e	
positiva	de	encarar	a	vida.	Buscaremos	no	tratamento	
sempre a causa de qualquer distúrbio. 
	 Tipos	de	Reflexologia:	
	 Reflexoterapia	podal:	os	estímulos	são	 feitos	
nas terminações nervosas nos pés. 
	 Reflexoterapia	auricular:	conhecida	como	au-
riculoterapia,	 estímulos	 são	 feitos	 nas	 terminações	
nervosas das orelhas.
	 Reflexoterapia	palmar:	os	estímulos	são	feitos	
nas terminações nervosas das mãos, porém não deve 
ser confundida com quiromancia. 
	 Reflexoterapia	 facial:	 os	 estímulos	 são	 feitos	
no rosto, cabeça e pescoço, porém não deve ser con-
fundida	com	tratamento	estético,	embora	um	dos	re-
sultados seja o rejuvenescimento da face, atenuando 
marcas, manchas e linhas de expressão, e nem com a 
fisiognomia.		
	 Reflexoterapia	corporal:	os	estímulos	são	fei-
tos	em	pontos	específicos	nas	pernas,	braços,	costas	e	
tórax, porém não deve ser confundida com massagem 
relaxante	ou	terapêutica.	
	 No	 Brasil,	 a	mais	 popular	 é	 a	 Reflexoterapia	
podal. 
	 Aplicação	do	tratamento:	
	 Os	estímulos	são	manuais,	sem	a	necessidade	
de	utilização	de	aparelhos	ou	equipamentos	sofistica-
dos. 
	 O	 toque	 por	 si	 é	 terapêutico	 e	 é	 utilizado	 o	
estímulo	para	ativar	o	sistema		elétrico	e	químico	do	
corpo. Com isso, os resultados são incríveis e muitas 
vezes imediatos.
 Resultados:	
 Desde a primeira sessão o indivíduo já perce-
be	os	resultados	positivos	do	tratamento,	como	uma	
noite revigorante de sono, leveza na mente e corpo, 
melhora na concentração e memória, clareza de pen-
samentos, melhor poder de decisão etc.
Reflexoterapia	aliada	aos	Frequenciais	Florais:
	 Durante	esses	anos	atendendo	com	a	Reflexo-
terapia, percebi que cada organismo reage de forma 
única.	Para	muitos,	os	resultados	com	a	Reflexotera-
pia	 foram	 satisfatórios	 em	 um	 determinado	 tempo,	
outros a longo prazo, e outros o organismo não rea-
giu	de	forma	satisfatória	ao	distúrbio	inicial,	mesmo	a	
pessoa relatando que em determinados aspectos ela 
sentiu	melhora.	
 Assim, durante alguns anos pesquisei no mer-
cado algo que pudesse agregar no tratamento da re-
flexoterapia,	para	que	na	medida	do	possível	pudesse	
atender	a	expectativa	desse	perfil	de	pessoas.	
 Temos hoje no mercado uma gama de ofertas 
de produtos.
	 Em	 primeiro	 lugar	 comecei	 a	 utilizar	 os	 fre-
quenciais	 florais.	 Fiz	 testes	 comparando	 o	 resultado	
de	quem	utilizava	e	quem	não	utilizava.	Como	sou	for-
madora	de	opiniões	não	poderia	apenas	incentivar	a	
utilização	sem	ter	embasamento.		
 Gostei da proposta dos frequenciais e dos be-
nefícios,	pois	seguem	a	mesma	linha	da	Reflexotera-
pia,	equilibrar	físico	e	emocional.	
 Agregamos os frequenciais às sessões de re-
flexoterapia	 nas	 situações	 de	doenças	 crônicas,	 pro-
blemas emocionais, pessoas com mente acelerada, 
sobrecarregada etc.
 Por isso, recomendo a você que conheça essa 
maravilhosa	 terapia	 e	 experimente	 os	 vários	 benefí-
cios que ela com certeza lhe trará!
REFLEXOLOGIA
FÍSICA QUÂNTICA
18
AUTOCONSCIÊNCIA 
E SAÚDE INTEGRAL
Resumo
	 O	 presente	 artigo	 tem	 como	 finalidade	 des-
crever a autoconsciência como percepção e conheci-
mento de nós mesmos como seres de luz versus seres 
de matéria sólida. As informações foram coletadas 
através	de	uma	revisão	de	literatura	em	livros.	Foram	
utilizadas	as	leis	e	os	princípios	quânticos	para	explicar	
a relação entre mente, matéria e intenção no aprimo-
ramento da autoconsciência e na criação da saúde in-
tegral. Os resultados mostraram que um ser humano 
autoconsciente é um ser que já despertou a sua cons-
ciência	quântica	e	usa	a	intenção	consciente	para	criar	
equilíbrio entre corpo e mente e proporcionar saúde 
integral. 
Palavras-chave: Autoconhecimento. Autoconsciência. 
Autocura.
INTRoDuÇÃo
	 Somos	 seres	 não	 somente	 constituídos	 pela	
união	de	várias	células,	mas	também	constituídos	de	
átomos, que se manifestam através dos fótons. Por-
tanto, somos luz e em nossa natureza mais elementar 
somos	fluidos	e	estamos	em	eterno	movimento.
	 A	abordagem	deste	artigo	terá	por	base	o	es-
tudo	do	ser	humano	pelo	aspecto	partícula	e	pelo	as-
pecto	onda,	com	o	objetivo	de	compreendermos	que,	
ao mesmo tempo em que somos a união de várias 
células,	também	somos	seres	constituídos	por	fótons.	
Mesmo compreendendo que estes dois aspectos são 
complementares,	ainda	 falta	algo	que	não	fica	total-
mente revelado e esse algo é a percepção que deve-
mos ter de nós como onda, a qual é aprimorada atra-
vés de um trabalho de expansão consciencial. 
DeseNVoLVImeNTo
	 A	 Física	 Quântica	 surgiu	 quando	 o	 conheci-
mento conseguiu penetrarno interior do átomo, onde 
são	encontradas	as	partículas	e	as	subpartículas	atô-
micas,	que	são	os	habitantes	do	mundo	quântico	(RA-
MOS,	2008,	p.34).
	 Segundo	 Ramos	 (2008),	 nas	 pesquisas	 com	
os	 fenômenos	quânticos,	a	mente	do	observador	 in-
terage com o fenômeno observado e a intenção do 
pesquisador	faz	parte	do	experimento	(RAMOS,	2008,	
p.32). 
 Considerando que as leis e princípios funda-
mentais	 da	 natureza	 refletem	 padrões	 simétricos,	 o	
que	 ocorre	 no	 nível	 quântico	 da	matéria	 também	 é	
valido	para	os	processos	físicos	(RAMOS,	2008,	p.38).	
Para observarmos a totalidade destes processos, de-
vemos proceder duas observações: uma que nos re-
Dth. Maria Auxiliadora
Terapeuta
SAÚDE QUÂNTICA
19
SAÚDE QUÂNTICA
vele o aspecto corpuscular (matéria), e outra que nos 
revele	 o	 aspecto	 ondulatório	 (onda)	 (RAMOS,	 2008,	
p.151), pois num único processo de observação, a re-
alidade	física	nunca	se	revela	em	sua	totalidade	(RA-
MOS,	2008,	p.149-151),	e	para	acessarmos	 	a	 totali-
dade	dos		processos	corporais	precisamos	investigar	o	
que o ser humano faz para aprimorar a sua autocons-
ciência.
 Mente e matéria interagem por meio de on-
das	de	informação	intermediárias,	que	influenciam	e	
organizam a matéria. Essas ondas de informação são 
guiadas	 pela	 intenção	 senciente	 (LAPIERRE;	 DUBRO,	
2005,	 p.	 90),	 e	 são	 responsáveis	 pela	 coordenação	
da complexa e dinâmica auto-organização da matéria 
(LAPIERRE;	DUBRO,	2005,	p.90).	A	intenção	consciente	
age por meio do campo mental do pensamento para 
produzir	 as	ondas-piloto	de	orientação,	 que	 influen-
ciam o mundo material e, na medida em que cres-
cemos em consciência, nossa habilidade de interagir 
com os sistemas de energia aumenta. O mesmo se dá 
com	a	nossa	habilidade	de	organizar	e	influenciar	ma-
téria	e	energia	(LAPIERRE;	DUBRO,	2005,	p.99).
 A realidade é feita e sustentada por uma só 
substância, que na realidade humana conhecemos 
com o nome de consciência, e tudo o mais é determi-
nação cósmica dessa consciência universal (RAMOS, 
2008,	p.170).	A	consciência,	e	não	a	matéria,	é	a	base	
de	toda	a	existência	(GOTSWAMI,	2005,	p.8).
O	Sistema	Imunológico	e	a	Autoconsciência.
	 Nós	possuímos	cinco	sentidos	e	algumas	pes-
soas	diriam	que	a	intuição	é	um	sexto	sentido.	O	sis-
tema	 imunológico	 é	 parte	 do	 nosso	 sétimo	 sentido	
–	a	autoconsciência	(McDERMOTT;	O’CONNOR,	1997,	
p.105).
	 Para	McDermott,	O’Connor	 (1997),	 “O	 siste-
ma imunológico é o sistema representacional do eu. 
Um sistema imunológico forte pode ser o equivalente 
fisiológico	de	uma	forte	autoconsciência”.
	 O	sistema	imunológico	cuida	de	nossa	identi-
dade	no	nível	fisiológico,	reconhece	aquilo	que	somos	
“nós” e nos protege durante toda a nossa vida. Para 
McDermott;	 O’Connor	 (1997),	 no	 nível	 fisiológico,	 a	
saúde está relacionada a uma autoconsciência bastan-
te	nítida.	
 Podemos fortalecer o sistema imunológico 
tornando-nos mais sensíveis ao nosso próprio corpo 
por	meio	dos	sentidos.	Se	a	pessoa	está	desatenta	ao	
seu corpo, cria-se uma desconexão dentro do corpo e 
entre o mesmo e o ambiente, levando à desregulação 
deste, a qual pode ser mensurada como desordem no 
sistema		e	sentida	como	doença.	Em	suma,	a	conexão	
conduz à ordem e ao bem-estar; a desconexão conduz 
à	desordem	e	à	doença	(PEARL,	2012,	p.16).
 O retorno à saúde requer um trabalho e uma 
mudança muito mais pessoal do que a simples inges-
tão de pílulas. A mudança deve ser capaz de conduzir 
a uma vida pessoal mais ligada ao âmago do ser que 
conduzirá a pessoa à parte mais profunda de si mes-
mo, às vezes denominada de eu superior ou a cente-
lha	da	divindade	que	existe	dentro	de	cada	um	(BREN-
NAN,	1996,	p.27).
 Moduladores	 e	 Indutores	 Frequenciais	 Flo-
rais	como	coadjuvantes	de	um	trabalho	de	Expansão	
Consciencial	para	o	Aprimoramento	da	Autoconsci-
ência
		 Segundo	LAPIERRE;	DUBRO	(2005),	os	campos	
sutis	podem	ser	alterados	através	de	atos	de	consciên-
cia, através da conexão humano-humano, de técnicas 
de equilíbrio de energia, terapias vibracionais e apren-
dendo a administrar o eu exterior (ego). 
 De acordo com Ménétrier (2000), o compor-
tamento	físico,	 intelectual,	psicológico	do	 ser	huma-
no depende em grande parte das suas trocas iônicas, 
elétricas, eletrônicas, metabólicas, no nível de órgãos, 
tecidual e celular.
	 Os	 Moduladores	 e	 Indutores	 Frequenciais	
Florais	são	harmonizadores	porque	auxiliam	no	equi-
líbrio	energético.	Acionam	a	memória	interna	do	ser,	
liberando	informações	para	condução	energética	dos	
mesmos, reequilibrando as funções de trocas energé-
ticas	 no	 organismo.	 Auxiliam	 também	 na	 condução	
da harmonia funcional perdida por interferências ele-
tromagnéticas,	ambientais,	que	foram	inativadas	(es-
quecidas) da forma original, no qual todas as pessoas 
estão sujeitas todos os dias.
	 Em	 McDermott,	 O’Connor	 (1997),	 o	 	 pen-
samento interage com a matéria e, os pensamentos 
provocam	efeitos	físicos	em	todos	os	principais	órgãos	
por meio dos sistemas nervosos autônomos, sistema 
endócrino e sistema imunológico 
 Para Ménétrier (2000) a função neurovege-
tativa	é	reguladora	e	adaptativa.	As	ações	neurológi-
cas	 residem	em	 fenômenos	 físico-químicos	 onde	 in-
tervêm os íons (Na, K, Ca, Mg, etc.) e os mediadores 
químicos.	Então,	com	os	dados	obtidos,	podemos	ter	
como	sugestão	de	um	protocolo	de	trabalho	a	utiliza-
ção	de	Moduladores	e	Indutores	Frequenciais	Florais	
com		o	objetivo	de	trabalhar	a	expansão	consciencial	
para manutenção da saúde. Escolhemos os seguintes 
produtos:
	 Hestelar	-	Harmoniza	energeticamente	aloga-
mentos musculares. 
	 Criativia	-	Para	acordar	a	memória	da	célula	e	
melhorar,	a	criatividade,	a	ansiedade,	a	hiperemotivi-
dade.
 Traumavit - Equilibra traumas e o rendimento 
mental.
 Consciencius - Harmoniza a concentração, a 
20
clareza mental e promove o equilíbrio da mente. O ob-
jetivo	é	obter	a	clareza	mental	para	reconhecer	mais	
facilmente	as	crenças	limitantes	e	hábitos	doentios.
 Nutrissono - Supre as necessidades resultan-
tes	do	desgaste	energético	do	 sistema	nervoso,	har-
monizando as linhas de comunicação entre o mundo 
exterior e interior do universo do corpo humano.
 Percepthum - Promove o reequilíbrio energé-
tico	nas	manifestações	distônicas.
	 G-Limbicus	-	É	um	harmonizador	e	auxilia	na	
função e no reequilíbrio da memória interna do ser, 
liberando	informações	para	a	condução	energética.
 CoNCLusÃo
	 Estivemos	por	muito	tempo	presos	à	visão	do	
corpo apenas com seus mecanismos bioquímicos e es-
truturais,	e	com	esse	conceito	nos	identificamos	com	
a matéria. Com as mudanças que vieram com os estu-
dos	da	Física	Quântica,	estamos	tendo	a	oportunidade	
de irmos mais fundo no conhecimento de nós mes-
mos, de como funcionamos a nível mais elementar, da 
compreensão, o poder que temos de alterar o nosso 
corpo com a intenção. Com o entendimento das leis 
e	princípios	quânticos,	 temos	a	possibilidade	de	nos	
ver	não	somente	como	partícula,	mas	também	como	
onda que somos, e assim expandir a nossa consciên-
cia. 
 A disposição para se interiorizar e fazer uma 
auto-análise, é uma necessidade para que a pessoa se 
conheça,	conheça	seus	pensamentos,	seus	sentimen-
tos, suas emoções. Quanto mais a pessoa se conhece 
e expande a sua consciência, mais fortalece o seu sis-
tema imunológico, e mais próximo do seu centro ela 
fica,	sendo	maior	o	seu	nível		de	saúde.	Para	a	pessoa	
atingir	esse	centro,	ela	precisa	 largar	certas	posturas	
mentais rígidas e controladoras que a mantêm em ilu-
sões e a impedem de abrir a mente para o novo, e, 
evidentemente melhorar como ser humano.
	 Como	foi	dito	anteriormente,	os	campos	sutis	
podem ser alterados através da conexão humano-com
-humano.	Logo,	torna-se	necessário	que	o	profissional	
que vai trabalhar com a saúde, trabalhe o seu autoco-nhecimento para expandir a sua consciência, harmo-
nize	o	seu	campo	eletromagnético,	conecte-se	ao	seu	
centro e, dessa forma, ajude o paciente a encontrar o 
seu próprio centro e assim a autocurar-se.
ReFeRÊNCIAs
BRENNAN,	B.	A.	Mãos	de	Luz	–	Um	Guia	para	a	cura	
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ta	Catarina:	Odorizzi,	2008.
SAÚDE QUÂNTICA
222222
A REVOLUÇÃO QUÂNTICA E A SAÚDE 
 Vivemos como se fossemos viver eternamente, 
porém	cuidamos	do	nosso	corpo	como	se	fosse	o	últi	mo	
dia	que	precisamos	dele.	Esquecemos	que	só	existi	mos	
porque	 temos	 um	 corpo	 fí	sico	 que	 abriga	 nossa	 alma,	
nosso espírito, a essência do nosso ser e que no dia em 
que	esse	corpo	fí	sico	parar	de	funcionar	também	deixa-
mos	de	existi	r.
 Estamos em um momento ímpar da história hu-
mana. Nossas mentes inquietas e famintas por respostas 
consideradas	 inacessíveis,	 avançam	 conti	nuamente	 em	
busca	de	conclusões,	explicações	e	coerência	cientí	fi	ca.	
