Logo Passei Direto
Buscar
Material

Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original

12
CURSO PREPATÓRIO PARA CONCURSO
COORDENADOR PEDAGÓGICO CAMPO GRANDE/MS
Componente Curricular
LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL
Organizador: Caio Cesar Monteiro Aguirre
Nota: 
A Educação tem como característica aumentar o poder do homem sobre a natureza, e do mesmo modo, conformá-lo ou desafiá-lo a buscar novos meios de progresso e equilíbrio social diante da comunidade a que pertence. Como fundamento base, a educação traz o objetivo de instruir, dotar e incrementar o homem de instrumentos culturais em busca de transformações sociais, materiais e espirituais dentro de um processo dinâmico de evolução da humanidade. 
Campo Grande /MS
Setembro – 2019
Introdução 
	
A Legislação Educacional no Brasil encontra-se ainda em uma fase de estruturação considerando os principios de modernização cultural e aspectos de relacionamentos sociais bem como as novidades referentes aos meios de comunicação o que de certo modo interferem nas necessidades de aprendizagem do indivídio e de certo modo envolve o papel que a escola exerce para a sociedade. 
	Os documentos presentes em uma legislação educacional, encontram-se divididos de acordo com o propósito de normatização e estruturação da educação para a sociedade (considerando eixos fundamentais como direito social, direito universal, direito de acesso, responsabilidade de financiamento, etc), e um quadro de documentos normatizadores que especificam da relação da escola com a sociedade, ou mediante a organização e elaboração de projetos sociais e políticas públicas, neste caso, decretos, deliberações, portarias que tratam da organização e descentralização das leis para a sociedade. 
	Ao longo da história do país as Constituiçoes Federais versaram sobre diferentes aspectos quanto a um único tema central, o Direito a Educação Pública Gratuíta, os documentos entretanto, diferem em outros aspectos quanto a centralização das normas, ou a responsabilidade de cada ente governamental diante do atendimento a população. 
	No presente documento trataremos sobre a evolução de tais direitos, e as transformações legislativas dos documentos normatizadores de que tratam a educação no país, destacando que todas as notas remetem a um principio basico, o ensino público gratuíto e de qualidade para todos como direito social, indiferente de classe social, etnia, credo ou necessidade inclusiva e especial de atendimento. 
Normas Jurídicas e Sua Abrangência na Educação
A legislação educacional pode ser considerada como um conjunto de leis referentes ao processo educacional como um todo, neste caso, a legislação educacional volta-se a questões referentes a matéria educacional desde a formação do profissional de ensino, mensalidades escolares, normatizações de instituições educacionais e políticas públicas. 
Ainda assim, a partir do nova ordem geral da educação nacional, decorrente da Lei 9.394/96, poderíamos de alguma forma cogitar o uso das expressões legislação educacional e legislação de ensino.
	Ao tratarmos da legislação educacional voltamo-nos a questões acerca da regulamentação e normatização do ensino nos diferentes níveis de educação: Educação Básica, e Ensino Superior. 
	Ao considerarmos a legislação educacional como forma de regulamentação do sistema de ensino, nos baseamos em duas estruturas organizacionais: 
Legislação Reguladora: estruturada a partir das normatizações estabelecidas na forma de Lei Federal, Estadual ou mesmo Municipal, visando a organização dos princípios e fundamentos da Educação;
Legislação Regulamentadora: estruturada a partir de resoluções, e decretos que visam organizar, instruir e direcionar as aplicações das Normas Reguladoras de uma forma mais objetiva diante dos processos de legalização das etapas de ensino e modalidades educacionais. 
A legislação educacional, como nos parece sugerir, é uma disciplina de imediato interesse do Direito ou mais precisamente do Direito Educacional. Mas um olhar interdisciplinar dirá que ela é central na Pedagogia quando no estudo da organização escolar.
Apesar de todo o avanço no sistema educacional, e da visão holística dos princípios educacionais, a legislação educacional ainda não atingiu os patamares de totalização da equidade social, incluindo as diversidades e especificações das diretrizes educacionais considerando neste ponto as mudanças sociais estabelecidas por mudanças culturais e sociais resultados da dinâmica da evolução do comportamento humano. 
