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PROF. MS. MÁRIO AMORIM PRINCIPIOS E TECNICAS CINESIOTERAPICAS E ELETETROTERMOFOTOTERAPICAS CONTRAÇÕES MUSCULARES MODALIDADE DE EXERCICIOS ( PASSIVO, ATIVO, RESISTIDO, ISOCINETICO ) FLEXIBILIDADE ( BALISTICO, DINAMICO, ESTATICO, FNP ) TREINAMENTO DE FORÇA MUSCULAR REEDUCAÇÃO MOTORA ( PROPRIOCEPÇÃO ) HIDROTERAPIA TERAPIA MANUAL FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 2 Medula Espinhal Sistema Nervoso Central Encéfalo w Cérebro — local da mente e intelecto. wDiencéfalo — local da integração sensorial e regulação da homeostase. w Cerebelo — desempenha um papel crucial na coordenação de movimento. w Tronco cerebral — conecta o encéfalo à medula espinhal; contém reguladores dos sistemas respiratório e cardiovascular. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 3PROF. M.S. MARIO AMORIM Tipos de Receptores Sensoriais Mecanoreceptores — respondem a forças mecânicas como pressão, toque, vibrações, ou alongamento. Termoreceptores — respondem a alterações na temperatura. Nociceptores — respondem a estímulos dolorosos. Fotoreceptores — respondem à luz para permitir a visão. Quimioreceptores — respondem a estímulos químicos de alimentos, odores, e alteração nas concentrações sanguíneas (O2, CO2, Glicose, etc) FISIOTERAPIA ESPORTIVA 4PROF. M.S. MARIO AMORIM Integração Sensório-Motora FISIOTERAPIA ESPORTIVA 5PROF. M.S. MARIO AMORIM Medula espinhal — reflexos simples como retirar a mão após tocar alguma coisa quente. Tronco cerebral inferior — reações motoras subconscientes mais complexas como controle postural. Cerebelo — controle subconsciente do movimento como aqueles necessários para coordenar movimentos múltiplos. Centros de Integração Tálamo — distinção consciente entre sensações como frio ou calor. Cortex Cerebral — percepção consciente de um sinal e da localização desse sinal no corpo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 6PROF. M.S. MARIO AMORIM Controle Motor w Impulsos sensoriais evocam uma resposta através de um neurônio motor. wQuanto mais perto do encéfalo o impulso pára, mais complexa será a reação motora. wUm reflexo motor é uma resposta pré-programada que é integrada pela medula espinhal sem pensamento consciente. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 7PROF. M.S. MARIO AMORIM Fuso Muscular FISIOTERAPIA ESPORTIVA 8PROF. M.S. MARIO AMORIM Orgão Tendinoso de Golgi FISIOTERAPIA ESPORTIVA 9PROF. M.S. MARIO AMORIM Pontos importantes w Fusos Musculares e Orgãos Tendinosos de Golgi disparam reflexos para proteger os músculos do estiramento excessivo. w O Córtex Motor primário, gânglio basal, e cerebelo integram os estímulos sensoriais para a ação muscular voluntária. Integração Sensório-Motora w Engramas são padrões motores memorizados no encéfalo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 10PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 11PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 12PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 13PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 14PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 15PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 16PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 17PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 18PROF. M.S. MARIO AMORIM ADAPTAÇÕES NEUROGENICAS ( NEURAIS) ADAP. INTRAMUSCULAR - SOMAÇÃO TEMPORAL – DIMINUIÇÃO DO TEMPO INTERESTIMULOS, PROVOCANDO QUE UMA CONTRAÇÃO SE SOME A SUBSEQUENTE ( 3S = 1500 CONTRAÇÕES MUSC ) O CEREBRO APRENDE A MANDAR O ESTIMULO MAIS RAPIDO ATE QUE CHEGA A SER 2 X MAIS RAPIDO POR APRENDIZADO COM A VELOCIDADE LENTA CONCENTRICO O LIMIAR DE EXITABILIDADE É MENOR NA FIBRA OXITATIVA QUE NA GLICOLITICA FISIOTERAPIA ESPORTIVA 19PROF. M.S. MARIO AMORIM CONFORME VAI TREINANDO O CORPO APRENDE A PARTE TEMPORAL E DEPOIS RECRUTA FIBRAS, ASSIM CONSEGUE FORÇA MAXIMA COM RECRUTAMENTO ENTÃO UM TRABALHO FISICO DE 2 A 3 MESES MUSCULAR É UM TRABALHO NEURAL E NÃO MUSCULAR COM CK E LDH CONSEQUIMOS AVALIAR SE HOUVE ALTERAÇÃO MUSCULAR FISIOTERAPIA ESPORTIVA 20PROF. M.S. MARIO AMORIM B – ADAP. INTERMUSCULAR FISIOTERAPIA ESPORTIVA 21PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 22PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 23PROF. M.S. MARIO AMORIM Treinamento para aumento de força muscular FISIOTERAPIA ESPORTIVA 24PROF. M.S. MARIO AMORIM Introdução Para obtenção do aumento de força muscular é necessário um treinamento periódico, com objetivos bem definidos. Desta forma a periodização do treinamento desportivo pode ser entendida como uma divisão organizada do treinamento anual ou semestral dos atletas na busca de prepará-los para alcançar certos objetivos estabelecidos previamente, obter um grande resultado competitivo em determinado ponto culminante na temporada esportiva, ou seja, obter a forma esportiva através da dinâmica das cargas de treinamento ajustadas ao seu ponto máximo (Dick, 1988, Mc Farlane, 1986). FISIOTERAPIA ESPORTIVA 25PROF. M.S. MARIO AMORIM Força Muscular Designação genérica para a força de um músculo. Entende-se, sendo tanto a força estática empregada por solicitação voluntária máxima de um músculo, como a desenvolvida durante uma tensão muscular voluntária, máxima, dinâmica. HOLLMANN & HETTINGER (1983) FISIOTERAPIA ESPORTIVA 26PROF. M.S. MARIO AMORIM É a força que um músculo ou grupo muscular pode exercer contra uma resistência em um esforço máximo. BAECHLE (1994) A força muscular representa a ação de um determinado movimento a partir da tensão de um músculo-esquelético. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 27PROF. M.S. MARIO AMORIM Fatores Anatômicos e Fisiológicos da Força A quantidade de força que pode ser gerada pelo sistema musculoesquelético depende da integridade dos elementos estruturais contráteis e não-contráteis, das unidade motoras, dos sistemas de suporte metabólico e dos mecanismos de controle do sistema nervoso central. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 28PROF. M.S. MARIO AMORIM Biomecânica Funcional Os fatores mecânicos do tipo de contração muscular, do comprimento muscular e da velocidade de contração afetam a habilidade do músculo esquelético para gerar força. Tipos de contrações musculares (concêntrica, excêntrica e isométrica) O comprimento muscular e a velocidade de contração afetam a capacidade de ligação entre actina e miosina. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 29PROF. M.S. MARIO AMORIM Fatores que influenciam a força muscular A força surge de interação entre sistema musculoesquelético e os sistemas que fornecem os suportes neurológico, metabólico e hormonais requeridos. FATORES ATUANTES NA CAPACIDADE DE GERAR FORÇA MUSCULAR : IDADE; DESUSO OU IMOBILIDADE; TRAUMA. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 30PROF. M.S. MARIO AMORIM Treinamento Qualificação Considerações Capacidade muscular Prescrição FISIOTERAPIA ESPORTIVA 31PROF. M.S. MARIO AMORIM Princípios do treinamento de força Seleção do método Princípios básicos FISIOTERAPIA ESPORTIVA 32PROF. M.S. MARIO AMORIM Adaptações ao treinamento de força Ao participar de um programa de treinamento de força, os seres humanos passam por adaptações diversas em decorrência dos estímulos sofridos, o que provoca o aumento da força muscular. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 33PROF. M.S. MARIO AMORIM Adaptações ao treinamento de força Adaptações neurais Adaptações morfológicas. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 34PROF. M.S. MARIO AMORIM Preparação de Força nos Desportos Processos adaptativos Exercícios cíclicos Capacidade de trabalho de cada fibra muscular Necessidades para hipertrofiar os miofibrilas Métodos de preparação de força Desenvolvimento da resistência muscular ou forçade resistência Número de treinos de força Treinamentos de desenvolvimento FISIOTERAPIA ESPORTIVA 35PROF. M.S. MARIO AMORIM Conclusão A melhora da força muscular pode resultar em melhores condições de equilíbrio, coordenação, marcha, AVD e ANA. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 36PROF. M.S. MARIO AMORIM CINESIOTERAPIA A etimologia da palavra é grega: Kinésia = movimento Therapia = terapia ou tratamento. 1. Definições: Pode-se definir a Cinesioterapia, como o conjunto de procedimentos dirigidos à proteção, a recuperação ou o aperfeiçoamento da função das estruturas móveis, mediante o emprego das propriedades profiláticas e terapêuticas do MOVIMENTO, adequadamente programado; Cinesioterapia é uma das ferramentas - chaves que a Fisioterapia usa para restaurar ou melhorar o bem estar músculo-esquelético ou cárdio-pulmonar do paciente; O exercício terapêutico é uma ciência. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 37 CINESIOTERAPIA 10. Classificação dos Exercícios Terapêuticos Relaxado Exercícios Passivos Forçado Manipulado Livre Voluntários: Assistido Assistido Resistido Exercícios Ativos Resistido Involuntários FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 38 EXERCICIOS PASSIVOS 1. Definições: São movimentos que se produzem inteiramente por uma força externa, na inatividade muscular, ou se já, quando não há contração muscular que permita o movimento do segmento. A Cinesioterapia passiva é definida pelo conjunto de técnicas terapêuticas aplicadas passivamente ás estruturas comprometidas e em geral destinadas a tratar as seqüelas das enfermidades osteo-articular muscular, cardiovascular e respiratório. Incluem as técnicas de: Massagens Mobilizações Articulares Trações Agentes Físicos Podem ser produzidos por: Profissional Paciente Aparelho Mecânico Gravidade FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 39 EXERCICIOS PASSIVOS 2. Classificação da Mobilização Passiva Manual A) Mobilização Analítica Simples ou Movimento Passivo Relaxados – Partindo do estado de relaxamento, a articulação é movimentada na amplitude articular. B) Mobilização Analítica Específica ou Movimentos Passivos Forçados – Consiste em movimentar a articulação além da amplitude livre existente. Tem como objetivo restaurar a amplitude de movimento. C) Mobilização Articular Autopassiva – É uma mobilização que o próprio paciente realiza manualmente. Essa técnica é reservada a manutenção articular D) Manipulação – São movimentos passivos forçados, alem da adm fisiologica entrando na adm anatomica ( thrust de alta velocidade ) , onde o paciente não participa FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 40 EXERCICIOS PASSIVOS 3. Princípios dos Exercícios Passivos - Respeitar os Eixos e Planos Fisiológicos dos movimentos. - Mobilizar em toda amplitude de movimento. - Não provocar dor. - Dosar a mobilização. - Números de repetições - Ritmo dos movimentos - Velocidade do movimento. 4. Indicações dos Movimentos Passivos Relaxados Impedir a formação de aderências; Manter a completa amplitude de movimento; Manter a integridade da articulação e tecidos moles; Assistir a circulação dinâmica vascular; Diminuir ou inibir a dor; Ajudar a manter a consciência do movimento; Melhorar a nutrição e difusão do líquido sinovial; Manter a elasticidade mecânica do músculo impedindo encurtamento.FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 41 EXERCICIOS PASSIVOS 5. Indicações dos Movimentos Passivos Forçados Romper aderências articulares recém-formadas; Vencer resistência dos ligamentos fáscias; bainhas fibrosas dos músculos encurtados. 6. Limitações dos Movimentos Passivos (Gerais) Não previne atrofia muscular. Não aumenta a Força ou Resistência à fadiga muscular. Não desenvolve destreza, coordenação. 7. Trações Articulares São técnicas que consistem em exercer esforços de tração sobre as peças articulares com finalidade de buscar uma diminuição das compressões articulares, respeitando a fisiologia. Essas técnicas se aplicam ao nível da coluna , ou em nível dos membros. As diferentes propriedades das estruturas periarticulares são mantidas pelas solicitações sucessivas em tensão, imposta quando da realização das trações. Com muita freqüência a dor é diminuída pelas trações devido às descompressões articulares. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 42 EXERCICIOS PASSIVOS 8. Modo de Ação dos Exercícios Passivos Sobre o Psiquismo – A mobilização passiva manual permite estabelecer contato, elo entre o profissional e o paciente, favorecendo a confiança e aceitação do tratamento. Sobre o Sistema Nervoso – A sensibilidade proprioceptiva informa sobre as posições e sobre os movimentos das múltiplas cadeias entre si. Essas informações elaboram um esquema corporal e espacial adquiridos por cada paciente. 8.3 Sobre a Articulação – Manter ativados os receptores articulares; Conservar as superfícies articulares; Melhorar vascularização; Manter extensibilidade Sobre Circulação – Através da compressão do sistema vascular pela musculatura, há melhora do retorno venoso. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 43 EXERCICIOS ATIVO LIVRES 1. Definição São aqueles executados pelos os esforços musculares do próprio paciente sem o auxilio ou resistência de qualquer força externa, a não ser a gravidade. Consistem nos exercícios anatômicos simples da vida diária. O sucesso em conseguir os efeitos desejados não depende apenas da escolha de um exercício e da maneira pela a qual é executada, depende também do grau de cooperação do paciente e da capacidade do fisioterapeuta. Variam de caráter e efeitos, em relação à maneira como são executados. Trata-se da primeira etapa da tonificação de um músculo. O movimento a realizar deve ser compreendido pelo o paciente e executado lentamente. É importante observar se o paciente não compensa com outro movimento mais fácil. 2. Caráter do Movimento: Angular ou Direto Diagonal ou Massa (F.N.P.) 3. Classificação de acordo com a localização: Localizado – produz eleitos localizados em uma articulação ou grupo muscular específico. Gerais – envolvem o uso de varias articulações e vários grupos musculares. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 44 EXERCICIOS ATIVO LIVRES 4. Técnica: 4.1 Escolha da postura ou posição ideal – a segura a máxima eficiência postural como base para o movimento. 4.2 Instrução sobre o movimento – para finalidades didáticas normalmente é aconselhável analisar a exercícios de forma verbal através de demonstração. 4.3 Velocidade do exercício – a velocidade com que o músculo se contrai afeta significativamente a tensão que ele produz, ou seja, à medida que a velocidade aumenta, a força que o músculo pode gerar diminui, porque ele não tem tempo suficiente para desenvolver pico de tensão. 4.4 Duração e freqüência do exercício – a situação clinica e a necessidade especifica de cada caso deveram ser analisadas. Os períodos breves de exercícios repetidos ao longo do dia são preferidos e um período prolongado uma vez por dia. É preciso colocar em cada programa de exercício um tempo adequado para a recuperação da fadiga. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 45 EXERCICIOS ATIVO LIVRES 5. Efeitos e usos dos exercícios Ativo-Livres: Relaxamento – movimento rítmicos ou pendulares auxiliam o relaxamento dos músculos hipertônicos na região a tratar. Os exercícios que fazem trabalhar grupos específicos do músculos conseguem o relaxamento recíproco dos grupos opostos. Mobilidade Articular – a amplitude normal do movimento articular é mantida por exercícios executadosem amplitude total. Coordenação – a coordenação é melhorada pela a repetição do exercício, associado à concentração. Manter Tonos e Forca Muscular – é bem conhecido que o corpo humano e os sistemas corporais individuais reagem e desenvolve-se em resposta a força e sobrecargas colocadas sobre eles. A mediada que o músculo se contarem e desenvolvem tensão, ele exerce uma força. A quantidade de força produzida depende de fatores biomecânicos e neuromusculares. O sistema muscular e cárdio-pulmonar desenvolvem força e resistência à medida que são sobrecarregados durante qualquer atividade. Aumento da freqüência cardíaca – o retorno venoso é aumentado no exercício e resulta no maior trabalho cardíaco. Aumento da freqüência e profundidade respiratória – as variações nas cavidades torácica e abdominal desencadeiam modificações na freqüência e profundidade na respiração. Aumento da circulação local e geral – os capilares que suprem os músculos de O2 durante o exercício, dilatam-se aumentando assim a permeabilidade. Aumento da temperatura corpórea – a contração muscular aumenta o dióxido de carbono e a temperatura corpórea através da dilatação dos capilares e estímulos das glândulas sudoríparas FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 46 Exercícios Ativos-Assistidos 1. Definição: Quando a força muscular ou coordenação motora é inadequada para execução do movimento na sua amplitude (inicio do movimento, posição intermediária do movimento ou ainda no final da amplitude do movimento) uma força externa (ajuda) pode ser aplicada para compensar a deficiência. Essa ajuda deve ser dada na direção do movimento muscular. 2. Modalidade de Exercícios Ativo-Assistidos. ● Manual - Profissional - Paciente (auto-assistidos) ● Suspensoterapia (exercício em suspensão) ● Polioterapia ● Prancha de Deslizamento ● Exercício Subaquáticos FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 47 Exercícios Ativos-Assistidos 3. Técnica: a) Explicar ao paciente que deve realizar b) Proporcionar ajuda somente o necessário para que o paciente consiga realizar o movimento. c) Diminuir gradualmente a assistência (ajuda) à medida que a força muscular aumentar. 4. Efeitos: a) Melhora a orientação espacial do movimento b) Estabelece coordenação c) Fortalecimento muscular precoce FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 48 Exercícios Ativos-Assistidos- Resistidos Definição: Este tipo de exercício constitui uma combinação de assistência e resistência durante o mesmo movimento dependendo da situação do paciente. O fisioterapeuta utiliza ajuda no arco de movimentos que o paciente não consegue realizar e opões resistência na amplitude do arco de movimento no qual o paciente já apresenta força muscular suficiente para trabalhar resistência. Ou ainda coloca-se o segmento em posição neutra em relação à gravidade, através de suspensão, e acrescenta-se resistência manual ou mecânica. Modalidades: ● Manual - Profissional - Paciente (auto-assistidos) ● Suspensoterapia com resistência ● Exercícios Subaquáticos FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 49 Exercícios Ativos-Assistidos- Resistidos Técnica: Idem a técnica dos exercícios assistidos e acrescenta-se a colocação da resistência de acordo com a força muscular. Efeitos: a) Melhora a orientação espacial do movimento b) Estabelece coordenação c) Fortalecimento muscular precoce FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 50 Exercícios Ativo-Resistidos 1 - Introdução O músculo através de sua capacidade metabólica sofre mudanças adaptativas através do exercício terapêutico, e quando a essa contração muscular for adicionada uma sobrecarga ou resistência progressiva, o músculo se tornará mais forte como resultado da hipertrofia das fibras musculares e o aumento da recrutamento das unidades motoras. À medida que a força de um aumenta, aumenta também a resposta cardiovascular do músculo, de modo que a sua resistência à fadiga e potência também se modificam para mais. 2 -Definição Exercício Ativo-Resistido é uma modalidade de exercício no qual o paciente executa a ação muscular contra uma resistência imposta externamente. O uso terapêutico da resistência pode ser aplicada através de contatos manuais ou mecanicamente e é parte integral do plano de assistência fisioterápica, quando a meta final é: incremento de força, resistência à fadiga e função física geral. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 51 Exercícios Ativo-Resistidos A resistência ou força externa oposta ao movimento (contração muscular) pode ser aplicada através de: 2.1 Exercícios com Resistência Manual É um exercício ativo-resistido, no qual a resistência é aplicada através dos contatos manuais do fisioterapeuta. Embora a quantidade de resistência não possa ser aferida quantitativamente, essa técnica apresenta como uma das vantagens o contato do profissional com o paciente, objetivando observações de eventuais ocorrências, além de ser muito utilizada nos estágios iniciais do programa cinesioterápico, quando o músculo ou grupo muscular a ser fortalecido só pode vencer apenas a uma resistência fraca ou moderada. 2.1 Exercícios com Resistência Mecânica É um tipo de exercício ativo-resistido, no qual a resistência ao movimento se faz através de dispositivo ou aparelho mecânico. Nesse caso, a quantidade da resistência pode ser mensurada quantitativamente, progredindo-a de acordo com a necessidade e evolução do quadro. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 52 Exercícios Ativo-Resistidos 3 - Equipamento Além da ação da gravidade e da fricção a força de resistência pode ser aplicada por: 3.1 -Pesos – A aplicação direta de pesos ao opor uma resistência a um segmento corporal, constitui um método simples e eficaz, porém tem-se que levar em consideração e indicação, vantagens, desvantagens. Material mais usado: Halteres Barras Caneleira ou Master cooper Botas com pesos 3.2 - Dispositivos elásticos de resistência e/ou materiais metálicos distensíveis (molas) – A força de resistência de uma mola aumenta progressivamente à medida que se distende ou comprime o tipo de mola usada. Existem materiais elásticos para resistência como Thera Band disponíveis em várias graduações e espessuras. Quanto mais espesso o material elástico maior a resistência aplicada ao músculo em contração. OBS: São ainda de grande uso as propriedades elásticas das esponjas e bolas de borracha particularmente úteis para o desenvolvimento do músculo da mão. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 53 Exercícios Ativo-Resistidos 3.3 - Substâncias Maleáveis – Substâncias tais como argila, ceras, parafina, areia úmida. É variável a resistência a que oferecem as trocas de formas que o material assume ao ser manipulado, pode ser usado para a movimentação das mãos e pés. 3.3 - Resistência Mediante Água – A resistência oferecida pela água aumenta com a velocidade da área que se move e com a sua superfície. Quando o movimento é vertical, a flotação ajuda a resistência na descida do segmento e elimina grande parte da resistência no movimento de ascensão. 3.4 -Sistema de Polias – Sistema de polias livre ou presos à parede ou teto, proporcionam resistência fixa ou variável e podem ser usadas para fortalecimento MMSS, MMII e do tronco. OBS: Quando são usados pesos livres, material elástico ou sistema de polias, como fonte de resistência, o fortalecimento de um músculo geralmente ocorre tanto concentricamente como excentricamente. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 54 Exercícios Ativo-Resistidos 4 -Metas e Indicações dos Exercícios Resistidos O projeto geral dos Exercícios Resistidos é melhorar a função motora. As metas específicassão: 4.1- Aumentar a Força Muscular Para aumentar a força muscular, ou seja, o grau de tensão que um músculo pode produzir, a contração muscular precisa ser submetida a uma resistência ou carga, pois o aumento nos níveis de tensão irá desenvolver hipertrofia. O número de repetições deve ser pequeno com carga máxima respeitando os limites de graduação após teste muscular. 