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1) O fenomenólogo André Dartigues (1992), comenta a respeito da concepção de consciência de Husserl que ela contém muito mais que a si própria. Para a fenomenologia, a consciência:
Resposta C: Refere-se ao ato de consciência, que sempre visa um objeto.
Justificativa: Pois para a fenomenologia consciencia sempre visa o objeto.
2)Edna procura um psicólogo fenomenológico-existencial. Relata que está em crise no seu casamento. Ela e João "não se entendem mais." Procurou finalmente a psicoterapia devido a uma briga que tiveram na semana passada. Ela preparou um jantar para os dois, mas ele jantou rápido e foi assistir futebol na TV. "Nem elogiou minha comida! Quando eu falei isso para ele, ele explodiu e saiu de casa. Acho que foi ver o jogo num bar lá perto. Voltou de madrugada." 
  Com base nas reflexões de Critelli (2012), o psicólogo investiga com Edna o que ela esperava (quais eram as intenções) no momento da briga com João. Ele faz isso, pois: (Assinale a alternativa correta)
Resposta A: Os atos de Edna não são autossignificantes. O significado deles aparece nas relações com os outros. Pensando na especificidade da relação com João, o significado das ações de Edna depende de como elas repercutem nele.
Justificativa: O terapeuta procura nas relações de Edna com os outros o significado para suas ações.
3)O psiquiatra Binswanger recorre às fenomenologias de Husserl e Heidegger para “corrigir” a falta de bases epistemológicas da psiquiatria de sua época. Uma das características principais de sua Daseinsanalyse é:
Resposta A: A compreensão de que a existência global do paciente está comprometida na assim chamada psicopatologia.
Justificativa: As linhas diretrizes do trabalho psicoterápico são a compreensão da história de vida do doente em suas singularidades.
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