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Mary Chen

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Questões resolvidas

Sá, Freitas e Pires (2017) afirmam que a escola pode auxiliar, por meio de ações educativas, o indivíduo a construir sua cidadania e ter acesso ao mercado de trabalho, oferecendo atividades que proporcionem reflexões críticas, possibilitando que os estudantes transcendam os muros escolares. No entanto, para que isso seja possível, é imprescindível que, dentro desta escola, haja professores bem formados cientes de seu papel na vida dos estudantes e tendo em mente os conhecimentos necessários para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico adequado.
Sobre os saberes docentes é correto afirmar que:
é importante ressaltar que o uso de dobraduras de papel para o ensino de geometria possibilita a exploração apenas de conceitos da Geometria Espacial. Para se estudar conceitos da Geometria Plana é necessário utilizar outros recursos.
por meio do uso de dobraduras de papel ou origamis, vários conceitos geométricos podem ser explorados com os alunos, como: reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas. Porém, é importante ressaltar que o professor sempre deve estar atento às crianças por conta do manuseio da tesoura para a confecção de origamis;
o trabalho com noções geométricas a partir de dobraduras contribui para aprendizagem de geometria, no entanto, antes de entrar neste tema é necessário que as crianças já tenham estudado os conceitos de números e medidas, caso contrário, não será possível que percebam semelhanças e diferenças e identifiquem regularidades entre as figuras;
utilizar dobraduras de papel para o ensino de geometria não possibilitará que, de alguma forma, as crianças do ciclo de alfabetização estabeleçam conexões entre a matemática com outras áreas do conhecimento;
o uso de dobraduras se caracteriza como uma forma atraente e motivadora para se ensinar geometria, pois pode-se estimular o pensamento geométrico e a visão espacial das crianças, propiciando uma experiência prazerosa, pois, ao construir as figuras, a matemática se torna mais leve e de mais fácil compreensão;

Ricordi (2015) afirma que o tema grandezas e medidas no ciclo de alfabetização e na educação infantil, de maneira geral, auxilia as crianças a compreenderem os diversos contextos em que os números e a matemática como um todo estão presentes em nosso cotidiano, além de colaborar para a formulação do pensamento matemático dos estudantes, compreendendo as diversas formas que os julgamentos matemáticos se fazem necessários no dia-a-dia. Além disso, a autora ressalta a importância de proporcionar às crianças o desenvolvimento da percepção das medidas por meio de atividades lúdicas.
Sobre o estudo de grandezas e medidas no ciclo de alfabetização, é correto afirmar que:
apesar de caracterizar-se como um tema matemático bastante abstrato, grandezas e medidas podem ser explorados no ciclo de alfabetização de maneira lúdica, buscando estabelecer relações entre a matemática e situações cotidianas. Estabelecer tais relações auxiliará as crianças a desenvolverem o pensamento matemático que será importante para estudos matemáticos posteriores;
devido ao grau de abstração do tema grandezas e medidas é importante que as atividades que envolvem esses conhecimentos foquem na análise, experimentação e observação. Os registros escritos dos estudantes não devem ser pedidos nem considerados;
grandezas e medidas devem ser exploradas no ciclo de alfabetização apenas por meio de brincadeiras e relações. Efetuar comparações entre diferentes medidas não é adequado para as crianças por conta do desenvolvimento cognitivo das mesmas;
unidades de medida como peso, altura, tempo devem ser introduzidos somente após o ciclo de alfabetização. Os estudantes não são capazes de compreenderem tais unidades sem antes serem alfabetizados;
junto com o ato de medir, o conceito de número não aparecerá nas atividades das crianças, uma vez que, para haver a compreensão do conceito de medida, é necessário que a criança tenha claro o conceito de número.

Kubínová (2004) propõe uma abordagem que possibilita a apresentação da geometria sem ser vista como uma estrutura complexa, mas sim como uma parte da matemática que está com raízes na realidade e que nos ajuda a resolver problemas do dia-a-dia. Nessa abordagem, o ensino de geometria é baseado no processo de realização do fenômeno percebido anteriormente pelas crianças, nas formas e na extensão gradual dos possíveis pontos de vista do mundo que as circula. Na experimentação, na modelagem e na habilidade de visualizar o ponto, a linha reta, o plano e nas relações entre eles, os origamis provaram ser um ambiente excepcional para o trabalho com alunos neste respeito.
Sobre o uso de origamis nas aulas de matemática, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as alternativas falsas.
( ) A partir da construção de um origami, vários conceitos geométricos podem ser explorados, como reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas (quadrado, triângulo, retângulo, trapézios, etc.).
( ) Uma das características dos origamis é que em sua construção não são utilizados cortes e colagens, por isso, apenas figuras simples podem ser criadas.
( ) Por se tratar de uma atividade de alta complexidade, ao se trabalhar com origamis em sala de aula é preciso que apenas o professor faça as dobraduras e os alunos observem, caso contrário, a programação da aula atrasaria.
( ) Por meio das dobraduras é possível a confecção de inúmeras figuras, objetos, animais e até mesmo personagens conhecidos pelas crianças.
V, V, F, F.
V, V, V, F.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
V, F, F, F.

A teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner não é um modelo pedagógico, mas sim cognitivo, considerando que a teoria não determina que professores tenham que ensinar seus conteúdos de várias maneiras diferentes (correspondentes a cada uma de suas inteligências), o que seria inviável na prática pedagógica de qualquer professor. Assim, o professor, ao planejar uma atividade, não incitará uma ou duas inteligências, pois deverá refletir e organizar o mesmo conteúdo sob diferentes maneiras de aprendê-lo, e umas das formas de fazer isso, baseando-se na teoria das Inteligências Múltiplas, seria por meio do uso de rotas de acesso (TARSO; MORAIS, 2011).
Sobre o uso de rotas de acesso para o estudo de diferentes conhecimentos matemáticos, considere a seguinte colocação:
Nas aulas de matemática, há a necessidade de constantemente estar se desenvolvendo um raciocínio científico, __________ e dedutivo, raciocínio este característico da inteligência __________. No entanto, conceitos de geometria, por exemplo, podem ser explorados por meio da construção de maquetes. Tais maquetes serão de fácil elaboração por alunos que possuam, como predominante, a chamada inteligência __________, ou seja, com habilidades para se situar no __________ e efetuar comparações precisas entre o que está sendo representado na maquete.
indutivo; lógico-matemática; espaço; espacial.
espacial; lógico-matemática; indutivo; espaço.
indutivo; lógico-matemática; espacial; espaço.
indutivo; espacial; lógico-matemática; espaço.
indutivo; lógico-matemática; cinestésico-corporal; espaço.