Todas as normas educacionais, legais e infralegais, leis e regulamentos, com instrução jurídica, relativas ao setor educacional, na contemporaneidade e no passado, são de interesse da legislação educacional.
Vemos, deste modo, que a legislação educacional pode ter uma acepção ampla, isto é, pode significar as leis da educação, que brotam das constituições nacionais, como a Constituição Federal, considerada a Lei Maior do ordenamento jurídico do país, às leis aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pelo Presidente da República. 
Pode, também, a legislação abranger os decretos presidenciais, as portarias ministeriais e interministeriais, as resoluções e pareceres dos órgãos ministeriais ou da administração superior da educação brasileira. A legislação educacional é, portanto, base da sustentação da estrutura político-jurídica da educação. 
	Ao tratarmos da educação como uma forma de direito social, reportamos a questões como o direito ao acesso ao ensino fundamental como direito público subjetivo, bem como a imperatividade normativa presente na origem da fonte de direito, a Constituição. 
Os decretos presidenciais, as portarias ministeriais e interministeriais, as resoluções e pareceres dos órgãos do Ministério da Educação, como o Conselho Nacional da Educação ou o Fundo de Desenvolvimento da Educação como serão executadas as regras jurídicas ou das disposições legais contidas no processo de regulação da educação nacional. A regulamentação não cria direito porque limita-se a instituir normas sobre a execução da lei, tomando as providências indispensáveis para o funcionamento dos serviços educacionais.
Diríamos, em substância, que a estrutura político-jurídica da educação contida na Constituição Federal e nas Leis Federais regulam a estrutura político-jurídica da educação enquanto os decretos, as portarias, as resoluções, os pareceres, as instruções, enfim, prescrevem a forma de funcionamento do serviço educacional.
A origem da legislação educacional no Brasil encontra-se disposta a partir da Constituição Imperial de 1824, a qual continha um artigo sobre a educação escolar primária e gratuita e segue aos dias atuais considerando como base atual a Constituição de 1988, devendo também considerar as Constituições Estaduais, bem como as Leis Orgânicas dos Municípios e toda legislação ordinária com ênfase na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional, nos diferentes momentos e contextos históricos em que elas ocorreram. 
As normas constitucionais que tratam da educação são as fontes primárias da regulação e organização da educação nacional, pois, por elas, definem-se as competências constitucionais e atribuições administrativas da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios. Abaixo das normas constitucionais temos as leis federais ordinárias ou complementares que regulam o sistema nacional de educação.
A legislação reguladora estabelece a regra geral a norma jurídica fundamental. Daí, o processo regulatório voltar-se sempre aos princípios gerais e à disposição da educação como direito, seja social (art. 6º da Constituição Federal) ou público subjetivo (§ 1º do art. 208 da Constituição Federal). O traço principal da regulamentação é a prescrição, ou seja, volta-se à própria práxis da educação. A regulamentação não cria direito porque limita-se a instruir normas sobre a execução da lei, tomando as providências indispensáveis para o funcionamento dos serviços educacionais.
Linha do tempo da Legislação Educacional no Brasil
A história da Legislação Educacional
no Brasil, acompanha a própria história da Educação Brasileira uma vez que os primeiros documentos que tratam da legislação brasileira, descrevem a responsabilidade do Estado sobre a formação Educacional da população do país, assim, o primeiro documento que trata a respeito da Legislação Educacional do Brasil, corresponde a Constituição Imperial de 1824 na qual apresenta umartigo que trata do direito da população de ter ensino público gratuito. Apesar de tal decreto já definir a obrigação do Estado diante do atendimento educacional para a população, ainda não se apresentava documentos normatizadores a respeito da construção das escolas, etapas de ensino ou mesmo formação de profissionais. 
