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CURSO INTENSIVO EM APERFEIÇOAMENTO DE 
PROCEDIMENTO ESTÉTICO INVASIVO EM MICROVASOS - PEIM 
INSTITUTO BRASILEIRO DE ELETROTERAPIA E COSMETOLOGIA - IBECO 
 
Dr.ª Vivian Maria Souza de Carvalho Ribeiro 
Farmacêutica Industrial e Cosmetóloga 
 
 
DR.ª VIVIAN MARIA SOUZA DE CARVALHO RIBEIRO – CRF-SP:37.606 
 
* Pós Graduação em Cosmetologia, (Produção, Qualidade e Desenvolvimento 
de Cosméticos) 
* Bacharel em Farmacêutica Industrial com ênfase em Cosmetologia, 
* Especialização em Cosmetologia Clínica Aplicado à Estética 
* Especialista em Homeopatia Clínica, 
* Docente em diversas disciplinas nas melhores escolas de Estética em SP. 
desde 2005 nos Cursos de Pós Graduação, Graduação, cursos de 
Capacitação, Tecnólogos e Cursos Livres 
OBJETIVOS E CONCEPÇÃO DO CURSO 
 
• Oferecer conhecimento teórico, pautado em embasamento científico. 
• Habilitar o profissional da área de saúde, para a análise de casos clínicos referente à técnica, além da 
execução da mesma, com responsabilidade, segurança e eficiência. 
• O aluno sairá apto à execução da técnica. 
 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 
 Fisiologia e Anatomia Cutânea e Vascular 
 Fisiopatologia das Varizes 
 Objetivos da Técnica de Procedimento Estético Injetável em Microvasos (PEIM) 
 Indicações e Contraindicações 
 Avaliação do Paciente 
 Preparo e Manuseio de Materiais 
 Técnica de Aplicação 
 Cuidados e Recomendações 
 Agentes Esclerosantes 
 Farmacologia Coadjuvante Pós Técnica. 
 Prática Demonstrativa 
 Execução em Modelos 
 Análise Financeira e Lucrativa da técnica 
REVISÃO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO 
O sistema circulatório é formado por vasos sanguíneos de vários calibres, coração e 
o sangue. 
 
 
Entre suas funções estão: 
 
 
 Condução de material nutritivo e oxigênio às células corporais. 
 
 Transportes dos produtos residuais do metabolismo celular, do local onde 
foram produzidos ao local onde serão eliminadas. 
 
 Defesa do organismo através de células especializadas 
 
Os vasos sanguíneos dividem-se em: 
 
• Artérias 
• Arteríolas 
• Capilares 
• Vênulas 
• Veias 
 CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS 
 CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS 
Vasos denominados artérias levam o sangue para fora do coração. 
 
• As artérias são capazes de resistir a grandes pressões internas. As maiores (de grande calibre) se dividem 
em artérias menores, em arteríolas, e finalmente em finos capilares. 
 
• Com a progressiva transformação de artérias para capilares, há uma diminuição no 
diâmetro dos vasos, na espessura, na pressão em seu interior e na velocidade com a qual o sangue os 
atravessa. 
Os capilares convergem para vasos muito pequenos denominados vênulas, que por sua vez se unem para 
formar vasos maiores denominados veias. 
Artérias: 
 Saem do coração; 
 Transportam o sangue sob alta pressão; 
 Possuem parede espessa e elástica; 
 São profundas. 
Veias: 
 Retornam ao coração; 
 O sangue circula com menor pressão do que nas artérias; 
 Paredes finas; 
 São superficiais; 
 Possuem válvulas para impedir o refluxo. 
Capilares: 
 Vasos extremamente finos, formados por uma camada de células endoteliais; 
 Permitem as trocas gasosas e de nutrientes entre o sangue e as células do corpo ou de ar nos alvéolos 
pulmonares; 
 Interligam arteríolas e vênulas; 
 CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS 
O sistema cardiovascular é um sistema circular fechado onde o sangue presente no coração e no interior dos 
vasos percorre ininterruptamente um trajeto circular do coração para as artérias, depois, para os capilares, e 
em seguida para as veias, de onde retorna ao coração. 
TIPOS DE CIRCULAÇÃO 
A circulação sanguínea é dividida em dois circuitos: 
 
 
 Circulação Pulmonar ou Pequena Circulação: 
leva sangue aos pulmões. 
 
