Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Interpretação de textos literários ou não-literários 
Compreensão: está no texto 
Interpretação: Está além do texto 
 
Texto Literário: tem a função predominante da linguagem poética (conotativa) 
Ex.: Poemas, romances, contos 
 
Texto Não literário: centra-se na informação, linguagem direta (denotativa) 
Ex.: Reportagens, receitas 
 
 
Conotação x Denotação 
 
Conotativo: Sentido figurado - Sentido Não real 
Ex.: Minha namorada é uma geladeira 
Denotativo: Sentido real 
Ex.: Minha geladeira quebrou. 
 
 
 
Figuras de Linguagem 
 
 
Metáfora: é o emprego de uma palavra com sentido diferente do sentido usual, 
a partir de uma comparação subentendida entre dois elementos 
Ex.: Seus olhos são luzes brilhantes. 
Metonímia: troca de uma palavra por outra, quando entre ambas existe uma 
proximidade de sentidos 
Ex.: Gabriel comeu um prato de batatas. 
Hipérbole: Exagero 
Ex.: Chorei rios. 
Eufemismo: Amenização de idéias de tom negativo 
Ex.: Fulano não está mais entre nós. 
Prosopopeia: Atribuir características humanas a outros tipos de seres e 
objetos 
Ex.: O sol sorriu. 
Antítese: Colocação de idéias em oposição, com termos antônimos 
Ex.: A guerra pode gerar paz. 
 
Figuras de 
Linguagem 
Antítese Eufemismo Hipérbole Metáfora Metonímia Prosopopeia 
 
Fonética 
-Sílaba 
- Separação silábica 
Observações passíveis de nota: 
Alguns grupos consonantais iniciam palavras, por isso não devem ser 
separados. Observemos alguns casos: 
pneu – mo – ni – a 
pneu – má – ti – co 
psi – có – lo – go... 
 
- Quanto ao número de sílabas... 
- Monossílaba: uma sílaba 
Ex.: Um 
 
- Dissílaba: duas sílabas 
Ex.: Duas 
 
- Trissílaba: três sílabas 
Ex.: Sílabas 
 
- Quanto a sílaba tônica... 
-Tônica: sílaba mais forte 
-Átono: tudo que não é tônico 
Ar-ti-go 
-Oxítona – Pe-lé 
(última) 
 
-Paroxítona – Bi-quí-ni 
(penúltima) 
 
-Proparoxítona - Mé-to-do 
(antepenúltima) 
 
Dica: para descobrir a sílaba tônica é só você gritar a palavra. Aquela 
que mais ser pronunciada será a tônica. 
 
 
 
 
 
- Acentuação 
 Acentuação é o ato de colocar sob as palavras os acentos diacríticos ou 
gráficos para auxiliar o leitor sobre a correta pronunciação dos mesmos. 
Obs.: Para as regras gerais e complementares usa-se somento o “ ´ ” ou “^” 
(circunflexo) 
 
Regras Gerais: 
1 – Monossílabos tônicos: terminados em ― a ‖, ― e ‖ e ― o ‖, seguidas ou não 
de ―s‖. 
Obs.: Os monossílabos átonos são palavras vazias de sentido, vindo 
representadas por artigos, pronomes oblíquos, elementos de ligação 
(preposições, conjunções). 
 
Exemplos: pá, pás, pé, pés, pó, pós. 
 
2 – Oxítonas: sílaba mais forte na última e terminando em ― a ‖, ― e ‖, ― o ‖, 
seguido ou não de ― s ‖, ― em ‖ e ―ens‖. 
 
Exemplos: Maracujá, maracujás, você, vocês, cocô, cocôs, refém, reféns. 
 
3 – Paroxítonas: sílaba mais forte na penúltima e terminando em ― i ‖, ― is ―, ― 
us ―, ― l ‖, ― n ‖, ― r ‖, ― x ‖, ― ps ‖, ― om ‖, ― oms ‖, ― um ‖, ― uns ‖, ― ã ‖, ― ãs ‖ e 
ditongo(seguido ou não de ―s‖) 
 
Exemplos: Biquíni, biquínis, vênus, hífen, fêmur, tórax, tríceps, íom, íons, 
fórum, fóruns, órfã, minoritário, minoritários 
 
4 – Proparoxítonas: todas as palavras que tiverem a sílaba tônica na 
antepenúltima sílaba. 
 
Exemplos: Método, escândalo. 
 
Regras complementares: 
1 – Ditongos abertos: (boca aberta): acentua-se as oxítonas e monossílabas 
terminadas em ― éi ‖, ― ói ‖ e ― éu ‖, seguido ou não de ― s ‖. 
 
Exemplos: pastéis, herói, céu 
 
2 – Hiato: acentua-se os hiatos cuja segunda sílaba seja ― i ‖ ou ― u ‖, sozinha 
ou acompanhada de ― s ‖, não sucedida por ― nh ‖ nem precedida por ― ditongo 
‖ em palavras paroxítonas: 
 
Exemplos: Juízes, Piauí, faísca, conteúdo 
 
3 – Diferenciais obrigatórios: acentua-se os verbos obrigatoriamente de 
forma diferente: Ter, vir,crer, dar, ler e ver. Variam do singular para o plural. 
 
Obs.: deve ser empregado a regra nos derivados, também. 
Ter, vir 
Exemplos: Ele tem, eles têm. Ele vem, eles vêm. 
 
Crer, dar, ler e ver 
Exemplos: Ele crê, eles creem. Que ele dá, que eles deem. Ele lê, eles leem. Ele 
vê, eles veem 
 
4 – Acentos diferenciais: acentua-se de modo a diferenciar palavras 
homógradas (escrita igual, com o mesmo som mas não a mesma pronúncia). 
 
Obrigatório 
Pôde: quando o verbo ―poder‖ estiver estiver indicando passado. Ex.: Ele não 
pôde. 
 
Pôr: diferenciar o verbo ―por‖ (colocar) da peposição por. Eu irei pôr sobre a 
mesa. 
 
Facultativo 
Fôrma: diferenciar fôrma (de bolo) do verbo formar. Ex.: Coloquei a massa de 
bolo sobre a fôrma. 
 
Dêmos: diferenciar presente do pretérito. Acentua-se o verbo no presente: para 
que nós dêmos. 
Ortografia 
- Porquês 
Por que 
Perguntas de início e meio de frase 
Ex.: Por que você fez isso. 
 Me diga porque você fez isso. 
 
Por quê 
Perguntas de final de frase. Depois de pontuação 
Ex.: Eu não estou sabendo disso, por quê? 
 
Porque 
Responder. 
Ex.:Porque eu quiz. 
 
Porquê 
Substantivado 
Ex.:O porquê disso acontecer, só Deus sabe. 
 
Morfologia 
Processo de formação de palavras 
 
1 - Classificação das palavras 
1-1 Palavras derivadas: são formadas a partir das palavras primitivas 
1-2 Palavras primitivas: não são derivadas de nenhuma outra palavra 
1-3 Palavras compostas: possuem mais de um radical 
1-4 Palavras simples: possuem apenas um radical 
 
2- Formação de palavras 
 
2-1 Por palavras compostas ou Composição: possuem mais de um radical 
- Justaposição: os sons das palavras envolvidas não mudam: 
- Aglutinação: os sons das palavras envolvidas mudam: 
 
2-2 Por palavras derivadas ou Derivação: são formadas a partir de palavras 
primitivas 
- Derivação prefixal ou prefixação: acrescenta-se um prefixo (início) à 
palavra 
- Derivação sufuxal ou sufixação: acrescenta-se um sufixo (fim) à palavra 
Processo de formação de palavras 
Composição 
Justaposição Aglutinação 
Derivação 
Prefixal Sufixal 
Parassintética Regressiva 
Imprópria 
- Derivação parassintética: acrecenta-se prefixo e sufixo à palavra 
- Derivação regressiva: suprime-se a terminação de um verbo pelas 
desinências –a, -o ou –e. 
 
 
 
- Substantivo 
Classificação 
 
- Própria e comum 
 Os substantivos próprios são os nomes de seres, lugares, etc. (se 
escreve com letra maiúscula). É próprio, pois individualiza alguém (ou algo), 
sendo sua identidade. Tirando os próprios, os que restam são os comuns 
(genéricos), que nomeiam todas as outras coisas (objetos, etc). 
Ex.: A casa caiu. 
 O Filipe caiu. 
 
- Concreto e abstrato 
 Os substantivos concretos são aqueles que existem por si só e ocupam 
lugar no espaço e os abstratos são os que dependem de substantivos concreto 
para existir. 
Concreto: Abstrato: 
- Seres - Ações 
Ex.: Filipe Ex.: Correr 
- Objetos - Estados 
Ex.: mesa Ex.: Triste 
- Lugares - Qualidade 
Ex.: Brasília Ex.: Bonito 
 -Sentimentos 
 Ex.: Amor 
Substantivo 
Coletivo Epiceno 
Comum de 
dois gêneros 
Sobrecomum 
Comum Próprio 
Concreto Abstrato 
Primitivo Derivado 
Simples Composto 
Qual a imagem que você tem dela? (noção – abstrato) 
A imagem do leão será emoldurada. (objeto – concreto) 
 
- Primitivo e derivado 
 
 Os substantivos derivados são formados a partir de palavras primitivos. 
Já os primitivos não derivam de nenhuma outra palavra. 
Ex.: Burrice(derivado) é derivada de burro(primitivo). 
 