Não existe hoje qualquer área considerada sagrada, ou 
proibida	de	ser	investi	gada	pela	Ciência	e	pela	busca	da	
verdade. A humanidade mais do que nunca fez do co-
nhecimento seu “manto sagrado”. Apenas a verdade e 
a	 coerência	 cientí	fi	ca	 são	 consideradas	 absolutas	 em	
nossa	visão	de	vida	atual.	Isto	nos	faz	questi	onar	todos	
os	 postulados	 conti	nuamente,	 tanto	 os	 postulados	 ba-
seados na sabedoria milenar, como os provenientes das 
religiões e os baseados na Ciência.
 Cada descoberta nova joga luz nas conclusões 
anteriores,	confi	rmando-	as	ou	questi	onando-as.	Essa	é	
a	busca	contí	nua	pelo	aprofundamento	do	conhecimen-
to	e	por	mais	coerência	cientí	fi	ca.
 Temos sido testemunhas das quedas de grandes 
paradigmas,	 tanto	 religiosos	quanto	 cientí	fi	cos.	 Teorias	
que	considerávamos	absolutas	e	 inquesti	onáveis	 foram	
lançadas	por	terra	abruptamente	a	parti	r	de	novas	con-
clusões	 cientí	fi	cas	que	 surgiram.	Não	 foi	 apenas	a	 reli-
giosidade e a espiritualidade que passaram por severos 
questi	onamentos,	 a	 própria	 percepção	 cientí	fi	ca	 teve	
que se refazer e reconstruir-se à luz de novas descober-
tas. 
 Talvez a maior de todas estas revoluções não foi 
a descoberta do átomo, como se pensou anteriormente, 
mas	sim	o	advento	da	fí	sica	quânti	ca,	no	início	do	século	
passado, que jogou por terra toda certeza baseada no 
determinismo	clássico	cientí	fi	co,	estabelecido	pelas	leis	
de Newton, que formam a mecânica newtoniana.
 A descoberta do “quantum”, com seus desdo-
bramentos,	reviraram	os	conceitos	do	mundo	cientí	fi	co	
desde	então.	E	isto	não	se	limitou	apenas	à	área	da	fí	sica,	
mas se desdobrou em todos os demais ramos da Ciência. 
	 Suas	conclusões	bombásti	cas	ainda	repercutem	
até	hoje,	impelindo	o	mundo	cientí	fi	co	a	buscar	respos-
tas novas e coerentes em torno da teoria como um todo. 
 Compreender que este mundo material onde 
baseamos	 nossa	 vida	 coti	diana	 e	 nossas	 experiências	
não é absoluto, e nem tão pouco é coerente entre nossa 
percepção	e	sua	realidade,	nos	leva	a	um	senti	mento	de	
insegurança muito grande. 
 O que poderia ser considerado real neste uni-
verso? Nossas impressões e deduções de tudo o que nos 
cerca são produtos de fatores, se não existe o “mundo lá 
de fora” como imaginamos. Se as cores, o clima que nos 
transmite a ideia da temperatura, a luz e a ausência dela 
que chamamos escuridão, são apenas nossas percep-
ções e não realidades absolutas; Se todos os sinais que 
compõem a vida dependem do processamento de nosso 
cérebro,	então	o	que	podemos	defi	nir	como	realidade?	
Vivemos apenas um “avatar”? Como que um sono que 
nos arrasta no dia a dia? Como lidar com esse novo mun-
do	e	como	cuidar	da	nossa	saúde	sob	essa	nova	ópti	ca?	
 Saúde, beleza e longevidade são os sonhos dou-
Robson Rodovalho
Físico
FÍSICA QUÂNTICA
23232323
FÍSICA QUÂNTICA
rados de toda nossa geração. Não existe ninguém em 
nossa sociedade moderna que não almeje este estado 
de vida.
 A mídia, em todas as suas diversas formas, tra-
balha sobre este conceito que as pessoas podem ter saú-
de, beleza e longevidade ao máximo possível, até porque 
este é o melhor tema para se vender livros e produtos de 
beleza. 
 Os laboratórios e a indústria da saúde investem 
bilhões de dólares em pesquisas que possam trazer no-
vas contribuições para a sociedade moderna, tanto no 
senti	do	de	produzir	novas	drogas	efi	cientes	para	vencer	
as mais temidas enfermidades, como o câncer, a AIDS, o 
Alzheimer,	a	diabetes	e	outros	ti	pos	de	doenças	que	se	
tornaram	o	fl	agelo	de	nossa	geração,	quanto	no	senti	do	
de encontrar novas respostas à velha pergunta: “Como 
podemos viver mais e com melhor saúde, inclusive na 
velhice”?
 Esta busca constante e implacável tem sido fei-
ta	por	milhares	de	cienti	stas	e	profi	ssionais	de	saúde	no	
mundo	todo.	Um	dos	maiores	avanços	que	ti	vemos	re-
centemente foi a descoberta e o mapeamento do geno-
ma humano. 
	 Em	abril	de	2003	o	Dr.	Francis	Collins,	geneti	cis-
ta e líder do Projeto Genoma Humano (PHG), anunciou 
ao	mundo	a	decodifi	cação	do	genoma	humano	e	a	inter-
pretação	que	ele	e	seus	colegas	deram	a	este	fantásti	co	
diagrama que contém todas as informações necessárias 
sobre a nossa espécie. Com isso, todos se maravilharam 
com a possibilidade de que nossa descendência familiar 
e as possíveis indicações das patologias que ainda pode-
rão	se	manifestar	em	nosso	corpo	esti	vessem	a	um	passo	
da	cura	e	solução.	Gerou-se	uma	imensa	expectati	va	de	
que	fi	nalmente	poderíamos	adentrar	ao	território	sagra-
do	deste	mapa	cartográfi	co	capaz	de	guiar	nossos	espe-
cialistas em saúde na direção de possíveis prevenções 
das doenças, antecipando a busca de soluções adequa-
das.
 Contudo, mais de dez anos se passaram e até 
agora o sonho dourado tem sido postergado. Muito pou-
co	se	sabe	sobre	como	uti	lizar	a	decifragem	de	nosso	ge-
noma. Sabe-se quais genes estão alterados ou quais pro-
teínas	foram	danifi	cadas	em	suas	bases,	mas	a	pergunta	
persiste: É possível corrigir tais alterações?
 Estamos no melhor momento de toda a história 
da humanidade nos quesitos longevidade e qualidade de 
vida. Não obstante as diferenças sociais e a inacessibili-
dade da maioria de nossa população aos recursos mais 
modernos disponíveis na saúde pública, a nossa geração 
goza de um privilégio único da vida moderna. Mas muito 
esforço ainda se necessita fazer para que cheguemos ao 
patamar	almejado,	afi	rmado	anteriormente.
 Nossos médicos ainda não têm respostas para 
várias perguntas sobre as doenças e patologias que nos 
afl	igem.	E	mais	ainda,	não	compreendemos	plenamente	
alguns mecanismos básicos sobre o funcionamento de 
nosso próprio corpo e organismo.
 De todas as revoluções que passamos, talvez a 
maior de todas está acontecendo agora. Estamos nos 
limites	 da	 propagada	 revolução	 quânti	ca.	 Estamos	 nos	
limites da borda da chamada revolução. Desde os postu-
lados que revolucionaram os conceitos do Quantum, no 
início do século passado, novos paradigmas têm sido es-
tabelecidos, chegando a todas as áreas da vida humana, 
inclusive a medicina.
 Conceitos que trouxeram luz sobre os níveis 
subjacentes da natureza estão chegando até nós e fazen-
do	os	profi	ssionais	de	saúde	entender	como	se	usar	as	
frequências	quânti	cas	de	certos	produtos	para	se	corrigir	
as	interrupções	ou	distorçõesde	energia	que	fl	uem	em	
nossos corpos, produzindo o que se convencionou cha-
mar doenças e enfermidades.
 E é neste limiar que estamos adentrando neste 
momento da história humana.
 Como em toda fronteira de novos conhecimen-
tos, têm-se os agentes de vanguarda e os reacionários. 
Meu anseio é para que esses primeiros cresçam cada vez 
mais. Esperamos que o maior número possível de cien-
ti	stas,	fi	lósofos,	educadores,	médicos	e	profi	ssionais	de	
saúde possam se unir neste grande propósito de ampliar 
o conhecimento e dar os saltos necessários para se con-
quistar estes novos territórios do conhecimento.
2626262626
SOBRE ESPINhOS, O CORPO DE 
DOR E GESTÃO DE SUCESSO EM 
SAÚDE
	 Outro	dia	parti	cipei	de	um	jantar	com	pessoas	
de	várias	profi	ssões	da	área	da	saúde.	Nenhum	moti	vo	
em especial. O que nos reunia, além da amizade, talvez 
fosse	a	ideia	de	termos	práti	cas	e	crenças	em	comum.	
Porém, rapidamente, os minutos desmontaram esta 
concepção.
 Pois, mal se havia terminado o couvert e al-
guém já apresentava à mesa uma das velhas e decan-
tadas	dores	profi	ssionais:	“Vocês	acreditam	que	hoje	
uma	 paciente	 discuti	u	 comigo?	 Questi	onou	 o	 meu	
diagnósti	co	e	 também	o	meu	plano	de	 tratamento?!	
Queria saber mais do que eu” - vociferou entre dentes, 
dando um soco inaudível na mesa. 
	 De	imediato,	frases	sem	nexo	e	apelati	vas,	fo-
ram gritadas, entre risos: “Só podia ser uma mulher! 
Com certeza uma fêmea libidinosa! Que mania que 
esta	gente	tem	de	discuti	r	diagnósti	co.	Eu	já	vou	per-
guntando,	mas	quem	é	o	profi	ssional	aqui,	minha	se-
nhora!	A	porta	da	 frente	é	 serventi	a	da	 casa!”	E	por	
aí	conti	nuaram	os	comentários.	Outros	argumentavam	
que	era	culpa	dos	programas	de	TV,	das	revistas	XYZ,	
e muito mais. [Será que você já viu cena semelhante, 
caro leitor?!] Na sequência, o assunto, impulsionado 
pela clara presença do ‘corpo de dor’, enveredou para 
a	alimentação	da	‘massa	críti	ca’	atual	(corrupção,	su-
bempregos, ausência de sucesso, sucesso dos outros, 
a sempre falta de dinheiro, comparações, vontade de 
ir	embora	do	país,	etc	e	tal).	Literalmente,	esta	resso-
nância de ira, inveja e sofrimento, terminou com o âni-
mo de todos. 
 Conforme Eckhart Tolle ensina, é possível dizer 
que quando estamos desvinculados do agora, as do-
res emocionais experimentadas deixarão um resíduo 
de	dor	que	conti	nuará	a	viver	em	si,	tornando-se	um	
campo	de	energia	negati	va	que	ocupa	corpo	e	mente.	
A isto ele denomina de Corpo de Dor. Este corpo é po-
deroso em seu desejo de sobreviver. Precisa de muito 
alimento (possui uma fome voraz). Portanto, ele se ali-
mentará de qualquer experiência que esteja em resso-
nância com ele mesmo. Alimentos, aliás, que existem 
de sobra na mídia, nos papos do dia a dia... Como se 
diz no popular: ao se abrir um jornal e se ligar uma TV, 
Dra. Lidia Sabbadini
Cirurgiã - dentista
FISICA QUÂNTICA
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FISICA QUÂNTICA
só saem sangue, tristeza, raiva, traição e sofrimento.
 [Importa recordar que o corpo de dor não 
pode se alimentar de alegria e felicidade].
 Olha o primeiro espinho aí! Realmente o po-
der é um assunto espinhoso. Acreditar que um diag-
nósti	co	não	pode	 ser	melhor	 esclarecido	ou,	 sequer,	
questi	onado	-	fere	muitos	jalecos	e	machuca	corações.	
Possivelmente estas reações amargas acontecem por-
que	conti	nuamos	a	ser	formados	e	moldados	pelo	pa-
drão	da	Física	Clássica.	Nela,	ainda,	o	átomo	é	dividido	
em prótons, neutros e elétrons. O homem se mantém 
fragmentado em corpo e mente, e, os doutores pos-
suem	 profi	ciência	 sobre	 todos	 os	 saberes	 sendo,	 os	
únicos que sabem como curar o paciente. Aliás, este 
mesmo modelo de ensino não nos informou que o pa-
ciente não é mais paciente. Ele, hoje, possui necessi-
dades e desejos. Seu nome é nada mais do que cliente, 
exigente e como tal é bem pouco paciente. 
	 Falando	em	poder,	lembrei-me	do	segundo	es-
pinho. Um mega espinho. Chama-se sucesso... Sucesso 
profi	ssional!	Em	se	tratando	da	indústria	da	saúde,	pa-
rece	que	dizer	esta	palavra,	 ligando-a	a	um	profi	ssio-
nal, é um pecado e que só pode ser falada a mínima 
voz... Ah, se fulano tem sucesso deve ser porque... ou, 
assim, até eu... e por aí vai. 
 Infelizmente, vamos dizer que por um defeito 
de formação intramuros, ignoramos que, sim, devemos 
aprender a gerenciar nosso consultório, nossa clínica, 
nosso serviço,... e, que não é feio entendermos de ges-
tão, de planejamento estratégico, que não é hediondo 
disti	nguir	como	funciona	o	ciclo	de	vida	de	um	negócio	
(mesmo o de saúde), que não é desprezível aprender a 
gerenciar	receitas,	gastos	e	investi	mentos.	Céus,	e	tem	
tanto para se aprender! Desde os momentos de verda-
de de um consultório; passando pelo reconhecimento 
das diferenças entre desejos e necessidades dos clien-
tes; pela melhora da escuta clínica; pela percepção cor-
reta da historicidade do sujeito, pela gestão de pessoal 
e domínio da agenda. Isto sem falar, de toda a área 
de	 informáti	ca	e	principalmente,	de	se	saber	empre-
endendo uma jornada digna de nossa missão pessoal. 
Junto	com	tudo	o	mais	ainda	precisamos	ressignifi	car	
e	burilar	ati	tudes	profi	ssionais,	e	aprender	a	aplicar	as	
leis	quânti	cas	que	poderão	nos	ajudar	a	gerir	tudo	isto	
e muito mais. Pergunte para qualquer especialista e 
todos	dirão	que	o	modelo	quânti	co	é	fácil	de	prati	car	
em nosso dia a dia.
 Acabei me estendendo, mas quero pontuar 
que não há mais paradoxos inexplicáveis. Com a vira-
da do milênio, com a instalação da pós-modernidade 
e	com	os	postulados	e	modelos	da	nova	fí	sica	é	bom	
nos darmos conta de duas verdades imediatas. Primei-
ra: quem está parado, não está parado – está andando 
para trás. Segunda: o cliente pode ir embora se não 
receber o que está buscando. Sendo assim, é de bom 
alvitre começarmos logo a estudar gestão estratégica 
em saúde e tomar posse destas novas bagagens, você 
não acha?!
	 Enfi	m,	voltando	ao	primeiro	assunto	e	segun-
do	a	Lei	da	Hierarquia	Entrelaçada	(que	está	valendo	
para	 tudo,	 inclusive	para	diagnósti	cos),	o	doutor	não	
é o único que dispõe da responsabilidade de curar. Ela 
se alterna num incrível entrelaçamento onde todos 
colapsamos como co-criadores e co-responsáveis de 
realidades. Inclusive, há belos entrelaçamentos com a 
dimensão	espiritual	a	serem	observados,	permiti	dos	e	
prati	cados	em	nosso	coti	diano	-	o	que	nos	levará,	de-
cididamente,	à	felicidade.	Lembrei	o	que	aprendi	com	
a	maravilhosa	professora	budista	e	fí	sica	Dra.	Eliane:	
o	importante	na	práti	ca	do	extraordinário	é	entender-
mos que tudo é no agora, inseparável e intercomuni-
cável. Como disse Capra, precisamos superar hiatos e 
revisitar nossos sistemas de crenças. 
	 Para	fi	nalizar,	 escrevo	o	que	não	ti	ve	 chance	
de dizer, lá, naquele jantar. Acredito que quando de-
senvolvemos os quatro saberes (o saber, o saber fazer, 
o saber ser e o saber conviver) e exercemos plenamen-
te	nossa	missão	pessoal,	 somos	 inundados	por	grati	-
dão,	 amor,	 compaixão,	 sabedoria	 intuiti	va	 e	 paz.	 	 Aí	
é quando a mágica acontece: em cada agora, ao nos 
transformarmos,	permiti	mos	que	nossos	clientes	tam-
bém se transformem e, por consequência, o planeta. 
Você conhece sucesso maior? 
	 Grati	dão!