O Referencial Nacional Curricular para a Educação Infantil ressalta que as crianças aprendem por meio da prática, ou seja, para aprenderem medidas, precisam de alguma forma medir. O ato de medir pode envolver observação, experimentação e comparação entre diferentes medidas. Assim, uma série de materiais podem ser utilizados pelos professores para o estudo das medidas, como fita métrica, balança, régua, dentre outros. Questões como “quantas vezes é maior? “qual é a altura?”, “qual é a distância?”, “qual é o peso?” podem ser exploradas pelo professor para instigar a participação dos estudantes (BRASIL, 1998. p. 227).
Sobre o estudo de unidades de medida no ciclo de alfabetização, considere a colocação a seguir.
As crianças aprendem fazendo, logo, aprendem a medir, medindo! Uma opção para se explorar esse conhecimento matemático no ciclo de alfabetização é por meio da observação e __________ de diferentes medidas. Ao utilizar uma balança, por exemplo, é possível registrar o __________ de cada um dos estudantes em __________. Após esse registro é possível iniciar uma discussão com os estudantes a fim de determinar qual o indivíduo mais pesado. De forma semelhante, pode-se estudar a __________ das crianças utilizando-se uma fita métrica. Neste caso, diferentes __________ podem ser exploradas, como o __________ e o centímetro.
peso; unidades; metro; comparação; altura; quilograma.
altura; comparação; unidades; peso; quilograma; metro.
comparação; quilograma; unidades; peso; altura; metro.
peso; unidades; comparação; altura; metro; quilograma.
comparação; peso; quilogramas; altura; unidades; metro.

Jogar determinado jogo ou brincar constituem um fato social e referem-se a determinada imagem de criança e brincadeira de uma comunidade ou grupo de pessoas específicos. Trata-se de uma atitude mental definida pelo que se denomina de metalinguagem ou linguagem de segundo grau, ou seja, a brincadeira, ou o jogo, compreende uma atitude mental e uma linguagem baseadas na atribuição de significados diferentes aos objetos e à linguagem, comunicados e expressos por um sistema próprio de signos e sinais (WAJSKOP, 1995).
Sobre as especificidades de cada uma das inteligências descritas por Gardner, considere as seguintes afirmacoes:
I. A capacidade de perceber e fazer distinções no temperamento, humor, motivações, desejos e sentimentos de outras pessoas está relacionada à inteligência interpessoal. Associa-se esta inteligência à empatia, à relação com o outro e sua plena descoberta. Esta inteligência caracteriza psicoterapeutas, políticos, dentre outros.
II. A inteligência sonora ou musical também é categorizada na teoria de Gardner. Segundo o autor, associa-se esta inteligência à capacidade de perceber, discriminar, transformar e expressar formas musicais ou dos sons de um modo geral. Inclui sensibilidade ao ritmo, tom ou melodia, e timbre de uma peça musical.
III. Diferentemente da inteligência interpessoal, a intrapessoa está ligada ao autoconhecimento, à percepção de identidade e a capacidade de agir de maneira adaptativa com base neste conhecimento. Está ligada também à autoestima e à compreensão plena do “eu”, assim como à capacidade de discernir e discriminar as próprias emoções.
É correto o que se afirma em: I, II e III;
I e III;
II, apenas;
I e II;
III, apenas.

Dentro de um contexto escolar, a atividade matemática se inicia a partir da dialética entre professor e aluno mediante práticas voltadas para conteúdos específicos. Nessa relação, os professores, muitas vezes, são abordados pelos alunos com questões que, hoje, estão se tornando clássicas em sala de aula matemática, como: Para que serve esse assunto ou onde vamos usá-lo? Por mais que insistamos em respostas indicadoras da ideia de que a evolução da ciência e da tecnologia foi possível por conta da matemática, muitas vezes, esse argumento não convence. Então, uma possibilidade é buscar na arte argumentos plausíveis para o entendimento da necessidade de um acesso a conteúdos específicos de matemática (PACHECO, 2008).
Sobre a presença da matemática na arte do pintor Alfredo Volpi, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as alternativas falsas.
( ) Alfredo Volpi foi um artista cuja inteligência espacial era bastante desenvolvida, uma vez que, ao analisar suas obras, é possível perceber que ele, na maioria das vezes, buscava representar situações relacionadas ao seu convívio com os demais fazendo uso, sobretudo, de elementos geométricos.
( ) Por se tratar de um artista cuja geometria é bastante presente nas obras, a exploração das formas geométricas a partir das pinturas de Alfredo Volpi é uma possibilidade para o professor do ciclo de alfabetização mostrar ao aluno como a matemática não se relaciona com outros campos do conhecimento.
( ) Dentre as possibilidades de exploração de elementos da obra de Alfredo Volpi estão a análise das figuras presentes, a determinação das figuras geométricas predominantes nas obras, o estudo dos traços feitos pelo pintor, dentre outros aspectos.
( ) Por serem compostas por figuras de diferentes formas, tamanhos, cores e traços, dentre outros elementos, as obras de Alfredo Volpi nas aulas de matemática podem possibilitar uma discussão que envolva unidades de medidas e comparações, dentre outros assuntos, além de apenas conceitos geométricos.
V, V, V, V.
V, F, V, V.
F, V, F, F.
V, V, F, V.
F, F, F, F.