- Simples e compostos 
 
Os substantivos simples possuem um radical, enquanto os compostos 
possuem dois ou mais. 
Ex.: Flor (simples) 
 Couve-flor (composto) 
- Coletivo 
 
 Nada mais é do que o substantivo que expressa um conjunto de 
substantivos. 
Ex.: Molho – conjunto de chaves 
 Alcateia – conjunto de lobos 
 
- Epiceno 
 
 Os epicenos que possuem um único gênero e se referem aos animais 
que precisamestar acompados de ―macho‖ ou ―fêmea‖ para determinar seu 
gênero. 
Ex.: Cobra ―fêmea‖ ou cobra ―macho‖ 
 
- Comum de dois gêneros 
 
 O comum de dois gêneros é quando o substantivo não possui forma no 
outro gênero, mas pode ser definido com o artigo. 
Ex.: ―A‖ personagem ou ―o‖ personagem 
 
- Sobrecomum 
 Não pode ser definido quanto ao gênero, servindo tanto para o feminino 
quanto o masculino. 
Ex.: A criança, a testemunha 
Flexão 
 
- Gênero 
 
 - Masculino: quando aceita o artigo ―o‖. 
 - Feminino: quando aceita o artigo ―a‖. 
 
 - Biforme: apresenta duas formas para os dois gêneros. 
 Ex.: o menino, a menina 
 - Uniforme: apresenta uma única forma para os dois gêneros 
Ex.: Epiceno: Cobra ―macho‖ 
 Comum de dois gêneros: O personagem, a persogem 
Sobrecomum: A testemunha, o cadáver 
- Heterônimo: substantivo que possui radicais diferentes para ambos os 
gêneros. 
Ex.: Mulher, homem 
Gênero 
Biforme Uniforme Heterônimo 
Masculino Feminino 
- Grau 
 
 - Aumentativo: maior que o normal 
 - Análitico: menino grande 
 - Sintético meninão 
 - Dimunutivo 
 - Análitico: menino pequeno 
 - Sintético menininho 
- Número 
 
- Singular 
 - Simples 
 Ex.: Casa 
 - Composto 
Ex.: Pé-de-muleque 
- Plural 
 - Simples 
Ex.: Casas 
 - Composto 
Grau 
Aumentativo 
Analítico Sintético 
Normal Diminutivo 
Analítico Sintético 
Número 
Singular 
Simples Composto 
Plural 
Simples Composto 
Ex.: Pé-de-muleque 
 
 
 
 
 
 
Plural de diminutivo 
1º passo: pluraliza a palavra 
Balão - Balões 
2º passo: retira o s 
Balõe 
3º passo: acrescenta z+inhos 
Balõezinhos 
 
 
 
 
- Adjetivo 
- Classificação 
 
- Restritivo: restringe o sentido do adjetivo para uma quantidade 
determinada. 
Ex.: Os alunos do professor Geraldo serão ótimos jogadores 
- Explicativo: não restringe o sentido do adjetivo para uma quantidade 
determinada. 
Ex.: Todo mundo passa por situações perigosas 
- Simples e Composto 
Os adjetivos simples possuem somemte um radical, enquanto que os 
compostos possuem dois ou mais. 
Ex.:Magro – simples 
 Luso-brasileiro – composto 
 
- Primitivo e derivado 
Os adjetivos derivados são formados a partir de primitivos. Já os primitivos 
derivam de nenhuma outra palavra. 
Ex.: belo – primitivo 
 Belíssimo – derivado 
 
- Flexão
 
Adjetivo 
Restritivo Explicativo 
Simples Composto 
Primitivo Derivado 
Gênero 
Masculino Feminino 
Biforme Uniforme 
- Masculino: quando aceita o artigo ―o‖. 
Ex.: O lindo 
 
- Feminino: quando aceita o artigo ―a‖. 
Ex.: A linda 
 
- Biforme: apresenta duas formas para os dois gêneros. 
Ex.: A casa linda 
 O sobrado lindo 
 
- Uniforme: apresenta uma forma para os dois gêneros. 
Ex.: Amigo leal 
 Amiga leal 
 
- Normal: característica sem aumentar ou diminuir. 
 Ex.: O João está feliz. 
- Grau Comparativo: exprime a característica de um ser comparando-o com 
outro da mesma espécie. 
(quanto, do que, como que) 
 - de igualdade: tão 
 Ex.: João está tão feliz quanto Maria 
 - de superioridade: mais 
 Ex.: João está mais feliz do que Maria 
 - de inferioridade: menos 
 Ex.: João está menos feliz que Maria 
- Grau superlativo: exprime a característica de um ser, atribuindo qualidades 
em grau para mais ou para menos. 
Grau 
Comparativo 
de 
superioridade 
de 
inferioridade 
de igualdade Normal 
Superlativo 
Absoluto 
analítco 
sintético 
Relativo 
de 
superioridade 
de 
inferioridade 
- Relativo: quando a qualidade de um ser é itensificada em relação a 
outros seres. 
 - de superioridade 
 Ex.: João é o mais alto de todos. 
 - de inferioridade 
 Ex.: João é o menos alto de todos. 
- Absoluto: quando a qualidade de um ser é itensificada sem relação 
com outro ser. 
 - Analítico: 
 Ex.: João está muito feliz. 
 - Sintético: 
 Ex.: João está felicíssimo. 
Regras de formação 
-a, -e, -o - íssimo 
Ex.: Cuidadosa - Cuidadosíssima 
 Doce - Docíssimo 
 Sério - Seriíssimo 
 
-vel - Bilíssimo 
Ex.: Agradável - Agradabilíssimo 
 Horrível - Hobibilíssimo 
 Amável - Amabilíssimo 
 
-m e -ão - Níssimo e aníssimo 
Ex.: Comum - Comuníssimo 
 Vão - Vaníssimo 
 
-z - císsimo 
Ex.: Atroz - atrocíssimo 
 Capaz - capacíssimo 
 
Só acrescenta 
-u, -l, -r + íssimo ou imo 
Ex.: Cru - cruíssimo 
 Difícil - dificílimo 
 Regular - regularíssimo 
 
- Singular: quando indica um 
 - Simples: Um radical 
 - Azul 
 
 - Composto: Mais de um radical 
 - Azul-claro 
 
- Plural: quando indica mais de um 
 - Simples: Um radical 
 - Felizes 
 
 - Composto: Mais de um radical 
 - Luso-brasileiros 
Regras de formação do plural e gênero do adjetivo simples 
 
As mesmas regras aplicadas ao substantivo 
 
Regras de formação do plural e gênero do adjetivo composto 
 
Regra geral: último elemento vai para o plural 
Luso-brasileiro, luso-brasileiros, luso-brasileira, luso-brasileiras (pátrios) 
Rosa-claro, rosa-claros, rosa-clara, rosa-claras (cores) 
 
Excessões 
Azul-celeste e Azul-marinho não variam 
Surdo-mudo, surda-muda variam os dois 
 Surdos-mudos ou surdas-mudas 
Verde-musgo – com substantivo os dois ficam no singular 
 
Locução adjetiva 
Locução é a união de duas palavras exercendo a função de um termo somente. 
É ―adjetiva‖, corresponde ao adjetivo, que, como você já sabe, é a palavra que 
dá qualidade ao substantivo. 
 
Ex.: Amor de mãe – Amor materno 
 Luz do sol – Luz solar 
 
Número 
Singular 
Simples Composto 
Plural 
Simples Composto 
- Advérbio 
Palavra que altera o sentido dos adjetivos, verbos e também dos próprios 
advérbios. 
 
Ex.: Ela é muito linda. (adjetiva) 
 Ela jogou bem. (verbo) 
 Ele jogou muito bem. (advérbio) 
 
 
1 – Lugar – Onde? 
(Aqui, lá, aí) 
Ex.: Ele está aqui. 
 
2 – Tempo – Quando? 
(Ontem, hoje, amanhã, já, nunca, jamais) 
Ex.: Ontem nós saímos. 
 
3 – Modo – Como? 
(Depressa, alto, baixo, errado, tranquilo) 
Ex.: Ele fala de modo correto. 
 
4 – Intensidade 
(Pouco, demais, bastante, bem) 
Ex.: Está muito calor. 
Advérbio 
Adjetivo Verbo Advérbio 
Advérbio 
Lugar Tempo Modo Intensidade Dúvida Negação Afrmação 
5 – Dúvida 
(Talvez, provavelmente, possivelmente) 
Ex.: Talvez eu compre. 
 
6 – Negação 
(Não, nem, nunca) 
Ex.: Não falei isso. 
 
7- Afirmação 
(Sim, certamente, com certeza) 
Ex.: Certamente falei isso. 
 
Locução adverbial 
 
Ocorre quando duas ou mais palavras passam a função de advérbio. 
Ex.: Ele saiu às pressas. 
 
