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FACULDADE FALC ACONSELHAMENTO E PSICOLOGIA PASTORAL AURÉLIO CORDEIRO CASTRO ACONSELHAMENTO PASTORAL ITAPEVI 2018 FACULDADE UNYLEYA ACONSELHAMENTO E PSICOLOGIA PASTORAL AURÉLIO CORDEIRO CASTRO ACONSELHAMENTO PASTORAL Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso Aconselhamento e Psicologia Pastoral da faculdade UnYLeYa, como parte integrante do conjunto de tarefas avaliativas da disciplina Metodologia da Pesquisa e da Produção Científica. orientador: Ms. Paulo Renato Lima ITAPEVI 2018 AURÉLIO CORDEIRO CASTRO Aconselhamento Pastoral Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso Aconselhamento e Psicologia Pastoral da Faculdade UnYLeYa, como requisito parcial para obtenção do grau de Conselheiro sob a orientação do Prof. Ms. Paulo Renato Lima. Aprovado Pela Banca Examinadora em ___/___/_____ ___________________________________________________________________ PROF. MS. PAULO RENATO LIMA ORIENTADOR ___________________________________________________________________ PROF. FACULDADE UNYLEYA ___________________________________________________________________ PROF. FACULDADE UNYLEYA A minha esposa, que me acompanhou em cada etapa, meu amor e pelas misericórdias Divinas. Agradeço a meu orientador pela paciência e grande ensinamentos. “Não há presente melhor que o bom conselho”. Erasmo de Rotterdam Agradeço a Colaboração dos meus irmãos em Cristo como, Pr Wilson a Seminarista Monique e ao meu Prof. de Inglês Isaias que me ajudaram me emprestando algumas obras para ter a base e coerência nesta monografia. RESUMO Este estudo objetivou analisar os campos do aconselhamento pastoral, apontado como ferramenta necessária para que a igreja do mundo contemporâneo esteja preparada para tratar as diversas enfermidades da alma causadas pela sociedade, que perde a cada dia o temor do Senhor. Bem como identificar quais recursos disponíveis no aconselhamento e como terapia pode auxiliar o processo ouvir e falar, tanto do conselheiro como do aconselhando, identificar suas necessidades familiares, profissionais e espirituais. Para tanto, foi utilizado como método para coleta de dados a pesquisa bibliográfica, através do estudo levantado no referencial bibliográfico, sobre o tema aconselhamento pastoral. A partir das leituras bibliográficas foi possível perceber a importância em dar acesso aos líderes uma capacitação, expondo o que significa o aconselhamento e como aplicá-lo na vida do membro. Enfim, por meio de todo o estudo realizado e das sugestões pedagógicas apresentadas, foi possível confirmar que o aconselhamento pastoral pode mudar a vida espiritual de uma igreja em crise. Palavras-Chaves: Aconselhar. Atenção. Comunhão. Conhecimento. Ministério. ABSTRACT This study aimed at analyzing the fields of pastoral counseling as a necessary tool for the church of the contemporary world to be prepared to deal with the various diseases of the soul caused by society, which loses the fear of the Lord every day. As well as identifying what resources are available in counseling and how therapy can assist the counseling and counseling process, both the counselor and the counselor can hear and talk about their family, professional, and spiritual needs. For this purpose, the bibliographical research was used as a method for collecting data, through a study based on the bibliographical reference, on the subject of pastoral counseling. From the bibliographical readings it was possible to perceive the importance in giving access to the leaders a training, exposing what the counseling means and how to apply it in the life of the member. Finally, through all the study carried out and the pedagogical suggestions presented, it was possible to confirm that pastoral counseling can change the spiritual life of a church in crisis. Keywords: Advise. Attention. Communion. Knowledge. Ministry. REFERENCIAL TEORICO Tratar pessoas é uma atividade de cada pastor que resume a importância do aconselhamento pastoral, sendo fundamental para a sua realização. No curso de Aconselhamento e Psicologia Pastoral um dos seus principais objetivos, dentre vários, é fornecer ferramentas básicas para que se faça frente aos problemas do aconselhamento com os quais são encontrados a encorajar e adotar uma postura crítica e consciente acerca das heresias e pecados. Segundo Clinebell (2007) o aconselhamento pastoral é um meio essencial pelo qual uma igreja é auxiliada no sentido de ser um posto de salvamento e não um clube, um hospital e um jardim de vida espiritual e não um museu. Os pastores podem conduzir a cada vida mais próxima do amor de Deus. A terapia pode ter uma área de atuação bem ampla, é importante que o pastor esteja sempre buscando conhecimento para que assim, possa reconhecer os problemas e apresentar a melhor alternativa de melhoria, fazendo com que isso a comunidade entenda sua atuação. Assim, o pastor tem o papel não apenas de pregar aos domingos, mas também ser sensível na visão do contexto geral de seu ministério. Para exercício do ministério pastoral, observando as condições de capacidade e demais exigências do oficio, é necessário ter passado por um bom seminário teológico ou faculdade de tradição, reconhecidas. Mas não deve achar que por ter um bom diploma e por ter concluiu os estudos, que não deva continuar a buscar conhecimento e crescer para melhor servir a comunidade de "santos", pelo contexto da sociedade aprofundar-se em aconselhamento pastoral é manter o rebanho sadio. Schipani (2004, p. 6) aponta para a comunhão que o pastor deve ter no ministério pastoral com Deus, pois são muitas as exigências no aconselhamento: “O aconselhamento pastoral, que atua dentro do contexto da sabedoria à luz de Deus, é visto, praticado e ensinado de forma pastoral e como forma singular do processo recreativo guiado pelo Espirito; contextualizado eclesiologicamente; centrado em Jesus Cristo como a sabedoria de Deus, ancorado nas escrituras e orientado para o reino de Deus". Sendo assim, habitualmente, o pastor deve ter uma rotina de oração e leitura bíblica pois lidar com problemas alheios diariamente não é fácil. Considerando seu campo de atuação e suas preferências pessoais, o pastor precisa manter uma vida limpa parente a sociedade para ter a confiabilidade da comunidade, pois ouvirão diversos tipos de problemas. Dessa forma os pastores se tornam ativos, e contribuem de forma imprescindível para a resolução de problemas, aonde o acompanhamento fortalecerá a fé do membro em Deus, esse que é resultado do investimento feito na busca de se aprofundar no aconselhamento pastoral e se aperfeiçoando em alguma área da terapia, a soma dos conhecimentos adquiridos trará experiência pastoral. Podendo assim, contribuir de forma positiva para um ministério eficaz. Segundo Keppe (1977), ele dá ênfase ao sentido que tem sido dado à ciência moderna, acreditando ser extremamente parcial e, portanto, insatisfatório a sua finalidade. Ele acredita que erros vêm sendo cometidos, por falta de conscientização de toda a realidade, pois muitos acham que não estão tomando a consciência do que existe como sabendo realmente como somos e afirma que é até perigoso saber-se disso. SUMÁRIO INTRODUÇÃO 13 3. O PASTOR E O ACONSELHAMENTO 16 3.1. O ACONSELHAMENTO 19 3.1.1. O