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CIVILIII - avaliando aprendizado - Estácio

Simulado de questões sobre Direito Contratual: princípios (boa‑fé objetiva, função social, equilíbrio econômico‑financeiro, autonomia, consensualismo, onerosidade excessiva) e espécies/efeitos contratuais (contrato estimatório/consignação, arras, evicção).

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

A alternativa correta, de acordo com os novos princípios contratuais, é:
É possível que as partes, a qualquer momento, desistam das negociações preliminares, ainda que se tenha criado a legítima expectativa na outra parte de que o contrato seria celebrado, independentemente de perdas e danos.
A boa-fé objetiva é um preceito que, embora previsto no Código Civil, pode ser afastado pela vontade das partes, desde que expressamente convencionado.
O princípio do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos impede qualquer mínimo desequilíbrio porventura existente nas relações contratuais, criando, assim, um equilíbrio objetivo no tráfego jurídico de massas.
Ao revogarem os princípios clássicos, os novos princípios exigem uma relação contratual mais clara, transparente e equilibrada, com a tutela da parte mais fraca.
A função social dos contratos possui, segundo posição majoritária da doutrina e jurisprudência, dois principais efeitos: mitiga a autonomia da vontade e atenua o princípio da relatividade dos efeitos dos contratos.

A visão pós-moderna do Direito Contratual, também chamada de neocontratualismo, tem como base:
a obrigatoriedade do registro
a função social e a boa-fé
as relações individuais
o direito de sequela
somente o pacta sunt servanda

Acerca dos princípios fundamentais do direito contratual, marque a alternativa correta:
O princípio da autonomia da vontade tem como escopo restringir a liberdade de contratar, por terem as partes a faculdade de celebrar ou não contratos, sem qualquer interferência do Estado.
Podem as partes celebrar somente contratos nominados, sendo os contratos inominados afastados pelo CC/2002.
De acordo com Código Cívil de 2002, boa-fé pode ser afastada por convenção das partes.
Pelo princípio da revisão dos contratos ou da onerosidade excessiva propõe-se que nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente, com expressa vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, não poderá o devedor pedir a resolução do contrato, ficando este obrigado a cumpri-lo em todos os seus termos.
A liberdade contratual encontrou sempre limitação na ideia de ordem pública, entendendo-se que o interesse da sociedade deve prevalecer quando colide com o interesse individual, contudo referido princípio não é limitador da autonomia da vontade, que prevalece sempre por ser absoluto.
De acordo com o princípio do consensualismo, basta, para o aperfeiçoamento do contrato, o acordo de vontades.
Decorre ele da moderna concepção de que o contrato resulta do consenso, do acordo de vontades, independentemente da entrega da coisa.

(MPE/MA - 2014 - Promotor de Justiça) - Considerando a disciplina dos contratos no Código Civil, marque a alternativa correta:
No que diz respeito aos vícios redibitórios, se o alienante os conhecia, restituirá o que recebeu com perdas e danos. Todavia, se não os conhecia, será responsável apenas pela restituição do valor recebido;
A responsabilidade pela evicção pode, por convenção entre as partes, ser reforçada ou reduzida, mas não excluída.
Na hipótese de inexecução de um contrato celebrado com cláusula prevendo o direito de arrependimento por parte de quem recebeu as arras, quem as deu pode haver a avença por desfeita e exigir a sua devolução mais o equivalente, com atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, juros e honorários de advogado, sem prejuízo de pleitear judicialmente indenização suplementar;
Em negócio entre particulares, sem incidência do Código de Defesa do Consumidor, havendo vício na coisa que, por sua natureza, só puder ser conhecido posteriormente à celebração, o prazo para o adquirente obter a redibição ou abatimento no preço contar-se-á do momento em que dele tiver ciência, até o prazo máximo de noventa dias, em se tratando de bens móveis; e de seis meses, para os imóveis;
É direito do evicto, salvo estipulação em contrário, além da restituição integral do preço ou das quantias que pagou, a indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízos que diretamente resultarem da evicção;

