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PROJETO IMPLANTADO- AVALIAÇÕES DE PÉ DIABÉTICO Úlceras de pés e amputação de extremidades são as complicações mais graves do Diabetes Mellitus (DM). Caracteriza-se pela presença de lesões nos pés resultantes de alterações vasculares periféricas e/ou neurológicas peculiares do DM. Sua prevenção primária visa prevenir neuropatia e vasculopatia. Justificativa A escolha da implantação deste projeto, justifica-se pela ausência de informações/ dados acerca de avaliações de pé diabético e por pouco ou nenhum conhecimento de cuidados com os pés que o portador de DM deve ter. OBJETIVOS A implantação deste projeto na Unidade Básica ???, segue o preconizado pelo Caderno de Atenção Básica, que visa: 1.Avaliar os pés dos pacientes anualmente quanto a: 1.1 História de úlcera ou amputação prévia, sintomas de doença arterial periférica, dificuldades físicas ou visuais no cuidado dos pés; 1.2 Deformidades dos pés (pé em martelo ou dedos em garra, proeminências ósseas) e adequação dos calçados; evidência visual de neuropatia (pele seca, calosidade, veias dilatadas) ou isquemia incipiente, deformidades ou danos de unhas; 1.3 Detecção de neuropatia por monofilamento de 10 g; sensação tátil ou dolorosa; 1.4 Palpação de pulsos periféricos (pediosa e tibial posterior); tempo de enchimento venoso superior a 20 segundos permite quantificar a anormalidade quando os pulsos estiverem diminuídos. 2. Discutir a importância dos cuidados dos pés como parte de um programa educativo para prevenção de úlcera e amputação. 3. Oferecer apoio educativo para cuidados dos pés de acordo com as necessidades individuais e o risco de úlcera e amputação. 4. Avaliar e negociar um plano de cuidado baseado nos achados clínicos e na avaliação de risco do paciente. 5. Planejar intervenções baseadas nas categorias de risco. 6. Não amputação. Exceto quando: 6.1 Uma avaliação vascular detalhada tiver sido feita por cirurgião vascular; 6.2 A dor isquêmica no repouso não puder ser manejada por analgesia ou revascularização; 6.3 Uma infecção no pé potencialmente fatal não puder ser tratada por outras medidas; 6.4 Uma úlcera não- cicatrizante for acompanhada por uma maior carga de doença do que resultaria de amputação. Evento de Abertura- Implantação do Projeto Avaliação do Pé Diabético. Café da manhã oferecido no evento. Incluir Desafios de adesão da procura pela avaliação: Necessidade de busca ativa; Conhecimento acerca das complicações; Posteriormente o usuário deve ser recordado de que sua avaliação está próxima (parceria do ACS). Ficha de avaliação do Pé Diabético PACIENTE PROCUROU A UBSF ACOLHIMENTO PACIENTE NÃO PROCUROU A UBSF REALIZAR AVALIAÇÃO DO PÉ DO PACIENTE E CLASSIFICAR QUANTO AO RISCO REALIZAR VISITA DOMICILIAR GRAU 0 GRAU 1 GRAU 2 GRAU 3 ORIENTAR SOBRE CALÇADOS APROPRIADOS E ESTIMULAR O AUTOCUIDADO 1 CONSIDERAR USO DE CALÇADOS ADAPTADOS, E SE NÃO HOUVER ADAPTAÇÃO CONSIDERAR CORREÇÃO CIRÚRGICA 2 CONSIDERAR USO DE CALÇADOS ADAPTADOS, E CONSIDERAR ENCAMINHAMENTO AO CIRURGIÃO VASCULAR 3 CONSIDERAR USO DE CALÇADOS ADAPTADOS, E SE NÃO HOUVER ADAPTAÇÃO CONSIDERAR CORREÇÃO CIRÚRGICA E CONSIDERAR ENCAMINHAMENTO AO CIRURGIÃO VASCULAR 4 1 Acompanhamento anual com médico ou enfermeiro da atenção básica. 2 Acompanhamento a cada 3 a 6 meses com médico ou enfermeiro da atenção básica. 3 Acompanhamento a cada 2 a 3 meses com médico ou enfermeiro da atenção básica. Avaliar encaminhamento ao cirurgião vascular. 4 Acompanhamento a cada 1 a 2 meses com médico ou enfermeiro da atenção básica ou médico especialista. PROJETO PÉ DIABÉTICO O projeto pé diabético se faz necessário para um melhor atendimento dos clientes diagnosticados com DM, as UBSF são divididas por áreas e atendem a população daquela região, os Agentes Comunitários (ACS) são aliados na luta contra o pé diabético, são eles os responsáveis por avisar os moradores sobre o trabalho realizado pela enfermeira e sua equipe nas unidades e os grupos semanais realizados em local pré-estabelecido, também é feita uma busca ativa domiciliar quando se faz necessário. METODOLOGIA Para desenvolvimento do projeto pé diabético foi feito o convite para os usuários do grupo do hiperdia ( hipertensão e diabetes mellitus ) e para a população através dos acss, comparecerem a ubsf um dia determinado da semana para avaliação do cliente. Para o controle de dextro é necessário estar em jejum, por esse motivo os pacientes foram recebidos com um coffee breack após avaliação do pé diabético. Através desses dados o enfermeiro é capaz de acompanhar os moradores da região acometidos por essa doença, existe uma ficha de avaliação do pé diabético na rede do sus acompanhada de um relatório de evolução para os casos mais graves a começar do grau 1 (hum), 2 (dois), e 3 (três). já no caso do grau 0 (zero) é realizada uma nova avaliação a cada 6 (seis) meses. O pé diabético pode acarretar vários problemas na vida do paciente, como em suas atividades cotidianas e profissional lhe causado a baixa autoestima danos psicológicos, necessitando assim de apoio dos seus familiares, englobando gastos econômicos com tratamento, medicações fisioterapia etc. Pacientes acima de 60 anos, tem sido o público alvo no país, sendo hospitalizadas a cada ano demostrando frequentemente as complicações dessa doença, o papel do enfermeiro neste programa é dar orientações educativas, uma vez que a doença se torna um assunto delicado para o paciente, Desta maneira o enfermeiro deve estreitar o vínculo com o paciente, proporcionando um atendimento único exclusivo e humanizado, abordando o paciente sendo de maneira criativa para que possa se orientar o tratamento de forma clara, para trazer aquele paciente de uma maneira fixa para este programa. DIFICULDADES DA FIDELIZAÇÃO DO PACIENTE NO PROGROMA Atividades Profissionais Dificuldade de deslocamento até a unidade Descrença no tratamento Defect de conhecimento sobre a doença ORIENTAÇÃO E CUIDADOS COM PÉS DE DIABÉTICOS REFERÊNCIAS Manual do pé diabético. Ministério da Saúde. Disponível em: http://www.sgas.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/105/2016/06/manual_do_pe_diabetico.pdf Acessado em: 17 mai. 2018. BRASIL. Cadernos de Atenção Básica (no. 16). Diabetes Mellitus. Ministério da Saúde. Brasília, 2006. ALUNOS: BEATRIZ DE SOUZA MOURA DAIANA MARTINS GISUATO GIRLANY ALVE DA SILVA ISABELLY TOSTA MEDEIROS GALEANO JÉSSICA PRIETO FERNANDES LAWANE ZANELLA BARBOSA SILVIAN ANDRADE DE BRITO PAULO HENRIQUE DE ALMEIDA FERREIRA RENATA BARROS THAYS SOBREIRA