 
 
 
 
 
- Conjunções 
Classificação da Conjunção 
De acordo com o tipo de relação que estabelecem, as conjunções podem ser 
classificadas em coordenativas esubordinativas. No primeiro caso, os 
elementos ligados pela conjunção podem ser isolados um do outro. Esse 
isolamento, no entanto, não acarreta perda da unidade de sentido que cada 
um dos elementos possui. Já no segundo caso, cada um dos elementos ligados 
pela conjunção depende da existência do outro. 
Conjunções Coordenativas 
São aquelas que ligam orações de sentido completo e independente ou termos 
da oração que têm a mesma função gramatical. Subdividem-se em: 
1) Aditivas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de acrescentamento 
ou adição. São elas: e, nem (= e não), não só... mas também, não só... como 
também, bem como, não só... mas ainda. 
Por exemplo: 
A sua pesquisa é clara e objetiva. 
Ela não só dirigiu a pesquisa como também escreveu o relatório. 
2) Adversativas: ligam duas orações ou palavras, expressando ideia de 
contraste ou compensação. São elas:mas, porém, contudo, todavia, 
entretanto, no entanto, não obstante. 
Por exemplo: 
Tentei chegar mais cedo, porém não consegui. 
3) Alternativas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de alternância 
ou escolha, indicando fatos que se realizam separadamente. São elas: ou, 
ou... ou, ora... ora, já... já, quer... quer, seja... seja,talvez... talvez. 
Por exemplo: 
Ou escolho agora, ou fico sem presente de aniversário. 
4) Conclusivas: ligam a oração anterior a uma oração que expressa ideia de 
conclusão ou consequência. São elas: logo, pois (depois do verbo), portanto, 
por conseguinte, por isso, assim. 
Por exemplo: 
Marta estava bem preparada para o teste, portanto não ficou nervosa. 
5) Explicativas: ligam a oração anterior a uma oração que a explica, que 
justifica a ideia nela contida. São elas: que, porque, pois (antes do 
verbo), porquanto. 
Por exemplo: 
Não demore, que o filme já vai começar. 
Saiba que: 
a) As conjunções "e"," antes", "agora"," quando" são adversativas quando 
equivalem a "mas". 
Por exemplo: 
Carlos fala, e não faz. 
O bom educador não proíbe, antes orienta. 
Sou muito bom; agora, bobo não sou. 
Foram mal na prova, quando poderiam ter ido muito bem. 
b) "Senão" é conjunção adversativa quando equivale a "mas sim". 
Por exemplo: 
Conseguimos vencer não por protecionismo, senão por capacidade. 
c) Das conjunções adversativas, "mas" deve ser empregada sempre no início 
da oração: as outras (porém, todavia, contudo, etc.) podem vir no início ou 
no meio. 
Por exemplo: 
Ninguém respondeu a pergunta, mas os alunos sabiam a resposta. 
Ninguém respondeu a pergunta; os alunos, porém, sabiam a resposta. 
d) A palavra "pois", quando é conjunção conclusiva, vem geralmente após um 
ou mais termos da oração a que pertence. 
Por exemplo: 
Você o provocou com essas palavras; não se queixe, pois, de seus 
ataques. 
Quando é conjunção explicativa," pois" vem, geralmente, após um verbo no 
imperativo e sempre no início da oração a que pertence. 
Por exemplo: 
Não tenha receio, pois eu a protegerei. 
Conjunções Subordinativas 
São aquelas que ligam duas orações, sendo uma delas dependente da outra. A 
oração dependente, introduzida pelas conjunções subordinativas, recebe o 
nome de oração subordinada. 
Veja o exemplo: 
O baile já tinha começado quando ela chegou. 
 
O baile já tinha começado: oração principal 
quando: conjunção subordinativa 
ela chegou: oração subordinada 
As conjunções subordinativas subdividem-se em integrantes e adverbiais: 
1. Integrantes 
Indicam que a oração subordinada por elas introduzida completa ou integra o 
sentido da principal. Introduzem orações que equivalem a substantivos. São 
elas: que, se. 
Por exemplo: 
Espero que você volte. (Espero sua volta.) 
Não sei se ele voltará. (Não sei da sua volta.) 
2. Adverbiais 
Indicam que a oração subordinada por elas introduzida exerce a função de 
adjunto adverbial da principal. De acordo com a circunstância que expressam, 
classificam-se em: 
a) Causais: introduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração 
principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois 
que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc. 
Por exemplo: 
Ele não fez a pesquisa porque não dispunha de meios. 
Como não se interessa por arte, desistiu do curso. 
b) Concessivas: introduzem uma oração que expressa ideia contrária à da 
principal, sem, no entanto, impedir sua realização. São elas: embora, ainda 
que, apesar de que, se bem que, mesmo que, por mais que, posto que, 
conquanto, etc. 
Por exemplo: 
Embora fosse tarde, fomos visitá-lo. 
Eu não desistirei desse plano mesmo que todos me abandonem. 
c) Condicionais: introduzem uma oração que indica a hipótese ou a condição 
para ocorrência da principal. São elas: se, caso, contanto que, salvo se, a 
não ser que, desde que, a menos que, sem que, etc. 
Por exemplo: 
Se precisar de minha ajuda, telefone-me. 
Não irei ao escritório hoje, a não ser que haja algum negócio muito 
urgente. 
d) Conformativas: introduzem uma oração em que se exprime a conformidade 
de um fato com outro. São elas:conforme, como (= conforme), segundo, 
consoante, etc. 
Por exemplo: 
O passeio ocorreu como havíamos planejado. 
Arrume a exposição segundo as ordens do professor. 
e) Finais: introduzem uma oração que expressa a finalidade ou o objetivo com 
que se realiza a principal. São elas: para que, a fim de que, que, porque (= 
para que), que, etc. 
Por exemplo: 
Toque o sinal para que todos entrem no salão. 
Aproxime-se a fim de que possamos vê-lo melhor. 
f) Proporcionais: introduzem uma oração que expressa um fato relacionado 
proporcionalmente à ocorrência da principal. São elas: à medida que, à 
proporção que, ao passo que e as combinações quanto mais... (mais), 
quanto menos... (menos), quanto menos... (mais), quanto menos... 
(menos), etc. 
Por exemplo: 
O preço fica mais caro à medida que os produtos escasseiam. 
Quanto mais reclamava menos atenção recebia. 
Obs.: são incorretas as locuções proporcionais à medida em que, na 
medida que e na medida em que. 
g) Temporais: introduzem uma oração que acrescenta uma circunstância de 
tempo ao fato expresso na oração principal. São elas:quando, enquanto, 
antes que, depois que, logo que, todas as vezes que, desde que, sempre 
que, assim que, agora que, mal (= assim que), etc. 
Por exemplo: 
A briga começou assim que saímos da festa. 
A cidade ficou mais triste depois que ele partiu. 
h) Comparativas: introduzem uma oração que expressa ideia de comparação 
com referência à oração principal. São elas: como, assim como, tal como, 
como se, (tão)... como, tanto como, tanto quanto, do que, quanto, tal, 
qual, tal qual, que nem, que (combinado com menos ou mais), etc. 
Por exemplo: 
O jogo de hoje será mais difícil que o de ontem. 
Ele é preguiçoso tal como o irmão. 
i) Consecutivas: introduzem uma oração que expressa a consequência da 
principal. São elas: de sorte que, de modo que, sem que (= que não), de 
forma que, de jeito que, que (tendo como antecedente na oração principal 
uma palavra como tal, tão, cada, tanto, tamanho), etc. 
Por exemplo: 
Estudou tanto durante a noite que dormiu na hora do exame. 
A dor era tanta que a moça desmaiou. 
Locução Conjuntiva 
Recebem o nome de locução conjuntiva os conjuntos de palavras que atuam 
como conjunção. Essas locuções geralmente terminam em "que". Observe os 
exemplos: 
visto que 
desde que 
ainda que 
por mais que 
à medida que 
à proporção que 
logo que 
a fim de que 
 
 
 
 
- Verbo 
Indica ação, estado ou fenômeno da natureza. 
 
- Infinitivo: quando o verbo terminar em AR, ER, IR (ou OR. Esse só se aplica 
no verbo ―por‖ e seus derivados), nós dizemos que ele está no infinitivo, que é 
uma forma nominal. 
AR 1ª 
conjugação 
ER ou 
OR 
2ª 
conjugação 
IR 3ª 
conjugação 
Ex.: Mergulhar – 1ª conjugação do infinitivo 
 Bater – 2ª conjugação do infinitivo 
 Cair – 3ª conjugação do infinitivo 
 
- Gerúndio: quando o verbo terminar em ANDO, ENDO,INDO (ou ONDO. Esse 
só se aplica no verbo por e seus derivados) 
Ex.:Mergulhando – ANDO 
 Retendo - ENDO 
 Sorrindo - INDO 
 Repondo – ONDO 
 
 
Formas 
Nominais 
Infinitivo Gerúndio Particípio 
- Particípio regular: quando o verbo termina em ADO e IDO ou OSTO (e 
também ADA, IDA e OSTA) 
Ex.: Casado – ADO 
 Corrído – IDO 
 Composto – OSTO 
 
 
- Particípio irregular: nesse caso não há regra com base em terminações, 
mas sim com um ―macete‖. Usar (foi/está) para o irregular aparecer. 
 
Ex.: Foi... morto/ Está... morto 
 Foi... salva/Está...salva 
 
Obs.: Aqueles que possuem dois particípios são chamados de verbos 
abundantes. 
 
 
As pessoas do discurso podem estar no singular (eu, tu, ele) ou no plural (nós, 
vós, eles). Isso significa que, além de ter pessoa, o verbo também tem número 
(singular ou plural). 
 
Número 
Singular Plural 
Pessoa 
Singular 
1ª Eu 
2ª Tu 
3ª Ele/ela 
Plural 
1ª Nós 
2ª Vós 
3ª Eles/elas 
Alguém precisa cantar, vender, partir, comprar, fugir de baratas voadoras e 
etc. Portanto, precisamos de alguém para fazer os verbos funcionarem. Esse 
alguém é a pessoa do discurso. 
 
