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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INTERATIVA ALYNE LIMA RIBEIRO RA 1515181 NÚCLEOS RADIOLOGIA E MEDICINA NUCLEAR: PIM III GAMA / DF 2019 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INTERATIVA ALYNE LIMA RIBEIRO RA 1515181 NÚCLEOS RADIOLOGIA E MEDICINA NUCLEAR PIM III Projeto Integrado Multidisciplinar III para obtenção do título de Gestor de Recursos Humanos apresentado à Universidade Paulista GAMA / DF 2019 RESUMO Este estudo trata-se de um Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM III), referente a projeto de pesquisa realizado no terceiro bimestre do segundo período do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Paulista - UNIP - realizada na cidade satélite Gama, Distrito Federal na Clínica Núcleos e demonstra como são aplicados os conceitos de recursos humanos na empresa e terá o intuito de demonstrar na prática o funcionamento atual da empresa com base em estudos das disciplinas Gerenciamento de pessoas, Contabilidade e Estatística Aplicada e o que se pode fazer para melhorar, com base em estudos dedicados a tais disciplinas durante o semestre que tem por objetivo final inserir o aluno nas praticas gerenciais de recursos humanos e fundamentados nos conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula, com caráter prático complementar do processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, através de uma pesquisa qualitativa com levantamento bibliográfico e de campo. Palavras-chave: Recursos Humanos – Contabilidade – Estatísticos. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO .....................................................................................................00 2. GERENCIAMENTO DE PESSOAS .....................................................................00 2.1 CICLO MOTIVACONAL .....................................................................................00 2.2 PAPEL DO LPIDER NA PRODUTIVIDADE .......................................................00 3. ESTATÍSTICA APLICADA ..................................................................................00 3.1 ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA ESTATÍSTICAS........................................00 3.2 APLICABILIDADE DOS DADOS ESTATÍSTICOS .............................................00 4. NOME DA DISCIPLINA ....................................................................................... 00 4.1 ANÁLISE DO BALANÇO PATRIMONIAL E DO DRE ........................................00 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................00 6. REFERÊNCIAS ....................................................................................................00 ANEXO .....................................................................................................................00 1. INTRODUÇÃO O presente projeto integrado multidisciplinar (PIM III) vem apresentar a empresa da área da saúde Clínica Núcleos Radiologia e Medicina Nuclear, empresa que atua na área da medicina nuclear e radiológica, mais que tem com foco principal a realização de exames médicos diagnósticos por imagem e tratamento por radioisótopos. A empresa apresentada nesse trabalho está há aproximadamente 45 anos no mercado, possui seis filiais distribuídas em regiões bem localizadas compatíveis com sua área de atuação, conta com um quadro funcional de aproximadamente 150 colaboradores entre efetivos e prestadores de serviço. A matriz é localizada de forma estratégica em setor hospitalar sul, exatamente por haver uma concentração de hospitais e clínicas particulares onde existe um grande fluxo de pessoas que buscam atendimento nessa área. Local também onde atua seu principal concorrente o grupo IMEB - Imagens Médias de Brasília empresa com menos tempo de atuação, mais que vem conquistando espaço relevante nos últimos anos. A empresa em questão conquistou no ano de 2009 o prêmio regional de ‘’Empresa mais conceituada na área que atua no segmento da saúde’’ dado pela Agência Top de Publicidade e Pesquisas. Tendo conquistado o certificado ISO 9001. O seu principal mercado de atuação é a área de prestação de serviços médicos