29292929
A FÍSICA QUÂNTICA, MICROCORRENTE, 
FLORAIS FREQUENCIAIS E SUAS 
APLICAÇÕES NA QUALIDADE DE VIDA
 O processo do envelhecimento ocorre du-
rante o curso de vida do ser humano, provocando no 
organismo	modifi	cações	biológicas,	psicológicas	e	so-
ciais. Assim como acontece naturalmente nos órgãos 
e	funções	do	corpo	humano,	este	reage	aos	estí	mulos	
que lhe são impostos, responde a diversas frequên-
cias, mudando o seu estado vibratório celular de acor-
do com os hábitos alimentares, o estresse diário e as 
interferências do ambiente, tudo isso já pode ser com-
provado	pelos	estudos	da	física	quânti	ca.	Sendo	assim,	
o envelhecimento que pode ser entendido como bio-
lógico ou cronológico se torna o resultado das infor-
mações que nós damos para esse sistema. Com isso, 
podemos	intervir	de	forma	benéfi	ca	e	a	mais	natural	
possível com recursos diversos, tais como o equilíbrio, 
através de frequências; a eletroterapia através da mi-
crocorrente,	que	se	mostra	compatí	vel	eletricamente	
com a corrente biológica (corrente natural do nosso 
corpo); além de hábitos saudáveis. 
 O órgão humano que mais revela o envelhe-
cimento	 é	 a	 pele	 (PADILHA,	 1991).	 Nosso	 invólucro	
cutâneo	 se	encontra	mesmo	em	situação	específi	ca,	
na medida em que se veem as alterações devidas 
ao seu envelhecimento. Por ser ela um marcador da 
idade, sem concessões, além do devido aumento da 
expectati	va	de	vida,	a	pele	 torna-se	objeto	de	todos	
os nossos cuidados para retardar seu envelhecimento 
(MODEL,	1985).	Além	de	parâmetro	de	avaliação	de	
saúde.
	 Ainda	segundo	Padilha	(1991),	os	fatores	res-
ponsáveis pelo envelhecimento cutâneo são:
 a)	Fator	genéti	co
 Assim como para todos os órgãos, o enve-
lhecimento	da	pele	está	programado	geneti	camente:	
a pele de cada um de nós não envelhece da mesma 
forma,	nem	no	mesmo	momento	(PEYREFITTE	et	al.,	
1998).
 b)	O	fumo
	 A	 fumaça	 do	 cigarro	 contém	mais	 de	 4.000	
substâncias	 tóxicas,	 porém	 a	 nicoti	na	 é	 o	 composto	
mais nocivo. Esta substância é responsável pela vaso-
constrição,	a	qual	provoca	a	diminuição	do	fl	uxo	san-
guíneo e, consequentemente, um reduzido aporte de 
oxigênio aos tecidos (SUEHARA et al., 2006), trazendo 
assim, um aspecto de pele desvitalizada e envelheci-
da, com baixa nutrição tecidual.
Dth. Cleia Pereira
Terapeuta
ENVELHECIMENTO
30
 c)	As	agressões	do	meio	ambiente
 O frio, a baixa umidade do ar, o vento, a polui-
ção	alteram	a	sistemáti	ca	da	pele.
 d)	Carências	nutricionais
 Carências vitamínicas tais como A, C, E e oligo-
elementos	(Cobre,	Selênio,	Zinco)	podem	intervir.
 e)	Fatores	mecânicos
	 A	 tração	 repeti	ti	va	dos	músculos	da	pele	do	
rosto aprofunda as rugas.
 f)	Carência	de	estrógenos	na	mulher
 Acentua o envelhecimento cutâneo na meno-
pausa.
 g)	O	sol
 É considerado o primeiro fator de risco inde-
pendente	para	o	envelhecimento	cutâneo	(CORNELIS	
et al., 2003). 
 Essas reações ocorrem a todo o momento no 
organismo	e,	quando	a	quanti	dade	de	radicais	 livres	
formada	é	excessiva,	eles	ati	ngem	e	destroem	as	cé-
lulas, produzindo diversas doenças (NASCIMENTO, 
1999).
 A teoria de que o envelhecimento é resulta-
do	de	danos	causados	por	radicais	livres	(RL)	é	credi-
tada	a	Denham	Harman	que,	em	1956,	baseou-se	na	
observação de que a irradiação em seres vivos levava 
à indução da formação destes, os quais diminuíam o 
tempo de vida desses seres e produziam mudanças 
semelhantes	ao	envelhecimento	(HIRATA,	2004).	Har-
man	(1956)	também	propunha	que	o	envelhecimen-
to	poderia	ser	secundário	ao	estresse	oxidati	vo.	Tais	
fatores recorrentes determinam danos nas estruturas 
celulares, onde a mitocôndria tem um papel muito im-
portante. 
	 As	 mitocôndrias	 são	 organelas	 citoplasmáti	-
cas	presentes	nas	células	humanas	(CARVALHO;	RIBEI-
RO, 2002). Mudam de forma constante de acordo com 
os	sinais	magnéti	cos	entre	as	células	(ALBERTS	et	al.,	
2004).	Essas	organelas	têm	funções	essenciais	nas	cé-
lulas humanas, como: a produção de energia (adeno-
sina	trifosfato	-	ATP)	para	as	ati	vidades	do	organismo,	
atuação. Essas organelas têm funções essenciais nas 
células humanas como: a produção de energia (ATP) 
para	as	ati	vidades	do	organismo,	atuação	na	morte	ce-
lular por apoptose, produção de calor e contribuição 
genéti	ca	a	parti	r	do	DNA	mitocondrial.	A	grande	sín-
tese de energia e o metabolismo para o oxigênio das 
células	eucarióti	cas	são	possíveis	através	desta	impor-
tante	organela	(CARVALHO;	RIBEIRO,	2002).
 A adenosina trifosfato (ATP) é um fator es-
sencial	no	processo	de	cura.	Grandes	quanti	dades	de	
ATP, a principal fonte de energia celular, são requeri-
das para controlar funções primárias para o carrea-
mento dos minerais vitais, tais como sódio, potássio, 
magnésio e cálcio, para dentro e fora das células. Isto 
também sustenta o movimento dos resíduos para fora 
da célula. Tecidos lesionados têm resistência elétrica 
303030
c)	As	agressões	do	meio	ambiente
 O frio, a baixa umidade do ar, o vento, a polui-
ção	alteram	a	sistemáti	ca	da	pele.
d)	Carências	nutricionais
 Carências vitamínicas tais como A, C, E e oligo-
elementos	(Cobre,	Selênio,	Zinco)	podem	intervir.
e)	Fatores	mecânicos
	 A	 tração	 repeti	ti	va	dos	músculos	da	pele	do	
rosto aprofunda as rugas.
f)	Carência	de	estrógenos	na	mulher
 Acentua o envelhecimento cutâneo na meno-
pausa.
g)	O	sol
 É considerado o primeiro fator de risco inde-
pendente	para	o	envelhecimento	cutâneo	(CORNELIS	
et al., 2003). 
 Essas reações ocorrem a todo o momento no 
organismo	e,	quando	a	quanti	dade	de	radicais	 livres	
formada	é	excessiva,	eles	ati	ngem	e	destroem	as	cé-
lulas, produzindo diversas doenças (NASCIMENTO, 
1999).
 A teoria de que o envelhecimento é resulta-
do	de	danos	causados	por	radicais	livres	(RL)	é	credi-
tada	a	Denham	Harman	que,	em	1956,	baseou-se	na	
observação de que a irradiação em seres vivos levava 
à indução da formação destes, os quais diminuíam o 
tempo de vida desses seres e produziam mudanças 
semelhantes	ao	envelhecimento	(HIRATA,	2004).	Har-
man	(1956)	também	propunha	que	o	envelhecimen-
to	poderia	ser	secundário	ao	estresse	oxidati	vo.	Tais	
fatores recorrentes determinam danos nas estruturas 
celulares, onde a mitocôndria tem um papel muito im-
portante. 
	 As	 mitocôndrias	 são	 organelas	 citoplasmáti	-
cas	presentes	nas	células	humanas	(CARVALHO;	RIBEI-
RO, 2002). Mudam de forma constante de acordo com 
os	sinais	magnéti	cos	entre	as	células	(ALBERTS	et	al.,	
2004).	Essas	organelas	têm	funções	essenciais	nas	cé-
lulas humanas, como: a produção de energia (adeno-
sina	trifosfato	-	ATP)	para	as	ati	vidades	do	organismo,	
atuação. Essas organelas têm funções essenciais nas 
células humanas como: a produção de energia (ATP) 
para	as	ati	vidades	do	organismo,	atuação	na	morte	ce-
lular por apoptose, produção de calor e contribuição 
genéti	ca	a	parti	r	do	DNA	mitocondrial.	A	grande	sín-
tese de energia e o metabolismo para o oxigênio das 
células	eucarióti	cas	são	possíveis	através	desta	impor-
tante	organela	(CARVALHO;	RIBEIRO,	2002).
 A adenosina trifosfato (ATP) é um fator es-
sencial	no	processo	de	cura.	Grandes	quanti	dades	de	
ATP, a principal fonte de energia celular, são requeri-
das para controlar funções primárias para o carrea-
mento dos minerais vitais, tais como sódio, potássio, 
magnésio e cálcio, para dentro e fora das células. Isto 
também sustenta o movimento dos resíduos para fora 
da célula. Tecidos lesionados têm resistência elétrica 
mais	alta	e	também	são	pobres	em	ATP	(BRAGA	et	al.,	
2002).
 A impedância elétrica causa uma redução no 
suprimento sanguíneo, oxigênio e nutrientes para o 
tecido, conduzindo a espasmos teciduais. A circulação 
diminuída causa um acúmulo de resíduos metabóli-
cos, as toxinas, resultando em hipóxia local, isquemia 
e metabólitos nocivos que levam à dor. Quando isto 
ocorrer, é sinal que a produção de ATP está reduzi-
da. Os impulsos elétricos do corpo precisam de uma 
corrente necessária para superar a barreira de impe-
dância	inerente	ao	tecido	traumati	zado.	Isto	também	
resulta em um obstáculo da própria habilidade do cor-
po	para	começar	o	processo	curati	vo,	até	o	tecido	se	
recuperar	substancial,	do	trauma	(BRAGA	et	al.,	2002).
Braga	et	al.	(2002),	cita	que	como	a	microcorrente	re-
abastece	o	ATP,	os	nutrientes	podem	novamente	fl	uir	
para dentro das células lesionadas e os resíduos dos 
produtos	metabólicos	podem	fl	uir	para	fora	das	célu-
las. Istoé primordial para o desenvolvimento da saúde 
dos tecidos e a manutenção de uma pele saudável. 
	 Cheng	et	al.	 (1982)	uti	lizaram	o	aparelho	de	
microcorrentes	com	corrente	contí	nua	para	o	aumen-
to da produção de ATP. A microcorrente atuando di-
retamente no organismo de síntese de ATP, leva a um 
aumento do ATP celular local em até 500%. Sendo as-
sim, os nutrientes têm uma melhor absorção no orga-
nismo. 
	 Cheng	 (1982)	 relata	 que,	 para	 um	bom	 fun-
cionamento das células e a sua organização funcional 
é preciso energia para as suas funções, resultando 
na cura de doenças e retardamento de um envelhe-
cimento biológico. Este fato que se dá como rejuve-
nescimento, nada mais é que, a oportunidade que a 
célula tem em manter energia e se restabelecer das 
agressões intrínsecas e extrínsecas, ou seja, informa-
ções erradas que recebem todos os dias tais como os 
agentes	 poluentes,	 tóxicos	 e	 de	 estresse	 (BRAGA	 et	
al., 2002).
 Um recurso que favorece a energia celular é a 
microcorrente.
	 A	microcorrente	 é	 um	ti	po	 de	 eletroesti	mu-
lação	que	uti	liza	correntes	com	parâmetros	de	inten-
sidade na faixa dos microampéres, de baixa frequên-
cia,	 incapazes	de	ati	var	 as	fi	bras	nervosas	 sensoriais	
cutâneas,	que	são	capazes	de	esti	mular	o	processo	de	
regeneração	ti	ssular	(BECKER,	1985).	Nas	característi	-
cas	biofí	sicas,	Craft		(1998)	afi	rma	que	a	microcorrente	
trabalha	com	a	menor	quanti	dade	de	corrente	elétri-
ca mensurável, menos que 1000 microampéres, e que 
isso	 é	 compatí	vel	 com	o	 campo	 eletromagnéti	co	 do	
corpo.	Para	Charman	 (1990),	 a	hipótese	 relati	va	aos	
vários aspectos da bioeletricidade é que as células 
recebem,	codifi	cam	e	agem	sob	sinais	elétricos,	acús-
ti	cos	e	magnéti	cos.	Esta	bioeletricidade	é	a	base	em	
que	apoiam	as	várias	 teorias	do	sinal	magnéti	co	en-
ENVELHECIMENTO
313131
tre	as	células.	Guirro	e	Guirro	(1996)	afi	rma	que	“[...]	
todas	as	funções	e	ati	vidades	do	corpo	envolvem	de	
uma	 forma	 a	 eletricidade	 [...]”.	 Taubes	 (1986)	 apud	
Braga	 (2002)	 cita	 “[...]	 todo	 corpo	 é	 um	 gerador	 de	
corrente elétrica de baixo nível”. 
 Percebendo todas estas evidências menciona-
das,	fi	ca	fácil	entender	como	o	nosso	corpo	reage	às	
informações de um campo. A célula tem um gerador 
de	energia,	que	reage	a	um	estí	mulo	de	uma	corrente,	
que	na	verdade	é	a	corrente	compatí	vel	com	a	bioele-
tricidade. Esta percorre nosso sistema e determina as 
funções celulares para o funcionamento dos órgãos, 
tecidos e sistemas corporais, e assim, se manifesta na 
beleza da saúde, retardando o envelhecimento. 
	 Dentro	desse	campo	eletromagnéti	co	há	um	
verdadeiro show de luz, pois os fótons que são os men-
sageiros	do	campo	eletromagnéti	co	e	estão	presentes	
na matéria do nosso corpo, ondulam, entregando e 
trocando informações com elétrons dentro do campo 
e,	fi	nalmente,	 compreendemos	que	a	 luz	 transporta	
os padrões impressos pela consciência. Sem o campo 
eletromagnéti	co	não	haveria	materialização	ou	mani-
festação	de	objetos	sólidos	(LAPIERRE;	DUBRO,	2011,	
p. 57).
	 Foi	 com	o	pensamento	em	campos	vibracio-
nais e função celular, que o Dr. Jacques Ménétrier e 
sua	equipe,	em	1942,	na	Fundação	Alexis	Carrel,	estu-
daram a importância dos elementos minerais na me-
dicina humana, como sendo “uma metodologia tera-
pêuti	ca	que	fornece	informações	para	recuperar	uma	
memória	celular	inati	va”.	Os	moduladores	e	indutores	
frequenciais	 são	 esti	muladores	 frequências	 da	 bior-
recepti	vidade	celular	(MÉNÉTRIER,	2000).	E	com	esse	
trabalho nascem a Medicina Vibracional.
 -	Fósforo
	 Mineral	que	atua	nos	distúrbios	da	parati	reoi-
de, regulador das funções metabólicas do cálcio ou do 
equilíbrio fosfocálcico, nos estados de tetania - esta-
do patológico caracterizado por crises de contrações 
musculares - espasmos, contrações, distúrbios, circu-
latórios e em geral as contraturas musculares (MÉNÉ-
TRIER, 2000).
 -Coenzima	Q10
	 Lipossomo	poderoso	anti	oxidante,	incremen-
ta a energia celular, atua na organização das desor-
dens	 circulatórias,	 cardíaca,	 no	 estí	mulo	 do	 sistema	
imunológico e na manutenção do processo de enve-
lhecimento orgânico, retardando-o. É uma coenzima 
envolvida no transporte de elétrons na mitocôndria, 
possui	ação	anti	oxidante	e	propriedade	estabilizadora	
da	membrana.	A	defi	ciência	desta	coenzima	também	
tem sido associada ao envelhecimento precoce da 
pele	(BRAGA	et	al.,	2002).
 -Microcorrente
 A terapia, com este aparelho é o método para 
tratar o envelhecimento tecidual sem deixar cicatri-
zes,	e	é	a	forma	mais	natural	de	cura	(CRAFT,	1998).	
Os	resultados	desse	ti	po	de	esti	mulação	são	animado-
res no controle da dor, na cicatrização de feridas e no 
controle de edemas (GUIRRO; GUIRRO, 2002).
 CoNCLusÃo
	 A	 fí	sica	 quânti	ca	 nos	 mostra	 que	 a	 vida	 se	
manifesta numa orquestra de frequências, as quais 
precisam estar em harmonia para proporcionar os re-
sultados	 benéfi	cos	 no	universo	 e	 em	 todos	 os	 seres	
(RAMOS,	2008).	Com	isso,	entender	a	bioeletricidade	
do corpo humano e as terapias frequencias nos facilita 
o conhecimento de formas saudáveis e naturais que 
melhoram a qualidade de vida naturalmente .
	 Segundo	Cheng	et	al.	 (1982),	o	ATP	é	um	fa-
tor	essencial	no	processo	de	cura.	Grande	quanti	dade	
de ATP, a principal fonte de energia celular, requerida 
para controlar funções primárias, fornece assim um 
restabelecimento maior das funções celulares, trazen-
do uma resposta orgânica saudável.