Assinale a alternativa correta sobre evicção:
é perda da coisa em virtude de sentença judicial, que a atribui a outrem por causa jurídica preexistente ao contrato
são defeitos ocultos em coisa recebida em virtude de contrato comutativo, que a tornam imprópria ao uso a que se destina, ou lhe diminuam o valor
ocorre quando uma pessoa convenciona com outra que concederá uma vantagem em favor de terceiro, que não é parte no contrato
ocorre quando as partes contratantes convencionam a rescisão do contrato
A onerosidade da aquisição não é requisito

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Questões resolvidas

A alternativa correta, de acordo com os novos princípios contratuais, é:
É possível que as partes, a qualquer momento, desistam das negociações preliminares, ainda que se tenha criado a legítima expectativa na outra parte de que o contrato seria celebrado, independentemente de perdas e danos.
A boa-fé objetiva é um preceito que, embora previsto no Código Civil, pode ser afastado pela vontade das partes, desde que expressamente convencionado.
O princípio do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos impede qualquer mínimo desequilíbrio porventura existente nas relações contratuais, criando, assim, um equilíbrio objetivo no tráfego jurídico de massas.
Ao revogarem os princípios clássicos, os novos princípios exigem uma relação contratual mais clara, transparente e equilibrada, com a tutela da parte mais fraca.
A função social dos contratos possui, segundo posição majoritária da doutrina e jurisprudência, dois principais efeitos: mitiga a autonomia da vontade e atenua o princípio da relatividade dos efeitos dos contratos.

A visão pós-moderna do Direito Contratual, também chamada de neocontratualismo, tem como base:
a obrigatoriedade do registro
a função social e a boa-fé
as relações individuais
o direito de sequela
somente o pacta sunt servanda

Acerca dos princípios fundamentais do direito contratual, marque a alternativa correta:
O princípio da autonomia da vontade tem como escopo restringir a liberdade de contratar, por terem as partes a faculdade de celebrar ou não contratos, sem qualquer interferência do Estado.
Podem as partes celebrar somente contratos nominados, sendo os contratos inominados afastados pelo CC/2002.
De acordo com Código Cívil de 2002, boa-fé pode ser afastada por convenção das partes.
Pelo princípio da revisão dos contratos ou da onerosidade excessiva propõe-se que nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente, com expressa vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, não poderá o devedor pedir a resolução do contrato, ficando este obrigado a cumpri-lo em todos os seus termos.
A liberdade contratual encontrou sempre limitação na ideia de ordem pública, entendendo-se que o interesse da sociedade deve prevalecer quando colide com o interesse individual, contudo referido princípio não é limitador da autonomia da vontade, que prevalece sempre por ser absoluto.
De acordo com o princípio do consensualismo, basta, para o aperfeiçoamento do contrato, o acordo de vontades.
Decorre ele da moderna concepção de que o contrato resulta do consenso, do acordo de vontades, independentemente da entrega da coisa.

(MPE/MA - 2014 - Promotor de Justiça) - Considerando a disciplina dos contratos no Código Civil, marque a alternativa correta:
No que diz respeito aos vícios redibitórios, se o alienante os conhecia, restituirá o que recebeu com perdas e danos. Todavia, se não os conhecia, será responsável apenas pela restituição do valor recebido;
A responsabilidade pela evicção pode, por convenção entre as partes, ser reforçada ou reduzida, mas não excluída.
Na hipótese de inexecução de um contrato celebrado com cláusula prevendo o direito de arrependimento por parte de quem recebeu as arras, quem as deu pode haver a avença por desfeita e exigir a sua devolução mais o equivalente, com atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, juros e honorários de advogado, sem prejuízo de pleitear judicialmente indenização suplementar;
Em negócio entre particulares, sem incidência do Código de Defesa do Consumidor, havendo vício na coisa que, por sua natureza, só puder ser conhecido posteriormente à celebração, o prazo para o adquirente obter a redibição ou abatimento no preço contar-se-á do momento em que dele tiver ciência, até o prazo máximo de noventa dias, em se tratando de bens móveis; e de seis meses, para os imóveis;
É direito do evicto, salvo estipulação em contrário, além da restituição integral do preço ou das quantias que pagou, a indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízos que diretamente resultarem da evicção;