ACONSELHANDO 21 4. O ACONSELHAMENTO PASTORAL 23 4.1. O PASTOR 26 4.1.1. O CONSELHEIRO 28 5. O PAPEL DO CONSELHEIRO EM RELAÇÃO A TERAPIA 30 5.1. O PERFIL DO CONSELHEIRO 33 5.1.1. A TERAPIA FAMILIAR 35 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 37 REFERENCIAS.........................................................................................................40 1. INTRODUÇÃO O aconselhamento pastoral é uma ferramenta de suma importância para o ministério pastoral, pois atua diretamente compessoas de várias síndromes, medos, traumas e pecados. O objetivo é manter a igreja sadia, o investimento no aconselhamento pastoral será fundamental na vida do pastor e dos líderes, para que cada membro se sinta cuidado e amado. O aconselhamento pastoral além de atribuir o valor ao aconselhando, tem a função de cuidar e manter o rebanho a salvo de heresias, protegido e satisfeito com sua igreja local. De forma geral, o aconselhamento pastoral busca solucionar as necessidades que cada membro possui em sua vida familiar, profissional, amorosa e espiritual. Desta forma o conselheiro contribuirá para construção de uma comunidade fiel a Deus. Ao pastor local é fundamental buscar o conhecimento das áreas da terapia e o que ela pode oferecer ao ministério pastoral. Diante dos problemas no seio da igreja, um fator que permanece em evidência é a importância das pessoas no ambiente eclesiástico. É a área do ministério pastoral que se apresenta como a principal responsável pela melhor maneira de obter uma igreja saudável, a ponto de garantir segurança a cada membro em consonância com Palavra de Deus. Por isso o aconselhamento pastoral recebe grande importância, pois ele pode influenciar vidas a saírem de profundos conflitos espirituais. O ministério pastoral tem toda responsabilidade de manter a comunidade sadia, a ponto de conduzir cada pessoa a realizar a vontade de Deus e cumprir seus Mandamentos e, assim, contribuindo para a diminuição de conflitos internos, conduzindo a cura, através de um ambiente saudável. O Objetivo das estratégias do aconselhamento pastoral visa alcançar exatamente a necessidade do membro e seus respectivos conflitos com responsabilidade diante de Deus. Isso, porque à medida que o membro passa a identificar a importância do aconselhamento existe a possibilidade de fidelização com a igreja local. E uma das estratégias para atribuir essa identificação a igreja local que está voltada a oferecer o aconselhamento pastoral. Diante do grande avanço da mídia e de suas influências, a degradação das famílias como também o aumento de heresias, os membros prezarão cada vez mais por cuidado e amabilidade, a sociedade contemporânea busca ganhos fáceis e respostas imediatas. Um dos meios de diferenciação está em pregar as verdades bíblicas e o cuidado pessoal, tratando vida na vida. Para tanto, as organizações religiosas que têm a Bíblia como "única regra de fé e prática", precisam procurar novos caminhos para não estagnar. Nesse contexto, a proposta de trabalho visa apresentar conceitos e ferramentas para que a igreja não tenha baixa frequência, baseando-se em princípios de aconselhamento, voltados para o cuidado de cada membro e ao conhecimento das áreas da terapia cristã. Para o desenvolvimento do presente trabalho, foram utilizadas pesquisas bibliográficas no campo do aconselhamento pastoral cristão. O estudo foi desenvolvido, em sua totalidade, através de pesquisas, envolvendo a necessidade da igreja e buscando contribuir para a cura da alma. Esse estudo tem por objetivo discutir as possibilidades que contribuem para o fortalecimento da igreja através de sermões exortativos e aconselhamento individual, assegurando uma igreja saudável e satisfeita, propondo o conhecimento da terapia cristã e desta forma contribuindo para uma maior e melhor visibilidade dos objetivos que a igreja terá para com seus fiéis. O trabalho de conclusão de curso estrutura-se em três capítulos, apresentando-se no primeiro o pastor e o aconselhamento na igreja, baseado em vários autores, além do bem-estar e fortalecimento espiritual do membro e apresentando o aconselhamento como uma ferramenta para equipar o ministério pastoral. No segundo capítulo é abordado o aconselhamento pastoral na responsabilidade do pastor para com o fiel, mencionando a importância de cada membro para o crescimento da igreja, além de descrever o resgate de valores, criando relacionamentos, conduzindo as pessoas, de forma segura, à cura. Este capítulo também apresenta estratégias que visam preparar e capacitar líderes, ajudando-os a compreender o membro e mostrando que o aconselhamento pastoral acontece de forma progressiva, de acordo com suas necessidades, até chegar à solução dos problemas. O terceiro capítulo caracteriza o aconselhamento pastoral visando abençoar as pessoas que vivem sofrendo, conduzindo-as à cura interior e libertação, fazendo toda diferença na vida delas. Neste capítulo serão desenvolvidas as qualificações necessárias ao pastor e suas responsabilidades para com o ministério, bem como o zelo para com sua própria vida. E, por fim, será apresentado o conselheiro como um canal de satisfação ao membro, respondendo assim aos seus anseios e, desta forma, abrindo seus olhos para os perigos da sociedade contemporânea. 13 2. O PASTOR E O ACONSELHAMENTO O aconselhamento pastoral se faz necessário para o bem-estar e o crescimento espiritual de cada membro da igreja cristã evangélica. A vida contemporânea é um grande desafio para cada cristão, onde a falta de tempo e o distanciamento dos relacionamentos, devido as tecnologias e até mesmo doutrinas, têm se formado pessoas fazias e apáticas sobre o inter-relacionamento, causando frustrações no interior de cada cristão. "O aconselhamento pastoral é importante para resgatar valores esquecidos que traziam a felicidade, muitas vezes a própria denominação favorece para que seus adeptos vivam isolados, podemos identificar as dificuldades criadas pelos próprios líderes religiosos com medo de perder seus membros. A igreja Primitiva nos ensina que a vivência na fé cristã, implica em relacionamento, parceria, amizade, troca" (JUNIOR, 2017). Como bem assegura Clinebell (2007), o aconselhamento pastoral é um instrumento valioso para a igreja permanecer relevante, para a vida do aconselhando, da igreja onde todos permaneçam firmes em seus princípios, onde também será possível uma mensagem de encorajamento e de convicções em Jesus. O aconselhamento pastoral deve fazer parte de uma igreja visionária, que olhe para o futuro e sonhe com uma comunidade forte, para as Boas Novas serem anunciadas de forma eficaz e saudável. É necessário o pastor ter o olhar de Cristo para com a comunidade e munir a cada um com uma palavra que o conduza a ser motivado e incentivado a procurar pelo aconselhamento em momentos de frustrações e dificuldades. O mais importante é constatar o crescimento saudável da igreja e dependerá de cada membro ter a confiança de se sentir seguro, bem resolvido com sua vida espiritual, mantendo relacionamentos verdadeiros em sua congregação, mantendo sua cabeça erguida. É importante, conforme explicado acima, entender sobre o aconselhamento para criar relacionamentos saudáveis na comunidade. O aconselhamento pastoral tem grande responsabilidade de