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“Se você não tem dados, você é um cara de opinião”.
						ESPECIALIZAÇÃO DE IMPLANTODONTIA
Apresentação
	Protocolo 1 – Implante
		Planejamento Clínico
			Diagnóstico e Planejamento
1.Preenchimento de fichas e anamnese
	1.1 Queixa Principal (deixe o paciente falar) (O que o paciente quer?)
	1.2 História Médica (riscos!) (P.A. , saturação (oximetria)→ fumante (maior risco de perda de implante), glicemia (diabetes)
		Sem noção de risco
			(Probabilidade de sofrer eventos cardiovasculares)
			6544 pacientes que fizeram ...
2 Exame Clínico Intra e Extra-Oral (face→ análise extra-facial)
	2.1 Análise facial
	2.2 Avaliação da ATM(palpação)
	2.3 Avaliação de tecidos moles (ex.: masseter hiperativo, temporal, discrepâncias,
					Estalos, bochecha, assoalho de língua, presença de saburra lingual
					(descamação)
	2.4 Histórico dental
	2.5 Avaliação periodontal [PSR(periodontal screem )] (sondar todos os dentes e anotar aquele que 
					Chama mais atenção naquele sextante
 	gorro
		Proteção do paciente	 Babador
			 			Óculos de Proteção (quanto maior e mais fechado melhor)
3. Documentação
	(Materialização de tudo que se viu!)
Radiografias:				Periapicais (pelo menos 2 interproximais)
(complementares			Panorâmica
-não é método de diagnóstico)	Tomografia
				Intra
Fotografias			Extra-Oral (discrepâncias de face)
Modelos de estudo (alginato) (Valor Agregado e Seriedade) (marque no modelo tudo que for necessário fazer – desenhar no modelo)
	Responsabilidade Odontológica e Civil
		Deveres do Cirurgião-Dentista (CEP- Código de Ética Profissional)
	-Prontuário clínico: (qualificação do paciente, estado atual da arcada dental, procedimentos à realizar e realizados, história médica). Arquivo eterno.
	- Assumir responsabilidade por todos... todos os atos e procedimentos praticados dentro de seu ambiente de trabalho.
	-Nunca abandonar o paciente sem motivo plenamente justificado (A.R. – aviso de recebimento – Mandar carta) com os riscos e A.R. – Notificação.
	- Não deixar de atender p cliente em caso de emergência.
	- Nunca fornecer atestados que não correspondam à verdade ... (horário - de tal horário à tal horário).
	- Não revelar fatos e fotos do exercício profissional.
	- Notificar a Vigilância Sanitária sobre doenças de notificação compulsória.
	- Manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos.
Certificação Digital
	Dispositivo externo, que conectado ao computador libera através de uma senha, um texto que é incorporado ao documento que se deseja autenticar, mas deve-se ainda enviar via Internet uma cópia do documento.
Direitos do Cirurgião-Dentista (CEP)
	- Diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos limites de suas 
atribuições, observados o estado atual da ciência e sua dignidade profissional.
1.Culpa por negligência
	Definida como a omissão do profissional que, embora agindo com a devida acuidade e valer-se de seu próprio saber na busca do resultado esperado, omitiu do paciente.
2. Culpa por imprudência
	Definida como ausência da devida cautela, acuidade e valer-se de seu saber na busca do resultado esperado. Utilização de técnicas não reconhecidas pela comunidade científica.
3. Culpa por imperícia.
	Ausência do dever da habilitação e experiência suficientes para obtenção dos resultados propostos.
Máquina Fotográfica:
*Rebell da Cannon.
	Com lente de macro de 100 mm e 1 flasch circular.
	Obs.: comprar o sistema todo
 (
Oliveira, O. F.
)	Perfil das denúncias éticas realizadas ao Conselho Regional de Odontologia – uma reflexão
	
	Denúncias ocorridas no CRO 2004 à 2009
2004-242				2005-200				2006-159
38% Orto				28%					14%
19% Prótese				23%					23%
11% Implante				9%					39%
32% Outros				40%					24%
2007-188				2008-235
20% Orto				
20% Prótese				?
24% Implante
18% Outros
				Conclusão
	Orto – documento mais completo e minucioso
	Necessidade de enfatizar a bioética na formação profissional.
	Atualização de conhecimento técnico.
	Manter um bom relacionamento com o paciente.
	Documentação adequada.
	
	52 casos julgados pela justiça- Espanha.
40 prontuários indevidamente preenchidos – 12 apresentaram prontuário incompleto
	29 não apresentavam erros técnicos
			Processos EUA
		↑ Falta de comunicação.
	Int. j. Oral Maxilofac. Implants, 2014 – Sep – Oct. 29 (5) : 1177-84 – doc 10. 11.607/jan. 3486.
	J. Forensic Lec Med 2013 Oct. 20(7) : 933-8 doi
				Biossegurança
	Mesa protegida com tecido grosso.
	Bancada forrada.
	Comprar bobinas de papel Kraft (“pardo”) (Pode ser TNT)
			Protocolo da Primeira Consulta
		(paciente já triado)
		Convenção entre duas nações
Cerimonial			Formalidade
	Nação- conjunto de indivíduos que habitam o mesmo território e falam a mesma língua.
	Abordagem pré-consulta:
	Primeira Consulta:
		-Anamnese
		-Exame Clínico
		-Preenchimento de ficha clínica
		-Radiografias
		-Modelos de estudo
		- Fotografias
	Segunda Consulta: (hora da verdade).
		-Planejamento
		-Honorários (Orçamento)
	Software		Dental Smile
	Quase todas as formas convencionais de construção, desde edificações de Engenharia até a Arte, necessitam de uma visão clara do resultado final, antes de ser iniciado o projeto.
	
Planejamento:
1. Tec. Esc. Prof. , fotos, moldagem – 1 ½ h
2. Exo, pulpectomia e açc. – 2 h
3. Adequação das restaurações existentes – 2 h
4. Plástica Gengival – 2 h
5. Prep. de canais – 1 ½ 
6. OBT. de canais , reconstrução, cores (corar), PV – 2 h
7. C.A. , preparo OBT. De canal – 2 h
8. DESOBT. , preparo dos canais.
9. OBT. Canais, reconstrução, core, pv.
_______________ Preparo de provisórios pela
Técnica da Muralha → pesquisar !	
Custo do Tratamento
	Hora Clínica → (x reais ~ = 120,00 ~ ) x n° de horas = R$ (Custo Operacional).
	Laboratório: x elementos encerados = R$ 
		 X elementos provisórios = R$
		 X elementos porcelana = R$
		Total lab = R$
Custo Total : Hora Clínica : R$
		Lab: R$
		Honorários : x 
		Impostos: 27,5% x 
Obs.: Implantes “Straumann” bons e
					caros
TD = “Taxa de Desaforo” (3 x o honorário).
		Adesão em Odontologia
Imex maquiado.
Silicato de Lítio
Sequência Clínica
	Saúde → Função → Estética
		 
 Guia Pré-trusiva
	 Guia Pró-trusiva
Vantagens :
	Apenas remoção do tecido cariado.
	Ângulos internos arredondados – ângulos agudos → concentração de tensões de polimerização.
	Remoção do esmalte aprismático no cavo-superficial.
Desvantagens :
	Técnica mais sensível.
	Contração de polimerização.
Problemas :
	Sensibilidade pós-operatória.
	Cáries secundárias.
Classificação dos Sistemas Adesivos
	Adesão em esmalte e dentina.
		Técnicas Adesivas.
Cerâmica, Metal, Resina Indireta, Pinos Pré-fabricados
	Resina Composta ou Cimento Resinoso
		Sistema Adesivo
	 Esmalte ou Dentina
A escolha do adesivo depende do substrato à ser aderido.
			Água (2%)
Esmalte		Material Orgânico (6%)
			Mineral
			Água (25%)
Dentina		Material Orgânico (25%)
			Mineral (50%)
Classificação dos Adesivos
	Primeira – Segunda – Terceira – Quarta – Quinta – Sexta – Sétima – Oitava Gerações
Número de Passos: ácido, primer, adesivo
	Autocondicionantes
		Condicionamento ácido prévio
Carbopol → material para dar consistência gel para os materiais.
The effects of dentin permeability on restorative dentistry
	David H. Pashley
	Edna L. Pashley
	Ricardo M. Carvalho
	Franklin R. Tay
		Esmalte
Condicionado			Hibridizado
			30 s
Cond. ác. Prévio
Primeiros adesivos (pesquisas) – Buonocore (1955)
Dentina Profunda → > permeabilidade
Água (25%)	 > umidade
Org. (25%)	 < polimerização
Mineral (50%) - dentina intertubular
------------ Pesquisar sobre: Carbopol ------------------------
Quanto menos dentina intertubular melhor
		
 Camadas mais superficiais
Tags não servem para nada.
15 s. de condicionamento são suficientes.
Tudo que é ácido é hidrófilo.
Tipos de união Esmalte/Dentina
· Física: condicionamento ácido prévio.
· Física e Química: auto-condicionantes.
Jato de ar.
	Halógena.
Influência da distância da ponta.
514 mW/cm² ↓ 
± 7 mm 		
			
			248 mW/cm²
Prefiraa polimerização por LED
Dist.	Intensidade	% de redução
(mm)	(mW/cm²)	
0		743		-
1		681		8
2		633		15
3		573		23
4		489		44
5		435		41
6		372		50
7		323		66
8		272		63
9		225		70
10		185		75
Contração de Polimerização.
		BIS-GMA
		BIS-EMA
			Técnica de Fotoativação.
I		Convencional		Rampa		Pulso Tardio	Degrau
R
R								M
A
D
I
A			Tempo		Tempo			Tempo		Tempo
Ç
 →(mW/cm²)
						Transdental
 (
Dent
e
)							↓
						→		←
Ponteira Convencional						Ponteira Turbo
Aspecto Brilhante							Primeira Camada
	Dentina→ colocar a resina obliquamente dentro da cavidade até esmalte.
	Corante é resina Flow (Tetric ® da Ivoclair)
Dr. Pena 
penadentista1@yahoo.com.br
Tel.: 11-98181 -5188
			Osso Alveolar
				Prof. Maristela Lobo
	Relembrar Biologia e Fisiologia Ósseas influências nas terapias com implantes.
	Fatores Secundários.
	Biologia Óssea.
	Matriz Inorgânica + Matriz Orgânica + Fatores Solúveis.
	Osteoblastos + Osteócitos (osso morto não tem) + Osteoclastos
	Matriz Inorgânica
		60 à 70% do osso desidratado
Ca
P			Cristais minerais: apatitas
Na
Mg
	Matriz Orgânica= 35% do osso desidratado
		90% Colágeno Tipo I
		10% Sedimentos
	Matriz Extra-Celular
		Colágeno Fibrilar (I, II, III, V, VI)
		Colágeno Não-Fibrilar (IV)
	Glicoproteínas/Proteoglicanas
		Osteoblastos
	Células que produzem matriz óssea, posteriormente mineralizada pela deposição de Ca e P, formando cristais de Hidroxiapatita.
	Osso liofilizado Bovino Bi Oss®.
	Quando o osteoblasto fica aprisionado na matriz óssea mineralizada.
	Os osteócitos se comunicam entre si e com os osteoblastos através de canalículos e prolongamentos citoplasmáticos.
	Essa rede de canalículos serve como regulador dos níveis séricos de Ca e P por meio de mecanismos de controle hormonal.
		Osteoclastos
	Células gigantes multinucleadas , derivadas dos monócitos sanguíneos, que promovem osteólise através da liberação de substâncias ácidas. Reabsorvem substâncias orgânicas e inorgânicas.
		Lacunas de Howship
	(Desmineralização de osteoclastos, lacunas de remodelação, de reabsorção).
		Fatores Solúveis
		BMPs e GFs (Fatores de Crescimento)
		 ↓
	(Proteínas Morfo-Genéticas)
	A matriz extra-celular proporciona sinais reguladores e instruções, oferecendo uma superfície de encaixe para os fatores solúveis.
	< Volume x Função Biológica x Interesse Terapêutico.
	Fatores e mediadores fisiológicos da diferenciação do osteoblasto.
	Fatores			Efeitos
BMPs				Induzem a expressão de Cbfa-1 (fator de transcrição exclusivo das
				células da linhagem osteoblástica).
T GF-β				Inibe a expressão Cbfa-1, controlando o estado de diferenciação do 
				Osteoblasto (em cultura).
	Resumo do mecanismo de ação da BMP-2.
	Implantação – A BMP-2 é implantada no local onde se deseja promover o aumento ósseo.
	Quimiotaxia – Migração de CMI e outras células portadoras de receptores para BMP-2.
Ligação da BMP-2		Autofosforilação dos receptores (na sua porção citoplasmática)
Com o receptor proteico 	permitindo formação do complexo BMP-receptor I-receptor II,
Transmembrânico		o qual adquire...
(serina/treonina cinases).
Canais de Volkmann ligam os canais de Havers envolvidos por lamelas concêntricas.
	Vários sistemas de Havers formam os Osteons.
	Periósteo tecido conjuntivo.
	Ósteons Primários x Ósteons Secundários
		↓	
	+ internos		+ externos
	Os canais de Havers e Volkmann....
		Osso Cortical
	Tábua Óssea Cortical (Osso Compacto).
	Osso alveolar propriamente dito (lâmina dura).
Maior Densidade e quantidade de minerais.
Recobre as superfícies externas da Maxila e Mandíbula.
	Osso Trabeculado.
		(Medular)
	Osso esponjoso: contém lâminas ósseas com espaços entre elas, preenchidos por medula óssea.
		Tecido que contém elementos que formam o sangue,
		células osteogênicas e tecido adiposo.
	O tamanho e arquitetura das trabéculas ósseas são, em parte, determinadas geneticamente, e de outras partes são o resultado das Tensões a que os ossos estão expostos durante a função.
	Periósteo: tecido conjuntivo que contém fibras colágenas, vasos sanguíneos e células osteoprogenitoras e forra a superfície externa do osso.
	Endósteo: periósteo que reveste as trabéculas internamente.
	Homeostasia Óssea
	Ca/P/Mg: Vitamina D + PTH + Calcitonina
				 ↓
			Mas secretado pela supra-renal
Vitamina D → 25-hidroxi-colecalciferol→ 1,25 di-idroxi-colecalciferol (Rim)
		 (Fígado)
Vitamina D → Proteinas Intestinais → > absorção de Ca e P
(ativa)
		Regula o PTH
Hormônio PTH → absorção de Ca (Rim)
		Atuação de Osteoblastos
Calcitonina → ativa os osteoclastos
Regulação sistêmica da remodelação óssea
	Fatores			Efeito sobre a reabsorção
	PTH					
					Remodelação Óssea
Reabsorção → Reversão
Deposição ← Formação
	Controle Local da Reabsorção Óssea
A. Fase quiescente
B. Fase de reabsorção
C. Fase de formação
D. Fase Quiescente após remodelação
Há evidências científicas de que as ...
			Genético
Exostose Óssea	Força de Mastigação Intensa
Alveolar ridge resorption after tooth extraction: A consequence of a fundamental...
Ossificação Intra-Membranosa
	Os osteoblastos que sintetizam o osso alveolar propriamente dito são ...
Ossificação Endocondral
	Linhagens de células
Processo Alveolar.
	Osso formado pelas células do folículo dentário (osso alveolar propriamente dito) e pelas células não-envolvidas no desenvolvimento do elemento dental.
	Os processos alveolares pertencem ao periodonto de sustentação, no qual estão inseridos os dentes.
	A existência do osso alveolar depende exclusivamente da presença dos dentes.
	O osso alveolar propriamente dito pertence ao dente. Quando o extraímos, esse osso fatalmente irá reabsorver aproximadamente 2,0 mm em 2 semanas, independentemente da implantação imediata.
	Osso fasciculado: recebe feixes de fibras de Sharpey.
	Osso fibroso= lâmina dura.
	A tensão mastigatória nas fibras perfurantes estimulam o osso e são importantes para a sua manutenção.
			Selamento Biológico
Osso	Tipo I – Cortical			 > densidade de matriz orgânica, 
Compacto	Tipo II- + cortical do que trabecular		> estabilidade primária
Osso	Tipo III - + trabecular do que cortical		> vascularização, > celularidade
Esponjoso	Tipo IV- Trabecular				e metabolicamente ativo, 
Maior Estabilidade secundária
Não	Tipo I: risco de aquecimento e necrose (brocas + irrigação)
sub-	Tipo II e III: resistência Óssea adequadamente e < risco de
ins-			necrose alveolar.
tru-	Tipo IV: não oferece estabilidade primária
men-		(sub-instrumentar?)
tar nestes. 
Maxila Posterior 	Maxila Anterior		Existem diferenças entre os enxertos autógenos
	(IV)			(III)			de ramo mandibular, túber, espinha nasal,
Mandíbula Post.	Mandíbula Ant.		mento, sínfise ou Tórus?
	(II)			(!)			Sim.
	Qual o comportamento...
	Cicatrização do Alvéolo Fresco
		Dia 1 – Coágulo
		Dia 7 – Tecido de Granulação
		Dia 20 – Tecido Conjuntivo (formação óssea) 
		Dia 38 – Cicatrização Final → Matriz Osteóide
		Dia 100 – Mineralização completa (RX)
		5 semanas – gengiva
	3 Meses na Maxila 		para implantação
E	2 Meses na Mandíbula
	Fases da Cicatrização Alveolar
4 a 8 semanas – osteogênese
8 a 12 semanas – trabeculado ósseo
12 a 16 semanas – maturação do osso (remodelação)
	Se a tábua óssea vestibular for delgada (biótipo periodontal), ela será totalmente reabsorvida em 37 dias.
	Osteopenia
	Osteoporose→ (podem colocar implante repondo Ca , vitamina D) fragilidade por perda de massa óssea e ↓ densidade primária x secundária (estradiol )T3/T4, paratireoidianos, corticoides/Líptor®.
	Osteopetrose
	Osteonecrose – por processos inflamatórios
	Osteoradionecrose
	Medical Contraindication to Implant Therapy: Part II: Relative Contraindications
		Hwang & Wang, Implant Dentistry 2007 Mar;16(1):13-23.
	Adolescentes x Idosos
	Osteoporose
		Cigarro
Diabetes x HIV x Cardiopatias
		Hipotireoidismo
Osteoporose
1. Dental Implant Survival rates in this group of patients were encouraging, with a 10-year survival rate of 92,5%.
2. Implants placed in smokers were 2,6 times more likely to fail than implants placed in nonsmokers.
Cotinina → derivado da nicotina.
Surgery.2010 Nov;148(5):982-90. doi: 10.1016/j.surg.2010.02.005. Epub 2010 Mar 29.
Effect of smoking, smoking cessation, and nicotine patch on wound dimension, vitamin C, and systemic markers of collagen metabolism.
Sørensen LT1, Toft BG, Rygaard J, Ladelund S, Paddon M, James T, Taylor R, Gottrup F.
	Infarto do Miocárdio ou AVC recentes.
	Prótese Valvar.
	Sangramento/Imunossupressão.
	J Oral Maxillofac Surg. 2007 Mar;65(3):369-76.
American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons position paper on bisphosphonate-related osteonecrosis of the jaws.
Advisory Task Force on Bisphosphonate-Related Ostenonecrosis of the Jaws, American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons1.
	Bisfosfonados (BPs)
		Orais = alendronato, risendronato, ibandronato.
	Osteopenia/Artrite Reumatóide
	Intravenosos: pamidronato, ácido zoledrônico.
	Mieloma Múltiplo, Paget, Câncer.
	BPs interferem na Homeostase do osso, induzindo a apoptose dos osteoclastos e cessando a Osteólise.
	BPs permanecem na estrutura óssea por 10 anos
	Actonel® 		Aredia®
	Fosamax®		Zometa®
	BPs são tóxicos para o osso e para as células. Em caso de trauma tecidual, os BPs são liberados no tecido e destroem células ósseas, endoteliais, epiteliais, expondo osso.
	Idade mínima de 22 para colocar implante.
Osteonecrose por BPs.
	Exposição óssea, sintomática ou não, que dure por mais de 8 semanas, em Maxila e/ou Mandíbula.
	Acomete 1 a 10 em cada 100 pacientes que usam BPs endovenosos.
Osteoporose/Paget/Câncer
	Ressonância Magnética: exame de eleição.
J Bone Miner Res. 2007 Oct;22(10):1479-91.
Bisphosphonate-associated osteonecrosis of the jaw: report of a task force of the American Society for Bone and Mineral Research.
Khosla S, Burr D, Cauley J, Dempster DW, Ebeling PR, Felsenberg D, Gagel RF, Gilsanz V, Guise T, Koka S, McCauley LK, McGowan J, McKee MD, Mohla S, Pendrys DG, Raisz LG, Ruggiero SL, Shafer DM, Shum L, Silverman SL, Van Poznak CH, Watts N, Woo SB, Shane E; American Society for Bone and Mineral Research.
		BRONJ
Assintomático: Antibióticos+ Clorexidina
	Oxigênio Hiperbárico
		Cirurgias
Maxila/Mandíbula: remodelação óssea /aporte sanguíneo/ contaminação externa.
	Dar Zometa® (IV-BP) por 2 meses após a implantação melhora a Osseointegração?
	Dar Zometa® após Orto mantém os dentes na posição final?
	Vitamina D
	Demonstration of Reduced Mitogenic...
	Vitamina D
	Regula o hormônio paratireoidiano.
	Vitamina D 1000 UI + Ca 1000 UI
	(3 meses pré-implante e 1 ano após implante)
	Multivitamínicos: Vitamina A x Vitamina D
		Vi-sol® ou Sundown®
	Circadian Rhythm and Cartilage Extracellular Matrix Genes in Osseointegration: A Genome-Wide Screening of Implant Failure by Vitamin D Deficiency
	WWW.ecf.utoronto.ca/~bonehead/
	Fazer o anátomo patológico de tecido conjuntivo.
	Osseointegração
		Fenômeno onde ocorre íntimo contato entre uma superfície óssea e um biomaterial em nível de microscopia óptica
	Per Ingvar Branemark, 1952
		Anquilose Funcional
	Titânio
		Biocompatibilidade: ausência de toxicidade, irritação tecidual, alergia e carcinogenicidade.
		Biomaterial: encapsulado por material fibroso dias após a implantação.
The interface zone of inorganic implants in vivo: Titanium Implant bone
	Tomas Albrektsson
	P. I. Branemark
	Fatores que afetam a osseointegração.
		Qualidade do osso e quantidade.→ histologia, Radiografia, percepção táctil
	Obs.: exame de eleição para Implantodontia: Tomografia
	Design do Implante – análise de elemento finito.
	Técnica Cirúrgica – Radiografia, Histologia..
	Cuidados Pós-Operatórios.
	Capacidade de remodelação Óssea.
	Saúde Sistêmica.
	Lesão Tecidual Coágulo Implantação Reação Inflamatória.
	Hemostasia
		Coágulo
	Adesão de rede de fibrina (superfícies rugosas).
		Tecido de Granulação
			Neoformação Vascular, Fagocitose de restos necróticos e deposição de matriz pelos fibroblastos.
	Formação Óssea
		Osteocondução/Osteogênese
	Estabilidade primária para manter o implante intra-ósseo.
	Estágio 1 : 0 à 14 dias P.O..
	Adesão de proteoglicanas e rede de fibrina na superfície do implante.
	Neutrófilos, Macrófagos e Células Gigantes Mononucleadas povoam essa superfície.
	Proteoglicanas são componentes chaves da matriz extra-celular responsáveis pela adesão, proliferação, migração e diferenciação celulares.
	Estudos histoquímicos, espectroscópicos e bioquímicos revelam que as PGs exercem papel importante e fundamental na osseointegração.
	Estágio 2: 2 a 6 semanas de P.O..
	Quimiotaxia de células progenitoras de Osteoblastos.
	Produz de matriz óssea primária, imatura.
	Estágio 3: 6 a 24 semanas de P.O..
	Aposição de osso lamelar.
	Maturação de Matriz Óssea.
	Mineralização e Remodelação Óssea.
	Completo envolvimento do implante com osso.
	Não precisa estar totalmente mineralizado para dar carga ao implante.
	Estabilidade Secundária.
		Aderência de plaquetas
		Aderência de células
	As superfícies irregulares oferecem maior embricamento da rede de fibrina do coágulo adjacente, resistindo às forças de contração da ferida e favorecendo a aproximação celular da superfície do implante.
	A topografia da superfície
	Osteocondução
		Fenômeno da retenção efetiva das fibras de fibrina.
	Formação Óssea
		De novo alveolar adjacente aos implantes endósseos (Um modelo de estudo em cão).
	Na osseointegração, durante a fase de estabilização, há uma delicada inter-relação entre areabsorção óssea em regiões de contato ( osso/implante) e formação óssea em áreas livres de contatos.
		Formação Óssea
	Osteopontina (Sialoproteína Óssea)
	Forças de atração do tipo Van-der-Walls.
	Estabilidade primária
	Mobilidade maior que 50 micròmetros: estimula a fibrose na interface osso-implante, comprometendo a osseointegração.
	Como melhorar a osseointegração?
1. Alterando topograficamente e quimicamente a superfície de um implante:
Biocompatibilidade e
Osseocondutividade
2. Modificando a forma do implante: estabilidade primária e distribuição de cargas.
3. Preparo do leito cirúrgico: Cicatrização
Como visualizar a estabilidade primária:
	Resistência
	Hidrofobia
	Hidrofilia
	O que fazer com o GAP entre o implante e o osso Preencha com Bi-Oss®
	Os tipos de osso definem sistemas de implante e técnicas cirúrgicas.
	Atenção para riscos e contra-indicações relativas
	maristelalobo@me.com
							Prof. Sérgio Siqueira
	Periódicos em Inglês:
		JUMI, PRD, J. Peri, J. P. Dentistry
Maior peso (revisão sistemática)		beagle
						Macacos
						Cães
						Coelhos
						Ratos
		Histologia			placa de Petri
		N⁰ de Relatos à longo tempo
			Relato de um caso
Jean Lindhe → Livro de Implantodontia
		“Tratado de Implantodontia”.
	Edit. Panorama
	Curso do SEBRAE: EMPRETEC.
	Lista de Materiais:
		Descartáveis
			Kit Cirúrgico estéril completo – para implante
			Sugador plástico cirúrgico.
		Critérios Estéticos
· Saúde Gengival
· Fechamento Interdental
· Altura do Sorriso
· Limite do Contorno Gengival
· Nível do Contato Interdental
· Dimensões Dentais Relativas
· Forma Dental
· Caracterização Dental
· Textura da Superfície
· Cor
· Borda Incisiva
· Eixo Dental
Livro: Check List Estético
	Proporção Áurea= 0,618
Incisivo Central Lateral Canino
	/10 mm /	/6,2 mm /	/3,8mm /
Ponto de Zenith
	Estética Gengival
	Mostrar mais de 4 mm de gengiva não é normal.
		Iodo e 
	Salvarsam® (colutório)
		
