COT_Acomp_eQualObraFAReMercado_FEV2015
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COT_Acomp_eQualObraFAReMercado_FEV2015


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CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS \u2013 ACOMPANHAMENTO DE OBRAS \u2013 
FAR E MERCADO 
 
Vigência: 05/11/20145 Versão 002 1 / 21 
 
CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS \u2013 ACOMPANHAMENTO DE OBRAS \u2013 FAR E MERCADO 
SUMÁRIO 
 
1 OBJETIVO,2 
2 INTRODUÇÃO,2 
3 PROGRAMAS,2 
3.1 CONCESSÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO,2 
3.2 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA \u2013 RECURSOS FAR,2 
4 DEFINIÇÕES,2 
5 ATRIBUIÇÕES DA EMPRESA CREDENCIADA,2 
5.7 ATRIBUIÇÕES DO ENGENHEIRO E/OU ARQUITETO QUE REALIZA A VISTORIA,3 
6 REGRAS GERAIS,3 
7 VISTORIA DE QUALIDADE,4 
8 VISTORIA DE AFERIÇÃO \u2013 APOIO À PRODUÇÃO, PEC, MPE E MCMV-FAR,5 
8.4 AFERIÇÃO DA MEDIÇÃO,5 
8.5 CRONOGRAMA FÍSICO DA OBRA,5 
9 PRAZOS DE ENTREGA,6 
10 FORMA DE ENTREGA DO TRABALHO,6 
10.3 ENTREGA EM MEIO FÍSICO,6 
10.4 ENTREGA EM MEIO ELETRÔNICO,6 
11 CONTROLE DA QUALIDADE TÉCNICA,6 
12 ATIVIDADES RELACIONADAS ÀS VISTORIA DE ACOMPANHAMENTO DE OBRA \u2013 EDIFICAÇÃO,7 
13 ANEXO I - DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE VISTORIA DE QUALIDADE \u2013 
RVQ,8 
13.1 ASPECTOS GERAIS \u2013 SITUAÇÃO DO EMPREENDIMENTO,8 
13.2 HABITAÇÃO,9 
13.3 INFRAESTRURA E ÁREAS EXTERNAS E DE USO COMUM,14 
14 ANEXO II - CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO \u2013 HABITAÇÃO,17 
15 ANEXO III - CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO \u2013 INFRAESTRUTURA,19 
16 ANEXO IV - DICAS PARA A VISTORIA DE AFERIÇÃO,19 
16.3 ÁREA EXTERNA,19 
16.4 NAS UNIDADES,20 
 
 
CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS \u2013 ACOMPANHAMENTO DE OBRAS \u2013 
FAR E MERCADO 
 
Vigência: 05/11/20145 Versão 002 2 / 21 
 
1 OBJETIVO 
1.1 Definir as instruções básicas e procedimentos de rotina estabelecidos pela CAIXA para a atividade de 
acompanhamento de obras, vinculadas a operações de crédito imobiliário. 
2 INTRODUÇÃO 
2.1 O acompanhamento de obras visa garantir o fiel cumprimento do contrato, especialmente com relação aos 
prazos e qualidade dos serviços executados. 
2.2 As orientações para as atividades técnicas de engenharia voltadas para empreendimentos habitacionais, visam 
atender à CAIXA nos programas e modalidades do Crédito Imobiliário, de forma tempestiva e respeitando níveis de 
excelência, condições preestabelecidas, disposições das Normas Técnicas Brasileiras e atos normativos da CAIXA. 
2.3 Os programas habitacionais, no âmbito do crédito imobiliário, disponibilizados pela CAIXA dividem-se em dois 
segmentos distintos \u201cUnidade Isolada ou Agrupamento até 12 unidades\u201d e \u201cEmpreendimento\u201d. 
3 PROGRAMAS 
3.1 CONCESSÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO 
3.1.1 Apoio à Produção \u2013 linha de crédito destinada à produção e/ou comercialização de unidades novas, 
habitacionais e comerciais, incluindo aquelas resultantes de processo de reabilitação urbana, por meio da 
participação Pessoas Físicas e Jurídicas. 
3.1.2 PEC/MPE \u2013 linha de crédito disponibilizada à Pessoa Jurídica do ramo da construção civil destinada à 
produção de empreendimentos habitacionais, comerciais e mistos. 
3.2 PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA \u2013 RECURSOS FAR 
3.2.1 Construção de Empreendimentos Habitacionais \u2013 Aquisição e construção ou requalificação de 
empreendimentos habitacionais com recursos transferidos ao FAR. 
3.2.2 Equipamentos Públicos \u2013 Linha de crédito destinada à construção de equipamentos públicos com recursos 
transferidos ao FAR. 
4 DEFINIÇÕES 
\ufffd Unidade Isolada \u2013 edificação unifamiliar de uso comercial ou residencial, não integrante de conjunto/agrupamento 
de edificações, seja em loteamento ou condomínio; 
\ufffd Empreendimento \u2013 complexo de edificações sob a forma de condomínio ou loteamento ou proposta/projeto 
habitacional com intervenção concentrada ou pulverizada, na área urbana ou rural 
\ufffd PLS - Planilha de Levantamento de Serviços \u2013 documento assinado pelo responsável técnico pela execução da 
obra destinado a identificar os serviços executados no período, quantidade realizada e a exata localização no 
empreendimento, apresentada para cada medição de obra; 
\ufffd Vistoria técnica \u2013 visita ao imóvel, ao local de execução de obras para serem procedidas observações pertinentes 
à elaboração de peça técnica. 
\ufffd RAE \u2013 Relatório de Acompanhamento de Empreendimento\u2013 documento técnico que relata, a cada vistoria 
realizada, a evolução física do empreendimento do ponto de vista de engenharia, além de prestar informações 
complementares, observações técnicas relevantes e relatório fotográfico que ilustra o estágio da obra; 
\ufffd RVQ \u2013 Relatório de Vistoria de Qualidade \u2013 documento técnico que verifica a qualidade de execução das obras 
nas vistorias semanais previstas, definindo itens e critérios a serem adotados; 
\ufffd PEPT \u2013 Pendência para Elaboração de Peça Técnica \u2013 formulário utilizado pelo credenciado para solicitação à 
CAIXA de esclarecimento de dúvidas ou inconsistências. 
5 ATRIBUIÇÕES DA EMPRESA CREDENCIADA 
5.1 Preencher as peças técnicas resultado das atividades demandadas, observando a coerência das informações ali 
registradas quanto aos seguintes aspectos: 
\ufffd compatibilidade entre as informações apresentadas na peça, as pendências apontadas e a manifestação 
conclusiva; 
 
