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1 Testes de Função Pulmonar e Broncoscopia Dr. Ricardo Ximenes Malinverni Pneumologia Hosp. Gov. Celso Ramos Hosp. de Caridade Florianópolis - SC UNISUL Espirometria Latim Spirare – respirar Metrum – Medida Medir os volumes e fluxos pulmonares, durante uma manobra de respiração lenta ou forçada Apresentador Notas de apresentação Manobra – sopro Avaliar e medir o fluxo e o volume pulmonar Precisa ser uma manobra forcada Espirometria Teste subutilizado Simples Baixo Custo Diagnóstico precoce e a quantificação dos distúrbios respiratórios Prognóstico, evolução, tratamento Apresentador Notas de apresentação Diagnostico de doenças pulmonares precocemente So aparece as coisas no RX quando as coisas já tao muito ruins Indicações Fumantes com ou sem sintomas respiratórios Avaliação da dispnéia, tosse e outros sintomas respiratórios Diagnóstico de Doenças Pulmorares: Intersticiais Neuromusculares Obstrutivas Apresentador Notas de apresentação Para ter alterações decorrente do tabagismo no raio X – deve ter um tempo bem maior do que visto na espirometria (consegue detectar antes as alterações do tabagista) Indicações Na ASMA: Diagnóstico Estadiamento Avaliação Resposta ao Tto BIE Apresentador Notas de apresentação Espirometria é fundamental para diagnóstico da asma, para o estadiamento da asma, para avaliação da resposta ao tratamento Indicações Na DPOC: Rastreamento (assintomáticos) Diagnóstico Estadiamento Avaliação Resposta ao Tto Apresentador Notas de apresentação EspIrometria usado no DPOC para detectar obstrução de fluxos aereos mesmo antes de apresentar sintomas Mortalidade é maior com o VEF1<30 Inflamacao de brônquios e bronquíolos (bonqurioconstricao- mangueira fica fina) doença obstrutiva, Dificuldade do fluxo de ar Indicações Avaliação Pré-operatória Risco de Complicações respiratórias Maior risco: Asma Fumantes com Sintomas Respiratórios DPOC Cirurgia Torácica ou Abdominal Alta Apresentador Notas de apresentação Pode ajudar a estratificar pacientes com maior ou menor risco E tiver história de algum dos exemplos acima => pode usar a esperirometria e estimar os riscos de infecções/complicações – pedir vaga de UTI, uso de broncoaspirador antes da cirurgia... Escala NÃO PRECISA SABER!! Indicações � Avaliação incapacidades: � exposição agentes ocupacionais � Legislação Trabalhista: NR 7 (Dez/1994) exposição a poeiras (aerodispersóides) Burrows B. NEJM 1969; 280: 397-404 200 pacientes com DPOC seguidos por 7 anos VEF1 e prognóstico da DPOC Apresentador Notas de apresentação Volume expiratório forçado no 1 segundo (FLUXO) No experts in lung function. Self appointed group of chums. Not affiliated to American Thoracic or European Resp Societies Mostrar que desde 1969 - já havia artigos comparando pacientes com VEF1 Quanto menor VEF1 maior era a mortalidade – percentual de vida vai diminuindo 10 Contra-Indicações Relativas Hemoptise Crise Hipertensiva Angina ou IAM Recente Descolamento de Retina Cirurgia abdominal ou torácica recentes Tuberculose ativa Apresentador Notas de apresentação Nada pra decorar Espirômetro 1960, NYC Hutchinson, 1856 Apresentador Notas de apresentação Campanula conectada ao selo de água – subia e descia – pena ia desenhando em papel milimetrado – desenhos da respiração Espirômetros de Volume Espirômetros de Fluxo Termístor Turbina Apresentador Notas de apresentação Tem um sensor de fluxo – mede o fluxo de ar – pode ser por diferença de temperatura, ou por diferença de pressão Apresentador Notas de apresentação Mais usado – imagem Sensor de fluxo Resistencia que mede o fluxo de ar Consegue medir o volume de ar que sai dali 16 Bocais Descartáveis Filtros Descartáveis Apresentador Notas de apresentação Grampinho no nariz – que expire e inspire somente pelo nariz Consegue na mesma hora as curvas que ele vai fazendo – consegue orientar o paciente e já observar se as curvas estão de forma adequada – que tenham uma aceitabilidade