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Brasilía 2017 MARCILIA NASCIMENTO DE SOUZA SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO UNOPAR A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Brasília 2017 A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Pitágoras Unopar, como requisito parcial para a obtenção do título licenciatura em Pedagogia. Orientador: Prof. Diego Barbosa Prestes,Lilian Gavioli de Jesus,Natalia Gomes dos Santos MARCILIA NASCIMENTO DE SOUZA Dedico esta pesquisa primeiramente a Deus, pela a força suprema da qual rompi os obstáculos surgidos nesta caminhada, a minha família pelo apoio destinado nesta longa jornada. AGRADECIMENTOS Quero agradecer a Deus em primeiro lugar por ter me dado força e sabedoria ao longo de toda essa jornada. Agradeço em especial a minha Mãe, Edenilde Benício, e aos meus familiares que de forma especial me incentivou, agradeço também a minha irmã Daiane, que me ajudou de maneira positiva durante todo esse período. Todo corpo de professores pela colaboração ao ensino prestado e apoio. A faculdade Unopar, acreditar que é possível trazer ensino de qualidade a Ceilândia. Nascimento,Marcília Nascimento de Souza. A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E DOS JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL:2017.26 folhas. Projeto de Ensino (Licenciatura Pedagogia) – Universidade Norte do Paraná, Polo Unopar de Brasília – DF,2017. RESUMO A escolha deste projeto tem com o tema jogos e brincadeiras na educação infantil sendo assim, procuramos compreender a importância das atividades lúdicas na educação infantil” pretende investigar como a ludicidade contribui para desenvolvimento conhecimento na educação infantil. A realização desta pesquisa foi baseada em bibliografia e pesquisa de campo, e também em registros, artigos. Na pesquisa de campo utilizou-se observação do âmbito escolar no cotidiano, apontando para o fato de que a brincadeiras pode determinar o sucesso de uma criança na escola e em sua vida futura. Este trabalho nos convida a uma reflexão na questão sobre às brincadeiras bem aplicada de criança no espaço escolar, ou seja, quando os professores deixam o aluno perceber qual é o papel de cada um em sala de aula propiciando a aprendizagem, esse processo pode melhorar o convívio do aluno com o professor, permitindo um relacionamento estabelecido entre a amizade e o respeito, desenvolvendo assim o seu próprio progresso físico, psíquico, espiritual e moral. Palavras-chave: Brincadeiras. Jogos. Educação Infantil. Ludicidade. Professor. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 1 2 Revisão Bibliográfica ............................................................................................ 1 3 Processo de Desenvolvimento do Projeto de Ensino ........................................ 1 3.1 Tema e linha de pesquisa .................................................................................... 1 3.2 Justificativa ........................................................................................................... 1 3.3 Problematização ................................................................................................... 1 3.4 Objetivos .............................................................................................................. 1 3.5 Conteúdos ........................................................................................................... 1 3.6 Processo de desenvolvimento ............................................................................. 1 3.7 Tempo para a realização do projeto .................................................................... 1 3.8 Recursos humanos e materiais ........................................................................... 1 3.9 Avaliação ............................................................................................................... 1 4 CONCLUSÃO .......................................................................................................... 1 5 REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 1 APÊNDICES ............................................................................................................... 1 ANEXOS ..................................................................................................................... 1 1 INTRODUÇÃO O presente projeto tem objetivo trabalhar e desenvolver ferramentas para aceitação e a utilização de jogos e brincadeiras como uma estratégia no processo de ensino e aprendizagem, gerando força no espaço escolar. Por garantir, em sua grande maioria uma forma de trabalho pedagógico que estimula o raciocínio e favorece a vivência de conteúdos e a relação com situações do cotidiano. A ideia e importante e possui grande relevância, compreende-se que as brincadeiras fazem parte da infância de toda criança e cabe ao professor desenvolver estratégias para facilitar aprendizagem dos conteúdos onde os seus alunos possam ver de forma diferente e desenvolver com prazer e satisfação, as brincadeiras junto aos colegas em âmbito escolar. O tema foi discutido em vários momentos durante o curso de pedagogia, e está relacionado aos eixos estudados nas disciplinas no decorrer do curso, dessa maneira podemos compreender que os profissionais da área da educação precisam ter conhecimentos e desenvolver de forma prazerosa seu trabalho. O interesse em desenvolver este projeto está ligado a necessidade de aprofundar os conhecimentos sobre as oportunidades de aprendizagem que o brinquedo e os jogos podem oferecer a criança. Durante toda jornada pedagógicas e pude observar que em algumas escolas Águas Lindas – GO. Muitos