 Dentro desta revisão de literatura, pode-se 
observar a contribuição e a importância da micro-
corrente para o aumento do ATP em até 500% nas 
funções celulares, contribuindo assim para todas as 
funções do organismo se manterem saudáveis. Estas 
também	podem	ser	harmonizadas	com	os	fl	orais	fre-
quenciais, buscando a manutenção da real saúde.
ENVELHECIMENTO
34
 Para os que já leram e para os que já ouvi-
ram	falar	 	sobre	Antroposofia,	há	sempre	um	inigmá-
tico	questionamento	de		quem	foi	Rudolf	Steiner;		Isso	
porque não se pode dissociar o homem de suas obras. 
Rudolf Steiner foi o iniciador do movimento antropo-
sófico		e	um			grande	pensador.	Rudolf	Steiner	corres-
pondeu	à	busca	de	perspectivas	para	 as	questões	da	
vida humana. Os seus fundamentos para a Antroposo-
fia	deram	origem	a	uma	nova	Antropologia,	visando	o	
homem	 integralmente	 ligado	ao	mundo	espiritual,	 fí-
sico e social. Criou a Pedagogia Waldorf, a Medicina 
Antroposófica,		a	Agricultura	Biodinâmica,	a	Pedagogia	
curativa,	etc.
	 Qualquer	 um	 ao	 	 ler	 a	 biografia	 de	 Rudolf	
Steiner e tentar acompanhar os seus feitos na vida vai 
sentir	por	certo	que	ele	parecia	viajar	num	trem-bala	
devido	às	várias	atividades	que	exercia,	pelos	 livros	e	
semanários que escrevia, pelas inúmeras palestras que 
ministrava em toda Europa, pelos Seminários nas di-
versas	áreas	de	atividades	humanas	nas	quais	atuava	
e com muita competência, também ensinava. O leitor 
por certo se perguntará como um homem pode ser tão 
disciplinado, tão dedicado ao trabalho, tão incansável 
em exercer sua Missão nesse mundo?
 O próprio Rudolf Steiner escreveu sua biogra-
fia	nos	últimos	anos	de	sua	vida,	na	maior	parte	no	leito	
já	 enfermo,	 sob	o	título	 de	Mein	 Lebensgang	 (minha	
vida), a pedido de amigos e colaboradores, para invali-
dar acusações infundadas futuras.
 Sua infância foi marcada por grande curiosida-
de perante grandes conquistas tecnológicas e grande 
anseio por conhecimento desde suas primeiras vivên-
cias da Geometria ( o jovem Steiner se encantava com a 
Geometria) e do Copernicanismo, passando pelo estu-
do de Kant, quanto por uma extraordinária capacidade 
de ver e perceber um universo ¨não visível¨.
 Rudolf Steiner nasceu na divisa entre Europa 
Central e a Oriental, em Kraljevec, na Hungria de então, 
hoje	Iusgoslávia;	em	27	defevereiro	de	1861.	Filho	de	
pais	Austriacos;	Johann	e	Franziska		Steiner.	 	Recebeu	
UM hOMEM CóSMICO 
Dra. Maria do Carmo França
Médica
Personalidades
da História
Grandes
Rudolf Joseph Lorenz Steiner
35
GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA
batismo	Cristão.	Seu	pai	de	caçador	tornou-se	funcio-
nário	da	estrada	de	Ferro,	atuando	como	telegrafista.	
Devido ao seu trabalho, seu pai estava sendo transferi-
do de cidade em cidade e assim o menino cresceu pas-
sando	por	Viena,	 Pottschach	 (aí	 passou	maior	 tempo	
de	sua	infância)	e		Neudorfl.	Teve	um	irmão	e	uma	irmã,	
e a família morava sempre nos prédios das estações 
ferroviárias. 
 Vivências importantes na época de menino 
eram a Igreja (seu pastor) , a Escola (professores) e a 
natureza em que vivia. Após uma desavença com um 
professor	da	escola	local,	em	Pottschach,	que	não	era	
muito capaz, o próprio pai se encarregou da educação 
do jovem Steiner por um tempo. 
 Desde criança Steiner já vivenciava no dia a dia 
uma	vida	anímico-espiritual,	fazia	distinção	de	seres	e	
coisas que se “enxergam” e aquelas que “não se enxer-
gam”.	Assim,	ele	desde	cedo	tinha	certeza	de	que	exis-
tem também realidades invisíveis. Desse fato aprendeu 
a guardar segredo, pois as pessoas não o compreen-
deriam. O jovem Steiner também aprendeu música e 
desenho com seu professor que era também o Cura da 
igreja. Tinha aulas de religião com o padre da paróquia 
local	de	Neudorfl.	Este	padre	marcou	muito	a	vida	de	
Steiner ao lhe ensinar sobre Copérnico e astronomia. 
	 A	partir	de	dez	anos	de	idade	Steiner	frequen-
tou	o	Liceu,	na	vizinha	cidade	de	Wiener-Neustardt	na	
baixa Áustria, para onde ia diariamente de trem. No 
Liceu,	pela	 instrução	e	pelo	autodidatismo	 intenso,	o	
rapaz aos doze anos de vida adquiriu conhecimentos 
notáveis	na	geometria	descritiva	e	no	cálculo	de	proba-
bilidade. Nessas matérias só recebia as melhores notas.
 Aos quatorze anos, já lia Kant e um mundo 
novo	se	abria	para	ele	no	estudo	de	Filosofia.	O	rapaz	
se	 dividia	 entre	 a	 lógica	 da	matemática	 e	 a	 doutrina	
religiosa	mas,	tinha	sempre	a	certeza	da	existência	do	
mundo e da vida espiritual. Aos quinze anos Rudolf 
Steiner	ministrava	aulas	particulares	para	seus	colegas	
de classe e para alunos de outras classes que necessita-
vam	de	reforço	escolar.	Estudou	grego	e	latim.	Aos	de-
zoito	anos,	em	1879,	passou	nos	exames	finais	de	sua	
escola. 
	 Para	possibilitar	ao	seu	filho	os	estudos	na	Aca-
demia	técnica	de	Viena,	o	pai	de	Steiner	se	fizera	trans-
ferir	 de	 Neudorfl	 para	 Inersdorf,	 perto	 de	 Viena.	 Era	
projeto	do	pai	que	Steiner	fizesse	curso	de	engenharia.	
Steiner	começou	nessa	época	a	ler	livros	de	Fichte,	He-
gel,	Schelling,	Kierkegaard,	Stirner	e	Nietzsche.	
 O Eu, o cerne espiritual do homem, confere-
lhe sua posição privilegiada ante todos os seres. Qual é 
então a missão do homem? Que tarefa tem ele frente 
aos reinos da Natureza? São essas as perguntas que se 
levantaram para Rudolf Steiner ao redor de seu vigé-
simo ano de vida. Já na infância, manifestaram-se em 
Rudolf Steiner faculdades de clarividência. Ele sabia 
que se revelava em todo ser humano, uma individua-
lidade	espiritual,	manifestada	na	corporeidade	física	e	
na	atividade	no	mundo	físico.	
 Rudolf Steiner já havia delineado para si mes-
mo sua tarefa espiritual: Religar ciência e religião, in-
troduzir Deus na ciência e natureza na religião. Árdua 
tarefa para a época do século XIX. 
 Aos dezenove anos Steiner leu pela primeira 
vez	o	“Fausto”,	de	Goethe,	e	este	se	 tornaria	o	norte	
do seu posterior caminho na vida. Em sua vida em Vie-
na, Steiner se reunia semanalmente com um círculo de 
personalidades	representativas,	artistas	e	cientistas,	e	
assim iam surgindo oportunidades para novas criações 
e aperfeiçoamento do aprendizado. Surgiam convites 
de	 trabalho,	 os	 quais	 ele	 não	 recusava	 e	 atuava.	 Foi	
assim	em	1890,	quando	foi	indicado	por	seu	professor	
Karl	Julius	Schröer,	para	ser	professor	particular	dos	fi-
lhos	da	familia	Ladislau	e	Pauline	Specht,	e	nela	um	dos	
filhos	era	portador	de	deficiência	intelectual,	um	anor-
mal. Com seu esforço e dedicação, por sete anos, seu 
pupilo	 (Otto	Specht)	não	só	conseguiu	aprender	a	 ler	
e escrever, como conseguiu ingressar na faculdade de 
Medicina. Com essa experiência, Rudolf Steiner inau-
gurou	sua	Pedagogia	Curativa.	
 Aos vinte e dois anos de idade, Rudolf Steiner 
foi	 convidado	 para	 participar	 da	 edição	 das	 obras	 de	
Goethe	na	Deutsch	Nationalliteratur	 (literatura	nacio-
nal Alemã), e ele se mostrou de uma genialidade no-
tável ao conseguir reunir, interpretar e escrever a obra 
de botânica e zoologia de Goethe. “Goethe é o Copér-
nico e o Keppler do mundo orgânico”. O que Steiner fez 
nesse	 trabalho	 foi	comprovar	a	natureza	científica	do	
método naturalista de Goethe. 
 Novavente Steiner foi convidado e aceitou a 
tarefa	de	editar	as	obras	científico-naturais	de	Goethe,	
do	Arquivo	Goethe-Schiller	em	Weimar,	em	1889.	Tam-
bém em Weimar reuniam-se círculos de autores, eru-
ditos,	artistas	como	Treitschke,	Hermann	Grimm,	Ernst	
Haeckel,	Gabriele	Reuter,	Fritz	Koegel		com	os	quais	Ru-
dolf	Steiner	sentia-se	bem	e	via-se	aceito.	Nessa	época	
já	iniciava	os	fundamentos	filosóficos	de	sua	ciência	es-
piritual	denominada,	por	ele,	de	Antroposofia.																																																																																																																																					
	 Em	1889,	Steiner	leu	e	conheceu	pessoalmen-
te Nietzsche e via nele um representante da vida espi-
ritual. Sobre isso escreveu o livro “Nietzsche ein Käm-
pfer gegen seine zeit (Nietzsche, um lutador contra seu 
tempo)”. 
 Também Ernst Haeckel gozou de apoio e admi-
ração por parte de Steiner. Eles se conheceram por oca-
sião	do	sexagésimo	aniversário	de	Haeckel,	em	1894.	O	
tema	Haeckel	acompanhou	Steiner	até	o	último	ano	de	
sua vida, tendo sido evocado seu nome em cerca de 25 
publicações e várias conferências de Steiner.
 Em Weimar Steiner encontrou acolhida na casa 
da	viúva	Anna	Eunike,	que	se	tornou	Anna	Steiner.	Lá	
viveu	e	ajudou	na	educação	dos	seus	cinco	filhos.
	 Em	31	de	outubro	de	1899,	no	cartório	de	Ber-
lim-Friedemair,	ocorreu	o	matrimônio	de	Rudolf	 Stei-
ner e Anna Eunike. Este casamento durou até o ano de 
36
1911,	quando	 faleceu	Anna	Eunike,	em	19	de	março.			
Após sete anos em Weimar, Steiner retomou seu Dou-
torado	em	filosofia,	em	Rostock.	
 Deve-se destacar o extenso trabalho literário e 
publicações de Rudolf Steiner. Nos sete anos que este-
ve	em	Weimar,	publicou	noventa	e	cinco	títulos,	além	
dos sete volumes da Edição Sophia e sua obra básica, 
¨A	 Filosofia	 da	 Liberdade¨.	 Esta	 abrangia	 o	 conteú-
do	Antroposófico,	onde	Steiner	elaborou	uma	ciência		
espiritual nos moldes dos métodos exatos da ciência 
natural. Assim, entende-se que o mundo sensório que 
parte	da	pesquisa	pelos	sentidos		e	seus	prolongamen-
tos (microscópios, telescópios, etc.), são ¨Maia¨ se não 
são penetrados por uma consciência pensante. Com o 
pensar	e	o	sentir	seremos	capazes	de	elevar,	pela	cog-
nição a meia-verdade do mundo sensório à totalidade 
da realidade. A síntese da percepção deve estar livre 
de	coação,	desejos,	 instintos,	 inclinações	e	paixões.	A	
liberdade humana é a qualidade do seu pensar. O pen-
sar	extra-sensorial	está	no	 	plano	ético-ideal,	pois	ser	
livre	é	poder	determinar	por	si	próprio	os	motivos	para	
a base de seu atuar. 
 A liberdade é exercitada no querer, é experi-
mentada	no	sentir,	reconhecida	no	pensar.	Essa	era	a	
Filosofia	da	Liberdade	de	Rudolf	Steiner.
	 Steiner	publicou	em	1897,	 “A	Cosmovisão	de	
Goethe”.
	 Steiner	deixou	Weimar	em	1897,	aos	 trinte	e	
seis	anos	de	idade.	Foi	para	Berlim	e	entrou	nos	círcu-
los acadêmicos, através de Herman Grimm. 
	 Em	Berlim,	Steiner	foi		colaborador	e	professor	
na Escola deformação de trabalhadores. Trabalhou na 
Escola	Superior	Livre	e	na	Associação	Giordano	Bruno.	
Fato	marcante	dessa	época	foi	sua	conferência	em	8	de	
outubro	de	1902,	naquela	Associação	sobre	Monismo	
e	 Teosofia.	Até	 abril	 de	 1903	 Steiner	 proferiu	 vinte	 e	
sete	conferências	sobre	os	temas:	De	Zaratustra	a	Niet-
zsche, História da Evolução da Humanidade com base 
na Cosmovisão desde os tempos primordiais orientais 
até	a	atualidade	ou	Antroposofia.	Esse	caminho	o	 fez	
ingressar	na	Sociedade	Teosófica.	Com	suas	palestras,	
foi conquistando um grande público de Teósofos. Em 
1901,	palestrava	sobre	o	Cristianismo	como	fato	místi-
co. 
	 Em	Berlim,	na	presença	de	Anne	Besant	(repre-
sentante	mundial	da	Teosofia),	fundou	a	Seção	Alemã	
da	Sociedade	Teosofica.	
	 Nos	anos	de	1912/1913	Rudolf	Steiner	rompeu	
com	a	Teosofia	por	divergências	dele	quanto	ao	Cris-
tianismo.	Ele	via	em	Jesus	Cristo	e	nos	acontecimentos	
do Gólgota o evento central da história da terra e da 
humanidade,	 do	que	discordava	Anne	Besant.	Assim,	
Rudolf	 Steiner	 fundou	 a	 Sociedade	 Antroposófica.	 A	
elaboração	da	Antroposofia	como	ciência	Espiritual	se	
deu	de	1902	a	1909.	Fundou	sua	revista	mensal,	“Luci-
fer”	(o	nome	deveria	significa	portador	da	luz),	o	polo	
oposto de Árimã, isso, com a colaboração de Marie Von 
Sivers.	Posteriormente	outra	revista	foi	escrita,	a	“Luci-
fer –Gnosis”. 
	 Em	 Berlim,	 Steiner	 conservou	 sua	 residência	
à	rua	Motz	,	número	17,	até	além	do	fim	da	primeira	
Guerra	Mundial.	 De	 lá	 partia	 para	 inúmeras	 viagens.	
Em	Berlim	foi	fundada	a	Editora	Filosófico-Antroposófi-
ca e sua direção estava nas mãos de Marie Von Sivers. 
Somente	em	1918		foi	deixado	o	apartamento	da	rua	
Motz e a editora foi transferida para Dornach. 
 Ao declarar que em todo homem dormem 
faculdades por meio das quais pode adquirir conheci-
mentos dos mundos superiores, Rudolf Steiner rompeu 
uma tradição milenar conforme a qual o “saber oculto” 
deveria ser conservado somente em círculos esotéricos 
fechados. “Está na hora” disse Steiner, da consciência 
humana abrir-se às verdades espirituais e para isso é 
preciso disciplina, devoção e respeito. Cinismo, es-
cárnio,	criticismo	são	 inimigos	de	um	desenvolvimen-
to superior. Assim, se não se conseguir compreender 
algo, será melhor abster-se de um julgamento em vez 
de	condená-lo.	Devem	cair	de	ti	todos	os	preconceitos.	
Sem bom senso todos os seus passos são inúteis. Re-
gra áurea: ao tentar dar um passo adiante na cognição 
de verdades ocultas, dá simultaneamente três passos 
adiante no aperfeiçoamento da teu caráter para o bem. 
 Trilhar essa senda do crescimento interior é só 
possível para quem se empenhe por tornar-se senhor 
de	seus	pensamentos,	sentimentos	e	impulsos	volitivos	
(trimembração	do	homem	=	pensar,	sentir	e	agir).	
	 Em	 1911,	 Rudolf	 Steiner	 publica	 “A	 Ciência	
Oculta”. Como em obras anteriores, esta busca engajar 
o homem no conhecimento de mundos superiores, en-
fatizando	Jesus	Cristo	como	evento	central	da	história	
Universal	e	da	humanidade.	Também	em	1911	lança	o	
livro “A Direção Espiritual do homem e da humanida-
de”. 