Depende do entendimento do paciente e do médico para que possa ter um exame de qualidade Volumes e Capacidades Pulmonares VAC CI VRI CV CPT VRE VR CRF Volume (L) Tempo (s) Apresentador Notas de apresentação Volume de ar corrente (VAC) – respira normal Inspire todo o ar – curva sobe – curva de reserva inspiratória (VRI) Expira até não ter mais ar no pulmão o vai até o VR – volume residual – ainda tem um pouco no pulmão Espirometria é medir a capacidade vital = CV = todo volume de ar expirado depois de uma intensa inspiração, como se pegasse desde o momento de ponto mais cheio e desse uma bexiga pra soltar todo o ar que tem dentro do pulmão. Tudo se chama (VRI+ VC+VRE) de capacidade vital forcada (- o volume residual) Capacidade vital eu consigo ver pela expirometria Adulto expira em mais ou menos 6 segundos, criança em 3/4 Realização do Exame Exame dinâmico Cooperação / Esforço Manobra da Capacidade Vital Forçada Inspiração Profunda Expiração com esforço Máximo até o VR Inspiração Profunda Realização da Manobra Apresentador Notas de apresentação Outra forma, mesma coisa... Respire normal – enche o peito – sopre tudo Capacidade vital forçada (CVF) Soprou todo o ar que tinha no pulmão – quando forma o platô é que tem certeza que pode aceitar a espirometria de que ele expirou todo o ar inspirado 5 4 3 2 1 0 10 32 54 76 8 V ol um e (L ) Tempo (Seg) •VEF 1 10 8 6 4 2 0 - 2 - 4 - 6 0 1 2 3 4 5 Exp Insp Volume (L) Fl ux o (L /s eg ) •FEFmax •FEF 25% •FEF 75% • FEF 50% • CPT CURVA FLUXO x VOLUME CURVA VOLUME x TEMPO CVF •CVF •VEF1 •VEF1/CVF CVF Apresentador Notas de apresentação Usa um broncodilatador (aerolin) 21 Principais Parâmetros Medidos na Espirometria VEF1 Volume Expiratório Forçado no Primeiro Segundo Maior Utilidade Clínica Correlacionado com Gravidade - Mortalidade - Resposta ao Tratamento e Seguimento CV ou CVF: Todo o ar expirado dos pulmões durante a manobra Capacidade Vital (Forçada) VEF1/CVF (Índice de Tiffenau): Apresentador Notas de apresentação Importante entender VEF1 = Volume Expiratório Forçado no Primeiro Segundo =====> expressando o FLUXO (unidade de volume dentro de uma unidade de tempo) de ar VEF1 = 3,50L = expressa a quantidade de volume que o paciente expirou em 1 segundo Vai estar alterado em doenças com relação com as vias aéreas – diminuem o calibre ou com inflamação – tornem a passagem do ar mais difícil ou seja o fluxo do ar mais diminuindo... Asma, DPOC – alteram o VEF1 Capacidade vital ou capacidade vital forçada (esforço máximo, mais usado) É um marcador de VOLUME DE AR. Atelectasia – modelo não muito bom... Fibrose => atua na matriz elástica do pulmão, fica encolido – LUPUS, esclerodermia, artrite reumatóide, pneumoconiose, silicose Queimadura grave – doenças da caixa torácica Doença neuromuscular INDICE DE TIFFENAU = VEF1/CVF somente uma relação entre fluxo e volume Critérios de Aceitabilidade: Início da Manobra Inspiração máxima Sopro “explosivo” Início abrupto e sem hesitação Apresentador Notas de apresentação Iniciar abrupto e forma um pico sem hesitação 23 Apresentador Notas de apresentação A = sopro correto F= tosse Critérios de Aceitabilidade: Fim da Manobra Duração satisfatória do teste em geral ε 6 segundos crianças e adolescentes: 3 segundos obstrução: > 10 s (ideal: 15 s) Término platô no último segundo Apresentador Notas de apresentação Tem certeza que soprou todo o ar do pulmão – platô no ultimo segundo Volume não altera Média de adulto – 6 segundos Crianças e adolescentes – pulmão mais elástico – expiram mais rapidamente o ar obstrução: > 10 s (ideal: 15 s) dona maria – aula prática 25 Interpretação Boa execução do exame Resultados Normais?? Escolha de valores de Referência para cada População Sexo, Idade, Altura Limites inferiores Padrão da Anormalidade? Obstrutivo vs Restritivo O que isto significa para meu paciente? Apresentador Notas de apresentação Sexo, Idade, Altura vão determinar as característica de respiração de cada um Limites inferiores da equação