professores não utilizavam os brinquedos e nem os jogos principalmente com as crianças da educação infantil. E com base nos estudos elaborado foi possível identificar tamanha importância pude conhecer as realidade da educação infantil não utilizam jogos e brincadeiras para desenvolver a aprendizagem dos seus alunos. Percebi que as praticas eram tradicionais, pois haviam poucas brincadeiras e muitos conteúdos e escrita, sem a valorização das atividades lúdicas. Os objetivos para a elaboração desse projeto foi Promover a defesa do direito da criança de brincar; Incentivar o brincar que dá oportunidade à criança de escolher livremente o como e com quem quer brincar; Criar oportunidades para o resgate de brinquedos e brincadeiras. Justifica-se o mesmo, por trabalhar com crianças e estimular o intelectual de cada um, e também por compreender que os jogos e brincadeiras devem ser explorados por todos os professores, pois estamos em uma época onde o construtivismo faz parte da realidade educacional, embora muitos professores ainda permitisse que esse instrumento ficasse de lado. E importante salientar que , enquanto estimula o desenvolvimento intelectual da criança, também ensina, sem que ela perceba, os hábitos mais necessários ao seu crescimento, como persistência, perseverança, raciocínio, companheirismo, entre outros. Em uma visão ampla e significativa fazendo acontecer em forma de brincadeiras criança aprende sobre a natureza, os eventos sociais, a dinâmica interna e a estrutura de seu corpo. A criança que brinca livremente, no seu nível, à sua maneira, não está apenas explorando o mundo ao seu redor, mas também comunicandosentimentos, ideias, fantasias, intercambiando um mundo imaginário. Para realização deste projeto será utilizada a pesquisa bibliográfica, a partir de grandes autores como Piaget, Vygotsky, entre outros que contribuíram com a Educação Infantil, sites, instituto brasileiro de educação, livros da unopar sites cedidos pelo material de apoio da instituição a qual curso pedagogia. 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Para iniciarmos o seguinte estudo buscam-se as contribuições de Piaget (1973), onde o mesmo desta que se verifica o desenvolvimento humano que se realiza através de estágio, de fases, na mesma ordem para todos os indivíduos que possuem o mesmo desenvolvimento normal, e passam por essas fases, podendo até mesmo variar as idades. Desse modo, foi abordada a importância de se utilizar brincadeiras e jogos em sala de aula, pois, assim, as crianças aprendem brincando, e com isso eles mostram mais interesse na aula, tendo em vista, que os conteúdos e rotina fazem com que a criança se desanime e não queira ir a escola. Atividades dinâmicas de motivação, utilização de jogos pedagógicos, bem como os momentos de socialização e afeto oportunizam aprendizagem por meio do mundo imaginário por isso inovem e renovem seus planos de aulas com aulas divertidas e construtivas. Por tanto, é de fundamental importância trabalhar não só conteúdos, mas também as relações entre a criança. A interação entre ambos é ainda importante para a adaptação do aluno ao processo escolar. O bom relacionamento do professor com o aluno se desenvolve na busca pelo desejo que o indivíduo tem de conhecer a si próprio, de encontrar uma definição para sua vida. É a mola propulsora do desenvolvimento intelectual. Querer saber, ter desejo de aprender, são condições primeiras para que a criança possa de fato adquirir conhecimentos. Portanto fica evidente a importância que tem para nós, educadores, o conhecimento e aproximação da criança, quer seja através das emoções, da força motora das ações ou do desejo e da transferência, para o melhor desenvolvimento da aprendizagem do aluno e, consequentemente, para uma melhor relação entre este e o professor. A escola, portanto, deve voltar-se para a qualidade das suas relações, valorizando o desenvolvimento da criança, e não apenas cognitivo como elementos fundamentais. Quando falamos em jogo é pensamos logo em uma competição, ou seja, possibilita uma analise de resultando em ganhadores e perdedores. Este ponto de vista está diretamente relacionado à forma como alguns adultos entendem esta ferramenta. Para muitos, o jogo é uma ação bem diferente do brincar. É importante que tenhamos claro que não podemos considerar o jogo apenas como uma competição, pois a ideia de trabalhar com jogo na educação infantil está interligada tanto ao brinquedo quanto à brincadeira. O jogo é uma atividade mais estruturada e constituída por um princípio de regras mais diretas. Uma característica importante do jogo é a sua definição adotada tanto pelas crianças quanto por adultos. De acordo com MATTOS (2011p. 386) “O jogo é uma atividade que se desenvolve com regras que permitem indicar um vencedor”. Por outro lado, temos a brincadeira tem uma aproximação mais característica com o mundo infantil, significa divertimento, entretenimento, passatempo, mas não necessariamente brincar por brincar, pedagogicamente falando sempre é possível tornar o brincar em uma situação de aprendizagem, na qual a criança possa desenvolver e aprender brincando, desenvolvendo o poder da tomada de decisões e a autonomia, tornando-se um indivíduo que reconhece a si mesmo, ao outro e constrói sua identidade por meio de variadas linguagens característica da criança. O processo de construção da identidade e da autonomia é algo que vai se construindo na infância, sendo influenciado por meio das interações e pelo meio vivido pela criança.De acordo com Kishimoto (2010 p.01). Para a criança, o brincar é a atividade principal do dia-a-dia. É importante porque dá a ela o poder de tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si, aos outros e o mundo, de repetir ações prazerosas, de partilhar, expressar sua individualidade e identidade por meio de diferentes linguagens, de usar o corpo, os sentidos, os movimentos, solucionar problemas e criar. Neste sentido os brinquedos e as brincadeiras são métodos lúdicos que auxiliam no processo de desenvolvimento da aprendizagem e da construção da identidade assim como o interesse por novos conhecimentos de forma dinâmica e prazerosa. De acordo com Vygotsky (1989 p.113.), a criança faz o que ela mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer. Os jogos, os brinquedos e as brincadeiras geralmente fazem parte do cotidiano das crianças como fontes de lazer e de entretenimento e em várias escolas são utilizados como ferramentas de estimulação de aprendizagem. No entanto, nem sempre foi assim. Antigamente a criança era considerada um adulto em miniatura e dessa forma era participante ativa das atividades que envolviam o brincar junto com os adultos. Além de ser tratadas e vestidas como adultos, não tinham direito de serem crianças. Porém, esse modo de socialização foi sofrendo mudanças e percebeu-se que suas necessidades eram bem diferentes das dos adultos. Para Wajskop (1995 p.63), O prazer, característico da atividade de brincar, passou a ser visto como um componente da ingênua personalidade infantil, como uma atividade inata e que protegia dos males causados pelo trabalho árduo e desgastante do mundo adulto. A brincadeira passou a ser concebida como a maneira de a criança estar no mundo: próxima à natureza e portadora da verdade. Cada vez mais os estudos relacionados a educação infantil têm aprofundado as discussões acerca do conceito de criança e de infância com características próprias. Partindo desta visão da criança como um ser que pensa e que produz sua própria cultura, foram desenvolvidas concepções de educação infantil pautadas em requisitos distintos incorporando o cuidar, o educar e suas brincadeiras de modo que os ambientes contribuam para a socialização, ampliação dos conhecimentos e a construção da identidade das crianças. Partindo deste pressuposto a escola de educação infantil deve disponibilizar um espaço que assessore a criança tendo em vista o favorecimento dos objetivos acima citados. Para Comenius a educação se apresenta como eixo essencial, que permite a criança aprender a viver em sociedade apropriando-se de conhecimentos capazes de criar condições necessárias para que as mesmas venham produzir e não serem meras reprodutoras de ideias já prontas. O pensador defende uma pedagogia que permita a utilização de materiais concretos. Lembrando, que o brincar não pode ser compreendido como uma atividade para ocupar o tempo das crianças, nem tão pouco apenas recreação. Ao brincar a criança interage consigo mesma e com o mundo, contribuindo assim para o seu desenvolvimento. O JOGO COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL A educação infantil enfrenta dificuldades em inserir os jogos e as brincadeiras no ambiente escolar, tendo em vista, que nossa sociedade é bem capitalista e com isso as crianças acabam sofrendo influências que são expostas pelos meios de comunicação, especialmente a televisão, o computador e o celular, tornando-se cada vez mais recorrente o uso desses meios tecnológicos no cotidiano das crianças. No entanto, os jogos lúdicos e as brincadeiras em geral ainda são alternativas nas quais a criança tem a possibilidade de interagir e se expressar contribuindo assim para o desenvolvimento da personalidade, uma vez que, ao brincar a criança demonstra seus sentimentos e sua afetividade. Nos Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil (1998, p.22), o brincar é considerado uma das atividadesfundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. Neste contexto cabe a escola conhecer o que há de melhor sobre este tema e relacionar esses conhecimentos com as novas práticas pedagógicas com o intuito de promover a criatividade da criança. Para Kishimoto, (1998 p.100.), “o sucesso na educação depende da relação estabelecida entre as atividades definidas para criança, interesses e experiências sociais”. É com a brincadeira que as crianças manifestam seus interesses e desejos, construindo e reconstruindo seu mundo, além disso, contribui para o desenvolvimento e habilidades, bem como de suas estruturas psicológicas e cognitivas. Para Kishimoto, o mundo social da criança surge a partir da interação com outras pessoas para aprender e expressar suas brincadeiras (2010 p.12). A inserção de jogos na educação infantil é uma ferramenta que deve ser vista como estratégia de aprendizagem dos alunos e como um método eficiente para o desenvolvimento da criança, no entanto, ainda enfrenta dificuldades de aceitação por motivo de falta de conhecimento de professores e pais e, por vezes, o entendimento de que o uso de metodologias tradicionais ainda ser considerado como algo essencial e necessário para o bom andamento das aulas e do trabalho do professor. Além disso, um outro fator que impede o uso eficaz dos jogos é a forma como os pais compreende o mundo da metodologia. É muito comum os docentes ouvirem declarações de alguns pais como por exemplo: “Como as crianças vão aprender se nesta escola só fazem brincar?” No entanto, essa barreira vem sendo quebrada e pouco a pouco o jogo vem ganhando espaço, à medida que os pais percebem o entusiasmo das crianças em aprender por meio desta ferramenta e ao participar das ações escolares. Desta forma, aos poucos vão compreendendo que a criança aprende também por meio de metodologias lúdicas, partindo do interesse de cada uma. Vale