A Constituição de 1891 por sua vez apresentava a consideração de que cada Estado deveria cuidar do atendimento ao ensino em sua região, cabendo a administração Federal o atendimento do ensino superior como consta o art. 34º, e a instrução militar como apresentado em seu artigo 87º, o artigo 35º complementava que cabia a administração federal o desenvolvimento das letras artes e ciências. 
No período Repúblicano, até a década de 1930, a educação era resolvida pelo Departamento Nacional de Ensino, que encontrava-se diretamente ligado ao Ministério da Justiça. Em 1931 ocorre a criação do Ministério da Educação. Em 1932, ocorre a mobilização dos profissionais de ensino na qual lançam o MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA, que teve como Redador Fernando de A\evedo e assinado por educadores como Anísio Teixeira. O Manifesto apresenta a proposta de que o Estado deveria organizar um plano de educação na qual definisse uma proposta voltada para o modelo e formato de atuaçao da Escola Pública, visando uma atuação laica, obritatoria e gratuíta. 
Foi em 1934, com a nova constituição federal, que a educação passa a ser vista como um direito de todos, devendo ser ministrada pela família e pelos poderes públicos. A Constituição de 1934 apresenta um capítulo completo a respeito da Educação do País, fixando o plano nacional de educação, em seu artigo 150º e em seu artigo 5º as diretrizes da educação nacional. A proposta apresentada tinha por base combater a ausência de unidade política entre as unidades federativas, mantendo a autonomia dos estados diante da implantação dos seus sistemas de ensino.
A Constituição de 1937 promulgada com o Estado Novo sustenta os princípios opostos as ideias liberais e descentralistas do modelo anterior, rejeitando um plano nacional de educação, apresentando a função de organizar e determinar as bases da educação no país como responsabilidade do Governo Federal. 
De 1934 a 1945, o então ministro da Educação e Saúde Pública, Gustavo Capanema Filho, promove uma gestão marcada pela reforma dos ensinos A Constituição de 1946 apresenta a retomada das linhas gerais sobre cultura e desporto proposto em 1934 iniciando o processo de construção da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação secundário e universitário. Nessa época, o Brasil já implantava as bases da educação nacional.
Até o ano de 1953, foi Ministério da Educação e Saúde. Com a autonomia dada à área da saúde surge o Ministério da Educação e Cultura, com a sigla MEC. O sistema educacional brasileiro até 1960 era centralizado e o modelo era seguido por todos os estados e municípios. Com a aprovação da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em 1961, os órgãos estaduais e municipais ganharam mais autonomia, diminuindo a centralização do MEC. 
Foram necessários treze anos de debate (1948 a 1961) para a aprovação da primeira LDB. O ensino religioso facultativo nas escolas públicas foi um dos pontos de maior disputa para a aprovação da lei. O pano de fundo era a separação entre o Estado e a Igreja.
O salário educação, criado em 1962, também é um fato marcante na história do Ministério da Educação. Até hoje, essa contribuição continua sendo fonte de recursos para a educação básica brasileira.
A reforma universitária, em 1968, foi a grande LDB do ensino superior, assegurando autonomia didático-científica, disciplinar administrativa e financeira às universidades. A reforma representou um avanço na educação superior brasileira, ao instituir um modelo organizacional único para as universidades públicas e privadas. 
A educação no Brasil, em 1971, se vê diante de uma nova LDB. O ensino passa a ser obrigatório dos sete aos 14 anos. O texto também prevê um currículo comum para o primeiro e segundo graus e uma parte diversificada em função das diferenças regionais.
Em 1985, é criado o Ministério da Cultura. Em 1992, uma lei federal transformou o MEC no Ministério da Educação e do Desporto e somente em 1995, a instituição passa a ser responsável apenas pela área da educação. Uma nova reforma na educação brasileira foi implantada em 1996. Trata-se da mais recente LDB, que trouxe diversas mudanças às leis anteriores, com a inclusão da educação infantil (creches e pré-escola). 
Ainda em 1996, o Ministério da Educação criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) para atender o ensino fundamental. Os recursos para o Fundef vinham das receitas dos impostos e das transferências dos estados, Distrito Federal e municípios vinculados à educação.
