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CURSO INTENSIVO EM APERFEIÇOAMENTO DE PROCEDIMENTO ESTÉTICO INVASIVO EM MICROVASOS - PEIM INSTITUTO BRASILEIRO DE ELETROTERAPIA E COSMETOLOGIA - IBECO Dr.ª Vivian Maria Souza de Carvalho Ribeiro Farmacêutica Industrial e Cosmetóloga DR.ª VIVIAN MARIA SOUZA DE CARVALHO RIBEIRO – CRF-SP:37.606 * Pós Graduação em Cosmetologia, (Produção, Qualidade e Desenvolvimento de Cosméticos) * Bacharel em Farmacêutica Industrial com ênfase em Cosmetologia, * Especialização em Cosmetologia Clínica Aplicado à Estética * Especialista em Homeopatia Clínica, * Docente em diversas disciplinas nas melhores escolas de Estética em SP. desde 2005 nos Cursos de Pós Graduação, Graduação, cursos de Capacitação, Tecnólogos e Cursos Livres OBJETIVOS E CONCEPÇÃO DO CURSO • Oferecer conhecimento teórico, pautado em embasamento científico. • Habilitar o profissional da área de saúde, para a análise de casos clínicos referente à técnica, além da execução da mesma, com responsabilidade, segurança e eficiência. • O aluno sairá apto à execução da técnica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Fisiologia e Anatomia Cutânea e Vascular Fisiopatologia das Varizes Objetivos da Técnica de Procedimento Estético Injetável em Microvasos (PEIM) Indicações e Contraindicações Avaliação do Paciente Preparo e Manuseio de Materiais Técnica de Aplicação Cuidados e Recomendações Agentes Esclerosantes Farmacologia Coadjuvante Pós Técnica. Prática Demonstrativa Execução em Modelos Análise Financeira e Lucrativa da técnica REVISÃO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO O sistema circulatório é formado por vasos sanguíneos de vários calibres, coração e o sangue. Entre suas funções estão: Condução de material nutritivo e oxigênio às células corporais. Transportes dos produtos residuais do metabolismo celular, do local onde foram produzidos ao local onde serão eliminadas. Defesa do organismo através de células especializadas Os vasos sanguíneos dividem-se em: • Artérias • Arteríolas • Capilares • Vênulas • Veias CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS Vasos denominados artérias levam o sangue para fora do coração. • As artérias são capazes de resistir a grandes pressões internas. As maiores (de grande calibre) se dividem em artérias menores, em arteríolas, e finalmente em finos capilares. • Com a progressiva transformação de artérias para capilares, há uma diminuição no diâmetro dos vasos, na espessura, na pressão em seu interior e na velocidade com a qual o sangue os atravessa. Os capilares convergem para vasos muito pequenos denominados vênulas, que por sua vez se unem para formar vasos maiores denominados veias. Artérias: Saem do coração; Transportam o sangue sob alta pressão; Possuem parede espessa e elástica; São profundas. Veias: Retornam ao coração; O sangue circula com menor pressão do que nas artérias; Paredes finas; São superficiais; Possuem válvulas para impedir o refluxo. Capilares: Vasos extremamente finos, formados por uma camada de células endoteliais; Permitem as trocas gasosas e de nutrientes entre o sangue e as células do corpo ou de ar nos alvéolos pulmonares; Interligam arteríolas e vênulas; CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS O sistema cardiovascular é um sistema circular fechado onde o sangue presente no coração e no interior dos vasos percorre ininterruptamente um trajeto circular do coração para as artérias, depois, para os capilares, e em seguida para as veias, de onde retorna ao coração. TIPOS DE CIRCULAÇÃO A circulação sanguínea é dividida em dois circuitos: Circulação Pulmonar ou Pequena Circulação: leva sangue aos pulmões. Circulação Sistêmica ou Grande Circulação: leva sangue oxigenado a todas as células do corpo. Circulação Pulmonar ou Pequena Circulação • O sangue rico em gás carbônico, sai pela artéria pulmonar; • Nos pulmões ocorre a hematose; • O sangue rico em oxigênio retorna ao coração pelas veias pulmonares; PEQUENA CIRCULAÇÃO Circulação Sistêmica ou Grande