Durante muito tempo o conceito de inteligência foi caracterizado por um padrão único: acreditava-se que as pessoas nasciam com uma determinada quantidade de inteligência, essa quantidade dificilmente poderia ser alterada, em detrimento de seu caráter genético, sendo a inteligência mensurável por meio dos chamados testes de Quociente de Inteligência (QI) ou instrumentos semelhantes, conforme sugerido por diferentes estudiosos da área de psicologia e educação (ALVES; BRENNAND; SOARES, 2016).
Sobre a relação entre as inteligências múltiplas e a educação é correto afirmar que:
segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, a escola ideal deve se basear em algumas suposições, como o fato de que todas as pessoas têm os mesmos interesses e habilidades, e aprendem da mesma maneira;
com a Teoria das Inteligências Múltiplas não é possível elaborar uma reflexão sobre modos de utilizar esse referencial no ensino-aprendizagem, pois a instituição educacional, conhecendo as combinações de inteligências dos estudantes, pode proporcionar aprendizagens significativas para os alunos e ajudá-los na escolha dos recursos mais adequados;
é relevante reconhecer e estimular as várias inteligências humanas, assim como a complementaridade e integração entre elas. Portanto, o propósito da escola não dever ser o de desenvolver essas inteligências, mas apenas identificá-los e classificá-los;
considerando os pressupostos da teoria das inteligências múltiplas, um dos papéis do professor é se preocupar com aquelas crianças que não brilham nos testes padronizados, e que, consequentemente, não possuem nenhum tipo de inteligência;
todos os indivíduos possuem em sua bagagem genética algumas habilidades básicas em todas as inteligências, porém, a forma como tais inteligências irão se desenvolver em cada indivíduo será motivada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais;

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Questões resolvidas

Sá, Freitas e Pires (2017) afirmam que a escola pode auxiliar, por meio de ações educativas, o indivíduo a construir sua cidadania e ter acesso ao mercado de trabalho, oferecendo atividades que proporcionem reflexões críticas, possibilitando que os estudantes transcendam os muros escolares. No entanto, para que isso seja possível, é imprescindível que, dentro desta escola, haja professores bem formados cientes de seu papel na vida dos estudantes e tendo em mente os conhecimentos necessários para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico adequado.
Sobre os saberes docentes é correto afirmar que:
é importante ressaltar que o uso de dobraduras de papel para o ensino de geometria possibilita a exploração apenas de conceitos da Geometria Espacial. Para se estudar conceitos da Geometria Plana é necessário utilizar outros recursos.
por meio do uso de dobraduras de papel ou origamis, vários conceitos geométricos podem ser explorados com os alunos, como: reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas. Porém, é importante ressaltar que o professor sempre deve estar atento às crianças por conta do manuseio da tesoura para a confecção de origamis;
o trabalho com noções geométricas a partir de dobraduras contribui para aprendizagem de geometria, no entanto, antes de entrar neste tema é necessário que as crianças já tenham estudado os conceitos de números e medidas, caso contrário, não será possível que percebam semelhanças e diferenças e identifiquem regularidades entre as figuras;
utilizar dobraduras de papel para o ensino de geometria não possibilitará que, de alguma forma, as crianças do ciclo de alfabetização estabeleçam conexões entre a matemática com outras áreas do conhecimento;
o uso de dobraduras se caracteriza como uma forma atraente e motivadora para se ensinar geometria, pois pode-se estimular o pensamento geométrico e a visão espacial das crianças, propiciando uma experiência prazerosa, pois, ao construir as figuras, a matemática se torna mais leve e de mais fácil compreensão;

Ricordi (2015) afirma que o tema grandezas e medidas no ciclo de alfabetização e na educação infantil, de maneira geral, auxilia as crianças a compreenderem os diversos contextos em que os números e a matemática como um todo estão presentes em nosso cotidiano, além de colaborar para a formulação do pensamento matemático dos estudantes, compreendendo as diversas formas que os julgamentos matemáticos se fazem necessários no dia-a-dia. Além disso, a autora ressalta a importância de proporcionar às crianças o desenvolvimento da percepção das medidas por meio de atividades lúdicas.
Sobre o estudo de grandezas e medidas no ciclo de alfabetização, é correto afirmar que:
apesar de caracterizar-se como um tema matemático bastante abstrato, grandezas e medidas podem ser explorados no ciclo de alfabetização de maneira lúdica, buscando estabelecer relações entre a matemática e situações cotidianas. Estabelecer tais relações auxiliará as crianças a desenvolverem o pensamento matemático que será importante para estudos matemáticos posteriores;
devido ao grau de abstração do tema grandezas e medidas é importante que as atividades que envolvem esses conhecimentos foquem na análise, experimentação e observação. Os registros escritos dos estudantes não devem ser pedidos nem considerados;
grandezas e medidas devem ser exploradas no ciclo de alfabetização apenas por meio de brincadeiras e relações. Efetuar comparações entre diferentes medidas não é adequado para as crianças por conta do desenvolvimento cognitivo das mesmas;
unidades de medida como peso, altura, tempo devem ser introduzidos somente após o ciclo de alfabetização. Os estudantes não são capazes de compreenderem tais unidades sem antes serem alfabetizados;
junto com o ato de medir, o conceito de número não aparecerá nas atividades das crianças, uma vez que, para haver a compreensão do conceito de medida, é necessário que a criança tenha claro o conceito de número.

Kubínová (2004) propõe uma abordagem que possibilita a apresentação da geometria sem ser vista como uma estrutura complexa, mas sim como uma parte da matemática que está com raízes na realidade e que nos ajuda a resolver problemas do dia-a-dia. Nessa abordagem, o ensino de geometria é baseado no processo de realização do fenômeno percebido anteriormente pelas crianças, nas formas e na extensão gradual dos possíveis pontos de vista do mundo que as circula. Na experimentação, na modelagem e na habilidade de visualizar o ponto, a linha reta, o plano e nas relações entre eles, os origamis provaram ser um ambiente excepcional para o trabalho com alunos neste respeito.
Sobre o uso de origamis nas aulas de matemática, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as alternativas falsas.
( ) A partir da construção de um origami, vários conceitos geométricos podem ser explorados, como reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas (quadrado, triângulo, retângulo, trapézios, etc.).
( ) Uma das características dos origamis é que em sua construção não são utilizados cortes e colagens, por isso, apenas figuras simples podem ser criadas.
( ) Por se tratar de uma atividade de alta complexidade, ao se trabalhar com origamis em sala de aula é preciso que apenas o professor faça as dobraduras e os alunos observem, caso contrário, a programação da aula atrasaria.
( ) Por meio das dobraduras é possível a confecção de inúmeras figuras, objetos, animais e até mesmo personagens conhecidos pelas crianças.
V, V, F, F.
V, V, V, F.
F, V, V, F.
V, F, F, V.
V, F, F, F.

A teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner não é um modelo pedagógico, mas sim cognitivo, considerando que a teoria não determina que professores tenham que ensinar seus conteúdos de várias maneiras diferentes (correspondentes a cada uma de suas inteligências), o que seria inviável na prática pedagógica de qualquer professor. Assim, o professor, ao planejar uma atividade, não incitará uma ou duas inteligências, pois deverá refletir e organizar o mesmo conteúdo sob diferentes maneiras de aprendê-lo, e umas das formas de fazer isso, baseando-se na teoria das Inteligências Múltiplas, seria por meio do uso de rotas de acesso (TARSO; MORAIS, 2011).
Sobre o uso de rotas de acesso para o estudo de diferentes conhecimentos matemáticos, considere a seguinte colocação:
Nas aulas de matemática, há a necessidade de constantemente estar se desenvolvendo um raciocínio científico, __________ e dedutivo, raciocínio este característico da inteligência __________. No entanto, conceitos de geometria, por exemplo, podem ser explorados por meio da construção de maquetes. Tais maquetes serão de fácil elaboração por alunos que possuam, como predominante, a chamada inteligência __________, ou seja, com habilidades para se situar no __________ e efetuar comparações precisas entre o que está sendo representado na maquete.
indutivo; lógico-matemática; espaço; espacial.
espacial; lógico-matemática; indutivo; espaço.
indutivo; lógico-matemática; espacial; espaço.
indutivo; espacial; lógico-matemática; espaço.
indutivo; lógico-matemática; cinestésico-corporal; espaço.

O Referencial Nacional Curricular para a Educação Infantil ressalta que as crianças aprendem por meio da prática, ou seja, para aprenderem medidas, precisam de alguma forma medir. O ato de medir pode envolver observação, experimentação e comparação entre diferentes medidas. Assim, uma série de materiais podem ser utilizados pelos professores para o estudo das medidas, como fita métrica, balança, régua, dentre outros. Questões como “quantas vezes é maior? “qual é a altura?”, “qual é a distância?”, “qual é o peso?” podem ser exploradas pelo professor para instigar a participação dos estudantes (BRASIL, 1998. p. 227).
Sobre o estudo de unidades de medida no ciclo de alfabetização, considere a colocação a seguir.
As crianças aprendem fazendo, logo, aprendem a medir, medindo! Uma opção para se explorar esse conhecimento matemático no ciclo de alfabetização é por meio da observação e __________ de diferentes medidas. Ao utilizar uma balança, por exemplo, é possível registrar o __________ de cada um dos estudantes em __________. Após esse registro é possível iniciar uma discussão com os estudantes a fim de determinar qual o indivíduo mais pesado. De forma semelhante, pode-se estudar a __________ das crianças utilizando-se uma fita métrica. Neste caso, diferentes __________ podem ser exploradas, como o __________ e o centímetro.
peso; unidades; metro; comparação; altura; quilograma.
altura; comparação; unidades; peso; quilograma; metro.
comparação; quilograma; unidades; peso; altura; metro.
peso; unidades; comparação; altura; metro; quilograma.
comparação; peso; quilogramas; altura; unidades; metro.

Jogar determinado jogo ou brincar constituem um fato social e referem-se a determinada imagem de criança e brincadeira de uma comunidade ou grupo de pessoas específicos. Trata-se de uma atitude mental definida pelo que se denomina de metalinguagem ou linguagem de segundo grau, ou seja, a brincadeira, ou o jogo, compreende uma atitude mental e uma linguagem baseadas na atribuição de significados diferentes aos objetos e à linguagem, comunicados e expressos por um sistema próprio de signos e sinais (WAJSKOP, 1995).
Sobre as especificidades de cada uma das inteligências descritas por Gardner, considere as seguintes afirmacoes:
I. A capacidade de perceber e fazer distinções no temperamento, humor, motivações, desejos e sentimentos de outras pessoas está relacionada à inteligência interpessoal. Associa-se esta inteligência à empatia, à relação com o outro e sua plena descoberta. Esta inteligência caracteriza psicoterapeutas, políticos, dentre outros.
II. A inteligência sonora ou musical também é categorizada na teoria de Gardner. Segundo o autor, associa-se esta inteligência à capacidade de perceber, discriminar, transformar e expressar formas musicais ou dos sons de um modo geral. Inclui sensibilidade ao ritmo, tom ou melodia, e timbre de uma peça musical.
III. Diferentemente da inteligência interpessoal, a intrapessoa está ligada ao autoconhecimento, à percepção de identidade e a capacidade de agir de maneira adaptativa com base neste conhecimento. Está ligada também à autoestima e à compreensão plena do “eu”, assim como à capacidade de discernir e discriminar as próprias emoções.
É correto o que se afirma em: I, II e III;
I e III;
II, apenas;
I e II;
III, apenas.