 
 
 Circulação Sistêmica ou Grande Circulação: 
leva sangue oxigenado a todas as células do 
corpo. 
Circulação Pulmonar ou Pequena Circulação 
 
• O sangue rico em gás carbônico, sai pela artéria pulmonar; 
• Nos pulmões ocorre a hematose; 
• O sangue rico em oxigênio retorna ao coração pelas veias 
pulmonares; 
PEQUENA CIRCULAÇÃO 
Circulação Sistêmica ou Grande Circulação 
 
• Tem início no ventrículo esquerdo, onde o sangue rico em 
oxigênio deixa o coração pela artéria aorta; 
 
• Nos tecidos, o oxigênio e nutrientes irão difundir-se através 
das paredes dos capilares para todos as células do tecido; 
 
• O gás carbônico e toxinas produzidas pelas células teciduais 
retornam ao coração pelas veias cavas inferior e superior; 
 
Em resumo, é uma circulação coração-tecidos-coração. 
A mesoterapia em microvarizes e veias reticulares é um dos procedimentos mais realizados pelos angiologistas 
e cirurgiões vasculares brasileiros. 
No Brasil, há uma diversidade de condutas que envolvem este tratamento, principalmente quanto ao tipo de 
esclerosante, associação com laser, uso de luva durante o procedimento, tempo recomendado de repouso, 
exposição ao sol, prática de atividade física, uso de compressão pós-escleroterapia, entre outros 
Atualmente, as possibilidades de tratamento das varizes e telangiectasias são numerosas. No entanto, o 
sucesso depende não apenas do domínio da técnica por um profissional qualificado, mas também do 
diagnóstico e da classificação precisos de cada lesão para a escolha adequada de tratamento. 
CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 
Em 1998, no México, durante a reunião do Latin American Consensus Committee, foi idealizada uma nova 
classificação para insuficiência venosa primária dos membros inferiores, levando-se em consideração: 
 
• Localização; 
• Tamanho dos vasos; 
• Classificação clínica. 
CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 
1. VARIZES COMPLEXAS (VC): 
Estão relacionadas a problemas funcionais. Apresentam-se como veias superficiais, dilatadas e tortuosas, com 
refluxo venoso consequente a disfunções das safenas e/ou perfurantes, podendo ou não estar associadas a 
sintomas (edema, peso, “cansaço” e “queimação). É prudente correlacionar as queixas dos pacientes a 
exames complementares 
2. VARIZES SIMPLES (VS): 
 
São as varizes que, apesar de visíveis, não estão associadas 
a refluxos nas safenas. Geralmente, estão dissociadas de 
queixas estéticas Têm calibres variados, desde pequenos 
segmentos de veias mais calibrosas até outras que não as 
puramente veias reticulares, que possuem um calibre 
menor e são de localização dérmica. 
CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 
3. TELANGIECTASIAS COMBINADAS (TC): 
 
Geralmente, apresentam-se como aglomerados, sob a forma de veias dérmicas e de fino calibre associadas 
a veias nutrícias*, que formam vias de drenagem incompetentes para o sistema superficial e/ou profundo, 
aumentando a pressão das telangiectasias e dificultando o tratamento. 
CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 
CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES 
4. TELANGIECTASIAS SIMPLES (TS): 
 
Apresentam-se isoladas ou agrupadas em diversos formatos, com 
localização dérmica e de fino calibre, sem associação a uma veia 
nutrícia. O importante, no entanto, para definição do tratamento é 
unicamente distingui-las das telangiectasias combinadas. 
TELANGIECTASIAS 
VASINHOS 
 
VEIAS RETICULARES 
MICROVARIZES 
IVIPE: INSUFICIÊNCIA VENOSA DE IMPORTÂNCIA 
PREDOMINANTEMENTE ESTÉTICA 
IVIPE: INSUFICIÊNCIA VENOSA DE IMPORTÂNCIA 
PREDOMINANTEMENTE ESTÉTICA 
RESUMINDO: 
 
MICROVASOS E TALANGIECTASIAS: São Capilares finos, de até 1 mm, avermelhados ou 
azulados localizados na derme. 
 
