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Saúde da Mulher 
Parto 
 
Slides da Aula 
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1. (Residência Multiprofissional/UFG/COREMU/2017) O trabalho de parto é o processo fisiológico que tem 
por objetivo expulsar o feto, a placenta e as membranas, para o exterior do útero, através do canal de parto. A 
equipe de saúde deve estar preparada para acolher a grávida, seu companheiro e a família, respeitando todos 
os significados desse momento. Desta forma, no monitoramento do trabalho de parto, o enfermeiro deve 
atentar para alguns aspectos, tais como: 
a) o diagnóstico do trabalho de parto iminente se faz, pela presença das seguintes condições: presença de 
contrações uterinas a intervalos irregulares, apagamento (esvaecimento) e dilatação progressivas do colo 
uterino. 
b) a perda do tampão mucoso ou “sinal” e a formação da bolsa das águas são os indicadores mais precisos do 
trabalho de parto, apesar de existirem grande variações individuais entre o aparecimento desses sinais e o 
início real do trabalho de parto. 
c) a ausculta da frequência cardíaca fetal antes, durante e após a contração uterina, a medida da altura uterina, 
a palpação obstétrica para determinar a situação, posição, apresentação e insinuação são procedimentos 
obrigatórios na admissão. 
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d) na avaliação da evolução do trabalho de parto o partograma é um instrumento importante. Os benefícios no 
acompanhamento da evolução do trabalho de parto são inúmeros. É método complexo, e deve ser aplicado em 
gestantes de alto risco. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. (Residência Uniprofissional e Multiprofissional/USP/2017) SR chega ao Centro de Parto Normal com idade 
gestacional de 39 semanas e 5 dias, referindo perda de líquido claro pela vagina em média quantidade, com 3 
contrações rítmicas no intervalo de 10 minutos, em fase ativa do trabalho de parto. Após o exame obstétrico 
da parturiente, a enfermeira anota colo médio, pérvio para 6,0 cm, bolsa rota espontânea, feto único com o 
polo cefálico ocupando o grau 0 de DeLee e abre o partograma. SR permanece, então, internada até o 
nascimento de seu filho. Diante desta situação, o período clínico do parto em que SR é admitida no serviço e os 
tempos do mecanismo de parto que ocorrem neste período são, respectivamente: 
a)dilatação, insinuação, descida, rotação interna, desprendimento cefálico, rotação externa, desprendimento 
das espáduas. 
b) insinuação, dilatação, rotação interna, descida, desprendimento cefálico, desprendimento das espáduas, 
rotação externa. 
c) expulsão, insinuação, descida, rotação interna, desprendimento cefálico, rotação externa, desprendimento 
das espáduas. 
d) dilatação, insinuação, descida, rotação interna, rotação externa, desprendimento cefálico, desprendimento 
das espáduas. 
e) dilatação, rotação interna, insinuação, descida, desprendimento cefálico, desprendimento do tronco, 
expulsão. 
 
3. (UFRN/COMPERVE/2017) A Estática Fetal consiste nas relações do produto conceptual com a bacia e o 
útero. Sobre isso, considere as afirmações a seguir: 
I A apresentação cefálica defletida pode ser de 1º ou 2º grau. 
II Na situação transversa, a apresentação é córmica. 
III Na deflexão de 1º grau, a linha de orientação fetal é a glabela. 
IV Na atitude de flexão generalizada, a linha de orientação do feto é a sutura sagital. 
 
Quanto à estática fetal, estão corretas apenas as afirmativas 
a) I e IV. b) I e II. c) II e IV. d) II e III. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4. (USP/FUVEST/2016) NVS, G1P0A0, chega ao centro obstétrico com queixa de dor no baixo ventre. Ao exame 
obstétrico, apresenta 1 contração com intervalos de 3 minutos e duração de 60 segundos. Ao toque vaginal, 
apresenta colo pérvio para 6 cm e bolsa rota com presença de líquido claro com grumos. O estágio e fase do 
trabalho de parto em que se encontra NVS são, respectivamente: 
a) primeiro, latente. 
b) primeiro, ativa. 
c) primeiro, de transição. 
d) segundo, ativa. 
e) terceiro, de transição. 
 
5. (NUCEPE/2017) A dequitação corresponde ao terceiro período clínico do parto, se caracteriza por ser: 
a) O período de dilatação total do colo, cabeça do bebê visível, contrações de expulsão ou esforço materno 
ativo. 
b) O período que as contrações uterinas ainda possuem intensidade e frequência mínimas. 
c) A primeira hora após ao nascimento da criança. 
d) O momento desde o nascimento da criança até a expulsão da placenta e membranas. 
e) O período de dilatação cervical quase total (9cm) até a saída do feto. 
 