	 Palavras	de	Rudolf	Steiner	(1910):	“Inscrevam	
em	 seus	 corações	 o	 que	 deverá	 ser	 a	 Antroposofia:	
Uma preparação para a grande época da humanidade 
que nos aguarda”. Poder-se-ia terminar aqui, nessa fra-
se, a dissertação sobre vida e obra de Rudolf Steiner 
mas, muito ainda há para saber sobre seus feitos, mes-
mo que de modo resumido. Merecem destaque ainda 
sua	conferência	em	Berlim,	a	28	de	outubro	de	1909,	
sobre A Ciência das artes. Porque essa palestra não foi 
a	fala	de	um	cientista	sobre	a	arte	mas,	da	primeira	à	
última	palavra,	foi	ela	própria	obra	de	arte.	Steiner	ini-
cia	aí	o	ensino	e	prática	da	arte	como	 terapia	para	o	
corpo e alma. Monta peças de teatro; “Os dramas de 
Mistérios”.	 Cria,	 em	1912,	 a	 Eurritimia	 Curativa;	 uma	
linguagem visível nos movimentos corporais e no som. 
Nasceu em Steiner o desejo de ter um local para essas 
representações	e	que	seria	a	sede	da	Antroposofia	e,	
assim, construiu o primeiro Goetheanum; obra erguida 
em	madeira.	Construção	iniciada	no	ano	de	1913,	em	
GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA
37
Dornach, no canto de três países, no ponto limítrofe 
entre	França,	Alemanha	e	Suiça.	
	 Os	 trabalhos	da	escola	de	Antroposofia	eram	
coordenados por Marie Von Sivers, tornada Marie Stei-
ner	em	1914.	A	Antroposofia	já	havia	se	constituído	em	
Sociedade	Antroposófica	 e	Rudolf	 Steiner	 aumentava	
ano	após	ano	sua	atividade	como	conferencista,	inclu-
sive no exterior . Conta-se cerca de 6.000 conferências, 
que estão sendo reeditadas. 
	 O	impulso	Pedagógico	da	Antroposofia	nasceu	
em	1913,	conhecido	por	Pedagogia	Waldorf.	Esse	era	
o nome de uma fábrica de cigarros (Waldorf-Astoria), 
a pedido de seu proprietário, Emi Molt. Steiner minis-
trou	 aulas	 para	 seus	 trabalhadores	 para	 incentivá-los	
como	seres	humanos.	Foi	esse	um	germe	fecundo	de	
um movimento escolar que se espalhou pelo mundo. 
 Steiner deu sua grande contribuição para a 
Medicina com aulas e palestras, e escreveu com a mé-
dica Ita Wegma (a primeira diretora da Seção Médica 
do Goetheanum e fundadora da clínica de Arlesheim), 
o	livro	“Elementos	Fundamentais	para	uma	ampliação	
da arte médica segundo conhecimentos da ciência es-
piritual”	 (1925).	Nasceu	aí	o	Movimento	da	Medicina	
Antroposófica,	 que	 ganhou	 o	Mundo.	 Uma	Medicina	
que abrangia a totalidade corpórea, mental e espiritual 
do homem. Jamais Rudolf Steiner se pôs em evidência 
como	um	“curador”.	Mas,	os	que	o	conheceram	na	últi-
ma época de sua viva, assombravam-se com o alto grau 
de conhecimentos detalhados que possuía também no 
campo da Medicina.
	 “A	Antroposofia,	antes	de	afirmar	algo	acerca	
do espiritual, elabora os métodos que a autorizam a fa-
zer	tais	afirmações”.	
	 Em	 junho	de	1924	Steiner	 falou	para	agricul-
tores e trabalhadores do campo e com muito e surpre-
endente conhecimento, sobre agricultura, adubação, 
rotação de culturas e administração agrícola. Criou as-
sim o movimento agrícola, conhecido como Agricultura 
Biodinâmica.	Era	Ciência	do	saneamento,	das	doenças	
do solo, das plantas, dos animais e assim, do homem. 
	 A	 Antroposofia	 e	 o	 próprio	 Rudolf	 Steiner	 ti-
nham também oponentes que por vezes lhe dirigiram 
insultos	e	agressões	físicas,	em	público.	
	 Na	 passagem	 de	 ano	 de	 1922/1923,	 Steiner	
proferia palestra no Goetheanum, quando este foi qua-
se totalmente consumido por um incêndio. Mas, Stei-
ner,	na	manhã	seguinte,	1º	de	 janeiro,	com	a	firmeza	
de	 sempre,	 anunciou	 a	 continuidade	 	 dos	 trabalhos	
antroposóficos	no	que	sobrou	do	prédio.	A	destruição	
do	Goetheanum	trouxe	para	Steiner	a	reflexão	da	ne-
cessidade e reformulação não só externa mas, também 
interna	da	Sociedade	Antroposófica.
	 No	 Congresso	 de	 Natal	 de	 1923,	 Steiner	 fez	
uma	revisão	dos	10 anos	da	Sociedade	Antroposófica		
e editou algumas diretrizes de funcionamento da mes-
ma.	Fundou	a	Escola	Superior	Livre	para	a	Ciência	Espi-
ritual. 
	 Uma	moléstia	que	 se	 fez	 sentir	pela	primeira	
vez	 na	 noite	 de	 1º	 de	 janeiro	 de	 1923,	 levou	 Rudolf	
Steiner	nos	últimos	dias	de	setembro	ao	leito,	de	onde	
não mais se levantaria. Mas, de 1º de janeiro a setem-
bro	Steiner	fez	ainda	338	Conferências	e	inúmeras	en-
trevistas. 
	 Ainda	 no	 leito	 desenvolveu	 intensa	 atividade	
escrita.	Sua	cama	ficava	no	seu	estúdio,	ao	pé	da	ina-
cabada estátua de Cristo, no que restou do incêndio do 
Goetheanum. 
	 Escreveu	um	biógrafo:	“Os	últimos	momentos	
na vida terrestre de Rudolf Steiner foram livres de qual-
quer	 luta	 com	o	físico,	 livres	de	 incertezas.	 Seu	 rosto	
falava de paz, graça, certeza interior e contemplação 
espiritual. Ele juntou as mãos sobreo peito e olhava 
para	os	Mundos		Superiores.	Quando	lhe	chegou	o	últi-
mo	instante	ele	mesmo	fechou	os	olhos.	Foi	um	desve-
lar	sublime,	transfiguração	irradiava	de	seu	semblante	
e da força das mãos em prece”.
GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA
44
PRÁTICAS INTEGRATIVAS APLICADAS 
EM UM CASO DE TOXOPLASMOSE 
COMPLICANDO UMA SÍNDROME 
PÓS-TRAUMÁTICA
Resumo
A paciente E.R. (28 anos) foi diagnosti cada com Toxo-
plasmose após ter sofrido com diarreia, enjoo, fraque-
za e indisposição por um mês. O exame que mede a 
imunoglobulina IgM para Toxoplasmose, na época do 
diagnósti co, apresentava-se muito alto, o que levou 
sua médica ginecologista a desaconselhar uma gravi-
dez. A paciente estava muito abati da e sofrendo de 
PTSD (síndrome de stress pós-traumáti co), decorrente 
de um acidente traumáti co. Este estudo de caso ob-
jeti va a comprovação da efi cácia da terapia quânti ca 
aliada a um tratamento psicológico com EMDR num 
caso de Toxoplasmose complicando a PTSD. A pacien-
te E.R. uti lizou Centralis para reequilíbrio energéti co 
do seu emocional, Traumavit Gel para ajudar a dissol-
ver os traumas sofridos e, Corretor Anergicum Gel jun-
tamente com Afi natum Gel e Mydrix. A mesma reagiu 
muito bem à terapia com as essências vibracionais fl o-
rais e EMDR. Conclui-se que o uso de essências vibra-
cionais do Sistema Floral Quânti co, complementado 
com um tratamento psicológico com EMDR, é capaz 
de um efeito sinérgico, amplifi cando a obtenção de 
resultados benéfi cos e a harmonização energéti ca do 
organismo.
Palavras-chave: EMDR, essências vibracionais, Toxo-
plasmose.
Introdução
A paciente E.R. (28 anos) foi diagnosti cada em ju-
nho de 2014 com Toxoplasmose após ter sofrido 
com diarreia, enjoo, fraqueza e indisposição por um 
mês. O exame que mede a imunoglobulina IgM para 
Toxoplasmose na época do diagnósti co apresentava-
se muito alto, o que levou sua médica ginecologista 
a desaconselhar uma gravidez. Quando a paciente 
veio para a consulta em agosto de 2014 estava mui-
to abati da e sofrendo de PTSD (síndrome de stress 
pós-traumáti co), decorrente de um acidente traumá-
ti co ocorrido em março de 2014. Nesse acidente ela 
causou involuntariamente a morte do motorista com 
quem colidiu dirigindo na rodovia federal (BR). Depois 
desse acidente a paciente viveu com ansiedade extre-
ma, imunidade baixa, insegurança e culpa, incapaz de 
dirigir fora da cidade. Já antes do acidente E.R. havia 
passado por um tempo desgastante no seu trabalho 
e vida parti cular, chegando à exaustão, prejudicando 
o sistema imunológico. A paciente veio em primeiro 
lugar para tratar seus traumas emocionais prévios ao 
acidente, e para tratar a PTSD decorrente do acidente. 
A questão da Toxoplasmose apareceu nas sessões no 
fi nal de outubro de 2014, junto com o medo de ter um 
fi lho defi ciente. Foi sugerido a ela a Terapia Vibracio-
nal Quânti ca, paralela ao tratamento com EMDR (Eye 
Movement Desensiti zati on and Reprocessing).
Este estudo de caso objeti va a comprovação da efi cá-
cia da terapia quânti ca aliada a um tratamento psico-
lógico com EMDR num caso de Toxoplasmose compli-
cando a PTSD.
Material e Métodos
A paciente E.R. foi tratada com uma técnica chamada 
EMDR associada à Terapia Vibracional Quânti ca carre-
adora de frequência do sistema Floral Quânti co.1 Ela 
uti lizou Centralis (10 gotas, duas vezes ao dia) para 
reequilíbrio energéti co do seu emocional e Trauma-
vit Gel (antes de dormir) para ajudar a dissolver os 
traumas sofridos. Usou ainda Corretor Anergicum Gel 
GARBERS1, Judith Sonja; ARNT2, Rosangela
1- Psicóloga clínica, consultório Time Out, Jaraguá do Sul, SC 
2- Médica especialista em Nutrologia, pós-graduada em Práticas Ortomoleculares e Saúde do Tra-
balhador, doutoranda em Medicina Integrativa Quântica na International Quantum University - USA, 
residente em Curitiba, PR
55
Figura 1 – Toxoplasmose na gravidez prejudicando o feto. 
Fonte: htt p://www.nupad.medicina.ufmg.br/
(duas vezes ao dia), Afi natum Gel (duas vezes ao dia) e 
Mydrix (5ml de manhã).2
Resultados e Discussão
A paciente reagiu muito bem à Terapia Vibracional 
Quânti ca com essências fl orais. De acordo a Tabe-
la 1, na comparação entre os exames realizados em 
17/06/2014 e 17/09/2014, quando a paciente fazia 
tratamento convencional, não houve nenhuma me-
lhora. A IgM em 10,47 indica que a Toxoplasmose es-
tava ati va e o sistema imunológico incapaz de reagir. 
Em novembro de 2014 a paciente começou a uti lizar 
os frequenciais Corretor Anergicum Gel, Afi natum Gel 
e Mydrix. No exame de dezembro de 2014, depois de 
somente um mês de uso dos produtos, houve uma 
melhora considerável, com a IgM reduzindo para 4,66. 
No exame realizado em fevereiro de 2015, o valor da 
imunoglobulina conti nuou caindo para 3,61. Muito fe-
liz com o resultado, a paciente decidiu conti nuar com 
o uso das essências vibracionais até negati var a IgM. 
Tabela 1 – Resultados dos exames realizados demons-
trando a queda nos valores de IgM
O tratamento com EMDR resultou em mais equilíbrio 
emocional, tornando-a capaz de enfrentar o trânsito 
fora da cidade com serenidade. Traumas emocionais 
da infância e da vida adulta foram abordados e resolvi-
dos, resultando em uma vida mais feliz e serena, con-
vivendo em paz com pessoas complicadas na família, 
desfrutando um casamento equilibrado.
Depois de 7 meses realizando EMDR e uti lizando as 
essências vibracionais fl orais, a paciente voltou a di-
rigir fora da cidade e fi cou mais calma, retomando o 
controle da sua vida. A imunidade dela aumentou e 
a IgM decresceu tão rápido que o ginecologista libe-
rou-a para engravidar, em vista dos possíveis danos ao 
feto provocados pela Toxoplasmose durante a gesta-
ção (Figura 1).
Conclusão
Conclui-se que o uso de essências vibracionais do Sis-
tema Floral Quânti co, complementado com um trata-
mento psicológico com EMDR, é capaz de um efeito 
sinérgico, amplifi cando a obtenção de resultados be-
néfi cos neste caso de Toxoplasmose complicando uma 
Síndrome Pós-Traumáti ca, possivelmente desencade-
ada pela baixa imunidade oriunda da PTSD. Foi obser-
vada uma rápida melhora da paciente, sem riscos e 
sem efeitos colaterais evidenciados.
Referências
1 GERBER, R. Um Guia Práti co de Medicina Vibracio-
nal. Trad. Paulo Cesar de Oliveira, Marcelo Brandão 
Cipolla. São Paulo: Cultrix, 2000.
2 ARNT, R. , ARNT, P. R. Vade Mecum das Essências 
Vibracionais - Um Guia Práti co para o uso dos Modu-
ladores e Indutores Frequenciais. 1 ed. Paraná, 2013.
Datas de exames IgM
17/06/2014 10,45
17/09/2014 10,47
11/12/2014 4,66
02/02/2015 3,61
8
RECUPERAÇÃO CELULAR POR 
MODULAÇÃO FREQUENCIAL NA 
PSORÍASE
Resumo
O caso relatado é de uma senhora que sofria há 20 
anos com Psoríase em várias partes do corpo, sendo 
de altíssimo grau nas mãos e pés. A paciente tratou 
com a medicina tradicional por anos e nunca obteve 
resultado de controle da doença. Há muitos anos sem 
unha e com muitos problemas capilares, procurou a 
medicina complementar em busca da última alterna-
tiva. O uso da Terapia Vibracional, associada à deto-
xificação, alimentação restritiva, suplementação e à 
utilização de alimentos funcionais, foi essencial para 
o estímulo da imunidade e a limpeza das toxinas que 
prejudicavam o corpo. 
Palavras-chave: Detoxificação, Psoríase, Terapia Vi-
bracional.
Introdução
R. S., 38 anos, compareceu no dia 21/01/2015 em um 
Consultório Terapêutico particular em Criciúma – SC, 
muito confiante depois que sua filha teve uma melho-
ra significativa da Alopecia Areata. Indagou que sofria 
há 20 anos com Psoríase pelo corpo todo, e que por 
isso não trabalhava ou saía de casa, uma vez que se 
sentia discriminada pela sociedade. Relatou que não 
tinha unha e seus cabelos muito finos a envergo-
nhavam. Já tinhadesistido de ser feliz por conta da 
doença. Passou por todos os tratamentos alopáticos 
oferecidos pela medicina tradicional e estava pronta 
a aceitar todas as restrições e detoxificações impostas 
pela terapeuta.
Sabendo que a Psoríase já estaria atuando a nível ce-
lular e que a princípio a detoxificação teria a primeira 
etapa cumprida em seis meses, sugerimos de imedia-
to uma limpeza extracelular, corrigindo o pH do cor-
po através da retirada de toxinas por meio de alguns 
suplementos, além de alimentação funcional para 
aumento da Imunidade. Além disso, foram utilizados 
Frequenciais Florais.
A decisão de desenvolver este artigo veio do sucesso 
muito rápido no controle da Psoríase, uma doença co-
mum da pele caracterizada por lesões avermelhadas e 
descamativas, normalmente em placas, que mais fre-
quentemente aparecem no couro cabeludo, cotovelos 
e joelhos. A paciente possuía Psoríase Eritrodérmica, 
o que lhe trazia sintomas terríveis, conforme já men-
cionado.
Material e Métodos
Foram utilizados nove produtos Frequenciais Florais 
combinados para terapia do emocional e harmoniza-
ção da imunidade: Neurotox, Calmallis, Consciencius, 
Filtralis, Humbilicum, Kuthanis, Psori, Psori Gel, Cor-
retorium.
Além disso, seguiu-se o protocolo abaixo:
* Retirada de alimentos alérgicos, como Leite e Glú-
ten; 
* Introdução de Dieta Alcalina – Alcalinização do Cor-
po;
* Suplementação com Vitaminas, Minerais e Amino-
ácidos;
* Chlorella para atuar na detoxificação, imunidade e 
alimentação celular;
* Aloe vera: melhora da absorção intestinal, detoxifi-
cação e aumento da imunidade;
* Glutamina e Pool de Lactobacilos (mais de 5 Bilhões);
* Ômega 3: para as inflamações, dores e imunidade; 
* Vitamina D; 
* Lugol: para aumento da imunidade e retirada de fun-
gos, vírus e bactérias;
* Annita®: vermífugo.