		1920
	Quanto mais profunda a placa é, mais anaeróbica ela é.
	Escova para Protocolo de Implantodontia: TEP
				
	Curaprox 5460 Escova
	“Se você não tem dados, você é um cara de opinião.”
	Para ter gegivite/periodontite precisa ter placa específica (predisposição).
	Não colocar implante mais do que 5 mm abaixo do osso subgengival.
	Coadju-		Qualquer bochecho ativa no sulco em 1 mm
	Vantes			AB atua de dentro para fora do sulco
				Laser
					Avaliação Periodontal
· Anamnese (histórico familiar, halitose, “tamanho dos dentes”, sensibilidade, mobilidade)
· Exame Clínico: Profundidade de sondagem, margem gengival, mobilidade.
1 bolsa cicatrizada, ela é um sulco de 5 mm.
Pacientes que tiveramdoença, eles têm 1 mm a mais na Distal.
· Exames Complementares: Radiografias periapicais e tomografia
			Sulco
			Epitélio Juncional
			Tecido Conjuntivo(Epitélio Inserido)Inserção Conjuntiva
			Em “V”					Indicação para
Defeitos Ósseos	Em “U”				implantes
			Em “W” (u largo)			imediatos
	Comparar sondas milimetradas de boa procedência de 3 em 3 mm com ponta estreita.
			Mobilidade:
	- nível clínico de inserção;
	- anatomia e número de raízes;
	- contato prematuro (cêntrica ou excêntrica);
	- ponto de contato.
	O principal critério para detectar a presença de atividade da doença periodontal é a profundidade de sondagem acompanhado de sangramento.
		Sondagem Diagnóstica:
· Sonda adequada ;
· “Mão de isopor” (mão leve);
· Contra a raiz dental;
· 5 mm (bolsa que precisa de curetagem).
Exame clínico envolve radiografia de controle.
	Nível Clínico de Inserção
Distância da junção esmalte-cemento à ponta da sonda.
	Informações Detectadas na Sondagem Periodontal:
· Profundidade de sondagem (distância entre a margem gengival e o fundo da bolsa.
Parâmetros detectados na sondagem periodontal
· Sangramento à sondagem;
· Presença de placa
· Envolvimento de furca
JCE e Crista Óssea
· Retração gengival (distância entre a junção cemento-esmalte e a margem gengival)
· Nível Clínico de inserção (distância entre a junção cemento-esmalte e o fundo da bolsa).
O paciente deve:
· Ver o que é placa (biofilme);
· Como e porque ela se forma;
· O que fazer para removê-la;
· Consequências nos tecidos quando não devidamente removida.
Controle do biofilme Supragengival.
O controle do biofilme em bolsas menores ou iguais a 6 mm parecem ter efeito na composição da microbiota subgengival.
	Tratamento de “Full Mouth”= boca toda.
	Tratamento por octante → a cada 8 dentes
	Não dá para saber se uma boca está saudável e outra doente, só pela sondagem.
	Quando a bolsa cicatriza ela vem acompanhada de ganho de gengiva inserida.
		Hereditariedade x Familiaridade
Familiaridade: agentes infecciosos são transmitidos dentro do mesmo teto.
Hereditariedade: Interleucina-1 – controla níveis de citocina multifuncional que regula diversas atividades biológicas: reabsorção óssea, prostaglandina E, matriz metaloproteica degranuladora de colágeno.
	A microbiota nos sulcos periimplantares em pacientes parcialmente edentados parece ser composta pelos mesmos microrganismos presentes junto aos dentes remanescentes.
	Retrival → para retirar implantes.
	Existe nas restaurações apicais à margem gengival alteração específica (qualitativa) da composição da microbiota subgengival.
			J. Clin. Periodontal, v. 10, p. 563-78, 1983.
	Placa sob implante evolui para periimplantite.
	Cuidados com pacientes de Periodonto reduzido.
	Contra-ângulo multiplicador transforma uma baixa rotação (desce + 0,5 mm do preparo de AR para baixo sem danificar o epitélio juncional longo [lembrar disto (longo), desta palavra, epitélio juncional longo], em quase alta rotação com broca gêmea (de preta para vermelha). Transforma 1500 RPM para 150.000 à 200.000 RPM.
	Marcas: Kavo, Biener, WH, Sirona.
	Controle = presença de sangramento.
	Lembrar se o paciente tomou AB nos últimos 2 meses ou que fuma para referir a falta de sangramento ou não.
	Não tem glândula salivar no terço de gengiva inserida, nem no terço anterior do palato.
	“A mente antes dos olhos, os olhos antes das mãos!”
	Regra 1 = Sonda
		Controle do Biofilme
					Informar – Westifell
Responsabilidade			Motivar
					Modificar Hábitos
	Recursos
· Fotos
· > Periograma
· Índice de Placa
Software: Easy Dental
· Escova
· Fio/Fita Dental
+ Importante do que a Técnica...
Atenção para não confundir:
	Retração x Erosão x Abfração
Sulco= 0,69 mm
 (
Epitélio Juncional 0,97 mm
)Espaço 		Epitélio Juncional 0,97 mm
 (
Inserção Conjuntiva 1,07 mm
)Biológico		Inserção Conjuntiva 1,07 mm
2,04 mm
		
Gengiva Inserida
	Dimensões Gengivais				3 mm (Corn, 1962)
		X					1mm (....
	Saúde Periodontal
	Wemstrom e cols. , 1987
	“Não há relação entre a altura de gengiva inserida e o aparecimento das recessões”.
						J. Clin. Period., v. 14, p. 121-129, 1987
							Mainard
	“Propõe que todas as áreas com tecido......................
	“A estética pode não ser tão irresistível ao paciente quanto é para o clínico”.
	Instrumentos: * rotatórios
· Intermitentes
· Ultra-Sônicos (25000 à 50000 vibr./seg-Remotart da Kavo
· Sônicos
· Laser
· Manuais
Qual cureta comprar?
		1	2
 (
5 6
6
)3 	4 	Ant.
 (
7 8
)
 V e L 
 (
11 12 1212 
)9	10	 Post.			Comprar
 (
13 14
) M Post.			 As
			D Post.			Mini-Gracey
- 15	16 + M Post.
- 17 18 + D Post.
Marcas: Hu-Friedy
		Hartzell (desmonta)
	Full-Mouth Desinfection
	Amelogenina (Emdogain®) Straumann (marca)
		Conclusão
“Acompanhar mudanças clínicas.”
ROG → Regeneração Óssea Guiada.
		Biotipo
Implantes Osseointegrados:
		História e Evolução
O começo da Implantologia Oral.
400 BC, Etruscans				AC 600, Honduras
Histórico da Odonto
AC 2009, 2011 
1913 – Greenfield – Primeira Patente
1937 – Strock Brothers – parafusos
1940 – Formaggini – Tântalo
1962 – Cherchène – transfixação, kit
1967 – Hodosch/Linkow
Subperiostal Implant
Jacques Scialon 1960
		Agulhas de Tântalo, fácil e simples colocação, boa estabilidade.
		Muito utilizado.
- Leonard I. Linkow, 167
Protocolo com gengiva X Overdenture
Adell R., Lekholm U., Rockler B., Branemark P.I.
		“A 15-years study of osseointegrated implants in the treatment of the edentulous jaw”.
		International Journal of Surgery v. 10 387-416, 1981.
Osseointegração implica em firme, direta e duradoura conexão entre osso vital e implante de Titânio quando em função.
1. Movimentação intelectual na Perio 80s.
2. Artigos e Carraza
3. Branemark SP 1988 com a Nobel
4. Início do Grupo
5. Columbia e Suécia
6. Análise de CV
7. O curso
8. Trabalho em dupla e um paciente
9. Divulgação e brigas
10. Entrada da Ciência e saída do Empirismo.
Para alcançar a Osseointegração:
1. Biocompatibilidade
2. Desenho
3. Superfície, (Topografia, rugosidade, energia, composição)
4. Estado do hospedeiro
5. Técnica cirúrgica
6. Carga sobre os implantes após inserção
6 meses para Maxila
4 meses para Mandíbula
	Quando indicar Implantes ?
	Quanto mais melhor ?
	Como iniciar a restauração cimentada ?
	Hexágono Externo ? Interno ? Cone Morse ?
	Enxerto de Tecido Conjuntivo
					Implante Instalado
	Reabertura							Moldagem de Implantes
			Manobras com Tecido Mole
	Implante Instalado					Primeira Consulta
	Marca , tipo, dimensões e número
	Straumann → validade vitalícia.
	Cicatrizador e/ou componente prov. e/ou moldagem ?
	Ant. ou Post. ?
	Precisa de Volume ?
	Sergio.dentista@uol.com.br
	Tipo (Ex.): Straumann, TL, 4/1 mm, unitário.
	Esta...
	Impl.
			15 dias		Sut.		4 meses		Reabertura		Mold
Mold. E Pilar		Prov. Metal		Prov. Corôa		Cimentç.(?)
																																																				Normal																							Straumann		Mold		Prot. Final
			Terapêutica Medicamentosa
					Vanessa Rocha Lima Shcaira
vrlshcaira@hcrp.usp.br
	Qual o critério de escolha?
	Primeiro mandamento → nunca trate um estranho
		Anamnese
	História da doença atual
	Complicações recentes
	Medicações de uso contínuo
	Exames Intra e Extra-Orais
	Plano de Tratamento
	Pedido de exames complementares
	Ajuda a estabelecer o perfil do paciente que será tratado sob sua responsabilidade.
		Ao Médico
	Solicito informações sobre as condições gerais de Saúde do Sr..........., quenecessita de tratamento odontológico. Com base na sua história médica, gostaria de fazer as seguintes considerações:
1. Do ponto de vista odontológico, não há necessidade de retirada da medicação anticoagulante, pois os procedimentos cirúrgicos serão realizados após avaliação do RNI (Razão Normalizada Internacional) do dia da interveção e em etapas....
Como está a PA agora ?
	O tratamento odontológico é eletivo ou emergencial ?
	O procedimento será longo e invasivo ?
	Como está a saúde do meu paciente ?
	Há alguma recomendaçãodo médico desse paciente ?
	O Cirurgião-Dentista deve considerar e decidir os benefícios do tratamento...
		Avaliação dos sinais vitais
	PA
	Pulso
	Respiração
	Temperatura
	Peso X Altura
	“An efficient routine by which the dental assitant can measure and Record the six vital signs in from three to six minutes”.
	Vital signs: the six-minute warnings.
		Mc Carthy 1980
	Frequência Cardíaca e Respiratória
(Idade )Batimentos/Min
	1
	2
	3
	7-14
	14
		Medida da PA
Tab. 1 –Procedimentos recomendados para a medida da PA
	Preparo do paciente:
1. Explicar o procedimento ao paciente e deixá-lo em repouso.
Classificação
	Tabela 6 = Classificação da PA de acordo com a medida casual no consultório (maior de 18 anos)
	Classificação 			P. sistólica (mmHg) 		P. diastólica (mm Hg)
Ótima				< 120 					< 80
Normal			< 130					< 85
Limítrofe*			130-139				85-89
Hipertensão estágio 1	140-159				90-99
Hipertensão estágio 2
		A Anamnese também é importante
		Alerta sobre o risco das interações medicamentosas.
	Understanding the Patient with Epilepsy and Seizures in the Dental Practice.
	JCDA.www.cda-adc/Jcda.february 2007, vol. 73, n⁰
	Araújo ET AL., 2000, WWW.diabetes.org.br-agosto/2007
		Hipoglicemiantes Orais
Humanas: regular e NPH (Humulin®, Novocilin®)
	Análogos:
	Insulin Preparations
	Insulin Type. Time of onset Peak effect Duration
Rapid –acting (Humalog®)
J. Bruce Bavitz, Dent Clin N. Am. 50 (2006) 547-562
Anti-hipertensivos
Systemic side effects of...
· Leille, 200 (Warfarina: inibidor da vitamina K)
Table 3
	Anticoagulantes				Mechanism of Action
	Anticoagulants Unfrectioned......
---------------------------------X---------------------------------
		Weitz, 2011; Spyropoulos & Douketis, 2012;
----------------------------X-----------------------------
	O que são drogas antiplaquetárias e anticoagulantes ?
	São medicações utilizadas para a prevenção primária ou secundária de eventos tromboembólicos: profilaxia secundária em doença arterial oclusiva, da trombose em stents (terapia combinada)
	Dicumarínicos
	Quais as indicações ?
	Doenças cardíacas ou doenças....
			Visão Geral da Hemostasia
					Injúria Vascular
			Neural					Fator Tecidual de Contato
	Vaso					Plaquetas			Coagulação
	Constrição				Agregação			Cascata
					Tampo Hemostático
						Primário
Redução									Formação
Do fluxo				Ativação				de
Sanguíneo				Plaquetária				Fibrina
					
					Coágulo Hemostático 
					Estável
				
					Hemostasia
· Hemostasia Primária
· - Vasoconstrição
- Ativação Plaquetária
-FVW (Fator de Von Willembrand)
Tampão Plaquetário
· Coagulação
 	- Iniciação
		- Amplificação
		- Propagação
Coágulo estável de fibrina
· Fibrinólise
Dissolução do coágulo.
A- Platelet Adhesion
 (
Extrinsic Mechanism
Damaged
Perivascular
Tissues
Tromboplastin
Factor VII
 (factor III)
Ca
²
+
)Platelets
						Intrinsic Mechanism
DDDD	Damaged				Factor XII ← Platelets
						Factor XI
					
						Factor IX
									Ca²+, PF3
Tr						Factor VIII
			
				Factor X				Factor III
									Factor V
					Prothrombin			Ca²+
Rivaroxabana				activator			PF3		Factor
Warfarina			Prothrombin			Thrombin		XIII
				Factor II	Fibrinogen		Fibrin		Ca²+
						Factor I			Fibrin Polymer
Mechanism of action of antiplatelet drugs
Anticoagulantes
 (
Oral Surg Oral Med Oral Patol Oral Radiol . 2012, 113: 431-441
)	Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol. 2012, 113 : 431-441
	Pharmacologic properties of oral anticoagulants.
			Warfarin			Dabigatran			Rivaroxabana
Target (s)		FactorsII,VII,IX and		Thrombin			Factor Xa
			X, proteins Ca and S		
Oral bioavailability – 100%			3% a 7%
					Avaliação da Hemostasia Primária
Hemostasia
	Primária
		Tempo de Sangramento
· Metodologia
Lind (1991)
	Revisão da indicação do TS como teste de screening pré-operatório:
· 6 trabalhos (prospectivos)
Avaliação da Coagulação
	Via Plasmática
· Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPA) (R)
-Integridade da Via
	Tempo de Protrombina
Anticoagulação
	Índices Terapêuticos para o RNI
	RNI 2,0 -3,0						RNI 2,5-3,5
· Profilaxia para TVP (Trombose Venosa Aguda)	* Prótese valvar mecânica
· Tratamento da TVP
· Tratamento/prevenção de embolia
Pulmonar
· Prótese valvar biológica
· Infarto agudo do miocárdio
· Fibrilação atrial
· Doenças valvares
Tratamento Odontológico Cirúrgico
O que se considerar?
Riscos Locais
	Sangramento local
	Sangramento no espaço retro-molar.
			X
		Riscos Sistêmicos
Safety of Dental Extractions During Uninterrupted Single or Dual Antiplatelet Treatment
Clin Oral Investig. 2012 Oct;16(5):1371-6. doi: 10.1007/s00784-011-0649-1. Epub 2011 Dec 13.
Bleeding incidence after oral surgery with continued oral anticoagulation.
Eichhorn W1, Burkert J, Vorwig O, Blessmann M, Cachovan G, Zeuch J, Eichhorn M, Heiland M.
Extractions without eliminating anticoagulant treatment: a literature review.
	Rodriguez, Cabrera MA, Barona-Dorado
Suspensão da Warfarina...
	Diagnosis and Management...
		Journal of Oral Implantology Flapless Dent...
	Beyond warfarin: the new generation of oral anticoagulants and their implications for the management of dental patients.
	Oral Surg. Oral Med Oral Patol Oral Radiol 2012; 113; 431-441
	F . John Firriolo, DDS
				Protocolo Cirúrgico
	- Mensuração do RNI prévio a cada procedimento.
	- Ambiente ambulatorial
	- Anestésico local com vasoconstritor
	- Técnica infiltrativa e interligamentar
	* Se necessário alveolar inferior - RNI < 1.50...
			Hemostasia Local ?
· Bochechos e compressão com antifrinoléticos (Anti-fibrinolíticos)
· Sutura obliterativa
· Selante de fibrina
· Uso de cimento cirúrgico
· Subgalato de bismuto
(Kim ET AL., 2010)
	Lippert & Gutschit, 1994; Souto ET. AL, 1996; British committee for Standards in Haematology
		2011; Eichborn ET. AL
	Oral Surgery for Patients on Anticoagulant
	Therapy: Current Thoughts on Patients Manegement.
	Table 2 
		Warfarin enhancers and inihbitors
Enhancers					Inihbitors
	Metronidazole antibiotic			Barbituates
	Macrolide antibiotics
	Osteonecrose por Medicações
Australian Endodontic Journal
	Aust Endod J. 2009; 35: 119-130
	The Journal of the Australian Society of Endodontology Inc. and Australian and New Zealand Academy of Endodontics.
	American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons Position Paper on Biphosphonate (medicações anti-reabsortivas) – Related Osteonecrosis of the Jaw – 2009 Update 
					S. L. Ruggiero ET AL. 
					Aust Endod J. 2009, 35: 119-130
American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons Position Paper on Medication
Medication – Related Osteonecrosis of the Jaw – 2014 Update
1. Bisfosfonatos IV
Zoledronato (Reclast®)
Ibandronato (Boniva®)
2. Bisfosfonatos VO
Risedronato (Actomel® )
3. Inibidores da Proteina Rank-L
Denosumab (Prolia®, Xgeva®)
4. Inibidores da angiogênese
Bevacizumb (Avastin®) (Roche)
Sunitibe (Sutent®) (Pfizer)
Qual o mecanismo de ação ?
	Efeito Anti-Tumoral dos Bisfosfonatos: uma Nova Perspectiva Terapêutica Anti-Tumor
 Effect of Bisphosphonates: a New Therapeutic Perspective
Déborah V. Vasconcellos 1, Maria Eugenia L. Duarte 2 , Raquel C. Maia 3
1. Nova perspectiva terapêutica.
Debora V. Vasconcelos; Ma Eugênia L. Duarte; Raquel C. Maia -Ver. Bras. De Cancerologia 2004; 50 (1); 45-54.
*Inibição da proliferação celular e indução da apoptose.
*Inibição da adesão e da invasibilidade celular
*Inibição das metástases ósseas in vivo
*Inibição das angiogêneses
*Efeitos na secreção de citocinas e fatores de crescimento.
Physiology and Pharmacology of Nonbisphosphonates Drugs Implicated in Osteonecrosis of the Jaw.
	Mathias Troeltzsch, MD, DMD, Thimothy Woodlock, MD ; Sthephanie Castro ET AL. , 2004; Migliorati
Ivã 
	3 Gerações:
		Compostos não-nitrogenados:
			1ª Geração : etidronato, clonodrato.
		Nitrogenados:
			2ª Geração: alendronato, pamidronato, ibandronato.
			3ª Geração: risedronato, zoledronato (2001).
Classificação da Osteonecrose
	At risk category: No apparent necrotic boné in patient with have been treated with either oral or IV bisphosphonates.
	Dental Implants in patients treated with oral bisphosphonates. A bibliographic review.Med Oral Patol Oral Cir Oral – Jose M. Montoya- Carralero; Pablo Parra-Mino; Piedad Ramirez-Fernan.
	Efeito anti-tumoral dos Bisfosfonados: uma Nova Perspectiva Terapêutica.
	Indicações.
	Australian Endodont J. 2009; 35; 119-130.
	Bisphosphonate preparations currently available in the US.
	Fatores de Risco.
1. Relacionados à medicação
A. Potência dos bisfofonados – Zolendronato >> pamidronato >> VO
B. Duração da Terapia.
2. Locais:
A. Cirurgias dento-alveolares
i. Extrações
ii. Implantes
iii. Cirurgias Periapicais
iv. Cirurgias periodontais com envolvimento ósseo.
B. Variações anatômicas
i. Mandibulares – tórus lingual, linha milo-hioidéia.
ii. Maxilares – tórus palatino.
3. Doenças associadas
4. Fatores demográficos e sistêmicos
A. Caucasianos > Negros
B. Sem diferença de sexo
C. Idade
D. Tabagismo (etilismo? )
E. Paciente em diálise, anemia, obesidade, diabetes, presença de metástases.
F. Pacientes que foram submetidos à quimioterapia com ciclofosfamida, neutropenia....
Osteonecrosis of the jaw complicating bisphosphonate treatment for boné disease in multiple myeloma na overview with recommendations for prevention and treatment.
	Internal Medicine Journal 39 (2009) 304-316.
	M. Dickinson, H. M. Prince; S. Kirsa, A. Zonnettino, S. D. J. Gibbs, L. Mileshkin, J. O’Grady; J. F. Seymour; J. Szer, N. Horvath, D. E. Joshua and others on behalf of the Medical and Scientific Advisory Group of the Myeloma Foundation of Australia.
	Table 5 –Prevention strategies for osteonecrosis of the jaw.
	Vigilant dental care is the cornerstone...
		Rev Bras Reumatol. 2012; 52 (2) : 260-270.
			Marx
		J. Oral Maxillofaci Surg 2007; 65 (12): 2397....
	J. Cancer Ver Clin Oncol
	Bisphosphonates – Induced osteonecrosis of the jaw: a review of 2400 patient cases.
		Filleul O1, Crompot E, Saussez S.
Tratamento: Conservador ou Radical ?
J. Peridontol Implant Sci 2010 40:90-95. Dói: 10.5051/jpis.2010.40.2.90.
Oral Bisphosphonate- Associated Osteonecrosis of the Jaw After implant Surgery: a case report and Literature Review.
	Alberto Bedogni ET AL. J. Oral Maxillofac. Surg 2010
	Long-term treatment...
	Receita comum
Nome do profissional Número de inscrição CRO
	Especialidade – CEP
P/ fulano
End.... tal
Uso int.
	*Medicamento-dosagem-apresentação-cxs.
	Modo de usar
Não ingerir bebidas alcoólicas
Não dirigir
Trazer um acompanhante na sessão
			Data e ass.:
		Notificação de Receita
Notificação de Receita	B				Identificação do Emitente
 UF		Número				Nome e número inscrição no CRO
			 					End. – CEP
							Impresso ou com uso do carimbo
	Quais tipos de medicamentos o Cirurgião-Dentista pode prescrever?
	Qualquer um, desde que seja indicado para uso odontológico.
	Industrializados					Formulados
Fármacos originais (ou de ref.)			(Formulações Magistrais)
	Genéricos
	Similares
	Como evitar a dor em Odontologia?
	Inflamação		dor			ansiedade
							Medo
	Infecção
Pré-Operatório			Trans –Operatório			Pós-Operatório
Ansiolíticos			Anestésicos				Analgésicos
Antiinflamatórios		(Sedação)				Antiinflamatórios
Antimicrobianos							Antimicrobianos
			Controle da Ansiedade
	Estresse
Falar em Público			27%
Ir ao CD					21%
Altura					20%
Rato					12%
Voar					9%
Outros					11%
			Dental Health Advisor, 1987 (1000 adultos)
	Meyer (1987); Brand ET AL. (1995); Brand & Abraham Inpyn (1996); Arora (1999).
		Ansiedade em Odontologia
	Resultado de diversos fatores:
√. Importância psicológica da cavidade bucal;
√. Idade e sexo do paciente;
√. Experiências e traumas antepassadas;
√. Histórias de familiares.
	Fatores geradores de “stress” em Odontologia
1. Instrumental (seringas, agulhas, fórceps, elevadores e limas).
2. As vibrações ou sons provocados pelos motores de baixa-rotação ou turbinas de alta-rotação;
3. Os movimentos bruscos ou ríspidos do profissional;
4. A sensação inesperada de dor.
Níveis sanguíneos de Catecolaminas
						ADR (μg/min)	NORADR (μg/min)
Secreção da				 7		 1,5
Supra –renal
Em repouso
Stress					 280			56
	“O stress ao tratamento odontológico não controlado, constitui-se na principal causa das situações de emergência”.
					Malamed; 1995; Andrade & Ranali, 2002.
Imediatamente antes do atendimento				1,5
Durante/Logo após a anestesia local				54,9
Durante o tratamento						22,0
Após o atendimento						15,2
Após deixar o consultório					5,5
						Malamed, S. F. – JADA, 104 (8): 40:53, 1993.
Controle do Stress
		Sedação Consciente
			ADA
Depressão mínima do nível de consciência do paciente, que não afeta sua habilidade de respirar de forma automática e independente; responder de maneira apropriada à estimulação física e ao comando verbal.
	Via Oral				Via Respiratória
Benzodiazepínicos			Mistura N2O/O2
Oral Maxillofacial Surg Clin N Am. 25 (2013) 439-451.
	Pharmacology of Intravenous Sedative/Anesthetic Medication Used in Oral Surgery.
			Joseph A. Giovannitti Jr. , DMD.
Table 2-1- Continuum of Depth of Sedation: Definition of General Anesthesia and Levels of Sedation/Analgesia
 