em saúde, com destaque para cliente-alvo em tratamento de câncer da tireóide. A sua diretoria é composta por um grupo de médicos sócios que cuidam da parte administrativa com funções bem dividas, contando com apoio de coordenadores e gerentes administrativos que cuidam diretamente do operacional. Bem representada pelo organograma: A gerência de Rh adotou uma gestão por competências, modelo qual os colaboradores não são reconhecidos por terem proximidade com os líderes, mais por sua competência técnica e comportamental bem como pelos resultados entregues. Nesse tipo de gestão há uma avaliação continua para definir quem é competente e merece fazer parte do time. Avaliação essa que é feita desde as seleções com análises de perfil comportamental, até o dia a dia no trabalho com avaliação de desempenho 360º. O intuito deste projeto é demonstrar através de pesquisa realizada na empresa de entrevistas, levantamentos financeiros, planejamento e metas, que se utilizam muito das disciplinas cursadas no bimestre, que são gerenciamento de pessoas, contabilidade e estatística aplicada. Toda a pesquisa procura entrelaçar o conhecimento teórico adquirido ao longo do curso e aplica-lo de forma prática no funcionamento da empresa, tentando assim harmonizar e otimizar o funcionamento de qualquer empresa e que serve para qualquer segmento. 2. GERENCIAMENTO DE PESSOAS Objeto central desse estudo daremos inicio a este projeto mostrando como se aplica o gerenciamento de pessoas na empresa escolhida Clínica Núcleos O gerenciamento de pessoas, de uma maneira genérica, nada mais é do que a estrutura organizacional que visa aprimorar e obter melhores resultados e qualidade para todos envolvidos no processo, deixando a relação empresarial com todos envolvidos mais produtivos e benéficos para todas as partes. Observamos a mudança do termo “Recursos Humanos” para “Gestão de Pessoas”, não é uma mera mudança de nomenclatura, com essa aparente simples modificação, vemos que a relação de empregador/empregado torna-se mais humana, mostra que a administração pode ser um trabalho coletivo, integrando todos que participam. A gestão de pessoas acontece pelo incentivo a participar, seja por meio de treinamentos para desenvolvimento de seus funcionários, estímulo a capacitações profissionais, é o meio de tornar o ambiente de trabalho menos mecânico e humanizar as relações de trabalho, independente do seu cargo, pois mesmo havendo graus hierárquicos, cada um é um colaborador dentro de sua área de atuação. 2.1. CICLO MOTIVACIONAL Além de entender a motivação do colaborador, o ciclo motivacional tem o objetivo de mantê-los engajados e motivados. Assim, acredita-se que os profissionais terão mais engajamento no trabalho, sucesso nas suas tarefas e, com isso, poderão se destacar e evoluir dentro da empresa. Chiavenato (2004) descreve o ciclo motivacional como um círculo virtuoso que se origina em uma necessidade, uma força dinâmica e persistente que estimula o comportamento. Ela rompe o estado de equilíbrio de um organismo tirando-o de sua rota, estabelecendo uma nova dinâmica. A figura demonstra que haverá um estado de tensão a partir da necessidade e o organismo só retornará ao estado de equilíbrio quando a necessidade for satisfeita. Figura 1 – Ciclo motivacional https://eadbox.com/engajamento-no-trabalho/ Para entender melhor como o ciclo motivacional interfere no dia-a-dia exemplificaremos daseguinte maneira: Um profissional está em equilíbrio interno fazendo sua função diária. Surge um imprevisto e ele muda seu foco de atenção. O estado de equilíbrio é perdido e o colaborador fica em tensão. (Na fase da tensão podem ser observadas características como stress e ansiedade, por exemplo. Por isso é importante que o profissional mantenha calma e tome suas melhores decisões). Após a tensão, ele toma as rédeas da situação e faz a ação correta para resolvê-la. Com isso fica satisfeito. Resolve o problema e recupera o equilíbrio. E o ciclo motivacional se reinicia. 