O verbo pode ser flexionado de acordo com o tempo. A ação pode já ter 
ocorrido (passado),pode estar ocorrendo agora (presente) ou vai ocorrer ainda 
(futuro). 
Para ficar mais chique, a gente chama o passado de pretérito. Logo, os verbos 
podem ser flexionados no pretérito, no presente e no futuro. 
O pretérito se divide em: imperfeito, perfeito e mais-que-perfeito. O futuro em: 
do pretérito, do presente. E presente em... só presente. 
 
 
Indicativo – com certeza 
Subjuntivo – sem certeza 
Imperativo – ordem ou pedido 
 
 
Voz é a forma assumida pelo verbo para indicar a relação entre ele e seu 
sujeito. 
 - Ativa: A ação é praticada pelo sujeito 
 Ex.: João feriu Pedro 
 
 - Passiva: O sujeito sofre a ação 
Tempo 
Pretérito Presente Futuro 
Modo 
Indicativo Subjetivo Imperativo 
Vozes 
Ativa Passiva 
Analítica Sintética 
Reflexiva 
 Ex.:Pedro foi ferido por João 
 
 - Analítica: particípio 
 Ex.: A ave foi morta pelo caçador 
 
 - Sintética –se (sujeito indeterminado) 
 Ex.: Matou-se a ave. 
 
 - Reflexiva: A ação e praticada e sofrida pelo sujeito 
 Ex.: João feriu-se. 
Conversão de vozes 
Voz Ativa: 
O caçador matou a ave. 
Voz passiva analítica: 
A ave foi morta pelo caçador. 
Voz passiva sintética: 
Matou-se a ave. 
Mais sobre Pessoas do Discurso! 
 Agora, nós vamos entender melhor a respeito das pessoas do discurso. 
Você se lembra deles na parte anterior? Bem, as pessoas do discurso são os 
pronomes que realizam a ação dos verbos. Exemplos: eu dirijo, ele nadou, nós 
compramos, eu dancei com um pinguim etc. 
Ex.: Eu queria comprar um grill. 
 Minha mulher queria um ferro novo. 
 
Eu – primeira pessoa do singular 
Minha mulher – funciona como ―ela‖, que é a terceira pessoa do singular 
 
Ou seja: as pessoas do discurso são os pronomes que conjugam os verbos (no 
caso os pronomes do caso reto). Veja quem são eles: 
 
Essas são as 3 pessoas. Agora, eles podem ficar no plural, também: 
 
Portanto, temos ao todo ―seis‖ pessoas (3 no singular e 3 no plural) 
Eu 1ª pessoa
Tu 2ª pessoa
Ele 3ª pessoa
Nós 1ª pessoa
Vós 2ª pessoa
Eles(as) 3ª pessoa
 
Para cada tipo de pessoa nós vamos ter uma conjugação diferente. Ex.: eu 
canto, tu cantas, ele canta, nós cantamos e etc... 
Observe, então, que para cada pessoa em cada número (singular ou plural) 
nós teremos um verbo diferente. Que legal, né? 
Ex.: Maria cantou – Ela cantou 
 A loja foi construída – Ela foi construída 
 João e Astolfo caíram – Eles caíram 
Portanto, as pessoas (ou coisas) que conjugam os verbos sempre serão uma 
das 6 pessoas do discurso (―eu‖, ―tu‖ e ―ele‖ tanto no singular ou ―nós‖, ―vós‖ e 
―eles‖ quanto no plural). 
Dica 1: Tu ou você? 
O ―tu‖ também é um pronome do caso reto, assim, como ―eu‖, ―tu‖ , ―vós‖ etc... 
Por outro lado ―você‖ é um pronome de tratamento (assim como ―Senhora‖, 
―Vossa Majestade‖ etc). Ele cumpre o papel do ―tu‖ (pessoa com quem se fala), 
mas é conjugado como se fosse a 3ª do singular (ele). Ou seja: ―você‖ recebe a 
mesma conjugação de ―ele‖. 
Ex.: Tu fazes – Ele faz/você faz 
 Tu cantas – Ele canta/você canta 
 Tu vendestes – Ele vendeu/você vendeu 
 
O plural de ―tu‖ é ―vós‖, enquanto o plural de ―você‖ é ―vocês‖. 
 
 
 
 
Eu 1ª pessoa
Tu 2ª pessoa
Ele(a) 3ª pessoa
Nós 1ª pessoa
Vós 2ª pessoa
Eles(as) 3ª pessoa
Singular
Plural
 
Indicativo 
1 – Presente: momento exato da ação 
 
2 – Pretérito: aconteceram no passado 
Quando maior a ―perfeição‖ mais tempo se passou (mais antiga é a ação). 
2.1 – Pretérito imperfeito: a ação ocorria no passado com uma certa 
continuidade. 
 
 
 
Conjugação 
Indicativo 
Presente Pretérito 
Imperfeito 
Perfeito 
Mais-que-
perfeito 
Futuro 
do presente 
do pretérito 
Subjetivo 
Presente 
Pretérito 
imperfeito 
Futuro 
Imperativo 
Afirmativo 
Negativo 
Eu canto vendo parto
Tu cantas vendes partes
Ele canta vende parti
Nós cantamos vendemos partimos
Vós cantais vendeis partis
Eles cantam vendem partem
Presente
Eu cantava vendia partia
Tu cantavas vendias partias
Ele cantava vendia partia
Nós cantávamos vendíamos partiamos
Vós cantáveis vendíreis partíeis
Eles cantavam vendiam partiam
Pretérito imperfeito
 
2.2 – Pretérito perfeito: a ação começou e terminou no passado. 
 
2.3 – Pretérito mais-que-perfeito 
 
3 - Futuro: acontecerá ainda 
Há dois tipos de futuro: do presente (normal: o que todos nós usamos) e do 
pretérito (uma condição vinculada ao passado). 
3.1 – Futuro do presente 
 
3.2 – Futuro do pretérito 
 
- Subjuntivo 
Eu cantei vendi parti
Tu cantaste vendeste partiste
Ele cantou vendeu partiu
Nós cantamos vendemos partimos
Vós cantastes vendestes partistes
Eles cantaram venderam partiram
Pretérito perfeito
Eu cantara vendera partira
Tu cantaras venderas partiras
Ele cantara vendera partira
Nós cantáramos vendêremos partíramos
Vós cantáreis vendêreis partíreis
Eles cantaram venderam partiram
Pretérito mais-que-perfeito
Eu cantarei venderei partirei
Tu cantarás venderás partirás
Ele cantará venderá partirá
Nós cantemos venderemos partiremos
Vós cantareis vendereis partireis
Eles cantarão venderão partirão
Futuro do Presente
Eu cantaria venderia partiria
Tu cantarias venderias partirias
Ele cantaria venderia partiria
Nós cantaríamos venderíamos partiríamos
Vós cantaríeis venderíeis partiríeis
Eles cantariam venderiam partiriam
Futuro do pretérito
1 – Presente 
 
2 – Pretérito imperfeito 
 
3 – Futuro 
 
- Imperativo 
Para início de conversa, a primeira pessoa do singular (eu) não tem imperativo. 
Você não pode dar ordem para si, mesmo. 
Portanto, nós começamos a partir da segunda pessoa do singular (tu) 
1 – Afirmativo 
 
2 – Negação 
Que Eu cante venda parta
Que Tu cantes vendas partas
Que Ele cante venda parta
Que Nós cantemos vendamos partamos
Que Vós canteis vendais partais
Que Eles cantem vendam partam
Presente
Se Eu cantasse vendesse partisse
Se Tu cantasses vendesses partisses
Se Ele cantasse vendesse partisse
Se Nós cantássemos vendêssemos partíssemos
Se Vós cantásseis vendêsseis partísseis
Se Eles cantassem vendessem partissem
Pretérito imperfeito
Quando Eu cantar vender partir
Quando Tu cantares venderes partires
Quando Ele cantar vender partir
Quando Nós cantarmos vendermos partirmos
Quando Vós cantardes venderdes partirdes
Quando Eles cantarem venderem partirem
Futuro
- - - Eu
canta vende parti Tu
cante vende parta Ele
cantemos vendamos partimos Nós
cantai vendei partei Vós
cantem vendam partam Eles
Afirmação
 
Transitividade Verbal 
 
Os verbos sempre acompanham o sujeito (afinal, toda oração tem verbo), 
expressando ação ou estado. Eles podem ser divididos em dois grupos 
principais, os transitivos e os intransitivos. Para tanto, precisamos entender a 
ideia de exigência do complemento. 
1 – Transitivo: os verbos transitivos, ao contrário dos intransitivos, precisam 
de um complemento para darem sentido à oração. 
Ex.: Frigobertino preparou... (o quê) 
 - direto: não há preposição entre o verbo e o complemento (VTD) 
 - indireto: tem preposição entre o verbo e o complemento (VTI) 
 - direto e indireto: pode ter preposição num determinado sentido e não 
ter em outro sentido (depende do sentido que é empregado) (VTDI) 
2 – Intransitivo: são verbos que têm sentido completo e não precisam de 
complemento para você entender o sentido da oração. (VI) 
Ex.: Frigoberto morreu. 
3 – Impessoal: são verbos que designam ações involuntárias. Geralmente 
(mas nem sempre) designam fenômenos da natureza e, portanto, não têm 
sujeito nem objeto na ação. 
Ex.: Chover, anoitecer, nevar, haver (no sentido de existência) 
4 – Ligação: são aqueles que não designam ações. 
- - - - Eu
Não cantes vendas parta Tu
Não cante venda parta Ele
Não cantemos vendamos partimos Nós
Não canteis vendais partais Vós
Não cantem vendam partam Eles
Negação
Verbo 
Transitivo 
direto 
indireto 
Dir. e ind. Intransitivo 
Impessoal 
Ligação 
Ex.: ser, estar, ficar, andar, parecer,permanecer, virar, tornar-se, viver, 
continuar 
Locução verbal: é a união de duas palavras exercendo a função de um termo 
somente. 
- Classificação 
 
 
 
Verbo auxiliar e principal 
Observe primeiramente estas orações: 
 
As crianças estão lendo histórias 
Júlia está olhando seu brinquedo 
 
Nas duas orações há dois verbos – ―estão lendo‖ e ―está olhando‖. Então, a 
palavra ―auxiliares‖ nos lembra de suporte, ajuda, não é verdade? 
 