ressaltar que é papel da escola discutir com os pais sobre a importância do jogo como estratégia de ensino, deixando claro para eles que está ferramenta permite às crianças se socializarem, aprender com o outro e de forma lúdica e divertida. Kishimoto, (1993 p.11), afirma que o jogo e a criança caminham juntos desde o momento em que se fixa a imagem da criança como um ser que brinca. Portadora de uma especificidade que se expressa pelo ato lúdico, a infância carrega consigo as brincadeiras que se perpetuam e se renovam a cada geração. Neste sentido o jogo e a brincadeira antes visto como forma de passar o tempo, advindo dos nossos familiares, hoje está sendo aos poucos inseridos nas escolas de educação infantil e gradativamente visto pelos familiares de forma positiva. A Infância e as Brincadeiras A educação infantil no contexto político nacional. No Brasil, as lutas em torno da Constituinte de 1988, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e as discussões em torno da atuação do Ministério da Educação nos anos de 1990 são parte de uma história coletiva de intelectuais, militantes e movimentos sociais. (KRAMER, 2006) Nos anos de 1970, as políticas educacionais voltadas à educação de crianças de 0 a 6 anos defendiam a educação compensatória com vistas à compensação de carências culturais, deficiências lingüísticas e defasagens afetivas das crianças provenientes das camadas populares. Influenciados por orientações de agências internacionais e por programas desenvolvidos nos Estados Unidos e na Europa, documentos oficiais do MEC e pareceres do então Conselho Federal de Educação defendiam a ideia de que a pré-escola poderia, por antecipação, salvar a escola dos problemas relativos ao fracasso escolar. (KRAMER, 2006) Como aponta Rosenberg: “A proposta do MEC de 1975, com alguns ajustes periféricos, tornou-se o modelo nacional de atenção ao pré escolar até, pelo menos, a Nova República (...) Apesar da sua força de persuasão discursiva, foi praticamente nulo seu impacto de fato no sistema educacional” (KRAMER, 2006 apud 1992a, p. 26). Entretanto, o próprio debate crítico em torno destas questões motivou a busca de alternativas para as crianças brasileiras. O Desenvolvimento da Criança de 0 A 2 Anos No Brasil, a educação infantil, etapa inicial da educação básica, atende crianças de zero a cinco anos. Na primeira fase de desenvolvimento, do zero aos três, as criança são atendidas nas creches ou instituições equivalentes. A partir daí até completar seis anos, frequentam as pré-escolas. Na primeira fase de desenvolvimento, compreendida entre os zero e os três anos, as crianças são atendidas nas creches ou instituições equivalentes Ampliar (WWW.BRASIL.GOV.BR, 2013) Na primeira fase de desenvolvimento, compreendida entre o zero e os três anos, as crianças são atendidas nas creches ou instituições equivalentes (ibidem, 2013) Esta organização reflete uma mudança de concepção acerca das creches. Em vez de serem consideradas como ação de assistência social ou de apoio às mulheres trabalhadoras, estas instituições passam a fazer parte de um percurso educativo que deve se articular com os outros níveis de ensino formal e se estender por toda a vida. (WWW.BRASIL.GOV.BR, 2013) Na primeira etapa deste percurso orienta-se não para conteúdos ou o conhecimento formal. Antes de tudo, a educação infantil deve atuar sobre dois eixos fundamentais: a interação e a brincadeira. A proposta pedagógica e as atividades devem considerar estes eixos.(ibidem, 2013) O ambiente escolar também deve refletir esta preocupação. A indicação é que o espaço seja dinâmico, vivo, “brincável”, explorável, transformável e acessível para todos. (ibidem, 2013)Não há uma regulamentação específica sobre como devem funcionar as creches, valendo para elas as mesmas diretrizes da segunda etapa da educação infantil. No entanto, a legislação diz que a matrícula só é obrigatória a partir dos quatro anos. Antes disso, a frequência à creche é uma escolha da família e uma oportunidade garantida pelo Estado. Entretanto, o ECA garante que o Estado pode ser acionado judicialmente caso não atenda a demanda existente. (WWW.BRASIL.GOV.BR, 2013) As creches estão vinculadas às normas educacionais do sistema de ensino ao qual pertencem. Devem contar com a presença de profissionais da educação em seus quadros de pessoal e estão sujeitas à supervisão pedagógica do órgão responsável pela administração da educação. “O desenvolvimento é a busca do equilíbrio superior, como processo de equilíbrio constante”. “Através desse processo surgem novas estruturas de pensamento, novas formas de conhecimento, mas mesmo assim, as funções do desenvolvimento serão as mesmas”. (PIAGET, 1973) Para Piaget (1999), o desenvolvimento psíquico do ser humano se inicia desde o nascimento e, na fase adulta, se estabiliza. “Para melhor entender esse processo, pode-se comparar o crescimento orgânico da criança, que se encontra em evolução chegando a atingir o nível estável na sua fase adulta”. É preciso dizer que a brincadeira acontece aonde quer que a criança esteja, seja na escola ou no ambiente familiar, ela brinca, se diverte e aprende de forma admirável e contagia o ambiente, desenvolvendo também o intelectual. Se observamos perceberemos que entre crianças está os mais diversos tipos de movimentos da crianças no mundo que nos cercam, sejam elas das mais diversas culturas sempre haverá um comportamento semelhante a todas. O jogo e a brincadeira na concepção de Piaget, (1951). Muitos teóricos têm dado grande ênfase à importância dos jogos e brincadeira na aprendizagem das crianças, salientando até mesmo a questão da reprodução de valores e conceitos presentes