MICROVARIZES: São Veias dilatadas, de fino calibre 2 à 4 mm com localização subcutânea, 
ou seja hipoderme. 
O termo telangiectasia é cunhado a partir de: 
 
Tele: distante, periférico 
Angio: vasos 
Ectasia: dilatação portanto, dilatação do vaso distante (pele) 
 
Foi utilizado, pela primeira vem 1807, por Von Graf: “Dilatações patológicas dos vasos de pequeno calibre 
mais periféricos. 
TELANGIECTASIA 
São as pequenas veias da pele (vasinhos), da espessura de um fio de cabelo,avermelhadas ou um pouco 
maiores, azuladas, mas que estão na intimidade da pele. Apresentam vários formatos, desde pequenos 
riscos, até grandes arborizações. 
 
Podem estar presentes em todos os locais dos membros, atingindo, a coxa, a perna, o glúteo e em alguns 
casos até a região das costas. 
A. SIMPLES 
B. ARBORIZADAS 
C. ARACNEIFORM 
D. PÁPULAS 
TELANGIECTASIA 
São maiores, e se apresentam como trajetos longos, azulados, e estão sob a pele, mas a ela intimamente 
relacionadas. 
Estão frequentemente ligadas as telangiectasias, É muito frequente a associação de telangiectasias da 
face lateral da coxa, com estas veias reticulares que se estendem para a região lateral do joelho e atinge 
até a perna. 
Apesar de ser um problema de saúde, uma doença, estas pequenas veias não causam riscos imediatos, 
sendo um problema que atinge mais a autoestima do paciente. 
VEIAS RETICULARES 
São dilatações de capilares, artérias ou veias menores do que 2 mm de calibre, têm disposição linear e sinuosa 
podendo formar emaranhados ou ter aspecto aracneiforme (“aranhas vasculares”) ou retiformes (“em forma de 
rede”). Eventualmente apresentam-se comodilatações puntiformes. 
 
As Telangiectasias podem aparecer isoladamente ou em grande quantidade, como na Rosácea. O Tratamento 
mais Indicado para as Telangiectasia (Vasinhos) do Rosto é a aplicação do LASER 
Telangiectasias e Microvarizes Faciais 
 Pré-disposição familiar; 
 Terapia hormonal (estrógeno); 
 Posição ereta prolongada; 
 Exposição a fontes de calor; 
 Insuficiência venosa; 
 Traumas; 
 Radiodermites; 
 Obesidade ; 
ETIOLOGIA DOS MICROVASOS 
 Meias elásticas 
 Evitar o Sol e o Calor 
 Evitar o excesso de peso 
 Fazer exercícios 
 Evitar o uso de anticoncepcionais hormonais 
 Evitar ficar sentado ou em pé por muito tempo 
 NÃO EXISTE CURA!!!! 
PREVENÇÃO DOS MICROVASOS 
AVALIAÇÃO E SEMIOLOGIA DOS MICROVASOS 
 Alergias 
 Tendência a hiperpigmentação 
 Melasma gravídico 
 Cicatrizes ou foliculites hiperpigmentadas 
 Pele amarela 
 Pele Fototipo 3 a 4 
 Distúrbios de Coagulação 
 Vasculite 
 Uso de Anticoncepcionais 
 Reposição hormonal 
 Gravidez 
 Antibióticos 
 Distúrbios do metabolismo de ferro 
ANAMNESE E INVESTIGAÇÃO 
OBS.: O antibiótico MINOCICLINA produz 
hiperpigmentação pós procedimento por 
interferência na degradação de hemossiderina. 
VÁRIZES PRIMARIAS 
 Ardor plantar 
 Incômodo ao ficar muito tempo em pé 
 Esses sintomas desaparecem quando o paciente caminha ou deita 
 
VÁRIZES SECUNDARIAS 
 Dor 
 Cansaço 
 Peso nas pernas quando o paciente fica em pé 
 Edema venoso 
 Esses sintomas aumentam quando o paciente caminha e demoram muito a desaparecer, quando o 
paciente deita 
EXAME CLÍNICO 
INSPEÇÃO 
 
 Observar a paciente de pé e descalça 
 Observar dilatações superficiais importantes 
 Aumento de volume de um ou dos dois membros inferiores 
 Presença de hiperpigmentação 
 Presença de dermatite, cicatrizes, úlceras 
EXAME CLÍNICO 
PALPAÇÃO 
 