de referência PRECISO VER NA EXPIROMETRIA: VEF1 principal marcador de fluxo CVF capacidade vital (marcador de volume) VEF1/CVF fluxo/volume (índice de tiffenau) Disturbios: OBSTRUTIVO: (limitação do fluxo de ar) Característica: VEF1: reduzido, CVF: normal Indice de tiffenau baixo (vef1/cvf) Bronquite/asma DPOC RESTRITIVAS: Caracteristica: diminuição de volume. (CVF: diminuído) (PADRAO OURO: CPT diminuída) Indice de tiffenau normal ou alto doenças do parênquima: doenças que causam fibrose no parênquima (intersticiais) ex: fibrose pulmonar idiopática, lúpus, AR, esclerodermia doenças da caixa torácica: cifoescoliose grave, pectus escavatus grave doenças da bomba: ELA, miastenia gravis, guillian barré, Esclerose multipla 27 Fatores Mais Relevantes na Determinação dos Valores de Referência Sexo Estatura Idade Raça Classificação dos Distúrbios Normal Obstrutivo Obstrutivo c/ CVF reduzida Restritivo Combinado Inespecífico Apresentador Notas de apresentação Saber: normal, obstrutivo e restritivo Normal Resultados dentro dos valores estipulados pela equação de referência de acordo com o paciente estudado. VEF1, CVF e Tiffenau normais Apresentador Notas de apresentação TEM VALORES PREVISTOS EM CADA LUGAR DO MUNDO. Distúrbio Obstrutivo Redução desproporcional dos fluxos em relação aos volumes pulmonares VEF1/CV(F) reduzido VEF1 reduzido CV(F): normal Ex: Asma, bronquite crônica, enfisema, bronquiectasias etc... Apresentador Notas de apresentação Mostra 3 curvas 2- normal 1- obstrutiva: concavidade da curva, quanto maior a concavidade maior a gravidade da obstrução em geral – VEF1 menor. Fluxo de ar diminuido, volume de ar expirado geralmente é normal, só que elimina devagar, faz com que a relação de Tiffenau fique menor – relação de fluxo e volume BAIXA. CAIU muito o VEF1 e caiu pouco ou quase nada a CV(F) 3- restritiva Não tem dificuldade de expirar no inicio pois o primeiro ar que sai – inicio da traquei sai fácil Distúrbio Obstrutivo Curva F x V côncava VEF/CVF reduzido VEF1 reduzido Distúrbio Restritivo � Redução dos volumes pulmonares � CVF reduzida! � CV(F) - < 80% previsto ou < LI e VEF1/CVF > 90% previsto � Medir a CPT (padrão-ouro) � Causas: pulmonar e extrapulmonar Apresentador Notas de apresentação CERTEZA: medir a CPT = CV + VR (pletismografia pulmonar) Consegue inferir um distúrbio restritivo ------> CV baixa Maior parte da CPT é a CV Distúrbio Restritivo VEF1/CVF normal ou aumentado CVF reduzido Curva F x V convexa Apresentador Notas de apresentação Mais estreita e apiculada, em forma mais de torre, reduz o volume “chapéu da bruxa” Quantificação dos Distúrbios Ventilatórios SBPT 34 RESPOSTA AO BD SBPT, I Consenso Brasileiro de Espirometria. J Pneumol 1996 Sourk RL et al. Am Rev Respir Dis 1983 Tweeddale PM et al. Thorax 1987 � Critérios de resposta clássicos: VEF1: 200 ml E 7% do previsto CVF: 350 ml � Variações estatisticamente significantes EXPRESSÃO DA RESPOSTA: VEF1pósBD –VEF1pré-BD /VEF1previsto Apresentador Notas de apresentação Espirometria – 3 manobras broncodilatador – sopros – com critérios de aceitabilidade Aplica o broncodilatador ( asma tem resposta ao broncodilatador, DPOC é tratado com broncodilatador mas na espirometria não influencia) Aguarda 10min Repete as três curvas Critérios de Resposta BD Consenso SBPT 36 Interpretação 38 Roteiro de Interpretação 1. Checar critérios de Aceitabilidade 2. Avaliar VEF1/CVF 3. Normal/Obstrutivo/Restritivo 4. Avaliar VEF1 e CVF em relação aos preditos 5. Classificar quanto à gravidade 6. Avaliar Resposta ao BD Apresentador Notas de apresentação Inicio e fim da manobr Avaliar o Tiffenau – abaixo obstrução (limite inferior é calculado para cada paciente), normal ou alto = pode ser normal ou restritivo BD = broncodilatador Dispnéia,Tosse e Chiado LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Grave Não houve variação significativa de VEF1 ou CVF após broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação DPOC NÃO TEM VARIAO