(Anxiolysis)				(Conscious Sedation)
Normal Response				Purposeful*response to
Responsiveness	to verbal stimulation				verbal or tactile stimulation
			Deep sedation/Analgesia			General Anesthesia
			Purposeful*response				Unarousable, even
			After repeated or				with painful
			Painful stimulation				stimulation
					Enaffected			No intervention
									Required
Airway					
Intervation			Intervation often
May be			required
Required
					
Unaffected			Adequate
Spontaneous
Ventilation
					May be			Frequently
					Inadequate			inadequate
· Reflex with drawal from painful stimulus is not...
Benzodiazepínicos
· Classe de drogas + usadas em Medicina.
· > seletividade
· > margem de segurança
· Diazepam®(midazolam) Felpel, 1998 - é a droga padrão do grupo; 
· Atualmente mais prescrito é alprazolam (Frontal®).
GABA = neurotransmissor endógeno
	Mecanismo de Ação
			Cl¯
			Cl¯		 	
Picrotoxina Cl¯			Esteróides
				 			
 				 Benzodiazepínicos
						 
Barbitúricos				
	Início da ação de acordo com a via de administração:
	Oral → 30 minutos
	Retal → 30 minutos
	IM → 10-15 minutos
	IV → 20 segundos
	Inalação → 20 segundos
		Benzodiazepínicos
· ↓ a ansiedade e o medo
· Reduz o fluxo salivar e o reflexo de vômito.
· ↑ o limiar de dor
· Ajuda no alívio do espasmo muscular reflexo.
· Induz a amnésia anterógrada.
· ↓ o metabolismo → ↓ Volume de AL.
· Via de administração oral.
· Baixo custo
· Baixa a incidência de reações adversas.
· Não é necessário equipamento nem treinamento especial.
				Início da Ação
	Tempo de meia vida plasmática e duração de ação.
Nome				Início de		½ -Vida		Duração
Genérico			Ação(minutos)	plasmática(h)		de Ação
Diazepam			45-60			20-50			Prolongada	
Lorazepam			40-120			12-20			Intermediária
Alprazolam			60-90			12-15			Intermediária
Midazolam			30-60			1-3			Curta
Triazolam*			30-60			1,5-5			Curta
	*atualmente não é comercializada no Brasil.
	Andrade, E. D. In Terapêutica Medicamentosa em Odontologia, 3ª Ed, 2013
	Esquema Terapêutico em Odontologia
Nome Genérico	Dosagem em Adultos		Dosagem em Idosos 		Dosagem em Crianças 
Diazepam		5 a 10 mg			5 mg				0,2 a 0,5 mg/kg
Lorazepam 		1 a 2 mg			1 mg				Não é recomendado
Alprazolam		0,25 a 0,75 mg		0,25 mg			Não é recomendado
Midazolam		7,5 a 15 mg VO.........
		Usos com Precaução
· Durante a gestação e a lactação
· Alcoólatras crônicos
· Dependentes de outros depressores do SNC (anti-histamínicos, anti-convulsivantes, anti-depressivos ou barbitúricos).
· Pacientes com disfunção renal ou hepática.
Cuidados Adicionais
· Não dirigir veículos ou operar máquinas perigosas.
· Acompanhamento nas sessões de atendimento.
Contra-indicações 
· Hipersensibilidade à droga.
· Gravidez (primeiro trimestre e final da gestação).
· Glaucoma (ângulo estreito).
· Mistenia gravis
· Cria.........
Desvantagens
· Depende da cooperação do paciente.
· Período de latência.
· Absorção errática ou incompleta.
· Impossibilidade de ↑ ou ↓ do nível de sedação.
· Duração prolongada de ação (idosos, obesos).
· Tempo de eliminação longo (Diazepam®).· Restrição das atividades do paciente.
· Efeito paradoxal
· Ação depressora é dose-dependente→cuidado com associações.
Sedation, 1995
Alternativas?
· Sedação mínima pela técnica da inalação de N2O2 + O2
· Fitoterápicos
Sedação Consciente com N2O
Fase					Sintomas/Sinais
Sedação Ideal			Sensação de euforia, vibração pelo corpo, analgesia, dormência nas mãos 
 
	Vantagens
· Analgesia
· Alteração da profundidade sedação.
· Duração de ação variável.
· Tempo de recuperação
· Dose incremental
· Segura.
Desvantagens
· Alto custo inicial
· Alto custo dos gases
· Espaço para o equipamento.
· Necessidade de cooperação;
· Necessidade de treinamento.
· Risco ocupacional.
Contra-indicações
	Não hácontra-indicação absoluta ao uso de N2O em combinação com uma adequada concentração de O2.
		Wylie, W. D. ; Chur-Chill-Davidson; H. C. . A practice of anesthesia. Ed. 4, Plhiladelphia; 1978, Saunders, p. 244.
		Anestésicos Locais
· Mulher, 68 anos, história de angina pectoris.
· Extração de 28 dentes.
· 9 tubetes 2,2 ml de lidocaína com fenilefrina e 4 tubetes( 2,2 ml na Europa) de mepivacaína, durante 20 minutos.
· A paciente relatou alta ansiedade.
· Pouco depois – contrações musculares que progrediram para convulsão.
· O profissional administrou O2.
· Equipe médica iniciou RCP e desfibrilação cardíaca sem sucesso.
· Autópsia.
Malamed S F Primary Dental Care, 1999; 6: 11-15.
	Técnica perfeita – hemostasia e duração adequadas.
	Soluções anestésicas com vasoconstritor.
USA ± 300 000 000
BR
São drogas seguras
	O que são anestésicos locais?
	Agentes químicos que depositados nas proximidades de um nervo bloqueiam a via de condução de impulsos dolorosos.
						(Bennet, 1986)
			Anestesia Local
	Perda da sensibilidade em uma área circunscrita do corpo sem a indução da perda da consciência (Depressão da excitação das células nervosas).
	Ações farmacológicas gerais.
· Bloqueio dos canais de sódio.
Propriedades físico-químicas e farmacológicas dos Anestésicos Locais.
			Coeficiente de solubilidade
Sal			pKa		Latência		Lipossolubilidade	Ligação	Duração
											Proteica
Lidocaína		7,8		Rápida				4		65		Moderada
Mepivacaína		7,7		Rápida				1		75		Moderada
Prilocaína		7,8		Rápida				1,5		55		Moderada
Articaína		7,8		Rápida				ND		ND		Moderada
Etidocaína		7,9		Rápida				140		94		Longa
Bupivacaína		8,1		Moderada			30		95		Longa
Ropivacaína		8,1		Moderada			ND		ND		Longa
					Malamed, 2005
	Andrade, E D In Terapêutica Medicamentosa em Odontologia, 3ª Ed. , 2013.
	Características dos Anestésicos Locais
Anestésico Local	Tempo de		Potência	Metabolização		Excreção 
			Latência(minutos)
Lidocaína		2 a 3					Hepática			Renal
Mepivacaína		1,5 a 2			=lidocaína	Hepática			Renal
Articaína		1 a 2			>lidocaína	Hepática			Renal
								Plasma				Renal
Prilocaina		2 a 4			=lidocaína	Hepática			Renal
								Pulmonar			Renal
Bupivacaína		6 a 10			4x>lidocaína	Hepática			Renal
			Arthur, 1987; Denson, Mazoit, 1991;
		Lee et AL., 1989; Hersh ET AL., 2006.
	Meia Vida e tempo de eliminação dos Anestésicos Locais
Anestésico			½ Vida
Local				(+ ½ )h........
			Meechan & Rood (1992)
	Administração do sal anestésico.
1) Aspiração prévia
2) Injeção lenta
3) Dose segura
Idade do Paciente;
Condição física do paciente;
	Peso do Paciente.
	Anestésicos Locais disponíveis no BR com suas doses máximas para adultos saudáveis.
Anestésico Local	Dose Max. (p/kg 		(No)p/ adultos		Máx.
			De peso corporal		a 6 de tubetes		absoluto
							1,8 ml 0 kg)		(independente do peso)
Lidocaína 2%		4,4 mg/kg				7		300 mg
Lidocaína 3%		4,4 mg/kg 			4 e ½			300 mg
Mepivacaína 2%	4,4 mg/kg			7			300 mg
Mepivacaína 3%	4,4 mg/kg			4 e ½			300 mg
Articaína 4%		7 mg/kg			5 e ½			500 mg
Prilocaína 3%		6 mg/kg			6 e ½			400 mg
Bupivacaína 0,5 %	1,3 mg/kg			8 e ½			90 mg
	Doses máximas
		Lidocaína 2%
		Mepivacaína 2%
2%
2g --------100ml				20 mg ---------- 1 ml
2000 mg------100 ml				y-----------1,8 ml
	x-------1 ml				y= 36 mg
x= 20 mg/ml
→ Dose Max. Adultos e Crianças.
	→ 4,4 mg/kg
	→adulto 60 kg = 264 mg
	→ 264 mg = 7,3 tubetes........
		Lidocaína
Concentração	Vasoconstritor	Comercial	Duração Pulpar	Duração
(Porcentagem)					(mín.)			tec. Moles (h)
		Sem		 	Xylestesim
					LidostesimSV	5-10 			1-2
		Epinefrina
		1:50.000		Alphacaine	60			3-5
		Epinefrina
2%		1:80.000		Alphacaine	60			3-5
		Epinefrina		Xylocaína	60			3-5
		1:100.000
		Epinefrina		Alphacaine	60			3-5
		1:200.000
		Norepinefrina		Xylestesim	60			3-5
		1:50.000		Lidostesim	60			3-5
		Fenilefrina		Novocol/	60			3-5
		1:2.500 		Biocaína	60			3-5
3%		Bitartarato de		Lidostesim	60			3-5
		Norepinefrina
		1:50.000
		Mepivacaína
		Epinefrina		Mepivalem
		1:100.000		2% AD		45-60			2-4
					Mepiadre
2%		Norepinefrina		
		1:100.000		Mepinor	60			2-4
		Carbadrina
		1:20.000		Mepilevo	60-90			3-5
3%
		Prilocaína
3%		Felipressina		Citocaína
		0,03 UI/ml		Citanest	30-60			2-4
					Prilonest	
		Articaína
		Epinefrina
4%		1:100.000		Articaine	60-160
		Epinefrina
		1:200.000
		Bupivacaína
		Epinefrina
0,5%		1:200.000		Neocaína	1-6			10-12
		s/			Neocaína	0,3			9
		Planejamento Radiográfico para Implantes
						Dr. Marcio Yara Buscatti
						(Delboni-Auriemo)
		Objetivos:
· Avaliar a relação do sítio de interesse com as estruturas anatômicas contíguas.
Mensurar a altura e espessura do tecido ósseo remanescente.
	Analisar a densidade do tecido ósseo.
		Objetivo principal:
	Determinar altura e espessura óssea da região.
		Aplicabilidade das diferentes técnicas:
1. Periapical
2. Oclusal
3. Telerradiografia lateral (Cefalométrica)
4. Panorâmica
5. Tomografia convencional
6. Tomografia Computadorizada.
Protocolo.
· Periapical
· Panorâmica
· Cortes.
1. Periapical
· Altura e largura
Guia Radiográfico.
	Técnica Periapical
· Utilizar a técnica do paralelismo
· Presença de ampliações
· Presença de distorções
· Avaliação tridimensional
Frederiksen (1995), Razims e Willianson (1996).
	Ampliação = ↑ no tamanho do objeto.
	Distorção = modificação na forma do objeto.
	Paralelismo X Bissetriz
2. Oclusal
Técnica Oclusal
· Radiografia Oclusal Total para Mandíbula .
Permite a observação.........
	Oclusal – Total superior (Maxila)
	Oclusal – Total inferior (Mandíbula).
3. Telerradiografia Lateral
· Determinar a relação Maxilo-Mandibular
Ampliação de 6 a 15%.
4. Panorâmica
Não é exemplo de confiável para se fazer implantes.
Visão ampla do estado geral da boca.
Noção geral das alturas ósseas em todas as regiões bucais.
Conforto.
Simplicidade e praticidade.
Menor dose de radiação.
Menor detalhe.
Extrema sensibilidade aos erros de posição do paciente.
Distorções da imagem.
	Maxila – Posição e contorno da fossa nasal.
		Orientação do canal incisivo.
		Contorno e extensão..........
	Mandíbula – Orientação espacial.
		Forame mentual e canal mandibular.
		Possíveis alterações anatômicas.
	Variações anatômicas do rebordo.
		Maxila – A – A > parte do ..................
		Mandíbula – A – A > parte do rebordo alveolar está presente.
				B – Moderada reabsorção .............
	Panorâmica com traçado.
	Reparos anatômicos.
		Tipos de Forame Mentual
			Contínuo			Separado
			Difuso				Identificável
Panorâmica
	O feixe útil já entra inclinado.
Guia Radiográfico.
	Indicações:
· Utilizada para planejamento.
O guia é uma duplicação
Materiais:
	Esferas, radiográfica Convencional: ou pinos metálicos.
Tomografia Convencional (Linear).
	Tomografia computadorizada nas especialidades.
Quando indicar e como interpretar.
			Prof. Dr. Márcio Yara Buscatti
				buscatti@usp.br.
	Controle pós-operatório do implante.
Helicoidal Multslice (fan-Beam)
	Feixe em forma de leque.
Cone- beam
	[feixe (dose de radiação menor e mais informações) em forma de cone] para a área dental (mais para osso)
	Pan
	Tele				com feixe cone-beam
	Tomógrafo
	Aquisições volumétricas.
	Aquisição do Ram-Data.
	Vantagens das Imagens Tomográficas
· Imagens das Áreas anatômicas de interesse sem sobreposição de outras estruturas.
· Ausência de distorções, ou seja, alteração da froma.
· Ausência de ampliações, ou seja, alteração de tamanho.
Cone-beam não registra tecidos moles.
	Aneurisma em neuro-crânio sóse vê por Multslice.
Confiança			preço
				Ou trabalho
				Axial
		Coronal			Planos
	Sagital
Radiografia Panorâmica X Corte Plano
· A sobreposição das estruturas anatômicas reduz os detalhes.
· Distorções levam à mensurações aproximadas e inexatas.
Aquisição de 6”
	Imagem com sobreposição.
	Necessidade de detalhes.
Hemi-face no Newton.
Aquisição de 9”
Aquisição de 12”
3D de tecido mole com 12”
	(Utilização de filtros)
Voxel é o volume do pixel.
			ATM
Indicada na avaliação de:
· Alterações no desenvolvimento da cabeça da Mandíbula.
· Pesquisa de fraturas intra/extra-capsulares;
· Grau de abertura bucal e translação da cabeça da Mandíbula.
· Presença de corpos livres articulares;
· Doenças degenerativas articulares- osteoartrite.............
· Orientação da aquisição tomográfica Frankfurt.
· Duas aquisições: boca fechada (MIC) e boca aberta (Máxima abertura).
· Planos de avaliação axial, sagital e coronal.
· Plano axial: imagem guia para os cortes sagitais e coronais (localizar imagem maior distância entre polos).
Trauma
	Fratura de Face.
					Hipodenso (radiolúcido)
Tomografia
(designações)				Hiperdenso (radiopaco)
	Inclinação V-L = corte transversal
	Inclinação M-D = corte panorâmico
	Estudo para localização de Terceiros Molares.
	Seio Maxilar hiperdenso = sinusopatia
		Dentes Retidos
	Sugestão tomográfica : > comprimento
				< largura
	As inclinações são sugestivas.
	Localização de cárie.
	Identificação das limitações estruturais...............
	O corte sagital com a postura da língua e análise do espaço aéreo.
WI-Ket
Prexon		registram espaços aéreos
Newton
	O futuro da CBCT na Ortodontia, Orto Facial e Cirurgia Ortognática.
	Metade dos tratamentos endodônticos excelentemente bem tratados devem ser retratados à luz da tomografia.
	Cisto Residual.
	Odontoma.
	Fratura Dental.
	Defeito de Stafne.
	Calcificações – Sialólitos.
	Alternativas de estudo em Otorrinolaringologia.
	Desmistificações das TCs ?
Preço? 		Solicitação do Exame(simples e objetiva, possível) ?
Capacidade		de interpretação?
Formatação: * Apresentação
· Linguagem.
Planejamento para Implante Software e Prototipagem.
	Cultura do Papel X Sistemas Digitais
Vantagens
· Rapidez (endo)
· Diagnóstico confiável
· Aumento na radioproteção para o paciente
· Melhora na comunicação
· Economia (Tempo)
· Segurança.
Ap. de RX portátil pode produzir radiação secundária.
	Distância confiável = 1,80 m
			Cabo ou
Direto			WiFi
Indireto		processamento intermediário
		Manipulação de Imagens.
· Modificação de densidade e contraste.
· Negativo
· Relevo
· Colorização
· Aumento (Zoom)
· Mensurações lineares e angulares.
· Filtros
Sert Sign
Sebrasa		Certificações digitais
Bb
ICP (Infra-estrutura de Chaves Públicas do BR) por Criptografia
DICOM
	Digital
	Imaging and
	Communications in Medicine.
		Recursos de Diagnóstico e Planejamento
· Implante – “Dentscan” - Dentalslice
Implantviewer, Simplant.
· Ortodontia Dolphin, Nemotec
· MPR – Multiplanar Reconstruction
· 3D
· Prototipagem – protótipo, guias cirúrgicos.
· Cirurgia guiada por navegador (“GPS”).
Planejamento de implantes.
Segmentação de dentes.
Simulação de Extração Dentária.
Visualização do Canal Mandibular.
Sistemas de Cirurgia Guiada.
Prototipagem.
Prototipagem e Biomodelagem.
	Principais benefícios:
· Planejamento cirúrgico de complexas cirurgias.
· Ensaiar procedimentos médicos/odontológicos (simulação).
· Confeccionar próteses sob medida para o paciente (customização).
· Aumenta-se a qualidade do tratamento.
· Diminuição do Tempo das cirurgias.
· Comunicação com o paciente (percepção táctil e visual).
Sistemas de prototipagem
	Protótipo em Gesso.
		Biofast.
	Protótipo em resina.
		Anne Soluctions
			Cirurgia Flap-less – sem retalho
	Protocolo pré-tomográfico.
· Enceramento diagnóstico.
· Duplicação em acrílico.
· Marcações com guta-percha.
· Registro oclusal.
Tomografia
	Planejamento Virtual...............
	...............Enxerto ósseo.
			Reparo do bloco ósseo, ajuste no biomodelo prototipado.
	Fixação do enxerto no paciente com parafusos e resultado final.
	Navegador cirúrgico (Cirurgia por GPS).
	DENX
		Confi Dent.
		Sites de Prototipagem:
· WWW.annesoluctions.com.br
· WWW.artis.com.br
· WWW.cenpra.gov.br
· WWW.bioparts.com.br
· WWW.materialise.com
· WWW.maxfac.com.
“A questão não é se vou trocar para o sistema digital, mas quando”.
			buscatti@usp.br
	WWW.dentalslice.com.br
			Arquivo. BpT.
		Dentalslice Jan 2010 BIOPARTS.
Monitoramento da Saúde Peri-Implantar: Mucosites e Periimplantites.
	Filosofia iTop
		Dr. Hugo Roberto Lewgoy.
	Está baseada na desorganização do biofilme oral através de uma higiene oral eficaz, atraumática e de fácil aceitação. Ela é a higienização individualizada de todos os nichos de retenção da “placa” com maior eficiência.
	Jiri 	Sedelmayer, 2004.
	ITOP – Individually Trained Oral Prophylaxis
	Princípio: um dente limpo não fica doente.
		Hyatt ET AL. 1934
		Löe ET AL...................
	Nossos dentes são importantes para toda a vida.
		Higiene Oral: Saúde Oral.
	Brunetti MC – Periodontia Médica – Uma abordagem integrada, SENAC – 2013.
	Existe uma conexão entre baixo.................
	Higiene Oral: Pneumonia Nosocomial.
			Cárie Dental
 (
Cárie
)Dente						Bactéria
			