Assinale a alternativa correta sobre evicção:
é perda da coisa em virtude de sentença judicial, que a atribui a outrem por causa jurídica preexistente ao contrato
são defeitos ocultos em coisa recebida em virtude de contrato comutativo, que a tornam imprópria ao uso a que se destina, ou lhe diminuam o valor
ocorre quando uma pessoa convenciona com outra que concederá uma vantagem em favor de terceiro, que não é parte no contrato
ocorre quando as partes contratantes convencionam a rescisão do contrato
A onerosidade da aquisição não é requisito

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12/11/2019 EPS: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 1/2
1a Questão (Ref.:201804823473) Pontos: 0,0 / 0,1 
A alternativa correta, de acordo com os novos princípios contratuais, é:
O princípio do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos impede qualquer mínimo desequilíbrio porventura
existente nas relações contratuais, criando, assim, um equilíbrio objetivo no tráfego jurídico de massas.
 A função social dos contratos possui, segundo posição majoritária da doutrina e jurisprudência, dois principais
efeitos: mitiga a autonomia da vontade e atenua o princípio da relatividade dos efeitos dos contratos.
 Ao revogarem os princípios clássicos, os novos princípios exigem uma relação contratual mais clara, transparente
e equilibrada, com a tutela da parte mais fraca.
A boa-fé objetiva é um preceito que, embora previsto no Código Civil, pode ser afastado pela vontade das partes,
desde que expressamente convencionado.
É possível que as partes, a qualquer momento, desistam das negociações preliminares, ainda que se tenha criado
a legítima expectativa na outra parte de que o contrato seria celebrado, independentemente de perdas e danos.
Respondido em 12/11/2019 12:15:24
Compare com a sua resposta: Trata-se de doação remuneratória que é feita em retribuição a serviços prestados e o
pagamento não pode ser exigido por parte do donatário. Logo, se a dívida era exigível, a retribuição chama-se
pagamento, ou dação em pagamento, se ocorrer a substituição da coisa devida por outra.
2a Questão (Ref.:201805640540) Pontos: 0,1 / 0,1 
A visão pós-moderna do Direito Contratual, também chamada de neocontratualismo, tem como base:
 a função social e a boa-fé
somente o pacta sunt servanda
o direito de sequela
as relações individuais
a obrigatoriedade do registro
Respondido em 12/11/2019 12:16:14
Compare com a sua resposta:
3a Questão (Ref.:201804822161) Pontos: 0,1 / 0,1 
Acerca dos princípios fundamentais do direito contratual, marque a alternativa correta:
O princípio da autonomia da vontade tem como escopo restringir a liberdade de contratar, por terem as partes a
faculdade de celebrar ou não contratos, sem qualquer interferência do Estado. Podem as partes celebrar somente
contratos nominados, sendo os contratos inominados afastados pelo CC/2002.
A liberdade contratual encontrou sempre limitação na ideia de ordem pública, entendendo-se que o interesse da
sociedade deve prevalecer quando colide com o interesse individual, contudo referido princípio não é limitador da
autonomia da vontade, que prevalece sempre por ser absoluto.
Pelo princípio da revisão dos contratos ou da onerosidade excessiva propõe-se que nos contratos de execução
continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente, com expressa vantagem para
a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, não poderá o devedor pedir a resolução do
contrato, ficando este obrigado a cumpri-lo em todos os seus termos.
 De acordo com o princípio do consensualismo, basta, para o aperfeiçoamento do contrato, o acordo de vontades.
Decorre ele da moderna concepção de que o contrato resulta do consenso, do acordo de vontades,
independentemente da entrega da coisa.
De acordo com Código Cívil de 2002, boa-fé pode ser afastada por convenção das partes
Respondido em 12/11/2019 12:17:57
