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12/11/2019 EPS: Alunos simulado.estacio.br/alunos/ 1/2 1a Questão (Ref.:201804823473) Pontos: 0,0 / 0,1 A alternativa correta, de acordo com os novos princípios contratuais, é: O princípio do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos impede qualquer mínimo desequilíbrio porventura existente nas relações contratuais, criando, assim, um equilíbrio objetivo no tráfego jurídico de massas. A função social dos contratos possui, segundo posição majoritária da doutrina e jurisprudência, dois principais efeitos: mitiga a autonomia da vontade e atenua o princípio da relatividade dos efeitos dos contratos. Ao revogarem os princípios clássicos, os novos princípios exigem uma relação contratual mais clara, transparente e equilibrada, com a tutela da parte mais fraca. A boa-fé objetiva é um preceito que, embora previsto no Código Civil, pode ser afastado pela vontade das partes, desde que expressamente convencionado. É possível que as partes, a qualquer momento, desistam das negociações preliminares, ainda que se tenha criado a legítima expectativa na outra parte de que o contrato seria celebrado, independentemente de perdas e danos. Respondido em 12/11/2019 12:15:24 Compare com a sua resposta: Trata-se de doação remuneratória que é feita em retribuição a serviços prestados e o pagamento não pode ser exigido por parte do donatário. Logo, se a dívida era exigível, a retribuição chama-se pagamento, ou dação em pagamento, se ocorrer a substituição da coisa devida por outra. 2a Questão (Ref.:201805640540) Pontos: 0,1 / 0,1 A visão pós-moderna do Direito Contratual, também chamada de neocontratualismo, tem como base: a função social e a boa-fé somente o pacta sunt servanda o direito de sequela as relações individuais a obrigatoriedade do registro Respondido em 12/11/2019 12:16:14 Compare com a sua resposta: 3a Questão (Ref.:201804822161) Pontos: 0,1 / 0,1 Acerca dos princípios fundamentais do direito contratual, marque a alternativa correta: O princípio da autonomia da vontade tem como escopo restringir a liberdade de contratar, por terem as partes a faculdade de celebrar ou não contratos, sem qualquer interferência do Estado. Podem as partes celebrar somente contratos nominados, sendo os contratos inominados afastados pelo CC/2002. A liberdade contratual encontrou sempre limitação na ideia de ordem pública, entendendo-se que o interesse da sociedade deve prevalecer quando colide com o interesse individual, contudo referido princípio não é limitador da autonomia da vontade, que prevalece sempre por ser absoluto. Pelo princípio da revisão dos contratos ou da onerosidade excessiva propõe-se que nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente, com expressa vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, não poderá o devedor pedir a resolução do contrato, ficando este obrigado a cumpri-lo em todos os seus termos. De acordo com o princípio do consensualismo, basta, para o aperfeiçoamento do contrato, o acordo de vontades. Decorre ele da moderna concepção de que o contrato resulta do consenso, do acordo de vontades, independentemente da entrega da coisa. De acordo com Código Cívil de 2002, boa-fé pode ser afastada por convenção das partes Respondido em 12/11/2019 12:17:57 Compare com a sua resposta: A) Sim, de acordo com o Art. 534, CC/02. Por se tratar de contrato estimatório ou de consignação, cabe a Diogo (consignatário ou accipiens) pagar a Ester (consignante ou tradens) vinte reais por escultura alienada, independentemente do valor de venda das esculturas a terceiros. Destaque-se que esta questão tem como escopo verificar se o examinando identifica a espécie de contrato em análise como contrato estimatório ou de consignação e se fundamenta a sua resposta de acordo com as normas e princípios que regem especificamente essa modalidade contratual. B) Não, de acordo com os artigos 400 ou 535 do CC, no contrato estimatório, por ser dever do consignatário restituir a coisa não vendida, cabe a ele arcar com as despesas necessárias à sua conservação, sem deduzi-las do preço a ser pago à consignante. 12/11/2019 EPS: Alunos simulado.estacio.br/alunos/ 2/2 4a Questão (Ref.:201804822135) Pontos: 0,1 / 0,1 (MPE/MA - 2014 - Promotor de Justiça) - Considerando a disciplina dos contratos no Código Civil, marque a alternativa correta: Na hipótese de inexecução de um contrato celebrado com cláusula prevendo o direito de arrependimento por parte de quem recebeu as arras, quem as deu pode haver a avença por desfeita e exigir a sua devolução mais o equivalente, com atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, juros e honorários de advogado, sem prejuízo de pleitear judicialmente indenização suplementar; A responsabilidade pela evicção pode, por convenção entre as partes, ser reforçada ou reduzida, mas não excluída. É direito do evicto, salvo estipulação em contrário, além da restituição integral do preço ou das quantias que pagou, a indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízos que diretamente resultarem da evicção; Em negócio entre particulares, sem incidência do Código de Defesa do Consumidor, havendo vício na coisa que, por sua natureza, só puder ser conhecido posteriormente à celebração, o prazo para o adquirente obter a redibição ou abatimento no preço contar-se-á do momento em que dele tiver ciência, até o prazo máximo de noventa dias, em se tratando de bens móveis; e de seis meses, para os imóveis; No que diz respeito aos vícios redibitórios, se o alienante os conhecia, restituirá o que recebeu com perdas e danos. Todavia, se não os conhecia, será responsável apenas pela restituição do valor recebido; Respondido em 12/11/2019 12:19:34 Compare com a sua resposta: O mandatário estará assumindo o risco, pois o mandante não responderá e o mandatário não agiu em seu próprio nome, exceto se o mandatário se responsabilizar pessoalmente ou prometer que o mandante irá ratificar. Mas, se o terceiro tiver ciência, não tem ação contra o mandatário, salvo se esse se responsabilizou pessoalmente ou prometeu ratificação do mandante. Segundo o art.673 do CC :¿O terceiro que, depois de conhecer os poderes do mandatário, com ele celebrar negócio jurídico exorbitante do mandato, não tem ação contra o mandatário, salvo se este lhe prometeu ratificação do mandante ou se responsabilizou pessoalmente.¿ 5a Questão (Ref.:201804823586) Pontos: 0,1 / 0,1 Assinale a alternativa correta sobre evicção: é perda da coisa em virtude de sentença judicial, que a atribui a outrem por causa jurídica preexistente ao contrato são defeitos ocultos em coisa recebida em virtude de contrato comutativo, que a tornam imprópria ao uso a que se destina, ou lhe diminuam o valor ocorre quando uma pessoa convenciona com outra que concederá uma vantagem em favor de terceiro, que não é parte no contrato ocorre quando as partes contratantes convencionam a rescisão do contrato A onerosidade da aquisição não é requisito Respondido em 12/11/2019 12:20:47 Compare com a sua resposta: Autonomia da vontade (arts 421 e 425), supremacia da ordem pública, consensualismo, relatividade dos contratos, obrigatoriedade dos contratos, revisão dos contratos e boa-fé objetiva.