						Alimentação
Tempo			Placa Dental
	Flúor: a fluoretação das águas de abastecimento como método de prevenção.
	Higiene Oral: saúde oral para todos: desafios locais, soluções globais.
	BR – 55 milhões de edêntulos
		Totais ou Parciais.
	A desorganização do biofilme oral é fundamental.
	Biofilme Oral: colonização dento-gengival.
	Higiene Oral: de 2004 a 2010, 50% não tinham escovas dentais.
	Erosão/Corrosão
	- Perda de estrutura dental........
	A escovação deve ser realizada 30 minutos após a ingestão de produtos ácidos.
	Brushing abrasion of softened and remineralised dentin: in situ study.
	Atrição: é o desgaste atípico das superfícies oclusais.......
	Abrasão: perda de estrutura dental relacionada à escova, dentifrício, etc..
	A escovação.
	Escovas
	Quantidade e textura das cerdas.
	Tempo!	
· Movimentos vibratórios circulares, para ...........
Hipersensibilidade
	Resposta exacerbada à um estímulo sensorial.
	- Obliteração dos túbulos dentinários.
	- Despolarização das terminações nervosas.
	- Deposição de cristais na parede interna dos túbulos dentinários.
	- Arginina.
	Cerdas de Microfibra Curaprox®.
	Região Proximal
	Gengivas saudáveis não sangram.
	As escovas interdentais não são iguais.
	A escova interdental não pode ter o fio do meio de níquel pois dá interação com o titânio do implante.
	A cor da sonda relaciona a .................
	Espaços menores que 0,6 mm entre os dentes pode-se usar fio dental pois daí o espaço é plano.
	A sonda IAP Prime transforma o exercício de suposição em uma tarefa precisa de seleção.
	Uma técnica correta: suave, efetiva e atraumática.
	Higienização Primária: “Prime”.
	Aceitação !
	Motivação !
	Interdental Prime: Indicações: Periodontia, Dentística, Prótese, Implantodontia, Odontopediatria.
	Escovas Unitufo Solo
	Contorno Gengival.
		Mucosites e Periimplantites.
Alemanha
· 500.000 implantes em 2013.
Brasil – 2013
· 2 milhões 
Higienização de Implantes.
	“A fase de manutenção da reabilitação...........
· Problemas
Risco da Doença
	“Índice de placa bacteriana elevado e história de perda dental pregressa por doença periodontal.........
	Mucosite Peri-implantar (assemelha-se à gengivite).
	Peri-implantite(em forma de taça)
		“É um processo inflamatório mais severo........
· Ulceração do epitélio sulcular etc.
Consensus of the Seventh European Workshop on Periodontology. Lang NP(1), Berglundh T; Working Group 4 of Seventh European Workshop on Periodontology. Collaborators: Abrahamsson I, Claffey N, De Bruyn H, Donos N , Esposito M, Heitz-Mayfield LJ, Klinge B, Mombelli A, Palmer RM, Quirynen M, Renvert S, Salvi GE, Sanz I, Schwarz F, Sculean A, Vignoletti F, Zitzmann NU.
	Espaço Biológico
Gargiulo A W ; Wentz F M ,Orban B. Dimensions and relations of the dentogingival junction in humans. J Periodontol. 1961;32(3):261-7.
	EGF – Epidermal Growth FactorPolipeptídeo – Fator de Crescimento Epidermal
	Zipprich H, Weigl P, Lange B, Lauer H C . Micromovements at the implant-abutment interface: measurement, causes and consequences.	Platform Switching.
	Quirynen M., ET AL.......
	Van Winkelhoff...........
Clin Oral Implants Res. 1991 Apr-Jun;2(2):81-90.
The soft tissue barrier at implants and teeth.
Berglundh T1, Lindhe J, Ericsson I, Marinello CP, Liljenberg B, Thomsen P.
	Ongoing 10-year study in Bern. Giovanni E Salvi, 2009.
	Diag.
		Parâmetros para monitorar...........
	Bleeding on P...........
	Ericsson I, Lindhe.........
	Avaliação radiográfica.
	Explantação necessária..............
	Health Scale for Dental Implants.
	Implant Quality			Clinical
	Scale Group				 Conditions
I. Success(optimum health).	a) No pain on tenderness........
Tratamento
	Não cirúrgico............
	Para mucosites a profilaxia mecânica, o uso de antissépticos e antibióticos são efetivos;
· Nas periimplantites..........
Cumulative Interceptive Supportive Therapy Protocol – CIST
(Terapia Interceptativa Cumulativa)
- Protocolo CIST.
	Cist A-reosseointegração
	“Descontaminação da superfície dos implantes com azul de toluidina e laser de diodo (690nm por 60 segundos).
· Osso autógeno
· HA 40
· FDBA/DFDBA
· Osso Fresco.............
Higienização de Implantes.
	Abordagem cirúrgica (RGO- Bone Heal). – Prof. Dr. Munir Salomão.
	Utilização de Fatores de Crescimento na Terapia Regenerativa Periodontal e Peri-implantar.
	Rotating Titanium Brusch.
		Prof. Dr. Andrea Pilloni, Universidade de Roma.
	Abordagem Cirúrgica.
· Retalho /Debridamento
· Irrigação/Soro Fisiológico
· Descontaminação.........
Fillmans ET AL. , 1997
	Jovanovic ,Sascha
		Biofilme Oral
	Adapta-se facilmente nas estruturas dos implantes...........
	Chinen.......
· Escova Dental.............
Butler Post Care Floss Aid.
· Ultra-Som
· Jato de bicarbonato
· Profilaxia.
· Curetas Plásticas......
Curvas Hu-Friedy........
	Reconstrução Gengival
· Cuidados pré-operatórios
· Cuidados trans-operatórios
· Cuidados pós-operatórios 
· Cuidados na fase de manutenção
Esterilização/Desinfecção dos componentes protéticos.
	Protocolo pós-cirúrgico
- Clorexidina 0,12 % ou 0,2%
Escova Pós-Cirúrgica.
	Pós-cirúrgico: 1 a 2 semanas
	Pós-operatório: 2 a 4 semanas
Manuteção: Primeira Situação
	Implantes Unitários
· Creme dental sem F- e com timol 0,10%
· Escova dental ultra-macia
· Fio dental.........
Braz Dent J. 2012;23(2):141-8.
Effects of chemical composition on the corrosion of dental alloys.
Galo R1, Ribeiro RF, Rodrigues RC, Rocha LA, de Mattos Mda G. 
Para coroas unitárias sobre implantes...............
Manutenção : Segunda Situação
	PPF Convencional ou Protocolo.
· Creme dental sem F-...........
Tamanho 0,9 de escova interdental é mais indicada para PPF sobre implante para higienização.
Em situações como em que.........
Manutenção: Terceira Situação
- PPR tipo bola......
Agentes Químicos
· Triclosan (Plax).............
Clorexidina
· Mecanismo de ação específico e ativo contra bactérias G+ e G-.
· Substantividade com ação catiônica com forte.......
Enxaguatórios Orais..........
Agentes Químicos
· Substâncias naturais........
In vitro and in vivo........
	Antonie van Leewenhoek.
	“From whencel I conclude, that the rinegar with wich I wash my teeth, killed only those animals wich were on the outside...........
	Oral Oncology.
		Oral Health, dental care and mouthwash associated with upper............
	Avaliação comparativa in vivo.
	Protocolo mecânico de higiene oral.
	Escova dental, escova interdental.................
		18 classes.
1. Puntiform........
A instalação........
			hugorl@usp.br
				Periodontia Básica.
			Anatomia, biofilme, patogênese e diagnóstico.
							Prof. Dr. PhD Renato Corrêa Viana Casarin
	Int Oral Maxillofac. Implants., 2014- Nov-Dec. 29(6): 1271-80. doi: 10.11607/jonni.3544.
History of Periodontitis as a risk factor for long-term survival of dental implants: a meta-analysis.
	Wen X, Liu R., Deng M, Liw L, Zeng XT, Nie X.
	Anatomia e Histologia dos Tecidos Periodontais.
						Periodonto
			Proteção					Sustentação
				Osso Alveolar				Função
				Osso Compacto			1. Manter o dente em posição
		Cortical e Lâmina Dura				e função.
	Osso alveolar Esponjoso					2. Absorver forças mastigatórias
3.Remodelação e hemostasia.
	Ligamento
		Feixes de fibras colágenas em um tecido conjuntivo frouxo.
		Ancoram o dente ao osso.
		Diferentes conjuntos de fibras.
				(Propriocepção)
	Os feixes
Seguem um curso			Mobilidade
Ligeiramente ondulado que		Fisiológica
Permite ao dente mover-se
Em seu alvéolo
		Crista Alveolar. 
	Altura: 2 a 3 mm da junção cemento-esmalte...........
	Canal de Havers
																																																			Osso Alveolar										Deiscência: descontinuidade da margem óssea expondo a superfície radicular.
		Fenestração: fenestra (janela) no tecido ósseo expondo a superfície radicular, margem óssea presente.
		Variação de espessura do processo alveolar.
		Nas regiões vestibulares de Incisivos e Pré-Molares a tábua óssea cortical é mais delgada.
		Nas regiões de Molares, o osso é mais espesso.
		Cemento – fina camada ao redor da superfície radicular........
			Funções:
	Ancoragem do dente –Fibras de Sharpey;
	Reparação de fraturas radiculares (simples)...........
	As porções das fibras principais que estão embutidas no cemento e no osso......
	Periodonto de Proteção
		- Gengiva Inserida
Características:
1. Casca de laranja.
2. Cor de rosa
3. Firmemente aderida
4. Aspecto saúde
5. Menor vascularização
6. Estende-se até a margem.
- Gengiva Papilar
	Estende-se do ponto de contato.........
Piramidal
Trapezoidal → Col (> risco para doença).
1. > acúmulo de placa.
2. < queratinização........
- Gengiva Livre
			Rósea e lisa
			Sem brilho.
			Não aderida.
	Dentição decídua: região enterior superior – 37 %
				Região anterior inferior – 36%
	Dentição permanente: região anterior superior – 43%
				Região de Pré-Molares superiores – 42%
	Sulco Gengival é = sulco clínico ?
	Sulco Gengival ou histológico – 0,69 mm.
	Essencial para a saúde dos tecidos periodontais.
	Não deve ser invadido para próteses ou restaurações.
		Componentes.
· 0,97 mm – epitélio juncional
· 1,04 mm – inserção conjuntiva.
(dimensões médias obtidas a partir de material de necropsia).
	Epitélio Oral e Sulcular (Gargiulo ET AL. 1961)
	Epitélio Oral: epitélio pavimentoso/escamoso estratificado
							Queratinizado............
	Epitélio juncional – resulta da união do epitélio oral e epitélio reduzido do órgão de esmalte. Epitélio estratificado não-queratinizado.
	Possui duas camadas........
	Localização das Fibras Gengivais
1) Transeptal: cervical de cada dente adjacente e se estendem.
Inervação
	Mecanoreceptores – dor, pressão e tato, presentes no tecido gengival, cemento, ligamento periodontal e osso alveolar.
	Proprioceptores – sensibilidade profunda, informação relativa à movimentos e posições. Assim, os receptoresdo ligamento periodontal associado a ..............
	Etiologia das Doenças Periodontais.
		Löe: 1965.
	Saúde periodontal = G+ aeróbias.
	Doença periodontal = G- anaeróbias.
		Com o passar do tempo ocorrem alterações na quantidade bacteriana e alterações qualitativas.
		Gengivite causa alterações reversíveis.
		Após a remoção do agente etilógico há regressão da doença.
		Fator Etiológico das Alterações Periodontais: Biofilme dental.
	Placa Dental estático.
	Biofilme em movimento.
		Biofilme bacteriano
		(“Placa Bacteriana”).
	Comunidade microbiana organizada, não mineralizada, envolvida em uma matriz de polissacarídeos extracelulares e glicoproteínas salivares.
	“Formado por microcolônias, em uma matriz extracelular e com a presença de canais de fluido”.
	Formação do biofilme bacteriano
			Fluxo
-- --- ---- --					---
	--- -- -- 					---
-- -- --- ---				---	 ---					---
	---	---
	Película adquirida
		Adesão bacteriana polímeros extracelulares e fímbrias
Substrato 		Adsorção		Microrganismos
Disponível		molecular		rolados
			(Fase 1)		(Fase 2)
		Multiplicação			Adsorçãosequencial
		(Fase 3)			de microrganismos
						(Fase 4)
	- 			Aumento da massa bacteriana
	- difusão difícil e condição de anaerobiose.
	Características da Microbiota.
· Colonização bacteriana.
- colonização primária
Facultativa/G+
	Fonte de energia: carboidratos
			Utilizam O2.
	Gêneros Principais:
Streptococcus SP.
Actinomyces SP.
- Transição do Meio/G+ → G-
Muc..........
- Colonização Secundária
	Dependem de colonização prévia
	Anaeróbicas.
	Assacarilíticos
	Fonte de energia: AA. (aminoácidos)
..................		P. Gingivalis
			Prevotella.................
Colonização
Dextrana					B
			Frutana		I
			Mutana		O
						F
						I
						L
						M
						E
			Proteção contra agentes antimicrobianos..........
	Biofilme subgengival.
	Início dependentedo biofileme subgengival.
		Fonte de energia e bactérias.
Biofilme organizado e auto-suficiente
· > espessurado biofilme;
· Presença de biofilme aderido a superfície dental e não aderido.
· ↑ da quantidade de fluido gengival.
Mecanismos de ação bacteriana.
	Agentes citotóxicos (endotoxinas/lipopolissacarídeos);
	Enzimas (colagenase, hialuronidase, condroitinase, proteases);
	Invasão bacteriana.
	Ação combinada.
Bactérias associadas à DP.
- Aggregatibacter actinomycetencomitans – bastonete arredondado, G- não móvel, facultativo.
 (
V. Parvula
a. Odontolyticus
) (
Actinomyces
specie
)- Produz metabólitos.
 (
S. mitis
S. Oralis
S. sanguis
Streptococcus SP.
S. Gordonii
S. Intermedius
)
C. Gracilis			C. Gracilis				C. rectus
D. Conste			C. constellatus
c.showae
Retentores de biofilme.
· Posicionamento dental.
· Inserção alta e volumosa de freio labial e bridas;
· Anormalidades anatômicas;
· Regiões de furca;
O rest...............
		Cálculo Dental.
	Biofilme bacteriano mineralizado sobre a superfície dental ou outras superfícies duras da cavidade bucal.
	Pode ser encontrado sub ou supragengival.
· Estrutura: estruturado em camadas, com variação no grau de mineralização, presença de linhas incrementais, consequentemente propicia a retenção de placa não-mineralizada em sua superfície.
Cálculo supragengival.
Cálculo Subgengival: localização do cálculo sub-sensibilidade.............
		Patogênese
	Introdução.
	Patogênese: pathos (doença) + gene-................
Início e progressão da doença.
	Fases da patogenia.
	¥ gengivite subclínica (clinicamente sadia – com pequenas alterações microscópicas – lesão inicial).
	¥ gengivite clínica (lesão precoce e estabelecida).
	¥ degradação periodontal (lesão avançada).
Formação da bolsa periodontal.
	[Lesão inicial(2 dias)]
	- Vasculite subjacente para o epitélio juncional;
	- Proteinas séricas no meio extravascular;
	- Migração aumentada de neutrófilos, macrófagos, linfócitos para o epitélio juncional e sulco gengival.
	- perda do.............
	- Lesão precoce e estabelecida.
		- acentuação das características da lesão inicial.
		- perda adicional de rede de fibras colágenas (circular e dento-gengival);
		- ulcerações no epitélio sulcular e juncional (sangramento);
		- epitélio juncional migra apicalmente;
		- ausência de perda óssea;
		- Gengivite Clinicamente Detectável.
	- Lesão avançada.
		- persistente e agravamento das características descritas.
		- > extensão para o osso alveolar (perda óssea) e ligamento periodontal.
		- formação de bolsa periodontal.
	Periodontite clinicamente detectável: edema, vermelhidão, perda de inserção, bolsa periodontal e retração gengival, tecido de granulação.
		Fatores de risco:
	Fatores que influenciam a progressão da doença.
	A etiologia das doenças periodontais está relacionada...............
		Fatores locais de risco.
	Fatores que alteram a resposta ou aceleram a...............
a) Bactérias específicas.
1) Aggregatibacter acctinomycetencomitans.
2) Tannerella forsythia.
3) Prevotella intermédia.
4) Porphyromonas gingivallis.
b) Fatores que facilitem a retenção de placa bacteriana;
Fatores que alteram.............
Fatores sistêmicos : tabagismo, diabetes mellitus (mal controlada), stress, osteoporose........
	Exame Clínico Periodontal.
50% da população com mais de 25 anos Periodontite moderada.
15% da população com 65 anos ou mais Periodontite severa.
Instrumental
	Sonda Exploradora, Espelho, Pinça.
	Sonda periodontal: Marquins, UNC, Williams, Michigan, OMS.
	Sonda Nabers. Diagnóstico e sondagem de Lesão de Furca.
Exame Clínico e Periodontal.
Exame Clínico
	Índice de Placa...........
¥ Sangramento à Sondagem.
	Ausência de sangramento indica saúde, mas...........
	O sangramento exsudato não identifica um..........
Exame Clínico
	Profundidade...........
	Posição da margem gengival.
Distância da junção..............
· Distância da junção cemento-esmalte à margem gengival.
Retração gengival. Migração da margem gengival no sentido apical à junção.................
	Nível de Inserção Clínica.
Distância da junção cemento-esmalte à base do sulco gengival/bolsa periodontal.
Determina a extensão dos tecidos periodontais na saúde e determina durante o processo inflamatório.............
¥ Mobilidade dental
	Grau I = até 1 mm
	Grau II = ± 1 mm
	Grau III = + de 1 mm na vertical.
¥ Lesão de Furca.
	Perda horizontal
		Grau I = até 1/3 de um lado.
		Grau II = até mais da metade de um lado à outro.
		Grau III = passa totalmente de um lado à outro.
Qual a função do exame clínico?
	Diagnóstico adequado.
	Classificação adequada.
	Toda patologia ou condição deve ser diagnosticada e, assim, devidamente tratada.]
	Entendimento da etiologia, patogênese.............
	Conhecer as características de cada condição periodontal é obrigação do Cirurgião-Dentista.
	Classificação da Academia Americana de Periodontia.
	AAP-1999.
I. Doenças gengivais (Gengivites).
II. Periodontite Crônica
III. Periodontite Agressiva.
IV. Periodontite como manifestação de doença sistêmica.
V. Doença Periodontal Necrosante:gengivite ulcerativa necrosante.
Ia. Induzidas por placa (biofilme).
	Associada somente por placa.
	Modificada por medicamento.
	Modificada por má-nutrição.
	Modificada por fatores sistêmicos.
Características comuns:
1. Sinais e sintomas confinados...........
Periodontite
Características Clínicas Comuns:
1. ...................
2. ...................
3. 
4. ...
.....................
5. Retração gengival.
6. Reabsorção óssea.
7. ↑ da mobilidade
8. Surtos.
II. Periodontite Crônica
1. Ocorre em adultos (> prevalência) mas pode ocorrer em adolescentes.
2. Quantidade de destruição consistente com fatores locais.
3. Cálculo subgengival frequentemente presente;
4. Padrão microbiano variável.
5. Surtos de progressão lenta à moderada, às vezes progressão rápida;
6. Fatores predisponentes.........................
III. Periodontite Agressiva
1. Pacientes saudáveis, exceto pela presença da periodontite.
2. Rápida perda de inserção e de destruição óssea.............
3. ...........
4. .......
5. Proporções elevadas de Aggregatibacter acctinomycetencomitans..............
IV. Doenças Periodontais Necrosantes.
1. GUN
2. PUN.
1. Características Clínicas.
· Odor fétido.........
2. .........
V. Abcessos do Periodonto
Abscessos.........
Coleção purulenta..........
1. Abscesso gengival
Lesão.......
Resposta inflamatória agressiva decorrente à introdução de materiais estranhos à força na gengiva.
√ Cerda de escova de dente
√ Elástico de Ortodontia.
√ Casca de pipoca , ou pão, etc...
√..........
2. Abscesso Periodontal
Etiologia:
	√ Periodontite Crônica Pré-existente.
	√ Precipitada por alterações na microbiota e/ou diminuição na resistência do organismo.
Diag.
	Sinais e Sintomas
		√ Desconforto à dor severa.
		√ Edema
		√ Mobilidade dental
		√Extrusão
		√Radiograficamente – Reabsorção óssea.
		√Bolsa periodontal.
3. Abscesso Pericoronário – Pericoronarite.
Sinais Clínicos.
	Lesão supurativa.
VI. Doenças Periodontais associadas à lesão Endodôntica.
Relações biológicas entre Polpa e Periodonto.
Canais Laterais.
Exposição dos túbulos dentinários.
	Lesão Endodôntica – Periodontal
Qual a sequência do processo da doença?
	√ Lesão Endo............
			Biofilme Bacteriano Dentário
	Cárie					Gengivite
	↓						↓
Necrose Pulpar				Bolsa Periodontal↓						↓
Canais acessórios				Canais Acessórios
	↓						↓
Forame apical.............			Forame apical..............
		Diagnóstico adequado
	Conhecimento das características e métodos de avaliação.......
							↓
 (
Actinomyces
Species
)						Tratamento Adequado.
 (
P.Gingivalis
T.Forsythia
T.Dentucola
)																																																																																																																																																																																																																																																											S.noxis										A.actino.b																																																																	Socransky ET AL.,1998 (
E. Corrodens
C. Gingivalis
C. Sputigena
C. Ochracea
A. actino.a.
) (
Streptococcus sp.
S. Gordonii
S. Intermedius
) (
P.intermedia
P.Nigrescens
P.Micros
F.nuc.Vicentti
F.nuc.Nucleatum
F.Nuc.Polymorphum
F.periodonticum
) (
C. gracilis
C. rectus
C.
E
Constellatus
nodatum
C. showae
) (
S. Mitis
S. Oralis
S. sanguis
) (
V. Parvula
A. odontolyticus
)
		Critérios Estéticos
· Saúde Gengival
· Fechamento Interdental
· Altura do sorriso						Critérios
· Limite do contorno gengival				Estéticos
· Nível do contato interdental
· Dimensões dentais relativas
· Forma dental
· Caracterização dental
· Textura da superfície
· Cor						 Critérios Estéticos
· Borda incisiva
· Eixo dental
· Simetria do sorriso.
Magno, P.; Bolser 2003.
Socransky 63, Gibbons 64.
 Iodo e 
Salvarum									LÖE
										 1965
 1920
						1955
					Cálculo e 				“era do
			Traumatismo, Idade					linfócito”
			Acúmulo bacteriano.
	LOESCH,1974.						Branemark,1982
Melhoria do cultivo
De Na
	1990					Genoma
						
Holística					2001						Era do
Resp. Ind X Int. Mier									Hospedeiro.
		Utilização da Sonda Periodontal.
							
															
												
Correto						Incorreto			Correto
Incorreto
		Nível Clínico de Inserção
	Distância da junção esmalte –cemento à ponta da sonda.
		Glossary of periodontal terms (AAP, 1992)
			Informações Detectadas na Sondagem Periodontal
· Profundidade de sondagem (distância entre a margem gengival e o fundo da bolsa).
· Retração gengival (distância entre a junção cemento-esmalte e a margem gengival).
· Nível clínico de inserção (distância entre a junção cemento-esmalte e o fundo da bolsa).
Como evitar o início e aprogressão da doença periodontal?
	Fornecer informação sobre efetivo controle da Placa/Biofilme.
	Remover fatores retentivos de Placa/Biofilme bacteriano.
O paciente deve:
· Ver o que é placa (biofilme);
· Como e porque ela se forma;
· O que fazer para removê-la;
· Consequências nos tecidos quando não devidamente removida.
Controle do Biofilme Supragengival.
	O controle do biofilme em bolsas ≤ a 6 mm parece ter efeito na composição da microbiota subgengival.
		Mac Nabb ET AL.
		Sato ET AL. 1993
			Orientações Clínicas
				Prof. Dra. Maristela Lobo
	Implante é a extensão apical de uma prótese.
	Triagens.
Pedir Tomografia.
	Não pegar casos de reabilitação oral extensa.
	Anamnese do SENAC + TCLE
	Exame Clínico + Fotos.
	Estimativa de Orçamento (Tabela).
	Tomo e outros exames.
	Não fazer implante sem tomo.
		Consulta 1 
	Fichas: Anamnese, análise estética.
	Exame Clínico.
	Protocolo Fotográfico.
	Modelos de Estudo.
	Exames de Imagem.
	(Dentalslice).
	Tomo
		Ficha de Pedido + Papel Desconto SENAC.
		Arcada Total (CD)
	Em todos os casos de implante.
	Validade Anual.
		Planejamento
	Plano de Tratamento
	Sequência Clínica de Tratamento.
	Professores Orientadores.
	Orçamento.
Sequência clínica de Procedimentos
Paciente:						tel.:/Cel.:
Alunos.
Sessão/Módulo		Região Material		Procedimento		Tempo Estimado
	Implantação tardia: implante em alvéolo cicatrizado.
	Sinus lift: levantamento de seio.
	Marcações:
		Implante: mínimo de 4 horas.
		Cirurgias Avançadas: 4 à 8 horas
		Horários disponíveis: 8,30; 11,00 e 14,00h.
· Não marcar pacientes após 15,00 h, à menos que sejam triagens!
Consulta 2
· Conferir o orçamento
· Planejamento Detalhado aprovado.
· Determinar as necessidades (componentes/implantes/cicatrizadores/plano B).
· Laboratório: solicitar guia cirúrgico e provis[orios.
· Prescrever medicações pré-operatórias.
Sistemas de Implantes: Straumann, Nobel, Ankylos e Neodent.
Laboratório
	Aliança		: 11- 3032-0079
(aliança@laboratorioalianca.com.br)
	Lab. Luís Alves 	:11- 7883-4417 (luizalvesferreira@terra.com.br).
Comunicação com o técnico.
	Ficha de pedido/fotos.
	Confirmação da entrega.
		Laboratório.
· Guias Cirúrgicos e Provisórios (Plano B)
↳ R$ 150,00 por guia Preço de 2016)
· Responsabilidade dos alunos:
· Preencher o pedido do laboratório e identificar as caixas.
· Entregar as caixas com os trabalhos na recepção
· Ligar 2 dias antes para confirmar que será entregue em tempo
Motores e Kits Cirúrgicos.
(O SENAC disponibiliza).
	As cirurgias devem estar avisadas à Lígia/Vânia (Pessoas da Clínica Odontológica do SENAC de 2016).
· Kits Cirúrgicos (Straumann, Neodent, Ankylos, Nobel).
· Kits Especiais (Bennex , Retrieval, Piezo).
· Pedidos devem ser registrados em fichas, entregues ao Prof. Responsável (inclusive o pedido de Componentes biológicos:Membrana, Bi-Oss; etc.).
Implantes e Componentes
· Preenchimento da Ficha de pedido, com o nome do paciente e dos alunos, data e a assinatura do aluno que operará o caso.
· Deverá ser entregue aos profs. E responsáveis.
Pedidos e Solicitações
Ficha de componentes, implantes e biomateriais.
	Solicitações com um mês de antecedência.
		Requisição/Devolução
Prótese sobre Implante.
Ficha de componentes assinada: Starumann (Sérgio), Ankylos/Nobel (Teca), Neodent (Ari).
		Requisição/Devolução
Dia da Cirurgia
	Conferir se o pagamento está em dia.
	Conferir se o paciente tomou a medicação prescrita.
· Obter os implantes/componentes/cicatrizadores necessários.
· Adquirir os trabalhos do laboratório.
· Deixar pronta a receita de PO/Atestado.
Medicação PA (Pré-Anestésica)
Dose		→ 1 Decadron® 4 mg 1 h antes (8 mg por bloco) ou
Única		→ 2 Celestone® 2 mg 1 h antes
	Dipirona 500 mg ou 1 g
	PO imediato.
	Medicação PO (carbonado: 3 vias).
		Nome/End.
	→ USO INTERNO:
Não comprar		① Amoxicilina® 500 mg 8/8 h a cada 7 dias.
 (
Medley
®
)O genérico				875 mg 12/12 h 7 dias
Amoxil BD® → 875 mg
	Compensar com 4 g de Amoxicilina para Diabéticos.
	Azi® para seio.
	Clindamicina® 300 mg de 6/6 hs.
	② Spidufen® 600 mg 				ou Nimesulid®
		12/12 h 5 dias				ou Maxsulid®
								Ou Ibuprofeno®
	③ Dipirona® 4/4 h, 3 dias → ou estende em caso de dor.
	Proteger o estômago com Omeprazol®
Bochechar com Periogard® 
Vitamina C 15 dias antes e 15 dias depois (1 g – 2 cps. De Cewin®).
Trazer carimbo.
Receituários Impressos.
	Medicações e Recomendações.
	Pré-anestésicas.
	Pós-operatórias.
Check-list de materiais.
· Descartáveis: Kit de paramentação estéril (2), sugador cirúrgico (2); lâmina de bisturi 15C (5), fio de Sutura Nylon 5-0 e 6-0 (2) e Vicryl 5-0 e 6-0 (2), gaze estéril (2), soro (2), seringa de irrigação com agulha (2), luva estéril (4), agulha (2);
· Anestésicos {Lido, trazer Mepi 3% CV, [Bupi (Neocaína®- trazer), Articaína]}
· Instrumentais específicos.
Dinâmica da Cirurgia
· Cuidado com a biossegurança.
· Cirurgião: monta a mesa e opera.
· Auxiliar.
· Volante: instrumentais, posicionamento implante.
PO Imediato
· Explicar verbalmente as receitas prescritas e as recomendações PO.
· Marcar a remoção de pontos 15 dias após o dia da cirurgia.
Novos Pacientes.
	Triagens.
O SENAC agenda os pacientes e vocês os confirmam.
Encaminhamento de pacientes.
		Biossegurança na Implantodontia.
			Protocolo Clínico.
Objetivos da aula.
· Introdução Geral
Infecções Cruzadas.
	HIV
	HTLV
	Hepatite B
	Hepatite C
	Meningite
	H1N1
Barreiras de Proteção Individuais
	Luvas
	Máscara (3 camadas).
	Gorro
	Óculos.
Aerossóis: sedimentam em 2 hs.
Manchas de sangue: H2O2 (água oxigenada).
Lavar roupas separadamente.
Esterilizador de ar.
	- Álcool 70o.
	- Saquinho de lixo
	- Fenol
	- Ác. Periacético
	- Magi-Pac em tudo.
	Sepsia.
	