SIGNIFICATIVA COM BD CRITÉRIO DE ACEITABILIDADE: inicio abrupto forma pico platô (1s) Previsto pelo paciente Limite inferior Obteve na 1ª fase Segunda fase Tiffenau = 0,54 (valor do limite inferior = 0,71) --> distúrbio obstrutivo curva – com convexidade Tiffenau – olhar em valor absoluto (esquecer o de porcentagem) Disturbio ventilatório – grave (segundo VEF, se fosse por Tiffenau seria moderado sempre colocar o mais grave) Variação do VEF1 foi de 0,97 até 1,05 variou +/- 20 ml Cvf – teria que ter variado 300ml LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Leve Houve variação significativa de VEF1, após broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação Mais sugestivo de ASMA Preenche os critérios de acetibilidade Tiffenau – 063 ( inferior ao limite inferior) Disturbio leve – 74% e 63% Variação: quanto variou em relação ao previsto 1,26 --- 1,58 dividido pelo previsto (1,71) 18% - variou = variação significativa Ver tiffenau e VEF1 classifico o que for pior. Pos-pre/previsto 61 anos tabagista dispnéia LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Leve sem variação significativa de VEF1 e CVF após broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação Critérios de acecitibilidade Tiffenau menor distúrbio ventilatório obstrutivo 63% leve 3,23 – 3,42 = 0,19 – 190mL Variação – 190ml (não fecha com os 200) sem variação significativa de VEF1 e CVF 65anos, fem, tabagista 40 a/m LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Leve. Não houve variação significativa de VEF1 e CVF após uso de broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação Critérios de aceitabilidade: início abrupto – pico – platô Tiffenau – BAIXO (0,68) 68% leve ( > 60%) Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Leve. Não houve significativa de VEF1 e CVP após uso de broncodilatador Curva – côncava CVF – normal FEV1 – baixo (1,49) 1,61 – 1,49/2,33 = 0,12/2,33 = 0,051 5,1% 0,12 = 120mL Ambos os valores menores do que o critérios clássicos = não responde ao broncodilatador 66anos, fem, esclerodermia, dispnéia LAUDO: Distúrbio Ventilatório Restritivo Grave. Não houve variação significativa de VEF1e CVF após uso de broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação CURVA – SUGERE RESTRIÇÃO – convexa, estreita, apiculada Tiffenau: 0,85 – normal/elevado Queda muito importante na CVF – caiu muito mais que o VEF1 GRAVE – abaixo de 50% (47%) 38a, fem, asma? LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Leve. Após uso de broncodilatador houve variação significativa de fluxo (VEF1), sem normalização funcional. Apresentador Notas de apresentação Curva ajuda pouco Tiffenau menor OBSTRUTIVO 69% vef1 60% Tiffenau LEVE VARIOU DE 1,99 PARA 2,31 320 ML 0,32/2,9 = 0,110 = +/- 11% MAIS QUE 7% Preenche os critérios de resposta clássica a resposta do broncodilatador Sem normalização funcional – na asma normalmente broncodilatador ajuda => Tiffenau – fica normal 68 anos, masc, 70anos/maço, dispnéia LAUDO: Distúrbio Ventilatório Obstrutivo grave ou acentuado, com CVF reduzida. Não houve variação significativa de VEF1 ou CVF após uso de broncodilatador. Apresentador Notas de apresentação Preenche os critérios de acecitibildade: início abrupto - pico – platô Tiffenau: 0,44 BAIXO!! – Moderado (59-41%) VEF1: 26% - Grave Distúrbio Ventilatório Obstrutivo Grave com CVF reduzida. Não houve variação significativa de VEF1 ou CVF após o uso de broncodilatador CVF: 1,8 Baixo FEV1: 0,79 Baixo 0,82 - ,079/3,08 = 0,03/3,08 = 0,0097 = 0,97% 0,03 = 3ml Não preenche aos critérios clássicos = não responde ao broncodilatador Feminino, 17 anos, 163 cm, 52 Kg, dispnéia e fraqueza Encontrado % Previsto CVF,L 1,80 55 Doença neuromuscular: Distúrbio Restritivo Moderado Apresentador Notas de apresentação Pico como não desejado Platô com tamanho curto Amputação da alça respiratória Termino precoce da espiração Tiffenau – normal 0,86 Queda brusca do CVF Queda baixa do FEV1 RESTRITIVA NEUROMUSCULAR – MIASTENIA GRAVIS 