Resultados e Discussão
A Figura 1 demonstra o estado das palmas das mãos 
e plantas dos pés da paciente antes de realizar o pro-
tocolo sugerido, apresentando Psoríase há mais de 20 
HERRMANN, Fabiola
Terapeuta Biomolecular, Tricologista, Teóloga e Pós-Graduada em Saúde Quântica, Criciúma, SC
9
anos.
O retorno da paciente foi marcado para 30 dias após 
o início da terapia, para discussão sobre os sintomas 
e verificação do resultado do início da detoxificação. 
Dessa forma, no dia 22/02/2015, para nossa surpre-
sa, a paciente retornou praticamente sem os sinais 
apresentados anteriormente, tendo apenas algumas 
marcas avermelhadas das feridas que já apresentava 
há anos, conforme pode ser visualizado na Figura 2, 
se comparado com a Figura 1. Emocionou-se junto à 
mãe ao comentar que fizeram pela primeira vez unha 
e cabelos no salão de beleza, após anos sem poder se 
cuidar.
Figura 1 – Paciente com Psoríase ativa há mais de 20 
anos, apresentando escamações agressivas nas plan-
tas dos pés e palmas das mãos.
Figura 2 – Resultado apresentado pela Paciente nas 
palmas das mãos, 30 dias após a utilização dos Fre-
quenciais Florais e Terapias Naturais.
Conclusão
A Terapia Vibracional foi essencial com seus produ-
tos Frequenciais Florais, através do fornecimento de 
frequências que atuam promovendo o reequilíbrio 
energético e regulando o terreno biológico de predis-
posição a desequilíbrios. Portanto, esta Terapia, aliada 
à Medicina Complementar, provou-se eficaz na recu-
peração da saúde através de meios simples e inócuos, 
mostrando que um organismo sem toxinas consegue 
sua auto cura, mesmo em desbalanços que já atingi-
ram o meio intracelular.
Referências
ARNT, R. Vade Macum Das Essências Vibracionais: 
Um Guia Prático para uso dos Moduladores e Induto-
res Frequenciais. Paraná, 2014. 192 p. 
ELIA, C. C. S. Imunologia da Mucosa Intestinal: Da 
Bancada ao Leito. São Paulo: Atheneu, 2001. 187 p.
GOSWAMI, A. O medico quântico. 2. ed. São Paulo: 
Aleph, 2005.
HIRSCH, S. Almanaque de Bichos que dão em Gente. 
3. ed. Correcotia, 2011. 255 p.
ISRAEL, D. Detox Já: Mude seus Hábitos, Emagreça e 
Conquiste Saúde Vitalidade e Disposição. Rio de Ja-
neiro: Nova Fronteira Participações, 2014. 189 p.
MORITZ, A. Limpeza do Fígado e da Vesícula. São Pau-
lo: Madras Editora, 2007. 224 p.
PERLMUTTER, D. A Dieta da Mente. São Paulo: Para-
lela, 2014. 342 p.
STRAND, R. D. O que seu Médico Não Sabe Sobre 
Medicina Nutricional Pode Estar Matando Você. São 
Paulo: M. Books, 2004. 207 p. Tradução Ismar Tirelli 
Neto. Rio de janeiro: Rephil, 2014. 351 p.
10
1111
SUCESSO DO USO DE ESSÊNCIAS 
VIBRACIONAIS APLICADAS A UM 
CASO DE OSTEOGÊNESE IMPER-
FEITA (OSSOS DE VIDRO)
Resumo
Terapeuta há 23 anos, conheci em causa própria as 
essências vibracionais fl orais através de médica natu-
ropata em um caso pessoal de rinite alérgica. Impres-
sionou-me a efi cácia do então desconhecido fl oral e 
passei a estudá-lo através de seminários, congressos e 
literatura. Tal experiência coincide com a busca profi s-
sional em encontrar um elo entre a palavra e a ação. 
Uti lizo-me da Abordagem Integral, que busca a har-
monização do ser ao seu estado natural e integrado ao 
seu ambiente. A forma como a terapêuti ca vibracional 
age é coerente com a práti ca profi ssional. Aplico há 
seis anos e nunca houve um caso em que não obti ves-
se resultados sati sfatórios. Este, entretanto, trouxe-
me maior grati fi cação em função da rapidez e da pro-
fundidade na resposta. T.C.S., 38 anos, portadora de 
Osteogênese Imperfeita procurou a terapia em maio 
de 2014 para aprender a suportar a dor. Apresenta-
va depressão causada pelas dores crônicas e contí nu-
as na coluna e nos membros superiores e inferiores, 
gerando imobilidade e, consequentemente, enorme 
perda da qualidade de vida. Adotamos as Essências 
Vibracionais como copartí cipe do processo terapêu-
ti co e perfeitamente coerente à Abordagem Integral. 
Em 31/05/2014 sugerimos o uso dos moduladores fre-
quenciais fl orais. Adotamos um protocolo que priori-
zasse a correção do terreno biológico. Em pouco tem-
po, surpreendeu a resposta positi va da paciente, que 
retornou às ati vidades laborati vas e de lazer há muito 
abandonadas. Concluímos que as Essências Vibracio-
nais colaboraram, e muito, para que o processo tera-
pêuti co obti vesse resposta rápida e efi caz.
Palavras-chave: Caso de Sucesso, Ossos de Vidro, Os-
teogênese Imperfeita.
LIMA, Lindimar
Terapeuta Familiar e Metafísica, FAPSS, São Paulo, SP
1212
Introdução
Osteogênese imperfeita, doença de Lobstein ou doen-
ça de Ekman-Lostein, popularmente conhecida como 
“ossos de vidro” ou “ossos de cristal”, é uma condição 
rara do tecido conjunti vo, de caráter genéti co e he-
reditário, que afeta aproximadamente uma em cada 
20 mil pessoas. A principal característi ca é a fragilida-
de dos ossos, que quebram com enorme facilidade. 
É uma defi ciência na produção de colágeno do ti po 
1, o principal consti tuinte dos ossos, ou de proteínas 
que parti cipam do seu processamento. O resultado 
é o surgimento de quadros de osteoporose bastante 
graves. A falta de colágeno afeta não só os ossos, mas 
também a pele e os vasos sanguíneos.
Com classifi cações que vão do grau I ao IV, escolhemos 
como objeto de estudo o ti po IV, que se manifesta, 
entre outros sintomas, por deformidades moderadas 
na coluna, curvatura nos ossos longos, especialmente 
nos das pernas e baixa estatura. 
T.C.S. era uma jovem mulher de 38 anos. Portadora de 
Osteogênese Imperfeita desde o nascimento, já sofreu 
45 fraturas e vários procedimentos cirúrgicos que lhe 
garanti ram a posição ereta e certa mobilidade. Eviden-
temente superprotegida, trazia um temperamento 
curioso e ati vo, buscando sempre maiores oportuni-
dades de vencer suas limitações. Estudou, formou-se 
em Administração de Empresas, atualmente trabalha 
como Consultora em Recursos Humanos em empresa 
nacional de grande porte, atuando em recrutamento, 
seleção e treinamentode pessoas portadoras de ne-
cessidades especiais. Estuda, parti cipa ati vamente de 
ati vidades segundo sua crença religiosa e dirige veícu-
lo adaptado.
Material e Métodos
Em maio de 2014 a paciente procurou a terapia para 
aprender a lidar com a dor fí sica. Em 31/05/2014 a 
paciente informou que fez usos de inúmeros medica-
mentos para alívio da dor, sem resultado. Suas últi mas 
e recentes cirurgias foram na coluna (T8/T11). Uti liza-
va os medicamentos Atenolol 50 mg e Pressat® 10 mg, 
ambos para controle da pressão arterial. Elani Ciclo®, 
anti concepcional, e uso frequente de Catafl an® para 
as dores generalizadas, sem expressivo alívio. Infor-
mou difi culdades na qualidade do sono devido à in-
tensidade das dores.
Uti lizamos as Essências Vibracionais Fisioquânti c com 
o seguinte protocolo: 
- Brisium (para reequilíbrio do terreno biológico - DV): 
15 gotas em jejum e à noite;
- Centralis (para harmonizar a irritabilidade e altera-
ções de humor): 15 gotas à noite; - Estruturallis: 15 
gotas em jejum;
- Oxyfl ower gel: bandagem no abdômen por 30 mi-
nutos, 1 vez por semana, por 10 semanas (2X/dia) - 
friccionar nas áreas doloridas e nos pés (necessário 
hidratação posterior).
Em 06/09/2014, na segunda etapa do processo, opta-
mos pelo protocolo abaixo:
- Brisium: 15 gotas em jejum e à noite;
- Estruturallis: 15 gotas em jejum;
- Neurovit gel: friccionar nos pulsos (2X/dia);
- Oxyfl ower gel: friccionar nas áreas doloridas e nos 
pés (necessário hidratação posterior) (2X/dia).
Resultados e Discussão
Em Junho de 2014 a paciente retornou dizendo ter se 
surpreendido com a efi cácia da terapia proposta. Em 
Setembro do mesmo ano, evidenciou sensível melho-
ra emocional. Retomou suas ati vidades profi ssionais e 
iniciou ati vidades novas, como Fisioterapia, Acupun-
tura, Aquaterapia com radiofrequência e Massagens 
relaxantes, iniciati vas que muito contribuíram para a 
melhora do estado fí sico e emocional da paciente. Em 
Janeiro de 2015, a paciente obteve alta do processo 
terapêuti co, mantendo o protocolo com as essências 
vibracionais em status de manutenção.
Conclusão
Concluímos que as Essências Vibracionais Florais se 
tornaram de coadjuvantes da terapia breve, em prin-
cipal fator desencadeador do estado sati sfatório e da 
qualidade de vida da paciente. O protocolo adequado 
contribuiu para o aumento da credibilidade no profi s-
sional e, consequentemente, maior grau de aderência 
do paciente.
Referências
ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências 
Vibracionais um Guia Práti co para o uso dos Modu-
ladores e Indutores Frequenciais. Curiti ba: Rosangela 
Arnt, 2013.
BERALDO, M. Nutrição Multi funcinal Celular. Paraná: 
Pure Essence, 2008.
13
14
RESOLUÇÃO DE TRAUMATISMO EM 
MEMBRO INFERIOR DIREITO 
EM 24 HORAS APÓS USO DE TERAPIAS 
INTEGRATIVAS QUÂNTICAS
Resumo
Esse estudo de caso versa sobre a aplicação de essên-
cias vibracionais florais e LEDterapia, imediatamente 
após um trauma sofrido na região anterior da tíbia di-
reita, por queda de nível na noite do dia 24/05/2015. 
A paciente friccionou as essências vibracionais Oxy-
flower gel e Analgesium gel no local do traumatismo 
diversas vezes nas 24 horas seguintes ao acidente, e 
fez 02 aplicações de LEDterapia com o aparelho BIOS 
II. O grande edema que havia se formado na face an-
terior do membro inferior direito foi totalmente elimi-
nado no período de 24 horas, a dor aliviou logo após 
a primeira aplicação, tendo desaparecido no final do 
prazo de avaliação. O hematoma que era esperado, 
não se formou, mostrando que o uso de terapias inte-
grativas quânticas logo após o traumatismo ou lesão é 
extremamente benéfico, modulando frequencialmen-
te a inflamação e harmonizando energeticamente a 
cicatrização.
Palavras-chave: essências vibracionais florais; tera-
pias integrativas quânticas; traumatismo.
Introdução
No dia 24/05/2015 às 22hs e 40 min, a paciente R. Z. 
A., 57 anos, refere ter sofrido uma queda na escada 
externa da frente de seu prédio, contundindo a região 
tibial anterior do membro inferior direito, o que cau-
sou dor intensa, edema imediato de grandes propor-
ções e escoriações. Como a paciente estava com es-
sências vibracionais florais em casa e o aparelho BIOS, 
por trabalhar na área da saúde, aplicou as mesmas em 
gel e a fototerapia imediatamente. Em 24 horas a le-
são melhorou, levando à resolução da lesão traumáti-
ca, restando apenas a escoriação da pele.
Material e Métodos
A terapia reparadora instituída foi totalmente biofísica 
e com bases científicas vindas da teoria quântica apli-
cada à saúde. Foram aplicadas nas 24 horas seguintes 
ao acidente, friccionando no local, as essências vibra-
cionais florais Oxyflower e Analgesium, ambos em gel, 
além de fototerapia com o aparelho BIOS. As essên-
cias foram utilizadas a cada 04 horas, uma após a ou-
tra, enquanto acordada. Já a fototerapia foi aplicada 
em 04 quadrantes no local da lesão, por 30 segundos 
em cada um, cada sessão; no intervalo de 24 horas 
foram feitas 02 aplicações.
Resultados e Discussão
Logo após o acidente a paciente apresentou edema 
de grandes proporções e escoriações, conforme visu-
alizado na Figura 1.
A evolução foi muito rápida e com o desfecho espe-
rado após a realização das terapias, em tempo muito 
mais curto que o observado comumente nesse tipo 
de trauma. Não se formou o hematoma no local do 
edema, provando que a intervenção imediata com as 
terapias biofísicas apresentou um grande benefício 
(Figura 2). A paciente referiu que a dor aliviou ime-
diatamente após a primeira aplicação, e se manteve 
em um nível mínimo durante as 24 horas do estudo. 
No dia seguinte, a dor havia desaparecido totalmente. 
As essências vibracionais atuaram modulando e har-
monizando energeticamente os tecidos e os proces-
sos inflamatórios, regulando por informação biofísica 
ARNT, Rosangela 
Médica especialista em Nutrologia, pós-graduada em Prática Ortomolecular, Medicina do Trabalho e 
Saúde do Trabalhador; idealizadora e coordenadora adjunta das Pós-Graduações em Saúde Quân-
tica - UNINTER e Terapia Vibracional Quântica – EID/FACEL; doutoranda em Medicina Integrativa 
Quântica na IQUIM-Havaí/EUA; consultora científica em Saúde Quântica e Nutracêuticos
15
a cicatrização. Já o aparelho de fototerapia BIOS, que 
faz a utilização do comprimento de onda da luz verme-
lha (em torno de 630nm) e emite a luz que, em con-
tato com a pele, aproveitou a janela biológica, levou à 
ativação das mitocôndrias e da microcirculação, com 
efeitos de modulação da inflamação local e analgesia.
Figura 1 – Edema formado imediatamente após a 
ocorrência do acidente em 24/05/2015
Figura 2 – Resultado obtido 24 horas após a utilização 
das terapias biofísicas propostas
Conclusão
O uso das terapias integrativas quânticas, neste caso, 
as essências vibracionais florais associadas à fototera-
pia com BIOS, vem se firmando na área da saúde ao 
longo de mais de uma década, e provando ser método 
de grande valia para as alterações da saúde relaciona-
das a desequilíbrios energéticos. Este caso comprova 
o efeito benéfico da aplicação imediata em trauma-
tismo agudo, levando a considerar o uso em ambu-
latórios de pronto socorro, blocos cirúrgicos e UTIs. 
Com certeza, estudos científicos comparativos, duplo-
cegos e randomizados, devem ser feitos para mostrar 
ao mundo acadêmico ortodoxo esses benefícios, que 
estão sendo comprovados em tantos relatos de caso 
em todo o país.
Referências
ARNT, R. Z. Relato de caso: tratamentos por meios 
biofísicos de lesão causada por queimadura química 
com Hidro-ozonioterpaia e Essências Vibracionais. 
Revista de Bioquímica Médica aplicada à prática orto-
molecular, v. XX, n. 1, 2011. 
ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências 
Vibracionais um Guia Prático para o uso dos Modu-
ladores e IndutoresFrequenciais. Curitiba: Rosangela 
Arnt, 2013.
BOSSINI, P. S. Laser de baixa intensidade (670nm) na 
viabilidade do retalho cutâneo randômico em ratos. 
São Carlos, SP: Faculdade de Medicina de Ribeirão 
Preto, 2007. Originalmente apresentada como Disser-
tação de Mestrado, Universidade de São Paulo, 2007. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 971, de 03 de 
maio de 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.
br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0971_03_05_2006.
html. Acesso em: 18 ago. 2014.
CORAZZA, A. V. Fotobiomodulação comparativa entre 
Laser e LED de baixa intensidade na angiogênese de 
feridas cutâneas em ratos. São Carlos, SP: Faculdade 
de Medicina de Ribeirão Preto, 2005. Originalmente 
apresentada como Dissertação de Mestrado, Universi-
dade de São Paulo, 2005. 
GERBER, R. Um Guia Prático de Medicina Vibracio-
nal. Trad. Paulo Cesar de Oliveira, Marcelo Brandão 
Cipolla. São Paulo: Cultrix, 2000. 
GOSWAMI, A. O Médico Quântico. Trad. Euclides Luiz 
Calloni, Cleusa Margô Wosgrau. 2. ed. São Paulo: Cul-
trix, 2004.
MATTOS, V. Medicina Quântica. 2. ed. São Paulo: Vic-
tor Mattos, 2010.