Presença de microrganismos nos tecidos produzindo infecção.
		Antissepsia.
	Prevenção deinfecção após atos cirúrgicos, através do uso de substâncias químicas in vivo (em pele e mucosas) essas substâncias, ditas antissépticas, impedem a proliferação dos microrganismos pela inativação e destruição desses.
	Extra-oral Cloro Ex (Clorexidina à 2% em Gel).
	Intra-Oral – Clorexidina à 0,12%
	Artigos críticos – penetram nos tecidos sub-epiteliais, no sistema vascular e em outros órgãos isentos de microbiota próprios, bem como todos aqueles que estejam conectados com eles. Instrumentos que tocam em pele e mucosa não-íntegras também são considerados críticos, estes artigos devem estar obrigatoriamente esterilizados ao serem utilizados.
				Graziani; Silva; Bianchi, 2000, Guimarães Jr; 2001.
	Oxímetro → crítico → abaixo de 60%
		 → semi-crítico → abaixo de 75%.
	Artigos semi-críticos – entram em contato apenas com mucosa íntegra, capaz de impedir a invasão dos tecidos sub-epiteliais. Estes artigos também devem estar esterilizados. Por artigos semi-críticos aceita-se desinfecção apenas por aqueles itens que não podem ser esterilizados por procedimentos físicos.
	Artigos não-críticos – entram em contato com pele íntegra e ainda os que não entram em contato direto com o paciente. Estes artigos devem sofrer procedimentos de desinfecção.
			Agentes Químicos
		Glutaraldeído.
	Álcool 92% (fixa)
	Álcool 70% (mata)→ penetra → esfregar 2 mints.
 (
Clorexidina 0,12%/0,2%
)	Ácido Periacético
								→ Sobre a bancada
 	Fenol
	Hipoclorito de Na (1% - Milton®).
		Lavar as mãos
			Desinfecção.
	Redução segura da quantidade dos microrganismos patogênicos em objetos inanimados (local ou material).
		Bactericida
	Que destrói as bactérias.
		Bacteriostática.
	Evita a multiplicação bacteriana
		Ác. Periacético
	Agente oxidante: rompe membrana celular.
	Amplo espectro.
		Proxitane 0,2% ou 0,35%/Cidex® PO/Oxidial ® Baixa Toxicidade
		Hipoclorito de Na
	Rápida ação e baixo custo.
	Instabilidade química.
	Inativação para material orgânico.
	Nível de desinfecção = concentração.
	1000 ppm = solução à 1% (Milton®) Corrosivo
		Glutaraldeído
	Desinfecção não-específica.
	Altera DNA de fungos, bactérias e vírus.
	É tóxico e corrosivo.
	Não pode ser empregado em recipientes plásticos.
	Instabilidade química.
		Assepsia
	Conjunto das medidas adotadas para evitar a chegada de germes à um local que não os contenha; ausência de germes ou impurezas; caráter ou condição de asséptica.
		Esterilização
	v.t. Tornar estéril: esterilizar o solo/Bacteriologia/Destruir inteiramente os germes e os fermentos prejudiciais à conservação de uma substância: esterilizar a H2O/Cirurgia: Submeter à processo de esterilização: tornar infecundo temporária ou definitivamente.
	Uma escova→ para artigo crítico
				Para artigo não-crítico
	Cuba ultra-sônica.
	Detergente enzimático.
	Infusor para brocas para deixar de molho no detergente enzimático.
	Remoção de debris e material orgânico e secagem com papel.
	Colocar os instrumentos com papel pra cima dentro da autoclave, plástico para baixo.
	Auto-clave – vapor d’H2O sob pressão
			121oC
			15 à 30 mints.
	Tecidos (BRIM)
		PP(Polipropileno)
	Envelopes auto-selante.
	Papel Kraft (para estufa).
	Outros tipo de Esterilização
		Calor Seco
		Óxido de Etileno
		Radiação Gama.
	Condutas de Biossegurança no Consultório Odontológico.
		Pró-pé.
		Saboneteira automática
		RX ensacado.
		Plástico de PVC sobre o posicionador de RX.
	Esterilização de 4 em 4 de roletes de algodão em polipropileno e gaze também.
	Fenol em Spray
	Selados com plástico.
	É importante por gorro e óculos no paciente.
	Evitem encostar as partes cortantes dos instrumentais.
		Procedimentos Protéticos
	Ensacar as moldeiras.
	Moldeiras perfuradas: Zurmaq ou SIN.
	Não estrilizar componentes.
	Cicatrizador tem que esterilizar.
	Tapa-implante tem que esterilizar.
	Etiquetar com etiquetas transparentes e imprimir.
	Alginato Hidro-Gum 5 (pode demorar mais tempo para vazar).
	“Desinfection procedures: Their efficacy and effect on dimensional accuracy and surface quality of a irreversible hydrocolloid impression material”.
A. Rentzia; DC, Coleman, MJ, O’Donell, AH Dowling, M , O’Sullivan.
Science Direct.
		Preparo da Mesa Cirúrgica
			Mepivacaína
Anestésicos		Adrenalina 1:100.000
(3 de cada)		Lidocaína	
Em-la®		Anestésicos tópicos
Dermomax®	para pele que respondem bem para mucosa
							Hemostasia
Neocaína à 0,5% 1:200.000(Epinefrina)		e
							Anestesia Prolongada
	Lâminas [15C ( Marca Swann-Morton)] e Fios de Sutura.(Nylon Preto 5-0, 45 cm, agulha 1,5).
									(6-0 , 45 cm, agulha 1,5)
	Kit de paramentação
		Azul ou verde.
	Sugador estéril descartável (de osso e cirúrgico)
	Seringa de Irrigação
Montagem do Motor (Driller®, MH® ou Kavo®)
	Soro/Rotações
		Corticais Ósseas: 1000 RPM
		Osso Medular: 700 RPM
	Cuidado com o reverso (nuca usar o botão reverso) e com a irrigação
	Guias Cirúrgicos: imersão de CHX (Clorexidina).
			Viabilidade Dental Perio/Endo
					Prof. Ari
	PSR: Periodontal Screening and Recording (Inspeção e Registro).
	Com periodonto alterado não se indica por implante.
	Análise Dento-Labial.
· Ex.
Anotar qualquer irregularidade nos desenhos.
	Longo eixo, Zenith, Papilar, ameias incisais
Histórico da Perda Dental
	Selbert, 1983.
Cl. I Buccolingual lócus with cristal height maintened
Cl. II Vertical low with buccolingual with maintened
Cl.III Combination of vertical and horizontal low
			Adlen ET AL., 1983*
Type A* - Vertical low with buccolingual with maintened
Type B* - Buccolingual low with cristal height maintened
Type C* - Combination of vertical and horizontal low.
		Fotos
Black space > 1 mm
Proporção dental
Simetria dental
Cor.........
Planejamento (Entendo que esta é uma clínica-escola, entendi as outras opções de tratamento que me foram apresentadas..........
Custas-Forma de Pagamento, Tempo aproximado para conclusão.
	Paciente e Prof. Resp.
Sequência Clínica.
Protocolo Fotográfico					Avaliação Estética
		Texto
Silicona Virtual®
Avaliação do Plano Oclusal
Espaços Protéticos.
		Estável?
Oclusão	Tem dentes extruídos?
		Espaços para colocar corôas? Tem?
Avaliar Guia Canina.
Registro Intra-Oral
	Fazer a marcação com carbono nos dentes anteriores inferiores e manda morder com Jig em acrílico e placa de acrílico nos espaços faltantes dos posteriores com cera.
	Prova do Enceramento
(Restabelecer os espaços protéticos).		
	Avaliar:
	- Plano
	 - Formato do dente
Repetir fotos (nas provas).
	Com o aumento da dimensão vertical você não precisa desgastar os Incisivos às vezes para poder restaurá-los, pois a melhor adesão é em esmalte, e não em dentina.
	Cimentar os provisórios em acrílico com resina Flow® com condicionamento ácido e adesivo.
	Reembasamento de Provisórios
	Preparo Inicial.
		(Preparo Supra-gengival).
	Isolar.
		(Momento crítico → isolar bem).
	Para cimentar, uma gota de água acrescida ao cimento de ortofosfato de zinco e para sacar depois vai nas cervicais, um a um, com colher de dentina, começando no Segundo Molar.
	Remover excessos de cimento das áreas do col com fio dental e passa fio e para limpar pônticos é bom escovas elétricas.
	Pode-se usar o próprio provisório para demarcar como se fosse um guia cirúrgico para se determinar onde serão colocados os implantes.
	Febre Reumática → profilaxia antibiótica, pacientes que já tomaram muito corticosteroides.
	Que condições clínicas				ao
E que conduta seguir para impalnte				Médico
ASA 1	pode fazer
ASA 2	implante
ASA 3} contra-indicado para implante
ASA 4 → hospitalar
Paciente com marca-passo → não usar ultra-som nem bisturi elétrico.
Bronquite	precisa estar sempre com
Asma		a “bombinha”
Gastrite → erosão da superfície dental, invaginação de cúspide.
	Sinusite → avaliação Otorrinolaringológica, gotejamento pós-faríngeo → saburra lingual.
	Epilepsia → avaliação médica
				Em crise → manter vias aéreas livres.
	TB → tem que estar em tratamento e não pode fazer.
	Distúrbios Renais → excreção de anestésicos.
	HIV → controlado ou não.
	Herpes (recorrente) → imunidade baixa (só se ele tiver herpes no dia não pode fazer).
	Cicatrização → às vezes é preferível sangrardo que coagular (consultar médico).
	Doença predominante na família → hábitos.
						→ órgãos –alvo
	Gravidez → não é época de se fazer implante. (só em emergência).
	Lactante → medicações restritas (só em emrgência).
	Fumante → risco > de perder o implante 20% > do que qualquer outro paciente.
	Em até 2 anos sugerem uma leve melhora.
	Até 3 cigarros diários tudo bem.
	Álcool → falta de higiene e interação medicamentosa e relacionado ao fumo, perfil depressivo; suspender 3 dias antes.
	Hiperescovação → eficiência
	Fio dental → frequência; não usar, então use escova interdental.
	Queixa principal = a primeira pergunta (expectativa do paciente).
	Alimentação: hábito com o que come e quantas vezes.
				Abordagem Inicial e Diagnóstico
							Prof. Dr. Oswaldo Scopin
	Anamnese – Implantes
			- Queixa Principal
			- Indicação
			- Escute as queixas antes de expressar a opinião
			- Seja paciente
			- Liberdade de expressão
			- Contenha a ansiedade
Exame Clínico
	- Tecidos Moles
	- Dentes restaurados e intactos
	- Posicionamento dos mesmos na boca
	- Avaliação periodontal cuidadosa
	- Detectar áreas de retenção de placa
	- Padrão oclusal
1. Concepção
	Inicial-------------------Final
	Respeitar distâncias para colocar implante. Não tem espaço = crie espaço ou não coloque implante.
	2 a 3 mm da margem gengival
	Cirurgia “Flapless” ou Convencional?
	- Determinação de padrões estéticos
	- Espaço biológico – definição
	- Sequência de tratamento
	Enceramento e Simulação
	Coloque o provisório antes de colocar o implante.
	- Cicatrização mais rápida
	- Preparos antecipados
	- Primeiro jogo de provisórios
	Regeneração Óssea Guiada
		Prévia X Simultânea
	Benefícios dos Enxertos de Tecido Mole
	Aumento tecidual da espessura
	Revista Dental Press Estética
v.5 no 1 p. 55-68.
	Implante é um parafuso que segura o dente.
	Enxerto de Bi-Oss®, conjuntivo e membrana após a extração.
	Pense em:
	- Comunicação prévia (fato digital)
 	-Discussão das limitações 
	-Documentação e consentimento
	-Respeitar biologia
	-Sequência de Tratamento
	Sequência de Tratamento:
	Divida o Tratamento em Fases.
	- Respeite o grau de necessidade.
	Fratura Radicular
	Prefira Restaurações unitárias em PPF.
	Evite PPF; prefira sempre próteses unitárias.
	Use mais de um jogo de provisórios.
	3 Casos complexos envolvendo implantes.
	Aumento de dimensão vertical às vezes é mais indicado do que gengivoplastia.
	“Effect of nonsurgical periodontal therapy”.
			Introdução
				Objetivo: Coleta de Dados da cicatrização total = longitudinal
						Prof. Dr. Ariovaldo Stefani
· Tagge ET AL. (1975)
· OHB
· RAPCR
· Melhorias do tecido gengival.
· H........
· N=15
· Idade : 22-60 anos
· Periodontite Moderadamente Avançada
· Is, Cs e PMs: Maxila ou Mandíbula (4 à 10 dentes).
· Perda óssea de 1/3
· pS > 5 mm
· SS
· Cálculo
Materiais e Métodos – OHB
· Higienista
· 4 á 5 visitas/mês
· Escovas macias, unitufos, interdental, palitos e evidenciadores.
· Duração de 7 meses.
Instrumentação
· 2 operadores
· Randomização: manual e ultrassom
· Curetas X Cavitron: ajustes conforme a preferência.
· Anestesia 
· Tempo
· Reinstrumentação : 6 meses com inversão da ordem
· Placa, SS(sangramento), PCS (profundidade da sondagem), NCI (Nível Clínico de Inserção).(1 vez por mês)
· Desconheciam o tipo de instrumentação
· IP, IS, ganhos de inserção em 4 sítios.
· Evidenciadores (corante)
· Remoção com a sonda
· IP índices 1
2
3
· SS
· IS
· Calibração e eletrônica – sondagem
· Sonda milimetrada
% placa
65-73%
12%
	Cálculo 
		PCS –NCI
			Placa Dental
				Não houve diferenças (inicial/final- 1 mês) dos resultados em relação às diferentes terapias adotadas e entre os operadores que as realizaram.
	Profundidade de sondagem
			1 mês			2 meses			4-5 meses
4,1-4,5 mm		3,4-4,2mm		2,7-3,7mm			2,4-3,2mm
Recessão Gengival
· Média de recessão foi de 1,4 -1,6 mm
· > parte ocorreu no 2o e 3o mês.
Inserção Periodontal.
· Poucas mudanças durante o curso do estudo.
· Sítios bucais com tendências à perda de inserção.
· Já as superfícies proximais tiveram tendência à pequeno ganho de inserção.
Perdas de inserção periodontal > ou = à 1,5 mm foi verificado em bolsas residuais 1-4 e 7 mm.
	Ganho de inserção periodontal > ou = a 1,5 mm foi verificado em 10 a 14% das bolsas residuais.
Discussão
	Higiene Oral + Instrumentação Manual ou Ultra-Som.
	Eficiente no tratamento da doença periodontal moderada e avançada.
	Somente higiene oral por um mês.
	Instrumentação Manual X Ultrassom
				Torfason, 1979
				O’Leavy, 1979
	< desgaste da superfície dental – superfície rugosa e irregular - < tempo de trabalho
	Redução do sangramento e profundidade de sondagem.
	Melhora significativa – 4 e 5 mês
	Índices de referência = 0 (sem sangramento e sem desinfecção – de 0 à 1 mm ±).
				= 1 (leve sangramento com 1 a 2 mm)
				= 2 (sangramento mais intenso - ± de 3 à 5 )
				= 3 (acima de 5 mm)
				= 4 (acima de 7 mm)
				= *furca ou recessão.
	>das superfícies examinadas apresentaram sangramento no exame inicial.
	Algumas bolsas permaneceram apresentando sangramento tendendo a ser mais intenso.............
	...............por outro lado 7% das bolsas com 2 mm de profundidade 17% das bolsas com 3 mm apresentaram sangramento após a terapia.
	- Implica dizer que áreas tidas como tratadas podem apresentar sangramento.
	Bolsas entre 4 e 7,5 mm apresentaram redução na profundidade à sondagem. Aumento de NCI após tratamento periodontal não-cirúrgico.
	Terapia cirúrgica para tratamento de bolsas com 7 mm apresentaram os mesmos resultados.
	É indicado realizar terapia cirúrgica para tratamento de bolsas por volta de 7 mm?
	- TC deve ser realizada após raspagem sem resultado efetivo.
	Bolsas rasas apresentaram perda NCI logo após o início da terapia, (vestibular)......
	Os resultados devem ser interpretados considerando as limitações deste estudo:
	- Número limitado de pacientes.
	- Apenas dois operadores.
	- Número limitado de bolsas com 7 mm.
	- Molares foram excluídos pela complexidade anatômica e envolvimento de furca.
	- Os resultados observados neste estudo estimula a terapia não-cirúrgica para tratamento da doença periodontal moderada à grave.
		Análise do Sorriso
			Tjan ET AL. , 1984
			Baixo – 9%
			Normal – 70%
			Alto – 20%
	Princípios Estéticos
		Proporção Áurea= 1,61
	IC		IL 		C
	10 mm		6,2 mm		3,8 mm
	Normas e procedimentos da Clínica Odontológica SENAC-SP
				Prof. Tiago Farias Rocha Lima(não está mais) -Recepção: Vânia
I. Ficha de Triagem
Prontuários 			II. Ficha de Anamnese (preenchida pelo paciente)
III.Ficha Clínica (Plano de Tratamento).
Pré-Triagem : para qual especialidade vai mandar.
	Sequência de Tratamento
Data:
Descrição dos Procedimentos:
Aluno:			Visto:
	Docente:	“
		Visto do Paciente:
	Normas Gerais para Atendimento.
	Controle de Retirada de Documentação.
	Exames Complementares – Institutos Radiológicos Parceiros.
	Empresa		Tel para agendamento		RX Panorâmico.......
Papaiz 	(Lab. Radiológico)-Tel.:(11)3894-3030
	Associados
Como deve ser realizado o atendimento
	CD
- O aluno deverá trazer óculos, luvas, gorro e máscaras.
- Uso de Jaleco.
- Propé obrigatório.
Paciente
- Óculos de Proteção
- babador.
	Agendamento de pacientes.
Cartão de Retorno.
	Nome do paciente:
	Número do paciente:
	Curso:
	Nome do aluno:
Ter uma agenda própria para anotar os dados do paciente e ligar 2 dias antes.
	Para atender o segundo paciente do dia, o embairreramento é o CD que faz.
Coforto para o paciente.
	- TV
	- Massagem
	- Cobertor.
Morpheus.
	Anestesia sem dor.
Laserterapia	de baixa	IV
		Intensidade	UV
Microscopia Clínica – 11 microscópios
	Radiografia Digital
		Paciente
Clicar		Novo paciente
		Nome 
		OK
		Paciente
Clicar		Procurar
		Nome
Sistema CAD/CAM
Portal do Aluno
	WWW.sp.senac.br
		Crie ou acesse o login
	Área exclusiva.
Ambiente virtual.
Aulas.
Planos de Ensino.
Thiago.frlima@sp.senac.br
			Reconstruções Anteriores
				Dr. Pena
	Usar arco facial.
	Linha do Sorriso – aparece uma parte da gengiva.
	Critérios fundamentais objetivos:
1. Saúde Gengival
2. Fechamento Interdental
3. Eixo Dental
4. Contorno Gengivalde Zenith
5. Balanço dos níveis gengivais.
6. Nível do contato interdental.........
Gengiva desinflamou → pode surgir “Black space”.
	Observar: saúde gengival
			Papilas interdentais
			Eixos dentais
			Zenith gengival
			Balanço dos contornos gengivais.
			Pontos de contato.
	Centrais são de 2 à 3 mm mais largos que os laterais.
	Centrais são de 1 à 1,5 mm mais largos que os caninos.
	Caninos são de 1 à 1,5 mm mais largos que os laterais.
	A largura do central superior é 1 x e ½ a largura do central inferior.
	Centrais e Caninos têm altura similar (0,5 mm).
	Centrais e caninos em relação aos laterais (1 à 1,5 mm)
				Central		Lateral		Canino
Homens			85%		76%		77%
Mulheres			86%		79%		81%
Pascal Magne & Urs Belser, 2002.
	9= 80%
	X= 100%
	X= 900/80
	X= 11,25
	Ferracar J L, Mitchen, JC, Condor , JR, Todd, R. Wear and marginal breakdown of composite with variouw degree of cure . J Dent Res . 1997, 76(8), 1508-16.
	“Pensando na longevidade da restauração, um dos passos operatórios mais importantes..............
	Finalização de Tratamento Ortodôntico.
	Discrepãncia de Bolton.
	Cerâmica em Dentes Anteriores.
	Obs.: torque médio = 45 N.
	Speroni & ..........et. AL..
	Acomode o cliente e ofereça algo para beber → entrega ao cliente ficha de cadastro e anamnese
Vai até a porta			Cliente preenche a			coleta a ficha cadastral
E recepciona o			ficha de cadastro			e pede para o paciente aguardar
Paciente e se			e anamnese					
Apresenta								lembre o cliente sobre o valor da
									Consulta
Conseguir catálagos em PDF Straumann e Neodent
	Desgasta-se o antagonista natural quando o objetivo é o alinhamento oclusal.
	
					Manutenção de Dentes
						Profa. Dra. Maristela Lobo
		Limites Periodontais
	Manter dentes ou instalar implantes?
	Quando podemos decretar a falência do periodonto?
	O que podemos fazer para utilização.....
	Frequentemente acreditamos que os pacientes com dentes perdidos, do ponto de vista periodontal, podem ser melhor reabilitados com implantes.
	Implante é a distância apical da restauração protética.
		Furhauser ET AL. , 2005.
	Não é a solução que o paciente quer e sim a solução que pode ser dada para ele.
	A Implantodontia trouxe um novo ponto de vista.
	Preservar o dente ou preservar o osso?
 (
Exodontia
 