Para que possamos entender da melhor forma possível, é preciso sabermos o 
motivo pelo qual eles recebem esta denominação. 
 
Verbos auxiliares são aqueles que auxiliam a conjugação de outros verbos. 
São eles: Ter, Haver, Estar, Ser. 
 
Como por exemplo: 
 
Na oração – ―estão lendo‖, temos: 
 
Um verbo auxiliar – estão 
Um verbo principal – lendo 
 
Os verbos da língua portuguesa são classificados em: regulares, irregulares, 
defectivos e abundantes. 
 
 
 
Verbo 
Auxiliar Principal 
Verbo 
Regular 
Irregular 
Defectivos 
Abundante 
 
Regulares: são aqueles em que o radical permanece o mesmo em toda a 
conjugação. 
Exemplo: verbo cantar. 
 
 
 
Irregulares: são os verbos cujos radicais se alteram ou cujas terminações não 
seguem o modelo da conjugação a que pertencem. 
Exemplo: verbo ouvir. 
 
 
 
 
Defectivos: não se apresentam em todas as flexões. 
Exemplos: abulir 
 
 
 
Abundantes: apresentam duas ou mais formas equivalentes. 
Exemplo: 
 
 
 
 
 
Part.
Irregular
Aceitar - Aceitado Aceito
Acender - Acendido Aceso
Corrigir - Corrigido Correto
Eleger - Elegido Eleito
Emergir - Emergido Emerso
Entregar - Entregado
Entregu
e
Encher - Enchido Cheio
Expelir - Expelido Expulso
Extinguir - Extinguido Extinto
Fritar - Fritado Frito
Imergir - Imergido Imerso
Imprimir - Imprimido
Impress
o
Inserir - Inserido Inserto
Limpar - Limpado Limpo
Matar - Matado Morto
Infinitivo
Part. 
Regular
- Pronome 
Substitui ou acompanha o substantivo. 
- Classificação 
 
Pessoal: são aqueles que fazem referência às pessoas do discurso (eu, tu, 
ele/ela, nós (plural do eu), vós (plural do tu), eles ou elas). 
Podem ser de dois tipos: caso reto e caso oblíquo. 
- Pronome pessoal do caso reto: na sintaxe, cumprem o papel de 
sujeito da oração. São eles: eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas. 
Simples, não? Eles são responsáveis pela ação verbal (sujeito da oração) 
 
 Pessoa Pronome 
reto 
Singular 1ª eu 
2ª tu 
3ª ele/ela 
Plural 1ª nós 
2ª vós 
3ª eles/elas 
 
Ex.: Eu queria um grill, mas ela queria um ferro novo 
 
 - Pronome pessoal do caso oblíquo: na sintaxe servem de 
complemento. São eles: 
 
 
 
 
Pronomes 
Pessoais 
Reto 
Oblíquo 
tônico 
átono Possessivo 
Demonstrativo 
Relativo 
Tratamento 
Interrogativo 
Indefinido 
variável 
invariável 
 
Ex.: Desculpe-me. Não queria te prejudicar. Vou lhe dizer o que fazer. 
 
Os pronomes oblíquos tônicos são sempre precedidos por preposições. 
Exemplos 
 
Não há mais nada entre mim e ti. 
Não se comprovou qualquer ligação entre ti e ela. 
Não há nenhuma acusação contra mim. 
Não vá sem mim. 
São chamados átonos os pronomes oblíquos que não são precedidos de 
preposição. 
Lhe/lhes – objeto indireto 
me, te, nos, vos - objetos diretos ou objetos indiretos. 
o, a, os, as - como objetos diretos. 
 
Exemplos: 
Eu falei a ele o que tinha que ser feito. 
Eu falei-lhe o que tinha que ser feito. 
Ele deu a mim o presente. 
Ele deu-me o presente. 
Eu vi ela. 
Eu a vi. 
 
Pronome oblíquo átono como Adjunto Adnominal: quando estiver 
subentendido um pronome possessivo. 
Ex.: Cortaram-me os cabelos = cortaram os meus cabelos. 
 Multou-nos os carros = multou os nossos carros. 
 
Pronome oblíquo átono como Complemento Nominal: quando 
complementarem o sentido de adjetivos, advérbios ou substantivos abstratos. 
Ex.: Sou-te fiel. Sou fiel a você. 
 Tenha-me respeito. Tenha respeito a mim. 
 
 
- Possessivo: os pronomes possessivos, como o nome diz, são essas 
palavrinhas que a gente usa para indicar posse. 
Pessoa Pronome reto Tônicos Átonos
1ª eu mim Me
2ª tu ti Te
3ª ele/ela si Se/o/a/lhe
1ª nós nós Nos
2ª vós vós Vos
3ª eles/elas si Se/os/as/lhes
Pronome Oblíquo
Singular
Plural
 
 
 
- Tratamento: São aqueles usados para se referir, de um modo respeitoso a 
alguém. 
 
Exemplos: Vossa Majestade (reis e imperadores), Vossa Senhoria (funcionários 
graduados), Vossa Excelência (altas autoridades), Vossa Santidade (papa), 
Vossa Alteza (príncipes e duques). 
 
Extra! 
- Você 
 
O termo ―você‖ também é pronome de tratamento 
 
- Demonstrativo: os pronomes demonstrativos ―apontam‖ para alguma 
direção, ou seja: se referem a uma pessoa do discurso ou a algo. 
 
Pode ocorrer a contração das preposições a, de, em com pronome 
demonstrativo: àquele, àquela, deste, desta, disso, nisso, no, etc. 
 
Os artigos poderão ser pronomes demonstrativos quando os substituírem, 
normalmente antes de ―que‖. 
O, a = aquele, aquela, aquilo 
Os, as = aqueles, aquelas 
 
Ex.: 
Não sei o que fiz = Não sei aquilo que fiz. 
Na vida existem os que choram e os que vendem lenços = Na vida existem 
aqueles que choram e aqueles que vendem lenços. 
 
 
Pessoa Pronome Possessivo
1ª meu(s), minha(s)
2ª teu(s), tua(s)
3ª seu(s), sua(s)
1ª nosso(s), nossa(s)
2ª vosso(s), vossa(s)
3ª seu(s), sua(s)
Singular
Plural
 
 
 
- Indefinido: são aqueles que passam ideia de indefinição, sem usar 
exatamente, a quantidade ou pessoa. 
 
 
 
 
- Interrogativo: aqueles usados em perguntas. 
 
 
- Relativo: refere-se a um termo anterior: antecedente substitui este termo na 
próxima oração. 
 
Ex.: Eu comprei a casa. A casa era grande. 
 Eu comprei a casa que era grande. 
 
 
 
Pessoa Pronome Possessivo Invariáveis
Singular 1ª Este(s),esta(s) Isto
ou 2ª Esse(s), essa(s) Isso
Plural 3ª Aquele(s), aquela(s) Aquilo
Variáveis Invariáveis
algum(ns), alguma(s) alguém
nenhum(ns), nenhum(a) tudo
todo(s),toda(s) outrem
outro(s), outra(s) algo
muito(s), muita(s) cada
pouco(s), pouca(s) mais
certo(s), certa(s) ninguém
vário(s), várias nada
tanto(s), tanta(s) menos
quanto(s), quanta(s) demais
um(ns), uma(s)
bastante(s)
qualquer, quaisquer
Variáveis Invariáveis
Qual, quais Que
Quanto, quanta Quem
Quantos, quantas
Masculino Feminos
o qual, os quais a qual, as quais Que
cujo, cujos cuja, cujas Quem
quanto, quantos quanta, quantas Onde
Variáveis
Invariáveis
 
 
Que - sem preporição e depois de substantivo 
Ex.: O trabalho que eu fiz refere-se à corrupção 
 A cantora que acabou de se apresentar 
 
 
O qual, os quais, a qual, as quais - concorda com o substantivo a que se refere 
 
 
Cujo: Equivale a dos quais e das quais, concorda com o consequente. Indica 
posse 
Ex.: Este é o caderno cujas as folhas estão rasgadas 
 
Quanto: depois de pronome infedinido tanto (ou variações) e tudo 
Emprestei tantos quantos foram necessários 
 
Quem: vem sempre acompanhado de preposição 
Ex.:É um professor a quem muito devemos 
 
Onde = em que: refere-se a lugar e precisa de um antecedente 
Ex.: A casa onde morava foi assaltada 
Coisa Pessoa Lugar Posse Quantidade
Que Que Onde Cuja Quanto(a)
O(a) qual Quem Em que
O(a) qual Na qual
 
 
- Pontuação 
Vírgula 
A tia do primário dizia que a vírgula é uma pausa para respiração, mas as 
coisas não funcionam bem desse jeito... 
 
Para entender o uso das vírgulas, você precisa entender a Sintaxe, ou seja: 
saber o que é um sujeito, um adjunto adverbial, enfim... os componentes da 
oração. Se você não sabe bulhufas de Sintaxe, acesse a barra lateral de 
assuntos desse blog. 
 