4.2- Aumentar a Resistência Muscular à Fadiga É a habilidade de desenvolver exercícios repetitivos de baixa intensidade por um período de tempo prolongado, a resistência muscular à fadiga se consegue quando são usadas várias repetições com uma resistência leve (carga baixa). Levam a uma menor irritação articular. 4.3- Aumento da Potência A potência muscular se desenvolve em resposta a aplicação da máxima resistência e escassa repetição. Quanto maior a intensidade do exercício (carga) e quanto mais curto o período de tempo (repetições), maior a potência muscular. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 55 Exercícios Ativo-Resistidos OBS: Os programas de Exercícios Resistidos podem ser elaborados para recrutar seletivamente diferentes tipos de fibras musculares, através do controle de intensidade, duração e velocidade do exercício. Fibras musculares tipo II (fásicas, contração rápida) geram grande quantidade de tensão em um período curto de tempo, e se fadigam rapidamente. Subir escadas, erguer peso, usar braços para muletas, empurrar objetos. Fibras musculares do tipo I (tônicos, contração lenta) geram baixo nível de tensão, mas sustentam a contração por um longo período de tempo (músculos posturais). FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 56 Exercícios Ativo-Resistidos 5 -Técnicas dos Exercícios Resistidos 5.1 -Posição Fundamental – A comodidade e estabilidade do corpo em conjunto contribuem para que o paciente concentre toda sua atenção sobre o tipo de movimento e no esforço requerido ou necessário para vencer a resistência oferecida. A posição que um paciente assuma ao fortalecer um grupo muscular em particular afeta a capacidade de desenvolver tensão do músculo, quantidade de peso a controlar, e a transferência do exercício para atividades funcionais melhoram a estabilidade, equilíbrio, coordenação e agilidade nas posturais funcionais de apoio de peso. 5.2 -Tipo de Movimento – Deve ser conhecido pelo paciente, sendo demonstrado passivamente ou orientado a ser feito livremente até que se coloque a resistência. Devem ser feitos através de toda amplitude de movimento (exercício de arco completo) ou através de uma amplitude limitada (arco curto). FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 57 Exercícios Ativo-Resistidos 6-Progressão do Exercício Variáveis nos Programas de Exercício Resistido. À medida que aumenta a potência do músculo deve-se aumentar progressivamente a resistência. Muitas variáveis podem ser acrescentadas a um programa de exercícios resistidos, principalmente quando a resistência é mecânica. 6.1 -Aumento do Peso ou Intensidade da Resistência – A intensidade está relacionada diretamente com a carga colocada sobre um músculo ou grupo muscular quando contrações submáximas ou máximas. 6.2 -Aumento da Ação de Alavanca – A resistência total oferecida por um peso depende da posição em seu ponto de aplicação em relação ao seu apoio. Momento da Força: Peso X Distância. Então quanto maior à distância, maior a força de contração. 6.3 - Velocidade – A velocidade com que um músculo se contrai afeta significativamente a tensão que ele produz. À medida que a velocidade de contração aumenta, a força que o músculo pode gerar diminui porque o músculo não tem tempo suficiente para desenvolver pico de tensão. 6.4 - Freqüência – São o número de quantidade de repetições máximas executadas durante cada sessão de exercício. Quanto menor o número repetições por série, maior o número de séries em cada sessão. A fadiga reduz a eficácia dos músculos, e, portanto, a resistência se torna maior. Deve ser permitido um tempo para recuperação. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 58 Exercícios Ativo-Resistidos 7 - Métodos de Fortalecimento Método preconizado por DeLorme e Watkins se baseia nos exercícios progressivos contra uma grande resistência. O peso máximo é considerado aquele que o paciente consegue repetir 10 vezes o movimento de forma natural sem apresentar cansaço muscular. Denomina-se então esse peso de Resistência Máxima (RM). Técnica de DeLorme e Watkins 10 elevações com ½ RM 10 elevações com ¾ RM 10 elevações com RM Paciente faz 30 elevações em cada sessão, repetindo o tratamento quatro vezes por semana. A cada semana acrescentam-se 10 RM. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 59 Exercícios Ativo-Resistidos 8- Precauções dos Exercícios Ativos Resistidos 8.1- Manobra de Valsalva – É um esforço expiratório com a glote fechada, precisa ser evitada durante os exercícios resistidos. Quando o esforço físico é grande o fenômeno é o seguinte (deve ser evitado). 1- Inspiração profunda 2- Fechamento da glote 3- Contração dos músculos abdominais 4- Aumento nas pressões intratorácica e abdominal, levando a uma diminuição no retorno venoso ao coração, diminuindo o débito cardíaco e acarretando em queda momentânea da P.A. Essa queda na P.A. provoca aumento da F.C. 5- Após a expiração há aumento da P.A. acarretando fluxo sangüíneo rápido para o coração, aumentando o trabalho cardíaco. OBS: Esta manobra deve ser evitada principalmente em: Pacientes com história de problemas cardio-vaculares (AVC, infarto, cardiopatias) Pacientes geriátricos Pós-operatórios recentes Prevenção – Exercícios Isométricos ou Resistidos Advertir o paciente para não prender a respiração; Manter o paciente explicado na ocasião do exercício (respiração rítmica); Contar mentalmente o número de repetições do movimento. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 60 Exercícios Ativo-Resistidos 8.2 Fadiga Muscular Local – É a diminuição da resposta de um grupo muscular a um estímulo repetido. É caracterizada por uma redução da capacidade de produzir força. Pode ocorrer: contrações dinâmicas ou estáticas, em exercícios de alta intensidade e/ou tempo prolongado. 8.3 Fadiga Muscular Geral – É a diminuição da resposta de uma pessoa durante uma atividade física como andar, correr. OBS: O desempenho físico de longa duração (força, potência ou resistência) irá melhorar o paciente somente se o mesmo puder se recuperar da fadiga após cada sessão de exercício. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 61 EXERCÍCIOS RESISTIDOS 1. Definições: É um tipo de exercício ativo na qual uma contração muscular muscular dinâmica ou estática por uma força externa. Exercícios com Resistência Manual Exercícios com Resistência Mecânica FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 63 INDICAÇÕES DOS EXERCÍCIOS RESISTIDOS 1. Aumentar a força Força é a quantidade de tensão q. um músculo em contração pode produzir. 2. Aumentar a Resistência muscular à fadiga Fadiga é a habilidade de desenvolver exercícios repetitivos de baixa intensidade por um período prolongado de tempo 3. Aumento de Potência ( P=T/t ) Intensidade com pequeno tempo – P.ANAERÓBICA Iintensidade com longo tempo – P.AERÓBICA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 64 PRECAUÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES PARA EXERCÍCIOS RESISTIDOS Precauções: Precauções cardiovasculares Fadiga , Recuperação do Exercício Exaustão , Movimentos Substitutivos Dor muscular associada com exercício • Contra-Indicações: – Inflamação e Dor FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 65 TIPOS DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS 1. Exercícios Isotônicos: – Resistência Manual ou Mecânica– Resistência constante X variável – Exercício Concêntrico X Excêntrico – Cadeia Cinética Aberta X Cadeia Cinética Fechada FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 66 TIPOS DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS 2. Exercícios Isocinéticos 3. Exercícios Isométricos - Contrações Intermitentes - Exercício Isométrico Resistido - Exercícios de estabilização Rítmica Dinâmica FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 67 EXERCÍCIOS COM RESISTÊNCIA MANUAL Princípios para Aplicação: A) Antes do início do Exercício Avaliar a A.D.M.] Explicar ao paciente o plano de exercício Colocá-lo em posição confortável Demonstrar o movimento desejado Explicá-lo que precisa executar o exercício com esforço máximo , sem dor Impedir que ele prenda sua respiração. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 68 EXERCÍCIOS COM RESISTÊNCIA MANUAL Princípios para Aplicação: B) Durante exercícios Considerar o local de aplicação Determinar a direção da resistência Estabilizar o segmento Aplicar a quantidade apropriada de resistência Proporcionar comandos verbais apropriados Estabelecer o nº de repetições FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 69 EXERCÍCIOS COM RESISTÊNCIAS MECÂNICAS Variáveis nos Programas de Exercícios Resistidos Mecânico Intensidade do exercício e nº repetições Turnos e frequência de exercícios Duração do exercício Velocidade do exercício Modo do Exercício A.D.M. – arco-curto X arco-completo Posição do paciente FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 70 REGIMES DE EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS Regimes Isotônicos: - Técnica de DeLorme - Exercícios com resistência Progressiva - Técnica de Oxford - Técnica ERPAD - Exercícios resistidos progressivo ajustado diariamente - Treinamento de peso em circuito - Treino Pliométrico – movimento rápido e potente precedido por um movimento contrário com pré-carga, gerando encurtamento-alongamento. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 71 REGIMES DE EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS Regimes Isométricos: Exercício Isométrico Repetitivo breve Isométricos em múltiplos ângulos Regimes Isocinéticos: Recuperação funcional no espectro de velocidade Treino isocinético excêntrico FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 72 USO DE EQUIPAMENTOS NO EXERCÍCIO RESISTIDO Princípios gerais para o uso Equipamentos Usados em Exercícios Resistidos Isotônicos Pesos livres Dispositivos elásticos Sistemas de Polias Braços de torque isotônico Equipamentos de Resistência Variável Bicicleta Unidades de exercícios recíprocos resistidos FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 73 USO DE EQUIPAMENTOS NO EXERCÍCIO RESISTIDO Equipamento Usado em Exercícios Isométricos Equipamento Usado em Exercícios Isocinéticos: CYBE II, KIN/COM, BIODEX Vantagens e Desvantagens FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 74 TABELA DE OXFORD GRAU % EST. AÇÃO PLANO TTO 5 100 N - mov. adm c. G e Rmx V A.R 4 75 B - mov. adm c.G e Rmd V A.R 3 50 R - mov. em adm c. G V A.L 2 25 M - mov. em adm s. G H A.L 1 10 T - vestígios de cont. H P 0 0 ZERO - s. resposta H P+E FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 75 TRES FASES DO FORTALECIMENTO MUSCULAR NO TRATAMENTO 1 FASE – DURANTE A IMOBILIZAÇÃO - EXERCICIO ISOMETRICO E ISOTONICO DO MEMBRO NÃO LESADO - EXERCICIO ISOMETRICO CUIDADOSO DO MEMBRO LESADO, EXERCICIO ISOTONICO NAS ARTICULAÇÕES PROXIMAIS DO MEMBRO LESADO, COMECE APÓS A SENSAÇÃO DE DOR - TREINAMENTO PARA MANUTENÇ~~AO DAS FUNÇÕES CIRCULATORIAS, RESPIRATORIS E METABOLICAS DURANTE A IMOBILIZAÇÃO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 76 2 FASE- QUANDO O MOVIMENTO É PERMITIDO: FORÇA PARCIAL EXERCICIO ISOMETRICO DO MEMBRO LESADO E DO MEMBRO SÃO EXERCICIO ISOTONICO CONTRA FORTE RESISTENCIA NOS MEMBROS SADIOS TREINAMENTO ISITONICO DO MEMBRO LESADO. PRIMEIRO SEM PESO, DEPOIS COM APOIO DO PESO, A SEQUIR CONTRAR RESISTENCIA MANUAL EXERCICIOS MUSCULARES MISTOS, ISOTONICOS E ISOMETRICOS, COMO OS EXERCICIOS NA AGUA TREINAMENTO VIGOROSO PARA O METABOLISMO, A CIRCULAÇAO E A RESPIRAÇÃO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 77 3 FASE – QUANDO A FORÇA TOTAL É PERMITIDA MAXIMA FORÇA COM EXERCICIO ISOMETRICO E ISOTONICO DE AMBOS OS MEMBROS, CONCENTRANDO-SE NO LESADO EXERCICIOS MISTOS, ISOMETRICOS E ISOTONICOS, CONCENTRANDO-SE NO LESADO. TAMBEM NA AQUA USANDO OBJETOS MOVIMENTOS COMPLEXOS TRIDIMENSIONAIS SALTAR, NADAR E CORRER DE FORMA TERAPEUTICA PARA AS LESÕES DOS MMII, MMSS BOLAS DE VARIOS TAMANHOS E PESOS, BARRAS, TREINAMENTO PARA AUMENTAR ELASTICIDADE E READIQUIRIR HABILIDADES MOTORAS EXERCICIO PARA DETERMINADOS ESPORTES: FORÇA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 78 PRINCIPIOS E TECNICAS CINESIOTERAPICAS E ELETETROTERMOFOTOTERAPICAS CONTRAÇÕES MUSCULARES MODALIDADE DE EXERCICIOS ( PASSIVO, ATIVO, RESISTIDO, ISOCINETICO ) FLEXIBILIDADE ( BALISTICO, DINAMICO, ESTATICO, FNP ) TREINAMENTO DE FORÇA MUSCULAR REEDUCAÇÃO MOTORA ( PROPRIOCEPÇÃO ) HIDROTERAPIA TERAPIA MANUAL FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 79 RECURSOS FISICOS E FARMACOLOGICOS CORRENTES DINAMICAS E INTERFERENCIAL TENS CORRENTE RUSSA CRIOTERAPIA CALOR SUPERFICIAL ULTRA SOM DIATERMIA POR ONDAS CURTAS LASER MASSAGEM FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 80 METODOS DE APLICAÇÃO DE FRIO COMPRESSAS DE GELO COMPRESSAS DE GEL FRIO COMPRESSAS DE CUBOS DE GELO ARTIFICIAL COMPRESSAS FRIAS QUIMICAS IMERSÃO EM GELO PISCINAS GELADAS MASSAGEM COM GELO APARELHOS DE FRIO ( CRYO CUFF, RESFRIADOR POLAR CARE, ) SPRAYS REFRIGERANTES BANDAGENS COM SPRAY REFRIGERANTES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 81 ATENDIMENTO INICIAL EM LESÕES AGUDAS TECNICA DE REGECEE EFEITOS - AS APLICAÇÕES DE GELO DIMINUEM O METABOLISMO DO TECIDO LESADO , O QUE REDUZ A NECESSIDADE DE OXIGENIO, ISTO INIBE A LESÃO HIPOXICA SECUNDARIA DAS CELULAS NO INTERIOR DO TECIDO LESADO QUE NÃO SOFRERAM LESÃO TRAUMATICA PRIMARIA - O GELO LIMITA O EDEMA DIMINUINDO A LESÃO - A COMPRESSÃO E A ELEVAÇÃO CONTRIBUEM PARA O CONTROLE DO EDEMA, DIMINUINDO A PRESSÃO DE FILTRAÇÃO CAPILAR - A ESTABILIZAÇÃO PERMITE QUE A MUSCULATURA AO REDOR DA LESÃO RELAXE, O QUE JUNTO COM OGELO AJUDA A LIMITAR O CILCO DOR-ESPASMO-DOR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 82 TECNICA REGECEE VANTAGENS - A QUANTIDADE TOTAL DE TECIDO LESADO FICA DIMINUIDA, DESSA FORMA E NECESSARIO MENOR CICATRIZAÇÃO - O EDEMA É MENOR, RESULTANDO MENOS DOR - O GELO É RELATIVAMENTE BARATO DESVANTAGENS - A EFETIVIDADE DO GELO DIMINUI COM O TEMPO, SEUS EFEITOS COMPLETOS SÃO ATINGIDOS APENAS SE FOR APLICADO CINCO A DEZ MINUTOS APÓS A LESÃO INDICAÇÃO - ATENDIMENTO IMEDIATO DE LESÕES AGUDAS CONTRA INDICAÇÕES - NÃO USAR EM INDIVIDUOS HIPERSENSIVEIS AO FRIO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 83 EQUIPAMENTO NECESSARIO COMPRESSAS DE GELO BANDAGEM ELASTICA DE 15 cm TRAVESSEIRO PARA ELEVAR O MEMBRO LESADO MATERIAL PARA TALA, ESTABILIZAR A ARTICULAÇÃO LESADA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 84 PROCEDIMENTO 1 – COLOCAR A COMPRESSA DE GELO DIRETAMENTE SOBRE A PELE QUE REVESTE A LESÃO E ADAPTALA AO CONFORTO GERAL DA AREA DO CORPO 2 – PRENDER A COMPRESSA DE GELO COM BANDAGEM ELASTICA DE 15 cm 3 – ELEVAR A AREA LESADA 15 A 25 cm ACIMA DO NIVEL DO CORAÇÃO 4 – ESTABILIZAR 5 – APOS 30 A 45 MINUTOS, REMOVER A COMPRESSA DE GELO, RECOLOCAR A BANDAGEM ELASTICAE MANTER A ELEVAÇÃO 6 – O PACIENTE PODE TOMAR UM DUCHA COM A BANDAGEM 7 – REAPLICAR A COMPRESSA DE GELO A CADA DUAS HORAS, ATE QUE VÁ SE DEITAR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 85 PROCEDIMENTO 8 – A BANDAGEM ELASTICA DEVE SER USADA TODA A NOITE 9 – USAR MULETAS PARA LESOES DE MEMBROS INFERIORES DURAÇÃO DA APLICAÇÃO - PARA A MAIORIA DAS ARTICULAÇÕES 30 MINUTYOS, EM AREAS MUSCULARES EXIGEM 40 MINUTOS - TRATE OS DEDOS POR 20 A 30 MINUTOS - APLIQUE COMPESS~/AO E ELEVAÇÃO CONTINUAMENTE - SEM COMPRESSÃO AUMENTE 20 MINUTOS FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 