Circulação • Tem início no ventrículo esquerdo, onde o sangue rico em oxigênio deixa o coração pela artéria aorta; • Nos tecidos, o oxigênio e nutrientes irão difundir-se através das paredes dos capilares para todos as células do tecido; • O gás carbônico e toxinas produzidas pelas células teciduais retornam ao coração pelas veias cavas inferior e superior; Em resumo, é uma circulação coração-tecidos-coração. A mesoterapia em microvarizes e veias reticulares é um dos procedimentos mais realizados pelos angiologistas e cirurgiões vasculares brasileiros. No Brasil, há uma diversidade de condutas que envolvem este tratamento, principalmente quanto ao tipo de esclerosante, associação com laser, uso de luva durante o procedimento, tempo recomendado de repouso, exposição ao sol, prática de atividade física, uso de compressão pós-escleroterapia, entre outros Atualmente, as possibilidades de tratamento das varizes e telangiectasias são numerosas. No entanto, o sucesso depende não apenas do domínio da técnica por um profissional qualificado, mas também do diagnóstico e da classificação precisos de cada lesão para a escolha adequada de tratamento. CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES Em 1998, no México, durante a reunião do Latin American Consensus Committee, foi idealizada uma nova classificação para insuficiência venosa primária dos membros inferiores, levando-se em consideração: • Localização; • Tamanho dos vasos; • Classificação clínica. CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 1. VARIZES COMPLEXAS (VC): Estão relacionadas a problemas funcionais. Apresentam-se como veias superficiais, dilatadas e tortuosas, com refluxo venoso consequente a disfunções das safenas e/ou perfurantes, podendo ou não estar associadas a sintomas (edema, peso, “cansaço” e “queimação). É prudente correlacionar as queixas dos pacientes a exames complementares 2. VARIZES SIMPLES (VS): São as varizes que, apesar de visíveis, não estão associadas a refluxos nas safenas. Geralmente, estão dissociadas de queixas estéticas Têm calibres variados, desde pequenos segmentos de veias mais calibrosas até outras que não as puramente veias reticulares, que possuem um calibre menor e são de localização dérmica. CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 3. TELANGIECTASIAS COMBINADAS (TC): Geralmente, apresentam-se como aglomerados, sob a forma de veias dérmicas e de fino calibre associadas a veias nutrícias*, que formam vias de drenagem incompetentes para o sistema superficial e/ou profundo, aumentando a pressão das telangiectasias e dificultando o tratamento. CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 4. TELANGIECTASIAS SIMPLES (TS): Apresentam-se isoladas ou agrupadas em diversos formatos, com localização dérmica e de fino calibre, sem associação a uma veia nutrícia. O importante, no entanto, para definição do tratamento é unicamente distingui-las das telangiectasias combinadas. TELANGIECTASIAS VASINHOS VEIAS RETICULARES MICROVARIZES IVIPE: INSUFICIÊNCIA VENOSA DE IMPORTÂNCIA PREDOMINANTEMENTE ESTÉTICA IVIPE: INSUFICIÊNCIA VENOSA DE IMPORTÂNCIA PREDOMINANTEMENTE ESTÉTICA RESUMINDO: MICROVASOS E TALANGIECTASIAS: São Capilares finos, de até 1 mm, avermelhados ou azulados localizados na derme. MICROVARIZES: São Veias dilatadas, de fino calibre 2 à 4 mm com localização subcutânea, ou seja hipoderme. O termo telangiectasia é cunhado a partir de: Tele: distante, periférico Angio: vasos Ectasia: dilatação portanto, dilatação do vaso distante (pele) Foi utilizado, pela primeira vem 1807, por Von Graf: “Dilatações patológicas dos vasos de pequeno calibre mais periféricos. TELANGIECTASIA São as pequenas veias da pele (vasinhos), da espessura de um fio de cabelo,avermelhadas ou um pouco maiores, azuladas, mas que estão na intimidade da pele. Apresentam vários formatos, desde pequenos riscos, até grandes arborizações. Podem estar presentes em todos os locais dos membros, atingindo, a coxa, a perna, o glúteo e em alguns casos até a região das costas. A. SIMPLES