47 Broncoscopia Método que permite acessar e visualizar internamente as vias aéreas, com finalidade diagnóstica ou terapêutica. Broncoscópio Flexivel Broncoscópio Rígido 48 Broncoscópio Rígido 49 Broncoscópio Flexível https://www.youtube.com/watch?v=v9sJVicR9PY https://www.youtube.com/watch?v=v9sJVicR9PY 50 Indicações Diagnósticas Alterações Radiológicas (Ex: Suspeitas de Neoplasia) Estadiamento de Neoplasia EBUS - estadiamento do mediastino Avaliação extensão das lesões - pré-operatório Infecções Pulmonares: Pneumonias Nosocomiais - PAV - TB (lavados, escovados brônquicos) Doenças Pulmonares Intersticiais Hemoptise Obstrução de Vias Aéreas Corpo Estranho Apresentador Notas de apresentação “ENDOSCOPIA” do aparelho respiratório 51 Indicações Terapêuticas Alívio dos sintomas de obstrução brônquica em neoplasias avançadas Remoção de secreções das vias aéreas Remoção de Corpo Estranho Intubação difícil 52 • 75 anos - Alzheimer - acamado • Tosse - muito secretivo Apresentador Notas de apresentação Opacificação de todo o hemitórax direito Desvio mais acentuado da traqueia – ipsilateral Caracterizando uma atelectasia do pulmão direito por uma rolha de secreção 53 Métodos Diagnósticos Lavado Brônquico LB: Neoplasias, Infecções, etc Lavado Broncoalveolar LBA: Instilação de Soro em um brônquio distal Representativo de 1 milhão de alvéolos Celularidade; culturas; pesquisa de células neoplásicas; fungos; micobactérias etc… 54 Métodos Diagnósticos Escovado Brônquico: Biópsia Endobrônquica: Biópsia Transbrônquica: Obtendo tecido pulmonar Punção Transtraqueal ou Transbronquial Guiada por US: 55 Escovado Brônquico Biópsia Endobrônquica Biópsia Transbrônquica 56 57 Remoção de Corpo Estranho Apresentador Notas de apresentação Aspiração maior lado direito – brônquio principal direito é mais verticalizada e curta pneumonia aspirativa, vomito aspirativo Pletismografia Teste de Exercício Cardiopulmonar Apresentador Notas de apresentação Ergoespirometria Teste de Caminhada de 6 Minutos Apresentador Notas de apresentação Paciente com fibrose pulmonar não consegue caminhar 500-6600m em seis minutos Pacientes que menos andam apresentam maior mortalidade 61 Leitura Complementar Diretrizes Brasileiras de Função Pulmonar (www.sbpt.org.br) Medicina Respiratória - Carlos Alberto de Castro Pereira - Editora Atheneu 2014 Os slides apresentados são apenas o roteiro dos assuntos abordados e o estudo do tema deve ser complementado com leitura aprofundada de livro texto, artigos e consensos http://www.sbpt.org.br/ Número do slide 1 Espirometria Espirometria Indicações Indicações Indicações Indicações Indicações Número do slide 9 Contra-Indicações Relativas Espirômetro Número do slide 12 Espirômetros de Volume Espirômetros de Fluxo Número do slide 15 Número do slide 16 Volumes e Capacidades Pulmonares Realização do Exame Realização da Manobra Número do slide 20 Principais Parâmetros Medidos na Espirometria Critérios de Aceitabilidade: Início da Manobra Número do slide 23 Critérios de Aceitabilidade: Fim da Manobra Número do slide 25 Interpretação Fatores Mais Relevantes na Determinação dos Valores de Referência Classificação dos Distúrbios Normal Distúrbio Obstrutivo Distúrbio Obstrutivo Distúrbio Restritivo Distúrbio Restritivo Quantificação dos Distúrbios Ventilatórios SBPT Número do slide 35 Critérios de Resposta BD Consenso SBPT Interpretação Roteiro de Interpretação Dispnéia,Tosse e Chiado Número do slide 40 61 anos tabagista dispnéia 65anos, fem, tabagista 40 a/m 66anos, fem, esclerodermia, dispnéia 38a, fem, asma? 68 anos, masc, 70anos/maço, dispnéia Feminino, 17 anos, 163 cm, 52 Kg, dispnéia e fraqueza Broncoscopia Broncoscópio Rígido Broncoscópio Flexível Indicações Diagnósticas Indicações Terapêuticas Número do slide 52 Métodos Diagnósticos Métodos Diagnósticos Número do slide 55 Número do slide 56 Remoção de Corpo Estranho Pletismografia Teste de Exercício Cardiopulmonar Teste de Caminhada de 6 Minutos Leitura Complementar