2.2. BARREIRAS PARA MOTIVAÇÃO Mediante o ciclo motivacional podemos destacar barreiras para motivação, uma vez que nem sempre podemos ter um resultado positivo para necessidade. As etapas do ciclo motivacional, com frustração ou compensação quando há impossibilidade de satisfação da necessidade, bem como na tabela a seguir: Figura 2 – Etapas do ciclo motivacional Uma vez que nem sempre a necessidade pode resultar em satisfação, há três obstáculos que podem substituir negativamente a satisfação, de acordo com Maximiano (2000): Frustração Conflito Ansiedade Na empresa alvo do nosso estudo podemos perceber que isso se aplica da seguinte maneira: A frustração. Houve um premio de reconhecimento distribuído a determinadas recepcionistas que não tiveram pendências devolvidas para correção. Observou-se aí uma injustiça com colaboradas que sempre eram pontuais tinham o atendimento de excelência, e em destaque ha algumas que tinha realizado mil atendimentos e tinha vários elogios de pacientes mais que não teve seu trabalho reconhecido. O conflito quando no mesmo ambiente duas colaboradoras com cargo de liderança obtém opiniões diferentes a determinados casos como a forma de atendimento de um paciente que necessita de atendimento especial por está internado em uma unidade hospitalar e as mesmas não chegam a um acordo. A ansiedade. Quando um colaborador novo é contratado existe uma grande ansiedade por parte dele para aprender a rotina da nova função, gerando uma ansiedade, pois a empresa não oferece programas de treinamento para integração do mesmo. A barreira é o caminho para frustração e a satisfação poderá ser obtida por outro comportamento derivativo que substitua o interesse primário e reduza ou suprima a tensão. Em contrapartida a clinica tem buscado formas de motivar seus colaboradores é um processo que está em andamento mais que vem demonstrando resultados significativos. Podemos citar exemplos de como a empresa vem realizando esse processo da seguinte forma: Acompanhando o desenvolvimento: ao acompanhar esse ponto, significa ter uma visão mais ampla de pontos (individuais e coletivos) que podem ser melhorados para atender aos objetivos da empresa. A longo prazo, também será possível identificar a evolução de cada colaborador para que ele possa assumir novos cargos na empresa. Feedbacks: No ambiente organizacional, o feedback tem função estratégica, pois proporciona um retorno ao profissional sob as atividades que este tem realizado. Através desta simples ferramenta, os colaboradores terão plena consciência se o trabalho que estão realizando atende aos objetivos da organização, mantendo um estado de equilíbrio individual e coletivo na equipe. Reuniões: tem realizados mais reuniões para que os colaboradores se sintam mais seguros para começar o trabalho além de valorizados pela empresa, além de estreitar os laços entre os próprios colaboradores e os gestores. Salário: anualmente é realizado um reajuste aumentado os vencimentos dos colaboradores. . A aplicação do ciclo motivação nas equipes é um processo contínuo que exige da empresa planejamento e organização. Através de pequenas mudanças na estrutura da organização é possível alcançar resultados cada vez mais positivos, como: Equipes mais satisfeitas; Qualidade na realização de atividades; Colaboradores mais capacitados e seguros; Profissionais mais proativos. 2.3. PAPEL DO LÍDER NA PRODUTIVIDADE É de extrema importância no interior de qualquer grupo, a liderança assume dentro dos grupos de trabalho um papel importante no desenvolvimento das tarefas da equipe. Porém uma diferenciação é importante que se faça neste momento inicial de nosso estudo: liderança e gerencia representam dois diferentes estilos e posturas organizacionais. Enquanto os gerentes estão preocupados em fazer com que seu grupo cumpra prazos e normas estabelecidas pela empresa, os líderes desenvolvem ações que: Possam ajudar o grupo a atingir suas metas ou objetivos; Possam impulsionar o inicio das tarefas; Transformem em ponte entre objetivos organizacionais e os objetivos individuais de seus liderados. Vale ressaltar que todas as ações indicadas acima são bem mais facilmente desenvolvidas quando o líder é escolhido por seu próprio grupo para representa-lo e não quando o mesmo é indicado. Uma das tarefas do líder também é mediar os possíveis conflitos que possam vir a surgir entre os próprios colaboradores a fim de manter