B. ARBORIZADAS C. ARACNEIFORM D. PÁPULAS TELANGIECTASIA São maiores, e se apresentam como trajetos longos, azulados, e estão sob a pele, mas a ela intimamente relacionadas. Estão frequentemente ligadas as telangiectasias, É muito frequente a associação de telangiectasias da face lateral da coxa, com estas veias reticulares que se estendem para a região lateral do joelho e atinge até a perna. Apesar de ser um problema de saúde, uma doença, estas pequenas veias não causam riscos imediatos, sendo um problema que atinge mais a autoestima do paciente. VEIAS RETICULARES São dilatações de capilares, artérias ou veias menores do que 2 mm de calibre, têm disposição linear e sinuosa podendo formar emaranhados ou ter aspecto aracneiforme (“aranhas vasculares”) ou retiformes (“em forma de rede”). Eventualmente apresentam-se comodilatações puntiformes. As Telangiectasias podem aparecer isoladamente ou em grande quantidade, como na Rosácea. O Tratamento mais Indicado para as Telangiectasia (Vasinhos) do Rosto é a aplicação do LASER Telangiectasias e Microvarizes Faciais Pré-disposição familiar; Terapia hormonal (estrógeno); Posição ereta prolongada; Exposição a fontes de calor; Insuficiência venosa; Traumas; Radiodermites; Obesidade ; ETIOLOGIA DOS MICROVASOS Meias elásticas Evitar o Sol e o Calor Evitar o excesso de peso Fazer exercícios Evitar o uso de anticoncepcionais hormonais Evitar ficar sentado ou em pé por muito tempo NÃO EXISTE CURA!!!! PREVENÇÃO DOS MICROVASOS AVALIAÇÃO E SEMIOLOGIA DOS MICROVASOS Alergias Tendência a hiperpigmentação Melasma gravídico Cicatrizes ou foliculites hiperpigmentadas Pele amarela Pele Fototipo 3 a 4 Distúrbios de Coagulação Vasculite Uso de Anticoncepcionais Reposição hormonal Gravidez Antibióticos Distúrbios do metabolismo de ferro ANAMNESE E INVESTIGAÇÃO OBS.: O antibiótico MINOCICLINA produz hiperpigmentação pós procedimento por interferência na degradação de hemossiderina. VÁRIZES PRIMARIAS Ardor plantar Incômodo ao ficar muito tempo em pé Esses sintomas desaparecem quando o paciente caminha ou deita VÁRIZES SECUNDARIAS Dor Cansaço Peso nas pernas quando o paciente fica em pé Edema venoso Esses sintomas aumentam quando o paciente caminha e demoram muito a desaparecer, quando o paciente deita EXAME CLÍNICO INSPEÇÃO Observar a paciente de pé e descalça Observar dilatações superficiais importantes Aumento de volume de um ou dos dois membros inferiores Presença de hiperpigmentação Presença de dermatite, cicatrizes, úlceras EXAME CLÍNICO PALPAÇÃO Endurecimento subcutâneo Aumento de temperatura no vaso dilatado Varizes endurecidas (tromboflebite) TRATAMENTO DOS MICROVASOS 1. Meios químicos: Esclerosantes*** 2. Meios físicos: Eletroterapia, Laser *** e LIP *** No caso das estruturas vasculares, o alvo (cromóforo) são a oxiemoglobina e a carboxiemoglobina, com picos de absorção aproximadamente entre 418 e 577 nanômetros (nm). 3. Meio físico – químico: Crioescleroterapia 4. Combinados: Associação de métodos MESOTERAPIA EM MICROVASOS O termo esclerose é originário do grego skleros que significa duro. A escleroterapia é uma forma de tratamento destinada basicamente a fibrosar os tecidos. O esclerosante é toda substância química que, introduzida em concentrações adequadas na luz vascular, deve ser capaz de desencadear um processo que leva à obstrução da veia. DETERGENTES: sendo os mais conhecidos o polidocanol, oleato de etanolamina, tetradecil sulfato de sódio e o morruato sódico. São muito utilizados no Brasil os dois primeiros. OSMÓTICOS: sendo a glicose hipertônica a mais conhecida e muito usada no Brasil e, finalmente, os QUÍMICOS: como a glicerina cromada, pouco usada no nosso meio. O esclerosante mais utilizado é a Glicose 75%, seguido pelo Ethamolin, polidocanol e associação entre eles. AGENTES ESCLEROSANTES AGENTES ESCLEROSANTES Produzem lesão endotelial por ação nos lipídios da membrana celular. Oxipoliethoxidodecan (Polidocanol ) Oleato de monoetanolamina (Ethamolin) Morruato de Sódio Tetradecil Sulfato de Sódio (Sotradecol) AGENTES