conduzir as pessoas a Deus. Assim, preocupa o fato de que o conselheiro é pouco procurado, pois o membro pode ter medo ou vergonha de se expor. Há fiéis doentes dentro das igrejas e o aconselhamento pastoral poderá conduzir as pessoas de volta à vida, resgatando o que se perdeu. Desta maneira é preciso conhecer ferramentas que deverão ser utilizadas no aconselhamento pastoral. O autor deixa claro que a sociedade tem vivido tão somente para o sistema capitalista, onde as famílias estão sendo dissolvidas com esse sistema desagregador e a sociedade contemporânea tem perdido a noção de sua falta no lar, na igreja e nos círculos de amizade. A questão, assim, gira em torno não do que o próximo necessita para ter suas necessidades supridas, mas do que ele poderá dispor para ter sua necessidade atendida (ROSA, 2015). Percebemos que o aconselhamento pastoral poderá conduzir as pessoas a um autoconhecimento. Trata-se, inegavelmente, que a atualidade está deixando as pessoas cada vez mais céticas e apáticas com as necessidades do próximo e voltadas somente para suas. Seria um erro, porém, atribuir às igrejas toda culpa por não serem tratadas. Assim, reveste-se de particular importância ao pastor de preparar como excelência a liderança, para juntos poderem enfrentaressa problemática, onde não será apenas em um encontro que poderá ser esclarecido as dificuldades e necessidade de mudança em seu modo de viver. O autor deixa claro que "o aconselhamento deve ser compassado mesmo que isto signifique reuniões mais curtas e mais frequentes" (SILVA, 2008, p. 32). Conforme explicado acima, neste contexto, fica claro que as pessoas estão perdendo o amor e ficando cada vez mais isoladas. O mais preocupante, contudo, por exemplo, é constatar que muitas igrejas não tem a preocupação de mudar o quadro, apenas falam o que povo quer ouvir. Não é exagero afirmar que a igreja contemporânea está sendo gerida como uma empresa, onde os membros tornam-se meros clientes. É importante que o pastor tenha uma boa formação para não cair nessa cilada, sendo conhecedor das Escrituras, pelo fato de que mercenários estão tomando conta do rebanho de Cristo, porque a fé de muitos está se esfriando. Porém, numa cultura secularizada, que reduz a religião ao âmbito do privado e do subjetivo, pode parecer que Deus seja o efeito e não a causa da consciência religiosa (MIRANDA, 2006). O pastor é um arauto, um escolhido por Deus para representá-Lo no mundo como embaixador, anunciando as boas novas. Sua função é pregar a Palavra de Deus, explicá-la e aplicá-la na vida das ovelhas, pois este é o alimento espiritual; é tornar o evangelho conhecido às pessoas sem negligenciar seu ministério; é estar alerta, preparado, entendendo que esta sua responsabilidade é de urgência. (WILLAN, 2014, p.74) Dessa forma, o pastor conselheiro deve estar atendo com o cuidado às pessoas. Caso contrário, perde-se toda a confiança dos fiéis, e confiança não se ganha fácil. Não se trata de clientes, as pessoas vão à igreja em busca de resposta para seus dilemas, mas, lamentavelmente, encontram ministros limitados para cuidarem de seus sofrimentos. É importante considerar que pastores são os únicos profissionais treinados em aconselhamento que tem entrada automática para o mundo da maioria das pessoas contristadas. Parece óbvio que há necessidade do cuidado pastoral, porém não fingido para a comunidade, mas realmente vivendo uma entrega real para cuidar das vidas que se achegarão ao pastor. Sob o ponto de vista congregacional, os membros estão precisando que os pastores e conselheiros assumam seus lugares de arautos de Deus. Afinal, trata-se de vidas, pessoas que necessitam de cuidado de alguém que ame seu ofício. O autor deixa claro que essas questões são, contudo, comprovadas no seio da igreja, pois a necessidade é urgente. "Como em qualquer outra crise, o papel inicial do pastor está relacionado à sua presença e disposição em ouvir com acolhida os sentimentos daquele que procura sua ajuda", Andrade (2010, p.43). Sendo o aconselhamento pastoral uma ferramenta para cuidar do membro e o papel do pastor de apascentar o rebanho, o objetivo é conduzir as vidas à saúde espiritual. A devida importância será dada por cada aconselhando que conhecerá o cuidado de seu pastor nos encontros que sucederão, para que possa sentir-se cuidado e amado. 2.1. O ACONSELHAMENTO Como citado na introdução, o aconselhamento pastoral é uma ferramenta imprescindível para o bom andamento do ministério junto aos membros, pois desenvolve frequentemente o discernimento de uma pessoa ao seu próprio coração, conduzindo ela a um lugar seguro sem medos e acusações. Como bem nos assegura Dever e Alexander (2015), o pastor deve fazer uso do aconselhamento pastoral para obter o sucesso necessário no ministério e as técnicas do aconselhamento são primordiais. Munido do bom conhecimento teológico, ser paciente, ter disposição, saber encorajar, usar críticas piedosas e usar o humor com sutileza. O autor deixa claro que as crises virão e não só parece óbvio que há uma grande necessidade do aconselhamento nas igrejas, mas não somente ao pastor, como já discorrido, pode-se discípular a liderança que tem o dom do aconselhamento. Sob o ponto de vista, conforme explicado acima, com o aconselhamento a igreja se tornará firme e convicta de seu propósito na terra, afinal, trata-se de saúde espiritual. Essas questões são, contudo, obviamente para manter a igreja de Cristo a salvo do ladrão, onde Jesus cita em Mateus 10.10, mas nesse caso, o que estaria acontecendo na verdade é o fortalecimento espiritual de toda comunidade. Segundo Frieses (2012), o aconselhamento pastoral nasceu de a necessidade de líderes leigos lidarem com os problemas do próximo, em conduzi-los a obterem libertação de suas perturbações, onde a igreja torna-se um hospital espiritual, pois as pessoas precisam ser cuidadas de sua feriadas. O aconselhamento pastoral permite conduzir as pessoas à Deus, pois não é uma medicina ou ciência, ele conduz as pessoas à vontade de Deus para entenderem qual o propósito de suas vidas. Conforme explicado acima é importante compreender que os problemas das pessoas não serão resolvidos como num passe de mágica, mas é necessário entender que é um processo a cada encontro e, assim, aumentará a convicção e a compreensão da pessoa de se submeter ao aconselhamento pastoral. Como bem nos assegura Warren (2008), algumas pessoas passam a vida inteira fugindo do remorso e ocultando a vergonha, dirigidas pela culpa, são manipuladas pelas lembranças. O aconselhamento pastoral é uma ferramenta de suma importância para o ministério pastoral, pois tem a função de cuidar e manter o rebanho a salvo de heresias e até de si mesmo. O aconselhamento deve ser de forma crescente, sempre acreditando no poder restaurador do Espírito Santo e o pastor deve ter total dependência Dele para alcançar a restauração do aconselhando. Basicamente, pastor, se você quer ajuda com seu aconselhando, comece por formar uma cultura de discipulado em sua igreja. Se você está formando um povo comprometido com o bem-estar espiritual mútuo, eles serão mais interessados em aconselhamento como uma ferramenta que pode ajudá-los a atingir esse fim. Quanto mais membros de sua igreja se tornarem interessados em discipulados, você poderá começar a capacitá-los a serem conselheiros competentes que aconselham por meio da Palavra, aplicando-a a alguns dos problemas mais complicados da vida. (PIERRE e REJU, 2015, p. 151-152). É importante compreender que aconselhamento pastoral acontece de forma progressiva, e não imaginar que com apenas um encontro tudo será resolvido. Sob o ponto de vista, conforme explicado acima, o aconselhamento na igreja fortalecerá seus princípios e propósito na terra, afinal, trata-se de saúde espiritual. 