APOL Filosofia de Supervisão
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Disciplina<strong>controle e Automação</strong> I28 materiais75 seguidores
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APO L Filosof ia de Superv isão
A aç ão de contr ole do ti po PI D é amplamente ut i li zada na i ndús t r ia e a
s intonia de s eus par âmet r os , é neces s ár ia para ot i mizar a aç ão de c ont r o l e .
As s inale a al t er nat i v a q ue des c r ev e a funç ão das aç ões propor c ional e
deri v ativ a.
No t a: 0.0
A
Proporcional: amplif icar o sinal d e erro. D erivat iva: aument ar a velocid ad e d e resposta d a saíd a.
B
Proporcional: amplif icar o sinal d e erro. D erivat iva: red uzir a velocid ad e d e respost a d a saíd a.
C
Proporcional: minimizar o sinal d e erro. D erivat iva: aument ar a velocid ad e d e resposta d a saíd a.
Co mentár io : a a lternativa c orreta é a “C” .
D
A s ações não inf luenciam na respost a d a saíd a.
Questão 2/5 - Filosofias de Supervisão
At ual mente, o t ema “I ndús t r ia 4. 0” é um dos mai s coment ados no s etor
indus t r ial. O avanç o da t ecnolog ia tem s idoo r ápido q ue, gr upos de
pes q uis a e g r andes i ndús t r ias es t udam c omo adotar es t e modelo aos s eus
pr oces s os pr odutiv os. Ass i nale “v er dadeiro” ( V) par a as c arac t e s t i c a s q u e
des c r ev em a I ndús t r i a 4.0 e ( F) par a as fals as. Depois as s i nale a
al t er nati v a q ue apr esent a a s eq nc i a c orr eta:
( ) Ac ess o aos dados em tempo real par a ass eg urar as tomadas de
dec is ões ;
( ) T odas as dec i s ões dev em s er c entr alizadas par a g ar ant i r agi l idade ao
pr oces s o;
( ) A pr od ão dev e s er c on nua, independente da demanda. As s i m, há
s empre est oq ue e ac es s o mais r ápido aos pr odutos ;
( ) T otal integ r aç ão entr e equipamentos , s is temas e ativ os .
No t a: 20. 0
A
F-F-V -F
B
F-V-V -F
C
F-V-F-V
D
V -F-F-V
Vo c ê a c e r to u!
Co mentár io : a lternativa c o rreta é a D . As p rinc ipa is c ara cterística s d a In dústria 4 .0 s ã o o a c es so a o s d a dos e m te m p o r e a l , d e sc en t r al i z a ç ã o d as
tom a d a s d e d e cisõ es , a p ro du ção d ev e se r f eita so b d em an da, u tilizan do s o m ente re cursos n ec ess ários e to tal in tegraç ão e n tre e q uip am ento s , siste ma s e
ativ o s .
Questão 3/5 - Filosofias de Supervisão
O pr ot ocolo de c omunic aç ão es t abelece um c onjunt o de r eg r as para a t r o c a
de mens ag ens ent re eq uipamentos. O model o I SO/OSI é c ompost o por s ete
c amadas. Qual a alt ernati v a q ue melhor des c r eve a c amada de enl ac e?
No t a: 20. 0
A
É a camad a que f ornece serviços d e red e aos usuários f inais, por exemplo, D N S.
B
N esta camad a, o I P é responsável pelo rot eament o d as inf ormações. V ale lembrar que, um rot ead or é responsável pela t roca d e
inf ormações d ent ro d e uma mesma red e.
C
Est a camad a d ef ine o f ormat o d e d ad os na red e.
Vo c ê a c e r to u!
Co mentár io : a a lternativa c orreta é a “C” .
D
É a camad a responsável pelo f ormat o d e d ad os na red e. Nela, os prot ocolos TC P e U D P são d ef inid os.
Questão 4/5 - Filosofias de Supervisão
Alg uns par âmet r os devem s er cons i der ados ao defi nir a arq uitetur a da
autom ão de um pr ocess o. Ass inal e a alternati v a c orreta.
No t a: 20. 0
A
Capacid ad e d e expansão, sem red und ância e d o t ipo “st and alone”.
B
Tod os os parâmet ros d evem levar em cont a a expansão d o sist ema, a ad oção d e prot ocolos abert os d e mercad o e velocid ad e compat ível
com os requisit os d o processo.
Vo c ê a c e r to u!
Co mentár io : a a lternativa c orreta é a “B” .
C
É obrigat ório que na arquit et ura ad ot ad a, t enha red und ância d e sist ema supervisório.
D
A d oção d e prot ocolos proprietários, pois possuem melhor d esempenho.
Questão 5/5 - Filosofias de Supervisão
A norma ISA-95 é c ompos t a por 5 par t es . Ass inal e a alternati v a q ue
des c r ev e q ual a s ua f unç ão:
No t a: 20. 0
A
O objet ivo d a norma é pad ronizar os prot ocolos d e comunicação ind ust rial.
B
Como a ind úst ria é um sist ema complexo, a norma f oi criad a para f acilit ar a int egração ent re os sist emas.
Vo c ê a c e r to u!
Co mentár io : a a lternativa c orreta é a “B. O o b jetiv o d a n orma é e stab elece r p ad rõ es p a ra a in te gração d os s istema s e n ív eis d a a u tom aç ão .
C
O objet ivo d a norma é estabelecer um mod elo d e gerenciament o d e alarmes.
D
Trat a d a int egração d e prot ocolos específ icos d a chamad a “I nd úst ria 4.0”.
Questão 1/5 - Filosofias de Supervisão
O pr ot ocolo AS- Interface foi c r i ado em 1991, por um c ons órc i o de empr es a s
europeias. As s i nale v erdadei r o ( V) par a as alt ernati v as q ue desc r evem
c arac t e s ti cas des t e pr otocolo.
( ) Veloci dade de c omunic ação entr e 500 k b/s e 2Mb/ s .
( ) Sua util i zação s e r es t r inge a apl ic aç ões na área de energ i a: dis tr i bu ão,
em es pec i al.
( ) Comunic ação do t ipo c í c li c a e pool ing.
( ) Sem l imit e par a as c onex ões de eq uipamentos .
No t a: 20. 0
A
F-F-V -F
Vo c ê a c e r to u!
Co mentár io : a lternativa c o rreta é a A . Som en te a te rce ira a lternativa d escre ve o p ro toc olo .
B
F-V-V -F
C
F-V-F-V
D
V -F-F-V
Questão 2/5 - Filosofias de Supervisão
A topolog ia de r ede define c omo os eq uipamentos es t arão inter li g ados. Com
relaç ão aos t ipos de topolog ias, as s i nale a al t er nat i v a c or r et a.
No t a: 20. 0
A
A t opologia d o t ipo Mesh é usad a em sist emas d e pequeno porte.