o clima organizacional em harmonia. A partir desse clima organizacional equilibrado colaboradores motivados o resultado é refletido através do aumento da produtividade. Na clinica núcleos temos um caso de liderança que já está no cargo há 40 anos, por ter tanto tempo nesse cargo a forma de agir encontra-se um pouco engessada, pois não foi se atualizando ao longo desses anos. O que pode resultar nessa situação é que possa encontrar resistência para que seus comandados possam realizar as tarefas do dia a dia, a fim de vislumbrar resultados. Situação que poderia ser resolvida com o redirecionamento do colaborador e uma nova eleição, onde os próprios colaboradores escolheriam alguém dentre eles próprios para ser o novo líder. 2.4. SUBSISTEMAS Oliveira (2008) ‘’define um sistema como sendo um conjunto de partes integrantes e independentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função’’. Para o mesmo autor, a administração é o sistema estruturado e intuitivo que consolida um conjunto de princípios, processos e funções para alavancar, harmonicamente, o processo de planejamento de situações futuras desejadas e seu posterior controle e avaliação de eficiência, eficácia e efetividade, bem como a organização – estruturação – e a direção dos recursos das organizações para os resultados esperados com a minimização dos conflitos pessoais. Assim, entenderemos que os sistemas de administração de recursos humanos representam um olhar para a área como um conjunto de subsistemas, mas que precisam de convivência harmônica para o cumprimento de seus principais objetivos que não ficam dissociados para fins de avaliação de desempenho. A seguir veremos alguns desses sistemas. Subsistema de provisão de recursos humanos Segundo Chiavenato (2004) ‘’descreve os sistemas de provisão como os responsáveis pelo ingresso de pessoas na organização. Envolve pesquisas de mercado, recrutamento, seleção bem como a integração de pessoas á organização’’. Subsistemas de aplicação de recursos humanos ‘’O processo de aplicação dos recursos humanos envolve: sua socialização na organização, a analise de cargos, o desenho e a avaliação do desempenho humano, conforme descreve Chiavenato (2004)’’. Subsistemas de desenvolvimento de recursos humanos É uma das áreas estratégicas do gerenciamento de pessoas, pois é a área que trata de qualificação profissional através de treinamento como forma de investimento. Subsistemas de manutenção de recursos humanos É o que trabalha mais focado na retenção de talentos, pois abrange: remuneração, benefícios sociais, higiene e segurança do trabalho e relações sindicais, de acordo com Chiavenato (2004). Exemplodisso na empresa dessa pesquisa é uma funcionária que vinha prestando serviço há alguns anos recebeu uma nova proposta de emprego que foi coberta pelo gestor. Subsistemas de monitoração de recursos humanos É composto por banco de dados e sistemas de informações e auditoria de recursos humanos. Para Chiavenato (2004) o processo de controle é simples e permite ao gestor de forma equilibrada: Estabelecimento de padrões desejados; Monitoração de desempenho; Comparação do desempenho com padrões desejados; Ação corretiva, se necessário. 3. ESTATÍSTICA APLICADA O método estatístico lida com informações, associando os dados ao problema, mostrando como e o que coletar para obter conclusões a partir de todos os dados de tal forma que essas conclusões possam ser entendidas por outras pessoas. Assim, esse método auxilia os vários profissionais no planejamento e tomada de decisões. Para Silva (2012) ‘’Estatística é um conjunto de métodos e processos quantitativos que serve para medir os fenômenos coletivos. ’’ Para o pesquisador, o estudo de qualquer fenômeno, seja ele natural, econômico, social ou biológico, necessita de coleta e da análise de dados estatísticos. A coleta de dados é parte inicial de qualquer pesquisa. População: é o conjunto de todos os itens (pessoas, coisas e objetos) que interessam ao estudo de fenômeno coletivo. Amostra: é qualquer subconjunto não vazio de uma população. Amostragem: é o meio de escolha da amostra e consiste na seleção criteriosa dos elementos a serem submetidos ao estudo. Parâmetro: é a denominação de uma característica numérica estabelecida para toda uma população. Estimador: é a característica numérica estabelecida para toda a amostra. Exemplo: pesquisas sobre tendências de votação. 