Dentro de um contexto escolar, a atividade matemática se inicia a partir da dialética entre professor e aluno mediante práticas voltadas para conteúdos específicos. Nessa relação, os professores, muitas vezes, são abordados pelos alunos com questões que, hoje, estão se tornando clássicas em sala de aula matemática, como: Para que serve esse assunto ou onde vamos usá-lo? Por mais que insistamos em respostas indicadoras da ideia de que a evolução da ciência e da tecnologia foi possível por conta da matemática, muitas vezes, esse argumento não convence. Então, uma possibilidade é buscar na arte argumentos plausíveis para o entendimento da necessidade de um acesso a conteúdos específicos de matemática (PACHECO, 2008).
Sobre a presença da matemática na arte do pintor Alfredo Volpi, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as alternativas falsas.
( ) Alfredo Volpi foi um artista cuja inteligência espacial era bastante desenvolvida, uma vez que, ao analisar suas obras, é possível perceber que ele, na maioria das vezes, buscava representar situações relacionadas ao seu convívio com os demais fazendo uso, sobretudo, de elementos geométricos.
( ) Por se tratar de um artista cuja geometria é bastante presente nas obras, a exploração das formas geométricas a partir das pinturas de Alfredo Volpi é uma possibilidade para o professor do ciclo de alfabetização mostrar ao aluno como a matemática não se relaciona com outros campos do conhecimento.
( ) Dentre as possibilidades de exploração de elementos da obra de Alfredo Volpi estão a análise das figuras presentes, a determinação das figuras geométricas predominantes nas obras, o estudo dos traços feitos pelo pintor, dentre outros aspectos.
( ) Por serem compostas por figuras de diferentes formas, tamanhos, cores e traços, dentre outros elementos, as obras de Alfredo Volpi nas aulas de matemática podem possibilitar uma discussão que envolva unidades de medidas e comparações, dentre outros assuntos, além de apenas conceitos geométricos.
V, V, V, V.
V, F, V, V.
F, V, F, F.
V, V, F, V.
F, F, F, F.

Durante muito tempo o conceito de inteligência foi caracterizado por um padrão único: acreditava-se que as pessoas nasciam com uma determinada quantidade de inteligência, essa quantidade dificilmente poderia ser alterada, em detrimento de seu caráter genético, sendo a inteligência mensurável por meio dos chamados testes de Quociente de Inteligência (QI) ou instrumentos semelhantes, conforme sugerido por diferentes estudiosos da área de psicologia e educação (ALVES; BRENNAND; SOARES, 2016).
Sobre a relação entre as inteligências múltiplas e a educação é correto afirmar que:
segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, a escola ideal deve se basear em algumas suposições, como o fato de que todas as pessoas têm os mesmos interesses e habilidades, e aprendem da mesma maneira;
com a Teoria das Inteligências Múltiplas não é possível elaborar uma reflexão sobre modos de utilizar esse referencial no ensino-aprendizagem, pois a instituição educacional, conhecendo as combinações de inteligências dos estudantes, pode proporcionar aprendizagens significativas para os alunos e ajudá-los na escolha dos recursos mais adequados;
é relevante reconhecer e estimular as várias inteligências humanas, assim como a complementaridade e integração entre elas. Portanto, o propósito da escola não dever ser o de desenvolver essas inteligências, mas apenas identificá-los e classificá-los;
considerando os pressupostos da teoria das inteligências múltiplas, um dos papéis do professor é se preocupar com aquelas crianças que não brilham nos testes padronizados, e que, consequentemente, não possuem nenhum tipo de inteligência;
todos os indivíduos possuem em sua bagagem genética algumas habilidades básicas em todas as inteligências, porém, a forma como tais inteligências irão se desenvolver em cada indivíduo será motivada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais;

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PERGUNTA 1 
1. Sá, Freitas e Pires (2017) afirmam que a escola pode auxiliar, por meio de ações educativas, o 
indivíduo a construir sua cidadania e ter acesso ao mercado de trabalho, oferecendo atividades que 
proporcionem reflexões críticas, possibilitando que os estudantes transcendam os muros escolares. 
No entanto, para que isso seja possível, é imprescindível que, dentro desta escola, haja professores 
bem formados cientes de seu papel na vida dos estudantes e tendo em mente os conhecimentos 
necessários para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico adequado. 
 
SÁ , T. S.; FREITAS, L. A. R.; PIRES, A. C. Formação de professores para o ensino de matemática 
nos anos iniciais do ensino fundamental I. Revista de Pesquisa Interdisciplinar, v. 2, n. 2, 2017. 
 
Sobre os saberes docentes é correto afirmar que: 
 por meio do uso de dobraduras de papel ou origamis, vários conceitos geométricos podem ser 
explorados com os alunos, como: reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas. 
Porém, é importante ressaltar que o professor sempre deve estar atento às crianças por conta do 
manuseio da tesoura para a confecção de origamis; 
 o trabalho com noções geométricas a partir de dobraduras contribui para aprendizagem de 
geometria, no entanto, antes de entrar neste tema é necessário que as crianças já tenham 
estudado os conceitos de números e medidas, caso contrário, não será possível que percebam 
semelhanças e diferenças e identifiquem regularidades entre as figuras; 
 é importante ressaltar que o uso de dobraduras de papel para o ensino de geometria possibilita a 
exploração apenas de conceitos da Geometria Espacial. Para se estudar conceitos da Geometria 
Plana é necessário utilizar outros recursos. 
 o uso de dobraduras se caracteriza como uma forma atraente e motivadora para se ensinar 
geometria, pois pode-se estimular o pensamento geométrico e a visão espacial das crianças, 
propiciando uma experiência prazerosa, pois, ao construir as figuras, a matemática se torna mais 
leve e de mais fácil compreensão; 
 utilizar dobraduras de papel para o ensino de geometria não possibilitará que, de alguma forma, 
as crianças do ciclo de alfabetização estabeleçam conexões entre a matemática com outras 
áreas do conhecimento; 
1 pontos 
PERGUNTA 2 
1. Ricordi (2015) afirma que o tema grandezas e medidas no ciclo de alfabetização e na educação 
infantil, de maneira geral, auxilia as crianças a compreenderem os diversos contextos em que os 
números e a matemática como um todo estão presentes em nosso cotidiano, além de colaborar para 
a formulação do pensamento matemático dos estudantes, compreendendo as diversas formas que os 
julgamentos matemáticos se fazem necessários no dia-a-dia. Além disso, a autora ressalta a 
importância de proporcionar às crianças o desenvolvimento da percepção das medidas por meio de 
atividades lúdicas. 
 
