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ORIGEM DO IMPLANTE

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UNIVERSIDADE NILTON LINS
A ORIGEM DO IMPLANTE
MANAUS – AM
27.03.2020
KEMILLY CARDOSO ANDRADE 
Matricula n° 17008668
TRABALHO SOLICITADO PELO EDUCADOR EVERALDO DE AQUINO PEREIRA DA MATERIA DE POLITICAS 
PUBLICAS DO SETIMO PERIODO DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE NILTON LINS.
MANAUS – AM
27.03.2020
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ......................................................................................................03
DESENVOLVIMENTO .......................................................................................…04
CONCLUSÃO ........................................................................................................05
MANAUS – AM
27.03.2020
INTRODUÇÃO
Antes de ter tudo o que conhecemos hoje em dia, haviam poucas possibilidades de reabilitação a sociedade da época. Muitas pessoas dizem acreditar que os implantes dentários são coisas da nova Odontologia. Porém, há relatos de que eles eram usados desde a época da Antiguidade. Naquela ocasião, eram utilizadas peças confeccionadas em materiais como ouro e platina para substituir os dentes perdidos.
Arqueólogos descobriram evidências de que os ocupantes do que é hoje Honduras há mil anos atrás desenvolveram uma maneira de usar pedras (Pedra Negra de Copan, um fragmento de pedra que substituía a raiz dentaria em uma mandíbula encontrada em 1890, pertencente à civilização Maia no século VIII) em forma de dente como implantes dentários. 
Na Europa, a primeira referência a um implante na literatura moderna apareceu em uma obra francesa publicada em 1809; e no final de 1800, os dentistas de ambos os lados do Atlântico estavam experimentando implantes feitos de coisas como dentes extraídos (humanos e animais) e chumbo. 
Na década de 60, especificamente da Suécia, o professor e médico Per-Ingvar Branemark verificou que o titânio, diferentemente de outros materiais, possibilitava a ósseo integração. Inseriu-se câmaras de titânio na fíbula de coelho em suas experiências, relatando dificuldade na hora de remove-las. Ao estudar o mesmo material, notou um intimidade entre osso e titânio. Após o mesmo, aconteceu o surgimento do implante dentário a base de titânio, fazendo subir 95% a taxa de sucesso dos casos. 
Antes da descoberta, os implantes dentários encontravam-se bastantes susceptíveis à rejeição, pois eram fabricados por materiais metálicos, onde os mesmos poderiam ser facilmente encapsulados, causando infecções e consequentemente atrapalhando na reconstituição das funções bucais, como a mastigação. 
Assim que surgiu no Brasil, há 28 anos, os implantes dentários custavam cerca de três mil reais, com componentes básicos, atualmente encontra-se uma redução de 50% do valor, dependendo do material utilizado. 
Manaus – AM
27.03.2020
DESENVOLVIMENTO
Quando a primeira metade do século 20 se desenrolou, os inovadores odontológicos continuaram a procurar materiais e desenhos que sobreviveriam por mais de um breve período após a implantação. 
Um avanço ocorreu em 1941, quando um médico sueco chamado Gustav Dahl colocou uma estrutura metálica abaixo do periósteo; extensões verticais se projetavam através da gengiva. Segue foto em anexo.
 Impressionados com este trabalho, dois dentistas de Providence, Aaron Gershkoff e Norman Goldberg, trouxeram a técnica de colocação de implantes subperiosteais nos Estados Unidos, uma conquista que atraiu a atenção de outros dentistas americanos. 
Em 1951, 30 dentistas se reuniram em St. Louis para formar a Academia Americana de Implantes Dentários (mais tarde conhecida como Academia Americana de Odontologia de Implantes).
Outro avanço veio com o trabalho de Leonard I. Linkow, de Nova York, que em 1964 introduziu um implante auto-perfurante de titânio. Nos casos em que o osso era limitado, Linkow mais tarde criou um implante de lâmina que acabou se tornando o projeto de implante mais utilizado na década de 1970.
Em 1978, foi realizada uma conferência de consenso do National Institutes of Health-Harvard University para examinar as modalidades de implante predominantes na época: subperiosteal, lâmina, carbono vítreo e grampo.
 Esta conferência identificou os benefícios e os riscos dos implantes, e um painel fez recomendações específicas para o consentimento informado do paciente. Como nota histórica, o Dr. Isaih Lew, então professor clínico associado de odontologia de implantes da Universidade de Nova York, queria que implantes em forma de parafuso fossem incluídos na conferência. Como na época não eram "tecnologias atuais" nos Estados Unidos e os organizadores da conferência desconheciam os desenvolvimentos europeus, o programa os excluiu.
Manaus – AM
27.03.2020
CONCLUSÃO
Felizmente, ao passar dos séculos, a humanidade se transformou em uma sociedade extremamente desenvolvida, porém foram com os erros e acertos do passado que temos o que hoje chamamos de Tecnologia. 
As indicações de tratamento são importantes em qualquer discussão sobre implantes dentários osseointegrados, porque nem todos os conceitos se aplicam a todas as indicações. Contudo, com os avanços que vimos nesse estudo, confirmamos que a reabilitação está muito mais acessivel, e que os produtos utilizados são irrefutavelmente, produtos de extrema qualidade biologica.
 Passamos de utilizar pedras para substituição dentária, para elementos que comparados aos seus antagonistas são de grande semelhança. Além de não ser qualificado como um tratamento multilador, como na Antiguidade. Entendendo que o paciente terá muito mais conforto, um otimo pós operatorio, e uma excelente estética visual, contribuindo na auto estima do mesmo. Concluimos assim, entendendo a importancia da trajetoria do implante até o que temos hoje. 
Manaus – AM
27.03.2020