)Exo+Implante									Exo+Preservação
Imediato/Precoce								alveolar
 (
Tempo
)										Imediatas
 (
Manejo
 Tecidual
) (
Implante
)		Tardio								Precoces/Tardias
			8						
Semanas
	Quando o			4a dimensão
Alvéolo tiver cicatrizado			(determina tudo)
					Implantação e Regeneração
					Simultânea ou Estagiada.
4D Implant Therapy → Livro
Quais os limites?
	Previsibilidade
	Longevidade (Hábitos de vida, higiene)
	Custo-Benefício
	“The replacement of lost teeth with implants means that na artificial body is inserted in the oral cavity with seemigly excellent medium-term success of which we still know very little on both population and global levels”.
						Bartlett, 2007.
	Implante não se movimenta.
	Os dentes mesializam-se e a gengiva retrai com a idade.
	Implants for life? A critical review of implant-supported restorations . – David Bartlett
										Elsevier- Science Direct
Prótese sobre Implante			Biomecânica
					Estética
					Longevidade.
	To save or to extract, that is the question. Natural teeth or dental implants in periodontitis – suscectible patients clinical decision – making and treatment exemplified.
Support			Implant installation 1909
				↓	 ↓		↓
	20 yr.			30yr.	 40yr.	50yr.		60 yr.		70yr.		80yr.
100
90	Experience
80
70
60
50
40
30									Ludgreen
20
10
5							.
	20yr.			30yr.	 40yr.	50yr.
Evidence- E Implant.
	Considerações Periodontais
		Doença Periodontal
				Danser ET AL. , 1996.	Beikler ET AL. , 2004.
Bactérias
	Desequilíbrio
Hospedeiro	
	(problema no sistema imune que favorece).
			Cigarro, Diabetes, Medicamentos
				Não há perda óssea
				Quando há equilíbrio
Quantidade, virulência
		Resposta Imunoinflamatória
	Kinane ET AL. , 2003; Villalpardo ET AL. , 2010.
	Hereditariedade
	Higiene Oral Deficiente.
	Diabetes, Fumo, Stresse
			Kinane ET AL. ; 2003
			Villalpardo ET AL. , 2010.
	O que mudou? (Periodontia).
	Tratamento da doença periodontal.
	Desinfecção de				Higiene Oral
Superfícies						Preparo Inicial
Moles e duros							RAR
							Controle Químico
							Manutenção
	Dentes						Panorâmica
	Anteriores					Periapical de Boca 
	(se não houver				Inteira.
	Envolvimento						por quadrante.
Vertical, raspar					Clorexidina	Gel
Sem abrir)								Líquido
Dentes posteriores					Água Oxigenada
(abrir para raspar
Por causa do tecido de granulação).
		“Full Mouth Desinfection”.
	Full – VS. Partial Mouth Desinfection in the Treatment of Periodontal Infections: Short-term.
				Clinical and Microbiological Observations.
	Profundidade de Sondagem (PS).
	Índice de Placa (IP)
	Sangramento à Sondagem (SS)
 (
II e III
) (
2 e 3
)	Mobilidade (graus 1, 		 )
	Lesão de Furca (Graus I, 	 )
 (
(NIC)
)	Recesso Gengival (RG)
	Nível Clínico de Inserção 		 .
	Prognóstico
	Classification and prognosis evaluation of individual teeth – 
1. Periodontal Condition and alveolar boné support.
2. Restorability, ie., remaining.
Strategic Considerations in treatment planning; deciding when to treat, extract or replace a questionable teeth.
	Hígido.
	Tratável.
	Questionável
	Comprometido (não dá pra fazer implante imediato porque o sítio do implante está comprometido).
	Perdidos (em dentes posteriores pode-se tunelizar, mas, tem que ver se tem inserção suficiente).
					Questionável		Comprometido		Perdido
Risco de Perda		Médio			Alto				Total
Suporte Ósseo		30 à 50%		< 30%				<30%
Saúde				DP crônica		DP ativa			Surtos
Periodontal			difícil HO		Impossível HO			Agudos
1. O dente impõe risco à saúde sistêmica do paciente?
2. É possível controlar a infecção e a progressão da perda óssea?
3. ..........
	Implantes em Pacintes periodontais + Fumantes
			Prognóstico Imprevisível	
Ligamento Periodontal
	Articulação
	Nutrição e Potencial Regenerativo.
	Defesa Humoral e Celular.
	Propriocepção
	Ericsson & Lindhe, 1993, Wetzel ET AL. 1999; Tang & Naylor, 2005, Neves, 2006.
Inserção Conjuntiva
	Selamento Biológico – Defesa
	Fibras – Dento- Gengivais.
Osseointegração
	Anquilose
	Nutrição e potencial regenerativo
	Defesa Humoral e Celular.
	(Intra-Ósseo e Periostal).
	Ausência da Propriocepção.
	Gargiullo, 1961; Buser ET AL., 1990; Neves 2006; Field ET AL. , 2008.
	Certainly there are several differences between a natural tooth with markenlly....
											Distância entre a
					2,73 mm					margem
	Espaço		Epitélio Juncional: 2,05 mm					da
Biológico		Tec. Conjuntivo: 1,12 mm					gengiva e o
						Implante ← 3,79 mm		osso
				Dente			Epitélio Juncional: 2,14 mm
							Tecido conjuntivo: 1,66 mm
Tecido Conjuntivo Perimplantar.
	A presença do tecido conjuntivo maduro é o que impede o crescimento apical do tecido epitelial Perimplantar.
		Chehroudi ET AL. 1992.
	Há mais colágeno e menos células.
	Fibras ao redor dos implantes.
	Estas fibras não estão inseridas na superfície do implante
				↓
	Pobre resistência mecânica de adesão.
	Instabilidade = recessão/bolsa.
			Berglundh ET AL.
Crista Óssea
Terminação apical	1,2 mm
Junção CE					0,2 mm Crista Óssea
							 Terminação apical
Sondagem Perimplantar do Epitélio Juncional
	União da mucosa é mais frágil que em Dentes.
		Sangramento à sondagem.
1. O dente é uma unidade nutricional do processo alveolar.
Colapso das fibras colágenos dento-gengivais → Interrupção da Nutrição Ligamentar.
	Araújo & Lindhe, 2001; Cardaropole ET AL. , 2003; Araújo ET AL. , 2005.
										Exodontia
3 meses ≠ 1 ano
2. ........
Chang ET AL. , 1999, Bullon.
	Reduction of Tooth Loss Associated with Periodontal Treatment.
		John A. Martin, DDS, Ray.........
3. ... 							Quando ? Quem ?
Exodontia							Como?
							O implantodontista
Exodontia Estratégica
Minimamente Traumática.
	In other words......
	Interimplant PapillaPreservation in the esthetic zone.......
	In multiple adjacent failing teeth situations, it hás been suggestedthat immediate implant placement and provisionalization........
	Espera o máximo!
	Implantes somente após os 25 anos?
	22,23.
		Crescimento em leque.
	Tá crescendo!
	Sepultamento radicular → envelopa tecido conjuntivo através de enxertia, diminui a raiz, mantém o osso, fecha, proserva e coloca provisório, depois, abre de novo, refaz o enxerto conjuntivo, retira a raiz e faz-se o implante.
	ROGIO→ por Ortodontia
	↓ ↳ guiada
Regeneração
	Tratamento Interdisciplinar II – Estética e Distância Biológica: Alternativas Ortodônticas por Remodelamento Vertical do Periodonto: (Artigo).
	Tissue architecture Modifications for Anterior Implant Esthetics: Na interdisciplinary Approach.
					Joseph Y. K. Kan
					Kitichal Kungheharaaaseng.
	Foried eruption and implant site development: Am.......
		Salama ET AL., 1993; Janson ET AL. , 2002.
	Precisa de conjuntivo para o tecido implantar se manter.
	Extrusão lenta: 1,0 mm por mês para cada mês tracionado, deve-se considerar 1 mês...........
PS = 7,0 mm/ RG = 2,0 mm
	NIC = 9,0 mm
PS = 9,0 mm/RG = 2,0 mm
	NIC = 11,0 mm
	As fibras do ligamento periodontal se concentram em > quantidade nos ........
	Atualmente o mais importante da Ortodontia é indicar o momento certo da Exodontia.
	The Benex Extractor → extração em forma de tração com instrumentos para preparo de conduto e extração de raiz.
	Preservar osso Remanescente → não executar Manobra de Chompret.
1. Infecção: risco à saúde sistêmica.
2. Pregressão da perda óssea.
3. Estabilidade e potencial de regeneração
4. Expectativa do paciente.
Prof. Dr. Sérgio Siqueira Jr.
Time frame								 Osseointegration
0	 1 	2	 3	 4	 5	6	 7	 8	 9
! ! ! ! ! ! ! ! ! !		
 (
Prosthetic
Insertion
) (
Impression
Taking
Syn Octa
®
) (
Implant
Insertion
)↑				 Weeks		 ↑		 ↑																																																										 Prosthetic														 production										
Straumann						Education						
						Hexágono externo	
						Cicatrizador	
						1mm		
						Gengiva
3mm						over skrull (tapa implante)
						Ao nível da crista óssea
						Implante
Abutment					Branemark ou Gap
(interme-					Saucerização perda de 2mm)
Ário)
Ou trans-					(-1mm aos 40 anos)
Mucoso						(perda aos 60 anos)
(2mm)
						Área polida
Implante					}2,8 mm}nível do ligamento periodontal
De							nível da crista óssea
Corpo								(Não promove Saucerização)
Único						superfície tratada
						Sundblasted large acid
	SLA
	
30 à 70% de Osseointegração
	Uma superfície lisa ou rugosa estando perto de 30 à 70% de osseointegração tá bom.
	Molar = WN
	Pré- Molar = RN
S	* - implante (Branemark)
T						4 meses (2 cirurgias)
R	 - reabertura/acaba
A						15 dias
U	* - molda a cabeça				barato
M	 - intermediário/molda(UCLA)
A	 - prova o metal			direto na cabeça do implante
N	 - entrega
N
	45 dias para moldar (odontoblasto aderido)
	History of Oral Implantology
		Standard Implant
2,8 mm	Standard Plus
					 1,8 mm																																																												
	(NN) Narrow Neck) – pescoço estreito (Narrow = limitado)
	(RN) Regular Neck – pescoço regular
	(WN) Wide Neck – pescoço largo (Wide = largo)
4,8								6,5
4,8								4,8							
				4,8
3,5
								4,8
3,3				3,3
								4,1
	Morse Taper/Syn Octa®
	Cone Morse → 6o à 12o (graus)
	Hexágono → 6 posições possíveis para o implante
	Non- rotation through mechanical lock.
	Abutment Loosening Problems with External Hex configurations
	Most difficult conditions
	Single-tooth replacements of molars..............
	Loosening rates of 23-4...............
	Mouse Taper ..................
	Forma de Tulipa é do Tissue Level.
	Impression Components.
	Regular Neck(RN)				Wide Neck(WN)
	Suprastructure tightening torque.
	Gengiva não adere em porcelana.
	Gengiva adere em Zircônia.
						Superfície
						Lustrada		Molhabilidade
						Superfície
						Suja
	Porcelana para a parte superior (Maxila).
	Resina para a parte inferior (Mandíbula).
Prof. Dr. Ari
	Implan-			plataforma protética
	Te				corpo
					Ápice
	
Osseointegração implica uma estável,, direta..........
	1965, 1980 → 2768 implantes/191 Maxila
					E 219 Mandíbula/371 pacientes.
	I – Período inicial (1965 à 1968)...........
		Técnica Cirúrgica
	Segundo Estágio Cirúrgico – reabertura:
		Different steps at abutment installation (1) indentification of position of cover screw, (2) and (3) exposure of cover screw (4) circular excision of gingiva obove cover screw, (5) removal of cover screw (6) application of abutment, (7) abutment and fixture locked together (8) proximal suture, healing up and surgical Pack applied.
Abutment
Munhão
Pilar
Intermediário
		Design Prótese
	Bridge design in a lower jaw with pontics and lingual surfaces made in gold and with..........
		Resultados
	O baixo número de perda de implantes e os baixos valores de perda óssea anual indicam bom prognóstico.
		Osseointegrated
	Orientações Técnicas
		Cone Morse.....
	Tabela de Indicação de Implantes
		Osso Tipo I			Osso Tipo II
		Osso Tipo III			Osso Tipo 
Titamax CM
Conexões e Torques
Ti			Pilar Cônico e Slim Fit (Ø 4,1 e Ø 4,3)
Hexágono		Pilar Cônico (Ø 5,0)
Externo
Componentes Protéticos Angulados CM
	Munhão Universal Angulado
	Ø 3,3			Ø 4,5
	Melhor forma de guardar os transferentes é junto com os análogos.
	Diferença do micro-pilar para o mini-pilar = tamanho.
		Discussão de Artigos
1. O que quer se responder com este artigo.
2. Como foi feito esse artigo.
3. É reprodutível?
4. Tem relevância clínica? (hoje e no futuro).
5. Resultados 	maior
Igual
Localização
Experiência
Texto:
	Extraction Defect Assessment, Classification and Management.
						Caplanis ET all
1. Aos tipos diferentes de extração e conforme estas, o modus faciendi de se promover a sequência de se fazer um implante com a forma que a extração deixou o alvéolo. (Apresentar uma forma de classificação).
2. Com base nos tipos diferentes do que ocorre depois das extrações.
3. Sim
4. Sim?
5. Sugerem uma nova classificação.
Posicionamento Espacial
	Chave de Sucesso.
		Prof. Dr. Sérgio Siqueira Jr.
Consequências:
	Pilar angulado
	Perfil de emergência/impacção alimentar
	Tempo de cadeira/sessões
	Longevidade
	Reversibilidade
	Custo.
	A Cirurgia deve ser guiada pela Prótese.
	Planejamento 3D.
	Curso de Aprendizado...
	4 Dimensões:
GU	* Ápico-coronal: é quanto este implante está colocado apicalmente em relação à 
IA	margem gengival.
CI	* posição Mésio-Distal: o quanto ele deve ficar em direção ao dente vizinho.
RÚR	* Posição Vestíbulo-Lingual: de acordo com o sulco gengival dos dentes vizinhos.
GI	* Angulação.:
CO	Perfuração: ápice (ponta do alvéolo → para o osso espesso). + p/ baixo do ápice(p/osso+fino)
	Broca lança: é o ataque (a primeira parte).
	3D
	Limitação:
	M-D
		Warrem 2002 – JOMI 17(3): 399-404
	Saucerização
	Rock-Solid (Straumann)
	Replace Active (Neodent)
	Implantes Cone Morse (para bateria anterior).
	“The effect of Inter-Implant Distance on the Height, Inter-Implant Bone Crest”.
			DP Tarnow, SC Cho and SS Wallace.
	3,0 mm entre implante	distâncias
	1,5 mm entre dentes
	Cuidado com o planejamento 2D: e Imagens:
	Dica: RX transcirúrgico!!
	Medicação
	Endodontia: Guilherme Noriaki
	Não levantar retalho para implante para não perder crista óssea e papila.
	Bi-Oss® colágeno} bloco de Bi-Oss®, molha-se e coloca-se.
				Tarnow ET AL, 2000
				Tarnow ET AL, 2003
	Vertical Distance from the Crest of Bone to ..........
· Vestíbulo – Lingual e Angulação
Período de Osseointegração normal = 3 a 4 meses
Período de Osseointegração com Enxerto Bi-Oss = 8 meses
Coroa sobre implante comporta contiver............
Optimizing Esthetics for Implant Restorations in the Anterior Maxilla : Anatomic and Surgical Considerations.
	Daniel Buser, DMD, Prof Dr . Med Dent/Willian Martin, DMD, MS2/Urs C. Belser, DMD, Prof Dr Med Dent3
	IJOMI 2004; 2004; 19(SUPPL): 43:-61.
	Porque é difícil o conceito deplataforma switching em área anterior?
· Ápico-Coronal.
Depressão vestibular de conjuntivo→ fazer enxerto conjuntivo.
Sempre por Bi-Oss no Gap vestibular.
Técnica de Sclair.
Retirar raiz com Benex®.
Se o coágulo não move, não precisa por Bi-Oss®.
Na dúvida → ponha.
Broca esférica.
Se não tiver nível ósseo → escalope-o.
Medir crista óssea até o seio, depende da altura da crista óssea.
Como instalar implante mais apical se está encostado no canal do NAI?
Lateralização de NAI.
	Uso de implantes curtos ou uso de PPR.
	Minimal thickness of the facial boné wall 1mm.
					Danger Zone
Confort Zone				
					Danger Zone
Confort Zone
	Em que altura (ápico-coronal) você instala o implante em paciente de Sorriso Gengival?
	Obedeça o Guia/enceramento e o Sistema Utilizado!
	Dente anterior → HE
	Dente posterior → Cone Morse.
			Discussão de Artigos
	O dente é melhor que o implante pois tem nutrição, mobilidade, transferência de forças, proteção através do ligamento.
	Pode-se unir dente à implante.
	Implante é anquilosado.
	Dente tem mobilidade
							Epitélio juncional
Recessão
Gengival					cemento celular (metabolicamente ativo)
						Absorve carga ainda
Cemento acelular																												
Perda horizontal → crônica (fácil controle)
Perda vertical → surtos agudos x crônica
		Se conseguir controlar, tem mais ganhos do que perdas (a regeneração é favorecida)
					Crônica
			