 Endurecimento subcutâneo 
 Aumento de temperatura no vaso dilatado 
 Varizes endurecidas (tromboflebite) 
TRATAMENTO DOS MICROVASOS 
1. Meios químicos: Esclerosantes*** 
 
2. Meios físicos: Eletroterapia, Laser *** e LIP *** 
 
No caso das estruturas vasculares, o alvo (cromóforo) são a oxiemoglobina e a carboxiemoglobina, com 
picos de absorção aproximadamente entre 418 e 577 nanômetros (nm). 
 
3. Meio físico – químico: Crioescleroterapia 
 
4. Combinados: Associação de métodos 
 
MESOTERAPIA EM MICROVASOS 
O termo esclerose é originário do grego skleros que significa duro. 
 
A escleroterapia é uma forma de tratamento destinada basicamente a fibrosar os tecidos. 
O esclerosante é toda substância química que, introduzida em concentrações adequadas na luz vascular, deve 
ser capaz de desencadear um processo que leva à obstrução da veia. 
DETERGENTES: sendo os mais conhecidos o polidocanol, oleato de etanolamina, tetradecil sulfato de 
sódio e o morruato sódico. São muito utilizados no Brasil os dois primeiros. 
 
OSMÓTICOS: sendo a glicose hipertônica a mais conhecida e muito usada no Brasil e, finalmente, os 
 
QUÍMICOS: como a glicerina cromada, pouco usada no nosso meio. O esclerosante mais utilizado é a 
Glicose 75%, seguido pelo Ethamolin, polidocanol e associação entre eles. 
 
 
AGENTES ESCLEROSANTES 
AGENTES ESCLEROSANTES 
Produzem lesão endotelial por ação nos lipídios da membrana celular. 
 
 Oxipoliethoxidodecan (Polidocanol ) 
 Oleato de monoetanolamina (Ethamolin) 
 Morruato de Sódio 
 Tetradecil Sulfato de Sódio (Sotradecol) 
AGENTES DETERGENTES 
Exemplo de úlceras pós-escleroterápicas por 
agentes esclerosantes potentes e pouco viscosos. 
Utilizada primeiramente na Alemanha, por Kausch em 1917 é uma solução osmótica que atua promovendo a 
desidratação das células da camada endotelial e, a destruição e desintegração dessa porção da parede 
venosa. 
 
Sua ação lenta gasta de 30 minutos a 4 dias, sendo considerada mais suave e menos capaz de produzir 
grandes descamações quando comparada aos agentes detergentes. 
GLICOSE HIPERTÔNICA: 50% E 75% 
É o esclerosante mais empregado em nosso meio por ser eficiente, de baixo custo e praticamente isento de 
complicações graves como alergias, reações sistêmicas e necroses 
Agente esclerosante mais viscoso, chegando a ser extremamente lenta a sua injeção com agulha 30G ½, o que 
impede a alta pressão intraluminal. Quando injetada em telangiectasias simples dificilmente leva a 
hiperpigmentação. Ao contrário das outras substâncias esclerosantes citadas, pode ser usado em 
telangiectasias da face, sempre evitando-se a região peri-orbitária e o grande volume. 
Agente Esclerosante é injetado na luz do vaso 
Lesão no Endotélio 
Exposição do Colágeno do Endotélio 
Agregação Plaquetária 
Reação Fibrótica parietal 
Oclusão e reabsorção do vaso 
Alguns pacientes toleram sessões prolongadas com facilidade enquanto outros as picadas. O limiar doloroso é 
extremamente variável e individual. Em nossa experiência, tomamos os seguintes cuidados: 
 
a) Trocar frequentemente a agulha (a cada cinco punções em média). 
b) Apoiar ambas as mãos evitando mobilização da agulha. 
c) Interromper a injeção assim que identificado extravasamento e não insistir em repuncionar a veia. 
MÉTODOS PARA DIMINUIR A DOR DAS PUNÇÕES 
Posicionamento correto para escleroterapia química. 
MÉTODOS PARA DIMINUIR A DOR DAS PUNÇÕES 
ANESTESIA DE SUPERFÍCIE 
 