na vida da criança. Para Piaget (1951), no livro. A Psicologia da Criança, o jogo e fator de grande importância no desenvolvimento cognitivo. O conhecimento não deriva da representaçãode fenômenos externos, mas sim, da interação da criança com o meio ambiente. Podemos despertar na criança, através das brincadeiras, de forma lúdica maior alegria no seu cotidiano escolar, reconhecendo seus próprios limites, respeitando os conflitos que surgirem diariamente. Tendo os professores, uma responsabilidade em lançar este desafio no cotidiano e acreditar que criança é capaz de aprender e trazer confiança em brincadeiras desenvolvidas levando-a de forma positiva, considerando fatos que venham de encontro aos anseios da criança, compartilhando atividades que venha a oferecer maior aprendizado. Todas as atividades propostas podem levar a criança a novas descobertas, como as práticas que são usadas em seu dia-a-dia escolar. Pois, a criança sempre está buscando algo novo, ao ser é curioso, vive a procura de novas descobertas, suas atitudes são inesperadas, porém estas atividades só têm a somar favorecendo a criança uma brincadeira sadia e prazerosa, estimulando ser criativo e perseverante frente a qualquer descoberta. Uma criança bem instruída e preparada terá condições de intervir e proporcionar maior envolvimento com seus próximos, pois brincar na escola tem também uma função informativa para o professor. Na tentativa de clarear a grande confusão conceitual construída historicamente sobre a brincadeira,Kishimoto (2005,p.2 A brincadeira é a ação que criança desempenham ao concretizar às regras do jogo, ao mergulhar na ação lúdica. Pode se dizer que é lúdico em ação. Desta forma, brinquedo e brincadeiras relacionam diretamente com a criança e não se confundem com jogo. Diante desta conceituação de Kishimoto (2005), podemos dizer que, quando a criança brinca de jogos de papéis ou faz de conta, a ação representada no jogo é brincadeira. Portanto, a brincadeira é materialização do pensamento lúdico. Da mesma forma, quando a criança executa as regras empostas em um jogo de xadrez, isso à brincadeira, pois, em ambos os casos houve ação da criança. Todas essas inferências também são perfeitamente adequadas ao analisarmos a manipulação motora de um bebe quando sacode um chocalho e ao mesmo tempo coloca na boca. Neste caso, mesmo que por imitação houve ação, houve brincadeiras. Compreender as especificidades dos jogos é das brincadeiras tornam-se importantes para resinificarmos ações lúdicas ainda presentes na educação infantil. E fato que ás crianças tem começado a frequentar instituições de educação infantil cada vez mais cedo. Por incrível que pareça o brincar ainda é desvalorizado nesses espaços, ficando assim relegado ao tempo de intervalo ou de descanso do professor, uma vez que é um passa tempo que não precisa ser planejado nem observado Já Vygotsky (1998) diferente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela. Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento como Piaget e para os sujeitos não é ativo nem passivo: é interativo. Afirma que na brincadeira "a criança se comporta além do comportamento habitual de sua idade, além de seu comportamento diário no brinquedo é como se ela fosse maior do que ela é na realidade" (p.117). Na visão de Vygotsky a brincadeira cria uma zona de desenvolvimento proximal favorecendo e permitindo que as ações da criança ultrapassem o desenvolvimento real já alcançado permitindo-lhe novas possibilidades de ação sobre o mundo. Fala do faz de conta, e Piaget fala do jogo simbólico, e pode-se dizer segundo Oliveira (1997), que são correspondentes. “O brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança”. Livro linguagem e o pensamento da criança. Como já foi mencionado, é fundamental para a aprendizagem o fator lúdico para a criança, considerando que as atividades trabalhadas de maneira planejada são excelentes instrumentos do ensino-aprendizagem. Encontramos na educação infantil um espaço lúdico apropriado para esse desenvolvimento, com conteúdos preparados de maneira criativa e realização prazerosa, visando que as crianças assimilem o conhecimento proposto. Contudo, algumas escolas ainda trabalham apenas a mente na escolarização, deixando de fora o lúdico como instrumento do conhecimento.·. Nos dias atuais, as propostas de educação infantil dividem-se entre as que reproduzem a escola elementar com ênfase na alfabetização e números (escolarização) e as que introduzem a brincadeira, valorizando a socialização e a recriação de experiências. No Brasil, grande parte dos sistemas pré-escolares tende para o ensino de letras e números, excluindo elementos folclóricos da cultura brasileira como conteúdo de seu projeto pedagógico. As raras propostas de socialização que surgem desde a implantação dos primeiros jardins da infância acabam incorporando ideologias hegemônicas presentes no contexto histórico- cultural. (Oliveira, 2000). 3. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ENSINO 3.1Tema e linha de pesquisa O seguinte projeto de intervenção esta embasado em teorias, tendo como foco principal a importância das brincadeiras e dos jogos na educação infantil, demostrando que é possível contribuir com desenvolvimento da criança de forma positiva. A ideia e importante e possui grande relevância, pois se compreende que as brincadeiras fazem parte da infância e cabe ao professor desenvolver estratégias para a apresentação de plano de aula, e ter como base as brincadeira e os jogo levando em conta a música para facilitar ás devidas brincadeiras, métodos que pode ser utilizados para proporcionar o aprendizado e alegria da criança. Contudo os alunos aprendam com prazer e satisfação. O tema está relacionado aos eixos estudados nas disciplinas durante o curso de pedagogia, dessa maneira podemos compreender que os profissionais da área da educação precisam de conhecimentos adquiridos. O projeto Jogos e brincadeiras visa trabalhar também de uma forma lúdica e de vivência, estimulando o Raciocínio Lógico, a criatividade, auxiliando as crianças no processo de construção do conhecimento. O desenvolvimento deste projeto pode potencializar essas capacidades, ampliando as possibilidades das crianças de compreenderem e transformarem a realidade. Tendo em vista que, o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece os desenvolvimentos físicos, cognitivos, afetivos e principalmente a interação e o respeito pelos amigos. 3.2 Justificativa O projeto “A importância das brincadeiras e dos jogos na educação infantil”, surgiu a partir da leitura que fizemos do grupo e de cada criança, observando e prestando muita atenção ao modo como as estas agem e suas múltiplas linguagens, ou seja, o movimento das mãos, o sorriso, o choro, os brinquedos preferidos, a maneira de manuseá-las, suas descobertas e disputas. O tema chamou atenção à tamanha importância do trabalho na educação infantil, com jogos é brincadeiras, que contribui para devido conhecimento de país e professores, que a criança não permanece no ambiente escolar somente para brincar sem nenhum objetivo ou para simplesmente passar o tempo. Quando paramos para analisar o verdadeiro sentido de brincar identificamos que professor deve inserir com mais frequência no dia a dia da criança jogos e brincadeiras. A música por exemplo é uma linguagem capaz de expressar e comunicar sensações,sentimentos e pensamentos e está presente em todas as culturas e nas mais diversas situações, sendo umas das formas mais importantes de expressão humana, e especialmente, da infância. Sendo assim, a apreciação e o fazer musical nessa etapa contribui para o desenvolvimento infantil, tornando relevante a sua prática no processo de ensino e aprendizagem para este público. Segundo a Revista Nova Escola,as brincadeiras de roda desenvolvem os movimentos e a oralidade, além de colaborar com a iniciação musical na pré-escola. Brincar de roda e brinquedos adequados estimula os movimentos, trabalha o equilíbrio, desenvolve a linguagem oral e contribui para a iniciação musical das crianças na pré-escola, além de ser uma atividade de manifestação cultural. 3.3 Problematização O interesse em desenvolver esta pesquisa nasceu da necessidade de aprofundar os conhecimentos sobre as oportunidades de aprendizagem que o brinquedo e os jogos podem ofertar. Durante o estagio curricular pude observar que em algumas escolas no município de Brasília-DF muitos professores não utilizavam os brinquedos e nem os jogos principalmente com as crianças da pre alfabetização. Nessa fase as brincadeiras e os jogos são excelentes ferramentas para desenvolver a aprendizagem dos conteúdos, então indaguei Por que os professores das escolas as quais pude conhecer as realidades da educação infantil não utilizam jogos e brincadeiras para desenvolver a aprendizagem dos seus alunos. Percebi que as praticas eram tradicionais, pois haviam poucas brincadeiras e muitos conteúdos e escrita, sem a valorização das atividades lúdicas. Diante da expectativa do aluno de educação infantil em reconhecer o próprio nome e de iniciar o aprendizado da escrita e dos números, temos nas cantigas de roda um recurso de grande valia e significado para inserir as crianças no mundo das letras e seus significados, de maneira lúdica que promova a interação e a participação de todo o grupo nas atividades cantadas. A música e os diversificados brinquedos também contribui com a socialização do grupo, e nessa etapa é comum ocorrer desentendimentos onde o egocentrismo ainda se faz presente e não há reconhecimento do espaço do outro como legítimo. As situações de trabalhos em grupo, de forma lúdica, proporciona a vivência e interação entre as crianças, que através das brincadeiras cantadas percebe-se como pessoa de direitos, mas onde também se deve respeitar o outro para uma boa convivência. Portanto, temos as brincadeiras de roda como meios de intervenção pedagógica para resolver os conflitos de relacionamento que ocorrem nessa etapa de vida da criança bem como a introdução à escrita e reconhecimento de palavras e números. 3.4 Objetivos O grande objetivo é incentivar às brincadeiras é jogos, trazendo de forma satisfatória, levando em consideração o desenvolvimento da criança. E possibilitando laços de amizade, resgate de brincadeiras. Além disso, desenvolver a sensibilidade, o raciocínio lógico expressão corporal e concentração, levando também uma percepção positiva, além de expressar sensações, sentimentos e pensamentos através das cantigas de roda e brinquedos adequados para desenvolver brincadeiras de criança. Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais, identificar elementos com a música, imitando e reproduzindo criações musicais. 