					Ganhos no controle
					Aguda
	O implante preserva muito mais osso do que a Prótese Fixa.
							Defeito anatômico
	Doença periodontal em um dente só		trinca		fratura
							Trauma		ou de
									Oclusão
	Tratar a doença periodontal é orientar, manter (controle imune) e dever de controle por parte (90%) do paciente.
	Morfologia do defeito ósseo.
	Grau de mobilidade
	Cooperação do Paciente
	Restaurações temporárias de longo prazo → avaliar (determinar tempo).
	Bränemark falava de implantes ferulizados, não unitários.
	Moldagem com silicone de adição (3M Express®, Virtual®, Enite®, Acquasi®) = dá para duplicar, < rasgamento.
	Moldagem de condensação (Speedex®) = única moldagem e mais fiel.
	Silicone duro → > distorção.
	Modelos de Diagnóstico e Guia Cirúrgico.
		↓
	Fundamental em toda a Odontologia, especialmente na Implantodontia.
	Determinar o número e o local ideal para colocação de implantes..
	- Avaliação do plano oclusal (seleção dos componentes).
	- Discussão ampla do tratamento com outros profissionais.
	- Duplicados servem como documento legal, pois registram o estado inicial do tratamento muitas vezes irreversível.
	- Servem como apresentação no sentido de motivar a aceitação do paciente ao tratamento proposto.
	Quando articulados permitem...........
	 - posição de relação cêntrica, incluindo os contatos oclusais prematuros.
	- relação dos rebordos edêntulos com os dentes adjacentes e a arcada oposta.
	- direção das forças nos futuros sítios dos implantes.
	- angulação dos tecidos moles nas áreas edêntulas, comprimento, largura, tuberosidades entre as arcadas (curva de Wilson e Spee).
	- forma de assimetria da arcada.
	 - localização dos futuros pilares na arcada.
	Quase todas as formas convencionais de construção, desde edificações de engenharia até a Arte, necessitam de uma visão clara do resultado final, antes de ser iniciado o projeto.
				DVO existente.
	Distância entre dois pontos (um na Maxila e outro diretamente abaixo, na Mandíbula), quando os arcos de oclusão estão em contato (Glossary of Prosthodontic terms, 1999).
	Esta dimensão requer avaliação clínica do paciente e não pode ser baseada apenas em modelos diagnósticos.
	Quase sempre é adequada em pacientes dentados classe I de Angle, idependentemente do número de dentes ausentes.
	Caso precise ser alterada, deve ser considerado um tratamento Ortodôntico quando os dentes não necessitam de restauração por qualquer outra razão.
	Pacientes parcial ou totalmente desdentados por vários anos podem apresentar colapso da DVO, e a correção deve ser realizada antes da colocação do implante.
	Todas as formas técnicas utilizadas na prótese convencional são recomendadas para esta finalidade.
	Inicialmente deve-se avaliar a posição dos dentes anteriores superiores, se correta, certifica-se a DVO. Determina-se a posição dos dentes anteriores inferiores, através das dimensões axiais, posição das arcadas em repouso, espaço: inter-oclusal (espaço funcional livre) durante função e estética.
	DVO é uma medida específica e muitos pacientes e muitos pacientes podem não apresentar sintomas clínicos, embora os extremos de uma dimensão...........
	Quanto menor a DVO, a relação mandibular classe III.
	Quanto maior a DVO, acentua-se a classe II na arcada inferior.
	A capacidade de alterar a DVO, dentro de limites, geralmente pode ser benéfica pois não é uma medida exata (Misch, 2006).
	Niswonger.........
	DVO X Bruxismo
	DVO X Aumento de Coroa Clínica
				Oclusão Existente
	Máxima intercuspidação (MIC) – Intercuspidação total dos dentes antagonistas independente da posição condilar às vezes citada como o melhor engrenamento dos dentes.
	Oclusão Cêntrica (OC) – Oclusão dos dentes antagonistas quando a Mandíbula está em relação central (RC), podendo ou não, coincidir com a MI.
	Relação Central (RC) – é uma posição neuromuscular, independentemente do contatto dental, onde os côndilos se localizam numa posição superior anterior.
	Espaço Funcional livre (EF) – Distância entre as cúspides (bordas incisais), em repouso (sem oclusão).
	Não tem dente posterior → fazer base de prova.
	Manutenção de Dentes X Instalação de Implantes. Quais os limites racionais?
				Guilherme Noriaki Itikawa – Endodontista
			Dilemas
	Limites da Odontologia Clássica e Osseointegrada.
	Quando preservar dentes naturais e qual o momento de substituí-los por implantes osseointegrados?
			Evidências Científicas
	99,3% dos canais de Primeiros Molares têm, na verdade,4, e não 3 canais.
	Resquícios e sujidades se encontram no Quarto Canal na maioria das vezes.
	Disgnóstico/Plano de Tratamento e Prognóstico.
	Equivocação.
	Diagnose
	A confiabilidade na terapêutica influencia diretamente no processo de tomada de decisões.
		Antônio Vicente de Souza Pinto, 2010
	Endodontia: a especialidade que mantém os dentes na cavidade oral.
	Razões para a extração ou manutenção de dentes naturais.
	Strategic Considerations in Treatment Planning; Deciding When to treat, extract or replace a questionable tooth.
	Nicola U. Zitzmann, Prof. Dr. Med. Dent, PhD; Gabriel Krastl, Dr. Med. Dent., Hanjo, Drined. Dent; Clemens Walter, Dr. Med. Dent.; Tuomas Waltino, Prof Dr Med. Dent.;and Roland Weiger, Prof. Dr. Med. Dent..
	Dental School, University of Besel, Switzerland.
	Fatores a serem discutidos:
· Trinca/fratura vertical da raiz
· Infecção intrarradicular
· Anatomia do sistema de canais 
Domínio da anatomia/Controle (tomográfico) da Infecção/Blindagem
	Legenda
1- Canal principal
2- Canal colateral
3- Canal Lateral.
· Perfuração.
Quanto <, é fácil de tratar, melhor prognóstico.
Quanto mais antiga, pior o prognóstico
· Retratamento endodôntico
Instrumentar com Clorexidina em Gel.
· Reabsorção Interna/Externa
· Restaurabilidade
Equipe Multidisciplinar
· Invasão de “Espaço”
Conclusões.
· Diagnóstico preciso.
· Tomografia HD (High Density) exame complementar.
· Integração de Especialidades
· Magnificação/Iluminação.
“A determinação e o treinamento árduo são capazes de promover nas pessoas transformações inimagináveis”.
					Desconhecido.
		GUI@endogui.com.br
		Emergências Médicas em Implantodontia
		(Conceitos e Protocolos 2015)
				Prof. Dr. Francisco Octávio T. Pacca
· American Heart Association
Fighting Heart Disease and Stroke.
· Resgate
· Hospital Alemão Oswaldo Cruz
· AACD
Princípios do Suporte Básico de Vida (SBV) Protocolo AHA 2015:
· Checar consciência
· Solicitar ambulância
· Checar circulação [Circulation (C) durante 10 segundos.
· Realizar 30 massagens.
· Liberar vias aéreas [Airway (A)]
· Realizar 2 ventilações [Breath(B)]
C-A-B
· Hipextensão Cervical (nos casos de emergência clínica).
RCP → 30 massagens para 2 ventilações.Checar o pulso carotídeo.
	Checagem da Circulação ( um ou dois cm abaixo da cartilagem tireoidéia)
	Maior pulso carotídeo (entre a Mandíbula e o músculo esternocleidomastoideo
	Frequência normal
	Pulso em bebês
		Artéria Braquial [entre o bíceps e o tríceps (exatamente no meio do braço)] com dedos médio e indicador, não use o polegar.
	Objetivo da Massagem cardíaca
	Massagem Cardíaca
· Localizar o osso esterno [bem no meio da caixa torácica entre os mamilos (2 dedos acima do processo xifoide)]
· Entrelaçar os dedos.
· Posicionar as mãos (região tênar das mãos)
· Iniciar as compressões.
Profundidades das massagens: no mínimo 5 cm de deflexão.
O mais forte e o mais rápido possível.
	RCP em crianças até 10 anos → uma mão só.
	Em bebês → dedo médio e anular.
	Execução da Ventilação.:
· Fazer hiperextensão do pescoço (liberação das vias aéreas).
· Compressão da narina.
· Abrir a boca.
· Insuflar.
O ar que você expira tem 17% de O2.
	Pressiona a testa pra baixo e a nuca pra cima..
	JAW THRUST ou CHIN LIFT.
(jogar a Mandíbula para frente apoiando o dedo polegar no zigomático e os dedos médio e anular no ângulo da Mandíbula).
	Métodos de Ventilação
· Boca à boca.
· Ambú.
· Pocket Mask.
· Lenço facial (Kit RCP )
Boca/Boca-Nariz
	Artificial
	Mask
	Breathing
	Unit
	Cânula de Guedel
		(Cânula orofaríngea).
	Frequência da RCP (30:2)
· Respiração.
· Pulso.
Verificação Cianose (lábios e extremidades dos dedos).
A cada 5 ciclos (30:2).
	Fazer uma rechecagem (pulso e respiração).
	Desfibrilador Externo Automático (DEA).
1. Observar o local (chão molhado)
2. Remover correntes.
3. Colocar as pás adesivas.
4. Comande para que não toquem no paciente.
5. Ligar o DEA
6. Choque indicado (certifique-se que ninguém está tocando no paciente).
7. Efetuar o choque
8. A cada choque reiniciar compressões.
Intensidade média dos choques: 200 J, 300 J e 360 J (1 J = 1 Watt-segundo).
	Retornar a RCP por mais 5 ciclos.
	Pode utilizar o DEA em bebês programação (2 J/kg, 4 J/kg e 6 J/kg).
	A cada 5 ciclos (30:2).
		Fazer uma reciclagem.
	Soco Pré-cordial
		Intensidade : 30-70 J
Avaliação pupilar:
	Pupilas não reativas = morte cerebral???
		Midríase = dilatação pupilar
		Miose = contração pupilar
Curiosidades
	Valores discutidos a cada Guide Line da AHA.
	Regra dos 15 minutos.
	Exceto por overdose, afogamento em H2O gelada e hipotermia.
	Máxima de RCP: 60 minutos ( acima deste tempo, considera-se raríssimo a recuperação neurológica).
		Suporte Avançado de Vida.
	Medicação preconizada em PCR:
	Adrenalina 1:1000 – 1 ampola (1 ml) IV Continue RCP e repita medicação 3 – 5 minutos.
	Angina Pectoris
	(Angina do Peito)
	Dor toráxica causada por suprimento sanguíneo insuficiente para a nutrição do miocárdio (tendência ao lado esquerdo).
	Infarto = necrose do músculo cardíaco.
		+ de 10 minutos sem oxigenação.
	Obliteração parcial da artéria coronário.
	Obstrução coronária.
	Diagnóstico: 
· Dor opressiva no peito, braço esquerdo, ombro e pescoço.
· Desencadeada por medo, stress ou esforço físico.
· Duração máxima de 10 minutos.
· Sudorese, palidez cutânea e taquicardia.
Conduta: 
· Interromper o tratamento
· Posição horizontal.
· Monitorar os sinais vitais.
· Administrar isossorbida (Isordil® ) sublingual
· Administrar 2 AAS® infantil (Impede a formação de trombos).
· Oxigenoterapia.
Infarto do Miocárdio.
	Necrose do músculo cardíaco.
	Artéria coronária bloqueada por trombo.
	Tecido cardíaco lesionado devido à interrupção do fluxo sanguíneo.
	Diagnóstico; os mesmos sinais e sintomas da angina.
			A isossorbida não alivia a dor.
	Conduta: a mesma da angina.
	Curiosidades: (Condutas hospitalares).
· MONA (Morfina, Oxigênio, Nitratos e Aspirina®).
· Mais marcadores de necrose muscular (cK, cKmb e troponina T).
· Coagulograma.
· Administração de β-bloqueadores adrenérgicos
· Heparina
· Fibrinolíticos (Esterptoquinase e outros).
· Angiografia – angioplastia – stent
· Cirurgia cardiotoráxica.
Pós-operatório – Safenado
Lei 4324 (14/04/64). Lei 5081 (24/06/66).
Resolução CFO 185/93 (26/04/1993).
· Prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo.
· Atestar, estados mórbidos e outros, inclusive para justificação de falta ao emprego.
· Proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal trabalhista e outros.
· Aplicar anestesia local e troncular.
· Empregar analgesia e hipnose (desde que habilitado)
· Prescrever e aplicar medicação de urgência em casos de acidentes que comprometam a saúde e a vida do paciente.
Você sabe qual o tel. De emergência do plano de saúde do seu paciente?
SAMU – 192
RESGATE – 193.
Crise Hipertensiva.
	Aumento brusco da pressão arterial, geralmente causado por situações de medo......etc.
	HA
		Riscos
· Pressão Sistólica			* Pressão Diastólica
			Acima de 160 mmHg			Acima de 95 mm Hg
				↓					↓
			Probabilidade 4 xs > de AVC		Probabilidade 3 xs > de problemas nas artérias
								Coronárias.
J Clin Hypertens(Greenwich). 2003;5(6):411-3. Hall MB. Perioperative cardiovascular evaluation.Oral Maxillofac Surg Clin N Am. 1992;4(3):57790. Andrade ED ...
	Níveis de Pressão Arterial
	*Joint National Comitee of Hight Blood Pressure (2003).
	JBM Março de 2007 vol. 92 no 3.
	Categoria........
	Diagnóstico (Crise Hipertensiva).
· Cefaléia (região occipital principalmente)
· Tontura
· Náuseas
· Dispneia
· Visão Alterada
· Atordoamento
· Vômitos
· Arritmia
· Sonolência
· Epistaxe
Arquivo Brasileiro de Cardiologia vol. 83.
Conduta na Crise Hipertensiva
· Interromper o tratamento.
· Acalmar o paciente.
· Administrar
- Captopril® VO 25 mg ou
- Propranolol® (beta bloqueador beta adrenérgico) VO 40 mg ou
- Furosemida® VO 40 mg
					Arquivo de Ciência e Saúde 2010.
	Não associar as medicações.
		(risco de hipotensão)
(Gestantes utilizar Furosemida® VO 40 mg).
	- Monitorar........
Aferir PA de todos os pacientes.
	Complicações que podem ocorrer em uma crise hipertensiva.
	AVC ou derrame de um órgão nobre.
No coração = infarto
No cérebro = AVC.
AVC Hemorrágico
AVC Isquêmico.
	Escala Pré-hospitalar para AVC de Cincinnati.
· Queda facial (peça ´para o paciente sorrir ou mostrar os dentes).
· Debilidade dos braços (o paciente fecha os olhos e mantém os braços estendidos)
· Fala anormal.
Curiosidades.........
Escala de Coma de Glasgow.
	Abertura Ocular.
· Espontânea – 4
· Em resposta à voz – 3
· Em resposta à dor – 2
· Nenhuma – 1..............
Alergia
Tratamento
· Dexclorfeniramina®. 2 mg (3 cps: 6 mg).
(Líquido = cada 5 ml corresponde à 2 mg)
(Polaramine®) – via oral.
· Prometazina - Fenergan® 50 mg – 2 cps.: 100 mg VO
· Fexofenadina - Allegra® 120 mg (1 cp).
· Hidrocortisona - Flebocortid® 500 mg – 1 amp. IM.
· Adrenalina 1: 1000 – ½ amp. IM (vastus lateralis)
· 
· Fenoterol (Berotec® - inalatório)
· O2 → todos os casos.
The diag..........
Adrenalina 1:1000.
	Considerações.
VIA IM: resultado em ± 8 minutos.
VIA sub-cutânea: resultado em ± 32 minutos.
30% dos pacientes em anafilaxia severa vão necessitar de uma segunda dose (5-10 minutos)
		Choque Anafilático
Histamina liberada em grande quantidade proporciona:
· Taquicardia (efeito direto por receptores H2 no coração.......
Tratamento na Criança: doses recomendadas para adultos de 60 kg.
			Traqueostomia
				X
	 	 Cricotireoidostomia
Local da perfuração: entre a cartilagem tireoide e a cricóide (ligamento cricotireoidiano).
Incisão horizontal de ± 2 cm.
Penetrar e girar cabo do bisturi.
Técnica do APH [Técnica com Agulha(40:16)]
Ventilação com Ambú em paciente traqueostomizado.
Kit de Emergência para Dentistas
Aspiração de Corpo Estranho
	Sinal de Asfixia: mãos no pescoço.
(Manobra de Heimlich).
		Heimlich sozinho 		 contra uma cadeira
Heimlich em gestantes e Obesos:
	Em Criança
	Em Inconsciente [Adulto(com batimento cardíaco)] (em 45o em relação à boca do estômago) → 4 à 5 xs.
· Liberar vias aéreas.
· Verificar a respiração.
· Realizar 2 ventilações.
· Efetuar 5 xs Heimlich.
· Remover o corpo estranho.
· Observar a respiração.
Se o paciente tiver batimento cardíaco:
	Checagem da respiração............
Respiração.
· Ver, ouvir e sentir.......Remoção do corpo estranho.
Bebê inconsciente.
	(com batimento cardíaco).
· Liberar vias aéreas.
· Verificar a respiração
· Realizar 2 ventilações
· Apoiar o bebê de bruços.
· Efetuar 5 tapas entre as escápulas.
· Caso negativo – colocar em DD e efetuar 5 Heimlich (no osso esterno
Bebês engasgados.
Pré-Síncope e Síncope.
	(Lipotímia) (Desmaio).
Etiologia: Hipóxia Cerebral em 80% dos casos.
Aspectos Clínicos.
· Palidez Cutânea
· Taquicardia
· Sudorese
· Perda da consciência
Conduta: * interromper o tratamento.
· Posicionar o paciente em DD horizontal
· Fazer hiperextensão cervical
· Não oferecer nada para o paciente
(alguns socorristas nos EUA utilizam amoníaco 1%).
Paciente no Chão.
Posição horizontal → melhor do que a de Trendelenburg (mas com elevação dos membros inferiores).
	Síncope Vasovagal.
	O nervo vago pertence ao SNA parassimpático.
	Na realidade o nervo vago é um conjunto de nervos que ligam o cérebro ao coração, estômago, laringe, pulmão, esôfago, intestinos, pele, etc..
· O que é a síncope Vasovagal?
· É uma ativação inadequada do nervo vago, motivando diminuição da PA, desaceleração dos batimentos cardíacos.
Crise Hipotensiva.
	Valores inferiores a 90 X 50 mmHg
· Medicação: Efortil (Cloridrato de etilefrina)
Crise Epiléptica. 
	Caracteriza-se por contrações musculares generalizadas e involuntárias causadas por desequilíbrio elétrico.
	Descargas elétricas cerebrais desorganizadas.
	Inconsciência, contrações musculares, eventual micção e sialorréia.
Ataque Epiléptico
	Hiperatividade dos neurônios.
	Causa: ↑ liberação neurotransmissores.
· Na sinapse, o influxo de Na+ combinado com o efluxo de K+ gera uma despolarização da membrana.
Além disso, o GABA abre os canais de CL-.............
	GABA	X	GLUTAMATO
	Crise Convulsiva.
	Cronometre o tempo de convulsão.
	Conduta:
· DL
· Proteger a cabeça.
· Não tentar abrir a boca !!!!!
· Afastar os curiosos
· Administrar O2 Pós-crise.
· Anticonvulsivante.
· Conforto psicológico.
· Solicitar acompanhante.
Não meta na boca da pessoa (nem colher, nem objeto de madeira, nem lenço, nem dedos), não puxar a língua.
Não a tente acordar, não a force a levantar-se.
Não lhe dê de beber.
Posição de recuperação.
Estado do Mal Epiléptico (EME) (situação rara).
· Convulsões repetidas sem recuperação
Risco de morte devido à:
· Hipertermia e acidose celular.
· Tratamento emergencial.
· Diazepam: 1/3 ampola EV ou IM por minuto.
· Crianças: 1/6 ampola EV ou IM por minuto.
Benzodiazepínicos.
· Diazepam®, Midazolam®.
Crise Hiperglicêmica (valores maiores a 200 μmg/dl).
		X
Crise Hipoglicêmica (valores inferiores a 60 mg/dl).
· Atenção no Exame Clínico.
Identificação do paciente diabético.
	Crise Hiperglicêmica.
		(Diagnóstico).
		Hiperatividade
		Sede (polidipsia).
		Secura nas mucosas.
		Hálito cetônico, sudorese, tremor, taquicardia, tetania (rigidez muscular).
	Causas da Hipoglicemia
· Dieta Inadequada.
+
Utilização de hipoglicemiante ou insulina.
· Início de atividades físicas.
· Consumo de álcool.
· (Diminuição da glicogênese).
Crise Hipoglicêmica (Diagnóstico)
· Hipoatividade
· Respiração acelerada.
· Mal-estar.
· Atordoamento e tontura.
Tratamento emergencial na hipoglicemia.
· Paciente consciente:
· H2O com açúcar......
Causas da hipoglicemia.
· Dieta inadequada.
+
		Utilização de hipoglicemiante.
	Diabetes (Considerações).
· Toda crise hipoglicêmica, proporciona depois de ± 2 horas ao paciente uma hiperglicemia.
pacca @diagnosticobucal.com.br
		“Biotipos Periodontais”
				Prof. Dra. Maristela Lobo.
	Conhecer.
		Selamento Biológico.
			Ligamento Periodontal			Ligamento Conjuntivo
			Inserção Conjuntiva			Ligamento Epitelial.
Crista Óssea		Zona			Margem Gengival
		De Transição
	Distâncias Biológicas (Vertical)
		Sulco Gengival
	Gargiullo ET AL. 1961,; Cohen, 162; Kois 1994; Tristão ET AL. 2014.
Gengiva ← 	0,69 mm		Epitélio do Sulco
Marginal	0,97 mm(± 1 mm)	Epitélio Juncional	Camada
Livre		1,07 mm		Inserção Conjuntiva	Basal
				Sem				 ↓
Anticorpos		 queratina (fraca adesão)		+ esterna (rica em
Células				 cemento			queratina)
	 0,69 Sulco Gengival
	 2,04 Espaço Biológico
	2,73 mm Complexo de Tecidos		Zona de
		 Supra-Crestais		Transição	
	Epitélio: tecido composto quase que exclusivamente de células com pouca substância intersticial.
	Estratificado: composto por duas ou mais camadas de células.
	Queratinizado: camada de células superficiais que perderam o núcleo e concentram, uma proteína resistente à água.
	Tecido Epitelial Estratificado Queratinizado significa um tecido composto por mais uma camada celular e que tem como característica a última camada queratinizada; é avascular e inervada, ou seja, não contém vasos sanguíneos nem nervos, por isso todo o tecido epitelial deve estar apoiado por um tecido conjuntivo; entre o tecido epitelial e o tecido conjuntivo encontra-se a lâmina basal, uma estrutura constituída por colágeno tipo IV, lâmina e proteoglicanas servindo como um alicerce do tecido.
				GQ
		2 mm de Gengiva Queratinizada = saúde periodontal.
	Ausência de Placa + ausência de GQ = saúde gengival.
	Gargiullo, 1961; Buser ET AL., 1990; Ericsson & Lindhe, 1993; Wetzel ET AL., 1999; Tang & Naylor, 2005; Neves, 2006; Neves; 2005; Field ET AL. 2008.
	Propriocepção do dente = x
	Propriocepção do implante = x/3
	Peri-Implant Collagen........
	Mean length of tissue surrounding the implant.
					Length(mm)
Sulcular epithelium			1,2 ± 0,1
Junctional epithelium			1,2 ± 0,2
Connective tissue			0,6 ± 0,2.
	A superfície do implante é desprovida de uma raiz cementária, portanto, as fibras colágenas da região supracrestal inserem-se no osso perimplantar.............
	Postula-se que um selamento circunferencial efetivo, formado por um colar de tecido conjuntivo ao redor do implante, é pré-requisito fundamental para o sucesso em longo prazo, uma vez que esse implante permanecerá inserido em um ambiente.............
	Na presença de tecido queratinizado, as fibras colágenas tendem a se orientar no sentido perpendicular.
	É sugerido que funcionalmente as fibras orientadas...........
	Na ausência de tecido queratinizado o risco aumenta.
	Conclusão: “........a ausência de mucosa queratinizada...........”
	Nutrição sanguínea → periósteo mais tecido conjuntivo.
	Dente e Implante.
	Ao redor do implante existe muito menos defesa.
	Saucerização: por causa da quantidade de bactérias e concentração de carga.
	O dente é uma unidade nutricional do processo alveolar.
2.Os biótipos periodontais
	 Biotipo Periodontal
		Espessura Tecidual
		Quantidade e Qualidade
		Nutrição e Defesa.
Placa Óssea.
		Vestibular.
			Quantidade de tecidos conjuntivo e queratinizado.
Maynard ET AL. , 1980; Kan ET AL., 2009.
Biotipo	 Plano/ Espesso
		 Fino/Festonado
	Wagman, 1977.
	Weisgold, 19777.	
	Convexidade do dente x espessura do periodonto x trajetória do alimento.
	Kois, JC 1994 1000 pacientes
				“Bone Sounding”
	“Altering Gingival Levels: The Restorative Connection”: Part I.
	Biotipo Plano/Espesso.
		Osteotomia :Flapless.
	Resposta à Inflamação: bolsa periodontal
		Resistência á Recessão.
Possibilidade de violar o espaço biológico.
	High Crest → < 3 mm
	Low Crest → > 3 mm ou > 4,5 mm
	Biotipo Fino/Festonado
			Deiscência
Não existem		Fenestração		
Resposta à Inflamação: Recessão
	Pouca Nutrição Tecidual.
		Muler & Eger, 1997
		Muler; Eger & Sorb, 1998.
Normal Crest 	3 mm (Anterior)
			3-4,5 mm (Inter-proximal)
Biotipo Intermediário
	Relação Coesiva entre a gengiva e o osso
	Resposta à Inflamação: bolsa e/ou recessão.
	Soft Tissue Cone –Beam Computed Tomography: A Novel Method for the Measurement of Gingival Tissue and the Dimensions of the Dentogingival Unit.
	Thickness of the Anterior Maxillary Facial Bone Wall-A retrospective Radiographic study......
	Brait ET AL., 2011; Cook ET AL. 2011.
Incisivos Centrais – 70% (0,5 mm)
Incisivos Laterais – 65% (0,5 mm)
Caninos 		(0,45 mm)
	Erupção Passiva Alterada.			G 	espessura óssea apical 1,13 mm
					F			espessura óssea
					C
					AB
																			
			Kon ET AL., 2011
	Nossos pacientes sãodiferentes.
			.........isso nos obriga a admitir..........
	Inflamação → Recessão da Margem Gengival
			→ Bolsa Periodontal
			→ Interdigitação de Cristas Epiteliais
			→ Descamação Tecidual
				Lang & Löe, 1972;
				Baker & Seymour, 1976; Weissgold, 1977.
Recessão Gengival + Inflamação
	Interdigitação de Cristas Epiteliais
Margens sub-gengivais
	Margem Protética X Epitélio do Sulco.
		2,5 – 3,0 mm
					Discussão de Artigo
	Management of the Facial Gingival Margin
			Michael & Block, DM
· Pontos mais importantes
A espessura gengival
A linha do sorriso.
(Comprimento) 	O tamanho do ICS.
			A espessura óssea.
· O que faz sentido
· O que não faz sentido
Áreas críticas da aparência facial após colocação do implante.
1. A linha do sorriso e aparência incisal em repouso.
2. O comprimento do incisivo que traduz a localização ideal da margem gengival facial.
3. A morfologia óssea abaixo da gengiva.
4. A espessura da gengiva do paciente.
Influence of Tissue Biotype on Implant Esthetics.
 (
Prosthetic 
Design (P)
Concave abutment
Profile
Concave crown profile
 Implant
 
Position
)
 (
Increased
Thickness of the
Peri-implant
mucosa
)
 (
Implant
Design (D)
Smaller diameter
Platform switching
)
Enxergar a sonda na sondagem do periodonto → biotipo fino
Não enxergou → biotipo espesso.
Tarnow ET AL. (1992).
Sondagem da ponta da papila até o implante
4 Eventos de Cicatrização
1. O osso fino reabsorve com o tempo.
2. Gengiva fina retrai com o tempo
3. O osso autógeno/alógeno/homógeno reabsorve à medida que novo osso se forma.
4. (
PES
)A remodelação do alvéolo é fato, ocorre ainda que se façam enxertos.........
= 14
(Pink Esthetic Zone)
	↳Furhauser ET AL. 2005
			Contorno = 2
			Textura = ................
				Jent ET AL.
		
				Componentes Protéticos
						Dr. Ariovaldo Stefani
Mini Pilar
Munhão Universal
Munhão Universal Anatômico
Pilar
	Classe I – retração do tecido gengival que não se estende.........
Dentado → fratura → haja rápido
Tecido Mole		ok				lesão periapical (crônica ≠ aguda)
		Tomografia
Tecido Ósseo	Sondagem
		Trans-cirúrgico
							Suturas
 (
Manobras de Tecido Mole
)V	U 	UU(W)																																			ROG → 8 meses																																					Imediato					Tração
			Experiência Clínica		* 1 mm/mês
· 1,5 mês para cada milímetro
Provisório por 3 meses
				Nutrição			Pelo
Enxerto ( importantes)	Estabilidade 			menos 6 pontos
Note:
· Apoio de mão
· Equipamento/Compare/Tempo
· Estabilidade/Equilíbrio
1. Anestesia
2. Sondagem (perp. – 2 mm).
3. Paralelo – Pálato
4. A. mesial
B. Distal
5. Apical
Leito
- Se 1,4 mm de extensão
	+ de 1,4 mm → sepultamento do implante
	- de 1,4 mm → sobre o osso e sob o tecido mole
- sulcular -1
- palatino -2
- sutura vestibular
- sutura palatina
Vest./sulco
Enxerto/enxerto
Sulco/vest.
Curva de Aprendizado.
Bio-Cool Technique
					Monografia
						Prof. Ângela
	Não precisa entregar 3 vias impressas de TCC ao Prof..
	O Trabalho não deverá ter listas de ilustrações, tabelas, abreviaturas e siglas e símbolos.
	Não há necessidade da Folha de Aprovação.
	Normalização: Capa
		Dedicatória		Contra-capa
Opcional	Resumo		Epígrafe
		Abstract		Resumo (150 á 500 palavras)
					Introdução
		Sumário		Desenvolvimento.
					Key Words.
	Referências pela ABNT (+ fácil) ou Método Vancouver.
	Buscar os descritores da Saúde.
	Definir as fontes de busca.
	Adriana.rafael@sp.senac.br
	WWW.sp.senac.br
		Biblioteca→Biblioteca virtual→bases eletrônicas→periódicos→buscar base→letra S→science direct elsevier
			angela.bcavannucci@sp.senac.br
					Anatomia Cirúrgica da Face
						Marcelo Melo Soares, DDS, MSc, PhD
	Melhor maneira de se estudar Maxila e Mandíbula é estudar Porco.
	Anatomia da Face.
· Anatomia Descritiva (descreve cada elemento)
· Anatomia Topográfica por planos).
· Anatomia Cirúrgica (mistura dos dois anteriores).
Anatomia da Face.
· Vascularização da Face.
· Ossos da Face.
· Músculos da Face.
· Sistema Estomatognático.
· Sistema Respiratório.
· Sistema Olfatório.
· Sistema Ocular.
Artérias da Cabeça e do Pescoço.
	Artéria Carótida Comum (Externa e Interna)
· Bainha Carotídea.
A* Carótida Interna
B*Carótida Externa
1. Tireoidéia Superior
2. Faríngea Ascendente.
3. Lingual.		+ importantes
4. Facial.
5. Occipital
6. Auricular Posterior
7. Maxilar
8. Temporal Superficial
1.Artéria Tireoidéia Superior
			Ramos
	Laríngeo superior
2.
3.Artéria Lingual
	Problemas na área de sínfise mentoniana.
	Não se tira tábua lingual para enxerto.
	Ramos A.a.Supra-hioidéa
		B.ramos dorsais
		C.a.sublingual
		D.profunda da língua
Reconstrução Micro-Cirúrgica
4.Artéria Facial
	Passa por cima do músculo digástrico e por baixo da glândula submandibular e na altura do Primeiro ao Terceiro Molar, ela dobra para fora e ...... 
	Ramos Cervicais
O perigo nessa área é sangramento da artéria masseterínica, mas que é ramo da artéria maxilar.
Ramos Faciais
a. Labial inferior
b. Labial superior
c. Angular
5.Artéria Occipital
6.Artéria Auricular posterior
7.Artéria Maxilar
	Partes.
1. Mandibular
2. Pterigoidéia
3. Pterigopalatina
Piezoeletricidade		Odontológico
				Neuro.
1. Parte mandibular
-Artéria Meningéia Média
 2. Artéria Pterigoidéia
 3. Parte Pterigopalatina
	* A artéria sperior posterior
		 - Ramos nasais posteriores
		- Ramos septais posteriores
		- Ramos palatinos.
Anatomia Patológica
8.Artéria Temporal Superficial
	Ramos:
		Mandíbula
		Frontal e
		Parietal
Artéria Carótida Interna
	Artéria Oftálmica
		a.lacrimal
		a.central da retina
		AA. ciliares
		Ramos musculares
		a.supraórbital
		a.etmoidal posterior
		a.etmoidal anterior
		AA.palpebrais médias.
		a.supra-troclear.
Anastomoses
	Tipos Musculares
		Fáscias do Pescoço
	Músculos Cutâneos da Face.
		Músculos da Mímica e do Soalho da Boca e da Língua (Corte Frontal)
		Músculos da Mastigação
		Inserção dos Mm. Na Mandíbula.
		Fase embrionária dos mm. Da mímica
		Artéria estapédia-mastoidéia (só no embrião).
	Expressões Faciais
	Mm. Da orelha.
		Uma Fossa triangular.......
	Boca-vestíbulo e cavidade própria da boca........
	Glândulas Salivares-Topográfica.
	Nerves of Nasal Cavity
		(Nasal Septum)
	Roof of Mouth – Hard and Soft Palates
		(Anterior View).
	Hemorragia dos Vasos Palatino.
	“Aspectos da região Posterior da Maxila”
	Bone Quality
		Bone quality is usually Categorized as follows.
	Type I
		Almost the entire jaw is comprised of homogeneous compact boné.
	Type II
		A thick layer of compact boné surrounds a core of dense trabecular boné.
	Type III
		A thin layer of cortical boné...........
	Localização Anatômica.
		Densidade 1: anterior de Mandíbula
		Densidade 2: anterior e posterior da Mandíbula e anterior da Maxila........
	Opções???
		Levantamento de seio maxilar.
	Pontos de referência.
		Bossa e fossa canina.
		Asa do nariz (abertura piriforme).
	Implantes Inclinados
		(Pterigóides)
	Implantes Zigomáticos
	Acesso Minimamente Invasivo.
	Levantamento de Seio Maxilar
		Funções: Crescimento
			Filtragem e
		 	Aquecimento do ar
			Tornar a face mais leve.
	Técnica
		Retalho
			Incisão de Crista
				Osteotomia
Descolamento de Membrana
	Enxerto
		Perfurações de Seio Maxilar.
Septos dos Seios Maxilares
Reconstrução Total da Maxila.
	(Le Fort I) + Ilíaco
				A Mandíbula
Latin: Mandere, to masticate
· U-Shaped
Parts
	Body
		Horizontal part.
	Rami
		2 vertical parts
		There are 2 processes
	Angle.
Coronoid Process.
	- Projection from the upper border of the ramus, anterior.
- Thin & Sharp.
Origin
	Condilar Process
Mandibular Notch
Mandibular Foramen
	- located in the internal aspecto of the ramis.
	- entrance to the mandibular Chanel.
	- transmits the inferior alveolar vessels & nerve.
	Neurotinese
	Apaxia.
	Neuroma de amputação (enovelamento do nervo alveolar).
	Mental Foramen
		- located inferior to the second prémolar tooth.
		- transmits mental vessels & mental nerve.............
Genioglossus
	Mental Spines
· Two small spines located superior to anterior and of mylohyoid line.
· Origin of genioglossus muscle.
Fractures of the Mandible.
Temporomandibular Joint-Norawl open position. Disk stays inplace when jaw is in use.
			Prof. Dr. Didney Kina 
	Filosofia da Adesão.
Preparos Dentários para Restaurações Adesivas.
	Adesivo é um material, geralmente líquido, que tem por objetivo promover adesão de 2 materiais, 2 substratos ou 2 superfícies, tendo a capacidade de transferir a capacidade de um para outro, por ligações covalentes ou interpenetrações mecânicas (micromecânicas) ou para ambas.
	Sendo capaz de transferir uma carga de um substrato para o outro.
	Função e proteção da própria função
(Rigidez)Esmalte ← 80 Gpa(gigapascal)		Adesão → linha
(Flexibilidade)Dentina ← 14 Gpa			amelodentinária.
 (
Shifting
)	A adesão em M-Cerâmica se dá através do preparo da superfície do copping de metal com oxidação dela.
			Da Cerâmica → fratura.
	Função mastigatória (tanto faz se for uma superfície de rígido sobre rígido ou rígido sobre flexível).
	Sob demanda alta de força é melhor ter rígido sobre flexível.
	Zircônia conduítica
	Cerâmica Mitre
	Resistência intrínseca de materiais em termos de adesão.
			Biomimética
	Ciência que estuda a Natureza não para aprender sobre ela, mas sim com ela, procurando estabelecer uma relação não para extrair, modificar ou dominar, mas apenas para contemplar, admirar e aprender com ela.
	Facetas Laminadas de Cerâmica
		(Restaurações Cerâmicas Adesivas)
	In Lay
	On Lay
	Over Lay
	CT
	Endo-crown.
	Porcelain Laminate Venners: Tem Years Later.
			Garber – U. Est. Dent. – 993.
				90% Success!
	Princípio Minimamente Invasivo
	Indicações:
1. Modificação de Cor.
Envelhecimento biológico.
Escurecimento por trauma.
Pigmentações intrínsecas por infiltração dentinária.
Amelogênese imperfeita.
Fluorose.
Manchamento por Tetraciclinas: Níveis III e IV.
2. Modificações Cosméticas.
Forma e Textura.
	Fechamento ou redução de diastemas.
	Aumento do comprimento dental.
	Forma dental atípica: ex.: incisivos conóides, microdontia.
	Transformação dental: ex.: canino em Incisivo Lateral.
	Dentes decíduos retidos.
Lesões: erosão, abrasão, atrição e abifração.
	Prognóstico de Implantodontia no BR nos próximos 10 anos: caiu 60%.
	IPS Empress 2 /Ivoclar- Vivadent®
				Biomimética
	Na Odontologia restauradora, não é necesário fortificar.............
	Análise de elemento finito.
		Modulacidade: mede a rigidez.
		Quanto maior a modulacidade, maior a rigidez.
								Zona Neutra
 