16
17
18
FLACIDEZ TISSULAR SUBMENTONIANA 
COM TERAPIA VIBRACIONAL ASSOCIADA 
AO DERMAROLLER E LED AZUL 
Resumo
Este trabalho tem como objetivo verificar os efeitos 
combinados da micropuntura (Dermaroller), LED (Fai-
xa Azul) e terapia vibracional floral. A terapia foi al-
cançada em duas sessões, cada uma com duração mé-
dia de 40 minutos, utilizando-se um intervalo de sete 
dias entre as mesmas. As sessões foram realizadas em 
clínica, sem a utilização de produtos em domicílio. 
Constatou-se que após algumas horas de terapia, a hi-
peremia já havia cessado. Tem-se uma foto antes da 
primeira aplicação e outra uma semana após as duas 
aplicações, observando-se uma melhora expressiva no 
local aplicado. Com este estudo foi possível verificar 
uma diminuição de aproximadamente 50% na flacidez 
da pele. Portanto, comprova-se a eficácia significativa 
das terapias combinadas da estética com as essências 
vibracionais florais, agindo na harmonização energéti-
ca da flacidez de pele.
Palavras-chave: Flacidez, Micropuntura, Terapia Vi-
bracional.
Introdução
Com o processo natural do envelhecimento vão ocor-
rendo mudanças na pele. Uma delas é a flacidez tis-
sular, mais conhecida como flacidez de pele. A pele 
vai perdendo, ao longo do tempo, a elasticidade e a 
firmeza. Isto acontece pela degradação do colágeno e 
da elastina.
Foi realizado um estudo de caso da cliente H.P.P.F., que 
procurou a clínica com queixas sobre o incômodo lo-
calizado na parte submentoniana, também conhecida 
como “papinho”. Indicou-se um teste para ver a eficá-
cia da terapia com o Dermaroller, juntamente com o 
LED e a Ionização. A paciente concordou e aceitou o 
procedimento e no dia 31/10/2014 foi realizada a pri-
meira sessão. No dia 07/11/2014 a mesma retornou à 
clínica para mais uma aplicação, com a duração média 
de 40 minutos. 
Dessa forma, o objetivo do trabalho foi verificar os 
efeitos combinados da micropuntura (Dermaroller), 
LED (Faixa Azul) e terapia vibracional utilizando Firma-
re sublingual na harmonização da flacidez de pele em 
região submentoniana.
Materiais e Métodos
Material: Dermaroller.
Método: Micropuntura, também denominada como 
Dermaroller.
 Figura 1 – Dermaroller.
 
É um tratamento realizado por um pequeno rolo que 
possui as agulhas enfileiradas. Há vários tipos de ta-
manhos e quantidades de agulhas. O objetivo é fazer 
a indução percutânea de colágeno através de uma in-
flamação controlada. Neste caso foi utilizado um ca-
beçote com 540 agulhas de 1,0 mm. 
Material: Luz de LED.
Método: Terapia com Light Emitter Diode (Diodo Emis-
sor de Luz).
O termo LED surgiu de Light Emitter Diode (Diodo 
Emissor de Luz). Possui vários comprimentos de ondas 
e cada qual com sua variante de cor. Essa terapia traz 
benefícios de fotobiomodulação através dos fotorre-
ceptores capazes de modular as atividades bioquími-
cas e fisiológicas das células. Foi utilizado o LED azul 
com comprimento de onda de 470nm. 
Material: Firmare.
Método: Terapia Vibracional.
NAKAMURA, Simone Gláucia
Formada em Estética e Imagem Pessoal, Pós-Graduada em Acupuntura, Professora de Curso Livre de 
Estética e Outras Terapias Alternativas, Londrina, PR
19
Esse produto é formado de um mix de de essências 
vibracionais florais, que por ressonância carregam in-
formação energética via ação biofísica, harmonizando 
as células. Reequilibra o organismo, auxiliando em dis-
túrbios energéticos relacionados com a flacidez.
Protocolo:
1º) Higienizar com álcool 70%;
2º) Passar anestésico tópico (lidocaína 5% pomada), 
tirar depois de 25 minutos;
3º) Passar o Dermaroller com agulhas de 1,0 mm;
4º) Colocar algumas gotas de Firmare na pele;
5º) Usar o LED azul por 2 minutos.
Resultados e Discussão
Após somente 02 sessões do protocolo descrito, a pa-
ciente apresentou um resultado impressionante, com 
redução de mais de 50% da flacidez submentoniana 
(“papinho”), comprovando a eficácia do uso de tera-
pias integradas, especialmente quando são todas bio-
físicas, sem uso de produtos de ação bioquímica, que 
podem acarretar efeitos colaterais. 
Figura 2 – Fotos antes e depois do protocolo proposto.
Conclusão
O trabalho revela que o uso da terapia vibracional flo-
ral associada às terapias estéticas intensifica os efeitos 
das mesmas; principalmente quando se amplifica es-
ses benefícios via vibração sinérgica. 
Comprova-se através das fotos que os resultados são 
notáveis e muito expressivos, quando comparados 
nos dois momentos: antes e depois da terapia.
Referências
ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências 
Vibracionais um Guia Prático para o uso dos Modu-
ladores e Indutores Frequenciais. Curitiba: Rosangela 
Arnt, 2013.
KALIL, C. L. P. V. Laser e outras fontes de luz na derma-
tologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
MENETRIER, J. A Medicina das Funções. São Paulo: Ed 
Organon, 2000.
VINCK, E. et al. Pain reduction by infrared light-emit-
ting diode irradiation: A pilot study on experimentally 
induced delayed-onset muscle soreness in humans. 
Lasers Med Sci, v. 21, n. 1, p. 11-18, 2006.
WHELAN, H. T. et al. Effect of NASA Light-Emitting Dio-
de Irradiation on Molecular Changes for Wound Hea-
ling in Diabetic. Mice.J Clin Laser Med Surg, v. 21, n. 2, 
67-74, 2003.
20
212121
TERAPIA COM ESSÊNCIAS VIBRACIONAIS 
FLORAIS EM HIPERPLASIA DE GLÂNDULA 
ADRENAL EM CÃO 
Resumo
A Hiperplasia Bilateral de Glândula Adrenal geralmente 
acomete cães de meia idade até idosos, contudo pode 
ocorrer em cães jovens. É observada nos casos de Hi-
peradrenocorti cismo hipófi se-dependente, estando na 
maioria associada a tumores hipofi sários. Existe apenas 
um ti po de droga uti lizada no tratamento da Hiperplasia 
e que provoca necrose seleti va das zonas do córtex adre-
nal, além de diversos efeitos colaterais. O objeti vo deste 
estudo clínico foi verifi car a ação das Essências Vibracio-
nais Florais a longo prazo e seus efeitos. Verifi cou-se com 
a terapia realizada o equilíbrio energéti co da glândula 
adrenal, além da normalização das enzimas hepáti cas, 
redução importante do nível do colesterol e perda de 
peso. Concluímos que a ação das essências vibracionais 
reestruturou o equilíbrio energéti co da glândula adrenal, 
diminuindo-a, e refl eti ndo na perda de peso e controle 
do colesterol.
Palavras-chave: Cão, Essências Vibracionais Florais, Hi-
perplasia Bilateral de Adrenal.
Introdução
A Endocrinologia Veterinária é uma das especialidades 
mais complexas, todavia vem progredindo graças à me-
lhor capacitação profi ssional. Os métodos de diagnósti co 
uti lizados são: exame clínico, testes hormonais sanguíne-
os e a Ultrassonografi a abdominal. O maior desafi o está 
na adequaçãoterapêuti ca, que ainda é acompanhada de 
efeitos colaterais indesejados, e que melhora muito pou-
co o funcionamento da glândula, conferindo baixa qua-
lidade de vida aos animais que sofrem com os sintomas 
da doença. 
A Hiperplasia Adrenal Bilateral é observada nos casos 
de Hiperadrenocorti cismo hipófi se-dependente (HA-
CHD), sendo a causa mais comum de HAC espontâneo 
e responsável por aproximadamente 80 a 85% dos ca-
sos.1 Mais de 90% dos cães com HACHD tem tumor hi-
pofi sário, o qual secreta ACTH em excesso, causando 
Hiperplasia Adrenal Bilateral e acentuada secreção de 
corti sol.2 A mensuração da espessura do polo caudal é 
considerada a forma mais fi dedigna de identi fi cação de 
adrenomegalia em cães. A espessura das glândulas adre-
nais de cães normais varia bastante conforme o peso do 
animal, compreendendo valores de 0,3 a 0,8 cm, porém 
não costuma exceder 0,6 cm em cães com peso inferior 
a 10 kg. Valores superiores a 0,75 cm são sugesti vos de 
adrenomegalia e devem ser investi gados, levando sem-
pre em consideração os sintomas clínicos do animal bem 
como os exames laboratoriais.2-4 Os sinais mais comuns 
em HAC são a poliúria, polidipsia, polifagia, respiração 
ofegante, fraqueza da musculatura abdominal, alope-
cia, úlcera gástrica, pancreati te, hepatomegalia, atrofi a 
cutânea e telangectasia.3,5 O diagnósti co através da do-
sagem de ACTH e corti sol é bastante importante atra-
vés da supressão com doses de dexametasona,6 sendo 
complementado pela ultrassonografi a, que é uma mo-
dalidade de referência para a visualização das glândulas 
adrenais, visto que as mesmas, normalmente, não são 
visíveis radiografi camente.7 Além disso, é uma ferramen-
ta importante para a identi fi cação de massas neoplásicas 
nas glândulas adrenais e focos metastáti cos e/ou ade-
rências.8 As principais alterações das glândulas adrenais 
observadas ao ultrassom podem ser divididas em: hiper-
plasia e neoplasia adrenal.
Atualmente o fármaco de escolha para o tratamento de 
HAC espontâneo é o Mitotano (Lysodren®), que provoca 
necrose seleti va das zonas do córtex adrenal, e a Predni-
solona, que causa lesões renais e hepáti cas.2,6
As Essências Vibracionais Florais podem melhorar o fl uxo 
energéti co da Glândula Adrenal, além de não promove-
rem efeitos colaterais. Os Moduladores e os Indutores 
Frequenciais fornecem informações através de um MIX 
de fl orais que ressonam e que atuam aumentando a 
biorrecepti vidade celular. Sendo assim, o objeti vo deste 
estudo foi verifi car a ação das Essências Vibracionais Flo-
rais em longo prazo na Hiperplasia Bilateral de Glândula 
Adrenal.
Material e Métodos
Paciente: Canis familiaris, SRD, macho.
Histórico Clínico:
- Consulta em 23/10/2013: Proprietária solicitou um che-
ck-up roti neiro, alegando que gostaria de emagrecê-lo, 
pois a obesidade existi a há aproximadamente seis anos, 
desde a castração. Além disso, apresentava polifagia, 
sede normal, sem lesões de pele. A dieta era comercial 
(Obesity®), à vontade, e o paciente era glutão, preguiço-
so e dócil;
- 12/11/13: Diátese V (1ml, 2X/dia); Magryl (1ml, 3X/
dia); G-Hadrena (1ml, 2X/dia); Filtralis (1ml, 2X dia); Die-
ta Vegetariana Industrializada, Suco Verde;
LOPES, Daniela Franco
Mestre, Médica Veterinária Homeopata, UNIFENAS, Alfenas, MG.
222222
- 06/08/14: Diátese V (1ml, 2X/dia); Magryl (1ml, 3X/
dia); G-Hadrena (1ml, 2X/dia); Viscutox (1ml, 2X/dia); 
Bilium (1ml, 2X/dia); Dieta Vegetariana Industrializada, 
Suco Verde.
Resultados e Discussão
A maioria dos pacientes com HAC clássico exibe sinto-
mas clínicos de abdômen pendular e distendido, alope-
cia bilateral simétrica, pelo opaco e seco, pele fi na, hi-
perpigmentação, polifagia, poliúria, polidipsia, aumento 
de peso, difi culdade respiratória, alterações em enzi-
mas como a fosfatase alcalina, diabetes.3,9 No entanto, 
o paciente apresentou ao exame clínico apenas alguns 
sintomas, como letargia, obesidade, glutão, aumento 
do colesterol total, aumento da fosfatase alcalina e a 
Hiperplasia bilateral das glândulas adrenais. Cães que 
apresentam o HAC e são tratados com drogas como Mi-
totano, apresentam prognósti co bom, tendo a sobrevi-
da em média de 30 a 36 meses. A maioria dos animais 
acaba indo a óbito devido a complicações do HAC como, 
por exemplo, tromboembolismo pulmonar ou distúrbios 
geriátricos.10 
O paciente iniciou a terapia em 12/11/13 e se encontra-
va uti lizando os produtos até a data de 23/05/2015, além 
da dieta recomendada. Vem apresentando vitalidade e 
reequilíbrio, sem manifestação dos efeitos causados pela 
droga de escolha, o Mitotano, um quimioterápico que 
promove necrose ou atrofi a da glândula adrenal. O uso 
deste requer atenção especial, uma vez que pode causar 
muitos efeitos colaterais, tais como irritação gástrica, vô-
mitos, diarreia, ataxia, letargia, anorexia, hipoadrenocor-
ti cismo iatrogênico, além de morte súbita do paciente.
Verifi cou-se com a terapia realizada o equilíbrio energé-
ti co da glândula adrenal através do ultrassom compara-
ti vo, ausência de quaisquer efeitos tóxicos e necrosantes 
ao organismo, normalização das enzimas hepáti cas e re-
dução importante do nível do colesterol (Tabela 1), sem 
uso de estati nas, que são extremamente prejudiciais. 
Como neste caso não foi possível avaliar o paciente em 
tomografi a para verifi car se existe um tumor de hipófi se, 
optou-se pelo monitoramento por imagem da própria 
glândula através do ultrassom, que demonstrou a dimi-
nuição do tamanho da mesma (Tabela 1).
Tabela 1 – Exames comprobatórios realizados durante o 
tratamento
Figura 1 – Imagem do paciente antes e depois da terapia.
Conclusão
Concluímos por este estudo clínico que a escolha foi de-
cisiva na qualidade de vida do paciente, e mostrou-se efi -
caz, pois o mesmo perdeu peso gradati vamente. Ressal-
tamos que não foi uti lizada ração dietéti ca, que sabemos 
conter altos teores de sal e é defi ciente em ácidos graxos 
essenciais ao controle do peso, além de prejudiciais à 
saúde cardiológica e manutenção do bom colesterol. 
Referências
1. LEDUR, G. R et al. Hemangioma e Mielolipoma em 
glândula adrenal de cão. Acta Scienti ae Veterinariae, v. 
40, n. 3, p. 1063, 2012.
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lo, SP. Originalmente apresentada como Monografi a de 
Curso de Pós-Graduação, Universidade Castelo Branco. 
2007.
3. FELDMAN, E. C. Hiperadrenocorti cismo. In: ETTINGER, 
J. S.; FELDMAN, E.C. Tratado de medicina interna veteri-
nária. São Paulo: Manole, 1997. 2123 p.
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ração das característi cas e medidas ultrassonográfi cas 
das glândulas adrenais de cães e gatos fi lhotes saudá-
veis. Ciência Animal Brasileira, v.14, n. 4, 2013.
5. NICHOLS, R.; PETERSON, M. E.; MULLER, H. S. Glându-
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de pequenos animais. São Paulo: Roca,1998. 270 p.
6. SCHIMMESCHIMMER, B. P.; PARKER, K. L. Inibidores 
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In: HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. Bases farmacológicas 
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7. KEALY, K. J.; McALLISTER, H.; GRAHAM, J. P. Radiografi a 
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8. HOERAUF, A.; REUSCH, C. Ultrasonographic characte-
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pital Associati on, v. 35, n. 3, p. 193-199, 1999.
9. PETERSON, M. E. Distúrbios endócrinos e metabóli-
cos. In: BIRCHARD, S. S.; SHERDING, R. G. Clínica de pe-
quenos animais. São Paulo: Roca, 1998.
10. NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Distúrbios da glândula 
adrenal. In: Medicina interna de pequenos animais. 2. 
ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2001.
DATA 12/11/13 08/12/13 06/08/14
Peso 33 Kg 26 Kg 23,5 Kg
Colesterol
(116 –300 mg/dl)
574 mg/dl 228 mg/dl 188 mg/dl
Fosfatase alcalina 293UI/dl 182 UI/dl 148UI/dl
Corti sol basal
(1 – 4 mcg/dl)
1,62 mcg/dl
Adrenais no 
Ultrassom
D 2,94 X 0,95cm
E 3,01 X 0,93cm
D 2,71 X 9,85cm
E 2,62 X 0,88cm
23
2424242424
Resumo
O paciente A. B. L. foi diagnosti cado com Hemocro-
matose Hereditária com síndrome de sobrecarga de 
ferro dismetabólica, com confi rmação diagnósti ca por 
exames complementares. O objeti vo do trabalho foi 
avaliar se com o uso de práti cas integrati vas de saúde 
quânti ca é possível produzir uma rápida melhora sem 
efeitos colaterais evidenciados. Este apresentou os 
sintomas inicialmente no fi nal de fevereiro de 2013, 
teve uma agravação em 09/03/2013, quando realizou 
exames complementares que, comparando com os 
anteriores (16/11/2012), já apresentavam diferenças. 