Anestésico em forma de creme ou 
gel que, tem ação efetiva, porém após duas horas a 
pele perde parcialmente a sensibilidade. O efeito é 
extremamente variável e nos membros inferiores 
tende a ser menor devido ao tipo de pele. Outras 
desvantagens são: vasoconstrição dos vasos mais 
finos, custo e dificuldade para colar o adesivo após a 
escleroterapia. 
ESFRIAMENTO LOCAL 
A hipotermia reduz a sensibilidade da pele às 
punções. Utilizam-se pequenas bolsas de gelo ou gel 
resfriado sobre a região a ser tratada imediatamente 
antes da aplicação. Também tem a desvantagem de 
provocarvasoconstricção dificultando a injeção. 
ASSOCIAÇÃO DE ANESTÉSICO LOCAL E ESCLEROSANTE 
Fórmula de Medeiros e Pinto -Ribeiro - soro glicosado a 
50%, oleato de etanolamina e lidocaína. É eficaz, 
diminui a dor e deve ser injetado lentamente. 
INJEÇÃO INTRAVENOSA DE ANESTÉSICO LOCAL 
 
(lidocaína a 0,5 ou 0,25% sem adrenalina) 
intra -venosa nas telangiectasias, sob pressão, em 
quantidades mínimas de 0,1 a 0,2 ml. Provoca 
anestesia instantânea da rede local permitindo 
iniciar de imediato o tratamento. 
VANTAGENS DA TÉCNICA 
 Baixo Custo 
 Sessões Realizadas Em consultório 
 Retorno às Atividades Normais Rapidamente 
 
CONTRA INDICAÇÕES 
 Doença Arterial Periférica 
 Antecedente de TVP 
 Diabetes Descompensado 
 Alérgicos (sem anestésico) 
 Processo Infeccioso no Local 
 Doenças Graves (Insuficiência Renal, Hepática e cardíaca) 
 Patologia Oncótica Ativa ou sobreaviso 
 Gestação (período varicogêncio porexcelência) 
 
 Injeção de volumes excessivos de esclerosante, injeção fora do microvaso, bem 
como pressão exagerada numa punção = 
 Pode levar a uma inflamação 
 Perivascular extensa estimulando o processo de angiogênese = Angiogênese pós 
escleroterapia 
FALHA DA TÉCNICA 
 Hiperpigmentações 
 Recidivas 
 Telangiectasias secundárias 
 Não desapareciemnto 
 Edema temporário 
 Urticária 
 Bolhas (compressão por faixas ou esparadrapo) 
 Necrose (úlcera) 
 Flebite (inflamação nas veias) 
COMPLICAÇÕES PÓS PEIM 
Flictenas por Ataduras 
MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA EXECUSSÃO DA TÉCNICA 
 EPIs 
 SERINGAS (5, 3 OU 1 ml) 
Algodão e Gaze 
Álcool 70º ou Clorexedine 
Micropore ou Blood Stop 
Agente Esclerosante 
 
 
 
PROTOCOLO – TÉCNICA GERAL 
 Avaliação ortostática e em decúbito 
 Verificar: Hiperpigmentação, diabetes, coagulação, contraceptivo, terapia hormonal, antibióticos – 
hemossiderina 
 Termo de Consentimento 
 Fotografia 
 Assepsia com álcool 70% ou clorexedine 
 Aplicação lenta, (0,1 a 0,3 ml/punção) visual 
 Compressão pontual (evitar equimose) 
 Micropore ou blood stop 
 
PROTCOLO – DURAÇÃO E FREQUENCIA: 
 
 1X POR SEMANA – em regiões diferentes e 15 dias para aplicar na mesma região, 
 Alternar regiões 
 3 à 10 sessões (avaliação e resposta) 
 Efeito: 30 minutos até 4 dias após aplicação. 
 
ORIENTAÇÕES PÓS PROCEDIMENTO 
PRESCRIÇÃO DOMICILIAR 
 Não fazer exercício de impacto – 1 semana ou enquanto tratamento 
 Exercício leve – Após 2 dias 
 Não tomar sol 
 Se edema: Meias de compressão 
 Usar nutracêuticos para amenizar novas angiogeneses. 
 