RICORDI, J. C. Estudos de Medidas na Educação Infantil. Anais do XII Congresso Nacional de 
Educação. Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, 2015. 
 
Sobre o estudo de grandezas e medidas no clico de alfabetização, é correto afirmar que: 
 devido ao grau de abstração do tema grandezas e medidas é importante que as atividades que 
envolvem esses conhecimentos foquem na análise, experimentação e observação. Os registros 
escritos dos estudantes não devem ser pedidos nem considerados; 
 junto com o ato de medir, o conceito de número não aparecerá nas atividades das crianças, uma 
vez que, para haver a compreensão do conceito de medida, é necessário que a criança tenha 
claro o conceito de número. 
 unidades de medida como peso, altura, tempo devem ser introduzidos somente após o ciclo de 
alfabetização. Os estudantes não são capazes de compreenderem tais unidades sem antes 
serem alfabetizados; 
 apesar de caracterizar-se como um tema matemático bastante abstrato, grandezas e medidas 
podem ser explorados no ciclo de alfabetização de maneira lúdica, buscando estabelecer 
relações entre a matemática e situações cotidianas. Estabelecer tais relações auxiliará as 
crianças a desenvolverem o pensamento matemático que será importante para estudos 
matemáticos posteriores; 
 grandezas e medidas devem ser exploradas no ciclo de alfabetização apenas por meio de 
brincadeiras e relações. Efetuar comparações entre diferentes medidas não é adequado para as 
crianças por conta do desenvolvimento cognitivo das mesmas; 
1 pontos 
PERGUNTA 3 
1. Ventura e Vicente (2010) mostram que o uso de caixas de papelão podem ser uma ferramenta 
alternativa e concreta para o ensino de geometria tornando o ensino mais atrativo e significativo para 
o aluno, além de possibilitar a aplicabilidade do conteúdo em sala de aula e na resolução de 
problemas em situações reais do cotidiano do aluno. Além dos conceitos de geometria plana e 
espacial, este uso permite desenvolver outros conceitos, como os sistemas de medidas (linear, 
superfície, volume, capacidade e massa), entre outros. 
 
VENTURA, A.; VICENTE, A. O Ensino da Geometria com o Uso das Embalagens. Ciências–
Matemática, Especialização: Didática e Metodologia de Ensino. Atuando na Educação Básica do 
Estado do Paraná. Professor PDE, 2010. 
 
Sobre alguns conceitos de geometria, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as 
alternativas falsas. 
 
( ) Todos os sólidos são formados pela união de figuras planas, as quais podem ser identificadas por 
meio da planificação. 
 
( ) Um sólido geométrico (geometria espacial) é formado pela união de figuras planas (geometria 
plana). Uma caixa, em forma de cubo, por exemplo, é formada pela união de oito quadrados. 
 
( ) Ao planificarmos um sólido geométrico, utilizando uma caixa como recurso metodológico, temos 
acesso a uma série de figuras planas que podemos explorar. Com a planificação de um cilindro, por 
exemplo, teremos um retângulo e dois círculos. 
 
( ) O uso de caixas como ferramenta metodológica é importante. No entanto, há uma limitação que 
precisa ser levada em conta: independente do formato de caixa escolhido, sempre poderão ser 
estudados retângulos e quadrados, ficando de fora todas as outras figuras. 
 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de respostas. 
 V, V, V, F. 
 F, V, V, F. 
 V, F, V, F. 
 V, V, F, F. 
 V, F, F, V. 
 
 
 
 
1 pontos 
PERGUNTA 4 
1. A utilização de diferentes materiais nas aulas de matemática pode ser tida como importante recurso 
por meio do qual os estudantes são possibilitados a ampliarem seus conhecimentos geométricos 
formais (aqueles vistos em sala de aula), muitas vezes adquiridos de maneira informal, por meio da 
observação do mundo, de objetos e formas que os cercam, por exemplo. Assim, pesquisas no âmbito 
da Educação Matemática já têm apresentado uma série de opções para serem utilizadas como 
recursos: dobraduras de papel, material dourado, caixas de papelão, jogos infantis, dentre outros 
(RÊ GO; RÊ GO; GAUDÊ NCIO JÚ NIOR, 2004). 
 
RÊ GO, R. G.; RÊ GO, R. M.; GAUDÊ NCIO JUNIOR, S. A geometria do Origami: atividades de 
ensino através de dobraduras. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2004. 
 
Sobre alguns dos recursos metodológicos discutidos em pesquisas da área de Educação Matemática, 
relacione as colunas a seguir. 
 
(1) Origamis 
( ) Podem ser consideradas no ciclo de alfabetização, uma vez que, por proporcionar uma grande 
interação entre as crianças, envolvendo o cumprimento de regras, por exemplo, promove novas e 
diferentes formações cognitivas nas mesmas. 
(2) Caixas de papelão ( ) Possibilitam a exploração de conceitos da geometria plana e espacial por 
meio da planificação de diferentes sólidos geométricos. 
(3) Material Dourado ( ) Trata-se de uma arte japonesa de dobrar geometricamente uma peça de 
papel, sem cortes e/ou colagens, com o intuito de se criar objetose personagens. 
(4) Brincadeiras Infantis ( ) É um conjunto de materiais, geralmente composto por peças de madeira 
ou plástico que possibilitam que os estudantes estabeleçam relações matemáticas principalmente 
relacionadas ao conceito de números e operações. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta. 
 4, 3, 1, 2. 
 4, 2, 1, 3. 
 1, 3, 2, 4 
 3, 2, 1, 4. 
 4, 2, 3, 1. 
1 pontos 
PERGUNTA 5 
1. Kubínová (2004) propõe uma abordagem que possibilita a apresentação da geometria sem ser vista 
como uma estrutura complexa, mas sim como uma parte da matemática que está com raízes na 
realidade e que nos ajuda a resolver problemas do dia-a-dia. Nessa abordagem, o ensino de 
geometria é baseado no processo de realização do fenômeno percebido anteriormente pelas 
crianças, nas formas e na extensão gradual dos possíveis pontos de vista do mundo que as circula. 
Na experimentação, na modelagem e na habilidade de visualizar o ponto, a linha reta, o plano e nas 
relações entre eles, osorigamis provaram ser um ambiente excepcional para o trabalho com alunos 
neste respeito. 
 