Realizou a terapia através de práti cas integrati vas de 
saúde quânti ca (essências vibracionais fl orais e home-
opati a), tendo uma rápida e surpreendente remissão 
dos sintomas fí sicos e mentais em 12 dias. Nos exames 
complementares foi verifi cada a remissão das enzimas 
hepáti cas (tendo base 21/03/2013) em 26 dias. Assim, 
verifi cou-se que o uso de práti cas integrati vas de saú-
de quânti ca promoveu rápida melhora do quadro clí-
nico do paciente, sem efeitos colaterais evidenciados.
Palavras-chave: essências vibracionais, hemocroma-
tose, homeopati a.
Introdução
Paciente A. B. L., 45 anos, gênero masculino, professor 
universitário, saudável até fi nal de fevereiro de 2013. 
Iniciou neste período com sintomas de dor abdomi-
nal aguda o que reti rou de suas ati vidades diárias. Foi 
várias vezes ao pronto socorro, medicado com Busco-
pan® composto e sem diagnósti co voltava para casa. 
Logo que reti rava a medicação alopáti ca reiniciavam 
as dores. Começou a apresentar piora dos sintomas 
com períodos de diarreia alternada com consti pação, 
e aparecendo dores musculares generalizadas, pru-
rido no corpo todo, além de intenso cansaço fí sico1. 
Apresentava-se também muito estressado, com irrita-
bilidade e impaciência2.
Realizados exames complementares em Março de 
2013 verifi cou-se leve aumento das enzimas hepáti -
cas, mostrando que o paciente apresentava uma do-
ença no fí gado. Deu-se início então à terapia através 
de práti cas integrati vas de saúde quânti ca (essências 
vibracionais fl orais, homeopati a e nutrição funcional).
Após 12 dias (21/03/2013) foram realizados novos 
exames. Na consulta médica, o paciente relatou que 
já não apresentava os sintomas iniciais e que havia 
retornado às suas ati vidades profi ssionais habituais. 
Em 25/04/2013 e 07/05/2013 foram realizados exa-
mes complementares de acompanhamento. No dia 
21/05/2013 exames diagnosti caram que o paciente 
possuía Hemocromatose Hereditária e que teve uma 
Síndrome de Ferro Dismetabólica.
O objeti vo do trabalho foi avaliar se com o uso de prá-
ti cas integrati vas de saúde quânti ca é possível verifi -
car uma harmonização do quadro clínico do paciente, 
sem evidenciar efeitos indesejáveis.
Material e Métodos
O paciente A. B. L. foi submeti do a práti cas integrati -
vas de saúde quânti ca (essências vibracionais fl orais e 
homeopati a)3,4, uti lizando:
- Diátese V (10 gotas 1X/dia): de 09/03/2013 a 
09/06/2013;
- Quellanthus (10 gotas 2X/dia): de 09/03/2013 a 
09/03/2015;
- Filtralis (10 gotas 2X/dia): de 09/03/2013 a 
09/03/2015;
- Azianon (5 ml 3X/dia): de 09/03/2013 a 09/05/2013;
- Selênio: de 09/03/2013 a 09/05/2013;
- Ferrum metalicum 30 CH (5 gotas 1X/dia): de 
09/03/2013 a 09/06/2013;
 - Phosphorus 6 CH (5 gotas 3X/dia): de 09/03/2013 a 
09/06/2013.
Recebeu orientação para uma dieta balanceada, sem 
PRÁTICAS INTEGRATIVAS APLICADAS EM 
UM CASO DE HEMOCROMATOSE 
HEREDITÁRIA COM SÍNDROME DE 
SOBRECARGA DE FERRO DISMETABÓLICA
NIED, Márcia Beatriz Rodrigues Pinto
Médica especialista em Homeopatia na Neurologia, com residência em Medicina Geral e Comuni-
tária e formação em Nutrição Funcional, cursando Pós-Graduação em Saúde Quântica, UNINTER, 
Florianópolis/Joinville, SC
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gordura e alimentos sem ferro em sua 
composição. Foram também realizados 
exames complementares: TGO (tran-
saminase glutamina oxalacéti ca), TGP 
(transaminase glutamina pirúvica), Fer-
riti na, GGT (gama glutamil transpepti -
dase), PCR (Proteína C reati va), Fosfata-
se Alcalina, Bilirrubina total, Bilirrubina 
direta, Bilirrubina indireta, Hemocro-
matose Hereditária, saturação de trans-
ferrina e capacidade de transporte total 
de ferro.
Resultados e Discussão
Os primeiros exames complementares 
foram realizados em 09/03/2013, onde 
se observou leve aumento de enzimas 
hepáti cas: TGO (transaminase glutami-
na oxalacéti ca), TGP (transaminase glu-
tamina pirúvica), ferriti na, GGT (gama 
glutamil transpepti dase). 
Os exames foram repeti dos em 
21/03/2013. TGO, TGP e GGT conti nu-
aram subindo, mas cessaram todos os 
sintomas fí sicos e emocionais. Outros 
exames encontravam-se normais (bilir-
rubinas, avaliação de hepati tes virais).
Em 17/04/2013 repeti ram-se os exames iniciais (TGO, 
TGP e GGT), que mostraram rápida redução das enzi-
mas hepáti cas, além da ausência de sintomas fí sicos e 
emocionais, e do paciente referindo-se que se senti a 
muito bem.
Uma nova avaliação de controle de exames comple-
mentares, realizada em 25/04/2013, conti nuou de-
monstrando redução das enzimas TGO, TGP e GGT, 
bem como da ferriti na, mantendo terapia com as es-
sências vibracionais fl orais e homeopati a.
Em 07/05/2013 repeti ram-se os exames: TGP, GGT, 
ferriti na, fosfatase alcalina e proteína C reati va, que 
conti nuaram reduzindo rapidamente.
Em 21/05/2013 realizou-se o exame para hemocroma-
tose hereditária, com os seguintes resultados: C282Y: 
HETEROZIGOTO; H63D: NEGATIVO – HOMOZIGOTO 
SELVAGEM; S65C: HETEROZIGOTO. Apresentou tam-
bém índice de saturação de transferrina no valor de 
56,71% (valores referenciais de 20-50%), e capacidade 
de transporte total do ferro no valor de 298,00 mcg/dl 
(valores referenciais de 280-560 mcg/dl).
O paciente A. B. L. reagiu muito bem às práti cas in-
tegrati vas de saúde quânti ca, o que foi comprovado 
através dos resultados apresentados na Figura 1 (a-f), 
indicando a remissão surpreendentemente rápida, fa-
cilmente verifi cada pelo comportamento dos indica-
dores apresentados.
Conclusão
Concluiu-se que o uso de práti cas integrati vas de saú-
de quânti ca é capaz de um efeito rápido, com confi r-
mação pelos exames complementares, em um caso de 
Hemocromatose Hereditária com síndrome de sobre-
carga de ferro dismetabólica, sem riscos e sem efeitos 
colaterais evidenciados.
Referências
1 do PRADO, F. C.; RAMOS, J.; do VALLE, J. R. Atualiza-
ção Terapêuti ca. 22. ed. Artes Médicas, 2005.
2 HERING, C. Analyti cal Repertory of the Symptoms 
of the Mind. 2. ed. B. Jain Publishers, 1983.
3 ARNT, R.; ARNT, P. R. Vade Mecum das Essências Vi-
bracionais – Um Guia Práti co para o Uso dos Modu-
ladores e Indutores Frequenciais. 1. ed. Paraná, 2013.
4 KENT, J. T. Repertory of the Homeopathic – Meteria 
Medica and a Word Index. 6. ed. 1989.
Figura 1 (a-f) – Resultados de exames complementares comparati vos 
das enzimas e ferriti na.
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PROPOSTA DE INTERAÇÃO DA 
PSICOLOGIA CORPORAL COM A 
SAÚDE QUÂNTICA
Resumo
À medida que desenvolvo meu trabalho como Psicote-
rapeuta me aproprio das essências vibracionais, que são 
produtos quânti cos, e vou percebendo que há uma inte-
ração profunda entre saúde quânti ca e saúde psíquica/
corporal. Um vive em harmonia com o outro, visto que 
tanto a Psicologia Corporal quanto a terapia quânti ca 
veem o ser imerso no campo energéti co que tanto emite 
luz como também a recebe. Propor a validação da tera-
pia com essências vibracionais fl orais em pacientes que 
buscam a psicologiacorporal por somati zarem reações 
diversas em seu corpo, oriundas de emoções não traba-
lhadas, é o objeti vo desse trabalho. Numa visão holísti ca, 
favorecer a interligação com toda estrutura corporal em 
que está inserida toda a história de um ser que vive fe-
chado em si mesmo. Ao nos dedicarmos aos estudos da 
saúde quânti ca nos convencemos que os seres humanos 
são muito mais que corpo fí sico, e sim, sistema integrado 
de energia vital, onde reside nossa essência, nossa alma 
que impulsiona a vida. Considera-se oportuno dedicar-
se parte dos estudos da Psicologia Corporal na aplicabi-
lidade de diferentes ti pos de terapias energéti cas con-
vergentes à fí sica quânti ca, como também aos trabalhos 
da psicologia estudada por Reich no tratamento clínico, 
desde que não exista uma dicotomia entre fí sico, psico-
lógico, espiritual e emocional. 
Palavras-chave: energia, essências vibracionais fl orais, 
psicoterapia.
Introdução
Wilhelm Reich (1897-1957), o pai da psicologia corporal, 
para melhor compreender o corpo humano resolveu ob-
servá-lo por sete seguimentos, não desconsiderando a 
visão holísti ca que favorece a interligação com toda es-
trutura corporal. Ali está inserida toda a história de um 
ser que vive fechado em si mesmo. Na fala de Reich “a 
mesma energia que está no universo é a que está cir-
culando em nós”, e os distúrbios psicoemocionais estão 
sempre associados a distúrbios corporais (anatômico-fi -
siológico), e a esse conjunto de 07 segmentos que envol-
vem esses distúrbios ele chamou de couraças.
Ao ir desbravando e fl exibilizando com o paciente cada 
uma de suas couraças, o psicoterapeuta com toda ha-
bilidade que lhe é necessária, vai ajudando a esse indi-
víduo a conhecer-se melhor, fazendo uma conexão com 
seu “EU”. A cada desbloqueio de uma couraça um ser 
novo começa a desabrochar, e inicia um desvendar de 
sua história de vida. Os setes segmentos corporais em 
que é observado permitem chegar à integridade do ser 
começando pela couraça Ocular. Este segmento envol-
ve: olhos e ouvidos. É uma área que acumula o estresse. 
Contrariedades, decepções, frustrações, necessidade de 
chorar, necessidade de manter aparência, também fi cam 
impressos nos olhos e na face. A seguir, a couraça Oral 
é o segmento em que reside o estresse ligado a raivas 
profundas não expressas, que muitas vezes produzem o 
fenômeno chamado bruxismo, que consiste no desgas-
te das arcadas dentárias pelo atrito que ocorre duran-
te o sono. Na sequência, trabalha-se no desbloqueio da 
Cervical, seguimento que envolve o pescoço. A limitação 
dos movimentos do pescoço repercute sobre a maneira 
como o sujeito olha ao redor de si mesmo, conduz a po-
sições egoístas, de necessidade de controle, da possibili-
dade de senti r seus limites.
O quarto segmento, o Peitoral, consiste nos músculos 
intercostais, nos músculos peitorais, nos músculos da 
escápula, nos espinais, na caixa torácica e nas mãos e 
braços. É o segmento mais importante porque contém as 
estruturas mais vitais, ou seja, o coração e os pulmões. É 
o primeiro segmento a sofrer bloqueios quando aprende 
a reter a inspiração e a reduzir a ansiedade. 
O Diafragma é o quinto segmento. Compõe-se de uma 
parte muscular que se insere sobre o entorno do tórax e 
sobre a coluna. Entre os pilares do diafragma passam as 
fi bras simpáti cas, a raiz dos canais onde circula a linfa e 
a artéria mamária interna. Esse músculo se põe em fun-
cionamento e se contrai no momento da passagem da 
CRISTOFOLINI, Glória Maria Alves Ferreira
Mestre em Educação; Psicopedagoga; Psicoterapeuta Holística com especialização em Psicologia 
Corporal; Professora de Pós-Graduação em Saúde Quântica e Professora de Graduação na área da 
Educação e Psicologia
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vida fetal para a vida ex-
trauterina. Ele age como 
um bombeamento para 
a respiração, a circulação 
e a digestão; ele intervém 
ainda na fonação. O dia-
fragma está diretamente 
relacionado à respiração 
e às emoções. 
O Abdominal é o sexto 
segmento: tem como or-
gãos os músculos abdo-
minais, intesti no e rins. 
Relaciona-se às emoções 
e sensações mais primiti -
vas. Sintomas de encoura-
çamento incluem: muscu-
latura abdominal fl ácida 
ou hipertônica, gerando 
quadros de dores lomba-
res e/ou hiperlordose lombar (excesso da curvatura da 
coluna lombar), prisão de ventre ou diarréia, bloqueio da 
passagem de energia da pelve para o coração. 
O séti mo e últi mo segmento corporal é o Pélvico, que 
tem a ver com a sexualidade humana e com a maneira 
em que se relaciona e transforma essa energia. A energia 
sobe pelos pés, pernas, chegando à pelve. 
Desenvolvimento
Para fl exibilizar e harmonizar os segmentos encouraça-
dos no corpo de um paciente percebe-se a necessida-
de de além dos exercícios apropriados, o uso contí nuo 
de diferentes essências vibracionais fl orais. Dentre elas: 
Neurotox (que proporciona uma harmonização por 
ressonância dos pensamentos e senti mentos negati -
vos), Consciencius (essência vibracional que harmoniza 
energeti camente as funções cerebrais, com estí mulos 
frequenciais para foco e atenção, além de relaxamento 
mental), Oxyfl ower gel seguido de Analgesium gel, para 
modular energeti camente todo organismo. Cada seg-
mento recebe uma informação vibracional diferencia-
da, como no caso do uso do Visualis, no desbloqueio da 
couraça ocular; do Halgalis e G-Controller, para a couraça 
cervical, que está inti mamente ligada aos desequilíbrios 
energéti cos ti reoidianos. O G-Himunus vai harmonizar 
processos emocionais, sendo aliado para o desencoura-
çamento peitoral. Parlathum e Mentalis para harmonizar 
o segmento oral. Para harmonizar o Diafragma, tem-se 
feito uso do Respirium e Cardinalis. Nos casos de coura-
ça do segmento Pélvico, as essências vibracionais mais 
usadas são Femininum para as mulheres e Erectus para 
os homens. Para o equilíbrio da couraça Abdominal, usa-
se Movimentum e Azianon. Não deixando de usar Oxy-
fl ower para harmonizar o fl uxo de energia relacionado 
à oxigenação celular, obtendo assim melhor resposta 
(Figura 1).
Na observação clínica, a cada desbloqueio de uma cou-
raça um ser novo começa a desabrochar, sua história de 
vida começa a ser desvendada. São muitos os anos, de-
pendendo da idade do paciente, onde o mesmo se sente 
preso em uma armadura de angústi as, dor e sofrimen-
tos. Preso em si mesmo sem saber fazer conexão intra-
corporal, e tão pouco conseguindo mergulhar na pro-
fundidade de seu mundo. São muitos os pacientes que 
buscam ajuda e, ao inserir os produtos quânti cos numa 
associação clínica com aplicação dos protocolos da psico-
logia corporal, a resposta fi ca evidente, como no uso do 
Consciencius, em que este uti liza durante os exercícios e 
dá conti nuidade usando diariamente em casa. Cada caso 
é abordado de acordo com o diagnósti co das couraças, 
e o uso conti nuado das essências vibracionais fl orais faz 
com que os benefí cios da terapia integrati va sejam mais 
rápidos e duradouros.
Conclusão
A parti r da aplicabilidade das essências vibracionais 
quânti cas em associação com os exercícios da aborda-
gem da psicologia corporal, constata-se um processo de 
conscienti zação e equilíbrio mais rápido do paciente. É 
importante que o terapeuta que conduz o processo clí-
nico tenha pleno conhecimento dos produtos quânti cos, 
como também formação na área específi ca, para que 
possa auxiliar o paciente em sua caminhada, favorecen-
do um salto qualitati vo em sua terapia.
Referências
ARNT, R. Z.; ARNT, P. R., Vade Mecum das Essências Vi-
bracionais um Guia Práti co para o uso dos Moduladores 
e Indutores Frequenciais. Curiti ba: Rosangela Arnt, 2013.
VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Psicologia Corporal – Um Breve 
Histórico. Curiti ba: Centro Reichiano, 2003.
VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Reich: Da Vegetoterapia à des-
coberta da energia orgone.Curiti ba: Centro Reichiano, 
2003.
Figura 1 – Os sete seguimentos da couraça muscular segundo a Psicologia Corporal.
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	Revista 8ed - Artigos Medicos.pdf
	Revista 8ed - Artigos Cientificos

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