DETERGENTES Exemplo de úlceras pós-escleroterápicas por agentes esclerosantes potentes e pouco viscosos. Utilizada primeiramente na Alemanha, por Kausch em 1917 é uma solução osmótica que atua promovendo a desidratação das células da camada endotelial e, a destruição e desintegração dessa porção da parede venosa. Sua ação lenta gasta de 30 minutos a 4 dias, sendo considerada mais suave e menos capaz de produzir grandes descamações quando comparada aos agentes detergentes. GLICOSE HIPERTÔNICA: 50% E 75% É o esclerosante mais empregado em nosso meio por ser eficiente, de baixo custo e praticamente isento de complicações graves como alergias, reações sistêmicas e necroses Agente esclerosante mais viscoso, chegando a ser extremamente lenta a sua injeção com agulha 30G ½, o que impede a alta pressão intraluminal. Quando injetada em telangiectasias simples dificilmente leva a hiperpigmentação. Ao contrário das outras substâncias esclerosantes citadas, pode ser usado em telangiectasias da face, sempre evitando-se a região peri-orbitária e o grande volume. Agente Esclerosante é injetado na luz do vaso Lesão no Endotélio Exposição do Colágeno do Endotélio Agregação Plaquetária Reação Fibrótica parietal Oclusão e reabsorção do vaso Alguns pacientes toleram sessões prolongadas com facilidade enquanto outros as picadas. O limiar doloroso é extremamente variável e individual. Em nossa experiência, tomamos os seguintes cuidados: a) Trocar frequentemente a agulha (a cada cinco punções em média). b) Apoiar ambas as mãos evitando mobilização da agulha. c) Interromper a injeção assim que identificado extravasamento e não insistir em repuncionar a veia. MÉTODOS PARA DIMINUIR A DOR DAS PUNÇÕES Posicionamento correto para escleroterapia química. MÉTODOS PARA DIMINUIR A DOR DAS PUNÇÕES ANESTESIA DE SUPERFÍCIE Anestésico em forma de creme ou gel que, tem ação efetiva, porém após duas horas a pele perde parcialmente a sensibilidade. O efeito é extremamente variável e nos membros inferiores tende a ser menor devido ao tipo de pele. Outras desvantagens são: vasoconstrição dos vasos mais finos, custo e dificuldade para colar o adesivo após a escleroterapia. ESFRIAMENTO LOCAL A hipotermia reduz a sensibilidade da pele às punções. Utilizam-se pequenas bolsas de gelo ou gel resfriado sobre a região a ser tratada imediatamente antes da aplicação. Também tem a desvantagem de provocarvasoconstricção dificultando a injeção. ASSOCIAÇÃO DE ANESTÉSICO LOCAL E ESCLEROSANTE Fórmula de Medeiros e Pinto -Ribeiro - soro glicosado a 50%, oleato de etanolamina e lidocaína. É eficaz, diminui a dor e deve ser injetado lentamente. INJEÇÃO INTRAVENOSA DE ANESTÉSICO LOCAL (lidocaína a 0,5 ou 0,25% sem adrenalina) intra -venosa nas telangiectasias, sob pressão, em quantidades mínimas de 0,1 a 0,2 ml. Provoca anestesia instantânea da rede local permitindo iniciar de imediato o tratamento. VANTAGENS DA TÉCNICA Baixo Custo Sessões Realizadas Em consultório Retorno às Atividades Normais Rapidamente CONTRA INDICAÇÕES Doença Arterial Periférica Antecedente de TVP Diabetes Descompensado Alérgicos (sem anestésico) Processo Infeccioso no Local Doenças Graves (Insuficiência Renal, Hepática e cardíaca) Patologia Oncótica Ativa ou sobreaviso Gestação (período varicogêncio porexcelência) Injeção de volumes excessivos de esclerosante, injeção fora do microvaso, bem como pressão exagerada numa punção = Pode levar a uma inflamação Perivascular extensa estimulando o processo de angiogênese = Angiogênese pós escleroterapia FALHA DA TÉCNICA Hiperpigmentações Recidivas Telangiectasias secundárias Não desapareciemnto Edema temporário Urticária Bolhas (compressão por faixas ou esparadrapo) Necrose (úlcera) Flebite (inflamação nas veias) COMPLICAÇÕES PÓS PEIM Flictenas por Ataduras MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA EXECUSSÃO DA TÉCNICA EPIs SERINGAS (5, 3 OU 1 ml) Algodão e Gaze Álcool 70º ou Clorexedine Micropore ou Blood Stop Agente Esclerosante PROTOCOLO – TÉCNICA GERAL Avaliação ortostática