86 PROCEDIMENTO FREQUENCIA DE APLICAÇÃO REPOUSO – ATÉ QUE A AREA DO CORPO POSSA FUNCIONAR SEM DOR GELO – INTERMITENTE NAS PRIMEIRAS 12 A 24 HORS ELEVAÇÃO – O MAXIMO POSSIVEL NAS PRIMEIRAS 24 HORAS COMPRESSÃO – CONSTANTE ATÉ O EDEMA DESAPARECER ESTABILIZAÇÃO – ATÉ A AREA DO CORPO FUNCIONAR SEM DOR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 87 CRIOCINETICA VANTAGENS - A CRIOCINETICA PERMITE A REALIZAÇÃO DE EXERCICIO MUITO ANTES DO QUE O TRATAMENTO CONVENCIONAL - RETARDA A ATROFIA MUSCULAR E AS INIBIÇÕES NEURAIS - REDUZ MUITO O EDEMA PELA AÇÃO DE DRENAGEM MUSCULAR DESVANTAGENS - O GELO É MUITO DOLOROSO DURANTE A IMERSÃO INICIAL - O GELO DERRETIDO PODE CAUSAR JUGEIRA INDICAÇÕES - ENTORSES ( + EFICAZ TORNOZELO ) CONTRA INDICAÇÕES - NÃO REALIZAR NENHUM EXERCICIO OU ATIVIDADE QUE CAUSE DOR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 88 EQUIPAMENTO NECESSARIO BALDE DE GELO OU COMPRESSAS DE GELO DEDEIRA AO TRATAR PÉ OU TORNOZELO TOALHA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 89 PROCEDIMENTO ANTES DA LESÃO - PREPARO PSICOLOGICO , EXPLICAR DOR RESIDUAL, PELO FRIO E POR NOVA LESÃO NA APLICAÇÃO - HIPOESTESIA DA PARTE DO CORPO , USE IMERSÃO EM GELO , MASSAGEM COM GELO OU COMPRESSAS, EM GERAL DEMORA 12 A 20 MINUTOS - A HIPOESTESIA DURA 2 A 3 MINUTOS, NESTE PERIODO REALIZAR EXERCICIOS - O EXERCICIO DEVE SER ATIVO LIVRE, PROGRESSIVO E LIVRE DE DOR - REAPLICAR O GELO POR MAIS 3 A 5 MINUTOS REFAZ O EFEITO E RECOMEÇA O EXERCICIO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 90 CRIOALONGAMENTO INDICAÇÕES - QUALQUER MUSCULO COM ESPASMO MUSCULAR RESIDUAL - DISTENSÃO MUSCULAR DE PRIMEIRO GRAU - MUSCULOS RIGIDOS POR DESUSO PROLONGADO ( IMOBILIZADO ) VANTAGENS - O ALONGAMENTO ESTATICO SUPERA O REFLEXO DE ALONGAMENTO, DIMINUINDO O ESPASMO MUSCULAR - O RELAXAMENT É FREQUENTEMENTE MAIOR DEPOIS DE UMA CONTRAÇÃO MUSCULAR MAXIMA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 91 PROCEDIMENTO EQUIPAMENTO NECESSARIO - CUBOS DE GELO, COMPRESSAS DE GELO OU FRIAS PROCEDIMENTO - BEM PARECIDO COM O ANTERIOR - FAZ A HIPOESTESIA - DEPOIS EXERCICIOS DE ALONGAMENTO COM CONTRAÇÕES COM RESISTENCIA - DEPOIS REPETI A HIPOESTESIA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 92 CALOR CONTRASTE TOALHAS MASSAGEM - NÃO FAZER NAS LESÕES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 93 PRINCIPIOS E TECNICAS CINESIOTERAPICAS CONTRAÇÕES MUSCULARES MODALIDADE DE EXERCICIOS ( PASSIVO, ATIVO, RESISTIDO, ISOCINETICO ) FLEXIBILIDADE ( BALISTICO, DINAMICO, ESTATICO, FNP ) TREINAMENTO DE FORÇA MUSCULAR REEDUCAÇÃO MOTORA ( PROPRIOCEPÇÃO ) HIDROTERAPIA TERAPIA MANUAL FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 94 Tratamento de lesões - Crio cinética - Crio alongamento - Atendimento no momento da lesão - Nas primeiras 8 ou 24 horas - Tratamento - Medicamentos - Repouso ou imobilização - Crioterapia 1ª Fase FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 95 - Eliminar - Dor - Espasmos - Inflamação 2ª Fase - Amplitude de movimentos Técnicas - Eletroterapia - Crioterapia - Cinesioterapia - Hidroterapia - Manipulação manual FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 96 3ª Fase Recuperar - Força - Potência - Resistência - Cinesioterapia - Kabat - Cybex - Musculação - Hidro Métodos FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 97 4ª Fase Reeducação motora ou readaptação a função - Facilitação neuromuscular propioceptiva - Adaptação do movimentos - Readaptação muscular e articular ao esporte e esforço utilizado FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 98 FASE I II III IV Objetivo - Proteger a integradade articular - Controlar a resposta inflamatória, dor, edema - Sustentação ausente ou apenas toque com o solo - crioterapia - Tensy - ultra som - laser - Cadeia aberta (Isometria) - Alternativos (Gluteos) - Estimulação ótima para regenereção tecidual - Sustentação Parcial com progressão - Crioterapia - Contraste - Alongamentos - Eletroterapia - Cinesioterapia -Osteopatia - hidroterapia - Progressão Funcional - Corrigir e controlar biomecânica - Criocinética -Alongamentos - Cybex - Cama elástica - Tatame - Musculação - Kabat - Preparo ao retorno das atividades - Sustentação plena - Gelo após a participação - Atividade em campo, quadra, corridas, agilidade - Propriocepção Estado de Sustenta- ção de PRS Modalidade Exercícios FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 99 PRINCIPIOS E TECNICAS CINESIOTERAPICAS E ELETETROTERMOFOTOTERAPICAS CONTRAÇÕES MUSCULARES MODALIDADE DE EXERCICIOS ( PASSIVO, ATIVO, RESISTIDO, ISOCINETICO ) FLEXIBILIDADE ( BALISTICO, DINAMICO, ESTATICO, FNP ) TREINAMENTO DE FORÇA MUSCULAR REEDUCAÇÃO MOTORA ( PROPRIOCEPÇÃO ) HIDROTERAPIA TERAPIA MANUAL FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 100 Tipos de Receptores Sensoriais Mecanoreceptores — respondem a forças mecânicas como pressão, toque, vibrações, ou alongamento. Termoreceptores — respondem a alterações na temperatura. Nociceptores — respondem a estímulos dolorosos. Fotoreceptores — respondem à luz para permitir a visão. Quimioreceptores — respondem a estímulos químicos de alimentos, odores, e alteração nas concentrações sanguíneas (O2, CO2, Glicose, etc) FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 101 Integração Sensório-Motora FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 102 MECANORRECEPTORES ARTICULARES • São encontrados em ligamentos, cápsulas, meniscos, lábrum e pele. • Corpúsculos de Ruffini: cápsulas articulares, ligamentos e pele, são sensíveis ao tato, à tensão e possivelmente ao aquecimento, bem como a mudanças na posição articular, frequência e direção dos movimentos, ativos na ADM final FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 103 MECANORRECEPTORES ARTICULARES • Corpúsculos de Pacini: Respondem a pressão profunda. • Corpúsculos de Merkel: Respondem a pressão profunda, mas mais lentamente do que os corpusculo de Pacini. • Corpúsculos de Meissner: São ativados pelo tato fino. • Terminações Nervosas livres: Respondem a estímulos novivos FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 104 Medula espinhal — reflexos simples como retirar a mão após tocar alguma coisa quente. Tronco cerebral inferior — reações motoras subconscientes mais complexas como controle postural. Cerebelo — controle subconsciente do movimento como aqueles necessários para coordenar movimentos múltiplos. Centros de Integração Tálamo — distinção consciente entre sensações como frio ou calor. Cortex Cerebral — percepção consciente de um sinal e da localização desse sinal no corpo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 105 Controle Motor w Impulsos sensoriaisevocam uma resposta através de um neurônio motor. wQuanto mais perto do encéfalo o impulso pára, mais complexa será a reação motora. wUm reflexo motor é uma resposta pré-programada que é integrada pela medula espinhal sem pensamento consciente. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 106 Fuso Muscular FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 107 Orgão Tendinoso de Golgi FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 108 Pontos importantes w Fusos Musculares e Orgãos Tendinosos de Golgi disparam reflexos para proteger os músculos do estiramento excessivo. w O Córtex Motor primário, gânglio basal, e cerebelo integram os estímulos sensoriais para a ação muscular voluntária. Integração Sensório-Motora w Engramas são padrões motores memorizados no encéfalo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 109 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 110 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 111 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 112 ADAPTAÇÕES NEUROGENICAS ( NEURAIS) A) ADAP. INTRAMUSCULAR - SOMAÇÃO TEMPORAL – DIMINUIÇÃO DO TEMPO INTERESTIMULOS, PROVOCANDO QUE UMA CONTRAÇÃO SE SOME A SUBSEQUENTE ( 3S = 1500 CONTRAÇÕES MUSC ) O CEREBRO APRENDE A MANDAR O ESTIMULO MAIS RAPIDO ATE QUE CHEGA A SER 2 X MAIS RAPIDO POR APRENDIZADO COM A VELOCIDADE LENTA CONCENTRICO O LIMIAR DE EXITABILIDADE É MENOR NA FIBRA OXITATIVA QUE NA GLICOLITICA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 113 CONFORME VAI TREINANDO O CORPO APRENDE A PARTE TEMPORAL E DEPOIS RECRUTA FIBRAS, ASSIM CONSEGUE FORÇA MAXIMA COM RECRUTAMENTO ENTÃO UM TRABALHO FISICO DE 2 A 3 MESES MUSCULAR É UM TRABALHO NEURAL E NÃO MUSCULAR COM CK E LDH CONSEQUIMOS AVALIAR SE HOUVE ALTERAÇÃO MUSCULAR B – ADAP. INTERMUSCULAR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 114 O que é Propriocepção? A propriocepção é a percepção do posicionamento do corpo no espaço durante a fase estática ou de movimento. Envolve o controle neuromuscular da chegada de um estímulo até a geração de uma resposta. Os proprioceptores são receptores de pressão e estiramento que estão presentes nas estruturas do aparelho locomotor como cápsulas articulares, tendões, ligamentos e músculos. Eles informam ao córtex o grau de rotação articular, de força de um músculo ou de estiramento dos tendões na realização de uma tarefa. Estas informações permitem a realização de movimentos complexos e protege as estruturas do sistema locomotor contra estiramentos e angulações danosas ao corpo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 115 Definição Definimos a propriocepção como a capacidade inconsciente de sentir o movimento e a posição de uma articulação no espaço. A ação proprioceptiva é atribuída à sensibilidade que nos transmite a atividade própria de nosso corpo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 116 ELEMENTOS FUNDAMENTAIS • PROPRIOCEPÇÃO: É a habilidade de determinar a posição de uma articulação no espaço. • CINESTESIA: É a capacidade de detectar o movimento FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 117 PROPRIOCEPÇÃO/CINESTESIA • A capacidade de detectar a posição de uma articulação no espaço é medida por mecanorreceptores encontrados em músculos e articulações e pelos inputs cutâneo, visual e vestibular. • O controle neuromuscular depende do SNC para interpretar e integrar as informações proprioceptivas e cinestésicas e então controlar os músculos e articulações individuais para produzir movimentos coordenados FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 118 Finalidade da propriocepção Diminuição do período de latência nervosa, ou seja, do tempo existente entre a introdução de um estímulo e uma resposta a ele. Formação de engrama sensorial, importante para que se evite lesões repetitivas. Aquisição de confiança por parte do paciente para voltar as suas atividades. Importância emocional. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 119 Objetivo da propriocepção Após uma lesão provocar desequilíbrios, através de diferentes estímulos para que haja equilíbrio e conseqüente formação de novo engrama. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 120 Fases da propriocepção 1. Fase ativa-estática: desequilíbrio provocado pelo fisioterapeuta, onde o paciente fica aproximadamente 40 segundos tentando reagir para manter-se equilibrado. 2. Fase ativa-dinâmica: exercícios mais complexos, com adição de superfícies de apoio para execução de cada exercício. 3. Fase de proteção de prática desportiva: alterna- se o ritmo, as superfícies de execução e as posições de simulações dos gestos desportivos, tendo como principal objetivo à integralização dos movimentos globais e específicos do gesto desportivo. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 121 TREINAMENTO SENSORIO MOTOR • Quatro elementos básicos são primordiais para o restabelecimento do controle neuromuscular e da estabilidade: • 1 - acuidade proprioceptiva e cinestésica • 2 - estabilização articular dinâmica • 3 - controle neuromuscular reativo • 4 - padrões motores funcionais. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 122 TÉCNICAS PROPRIOCEPTIVAS As fases de tratamento são três e ocorre mudança de uma fase para a outra, quando o paciente já estiver dominando aquela fase anterior. São elas: Baixo Impacto; Médio Impacto; Alto Impacto; FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 123 REEDUCAÇÃO Proprioceptores: (sensibilidade Profunda) *Músculos *Tendões *Ligamentos *Articulações *Cápsulas Telereceptores: *Visuais *Auditivos *Tato FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 124 O treino da propriocepção do joelho possibilita ao paciente realizar contrações musculares de defesa No LCA, os mecanorreceptores sensitivos são lesados por: Imobilizações prolongadas. Intervenções cirúrgicas Trauma FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 125 Estudo de Sampaio e Souza Foram reabilitados 496 pacientes com lesões ligamentares do joelho no período de 1987 a 1993. As técnicas de reeducação proprioceptiva foram aplicadas em 247 pacientes com duração de três meses, sendo baseadas em quatro fatores. 1. Desequilíbrio 2. Progressão 3. Habilidade( Grau I, II e III) 4. Avaliação proprioceptiva FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 126 Conclusão É consenso que o treinamento muscular simples não aumenta a velocidade da reação muscular, mas que o controle muscular dinâmico tem um potencial de diminuir o tempo de resposta da reação muscular e quanto menor esse tempo, menor será o estresse sobre as estruturas ósseas, musculares, meniscais e ligamentares do joelho. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 127 GRAU I Reeducação FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 128 GRAU II São basicamente aqueles que se fazem em planos instáveis e a corrida no plano sem mudança de direção. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 129 GRAU III São exercícios avançados, quando se utiliza a cama elástica, bozu, escadas, bolas, suspensão , cones se introduz a alternância de pisos, saltos, obstáculos e a corrida com mudança de direção. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 130 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 131 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 132 Reeducação Proprioceptiva Reeducação : visa reeducar o organismo a funcionar de forma similar antes da lesão,com automatismo Deve-se “treinar’’ a usar mecanoreceptores íntegros, levando a uma proteção da articulação ( joelho ) contra o ‘‘falseio”. FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 133 REEDUCAÇÃONEURO SENSORIO MOTORA FUNCIONAL O QUE É ISTO REEDUCAÇÃO FUNCIONAL EM SUSPENÇÃO REEDUCAÇÃO FUNCIONAL NA HIDRO REEDUCAÇÃO FUNCIONAL EM PISO ESPECIAL FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 134 “Futebol” FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 135 PILATES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 136 Trabalhos realizados em equipes de propriocepção para prevenção, utilizando materiais FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 137 Exercício de reeducação com cones “Futebol” FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 138 REEDUCAÇÃO COM SALTOS PARA IMPULSÃO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 139 REEDUCAÇÃO COM SALTOS MISTOS E CONES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 140 REEDUCAÇÃO DE MOVIMENTOS DIFERENTES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 141 REEDUCAÇÃO COM MATERIAIS MODERNOS FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 142 REDUCAÇÃO DE FUNÇÃO E PISO “Futebol , corrida ” FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 143 Caminhada na Piscina e Corrida na Piscina FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 144 Exercícios Específicos na Piscina FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 145 Elevadores da Escápulo-torácica FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 146 EXERCÍCIOS COM RESISTÊNCIA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 147 MANGUITO ROTADOR (SINERGIAS) FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 148 Diagonais, Multisegmentares FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 149 CONTROLE NEUROMOTOR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 150 CONTROLE NEUROMOTOR FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 151 EXT/FLEXÃO DO COTOVELO COM PRONAÇÃO E SUPINAÇÃO DA RU FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 152 TREINAR MOVIMENTOS E NÃO MUSCULOS TAREFAS QUE INTEGRAM OS MOVIMENTOS DIARIOS 153FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM INDIO LUTADOR CAMPEÃO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 154 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM DJANDRO , SELEÇÃO BRASILEIRA DE HAND BEACH 155 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 156 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 157 FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 158 Prof. Mário Amorim HYDOR ÁGUA THERAPEIA CURA FISIOTERAPIA ESPORTIVA 160PROF. M.S. MARIO AMORIM • Massa • Peso • Densidade • Gravidade específica • Flutuabilidade • Pressão hidrostática • Superfície de tensão • Refração • Viscosidade • Densidade • Pressão hidrostática • Turbulência • Metacentro • Fricção A densidade é definida como = m/V. É medida no SI em Kg/m³ ou g/cm³. A densidade é uma variável dependente da temperatura, embora menos para os sólidos e líquidos do que para os gases. MASSA PESO DENSIDADE DENSIDADE RELATIVA (GRAVIDADE ESPECÍFICA) Densidade relativa > 1 Afunda Densidade relativa < 1 Flutua FISIOTERAPIA ESPORTIVA 165PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 166PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 167PROF. M.S. MARIO AMORIM FISIOTERAPIA ESPORTIVA 168PROF. M.S. MARIO AMORIM Modificações Fisiológicas da Hidroterapia Aumenta: - Freqüência respiratória e cardíaca - Suprimento sangüíneo para os músculos - Metabolismo muscular - Circulação periférica - Retorno venoso - Taxa metabólica - Relaxamento muscular FISIOTERAPIA ESPORTIVA 169PROF. M.S. MARIO AMORIM Diminui: -Pressão sangüínea - Edemas - Sensibilidade no terminais nervosas - A água simula a falta de gravidade, diminuindo a compressão nas articulações doloridas. Uma pessoa submersa n'água sente-se mais leve. Modificações Fisiológicas da Hidroterapia FISIOTERAPIA ESPORTIVA 170PROF. M.S. MARIO AMORIM Benefícios da Hidroterapia -Efeito psicológico: melhora a moral e autoconfiança do paciente. -Maior liberdade de movimento: possibilita trabalhar grandes grupos musculares em grandes amplitudes de movimento em diferentes direções ao mesmo tempo de forma segura. -Reduz a sensibilidade à dor: possibilita a realização de exercícios que em terra seriam dolorosos. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 171PROF. M.S. MARIO AMORIM Benefícios da Hidroterapia -Aumenta de 6 à 15 vezes a resistência ao exercícios em relação ao ar. -Reduz a ação da força gravidade: beneficia o inicio de descarga de peso; auxilia pacientes com peso excessivo e permite as gestantes realizarem exercícios aeróbicos com segurança FISIOTERAPIA ESPORTIVA 172PROF. M.S. MARIO AMORIM -Melhora a musculatura respiratória: uso desta musculatura à simples imersão. -Melhora a consciência corporal, equilíbrio e a estabilidade proximal do tronco- técnica Bad Ragaz. -Aumenta a circulação periférica: condições de pele- pela pressão hidrostática e temperatura da água. FISIOTERAPIA ESPORTIVA 173PROF. M.S. MARIO AMORIM TERAPIA MANUAL APLICADA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM174 FILOSOFIA A medicina osteopatica é uma filosofia do sistema de saude e uma arte distinta, sustentada pelo crescimento dos conhecimentos cientificos. Sua filosofia engloba o conceito da unidade estrutural ( anatomico ) e funcional ( fisiologico ) do organismo humano. ( 1982 ) PROF. M.S. MARIO AMORIM 175FISIOTERAPIA ESPORTIVA PRINCIPIOS DA OSTEOPATIA “ O MOVIMENTO É A VIDA “ , E A OSTEOPATIA UMA TERAPIA HOLISTICA A ESTRUTURA GOVERNA A FUNÇÃO A UNIDADE DO CORPO A AUTOCURA A LEI DA ARTERIA FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 176 A ESTRUTURA GOVERNA A FUNÇÃO A ESTRUTURA REPRESENTA AS DIFERENTES PARTES DO CORPO , OSSOS, MUSCULOS, FASCIAS , VICERAS E ETC A FUNÇÃO É A ATIVIDADE DE CADA UMA DESTA PARTES , TAIS COMO A FUNÇÃO RESPIRATORIA E CARDIACA E ETC. A ENFERMIDADE NÃO PODE DESENVOLVER-SE SE A ESTRUTURA ESTA EM HARMONIA, PORTANDO A DESORDEM DA ESTRUTURA PRODUZ A ORIGEM DAS ENFERMODADES FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 177 A UNIDADE DO CORPO O CORPO HUMANO TEM A FACULDADE DE REECONTRAR O EQUILIBRIO, O QUE CHAMAMOS DE HOMEOSTASIA STILL SITUA ESTA UNIDADE AO NIVEL DO SISTEMA MIO-FASCIO-ESQUELETICO. ESTE SISTEMA É SUSCEPTIVEL DE GUARDAR NA MEMORIA OS TRAUMAS SOFRIDOS FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 178 A AUTOCURA O CORPO TEM EM SI MESMO TODOS OS MEIOS NECESSARIOS PARA ELIMINAR OU SUPRIMIR AS ENFERMIDADES. ASSIM ESTA PE A CONDIÇÃO PARA QUE SEUS MEIOS SEJAM LIVRES PARA FUNCIONAR CORRETAMENTE, OU SEJA QUE NÃO HAJA OBSTACULOS SOBRE OS CONDUTOS NERVOSOS LINFATICOS, VASCULARES, COM O FIM DE QUE A NUTRIÇÃO CELULAR E A ELIMINAÇÃO DOS DEJETOS FUNCIONEM CORRETAMENTE FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 179 A LEI DA ARTERIA O SANGUE É O MEIO DE TRANSPORTE DE TODOS OS ELEMENTOS QUE PERMITEM ASSEGURAR A IMUNIDADE NATURAL. O PAPEL DA ARTERIA É PRIMORDIAL, SUA PERTUBAÇÃO PROVOCA UMA MÁ CIRCULAÇÃO ARTERIAL E COMO CONSEQUENCIA O RETORNO VENOSO SERÁ MAIS LENTO E PROVOCARA ACÚMULO DE TOXINAS A ENFERMIDADE SE INSTALA SEMPRE SOBRE UM ORGÃO DEBILITADO, BASTA UM STRESS IMPORTANTE PARA QUE ESTE ORGÃO NÃO POSSA MAIS RESPONDER CORRETAMENTE FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 180 TERAPIA MANIPULATIVA SISTEMAS : - ARTICULAR NEURAL MUSCULAR PSICOLOGICO/EMOCIONAL 3 TIPOS DE TECNICAS: TECIDOS MOLES MOBILIZAÇÃO MANIPULAÇÃO FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 181 TERAPIA MANIPULATIVA TECNICAS DO SISTEMA ARTICULAR - devem ser usadas de forma apropriada paciente certo tecnica correta circunstanciacorreta Segurança e conforto para o paciente são extremamente importantes no uso de tecnicas osteopaticas FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 182 TERAPIA MANIPULATIVA 2 TIPOS DE TÉCNICAS Mobilização – através da adm fisiologica Manipulação - - alem da adm fisiologica entrando na adm anatomica ( HVT- thrust de alta velocidade ) FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 183 TEMPO DE RETORNO A ATIVIDADE TEMPO CONTUSÃO LESÃO MUSCULAR TENDINITE ENTORSE FRATURA/LUXAÇÃO 7 DIAS 84 % 53 % 52 % 50% 4 % 7 A 30 16 % 46 % 43 % 45 % 68 % ACIMA DE 30 1 % 5 % 5 % 28 % FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 184 FASE I II III IV Objetivo - Proteger a integradade articular - Controlar a resposta inflamatória, dor, edema - Sustentação ausente ou apenas toque com o solo - crioterapia - Tensy - ultra som - laser - Cadeia aberta (Isometria) - Alternativos (Gluteos) - Estimulação ótima para regenereção tecidual - Sustentação Parcial com progressão - Crioterapia - Contraste - Alongamentos - Eletroterapia - Cinesioterapia -Osteopatia - hidroterapia - Progressão Funcional - Corrigir e controlar biomecânica - Criocinética -Alongamentos - Cybex - Cama elástica - Tatame - Musculação - Kabat - Preparo ao retorno das atividades - Sustentação plena - Gelo após a participação - Atividade em campo, quadra, corridas, agilidade - Propriocepção Estado de Sustenta- ção de PRS Modalidade Exercícios FISIOTERAPIA ESPORTIVA PROF. M.S. MARIO AMORIM 185