Compare com a sua resposta: A) Sim, de acordo com o Art. 534, CC/02. Por se tratar de contrato estimatório ou de
consignação, cabe a Diogo (consignatário ou accipiens) pagar a Ester (consignante ou tradens) vinte reais por escultura
alienada, independentemente do valor de venda das esculturas a terceiros. Destaque-se que esta questão tem como
escopo verificar se o examinando identifica a espécie de contrato em análise como contrato estimatório ou de consignação
e se fundamenta a sua resposta de acordo com as normas e princípios que regem especificamente essa modalidade
contratual. B) Não, de acordo com os artigos 400 ou 535 do CC, no contrato estimatório, por ser dever do consignatário
restituir a coisa não vendida, cabe a ele arcar com as despesas necessárias à sua conservação, sem deduzi-las do preço a
ser pago à consignante.
12/11/2019 EPS: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 2/2
4a Questão (Ref.:201804822135) Pontos: 0,1 / 0,1 
(MPE/MA - 2014 - Promotor de Justiça) - Considerando a disciplina dos contratos no Código Civil, marque a alternativa
correta:
Na hipótese de inexecução de um contrato celebrado com cláusula prevendo o direito de arrependimento por parte
de quem recebeu as arras, quem as deu pode haver a avença por desfeita e exigir a sua devolução mais o
equivalente, com atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, juros e honorários de
advogado, sem prejuízo de pleitear judicialmente indenização suplementar;
A responsabilidade pela evicção pode, por convenção entre as partes, ser reforçada ou reduzida, mas não
excluída.
 É direito do evicto, salvo estipulação em contrário, além da restituição integral do preço ou das quantias que
pagou, a indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízos que diretamente resultarem da evicção;
Em negócio entre particulares, sem incidência do Código de Defesa do Consumidor, havendo vício na coisa que,
por sua natureza, só puder ser conhecido posteriormente à celebração, o prazo para o adquirente obter a
redibição ou abatimento no preço contar-se-á do momento em que dele tiver ciência, até o prazo máximo de
noventa dias, em se tratando de bens móveis; e de seis meses, para os imóveis;
No que diz respeito aos vícios redibitórios, se o alienante os conhecia, restituirá o que recebeu com perdas e
danos. Todavia, se não os conhecia, será responsável apenas pela restituição do valor recebido;
Respondido em 12/11/2019 12:19:34
Compare com a sua resposta: O mandatário estará assumindo o risco, pois o mandante não responderá e o mandatário
não agiu em seu próprio nome, exceto se o mandatário se responsabilizar pessoalmente ou prometer que o mandante irá
ratificar. Mas, se o terceiro tiver ciência, não tem ação contra o mandatário, salvo se esse se responsabilizou
pessoalmente ou prometeu ratificação do mandante. Segundo o art.673 do CC :¿O terceiro que, depois de conhecer os
poderes do mandatário, com ele celebrar negócio jurídico exorbitante do mandato, não tem ação contra o mandatário,
salvo se este lhe prometeu ratificação do mandante ou se responsabilizou pessoalmente.¿
5a Questão (Ref.:201804823586) Pontos: 0,1 / 0,1 
Assinale a alternativa correta sobre evicção:
 é perda da coisa em virtude de sentença judicial, que a atribui a outrem por causa jurídica preexistente ao
contrato
são defeitos ocultos em coisa recebida em virtude de contrato comutativo, que a tornam imprópria ao uso a que
se destina, ou lhe diminuam o valor
ocorre quando uma pessoa convenciona com outra que concederá uma vantagem em favor de terceiro, que não é
parte no contrato
ocorre quando as partes contratantes convencionam a rescisão do contrato
A onerosidade da aquisição não é requisito
Respondido em 12/11/2019 12:20:47
Compare com a sua resposta: Autonomia da vontade (arts 421 e 425), supremacia da ordem pública, consensualismo,
relatividade dos contratos, obrigatoriedade dos contratos, revisão dos contratos e boa-fé objetiva.

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