1) Quando NÃO SE USA vírgula 
 
1.1) Não se usa vírgula entre sujeito e verbo (ou predicado). 
 
ERRADO: O macaco, tem bigode 
CERTO: O macaco tem bigode 
 
1.2) Entre verbo e seus complementos 
 
ERRADO: O macaco tem, bigode. 
CERTO: O macaco tem bigode. 
 
 
2) Quando SE USA vírgula 
 
2.1) Inversão do ajunto adverbial 
 
Sonhei com um pinguim naquela noite. 
 
Oadjunto adverbial é "naquela noite". Se eu tirar ele da ordem, invertendo sua 
posição e jogando para frente da oração, então usarei a vírgula: 
 
Naquela noite, sonhei com um pinguim. 
 
 
2.2) Nome de lugar antes de datas 
 
Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1991 
 
2.3) Enumeração ou separação de elementos coordenados 
 
Esse é o mais clássico: serve para "separar os legumes que Joãozinho 
comprou na feira". 
 
Fui à feira e comprei maçã, abacaxi, repolho, tomate e um gato voador 
 
 
 
2.4) Elipse do verbo 
Elipsar o verbo significa omiti-lo, ou seja: escondê-lo. Vamos aos exemplos. 
 
Você gosta de skate e eu gosto de bicicleta. 
 
Vamos omitir o verbo. Para tanto, temos que usar uma vírgula e um ponto-e-
vírgula. Veja como fica: 
 
Você gosta de skate; eu, de bicicleta. 
 
 
 
 
2.5) Aposto 
 
O aposto é um termo que vem entre vírgulas e serve para dar mais detalhes de 
algo ou fornecer uma explicação. Veja um exemplo: 
 
São Paulo, uma das maiores cidades do mundo, sofre com enchentes 
 
 
 
 
http://supermariobloggers.files.wordpress.com/2008/09/bicicleta.jpg
http://4.bp.blogspot.com/_eHaEuCrbbAs/S33Fk4GhGII/AAAAAAAAAc8/GYz9p8OKVqg/s1600/enchente.JPEG
 
2.6) Vocativo 
 
Vocativo é o termo usado para se referir a alguém. No exemplo abaixo, o 
vocativo é "amigo". 
 
Amigo, faça uma salada para mim. 
 
 
 
2.7) Conjunções, expressões explicativas ou corretivas 
 
Obs: Se você não sabe o que são conjunções, consulte a barra lateral de 
assuntos dese blog. 
 
Sei que é perigoso, mas a gente adora tomar banho na beira da cachoeira. 
 
Você quer tomar banho na beira da cachoeira, ou seja, quer despencar lá do 
alto? 
 
Ponto e vírgula 
- Enumeração 
Ex.: São mandamentos do Senhor: 
1 - Amar a Deus sobre todas as coisa; 
2 - Não tomar Seu santo nome em vão; 
... 
 
Ex.:João trabalha no Senado; Pedro, na Câmara; Carlos, no banco; Beatriz, na 
universidade; Alberto no shopping. 
 
Dois pontos 
- Explicação ou enumeração. Minúscula 
Ex.: A conclusão era esta: nada a fazer 
Ex.: Na feira, selecionou as frutas: banana, laranja, pêra, maçã, uva e abacaxi. 
 
- Citação ou frase. Maiuscula 
Ex.:Fernando pessoa escreveu: "Navegar é preciso. Viver não é preciso" 
Ex.:O diretor foi curto e grosso: - Retire-se! 
 
Sintaxe do período simples 
- Introdução 
Morfologia: faz a classificação das palavras de modo isolado (classes 
gramaticais) 
Sintaxe: analisa o que cada palavra faz dentro de alguma frase (funções 
sintáticas) 
 
Frase, oração e período 
 
 - Frase: transmite uma ideia de sentido completo 
 - nominal: não tem verbo 
 
 - verbal: possui verbo (oração) 
 
 - Oração: é a frase que possui verbo 
 
 - Período: frase constituída de uma ou mais orações. 
 - simples: uma oração 
 
 - composto: mais de uma oração 
Obs.: Oração do período simples chama-se absoluta. 
Na língua escrita abre-se período com letra maiúscula e fecha-se com ponto 
(final, exclativo, interrogativo). 
A...?/./! 
 
- Núcleo do termo: é sua palavra principal (substantivo, pronome, verbo) 
Ex.: Um estranho objeto apareceu no céu. 
(núcleo do sujeito) (núcleo do objeto) 
 A vizinha revestiu o interior do ninho. 
(núcleo do sujeito) (núcleo do objeto) 
 
- Predicativo do sujeito: um termo que indica alguma característica do sujeito. 
Obs.: se o verbo for de ligação e expressar um estado, então nós teremos um 
predicativo do sujeito. 
Ex.: Reginaldo permaneceu quieto = Reginaldo está quieto 
Reginaldo ficou alegre = Reginaldo estava quieto 
Reginaldo se parecia com um E.T. = Reginaldo estava como um E.T. 
 
 
- Predicativo do objeto: um termo que indica alguma característica do objeto 
Objeto indireto 
 
Ex.: 
Eu chamei-lhe de falsa. Eu chamei a ela de falsa. 
Os alunos chamaram-lhe incompetente. Os alunos chamaram a ela de 
incompetente. 
 
Objeto direto 
Ex.: 
Nós consideramos esta funcionária dispensável. 
Ontem vi minha vizinha muito preocupada. 
 
Essenciais: Para que a oração tenha significado, são necessários alguns 
termos básicos: os termos essenciais. A oração possui dois termos essenciais, 
o sujeito e o predicado. 
- Sujeito: O sujeito das orações da língua portuguesa pode ser determinado 
ou indeterminado. Existem ainda as orações sem sujeito (inexistente). 
- Determinado: Quando é possível reconhecer gramaticalmente o 
sujeito da oração 
 - Simples: Quando possui um só núcleo. 
 Ex.: O motorista do Fusca precisou de ajuda. 
Período Simples - 
Termos da Oração 
Essenciais 
Sujeito 
Determinado 
Simples 
Composto 
Oculto Indeterminado 
Inexistente 
Predicado 
Verbal 
Nominal 
Verbo-Nominal 
Integrantes 
Complemento 
verbal 
Objeto direto 
Objeto indireto 
Obj. direto e 
indireto 
Complemento 
nominal 
Agente da passiva 
Acessórios 
Aposto 
Adjunto 
adnominal 
Adjunto adverbial 
Independentes Vocativo 
 - Composto: Quando possui mais de um núcleo 
 Ex.: Joaquim e Nabuco trabalham na mecânica. 
- Ocuto: Ocorre quando o sujeito não está materialmente 
expresso na oração, mas pode ser identificado pela desinência 
verbal. 
Ex.: (Nós)Falamos com a treinadora de cães ontem. 
 (Eu)Fiz várias coisas ontem. 
 
- Indeterminado: ocorre quando não se refere a um elemento 
identificado de maneira clara. 
Primeiro Modo: o sujeito indeterminado sempre vai ocorrer quando o 
verbo estiver conjugado na 3ª pessoa do plural (verbos conjugados com 
"eles" ou "elas"). Veja que, pelo exemplo, poderíamos entender 
"eles bateram meu carro" ou "elas bateram meu carro". Por isso, o 
sujeito é indeterminado: não sabemos quem realizou a ação. 
 
Segundo Modo: O sujeito também pode ser indeterminado se usarmos 
o verbo no infinitivo (terminado em "ar", "er" ou "ir"). Exemplo: 
 
É bom resolver esse problema logo! 
 
Terceiro Modo: o sujeito será indeterminado quando o verbo estiver 
conjugado na 3ª pessoa do singular (conjugado com "ele" ou 
"ela") acompanhado pelo ―-se‖. Exemplo: 
 
Mora-se muito mal aqui 
 
- Inexistente: Não possui sujeito 
Regra geral: Fenômenos da Natureza 
Ex.: Nevou muito ontem. 
1) "Haver" e "ser" com o sentido de "existir". Ex: "Há dez pessoas na sala 
/ Eram dez pessoas na sala" 
 
2) "Haver", "fazer" e "ser" indicando "tempo": Ex: "Isso foi há dez anos/ 
Faz dez anos que isso aconteceu/Agora é uma hora da tarde/São três 
horas". 
 
3) "Bastar" ou "chegar" indicando ideia de "suficiente" (conjugados no 
modo imperativo). Ex: "Isso já basta! Já chega de mentiras!" 
 
- Predicado: é aquilo que se declara a respeito do sujeito. Nele é obrigatória a 
presença de um verbo ou locução verbal. 
- Verbal: O predicado verbal constitui-se de um verbo ou locução 
verbal que expressa a idéia de ação. Este verbo pode ser transitivo ou 
intransitivo. 
O núcleo do predicado verbal é o verbo (que é chamado de significativo) 
pois traz em si a idéia de ação. 
Ex. Aquele menino brincava com uma pipa. 
- Nominal: É formado por um verbo de ligação e um predicativo do 
sujeito.O pred. nominal nos informa algo a respeito do sujeito.Indica 
um estado ou uma qualidade do sujeito. 
O núcleo do pred. nominal é o predicativo do sujeito. 
Ex. A prova era difícil. 
- Verbo-Nominal: a informação sobre o sujeito está contida nos verbos 
e objetos. 
É formado por um verbo significativo (ação) mais o predicativo do 
sujeito. 
O pred. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado. 
O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome). 
OBS: como aqui o verbo é de ação, logo o PVN não possui verbo de 
ligação. 
Ex.: A criança brincava distraída. 
Integrantes: 
- Complemento verbal: Complemento verbal diz respeito ao termo que 
completa o sentido do verbo transitivo, e pode ser: objeto direto e objeto 
indireto. 
- Objeto direto: quando completa o sentido do verbo sem o uso de 
preposição. 
Exemplos 
O cachorro matou o rato. 
A menina trouxe água. 
A mãe colocou-a em uma cadeira. 
 