3.5 Conteúdos O conteúdo do projeto se fundamenta em teóricos que se baseiam na reflexão da interação professor-aluno tendo como base os jogos e brincadeiras. Tratados temas como mediador de uma forma de avaliar melhor o desenvolvimento da criança. Processo de aprendizagem dos alunos. Quebra-cabeça com figuras, Dominó das letras, Jogo da memória com alimentos, Boliche; Peãozinho; Produção de massinha; Brincando com quebra-cabeça de madeira. Brincadeiras dirigidas com regras simples: Cobra-cega; Andar de trem; Corre cotia; Batata quente Põe a mão na cabeça (musica da raposa); Vamos passear (jogo simbólico); Dança da cadeira; Dança com bexigas; 3.6 Processo de desenvolvimento O projeto será desenvolvido através do processo de Jogos e brincadeiras sendo o instrumento escolhido a construção do conhecimento dos alunos é por meio do jogo e brincadeiras na educação infantil. Pretende-se propiciar aos alunos um momento lúdico que elas possam desenvolver o conhecimento lógico-matemático, ao participar das atividades propostas. Portanto o jogo possibilita ao aluno a construção das estruturas de pensamento operatório, é preciso que o aluno seja motivado a pensar e a descobrir seus próprios resultados. A participação ativa num jogo e brincadeiras depende do nível de desenvolvimento em que a criança se encontra, quando pequena a participação deve ser física, porque o pensamento ainda não se diferenciou totalmente da ação. Com isso pode apresentar comportamento diferenciados. As crianças maiores já conseguem acompanha sem usar muito a atividade física, consegue usar o raciocínio lógico vibrando com as estratégias do colega, sendo possível reorganizar e refletir mentalmente a sua próxima jogada. Durante o jogo é necessário que os alunos façam uso não somente da linguagem falada, mas também da linguagem escrita, para registrar o processo de construção alcançado em determinado instrumento. O brincar faz parte do universo infantil, porque a criança é naturalmente lúdica. Por isso, desenvolver um trabalho na escola com jogos e brincadeiras favorece a aprendizagem, porque é uma estratégica muito bem aceita pelos alunos. Na escola os jogos e brincadeiras devem alternar-se com aulas expositivas e constituem um excelente instrumento porque além de serem utilizados para fixação de conteúdos, é uma estratégia que leva o aluno a enfrentar situações conflitantes relacionadas com o seu cotidiano escolar e social, pois favorecem a formação da personalidade, desenvolvem a interação, a imitação, a atenção, a imitação, a memória, a imaginação e a socialização. Dessa forma, os jogos e brincadeiras na escola não podem ser reduzidos aos quinze minutos de recreio. Grandes teóricos como Rousseau, Froebel, Dewey, Piaget e Vygotsky confirmam a importância do lúdico para a educação da criança. Portanto os jogos na escola não pode ser considerado uma prática supérflua, com a justificativa que é uma perda de tempo, ao contrário ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Portanto, os alunos através de jogos e brincadeiras compreendem e aceitam formas e padrões de comportamento social e pessoal; e também a ter autoconfiança; a resolver novas situações, pois aplica os conhecimentos e habilidades adquiridas. O lúdico é um instrumento facilitador para a construção do conhecimento do aluno. 3.7 Tempos para a realização do projeto Durante todo período disponibilizado par desenvolver o trabalho, dentro de uma proposta lúdica com brincadeiras e jogos demostrando como deverão utilizar jogos e brincadeiras para o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos, valorizando assim a ludicidade. A realização do projeto foi executada em várias etapas: 1ª Etapa: (duração de 35 dias). -Escolha do tema. -Pesquisa bibliográfica sobre o tema “A importância das brincadeiras e dos jogos na educação infantil”. 2ª Etapa: (duração 15 dias) Elaboração da introdução do projeto Elaboração do relatório no Word, conforme orientação proposta na área acadêmica do aluno. Elaboração do desenvolvimento do projeto de ensino, baseando na fundamentação teórica. Análise do resultado da pesquisa de campo. Elaboração do exercício e instrumento. 3ª Etapa: (duração 10 dias) – Reflexão sobre o tema: “A importância das brincadeiras e dos jogos na educação infantil” –Pesquisa de campo e desenvolvimento do recurso utilizado –Apresentação para professores e alunos –Término da Elaboração do desenvolvimento do projeto de ensino. 3.8 Recursos humanos e materiais Jogo da memória com frutas, Objetivo: Desenvolver o raciocínio lógico, atenção, concentração, a memorização e principalmente a capacidade de observação. Procedimento: Recortar quadrados no tamanho 15X15 no papelão, onde devem ser desenhadas algumas frutas, escolhidas pelas crianças.As figuras devem ser confeccionadas empares. Além de desenhar e pintar o material é muito divertido de brincar. Piãozinho; Objetivo: Desenvolver a concentração e a coordenação motora. Procedimento: Fazer canudinhos com revista, depois enrolá-los no palito de churrasco, colando-o próximo ao lado pontiagudo. Brincadeiras Cobra-cega Objetivo: Estimular o desenvolvimento da percepção tátil. Procedimento: Todas as crianças deverão sentar-se na roda, uma delas será escolhida para ser a cobra-cega, esta terá os olhos vendados, ficando no centro da roda ao comando da educadora começara andar até chegar em uma criança passando as mãos em seu roto, cabelo e em seguida tentar identificá-la, esta dará continuidade ao jogo. Andar de trem; Objetivo: Contribuir para a socialização e a integração das crianças enquanto brincam. Contribuir para o desenvolvimento da linguagem; Contribuir para o desenvolvimento da expressão corporal. Procedimento: As crianças deverão andar com as mão no ombro do amigo, em forma de trem cantando a música e realizando os gestos propostos de acordo com a música: "Eu vou andar de trem". Põe a mão na cabeça (música da raposa) Objetivo: Contribuir para o desenvolvimento corporal identificando as partes do corpo; Contribuir para a socialização das crianças e para o desenvolvimento da linguagem enquanto cantam a música. Procedimento: Ao cantarmos a música da raposa às crianças deverão repetir os gestos mostrando as partes do corpo nela referidas. Árvore. O material é constituído por 4 árvores recortadas em madeira, 4 maçãs numeradas, 16 maçãs com somas e um saco de plástico. O objetivo é completar as árvores com as maçãs. As de somas devem ser postas dentro do saco plástico e cada jogador deverá escolher uma maçã numerada e uma árvore. Os jogadores decidem quem irá começar a partida. O primeiro jogador deverá retirar uma maçã com soma do saco plástico, se a soma dos números for correspondente a que o jogador escolheu, marcará um ponto. Vence o jogador que tiver 5 maçãs na árvore. 