KUBÍNOVÁ , M. School Geometry and Folding Paper. Mathematics Education. Univerzita Karlova, 
2004. 
 
Sobre o uso de origamis nas aulas de matemática, assinale com V as alternativas verdadeiras e com 
F as alternativas falsas. 
 
( ) A partir da construção de um origami, vários conceitos geométricos podem ser explorados, como 
reta, plano, ângulo, diagonais e diferentes figuras geométricas (quadrado, triângulo, retângulo, 
trapézios, etc.). 
 
( ) Uma das características dos origamis é que em sua construção não são utilizados cortes e 
colagens, por isso, apenas figuras simples podem ser criadas. 
 
( ) Por se tratar de uma atividade de alta complexidade, ao se trabalhar com origamis em sala de aula 
é preciso que apenas o professor faça as dobraduras e os alunos observem, caso contrário, a 
programação da aula atrasaria. 
 
( ) Por meio das dobraduras é possível a confecção de inúmeras figuras, objetos, animais e até 
mesmo personagens conhecidos pelas crianças. 
 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de respostas. 
 V, V, F, F 
 V, V, V, F. 
 F, V, V, F. 
 V, F, F, V. 
 V, F, F, F. 
1 pontos 
PERGUNTA 6 
1. A teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner não é um modelo pedagógico, mas sim 
cognitivo, considerando que a teoria não determina que professores tenham que ensinar seus 
conteúdos de várias maneiras diferentes (correspondentes a cada uma de suas inteligências), o que 
seria inviável na prática pedagógica de qualquer professor. Assim, o professor, ao planejar uma 
atividade, não incitará uma ou duas inteligências, pois deverá refletir e organizar o mesmo conteúdo 
sob diferentes maneiras de aprendê-lo, e umas das formas de fazer isso, baseando-se na teoria das 
Inteligências Múltiplas, seria por meio do uso de rotas de acesso (TARSO; MORAIS, 2011). 
 
TARSO, R.; MORAIS, D. Rotas Alternativas de Aprendizagem: uma ferramenta para o ensino 
instrumental. Anais do X Encontro de Ciências Cognitivas da Música. Universidade Vale do Rio Verde, 
2011. 
 
Sobre o uso de rotas de acesso para o estudo de diferentes conhecimentos matemáticos, considere a 
seguinte colocação: 
 
Nas aulas de matemática, há a necessidade de constantemente estar se desenvolvendo um 
raciocínio científico, __________ e dedutivo, raciocínio este característico da inteligência 
__________. No entanto, conceitos de geometria, por exemplo, podem ser explorados por meio da 
construção de maquetes. Tais maquetes serão de fácil elaboração por alunos que possuam, como 
predominante, a chamada inteligência __________, ou seja, com habilidades para se situar no 
__________ e efetuar comparações precisas entre o que está sendo representado na maquete. 
 
Assinale a alternativa que apresenta os termos que, em ordem, completam adequadamente o excerto 
acima. 
 indutivo; lógico-matemática; espaço; espacial. 
 espacial; lógico-matemática; indutivo; espaço. 
 indutivo; lógico-matemática; espacial; espaço. 
 indutivo; espacial; lógico-matemática; espaço. 
 indutivo; lógico-matemática; cinestésico-corporal; espaço. 
 
 
 
 
1 pontos 
PERGUNTA 7 
1. O Referencial Nacional Curricular para a Educação Infantil ressalta que as crianças aprendem por 
meio da prática, ou seja, para aprenderem medidas, precisam de alguma forma medir. O ato de medir 
pode envolver observação, experimentação e comparação entre diferentes medidas. Assim, uma 
série de materiais podem ser utilizados pelos professores para o estudo das medidas, como fita 
métrica, balança, régua, dentre outros. Questões como “quantas vezes é maior? “qual é a altura?”, 
“qual é a distância?”, “qual é o peso?” podem ser exploradas pelo professor para instigar a 
participação dos estudantes (BRASIL, 1998. p. 227). 
 
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial 
Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC, SEF, 1998. 
 
Sobre o estudo de unidades de medida no ciclo de alfabetização, considere a colocação a seguir. 
 
As crianças aprendem fazendo, logo, aprendem a medir, medindo! Uma opção para se explorar esse 
conhecimento matemático no ciclo de alfabetização é por meio da observação e __________ de 
diferentes medidas. Ao utilizar uma balança, por exemplo, é possível registrar o __________ de cada 
um dos estudantes em __________. Após esse registro é possível iniciar uma discussão com os 
estudantes a fim de determinar qual o indivíduo mais pesado. De forma semelhante, pode-se estudar 
a __________ das crianças utilizando-se uma fita métrica. Neste caso, diferentes __________ 
podem ser exploradas, como o __________ e o centímetro. 
 
Assinale a alternativa que apresenta os termos que, em ordem, completam adequadamente o excerto 
acima. 
 peso; unidades; metro; comparação; altura; quilograma. 
 altura; comparação; unidades; peso; quilograma; metro. 
 comparação; quilograma; unidades; peso; altura; metro. 
 peso; unidades; comparação; altura; metro; quilograma. 
 comparação; peso; quilogramas; altura; unidades; metro. 
1 pontos 
PERGUNTA 8 
1. Jogar determinado jogo ou brincar constituem um fato social e referem-se a determinada imagem de 
criança e brincadeira de uma comunidade ou grupo de pessoas específicos. Trata-se de uma atitude 
mental definida pelo que se denomina de metalinguagem ou linguagem de segundo grau, ou seja, a 
brincadeira, ou o jogo, compreende uma atitude mental e uma linguagem baseadas na atribuição de 
significados diferentes aos objetos e à linguagem, comunicados e expressos por um sistema próprio 
de signos e sinais (WAJSKOP, 1995). 
 