- Objeto indireto: quando completa o sentido do verbocom o uso de 
preposição. 
Exemplo 
Entregaram-lhe a correspondência? 
Aspirava ao cargo de presidente da República. 
Assistimos ao jogo da seleção brasileira de vôlei. 
 
- Objeto direto e indireto: quando completa o sentido do verbo sem o 
uso de preposição e com o uso da preposição. 
Ex.: Dei o chaveiro à Amanda 
 
- Complemento nominal: É o termo que completa o sentido de uma palavra 
que não seja verbo. Assim, pode referir-se a substantivos, adjetivos ou 
advérbios, sempre por meio de preposição. 
Ex.: Cecília tem orgulho da filha. 
(substantivo) (complemento nominal) 
 
 Ricardo estava consciente de tudo. 
 (adjetivo)(complemento nominal) 
 
- Agente da passiva: É o termo da frase que pratica a ação expressa pelo 
verbo quando este se apresenta na voz passiva. Vem regido comumente da 
preposição "por" e eventualmente da preposição "de". 
Ex.: A vencedora foi escolhida pelos jurados. 
(sujeito paciente)(ação verbal)(agente da passiva) 
Obs. Sujeito Paciente: sujeito que sofre a ação verbal 
 
Acessórios: Além de serem termos de função secundária (a oração não precisa 
ter termos acessórios para ter sentido), os termos acessórios são responsáveis 
por caracterizar um ser, determinar os substantivos e exprimir alguma 
circunstância. 
- Aposto: um termo acessório da oração que explica, resume ou especifica 
outro termo. Outra característica do aposto é que ele sempre aparece 
pontuado com vírgulas, dois pontos, ou travessão (exceto o "aposto 
especificativo"). 
- Explicativo: Como o nome diz, é uma informação adicional que 
explica alguma coisa. 
Ex.: Pimpolis, cidade da Terra dos Pinguins Mágicos, tem duzentos mil 
habitantes. 
 - Enumerativo 
Ex.: Joãozinho foi à feira e comprou muitas coisas: maçã, banana, 
abacaxi, mamão e um gato saltador. 
- Resumidor ou Recapitulativo: Como o nome diz, é o aposto que 
retoma algo que já foi dito antes, evitando, assim, repetições. 
Ex.: Televisão, biscoito, plástico, lápis, panela... tudo isso é vendido nas 
lojas Brega-Brega LTDA. 
- Especificativo: O aposto especificativo é aquele que especifica um 
substantivo que tem sentido geral. Ao contrário dos outros tipos de 
aposto, o aposto especificativo não aparece com pontuação. 
Ex.: A escritora J.K. Rowling criou o Harry Potter. 
 
- Adjunto adnominal: tem o objetivo de determinar ou de caracterizar um 
substantivo concreto (Pronome, adjetivo, numeral). 
Ex.: Meu irmão chato adora fotografia. 
 
- Adjunto adverbial: Os advérbios na classe gramatical possuem função de 
adjunto adverbial. 
Ex.: A criança dorme tranquilamente. 
 
Independentes 
- Vocativo: O vocativo nada mais é do que a palavra ou expressão usada pelo 
falante para se referir ao seu ouvinte (interlocutor). 
Chico, você está com a minha caneta. 
Chico... você está com a minha caneta. 
Chico! Você está com a minha caneta! 
Chico? Você está com a minha caneta? 
 
 
 
 
 
 
 
Sintaxe do período composto 
 
Orações coordenadas: são orações independentes (não dependem das outras 
para ter sentido). 
- Assindético: as orações coordenadas assindéticas são aquelas que que não 
possuem nenhum conectivo as ligando. Estão apenas um no lado da outra. 
 
Vou de carro, vou de metrô, vou de qualquer coisa, vou chegar lá. 
 
- Sindético: são aquelas que são ligadas por elementos conectores chamados 
de "conjunções coordenativas", ou seja: as orações não estão soltas, mas sim 
estão ligadas por meio desses conectores e a classificação dessas orações vai 
depender do tipo de ideia transmitida por esse conector. 
 - Aditiva: Expressa a ideia de adição (Isso mais isso). 
 Zucrinaldo comprou um carro e viajou para Tangamandápio. 
 - Alternativa: Expressa a ideia de alternância (ou Isso ou isso). 
Ou viajaremos de carro, ou viajaremos de barco 
 - Adversativa: Expressa a ideia de oposição (Isso, mas não isso). 
Eu gosto de ônibus, mas eu vou ao trabalho de metrô. 
Obs.: ―, e‖ expressa conjunção adversativa 
 - Explicativa: Explica a oração anterior (Isso, por causa disso) 
Não vá muito rápido porque você pode cair. 
Período Composto - 
Orações coordenadas 
Assindética 
Sindética 
Aditiva 
Adversativa 
Alternativa 
Conclusiva 
Explicativa 
 - Conclusiva: Conclui a oração anterior (Isso, portanto isso) 
Não gosto de trem, portanto irei de ônibus. 
 
Período Composto 
Orações Subordinadas 
Substantiva 
Subjetiva 
Objetiva Direta 
Objetiva Indireta 
Predicativa 
Completiva Nominal 
Apositiva 
Adjetiva 
Explicativa 
Restritiva 
Adverbial 
Causais 
Comparativas 
Concessivas 
Condicionais 
Conformativa 
Consecutivas 
Finais 
Temporais 
Proporcionais 
Reduzidas 
de infinitivo 
de gerúndio 
de particípio 
Orações subordinadas: funcionam como partes de outra oração (chamada de 
"oração principal"). Portanto, elas só têm sentido dentro de outra oração. 
- Substantiva: são aquelas que exercem o papel do substantivo numa 
oração, portanto podem funcionar como sujeito, objeto, complemento 
nominal, predicativo, aposto ou agente da passiva de outra oração. 
 - Subjetiva (sujeito) 
 É ruim que vocês se divorciem 
 - Objetiva direta (objeto direto) 
Elvira não quer que Juvenal a xingue de velha 
 - Objetiva indireta (objeto indireto) 
O arquiteto se esqueceu de que a parede tinha porta 
 - Predicativa (predicato do sujeito) 
Minha sugestão é que você seja mais criativo. 
 - Completiva nominal (complemento nominal) 
Eu tenho certeza de que iremos vencer o jogo. 
- Apostiva (aposto) 
Na placa, estava escrito o seguinte: o cão é o melhor amigo do 
homem. 
 
 - Adjetiva: 
- Explicativa: Não restringe a um determinado grupo, mas explica 
de forma geral 
As pessoas que não têm amigos vivem sozinhas. 
- Restritiva: Restringe a um determinado grupo 
As pessoas, que são seres mortais, sempre mudam e evoluem. 
 
 - Adverbial: 
- Causais: indicam a causa da oração expressa na oração 
principal. 
 
Exemplo: como o gato estava com cara de brabo, o cachorro ficou 
com medo. 
- Consecutivas: expressa consequência do fato referido na oração 
principal. 
Exemplo: ventou tanto que a casinha do cachorro voou para o 
além. 
 - Comparativas: estabelece uma comparação. 
Observação 1: a comparação pode ser de igualdade, 
superioridade ou inferioridade. 
Exemplo 1: o gato é mais malvado do que o 
cachorro (superioridade) 
Observação 2: o verbo pode ficar subentendido. 
Exemplo 2: meu gato não é simpático como o meu cachorro (é). 
 - Concessivas: expressa um fato que é contrário ao que se espera. 
 Exemplo: apesar de o gato parecer manso, ele atacou o cachorro. 
- Condicionais: estabelece uma condição ou hipótese. 
Exemplo: o mundo seria mais feliz se cães e gatos não se 
odiassem. 
- Conformativa: indica concordância, conformidade. 
Exemplo: o gato agiu conforme o que os outros gatos ensinaram a 
ele. 
- Finais: expressa finalidade, objetivo, propósito. 
Exemplo: o cachorro fugiu a fim de que não fosse atacado pelo 
gato. 
 - Temporais: indica tempo, o momento que a ação aconteceu. 
 Exemplo: quando o cachorro chegou, o gato o atacou. 
- Proporcionais: expressa proporção entre ações simultâneas. 
Exemplo: quanto mais o gato atacava o cachorro, mais o cachorro 
se perguntava o que tinha feito. 
 
- Reduzida: são aquelas que são escritas sem conjunção ou sem 
qualquer outro conector que as liguem à oração principal. 
Obs.: Quando tiramos a conjunção da oração subordinada, o verbo 
dessa oração sempre ficará em uma de suas três formas nominais: 
infinitivo, gerúndio ou particípio. Sendo assim, o nome da oração 
subordinada será seguida de "reduzida de" mais a forma nominal do 
verbo (infinitivo, gerúndio ou particípio). 
- de infinitivo: verbos terminados em "ar", "er ou "ir" (cantar, 
vender, partir). 
Joãozinho se esqueceu de comprar os livros. 
(oração subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de 
infinitivo) 
 
- de gerúndio 
Chegando ao cinema,Joãozinho comprou dois ingressos. 
(oração subordinada adverbial reduzida de gerúndio) 
 
- de particípio 
Os pacotes importados do Paraguai já foram entregues. 
(oração subordinada adjetiva restritiva reduzida de particípio) 
 
 
Concordância verbal 
 
Flexão do verbo de acordo com o sujeito 
 
O verbo vai concordar em número e pessoa com o núcleo do sujeito 
(substantivo ou palavra substantivada). 
 