3.9 Avaliação A avaliação deste projeto se dará por meio da promoção da reflexão a respeito do tema proposto. Pretende-se alcançar uma conscientização do Professor em relação a sua postura e o desempenho visando os jogos e brincadeiras na educação infantil, de alunos em séries iniciais como importantes ferramentas no auxílio do processo de aprendizagem das crianças. 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa procurou analisar os anseios do educador em relação aos recursos utilizados pelos docentes para avaliar e diagnosticar o processo de ensino aprendizagem. Percebe-se que o bom desempenho do educador é fundamental que ele esteja comprometido com o avanço do aluno, ou seja, e necessário que a sua prática seja eficaz garantido assim, um ensino de qualidade, conduzindo o aluno para as novas descobertas. Para que o desempenho do aluno se concretize de forma significativa, é necessário que o professor utilize diversas estratégias, para motivar ensino aprendizagem dos alunos com aulas criativas e eficazes favorecendo assim o desenvolvimento cognitivo. Segundo Luckesi (1995, p. 33)” a avaliação conduz a uma tomada de decisão”. Isto é planejando sua práxis com conteúdos e objetivos selecionados de acordo com a realidade cotidiana de seus alunos, com metodologias, critérios e instrumentos significativos para identificar e analisar a sua prática educativa, sendo capaz de redefinir, reorientar as suas ações sempre que necessário em prol do crescimento intelectual do aluno. Assim também o estudo evidenciou que o ato do professor avaliar o conhecimento do aluno por meio de jogos e brincadeiras, aprendizagem tem auxiliado no crescimento cognitivo do aluno. Enfim o ato de avaliar deve ser direcionado para uma avaliação contínua e progressiva, acontecendo para identificar o desenvolvimento do aluno e para solucionar as dificuldades. Nesse sentido espera-se que o educador utilize a métodos como função formativa e diagnóstica, com a finalidade de acompanhar o estágio em que o aluno se encontra. A ação do professor de educação infantil como mediador das relações entre crianças e os diversos universos sociais nos quais elas interagem, possibilita a criação gradativamente, desenvolver capacidades ligadas às tomadas de decisões à construção de regras à cooperação. Por meio de brincadeiras, e dos jogos pedagógicos a criança aprende a descobrir as suas habilidades através do mundo sonoro da expressão corporal descobre a sua individualidade e o meio social na sua totalidade, com envolvimento dos educadores essas crianças buscam adequar os seus hábitos e costumes, desenvolvendo uma melhor capacidade interagir de forma positiva é satisfatória, coletivamente expressando seus diferentes modos e até mesmo as individualidades. 4 CONCLUSÃO No decorrer desse trabalho me levou a refletir a importância do brincar na educação infantil, tem sido possível desvelar que a ludicidade é de extrema relevância para o desenvolvimento integral da criança e que são elementos indispensáveis ao relacionamento com outras pessoas. Além da interação, a brincadeira e o jogo proporcionam mecanismo para desenvolver a aprendizagem. Nessa perspectiva as brincadeiras,os brinquedos e jogos tem contribuído significa mente para o importante desenvolvimento das estruturas psicológicas e cognitivas da criança. Sendo assim o brincar se destaca novamente para nos revelar que as estrategias que as crianças utiliza para organizar as brincadeiras. Usado de maneira correta poderá oportunizar ao educador e ao educando, importantes momentos de aprendizagem. Nessa perspectiva podemos concluir que é fundamental esse entendimento a fim de o psicopedagogo possa identificar e intervir positivamente nas dificuldades da criança. Portanto, a introdução de jogos e atividades lúdicas no cotidiano escolar é muito importante, devido a influencia que os mesmo exercem frente aos alunos, pois quando eles estão envolvidos emocionalmente na ação, torna-se mais fácil e dinâmico o processo de ensino-aprendizagem. REFERÊNCIAS SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra. Edição. Cidade: Editora, Ano de Publicação. AAKER, David Austin. Criando e administrando marcas de sucesso. São Paulo: Futura, 1996. ALVES, Maria Leila. O papel equalizador do regime de colaboração estado- município na política de alfabetização. 1990. 283 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade de Campinas, Campinas, 1990. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/cibec/bbe-online/>. Acesso em: 28 set. 2001. BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Texto do Decreto-Lei n.º 5.452, de 1 de maio de 1943, atualizado até a Lei n.º 9.756, de 17 de dezembro de 1998. 25 ed. atual. e aum. São Paulo: Saraiva, 1999. CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia cientifica, fundamentos e técnicas. 5. ed. São Paulo: Papirus, 1995. 175 p. CURITIBA. Secretaria da Justiça. Relatório de atividades. Curitiba, 2004. DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 1999. ______. Pesquisa: princípio científico e educativo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2000. MAINGUENEAU, Dominique. 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