6. (HU-UFC/EBSERH/AOCP/2014) A assistência de enfermagem é importante durante todo o período do parto 
e pós-parto. Com relação ao quarto período, podemos afirmar que 
a) denomina-se quarto período do parto (ou de Greenberg) ao período de pós-parto imediato, após a 
dequitação. Não há na literatura consenso sobre sua duração exata, entretanto, inicia-se após a dequitação da 
placenta. 
b) é período de menor risco materno, com possibilidade de pequenas hemorragias, principalmente por atonia 
uterina. 
c) os sinais vitais, especialmente pressão arterial e pulso, devem ser mensurados a cada quatro horas. Da 
mesma forma, deverá ser feito controle praticamente contínuo da retração uterina e do sangramento. 
d) nesta fase, devem-se considerar as seguintes questões: verificação constante da contração uterina (a cada 
quatro horas), revisão do canal de parto sendo desnecessária a reparação das lesões porventura existentes, 
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por tornar o processo mais traumático. 
e) a remoção da puérpera para a sala de recuperação (quando necessária) e enfermaria de alojamento 
conjunto somente deverá ser efetuada durante o quarto período. 
 
7. (NUCEPE/2017) A duração do trabalho de parto ativo nas primíparas é em média de 
a) 5 horas e é pouco provável que dure mais que 12horas. 
b) 4 horas e é pouco provável que dure mais que 10 horas. 
c) 3 horas e é pouco provável que dure mais que 7 horas. 
d) 8 horas e é pouco provável que dure mais que 12 horas. 
e) 8 horas e é pouco provável que dure mais que 18 horas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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8. (SESAP/COMPERVE/UFRN/2018) Entende-se como parto normal ou espontâneo aquele que não foi 
assistido por fórceps, vácuo extrator ou cesariana, podendo ocorrer intervenções baseadas em evidências, em 
circunstâncias apropriadas, para facilitar o progresso do parto e um parto vaginal normal (BRASIL, 2017). Sobre 
o processo de trabalhode parto e o parto normal, analise as afirmativas abaixo. 
I - A fase de latência do primeiro período do trabalho de parto ocorre quando há contrações uterinas dolorosas 
e alguma modificação cervical, incluindo o apagamento e a dilatação até 4 cm. 
II - No segundo período do trabalho de parto, deve-se encorajar a mulher a ficar nas posições supina, decúbito 
lateral, e decúbito dorsal horizontal. 
III - A duração do trabalho de parto ativo nas primíparas dura em média 8 horas e é pouco provável que dure 
mais que 18 horas. 
IV - No terceiro período do trabalho de parto, para a conduta ativa, deve-se administrar 20 UI de ocitocina 
intramuscular após o desprendimento da criança e após o clampeamento e corte do cordão umbilical, 
conforme prescrição médica. 
 
Em relação às diretrizes nacionais de assistência ao parto normal (BRASIL, 2017), estão corretas as afirmativas 
a) I e II. b) I e III. c) II e IV. d) III e IV. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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9. (CETRO/2014) Entende-se por parto natural aquele realizado sem intervenções ou procedimentos 
desnecessários durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto, e com o atendimento centrado 
na mulher. Também pode ser chamado de “parto humanizado”, devido a todo o respeito e ternura com que 
são tratados a mulher e o bebê neste período. Sobre o parto natural, é incorreto afirmar que 
a) para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto, pode-se realizar massagens, banhos de chuveiro e, na 
banheira de hidromassagem, utilização de música e outras técnicas de relaxamento. 
b) a alimentação da parturiente deve ser suspensa durante o trabalho de parto, para evitar a ocorrência de 
náusea e vômitos, mas deve-se fornecer água de forma livre, visando manter a hidratação. 
c) as caminhadas durante o trabalho de parto são estimuladas, proporcionando maior conforto e liberdade à 
parturiente. 
d) durante o trabalho de parto e no parto, é permitida a escolha da melhor posição de parto pela própria 
mulher. 
e) a presença de um acompanhante durante o trabalho de parto e parto, além de benéfico para a parturiente, 
é garantida por lei. 
 
 
 
Bons Estudos! 
Profº Rômulo Passos 
 
 
 
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Gabarito 
1 - C 
2 - A 
3 - C 
4 - B 
5 - D 
6 - A 
7 - E 
8 - B 
9 - B 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos da Atenção Básica: Saúde 
das Mulheres. Brasília/DF, 2016. 
________. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional 
de Incorporação de Tecnologias no SUS. Protocolo: Relatório de Recomendação. Diretriz Nacional de 
Assistência ao Parto Normal. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
________. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, 
aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 
REZENDE, J; MONTENEGRO, C. A. B. Rezende Obstetrícia Fundamental. 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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