2.1.1. O ACONSELHANDO O aconselhando é uma pessoa que está passando por necessidades espirituais ou sentimentais que mexem diretamente com sua psique, deixando-a fragilizada. A importância é de cuidar do aconselhando e auxiliá-lo a transpor os abismos que forem surgindo durante o aconselhamento, deixando-o convicto de que superou seus medos. Cuidar de pessoas é uma arte, é muito mais que uma mera conversa, é poder passar segurança para o aconselhando onde ele possa depositar toda sua confiança no conselheiro. Segundo Langberg (2016), "Ninguém de nós gosta de sofrer", ninguém sofre porque quer, as vezes as pessoas entraram no sofrimento, mas não sabe como sair, por estar cega pelos problemas. O aconselhando, na maioria das vezes, está sofrendo, dificilmente uma pessoa procura o pastor conselheiro para contar suas vitórias, ele sempre é solicitado para corrigir algo de errado na vida de outrem. Como bem nos assegura Cavalieri (2010), pode-se dizer que o aconselhamento é uma relação face a face de duas pessoas. Neste contexto, fica claro que o conselheiro pode ajudar o aconselhando em diversas áreas como: profissionais, educacionais, vitais, usando o melhor de seus recursos. O mais preocupante, contudo, é constatar que o conselheiro esteja sugerindo de forma inadequada a solução para os problemas. É interessante, aliás, observar que na maioria das vezes o aconselhando não relate toda sua inquietação, pois ele também parece que está verificando se realmente poderá confiar no conselheiro, conformeexplicado acima, estarão face a face, mas há um fato que se sobrepõe à sua expectativa e que fará a diferença no gabinete - o preparo do conselheiro. Mesmo assim, não parece haver razão para que o aconselhando perca a confiança em seu pastor conselheiro. É sinal de que, enfim, o conselheiro esteja transmitindo e expondo a leitura feita das verbalizações do aconselhando com segurança e foco. Este é o princípio de cura estabelecido que envolve esta confissão, uns aos outros. Nesta parte temos encontrado muitas pessoas feridas, que têm tido grande dificuldade para exercer essa confissão, por alguns motivos até aceitáveis, mas mesmo assim a cura só se estabelece cumprindo este princípio. Alguns motivos são: 1. Já ter sido vítima da 'fofoca cristã'; 2. Ter confessado e não ter recebido a orientação correta, pela pouca experiência do ouvinte; 3. Pela vergonha da confissão, pois muitos assuntos a serem relatados envolve a própria moral da vítima; 4. Pelo medo do que irão pensar depois da confissão (SILVA, 2009, p.42). Segundo Jagnow (1998, p. 2003), "Nenhum aconselhamento pode acontecer sem comunicação; sem ao menos duas pessoas - o pastor e o aconselhando - sendo parceiros de alguma forma de relacionamento, interação, diálogo, comunicação". A interação entre as duas partes é de suma importância bem como o entrosamento que virá após a confiança entre pastor e ovelha. Aconselhar é uma arte, conduzir a pessoa a um lugar seguro, livre dos perigos enfrentados, é muito mais que apagar um incêndio, é simplesmente conduzir o aconselhando em segurança e deixar ferramentas necessárias para quando retornar o perigo, ele mesmo possa estar preparado para usá-las, enfrentando os problemas com propriedade. 3. O ACONSELHAMENTO PASTORAL O aconselhamento pastoral tem como grande responsabilidade abençoar pessoas que sofrem caladas, visa trazer cura interior e, em alguns casos, até física, auxiliando o pastor a tratar o membro, conduzindo-o à libertação. A necessidade é de grande importância, pois, a grande maioria das pessoas, tem algo em seu interior que precisa ser tratado, as pessoas precisam ser ouvidas, assim notamos a necessidade do aconselhamento pastoral. Infelizmente, o pecado atingiu toda a humanidade e o autor afirmar isso, mas muitos não aceitam essa realidade e acabam sofrendo caladas por sua própria ignorância. "Podemos dizer que quanto mais umas pessoas se julguem sã, mais patológica será" (KEPPE, 1977, p. 9). Devido a dificuldade de alcançar um número maior de pastores para reciclagem, o cuidado pessoal fica limitado, essa pesquisa se justifica através da aplicação do ministério pastoral no processo de contribuição para que os membros da comunidade notem as vantagens em contribuir e construir um ministério pastoral saudável. O pastor, diferente do evangelista, tem contato total com o rebanho; na realidade, ele vive no meio do rebanho, chorando com ele, sorrindo com ele, e coparticipando ativamente de sua vida, Miranda (2012). Como elemento distintivo e resultante dessa reflexão teológica, emerge a proposta do aconselhamento pastoral como 'arte especial' em que a experiência humana é a única que nos convida a caminhar nessa singularidade com os indivíduos, casais e membros das famílias por meio das mudanças do ciclo vital e das adversidades, com o objetivo de levar tais pessoas a viverem de forma sábia na luz de Deus. (SCHIPANI, 2003, p. 6). A melhor maneira de compreender esse processo, é considerar que o conselheiro tem um papel fundamental na vida de cada membro. Não se trata apenas em ter um ministério ou ser um pastor conselheiro, pois o aconselhamento pastoral precisa fazer a diferença em cada aconselhando, seja pelo fato de investir em seus estudos, seja por necessidade. Conforme explicado acima, seria pertinente trazer á tona a relevância de cada igreja ter um pastor conselheiro, o autor deixa claro a importância de a igreja ter uma comunidade que cresça de forma saudável. Como bem nos assegura Almeida (2016), pode-se dizer que o aconselhamento pastoral traz à igreja crescimento espiritual e, neste contexto, fica claro que conselheiro deve utilizar instrumentos como a própria Bíblia e livros teológicos. O mais preocupante, contudo, é constatar que esse processo possa ser negligenciado pelos pastores, colocando assim o aconselhamento a ponto de fracassar. Não é exagero afirmar, que a falta de preparo espiritual pode colocar o aconselhamento pastoral em cheque, pelas observações espirituais do pastor em todo esse processo, ocorreu o cuidado de não haver desatenção. Assim, o autor deixa claro sua preocupação pelo o fato de não ser observado esse processo, isso porque, muitas vezes, a agenda pastoral pode servir de tropeço para o aconselhamento pastoral. Conforme verificado, a proposta do aconselhamento pastoral para ter uma igreja sadia é essencial. Trata-se inegavelmente de crescimento espiritual direto na vida dos membros que desejam somar com o corpo da igreja, conforme citado acima, mantendo uma comunhão genuína. Assim, reveste-se de particular importância que a liderança demonstre sua preocupação com a vida espiritual de cada membro. Sob essa ótica, ganha particular relevância o pastor pelo cuidado que terá que dispensar a congregação, seu preparo deve ser