3.1. Fases do método estatístico. Em uma pesquisa, quando se deseja empreender um estudo estatístico completo, existem fases do trabalho que devem ser trabalhadas para se chegar aos resultados finais do estudo. As principais fases são: Definição do problema: delimitação do problema; Planejamento: organização das ações que serão realizadas na pesquisa de campos; Coleta de dados: ir a campo buscar as informações; Apuração dos dados: organizando informações coletadas; Apresentação dos dados: gráficos e tabelas; Analise e interpretação dos dados: por meio da linguagem matemática (média, mediana, moda, desvio padrão, percentuais etc.). Exemplo: a seguir faremos uma análise da rotatividade de funcionários na empresa estudada. Figura 3 – Grau de escolaridade 3.2. Aplicabilidade dos dados No gráfico anterior temos os números absolutos em pontos percentuais, mas como saber quantos funcionários exatamente cada grupo de escolaridade? Logo sabendo que a empresa objeto da nossa pesquisa possui 150 funcionários faz-se o seguinte calculo: 150/100 = 1,5, portanto multiplica-se pelo número percentual, ou seja, Grau de escolaridade de funcionários Básico Superior Técnico Médio Fundamental 1,5 x 6 = 9 assim teremos o resultado da quantidade de funcionários exata por grupo de escolaridade. E assim por diante. 4. CONTABILIDADE A contabilidade, na sua condição de ciência social, cujo objeto é o patrimônio, busca, por meio da apreensão, da quantificação, da classificação, do registro, da eventual sumarização, da análise e do relato das mutações sofridas pelo patrimônio da entidade particularizada, a geração de informações quantitativas e qualitativas sobre ela, expressas tanto em termos físicos quanto em monetários (NBC – T -1, aprovada pela Resolução CFC nº 785, de julho de 1995). Para entendermos os conceitos aqui mencionados, vamos dividi-los em três funções distintas exercidas pela contabilidade: 1) Orientação: Compreende a elaboração de relatórios contábeis (balanço patrimonial e demonstração de resultado do exercício, por exemplo), por meio dos quais é feita Análise da situação econômica e financeira da empresa. Podemos dizer que aí temos a essência da contabilidade, pois seu objetivo é o fornecimento de informações úteis. 2) Controle: Constitui-se de processos pelos quais administração é informada de que a entidade está agindo de acordo com os planos e as políticas anteriormente estabelecidas. 3) Registro: para que possam existir controle e orientação, é necessário que os fatos econômicos e financeiros que ocorrem numa entidade sejam registrados. Compreende o registro, a análise e a classificação dos fatos, bem como a escrituração e o arquivo dos documentos gerados pelos fatos. A lei nº 11.638/07 traz em seu paragrafo 6º o seguinte texto. ‘’ 6º A companhia fechada com patrimônio liquido, na data do balanço, inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) não será obrigada a elaborar a demonstração dos fluxos de caixa ‘’(NR) ‘’. Assim sendo os dados fornecidos nesse projeto de pesquisa são fictícios, não condizem com o balanço financeiro real da empresa clinica núcleos estando em conformidade com a orientação contida no manual PIM III – Curso de Recursos Humanos. 4.1. Balanço patrimonial O balanço patrimonial é indispensável em qualquer empresa pois é através dele que se pode saber como está a situação financeira de uma determinada instituição, a seguir faremos uma análise mais abrangente deste balanço e implica na contabilidade do ano 2017 / 2018 da Clinica Núcleos. Tabela 4 – Balanço Patrimonial ano 2017 ATIVO PASSIVO CAIXA R$ 1.500 FORNECEDORES R$ 2.000 APLICAÇÕES FIN. R$ 1.000 SALÁRIOS A PAGAR R$ 2.000 DUPL. A RECEBER R$ 2.000 ESTOQUE DE MERC. R$ 3.000 ATIVO NÃO CIRC. PATRIMÔNIO LÍQUIDO MOVEIS UTENSILIOS R$ 20.000 CAPITAL SOCIAL R$ 20.000 VEÍCULOS R$ 10.000 LUCROS ACUMULADOS R$ 13.500 ATIVO TOTAL R$ 37.500 PASSIVO TOTAL R$ 37.500 Tabela 5 – Balanço Patrimonial ano 2018 ATIVO PASSIVO CAIXA R$ 35.670 FORNECEDORES R$ 16.000 APLICAÇÕES FIN. R$ 2.300 SALÁRIOS A PAGAR R$ 220,00 DUPL. A RECEBER R$ 8.100 EMPRESTIMO R$ 20.000 ESTOQUE DE MERC. R$ 18.000 JUROS A PAGAR R$ 250,00 IMPOSTO A PAGAR R$3.381,40 ATIVO NÃO CIRC. PATRIMÔNIO LÍQUIDO MOVEIS UTENSILIOS R$ 20.470 CAPITAL SOCIAL R$ 20.000 VEÍCULOS R$ 11.300 LUCROS ACUMULADOS R$ 25.488 ATIVO TOTAL R$ 85.340 PASSIVO TOTAL R$ 85.340 Pode-se perceber pelo balanço patrimonial que a empresa teve um saldo positivo em relação ao seu ativo comparado ao ano de 2017 o valor de R$ 47.840 (quarenta e sete mil oitocentos e quarenta reais). Informação essa confirmada através da análise do resultado de exercício. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DE EXERCÍCIO – DRE 2018 Figura 6 - DRE RECEITA R$ 30.000 (- )CUSTO DE MERC. VENDIDA R$ 10.500 (= )LUCRO BRUTO R$ 19.500 (- )DESP. ADMNISTRATIVA R$ 800,00 (- )DESP. COM VENDAS R$ 1.400 (- )DESP. C/ DEPRECIAÇÃO R$ 680,00 (- )DESP. FINANCEIRA R$ 1.250 (=) LUCRO OPERACIONAL R$ 15.370 (- )IMPOSTO DE RENDA R$ 3.381,40 (=)LUCRO LÍQ. DO EXERCÍCIO R$ 11.988 Liquidez A empresa apresenta uma situação de liquidez satisfatória, pois em relação a liquidez imediata segundo a afirmação de Assaf Neto (2007, p. 190). ‘’Revela a porcentagem das dividas em curto prazo (circulante) em condições de serem liquidadas imediatamente’’. Endividamento da empresa A empresa mostrou-se bastante sólida no mercado, não só em relação ao saldo ativo/passivo, como não necessita de recorrer a empréstimo para sanar suas dívidas, pois segundo Sá (2010) ‘’o disponível está consolidado quando a empresa não necessita recorrer a empréstimos de curto prazo para liquidar seus compromissos’’. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao final do presente projeto integrado multidisciplinar, viu-se que a empresa objeto de pesquisa deste estudo administra e gerencia o seu quadro de recursos humanos de uma forma muito antiquada, pois foram detectados vários problemasno que diz respeito a motivação, de maneira como dito anteriormente, com o RH fazendo apenas o papel de receber documentos, preencher formulários e fazer parte burocrática de administração pessoal, deixando muito a desejar no que se chama de moderna gestão de recursos humanos. Acreditando ter muito que melhorar, podemos observar que a empresa vem tomando medidas, a fim de transpor essas barreiras de motivação apresentamos aqui algumas dessas medidas que vem tendo resultados significativos e que com essas ações podem vir a corrigir esse déficit. Por fim podemos verificar na disciplina estatística aplicada como os dados são coletados tratados e aplicados de forma a auxiliar no dia a dia da empresa. Bem como também podemos perceber a importância da contabilidade para a rotina administrativa ao realizar análise de dados do balanço patrimonial situação financeira da empresa, verificamos ai que se trata de uma empresa bem consolidada com situação financeira positiva e crescente. 6. REFERÊNCIAS CHIAVENATO, I. Gerenciando pessoas. 3. Ed. São Paulo: Makron Books, 1997. __. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus 2000. __. Recursos humanos. Edição compacta. São Paulo: Atlas, 2002. __. Recursos humanos: o capital humano nas organizações. 8º. Ed. São Paulo: Atlas, 2004. __. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. São Paulo: Atlas, 2006. MAXIMIANO, A. C. A. teoria geral da administração: da escola cientifica a competitividade na economia globalizada. São Paulo: Atlas, 2000. OLIVEIRA, D. P. R. Teoria geral da administração: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2008. SILVA, R. O. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson,2002. BRASIL, Casa Civil – Subseção para assuntos jurídicos, Lei 11.638 de 28 de Dezembro de 2007, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil03/ato2007 - 2010/2007/lei/11638.htm. ASSAF Neto, Alexandre. Estrutura e análise de balanços. Um Estoque Econômico Financeiro. 1º Edição, São Paulo: Editora Atlas, (2007 pag. 190). SA, Carlos Alexandre. Contabilidade para não contadores. 6º Edição, Rio de Janeiro Editora SENAC.2010. http://www.planalto.gov.br/ccivil03/ato2007%20-%202010/2007/lei/11638.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil03/ato2007%20-%202010/2007/lei/11638.htm