e em decúbito Verificar: Hiperpigmentação, diabetes, coagulação, contraceptivo, terapia hormonal, antibióticos – hemossiderina Termo de Consentimento Fotografia Assepsia com álcool 70% ou clorexedine Aplicação lenta, (0,1 a 0,3 ml/punção) visual Compressão pontual (evitar equimose) Micropore ou blood stop PROTCOLO – DURAÇÃO E FREQUENCIA: 1X POR SEMANA – em regiões diferentes e 15 dias para aplicar na mesma região, Alternar regiões 3 à 10 sessões (avaliação e resposta) Efeito: 30 minutos até 4 dias após aplicação. ORIENTAÇÕES PÓS PROCEDIMENTO PRESCRIÇÃO DOMICILIAR Não fazer exercício de impacto – 1 semana ou enquanto tratamento Exercício leve – Após 2 dias Não tomar sol Se edema: Meias de compressão Usar nutracêuticos para amenizar novas angiogeneses. COMPLICAÇÕES Necrose Cutânea nos locais das punções Microembolização Reações Alérgicas Edema Hiperpigmentação Coágulos – nos vasos de calibre menor devido à punção. Compressão mmHG Indicação Baixa 10 a 15 profilática Média 15 a 20 terapêutica Forte 20 a 30 Terapêutica, PO Extra Forte 30 a 40 Terapêutica, PO MEIAS DE COMPRESSÃO ELÁSTICA COMPLICAÇÕES POSSIVEIS PÓS TÉCNICA NECROSE CUTÂNEA: Ocorre quando a substância esclerosante injetada foi para fora da luz do vaso; (derme ou subcutâneo), em pequenas quantidades pode provocar ulcerações mínimas; Ou ainda quando injetadas com pressão / fluxo excessivo podem promover o refluxo dessa substância para o sistema arteriolo - capilar levando a necrose extensa Quando superficiais, cremes para regeneração de pele contendo: Vitamina A 10% Vitamina D 10% Aloe Vera 5% Óxido de Zinco 2% Óleo de argan 3% Óleo de framboesa 5% Eurol BT 3% Pomada vegetal qsp 20 gr. COMPLICAÇÕES POSSIVEIS PÓS TÉCNICA MICROEMBOLIZAÇÃO Esclerosante Tipo “Espuma” (detergente polidocanol), menos viscoso e forma microêmbolos de ar Isso não ocorre em esclerosantes do tipo glicose REAÇÕES ALÉRGICAS Embora que raríssimo, sempre que se injeta um agente esclerosante (exceto glicose) corre-se o risco de alguma reação – na literatura diz ser casos fatais EDEMA Duração de 2 à 7 dias Em casos do tratamento do pé e tornozelo (menor volume e maior número de sessões Grande quantidade de execução de talangiectasias na mesma sessão ou vasos maiores HIPERPIGMENTAÇÃO A degradação da hemossiderina, do sangue extravasado ou do trombo recém – formado, leva à disposição de hemossiderina – tratar com hirudoide 500 em gel ou aplicar peeling de ácido tioglicólico à 5% pós tratamento Indicar médias elásticas Contra retenção hídrica, cansaço nas pernas e varizes Rutina ---------------------------------------------------20 mg Castanha da Índia (Aesculus hippocastanus) - 100 mg Centella asiática-------------------------------------- 100 mg Pycnogenol©------------------------------------------80 mg Vitamina C -------------------------------------------- 150 mg Excipiente qsp-------------------------------------- 1 cápsula Mande.... 60 cápsulas Posologia: 1 cápsula, 2 vezes ao dia longe das refeições NUTRACEUTICOS ASSOCIADOS – HOME CARE Contra má circulação, retorno venoso e pós cirurgia de varizes Extrato seco de Castanha da India ----------150mg Extrato seco de Hamamelis --------------------50 mg Rutina------------------------------------------------80 mg Vitamina C---------------------------------------- 150 mg Excipiente qsp--------------------------------- 1 cápsula Mande.....60 cápsulas Tomar 1 cápsula, 2 vezes ao dia. Por 3 meses e nova avaliação. POR QUE OS MICROVASOS VOLTAM ??? NEOANGIOGÊNESE 1. Pressórica: Interrupção das veias funcionalmente normais 2. Hipermetabólica: Aumenta o volume ou a pressão no vaso, levando ao extenso processo inflamatório perivascular levando assim à angiogênese. 3. Hormonal: Estrógeno 4. Tendência: Genética 5. Talangiectasias combinadas: Comunicam-se com as veias da matriz. RESULTADOS RESULTADOS RESULTADOS O INSTITUTO IBECO E SEUS DOCENTES AGRADECEM A SUA PRESENÇA!! E-mail: mariaviviansc@gmail.com Facebook: Vivian Souza de Carvalho WhatsApp: 11 – 99974-6981 Vivi mailto:mariaviviansc@gmail.com