WAJSKOP, G. O brincar na educação infantil. Cadernos de pesquisa, n. 92, p. 62-69, 1995. 
 
Sobre as especificidades de cada uma das inteligências descritas por Gardner, considere as 
seguintes afirmações: 
 
I. A capacidade de perceber e fazer distinções no temperamento, humor, motivações, desejos e 
sentimentos de outras pessoas está relacionada à inteligência interpessoal. Associa-se esta 
inteligência à empatia, à relação com o outro e sua plena descoberta. Esta inteligência caracteriza 
psicoterapeutas, políticos, dentre outros. 
 
II. A inteligência sonora ou musical também é categorizada na teoria de Gardner. Segundo o autor, 
associa-se esta inteligência à capacidade de perceber, discriminar, transformar e expressar formas 
musicais ou dos sons de um modo geral. Inclui sensibilidade ao ritmo, tom ou melodia, e timbre de 
uma peça musical. 
 
III. Diferentemente da inteligência interpessoal, a intrapessoa está ligada ao autoconhecimento, à 
percepção de identidade e a capacidade de agir de maneira adaptativa com base neste 
conhecimento. Está ligada também à autoestima e à compreensão plena do “eu”,assim como à 
capacidade de discernir e discriminar as próprias emoções. 
 
É correto o que se afirma em: 
 I, II e III; 
 I e III; 
 II, apenas; 
 I e II; 
 III, apenas. 
 
 
1 pontos 
PERGUNTA 9 
1. Dentro de um contexto escolar, a atividade matemática se inicia a partir da dialética entre professor e aluno mediante 
práticas voltadas para conteúdos específicos. Nessa relação, os professores, muitas vezes, são abordados pelos alunos 
com questões que, hoje, estão se tornando clássicas em sala de aula matemática, como: Para que serve esse assunto ou 
onde vamos usá-lo? Por mais que insistamos em respostas indicadoras da ideia de que a evolução da ciência e da 
tecnologia foi possível por conta da matemática, muitas vezes, esse argumento não convence. Então, uma possibilidade 
é buscar na arte argumentos plausíveis para o entendimento da necessidade de um acesso a conteúdos específicos de 
matemática (PACHECO, 2008). 
 
PACHECO, A. B. Matemática : equações e arte. Anais do 2º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação 
Matemática (SIPEMAT), Recife - PE, 2008. 
 
Sobre a presença da matemática na arte do pintor Alfredo Volpi, assinale com V as alternativas verdadeiras e com F as 
alternativas falsas. 
 
( ) Alfredo Volpi foi um artista cuja inteligência espacial era bastante desenvolvida, uma vez que, ao analisar suas obras, 
é possível perceber que ele, na maioria das vezes, buscava representar situações relacionadas ao seu convívio com os 
demais fazendo uso, sobretudo, de elementos geométricos. 
 
( ) Por se tratar de um artista cuja geometria é bastante presente nas obras, a exploração das formas geométricas a 
partir das pinturas de Alfredo Volpi é uma possibilidade para o professor do ciclo de alfabetização mostrar ao aluno como 
a matemática não se relaciona com outros campos do conhecimento. 
 
( ) Dentre as possibilidades de exploração de elementos da obra de Alfredo Volpi estão a análise das figuras presentes, 
a determinação das figuras geométricas predominantes nas obras, o estudo dos traços feitos pelo pintor, dentre outros 
aspectos. 
 
( ) Por serem compostas por figuras de diferentes formas, tamanhos, cores e traços, dentre outros elementos, as obras 
de Alfredo Volpi nas aulas de matemática podem possibilitar uma discussão que envolva unidades de medidas e 
comparações, dentre outros assuntos, além de apenas conceitos geométricos. 
 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de respostas. 
 F, F, F, F. 
 V, V, V, V. 
 V, V, F, V. 
 V, F, V, V. 
 F, V, F, F. 
 
 
 
 
1 pontos 
PERGUNTA 10 
1. Durante muito tempo o conceito de inteligência foi caracterizado por um padrão único: acreditava-se 
que as pessoas nasciam com uma determinada quantidade de inteligência, essa quantidade 
dificilmente poderia ser alterada, em detrimento de seu caráter genético, sendo a inteligência 
mensurável por meio dos chamados testes de Quociente de Inteligência (QI) ou instrumentos 
semelhantes, conforme sugerido por diferentes estudiosos da área de psicologia e educação (ALVES; 
BRENNAND; SOARES, 2016). 
 
ALVES, R.; BRENNAND, E.; SOARES, I. Conectando inteligências múltiplas através de aplicações 
interativas na formação de gestores. Gestão & Aprendizagem, v. 4, n. 2, p. 11-33, 2016. 
 
Sobre a relação entre as inteligências múltiplas e a educação é correto afirmar que: 
 segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, a escola ideal deve se basear em algumas 
suposições, como o fato de que todas as pessoas têm os mesmos interesses e habilidades, e 
aprendem da mesma maneira; 
 considerando os pressupostos da teoria das inteligências múltiplas, um dos papéis do professor é 
se preocupar com aquelas crianças que não brilham nos testes padronizados, e que, 
consequentemente, não possuem nenhum tipo de inteligência. 
 com a Teoria das Inteligências Múltiplas não é possível elaborar uma reflexão sobre modos de 
utilizar esse referencial no ensino-aprendizagem, pois a instituição educacional, conhecendo as 
combinações de inteligências dos estudantes, pode proporcionar aprendizagens significativas 
para os alunos e ajudá-los na escolha dos recursos mais adequados; 
 é relevante reconhecer e estimular as várias inteligências humanas, assim como a 
complementaridade e integração entre elas. Portanto, o propósito da escola não dever ser o de 
desenvolver essas inteligências, mas apenas identificá-los e classificá-los; 
 todos os indivíduos possuem em sua bagagem genética algumas habilidades básicas em todas 
as inteligências, porém, a forma como tais inteligências irão se desenvolver em cada indivíduo 
será motivada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais;

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