O Fundef vigorou até 2006, quando foi substituído pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que vigorará até 2019.
Em 2007 foi lançado o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que prevê metas e orçamentos para investir na educação básica, na educação profissional e na educação superior. Mais recentemente em 2015 o Direito das especificidades no atendimento a Pessoa com Deficiência foi oficializado mediante a criação da Lei 13.146/15 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, reconhecendo os direitos da pessoa com Deficiência diante das necessidades especificas educacionais, no ano de 2017 foi elaborado o Decreto de Criação do Banco Nacional do Currículo Comum, a qual foi editado em 2018, e em abril de 2019, iniciaram as atividades de implementação do BNCC em todo território nacional. 
Linha do Tempo da Legislação Educacional no Brasil 
A hierarquia das Normas Legais na Educação
A organização da Educação Brasileira pautada com base em dois documentos fundamentais: a Constituição Federal de 1988 e a LDB 1996, apresentam a divisão de responsabilidades e atribuições referentes aos órgãos federativos, assim:
MUNICIPIOS – cabe a atribuição do atendimento da Educação Infantil e do Ensino Fundamental
Estados – cabe a responsabilidade de atender o Ensino Médio e a Educação Profissionalizante
Governo Federal – atribui-se a responsabilidade do Ensino Superior 
Apesar da simples representação da responsabilidade dos órgãos governamentais, as atividades de cada segmento cabe as atribuições dentro do atendimento das Leis dos Sistemas de Ensino, neste caso os Estados e Municipios devem atender as normativas presentes em suas próprias Leis específica que visam regulamentar as atividades a serem desenvolvidas em cada órgão federativo ou municipio. Aos Municípios é cabível a opção de criarem ou não sua Lei do Sistema de Ensino, contudo, caso o município opte por não criar uma Lei própria, suas atribuipções serão desenvolvidas de acordo com a Lei do Sistema Estadual de Ensino considerando o Estado a qual pertence. 
As Leis dos Sistemas de Ensino visam proporcionar uma normatização a respeito da criação de instituições de ensino, formas de avaliação, procedimento quanto a processos de aceleração de ensino, atendimento a alunos com Deficiência, Superdotação, ou organização de projetos específicos voltados para o desenvolvimento da educação. 
Constituição Federal e a Educação Brasileira
O artigo 211 da Constituição Federal estabelece que a “União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração seus sistemas de ensino”. O mesmo ocorre com a Lei nº 9.394/96, que estabelece as
diretrizes da educação nacional, ao dizer em seu artigo 8º que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino”. O artigo 211 em seu parágrafo 1º da Constituição Federal prevê que “a União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios”.
O capitulo III, na seção I, estabeleceu uma série de artigos que foram objeto de amplo debate, inclusive sofrendo influencia dos lobbies da iniciativa privada.
Entretanto, o artigo 206, que garantiu a gratuidade do ensino, promoveu o conceito de gestão democrática.
O artigo 208, por sua vez, estabeleceu o então chamado ensino Fundamental como obrigatório e gratuito, dos quatro aos dezessete anos, prevendo a progressiva universalização da gratuidade do ensino médio e o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência.
O artigo 211 incumbiu a União de organizar o sistema de ensino e prestar assistência as demais instancias administrativas, fixando a atuação prioritária dos municípios no ensino Fundamental e na educação infantil; atribuindo aos Estados a responsabilidade pela universalização do acesso ao ensino médio. Já o artigo 212 estabeleceu novas porcentagens mínimas da arrecadação de impostos para serem aplicados na educação: 18% para a União e 25% para Estados e Municípios.
Em linhas gerais podemos dizer que a Constituição de 1988, apresenta as seguintes mudanças significativas na história da Educação Brasileira:
Reconhecimento do Direito a Educação a todos (indiferente de classe social, ou mesmo necessidades especiais, todo cidadão tem direito universal a educação pública gratuita)
O ensino médio se torna progressivamente obrigatório, lembrando que este termo “progressivamente” deixa de existir com a emenda constitucional em 2009. 