excelente, na oração, leitura bíblica e essencialmente sendo cuidado também, como o autor deixa claro, "como aconselhador, o pastor necessita de um auto compreensão singular de sua imagem, seu papel, suas funções e seus objetivos" (CLINEBELL, 2007, p. 16 - 17). O ser humano não é perfeito, o pecado contaminou todo homem, por isso a proposta do aconselhamento pastoral é de buscar o crescimento espiritual para a comunidade. Poder cultivar, na igreja, a cultura de procurar o aconselhamento pastoral seria excelente, por exemplo, a mudança de vida que traria aos membros submetidos. Conforme explicado acima, as pessoas precisam ser motivadas a buscarem ajuda e é papel da igreja informá-las que existe esse recurso na comunidade, mostrando que não estão sozinhas, que tem alguém preocupado com seu bem-estar. Segundo Miranda (2012), o aconselhamento, como instrumento que liberta, está muito mais nas mãos do aconselhando do que nas mãos do conselheiro. Dessa forma, o aconselhamento pastoral terá mais visibilidade e será mais solicitado pelos membros. Não se trata apenas de uma tarefa, mas ter o prazer de cuidar do outro, de poder perceber uma igreja sadia com o rebanho bem alimentado. Lamentavelmente, alguns acham que pode ser perda de tempo e que as pessoas sabem se cuidar. É importante considerar que o próprio Senhor Jesus buscou cuidado com o Pai no momento de sofrimento que antecedera sua morte. Assim, o homem necessita de cuidado e isso é inegável. O Aconselhamento Pastoral se dá nas áreas mais diversas. Uma das principais, senão a principal delas, é a conjugal. Segundo pesquisa realizada a tempos atrás, aproximadamente 50% dos casos que levam as pessoas a recorrerem a um conselheiro, estão relacionados á área conjugal. Dada a situação, faz-se necessário que o Pastor, como conselheiro, se aproprie de conceitos claros acerca de matrimônio, sexo, noivado e namoro (ALMEIDA, 2010, p. 147). Sob o ponto de vista, a igreja vai se definhado aos poucos com famílias se dissolvendo, pessoas com medo, depressão, afastando-se do círculo de amizades e até mesmo da igreja. Afinal, trata-se de algo essencial para a vida dos membros, essa questão, contudo, é primordial para que a comunidade cresça sadia e com objetivos claros dentro do aconselhamento pastoral. O autor deixa claro a necessidade do cuidado com as famílias que são muito atingidas com secularização da atualidade, e o pastor precisa ter o conhecimento para manter sua comunidade segura. Desta forma o aconselhamento pastoral contribui para a saúde espiritual da igreja, pois é o remédio para as feridas da alma, onde o papel essencial é de trazer o aconselhando à sobriedade das questões enfrentadas com o objetivo de mantê-lo seguro até de si mesmo. A importância do aconselhamento é alta devido ao cenáriocompetitivo que a humanidade enfrenta. Enfim, precisa-se ter um olhar clínico para a igreja de Cristo, investindo com segurança no aconselhamento pastoral e garantir uma igreja saudável. 3.1. O PASTOR O pastor precisa anteder à demanda da igreja que são muitas, além de ouvir cada necessidade, pois todos membros têm necessidades diferentes uns dos outros, é necessário um olhar de amor para cada aconselhando. Com isso será necessário ao pastor ter muitas qualificações, como conselheiro, administrador de igrejas, entre outras, o que não pode é se esquecer de pregar a Palavra, pois é através dela que o pastor nutre seu rebanho e os conduz a pastos verdejantes. O pastor precisa ser dedicado no estudo da Palavra, onde as cartas do Apóstolo Paulo deixam claro sua preocupação com a pregação genuína no uso das verdades bíblicas, entendendo que ela é a defesa de nossa fé. Segundo Queiroz (2015), as informações que nos permitem a adotar métodos para alcançar o crescimento da igreja, conduzirá o pastor a cuidar da saúde do rebanho de Cristo. O autor deixa claro que o pastor deve conduzir o rebanho à presença de Deus, em louvor, adoração, oração e para conhecer o Evangelho. Conforme citado acima, o louvor envolve sentimento de gratidão, adoração e admiração a vista de tudo que Deus já operou e o Evangelho apresenta a graça e o amor de Jesus Cristo. O pastor precisa ser a ponte entre o ouvinte e Deus, de tal forma, que cada pessoa saia da igreja motivada a retornar e prosseguir firme na igreja. O pastor necessita ter um bom conhecimento teológico, manter uma vida devocional com zelo e responsabilidade, lendo a Bíblia e orando diariamente, mantendo uma vida no altar, somente desta forma poderá ser usado pelo Espírito Santo, como mensageiro de Deus para o aconselhando, Delage (2016). Conforme explicado acima, trata-se inegavelmente de um trabalho de amor e de renúncia, seguindo o exemplo de Cristo. Seria um erro, porém, atribuir o êxito do aconselhamento somente ao pastor, pois trata-se de ministério, sendo o pastor usado pelo Espírito de Deus para o cuidado de cada membro, dando a Ele liberdade para abençoar a outros. Assim, é importante o cuidado com uma vida devocional, pois muitas vezes a carga se torna pesada e para não ser reprovado e deixar de nutrir o rebanho, ganha particular relevância o cuidado que o pastor deve ter com sua vida pessoal, familiar e espiritual. O pastor tem uma grande responsabilidade sobre seus ombros, pois ele cuida de vidas, Miranda (2012). Pode-se dizer que é necessário ao pastor ter muitas qualificações, como administrador, orador e conhecer ferramentas do aconselhamento para cuidar da comunidade, pois é através das Escrituras que o pastor alimenta o rebanho. É difícil imaginar um pastor que não se dedica ao estudo da Palavra. As cartas do Apóstolo Paulo deixam essa preocupação com uma pregação genuína no manuseio das Escrituras, sendo ela a defesa da fé. Assim como Jesus cuidou do seu rebanho, o ministério pastoral visa cuidar da igreja evitando que ela fique estagnada. Com frequência, as igrejas identificam algumas necessidades e criam um programa. Uma vez postos em funcionamento, esses programas tendem a perpetuar-se, mas os líderes, nem sempre, avaliam bem esses programas, estão atentos às necessidades que os havia determinado, ou como as pessoas, possíveis beneficiárias do programa, estão correspondendo a ele. Algumas igrejas enganam-se a si mesmas, quando creem que, por terem um programa em funcionamento, realizam algum ministério. Na verdade, nada mais têm que um programa (BARNA, 2001, p. 43). O autor deixa claro a importância de o pastor estar atendo às necessidades reais da igreja, bem como de cada membro, mas, acima disso, deve buscar capacitação para oferecer bons conceitos e definições ao aconselhando. Nesse sentido, o pastor deve cuidar de sua vida para não vir a ser reprovado, mantendo um aconselhamento com propósito. Ora, conforme explicado acima, o pastor precisa aprender a cuidar das vidas através das Escrituras, sendo Ela o alimento para o rebanho de Cristo. Finalmente, a igreja caminhará para uma maturidade espiritual, observando tão somente a vontade de Deus, e o pastor na exortação, instruindo os membros na compreensão do propósito de vida no mundo. 