COMPLICAÇÕES 
 Necrose Cutânea nos locais das punções 
 Microembolização 
 Reações Alérgicas 
 Edema 
 Hiperpigmentação 
 Coágulos – nos vasos de calibre menor devido à punção. 
Compressão mmHG Indicação 
Baixa 10 a 15 profilática 
Média 15 a 20 terapêutica 
Forte 20 a 30 Terapêutica, PO 
Extra Forte 30 a 40 Terapêutica, PO 
MEIAS DE COMPRESSÃO ELÁSTICA 
COMPLICAÇÕES POSSIVEIS PÓS TÉCNICA 
NECROSE CUTÂNEA: 
 
Ocorre quando a substância esclerosante injetada foi para fora da luz do vaso; (derme ou subcutâneo), em 
pequenas quantidades pode provocar ulcerações mínimas; 
 
Ou ainda quando injetadas com pressão / fluxo excessivo podem promover o refluxo dessa substância para o 
sistema arteriolo - capilar levando a necrose extensa 
 
Quando superficiais, cremes para regeneração de pele contendo: Vitamina A 10% 
 Vitamina D 10% 
 Aloe Vera 5% 
 Óxido de Zinco 2% 
 Óleo de argan 3% 
 Óleo de framboesa 5% 
 Eurol BT 3% 
 Pomada vegetal qsp 20 gr. 
 
 
 
 
COMPLICAÇÕES POSSIVEIS PÓS TÉCNICA 
MICROEMBOLIZAÇÃO 
Esclerosante Tipo “Espuma” (detergente polidocanol), menos viscoso e forma microêmbolos de ar 
Isso não ocorre em 
esclerosantes do 
tipo glicose 
REAÇÕES ALÉRGICAS 
Embora que raríssimo, sempre que se injeta um agente esclerosante (exceto glicose) corre-se o risco de 
alguma reação – na literatura diz ser casos fatais 
 
EDEMA 
Duração de 2 à 7 dias 
Em casos do tratamento do pé e tornozelo (menor volume e maior número de sessões 
Grande quantidade de execução de talangiectasias na mesma sessão ou vasos maiores 
 
HIPERPIGMENTAÇÃO 
A degradação da hemossiderina, do sangue extravasado ou do trombo recém – formado, leva à disposição de 
hemossiderina – tratar com hirudoide 500 em gel ou aplicar peeling de ácido tioglicólico à 5% pós tratamento 
Indicar 
médias 
elásticas 
Contra retenção hídrica, cansaço nas pernas e varizes 
 
Rutina ---------------------------------------------------20 mg 
Castanha da Índia (Aesculus hippocastanus) - 100 mg 
Centella asiática-------------------------------------- 100 mg 
Pycnogenol©------------------------------------------80 mg 
Vitamina C -------------------------------------------- 150 mg 
Excipiente qsp-------------------------------------- 1 cápsula 
 
Mande.... 60 cápsulas 
 
Posologia: 1 cápsula, 2 vezes ao dia longe das refeições 
NUTRACEUTICOS ASSOCIADOS – HOME CARE 
Contra má circulação, retorno venoso e pós 
cirurgia de varizes 
 
Extrato seco de Castanha da India ----------150mg 
Extrato seco de Hamamelis --------------------50 mg 
Rutina------------------------------------------------80 mg 
Vitamina C---------------------------------------- 150 mg 
Excipiente qsp--------------------------------- 1 cápsula 
 
Mande.....60 cápsulas 
Tomar 1 cápsula, 2 vezes ao dia. Por 3 meses e 
nova avaliação. 
POR QUE OS MICROVASOS VOLTAM ??? 
NEOANGIOGÊNESE 
 
1. Pressórica: Interrupção das veias funcionalmente normais 
2. Hipermetabólica: Aumenta o volume ou a pressão no vaso, levando ao extenso processo 
inflamatório perivascular levando assim à angiogênese. 
3. Hormonal: Estrógeno 
4. Tendência: Genética 
5. Talangiectasias combinadas: Comunicam-se com as veias da matriz. 
 
RESULTADOS 
RESULTADOS 
RESULTADOS 
O INSTITUTO IBECO E SEUS DOCENTES 
AGRADECEM A SUA PRESENÇA!! 
E-mail: mariaviviansc@gmail.com 
Facebook: Vivian Souza de Carvalho 
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