A Educação Infantil deixa de oscilar entre um atendimento da Educação e Assistência Social para ser compreendida como uma função da Educação, devendo sua responsabilidade de atuação para as Secretarias de Educação
A Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio juntos passam a ser conhecidos como etapa da Educação Básica. 
Fica reconhecido a responsabilidade do Ensino Superior quanto atribuição do Governo Federal 
Criação dos sistemas de avaliação externas – visando a mensuração da qualidade do ensino
Indicações referentes a criação do Piso Nacional da Educação e Plano de Cargos e Carreiras (art. 206º)
Ocorre a criação e o desenvolvimento de diversas políticas públicas voltadas diretamente para a regulamentação da educação no país como também para o fortalecimento das metas da educação, como por exemplo:
CAQ – Custo Aluno Qualidade
BNCC – Base Nacional do Currículo Comum
PNE – Plano Nacional de Educação
FUNDEB – Fundo Nacional da Educação Básica
PROUNI – Programa Universidade para Todos
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
A partir destes parâmetros, a Nova LDB começou a ser discutida, chegando ao legislativo em 1993, sendo aprovada, após debates e modificações, em 1996, através da lei 9.394/96 de 20 de dezembro. A grande novidade da LDB foi o conceito de educação voltada para a formação da cidadania, com a reintrodução da filosofia e sociologia no ensino Médio.
Além é claro da preocupação com a formação docente, com a obrigatoriedade da formação superior para os professores e a fixação de um prazo apara adequação dos profissionais já atuantes no mercado de trabalho.
Principais características 
Gestão democrática do ensino público e progressiva autonomia pedagógica e administrativa das unidades escolares (art. 3 e 15) 
Ensino fundamental obrigatório e gratuito (art. 4) 
Carga horária mínima de oitocentas horas distribuídas em duzentos dias na educação básica (art. 24) 
Prevê um núcleo comum para o currículo do ensino fundamental e médio e uma parte diversificada em função das peculiaridades locais (art. 26) 
Formação de docentes para atuar na educação básica em curso de nível superior, sendo aceito para a educação infantil e as quatro primeiras séries do fundamental formação em curso Normal do ensino médio (art. 62) 
Formação dos especialistas da educação em curso superior de pedagogia ou pós-graduação (art. 64) 
A União deve gastar no mínimo 18% e os estados e municípios no mínimo 25% de seus respectivos orçamentos na manutenção e desenvolvimento do ensino público (art. 69)
Dinheiro público pode financiar escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas (art. 77) 
Prevê a criação do Plano Nacional de Educação (art. 87) 
Possui 96 artigos, organizados da seguinte maneira:
 Título I - Da educação 
 Título II - Dos Princípios e Fins da Educação Nacional 
 Título III - Do Direito à Educação e do Dever de Educar 
 Título IV - Da Organização da Educação Nacional 
 Título V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino 
o Capítulo I - Da Composição dos Níveis Escolares 
o Capítulo II - Da Educação Básica 
 Seção I - Das Disposições Gerais 
 Seção II - Da Educação Infantil 
 Seção III - Do Ensino Fundamental 
 Seção IV - Do Ensino Médio 
 Seção V - Da Educação de Jovens e Adultos 
o Capítulo III - Da Educação Profissional 
o Capítulo IV - Da Educação Superior 
o Capítulo V - Da Educação Especial 
 Título VI - Dos Profissionais da Educação 
 Título VII - Dos Recursos Financeiros 
 Título VIII - Das Disposições Gerais
 Título IX - Das Disposições Transitórias
(módulo II) 
Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE
Lei do Sistema Estadual e Plano Estadual de Educação – MS
Estatuto da Criança e do Adolescente
Conselho de Educação: Resoluções e Portarias
Educação Especial no Brasil 
Banco Nacional do Currículo Comum e Referenciais da Educação
Exercícios Propostos

Teste o Premium para desbloquear

Aproveite todos os benefícios por 3 dias sem pagar! 😉
Já tem cadastro?

Mais conteúdos dessa disciplina