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FAR E MERCADO 
 
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\ufffd correção dos cálculos registrados na peça técnica; 
\ufffd existência de planilha demonstrativa de comparação de custos, quando há verificação de orçamentos; 
\ufffd compatibilidade entre o objeto do contrato e as informações apresentadas na peça técnica; 
\ufffd apresentação de relatório fotográfico representativo da intervenção ou das obras executadas no período; 
\ufffd identificação do profissional e da empresa responsáveis pela peça técnica. 
5.2 Os responsáveis técnicos pela execução dos serviços terceirizados são sempre os profissionais executores das 
tarefas, vinculados às empresas credenciadas, conforme Lei nº 5194, de 24 DEZ 1966, complementada pelas 
Resoluções do CONFEA nº 1.025, de 30 OUT 2009, e nº 1044, de 25 MAR 2013, e Lei nº 12378, de 31 DEZ 2010, 
complementada pela Resolução CAU/BR nº 17, de 02 MAR 2012 e demais atos que regulamentam os exercícios 
profissionais do engenheiro e do arquiteto. 
5.3 O acompanhamento de obras não se confunde com a fiscalização da execução das obras, que é 
responsabilidade exclusiva da Construtora/Incorporadora. 
5.4 Ao assumir a demanda de acompanhamento de obras em que já tenha atuado outra empresa ou profissional, 
deverá verificar a correção dos dados relativos à última medição realizada e a compatibilidade entre o objeto de 
acompanhamento e a análise de engenharia que aprovou a operação. 
5.5 Se ao iniciar nova etapa de acompanhamento detectar irregularidade ou tiver dúvida quanto ao trabalho 
realizado pela empresa anterior, deverá comunicar formalmente à GIHAB, de imediato, solicitando orientação 
quanto ao procedimento a ser adotado. 
5.6 Caso haja, durante o desenvolvimento do trabalho, a constatação de inconsistências técnicas ou documentais 
que impossibilitem a conclusão do serviço, deverá preencher o documento Pendência Para Elaboração de Peça 
Técnica - PEPT, Anexo IX do Edital de Credenciamento, ou utilizar outros meios que venham a ser definidos pela 
CAIXA, descrevendo todas as pendências levantadas e enviar à unidade demandante da CAIXA, que adotará as 
providências junto ao proponente ou interessado. 
5.7 ATRIBUIÇÕES DO ENGENHEIRO E/OU ARQUITETO QUE REALIZA A VISTORIA 
5.7.1 Verificar a suficiência e a compatibilidade da documentação apresentada (RAEs, PLS, Projetos, 
especificações). 
5.7.2 Verificar o atendimento de solicitações e pendências anteriores. 
5.7.3 Realizar inspeção técnica da obra com objetivo de confrontar, em campo, a documentação apresentada pelo 
tomador e a evolução física da intervenção. 
5.7.4 Identificar se foram realizadas obras divergentes dos projetos aceitos na análise técnica. 
5.7.5 Elaborar relatório fotográfico evidenciando a execução dos serviços aferidos durante a inspeção e de serviços 
divergentes, se houver. 
5.7.6 Elaborar RAE/RVQ, registrando