- Sujeito composto 
 
 
1) Anteposto: verbo no plural 
Ex.: Paulo e Tereza chegaram. 
 
2) Posposto: verbo plural ou concorda com o mais próximo 
Ex.: Chegaram bem Paulo e Tereza 
Ex.: Chegou bem Paulo e Tereza 
 
3) Com pessoas gramaticais diferentes 
1ª + qualquer outro: 1ª pessoa do plural (nós) 
Ex.: Eu e tu chegamos bem. 
 
2ª + 3ª: verbo na 2ª ou 3ª pessoa do plural(vós ou eles) 
Ex.: Tu e ele chegastes/chegaram bem 
 
4) Núcleos sinônimos: verbo plural ou núcleo mais próximo 
Ex.:Dor e sofrimento me acompanham/acompanha 
 
5)Núcleos em gradação verbo plural ou concorda com o mais próximo 
Ex.:Um ano, um mês, um dia pouco importam/importa 
 
6)Núcleos ligados por ou: 
Com exclusão: verbo concorda com núcleo mais próximo 
Ex.:Os gaúchos ou nós venceremos 
 
Sem exclusão: verbo no plural 
Ex.:O rico ou o pobre morrerão um dia. 
 
7)Seguido de aposto resumitivo 
Concorda com o aposto 
Ex.: Vinho, dinheiro, mulheres, nada o alegrava mais. 
 
8)Núcleos quantitativos 
Verbo no singular ou plural 
Ex.: A maioria das pessoas faltou a reunião. A maioria das pessoas faltaram. 
Concordância nominal 
ADJETIVO APARECENDO DEPOIS DE VÁRIOS SUBSTANTIVOS 
 
1) Substantivos de gêneros iguais: 
adjetivo vai para o plural ou concorda com o substantivo mais próximo 
 
Juvenal tem gato e cachorro folgado (concordando com + próximo) 
Juvenal tem gato e cachorro folgados (gêneros masculinos: plural masculino) 
Juvenal tem gata e cachorra folgada (concordando com o + próximo) 
Juvenal tem gata e cachorra folgadas (gêneros femininos: plural feminino) 
 
2) Substantivos de gêneros diferentes: 
 adjetivo vai para o plural masculino ou concorda com o substantivo mais 
próximo 
 
Juvenal tem gata e cachorro folgado (concordando com o mais próximo) 
Juvenal tem gato e cachorra folgada (concordando com o mais próximo) 
Juvenal tem gato e cachorra folgados (gêneros diferentes: plural masculino) 
 
ADJETIVO APARECENDO ANTES DE VÁRIOS SUBSTANTIVOS 
 
3) Concorda com o mais próximo: 
 
Juvenal tem folgado gato e cachorro 
Juvenal tem folgada gata e cachorro 
 
- Anexo, incluso, junto 
concordam diretamente com o substantivo 
 
Ex.: O arquivo está anexo no e-mail. 
 Os arquivos estão anexos no e-mail. 
 
Exceção: Seguem as fotos em anexo. Segue os documentos em anexo 
 
- É PROIBIDO, É PERMITIDO, É BOM, É NECESSÁRIO 
concordam com o sujeito só se ele vier precedido de artigo 
 
Ex.:É proibido entrada de cães voadores aqui. 
 É proibida a entrada de cães voadores aqui. 
 
- Alerta 
A palavra "alerta" é invariável. Logo, é errado dizer "os seguranças estão em 
alerta". O correto é "os seguranças estão alerta". 
 
- Mesmo, Próprio 
São variáveis, concordando com a palavra a que se referem. 
 
Ex.: Ele mesmo fez aquilo/Eles mesmos fizeram aquilo 
 Ela mesca caiu/Elas mesmas cairam. 
 
- Meio 
meio = metade 
se flexiona 
Ex.: Meio dia e meia. 
 Comi meia maçã. 
 
meio != metade 
não se flexiona 
Ela estava meio triste 
 
- Bastante 
bastante = muitos 
se flexiona 
Ex.: Eu tenho bastantes amigos 
 
 
bastante = muito 
não se flexiona 
Ex.: Eles estão bastante satisfeitos 
 
Regência verbal 
Transistivo direto 
 
- Chamar: convocar, fazer vir 
Ex.: Chama ela pra mim. 
 
- Aspirar: cheirar 
Ex.: Ele aspirou a fumaça tóxica. 
 
- Visar: apontar, assinar 
Ex.: As autoridades visaram o passaporte 
 O banco visou o cheque. 
 
- Agradar: fazer carinho 
Ex.: Sempre agrada o filho com presentes 
 
- Querer: desejar 
Ex.: Queremos melhor atendimento 
 
- Implicar: acarretar 
Ex.: Suas atitudes implicavam um firme propósito 
 
- Namorar: alguém 
Ex.: Ela namora o Pedro 
 
- Pisar: alguma coisa 
Ex.: É proibido pisar a grama. 
 
- Respeitar: alguém 
Ex.: Respeite os seus primos! 
 
- Assistir: ajudar 
Ex.: Ele assistiu o Pedro no hospital. 
 
 
 
 
Transitivo indireto com a preposição "a" 
 
- Chamar: apelidar 
Ex.: A torcida chamou ao jogador mercenário. 
 
- Agradar: satisfacer 
 
- Querer: estimar, amar 
Ex.: Ele quer aos filhos o bem. 
 
- Obedecer: alguém 
Ex.: Obedece aos seus pais. 
 
- Assistir: ver 
Ex.: Assisti ao jogo 
 
- Visar, aspirar: pretender 
Ex.: Ele visou ao cargo de direto. 
 Ele aspira ao cargo de presidente. 
 
- Custar: custoso, difícil 
Ex.: A mentira custa às crianças. 
 
Regência Nominal 
 
- Amor 
―a‖,‖do‖,‖pela‖, ―por‖ 
 
Tinha grande amor à carreira. 
Os pais incutiram-lhe o amor do estudo. 
Grande era o seu amor pela natureza. 
Ela demonstrava amor por dança. 
 
- Ansioso 
―de‖,‖para‖,‖por‖ 
 
Estava ancioso por notícias 
Meus olhos estavam anciosos de novas paisagens. 
Estávamos anciosos para saber novas notícias 
 
Crase 
 
Usa-se a crase 
- Praposição + artigo 
- Locuções femininas 
- Pronome demonstrativo àquela, àquele, àquelas, àqueles, àquilo, àqueloutro 
- antes de horas, quando puder ser trocado por "meio-dia" 
- Pronomes relativos que, qual e quais, quando o ―a‖ ou ―as‖ puderem ser 
substituídos por ao ou aos: 
- Pronomes de tratamento: senhora, senhorita e dona 
- Nomes geográficos femininos 
- Terra : quando não tiver sentido de terra firme 
- Casa : quando tiver sentido de lar 
 
 
Não usa a crase: 
- Antes de palavra masculina 
- Nome de cidade masculina 
- Verbo 
- Substantivos repetidos 
- Pronomes invariáveis 
- Pronomes de tratamento, exceto os senhora, senhorita e dona 
- uma (artigo) 
- precedido de preposição 
- Palavra feminina em sentido genérico 
- Antes de palavras no plural 
- terra= terra firme 
- casa= lugar, a menos que esteja determinada 
 
Facultativo 
- Antes de pronomes possessivos 
- Antes de nomes de mulheres 
- Com até 
Tipos de discurso 
Discurso direto: Reprodução fiel da fala da personagem, é demarcado pelo uso 
de travessão, aspas ou dois pontos. Nesse tipo de discurso, as falas vêm 
acompanhadas por um verbo de elocução, responsável por indicar a fala da 
personagem. 
 
Ex.: Os formados repetiam: "Prometo cumprir meus deveres e respeitar meus 
semelhantes com firmeza e honestidade." 
 
O réu afirmou: "Sou inocente!" 
 
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar: 
— Alô, quem fala? 
— Bom dia, com quem quer falar? — respondeu com tom de simpatia. 
 
Discurso indireto: Ocorre quando o narrador utiliza as próprias palavras para 
reproduzir a fala de um personagem. Faz uso das conjunções integrantes 
―que‖ ou ―se‖. 
 
Ex.: Os formados repetiam que iriam cumprir seus deveres e respeitar seus 
semelhantes com firmeza e honestidade. 
 
O réu afirmou que era inocente. 
 
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou e perguntou quem 
estava falando. Do outro lado, alguém respondeu ao cumprimento e perguntou 
com tom de simpatia com quem a pessoa queria falar. 
 
Discurso indireto livre: Tipo de discurso misto no qual são associadas as 
características de dois discursos para a produção de outro. Nele a fala da 
personagem é inserida de maneira discreta no discurso do narrador. 
 
Ex.: Fez o que julgava necessário. Não estava arrependido, mas sentia um 
peso. Talvez não tenha sido suficientemente justo com as crianças… 
 
O despertador tocou um pouco mais cedo. Vamos lá, eu sei que consigo! 
 
Amanheceu chovendo. Bem, lá vou eu passar o dia assistindo televisão!

Mais conteúdos dessa disciplina