3.1.1. O CONSELHEIRO O conselheiro deverá ter o objetivo de ajudar as pessoas a vencerem suas dificuldades, é a interação de conselheiro e aconselhando em busca da cura de sofrimentos. O conselheiro contribuirá para dar maior clareza sobre as dificuldades enfrentadas pelo aconselhando, mostrando que é possível poder superar os erros ou traumas sofridos. Segundo Leszcz (1998), em nossa sociedade há uma grande necessidade de aprendizagem com situações de perdas e temores que podem enfraquecer a vontade de viver, podendo arrastar as pessoas à depressão, afastando-as de tudo e de todos. O aconselhando precisa ser ensinado a enfrentar seus medos e será somente desta forma que ele poderá obter vitória, sendo esse o papel do conselheiro, ajudá-lo a obter a destreza de seus temores. É importante compreender o objetivo do aconselhamento e a sua forma de aplicação na vida das pessoas, pois não é tão simples ter um ministério onde o ofício é ouvir confissões de todo gênero. Mesmo assim, não parece haver razão para que o objetivo não seja atingido, sendo o pastor dedicado em suas observações e aplicações na vida da pessoa. É sinal de que, enfim, está se dando o devido valor ao sentimento do aconselhando conduzindo ele a cura de seus medos, frustrações e anseios. Krausz (2007) deixa claro que o conselheiro deve estar voltado para o bem-estar do aconselhando, devendo ser encarado como um meio de cura. Conforme explicado acima, é importante entender que o aconselhamento é um meio onde as pessoas podem se expressar, sendo elas mesmas, sem usar máscaras. Em mundo com tantas cobranças e comparações, onde a mídia impõe um estilo de vida muitas vezes irreal, as pessoas são conduzidas a ser o que não são, devido os padrões da sociedade contemporânea. As pessoas precisam ser estimuladas a procurar o conselheiro, pois como verificado, será desta forma que ela poderá entender a influência negativa que vem sofrendo. O aconselhamento deve ser o meio que mostre às pessoas o mal que a sociedade contemporânea está exercendo sobre elas e o conselheiro ter uma palavra de libertação para atingir os resultados esperados na vida do aconselhando. Realizar o aconselhamento pastoral de maneira íntegra não é uma tarefa fácil, uma vez que ser conselheiro, ao modelo de Jesus Cristo, é renunciar, muitas vezes o seu conforto, abrir mão de suas tarefas, é priorizar a vida do próximo mais que sua própria. Neste sentido, aconselhar não significa simplesmente um momento no gabinete. O aconselhamento verdadeiro é um acompanhamento vivencial, estar junto da pessoa, apresentar-se como alguém que ama e tem interesse em ajudá-la, se preciso, até acompanhá-la nos tratamentos (AGUIAR, 2016, p. 20 - 21). É preciso, porém, ir mais além em alguns casos, para poder conseguir os resultados esperados pelo aconselhamento, é exatamente isso que todo aconselhando espera do conselheiro, uma dedicação para conduzi-lo à solução. Por essas razões, o papel do conselheiro é de dedicar-se a entender o aconselhando, estando sempre preparado para os atendimentos a ser cumpridos. O que importa, portanto, é modificar a cultura, demonstrando às pessoas que não podem ter medo de ir em busca de auxílio na igreja. Essa, porém, é uma tarefa que cabe ao pastor e líder de cada igreja, sendo fiel às confissões que ouvirão. O aconselhamento é necessário, pois pode salvar vidas. 4. O PAPEL DO CONSELHEIRO EM RELAÇÃO A TERAPIA A grande maioria das pessoas tem dificuldade de externar suas necessidades, aflições, ou até mesmo pecados, pode-se imaginar o quanto é difícil uma pessoa saber como, quando e qual terapia procurar. Quando o pastor é procurado por um membro que sofre de alguma enfermidade da alma, o ideal é que esteja preparado ao menos para encaminhá-lo à terapia necessária, fora daigreja, muitos membros não podem ter acesso a terapias por não ter condições financeiras. Neste contexto, fica claro que haverá custos, entre outros fatores, o mais preocupante, contudo, é constatar que por esses motivos as pessoas serão limitadas por barreiras que podem se levantar. Como bem nos assegura Voigt (2008), para escolher uma terapia, pode-se dizer que é necessário considerar o tipo de doença, a disponibilidade de médico ou curandeiro. Pode-se imaginar o conselheiro como um médico, podendo ajudar os membros em suas inquietações e pecados. Quando o pastor é consagrado ao ministério, ele não sai do seminário sabendo de tudo, é necessário continuar buscando conhecimento. Seria importante que cada pastor conhecesse e se aperfeiçoasse em aconselhamento pastoral e em alguma área da terapia cristã. Elkaim (2000) deixa claro que durante muito tempo o terapeuta manteve a posição de observador neutro, assim pelas observações ele começou a ser solicitado, pelos resultados obtidos através de suas observações, desta forma, novas ferramentas foram criadas. Conforme explicado acima, a terapia tem grande potencial para conduzir pessoas à cura. Mesmo que rejeitada no passado, mas muito reconhecida na atualidade, é necessário que a terapia faça parte da bagagem do conselheiro. O autor deixa claro que terapia tem várias áreas de atuação como também várias ferramentas. O conselheiro, para ser excelente em seus atendimentos, não poderá deixar de se aperfeiçoar em alguma área da terapia. Pode-se dizer que a terapia tem várias áreas de atuação e o conhecimento dessas áreas poderá somar ao ministério de aconselhamento pastoral. Neste contexto, Fortenella (2007) afirma que as terapias atuam na área de complementação na saúde convencional, agindo paralelamente nos processos de harmonizar o tratamento do paciente. O autor define que a melhor maneira de compreender esse processo é considerar a interação dos métodos, mantendo um equilíbrio durante e após o tratamento. Desta forma o autor deixa claro que o paciente poderá ser tratado de uma forma completa, podendo obter um resultado maior com os tratamentos sendo realizados paralelamente, deixando a pessoa consciente da harmonia das ciências. Na terapia cristã, conforme citado acima, o conselheiro poderá encontrar dificuldades, mas poderá investir sem medo, pois quando o membro deseja ser cuidado e seguir as orientações, somado a um conselheiro terapeuta, o resultado poderá ser tão somente a cura. O autor deixa claro que, através da terapia, o pastor conselheiro ou terapeuta poderá identificar, de forma consistente, os conflitos da pessoa, conduzindo-a a tomar posições e se adequar à sua realidade. O mais importante na terapia são a disponibilidade e a responsabilidade do pastor para com o aconselhando, pois a pessoa depositará sua confiança nas habilidades do pastor conselheiro, sendo que os encontros nunca serão casuais, onde o pastor estará interpretando as necessidades do ser. Na terapia cristã, conforme citado acima, o conselheiro poderá encontrar dificuldades, mas poderá investir sem medo, pois quando o membro deseja ser cuidado e seguir as orientações, somado a um conselheiro terapeuta, o resultado poderá ser tão somente a cura. O autor deixa claro que, através da terapia, o pastor conselheiro ou terapeuta poderá identificar, de forma consistente, os conflitos da pessoa, conduzindo-a a tomar posições e se adequar à sua realidade. "Falando com os pacientes, os terapeutas os ajudam a identificar e a resolver seus conflitos, a fim de que em sua vida acorram modificações que favoreçam uma melhor adaptação" (SZENTMARTONI, 2006, p. 42). Pode-se dizer que a terapia é uma ferramenta para se utilizar com habilidade e responsabilidade, conforme explicado acima, onde fica claro que em alguns casos, conforme solicitado pelos médicos, o aconselhando necessita caminhar paralelamente com ambos os tratamentos. Ao aplicar os conhecimentos adquiridos na vida de cada aconselhando, o conselheiro estará, assim, plantando na mentalidade do membro em confiar em seus conhecimentos e em suas experiências, quando for confrontado. Segundo Szentmártoni (2004), a tarefa do terapeuta é comunicar suas observações ao aconselhando, sem nenhum preconceito por suas disposições, pensamentos e comportamento, que ele é um indivíduo, um valor em si mesmo. O conselheiro, por exemplo, poderá aplicar, de forma objetiva, seus conceitos na vida do aconselhando e seu posicionamento na forma de tratá-lo poderá ser relevante para se obter a confiança integral. A experiência clínica tem provado repetidamente o valor de entrar no diálogo terapêutico por meio da imersão na experiência do paciente; e, então, comunicando de forma verbal e não-verbal, essa compreensão dá experiência do paciente. Carl Roger acreditava que esse processo era a essência da terapia, descrevendo em ricos detalhes os processos psicológicos pelos quais funciona e por que é tão necessário. [...]. (HYCNER e JACOBS, 1995, p. 139). O autor deixa claro que o diálogo entre conselheiro e aconselhando deve ser de forma clara, pois será desta maneira que o objetivo do processo poderá ser alcançado. Conforme explicado acima o conselheiro deve aprofundar seus conhecimentos em relação às áreas que existem na terapia, fazendo a diferença em seu ministério, é importante ressaltar que há a necessidade de as pessoas serem cuidadas pelos traumas, dificuldades e do auto aceitação. Nesse sentido, o aconselhamento pastoral terá grande importância para os membros, que poderão observar o avanço de sua comunidade tendo pessoas saudáveis. Ainda há alguns tabus a serem quebrados em relação ao medo de aplicar terapia na igreja. A terapia, ligada às Escrituras, terá grande poder de alcançar a cura, Deus permitiu ao homem usar seu conhecimento e compartilhou seus atributos comunicáveis com ele, estando o homem dentro de Sua dependência. Assim, Fortenella (2013) apresenta o terapeuta como orientador de caminhos, contribuindo para que a consciência humana seja fortalecida, oferecendo a direção. 4.1. O PERFIL DO CONSELHEIRO O aconselhamento é uma arte, pois visa compreender e cuidar das pessoas. Não são todos os líderes capacitados para esse ministério, assim como todas as áreas necessitam ter habilidades e dons, portanto, com o aconselhamento não é diferente. Segundo Kotler (1998), o aconselhamento é uma atividade importante a ser exercida pelos líderes da igreja como: pastores, presbíteros, diáconos e líderes de pequenos grupos. Mas essa liderança precisa ter o perfil adequado e ser treinada para esse ministério, pois o aconselhamento é centrado na pessoa de Cristo através das Escrituras, na proclamação do Evangelho, ligado à igreja e com a finalidade de trazer crescimento espiritual das pessoas. Não é exagero afirmar que na igreja existem pessoas más intencionadas, talvez só para conhecer a vida das pessoas e não oferecer nada mais que maus conselhos. O conselheiro é um ministro de Deus, é necessário que ele busque Sua presença para ser sensível a Sua voz através do Espirito Santo, podendo conduzir, assim, o aconselhando à solução de seus dilemas Segundo Warren (2013), à medida que buscamos andar pelo Espirito, iremos vê-lo trabalhar em nós e por nós para nos purificar da força do pecado que ainda atua em nossa vida. O perfil do conselheiro deve ser de um homem irrepreensível, que busca ter sua vida como páginas abertas, prontas a serem lidas, ele não pode descuidar de sua espiritualidade, deve ser exemplar para com toda a comunidade, pois para o homem cair basta estar de pé. O cuidado com a escolha dos líderes ou seminaristas, por exemplo, deve ser tomado, pois se o homem não tiver domínio próprio, será um mau líder ou até mesmo um mau pastor. Baseado nas Escrituras, afirmamos que a vontade de Deus é que cada crente esteja saturando sua mente com versos-chaves, mas encher sua mente com as Escrituras não acontece por acidente. Você tem que fazer uma escolha diária de esconder a Palavra de Deus no seu coração. (FRIZZELL, 2005, p. 41). As pessoas precisam sentir-seseguras na presença do conselheiro e não como se estivessem na presença de um lobo, o pastor que deseja investir nesta área necessita amar as Sagradas Escrituras, ser honesto e ter uma vida exemplar diante de toda a congregação. Conforme explicado acima, o líder que deseja ser conselheiro deverá buscar manter um bom caráter, ser irrepreensível, amar a Deus e viver dentro de sua vontade, onde todos poderão testificar nele as qualificações de um conselheiro digno de confiança. Segundo Merkh (2006), o estudo cuidadoso sobre as qualidades de caráter de um homem de Deus em 1 Timóteo e Tito 1, revela que habilidades retóricas ou personalidade carismática não são pré-requisitos. Infelizmente, não raro a aparência externa ou pública do líder não equivale à realidade. O autor deixa claro que o conselheiro deverá ter uma vida alicerçada nas Escrituras, devendo ela ser a bússola de seu ministério e do aconselhamento, pois caráter e integridade, para o conselheiro, são essenciais, e somente a Palavra de Deus tem o poder para moldá-lo. 4.1.1. A TERAPIA FAMILIAR A terapia familiar é uma forma direta de se aprofundar nos agravantes existentes no seio da sociedade. A terapia familiar tem um grande papel para a vida da igreja e sociedade, pois é na família que se aprende sobre os princípios da vida, como ser um bom cidadão e fazer a diferença na sociedade se esta estiver bem estruturada. Calil (1987) afirma que é necessária uma verdadeira vocação, tratar família exige um bom conhecimento para atuar neste campo tão peculiar para a sociedade contemporânea. A Terapia Familiar poderá fazer toda a diferença na vida da igreja, onde o divórcio tristemente tem dissolvido os lares, as drogas cada vez mais presente, filhos sendo abondados pelos pais, pois o mundo capitalista tem aprisionado a todos, tirando o foco familiar e lamentavelmente a família está se decompondo. Trad (2010), deixa claro que as transformações não se limitam à estrutura, mas as relações dentro do ambiente familiar estão se modificando a cada dia, havendo uma disputa dentro dos lares, onde a autoridade paterna já não é mais respeitada como alguns anos atrás. Conforme explicado acima, para desempenhar a terapia familiar será necessário a vocação, pois lida diretamente com vidas e sentimentos, é um campo de extremo cuidado. O mundo está se transformando cada vez mais rápido, os limites estão sendo quebrados inconsequentemente. Há uma necessidade gritante nas igreja e sociedade pede ajuda em silêncio, a aplicação da terapia familiar poderá estruturar novamente famílias que se perderam. Atualmente, é preciso que seja realizada reflexão do casamento enquanto instituição social. O casamento, no mundo contemporâneo, é referência de proteção, em que pode se tornar possível obter o afeto e a convivência familiar e as responsabilidades da individualidade. Nesse sentido, entendemos que é preciso estudar as relações estabelecidas entre os casais, buscando refletir sobre como eles vivenciam a culpabilidade, especialmente na sociedade contemporânea. (OLIVEIRA, 2009, p. 38). É preciso ressaltar que, a família está em perigo extremo e é certo que a terapia familiar poderá alicerçar as estruturas familiares abaladas. Infelizmente essa é a realidade contemporânea, conforme citado acima, pois o afeto acaba, as responsabilidades são esquecidas, os filhos ficam desprotegidos, podendo se associar a qualquer filosofia existente, por falta de exemplo no convívio familiar. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Como introduzido, algumas pessoas vivem nas sombras de seus problemas, esboçando uma vida feliz, mas é sabido que há muita dificuldade em confiar seus problemas a outra pessoa. Foi discorrido como poderá o pastor conselheiro tratar de forma eficaz a vida da comunidade, conduzindo cada membro à saúde espiritual. Destaca-se também a necessidade de a igreja ter a percepção, junto ao seu pastor, de investir na área do aconselhamento, enviando, assim, seu pastor e a liderança para obter essa formação. O foco é mostrar à igreja que ela poderá confiar em seu pastor junto a liderança. De forma panorâmica, procurou-se destacar sobre a terapia e de como poderá, através dela, potencializar o ministério do Aconselhamento Pastoral. De um modo geral, os pastores poderão demonstrar interesse em trabalhar o tema em suas igrejas e buscar ter um ministério pastoral eficaz, mas ainda possuem algumas dificuldades, como influenciar toda equipe com a visão de aconselhamento, estimular o interesse de cada membro com os recursos oferecidos pela terapia. A maioria dos pastores utiliza o aconselhamento pastoral em suas igrejas de forma acanhada e com reservas, mas a falta de apoio da diretoria e, muitos, na falta de ter um ministério integral, limitando-se o tempo de investimento que o pastor poderia dar a igreja com oração, leitura bíblica e atendimento pastoral. Tratou-se, no primeiro capítulo, sobre o pastor e o aconselhamento. Foi apresentada a necessidade que a igreja tem de investir em um pastor conselheiro. Conforme dito no capítulo, o aconselhamento visa resgatar valores esquecidos que traziam felicidade. Como também afirmado por alguns autores, o valor que tem o aconselhamento, como grande instrumento e com grande relevância para a necessidade humana, conduzindo as pessoas ao autoconhecimento. Procurou-se destacar que o aconselhamento ajudará o pastor ao avanço das necessidades para com sua comunidade, podendo obter a confiança dos membros através dos processos do aconselhamento, que poderão ser adotados pelo pastor. Os membros também poderão demonstrar muito interesse pelo tema e buscar informações sobre o conteúdo, principalmente por livros, congressos e Diante, das necessidades apresentadas, fica claro a disposição que cada membro deve ter para apoiar o ministério de aconselhamento. No segundo capítulo, abordou-se sobre o aconselhamento pastoral, onde destacou-se que as pessoas sofrem caladas e não têm, na maioria das vezes, com quem se abrir. O aconselhamento pastoral, como descrito, suprirá esse vazio que as pessoas têm de serem ouvidas, essa é uma grande necessidade, como citado no capítulo, já que o aconselhamento pastoral tem o ouvir como uma de suas ferramentas. Alguns autores citados destacaram que o aconselhamento é uma “arte especial” e singular dentro da teologia, pois visa cuidar dos mais variados problemas na vida de cada pessoa, demonstrando que são especiais para Deus. Desta forma o conselheiro terá um papel fundamental na vida da igreja. O aconselhamento trará um crescimento espiritual como citado, tornando a comunidade sadia, por isso destacou-se que seria um erro não investir no aconselhamento pastoral, e mostrou-se a necessidade de o pastor obter o conhecimento para manter a igreja saudável. Foi abordado a necessidade de se criar um ambiente onde os membros possam ser ouvidos, através do aconselhamento, podendo enriquecer a vida espiritual de cada um, pois o aconselhamento pastoral trará mudanças para toda comunidade. O pastor capacitado em aconselhamento poderá reforçar os ensinamentos bíblicos, evitando que os membros caiam em heresias. O pastor poderá criar grupos para conscientização de como elaborar congressos, ou mesmo trazer uma série de estudos para sua comunidade. O trabalho em grupo poderá fazer com que a visão do aconselhamento seja comprada por toda igreja, podendo assim, criar uma cultura de aconselhamento a partir do pastor, que poderá utilizar os próprios aconselhandos para divulgar a visão, avançando para construir uma igreja saudável. o pastor poderá criar um ambiente enriquecedor através do aconselhamento. Quando as pessoas são cuidadas, elas tendem a ser gratas e contribuem para o crescimento espiritual de outros. Com palestras poderá auxiliar, permitindo que os Dada a importância do tema, torna se necessário o desenvolvimento do aconselhamento pastoral com a criação de projetos que visem o fortalecimento dos membros, que possam desencadear uma espiritualidade sadia e habilidades para garantir um progresso na igreja na área do aconselhamento, mantendo umacomunidade cada vez mais sadia, e atendendo as diferentes necessidades dos membros e, assim, evitando que apostatem da fé. Estabeleceu-se, no terceiro capítulo, o papel do aconselhamento em relação à terapia, sendo construído com o fim de destacar a diferença que a terapia poderá fazer para o ministério do aconselhamento pastoral. A terapia trará mais ferramentas ao pastor para tratar as pessoas de uma forma mais precisa, já que a terapia tem vários campos de atuação, sendo destacada, sutilmente, a terapia familiar, pois o objetivo não foi o aprofundamento em cada área da terapia, e sim, apontá-la como uma ferramenta que poderá equipar o pastor junto com a Igreja. A preocupação discorrida é de o pastor deixar de buscar um crescimento no aconselhamento, deixando o aconselhando sem a resposta para as suas inquietações e desta forma cair em descrédito na comunidade. Como alguns autores citaram, a terapia poderá fazer toda a diferença na vida de quem é aplicada, pois orientará cada pessoa de forma eficaz, através das técnicas que poderão ser utilizadas. Enfim, o aconselhamento terá grande relevância para a comunidade que poderá testificar da saúde da Igreja. Nesse sentido, a utilização do aconselhamento pastoral na igreja, permite ao pastor mediar o processo de conhecer ainda mais os membros de uma forma mais saudável, motivando o membro a ter mais vontade de crescer e contribuir para que o aconselhamento seja realmente significativo na vida de cada pessoa da comunidade 6. REFERENCIAS AGUIAR, Claudio J. B. De. Desafios de um aconselhamento. Curitiba: Clube de Autores, 2016. ALMEIDA, Anália Carmem Silva De. Curso de formação e aperfeiçoamento em aconselhamento cristão. 1 ed. Curitiba: Clube de Autores, 2016. BARNA, George. Igreja amigáveis e acolhedoras. 2 eds. São Paulo: Abba, 2001. CALIL, Vera Lucia Lamanno. Terapia familiar e de casal. 7 eds. São Paulo: Summus, 1987. CARROLL, Aileen Silva; ANDRADE, Sergio. Até quando? 1 ed. Viçosa: Ultimato, 2010. CLINEBELL, Howard J. Aconselhamento pastoral: Modelo Central em Libertação e Crescimento. 4 eds. Rio Grande do Sul: Sinodal, 2007. 158 p. CLINEBELL, Howard J. 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