· Reeh ET AL. E Reeh e Ross demonstraram uma recuperação de 76 à 80% da rigidez coronal após a colocação de restaurações e facetas de resina composta.
Em restaurações de porcelana, a rigidez da coroa pode ser superada em 100 %.
	(Comportamento Biomimético Absoluto).
Preparos dentários para Restaurações Cerâmicas com Finalidade Protética
Herbert Shillinburg
Desgaste dentário seletivo com intenção de criar espaço para a futura restauração.
	A restauração tem a finalidade de ficar fixa no dente.
					Adesão
1. Preservação máxima de estrutura dentária sadia.	
			Adesivo
		
2. Solidez estrutural do material restaurador.
Adesão
3. Princípios de retenção e estabilidade.
Desgaste dentário:
1. Espaço para a futura restauração.
Enceramento diagnóstico/Wax up
Mock-up → Previsibilidade para os casos clínicos (ensaio restaurador).
	Moldagem com silicona leve e pesada (Zetalabor® = Oral Wash® + Indurent Gel®) → resina bis-acrílica.
	Apoio oclusal + apoio cervical.
	Tire.
	Gaze com álcool.
	Qual material restaurador?
	Qual a cor do substrato dentário?
	Qual a cor pretendida na restauração?
		Escolha:
	Qualquer material que seja minimamente invasivo:
	3.Eixo de Inserção da restauração.
	Qual a área da estrutura dentária será recoberta pela restauração?
	Composição dentária não é importante, é importante composição facial.
	Moda atual em Odontologia: dominância de centrais.
							Suficiente para 1 resina (2 mm)
			 X
 Ângulo de deslize para guia
Ângulo de 45o (entre o atrito e o deslize).
Silicona
 Extra
Extra
Extra						respeitar
Extra
....fluida																		
					Endodontia Conservativa.
	Uso do pino-intrarradicular → somente para retenção extra (não use pensando em resistência).
	Moldagem - Virtual® - Ivoclar – Vivadent®.
	Não tente corrigir a moldagem.
	Reembasou? → com certeza formou degrau.
	Molda um lado e molda o outro separadamente novamente, ou faça outro inteiro novamente.
						Suiça (estratificação de cerâmica)
		2 escolas			Geller, Vanini
	Anatomia Dentária → escola de prótese japonesa.
	Quando o canino está fora do corredor vestibular, você não consegue ver os pré-molares → aumenta-se o corredor vestibular
	Marcos Celestrino – laboratório/empresa em SP.
	Duplicação de Enceramento + Confecção em acrílico.
	Mock up
		Maior do que 0,8 na cervical.
	Glicerina Colorida = Try-In
	Ensaio Diagnóstico.
	Condicionamento do esmalte com ataque ácido e adesivo + primer.
	Condicionamento da faceta com ácido fluorídrico.
	Condicionamento + Silanização.
	Toda cerâmica tem que ter microtextura senão não prende película de saliva e não dá impressão de brilho.
	Enamel Devaurer → KINA.
	Cerâmicas Dentárias X Desgaste Dentário.
		Lente de Contato		Concept.
			Abordagem minimamente invasiva.
	“Snap on Smile” (Lente de Contato)
	Técnica do Pré-Gel (Dentística)
	 ↓
	 Tiro de luz rápida
	menos é melhor do que mais
	para qualquer cimentação resinosa.
		Menos em resina aquecida.
Prof. Dr. Pascal Mangue (revolucionou a técnica do pré-gel).
	Aumenta muito a polimerização da resina.
	Tire fotos da cor do dente e revele em preto e branco para determinar tonalidade.
	No preparo Space to future restoration
	 ↳ sem- preparo.
	Coloque Flow por palatino se não conseguir uma ponte de silicona na moldagem de vestibular para palatino.
	Cores básicas: 0, +1 e -1
			↳ para cimentação com Variolink® (Veenner)
	Cor da Cerâmica X Cor do Cimento
	Fluorescência (Silicato de Lítio) Facetas Monolíticas
							↳ Glaze tem que ser fluorescente.
	Faceta Laminada (Conceito básico)
		 ↳ Lente de Contato → margem final em zero → lâmina de faca → adaptação vertical.
	A resposta da margem gengival está na linha de cimentação.
				Altera® – Mudando Pessoas
						Dr. Ricardo Lenzi
	O diagnóstico do seu negócio feito para quem fala sua língua.
			WWW.alteracis.com.br
				Tels.: (19) 98405-1117
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	Qual o seu negócio em Odontologia?
		6% do mundo é empreendedor
		94% trabalha para os 6%
	Paradigma
	“Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
	Metamorfose Ambulante.
		 Raul Seixas e Paulo Coelho.
			Mudar o		Parcela
Manutenção				ou
		O nome para		Mensalidade	
Limpezinha custa 20,00 reais
Profilaxia custa 200,00 reais
Trabalhar menos		Captar Clientes
Convênio (sem lucro)		Aumentar o negócio
Franquia			PJ ou PF
Propaganda			Abrir um consultório
Contratar colegas.
	Velha						Nova
Eu sou o negócio					Eu tenho um negócio.
Minha qualidade está					Minha qualidade está na 
Em minha técnica					forma como minha equipe trabalha.
Meu diferencial é					Meu diferencial se baseia nas
Meu conhecimento					necessidades de meus clientes.
Os clientes se						Meu negócio se adapta às
Adaptam a mim					necessidades e desejos dos clientes.
Tratamento curativo					Tratamento preventivo e cosmético.
Limite físico						Acesso ilimitado
Consultórios						Clínicas/Redes
D			Ciclo de Vida da Empresa
E					 investimento
S					•				
E					Ponta de Ruptura e Inovação
M
P
E
N
H
O									Tempo
	Criação	 Crescimento Maturidade 	 Declínio
	22 a 26 anos	27 a 40 anos	40 a 50 anos	após 50 anos
	
Economia Compartilhada.
	(Socialismo do Capitalismo)
	Dinheiro → de onde vem (Cliente)
Propaganda não vende		↳De onde vem o cliente
		↳ divulga
Motivadores de Indicação → surpreendido pelo bom atendimento
	↳ Serviço bom
		↖→O que (é o produto básico do relacionamento comercial, algo que foi prometido e que o cliente entende que deve ser...........).
	O cliente recebeu mais do que pagou.
Valores para cada → Para Quem?				Como?
	Refúgio das pedras (Pousada em Ilha Bela-SP)
 (
Valor
Agregado
) (
MercadoSaturado
)	↳ Sr. Fernando					Aparência
								Provas Físicas
								Pessoas
Cliente → Preço Justo					Processos
 ↖ Motivadores de Indicação				Bom atendimento
				Estratégia
	Ambiente Interno (Potencialidades e Fragilidades)
	Ambiente Externo (Oportunidades e Ameaças).			Provas Físicas
										Pessoas
						Valor				Processos
						Agregado			 ↓
						 		 Bom atendimento
											Cliente
				Motivadores de Indicação				 ↓
					↳Dinheiro				Negócio Adaptado
											↓
										Promoção
											↓
										Branding
		1/5 da população mundial de CD está no BR
		19 milhões
	Linha de Produção
		Valor Agregado.
	Características que podem auxiliar na apresentação dos serviços /produtos.
		Opções
			- Momentos
			- Pacotes
		Garantias
		Especificações Técnicas
		Embalagens (Carros adesivados para pegar o cliente em casa).
		Explicações
		Entrega.
		Processo.
	Analisem as informações abaixo:
	Tudo depende do que você vê
		Da sua visão.
	Marketing é a revisão constante dos paradigmas do sucesso.
				Marketing
				 ↓
Mercado→			Casamento ← Serviços
	“Roube como Artista” (Livro)
			Marketing
				Verbo para caracterizar Marketing (Segundo Peter Druker) organizar.
				É uma ferramenta administrativa que tem como objetivo principal organizar nossos produtos (serviços) para que sejam objetos de desejo e troca de um determinado grupo de pessoas.
		Pacientes X Clientes
	Vende-se Serviço, não Produto.
	Público Alvo → todos que forem no consultório e pagar.
	Comportamento e Tendências (Francisco Madia – “Megatendências” – Livro).
	Seres Humanos Compram Benefícios Humanos.
- Tempo
- Relação Custo-Benefício.
- Oportunidade
- Auto-Estima (Estética)
- Segurança
- Diminuição do Sofrimento
- Rapidez
- Conforto
- Status
- Acolhimento
- Similaridade de Pensamento e Comportamento (angustio).
- Ser reconhecido ou Desejado.
	O Serviço e suas expectativas.
	Necessidades Específicas.
		O que te traz aqui?
		Como gostaria de solucionar seu problema...
Informações Prévias.
	O que sabem sobre mim/nós?
	Boca-boca, mídia, publicidade.
Como foram suas experiências nos dentistas anteriores?
	Dimensões de Qualidade
		Confiança (Credibilidade)
				↳Segurança – Fé (Cego)
 (
Caridade
)		Empatia
	Venda ato de 			
	Mentiras sinceras 		 Interessam
		Segurança
		Aparência
			O Cafezinho.
				Atenção das Pessoas.
	Responsabilidade
As Promessas do Fornecedor		Estética do Local
	O Diploma na Parede.
	O Cadastro.
A realidade é relativa!
	“A qualidade percebida pelo cliente é.............
	Estratégia: Missão
Agora com a estratégia definida.
					Pessoa
Produto					Produto
		Preço			Tripé			Promoção
					Dos Serviços
	Processo
					Preço 
	A qualidade de um processo (serviço) tende a ser avaliada pelo cliente através do pior desempenho em uma das etapas de entrega.
	As pessoas (prestadores e clientes) influenciam e afetam a qualidade dos processos (serviços).
	Ferramentas de formatação e gerenciamento de processos – A gestão dos processos.
	Ferramentas mais efetivas e como utilizá-las.
	Ciclos e fluxogramas.
	Manuais e salas.
	Check in
	Placas
	Operacionais.
	Equipe de alto desempenho.
		Competente.
		Focada.
		Motivada.
	Cada um tem que vestir a sua camisa e fazer alguma coisa por você mesmo.
	Modelo de Gestão
	Empowerment
Funcionário			Colaborador
	Motivação Liderança
		Influência
		Justiça
		Honestidade
		Bom Exemplo
		Comunicação
		Vontade.
	Ambiente
		A importância na criação das impressões iniciais.
		Projeto para você ou para seu público?
			Cores X Público.
		Materiais de comunicação visual que auxiliam na aplicação da identidade visual dentro do design de interiores.
			Painéis
				Quadros
 (
Sinalização
)
Jalecos			Chamam + atenção
	E Pijamas			
	Gravata não chama a atenção, não faz diferença.
	Marca e Identidade visual.
	Diversa
		Odontologia de respeito.
	O vendedor é o facilitador da compra.
	4 Condições de Venda.
		Conhecimento empático.
		Transformar o intangível em tangível através da organização do negócio (mix de MKT) principalmente no tripé.
· Id visual adequada
· Ambiente de venda adequada; posição do cliente na negociação/enfeites/contato.
Condições de Venda
Capacidade argumentativa e apelativa do facilitador que motive logicamente a compra.
Condições de Venda.
	Pós-venda através de contato.
Se você não fala ninguém vai te ouvir 			 divulgue.
Definição e a Checagem Constante.
⇘Qualidade.
Conclusões:
	Qual a visão dos dentistas sobre o Altera?
	Uma empresa que ajuda os dentistas a transformarem seus consultórios/clínicas em negócios rentáveis.
	Perguntas Vitais
	Estratégia definida não existe.
	Promessas não existem.
	Seus serviços estão bem embalados?
	Há boa comunicação?
	(19) 3234-0777.
	Que na vida vocês sejam e não estejam que na vida vocês sejam e não estejam.
				Implantes
					Neodent
(Curso Parceiro Neodent)					Dra. Daniela Nadalin
e-mail: dnadali@neodent.com.br
	1990 – Dr. Geninho Thomé + Dra. Clemilda.
	Materia-Prima= titânio grau 4
1. Densidade Óssea.
2. Disponibilidade óssea: deficiência em espessura/deficiência em altura.
3. Espaço horizontal reduzido.
Interface Protética
	
Corpo
Ápice
	Classificação da qualidade óssea Segundo Lekham e Zarb (1985)
					Olsson ET AL., Int. J. Oral	
				Maxillofac Implants (1995).
					Maló ET AL., Clin Implant Dent Relat Res (2006).
	Callan ET AL. ; Implant Dent (2006);
	Adell ET AL.; Int Oral Surg (1981).
	Glauser ET AL., Cin Implant Dent Relat Res (2001).
Alvim → pós-extração.
	Wong ET AL., J. Biomed Mater Res (1995).
	Situações Limítrofes
		Espaço Protético Reduzido.
			↳ Facility
Não fazer HE em posterior inferior.
Planejamento/Pensar/Considerações
					Broca (risquinhos na broca)
· Aquecimento	irrigação [+ de uma irrigação (2 fontes)]
Densidade óssea (I, II, III e IV)
Operador
· Conexão Protética (Protéticos que façam vários tipos de Implante).
· Guia Cirúrgico.
· Planejamento – RX/TC/Modelo
6 mm										
7 mm
 
5 a
				3 mm
	Carga Imediata e Implantes Osteointegrados
				Possibilidades e Técnicas – Edit. Santos.
				Nobel Biocare
Nobel Active & Nobel Active 3.0
Série Educacional
1. Kielbassa/2009
2. Gultekin/2010
3. Martinez-de-Fuentes/2010
4. Cherry/2011
5. Lope/....
1. Glauser R, Zenbic A, Ruhstaller P. Windisch S. Resultados de 5 anos de implantes com superfície oxidável 
Medicina Periodontal
		O papel da Infecção Periodontal no Estresse Sistêmico
				Etiopatogenia
	Na DP temos como principal fator etiológico o biofilme microbiano.
	Sua patogênese envolve a resposta tecidual (inflamatória e imunológica) do hospedeiro.
			Etiopatogenia
Anos 70
	Acreditava-se que o fator etiológico era a presença de microrganismos.
Anos 70-80
	Teoria da especificidade da placa – Loesche !
Anos 90
	A DP representa um grupo de doeças relacionadas, que diferem na sua etiologia, história natural, progressão e resposta inflamatória.
Periodontopatias
	DP é um grupo de doenças inflamatórias, incluindo Gengivite e Periodontite, resultado de um processo interativo entre o biofilme dental e os tecidos periodontais atr...............
				Doença Periodontal
	A DP é uma doença inflamatória e imunológica crônica que se estabelece em resposta a antígenos periodontopatogênicos e parece ser decisivo no sentido de proteção contra infecção..........
				Teoria Atual
 (
Microrganismos
Periodontopatogênicos
)	Natureza Multifatorial
		Natureza Multifatorial
 (
Doença
) (
Defesa do Hospedeiro
)
 (
Fatores........
)
																																																	Etiologia da DP
Placa Supra
	No biofilme supragengival encontram-se pricipalmente espécies microbianas gram´positivas facultativas e microrganismos fermentativos.
Placa Sub
	Quando da formação do biofilme subgengival temos a substituição por bactérias predominantemente gram-negativas, anaeróbias e com capacidade..........
V.Parvula
	A. odontolyticus......
					A Microbiota Oral
						Quantidade
	Os níveis totais de bactérias no ambiente subgengival podem variar de acordo com a condição periodontal, de aproximadamente 103 em sítios rasose saudáveis à até 108 em bolsas periodontais profundas.
							(Socransky & Haffajee, 1994).
	Quem dá origem à placa sub é a placa supra.
Placa Sub
	Porphyromonas gingivalis
Capaz de invadir células epiteliais e células endoteliais humanas e potencial para colaborar com fenômenos de agregação...........
	Tannerella forsythia.
	Treponema denticula e Aggregatibacter actinomycetencomitans.
	Possíveis mecanismos de Interação dos Microrganismos Orais na Saúde Sistêmica
	- Migração da própria bactéria oral;
			Ou
	- Estabelecimento de um quadro inflamatório sistêmico a partir de uma infecção local, como a doença periodontal.
	Migração da própria bactéria promovendo um foco de infecção extra-oral.
					↷
	- Penetração de bactérias da microbiota bucal;
	- Penetração de bactérias periodontopatogênicas para o interior do organismo através do epitélio ulcerado do sulco.
	Estabelecimento de um quadro inflamatório sistêmico a partir de uma infecção local......
	Liberação de mediadores inflamatórios.
	Desde o momento da agressão tecidual até a resolução do processo de defesa tecidual.............
				Da Infecção Focal
					À 
			 Medicina Periodontal.
	As primeiras citações sobre a possível in.........
		Teoria de Infecção Focal (?)
		Começou a ser questionada.
American Heart Association
	 1955
	Publicou a primeira recomendação oficial para a prevenção de Endocardite Bacteriana.......
Gengivite
	A Gengivite, a mais comum das doenças periodontais, é uma inflamação da gengiva, caracterizada por alterações na cor, alterações na forma; à alterações no volume; alterações na textura de superfície; pode apresentar sangramento espontâneo ou............
Periodontite
	Dentre as formas que afetam o..........
North Carolina MC 15 (Sonda Periodontal).
Limas de Richfeld	para bolsas
Limas de Dunlop 	periodontais
	Diabetes e Doença Periodontal:
	Uma Relação Bidirecional.
	A DP é a quarta ou Quinta causa de agravamento do diabetes.
			Diabetes Mellitus.
	É uma síndrome múltipla, decorrente da supressão de insulina pelo pâncreas e/ou incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos.
	Caracteriza-se por hiperglicemia crônica, com alterações...........
		Prevalência:
	BR = prevalência média de 7,6 % na população > de 40 anos;
	Em........
		Classificação.
Tipo 1
	Manifesta-se na infância ou adolescência e se caracteriza pela absoluta falta de insulina, decorrente de destruição (natureza auto-imune)........
Tipo 2
	O DM Tipo 2 na grande maioria das vezes acomete os adultos. Está associado a fatores genéticos e ambientais..........
		Diagnóstico Clínico
	O quadro clínico clássico do DM inclui:
	V Poliúria (refere-se ao aumento da quantidade de urina eliminada diariamente.......
	Polifagia (refre-se ao apetite exagerado que se origina, entre outras causas pela perda de energia a partir........
	O paciente com DM tipo 1 é geralmente magro, referindo redução de peso recente.........
				Diagnóstico Laboratorial
	Glicemia em Jejum (Valores normais: 77 a 99 mg/dl)
	A...........	Diabéticos.............
	Hemoglobina Glicada.
	O exame de hemoglobina glicada (HbA1C ou A1C), anteriormente conhecido como hemoglobina glicosilada é uma importante ferramente para a avaliação do diabetes.......
		Valores normais : inferior ou = à 5,4%.
	Hl (média dos níveis glicêmicos dos últimos 2 a 3 meses).
	Risco aumentado: 5,5 à 6,4%
	Diabetes Mellitus : igual ou superior a 6,5%
		Dados atualizados do Manual de Exames Laboratoriais do Laboratório Fleury.
	Influência do DM sobre a DP.
		Crescente acúmulo de produtos finais de glicosilação (AGEs) no plasma e tecidos maior severidade da DP.
	Glicosilação e oxidação de proteínas e lipídeos AGEs têm a capacidade de se ligar à receptores de membranas das células (RAGE receptor de produtos finais glicosilados), presentes em células endoteliais, monócitos/macrófagos, células do sistema nervoso e células musculares.
	Interação AGE-RAGE em monócitos/macrófagos ↑ o stresse oxidativo......
	
Diabetes → Gengivite
	Embora alguns estudos não tenham encontrado uma significante associação entre..........
	..	→ Periodontite
	O nível de controle glicêmico do paciente está relacionado à presença e severidade da DP. Pacientes diabéticos pobremente........
	Diabetes → Periodontite
	A relação entre diabetes tipo 1 e a evolução da doença periodontal.....
	Num estudo longitudinal de um ano, a DP e o nível de controle........			
										, no qual
20 pacientes diabéticos (maioria bem........)
	DP como fator de risco para DM.
	DP ↑ sistêmico dos níveis de citocinas inflamatórias (TNF-α, TNF-β, IL-6, prot..........
	DP → Diabetes
										, diabéticos.....
	A presença de DP........
	Tratamento da DP → diabetes.
	Grossi ET AL. Demosntraram uma redução significante da HbA1c até 3 meses pós-terapia periodontal com a utilização de doxiciclina sistêmica.
	Grossi S.G., Skrepanski FB, De Caro T., Robertson DC, Ho.......
	Tratamento da DP → Diabetes.
	O’Conell ET AL. Avaliaram os efeitos do tratamento periodontal não-cirúrgico nos níveis séricos de HbA1c, na glicemia.............
	Uma análise sistemática e estatística (meta-análise) dos resultados...
	Tratamento Periodontal do Paciente Diabético
			Baixo Risco (↓)
	Sem sequelas do diabetes, glicemia em jejun < até 120 mmHg/dl, hemoglo....
				Médio Risco
	Poucas sequelas do diabetes, glicemia em jejum até 200 mg/dl, hemoglobina glicada entre 6,5 e 7,5 %, poucas manifestações clínicas da síndrome,higiene bucal razoável, sem quadros de hipoglicemia ou cetoacidose. Esses pacientes precisam de tratamento periodontal com maiores cuidados, cujo uso de antibioticoterapia deve ser considerado previamente ao procedimento. Suas consultas de manutenção podem ser estabelecidos.............
				Alto Risco
	Apresentação de sequelas do diabetes, glicemia em jejum acima de 250 mg/dl, mau controle metabólico, hemoglobina glicada......
				Considerações
	Grande parte dos casos de doença periodontal em diabéticos passa de um nível de gengivite para diferentes estágios de periodontite de forma muito rápida. A doença periodontal..........
				Cessação do Fumo.
	Pharmakin.com
		↳(Clorexidina à 0,20%)
				↳ Periokim®
	Lacer → Perioxidin® (Gel Dental à 0,20%).
A Doença Periodontal destrói
	De 0,5 à 0,05 em mm de osso por ano.
	O fumo........
	Fumantes têm sua longevidade......
	Prevalência
	Atualmente existe no mundo.......
	Impacto do Fumo na Cavidade Bucal.
· Fator de risco por câncer bucal
· Maior Severidade e incidência de doença periodontal;
· < ganho de inserção após terapia periodontal;
· dificuldades na reparação de enxertos ósseos;
· Inadequado preenchimento sanguíneo dos alvéolos dentários pós-extração;
· < taxa de sucesso de implantes de Ti;
· > perda óssea ao redor d.............
Estudos de Cessação do Fumo.
	Autor/Ano				Amostra
			Desenho
				Experimental
Acompanhamento 	Resultados. 
	 		Identificação do Paciente Fumante.
					Neste momento o paciente usa tabaco?
Perguntas.........
Estágios
Fase de Pré-Contemplação
	Na fase de pré-contemplação o paciente fumante não pensa em parar.
	Na verdade, ele nem sequer percebe.........
Fase de Contemplação
	Na fase de contemplação já houve uma mudança de percepção em relação ao tabagismo. As razões pelas quais um paciente passa da fase de pré-contemplação variam de paciente para paciente. O fumante, seja porque recebeu informação e motivação, seja porque apresentou algum sinal ou sintoma de alguma doença decorrente de seu hábito, percebe o fumo como um problema,..........
	Ação.
	Manutenção............
	Educação e Motivação do paciente que não quer parar de fumar.
		Relevância: explicar para o paciente porque é importante.............
		Riscos: devemos pedir ao paciente que ele..........
		Benefícios: da mesma forma.
	Barreiras: devemos pedir que o paciente............nos relate que barreiras.........
	Repetição: a intervenção motivacional deve ser repetida todas as consultas em que encontrarmos um paciente desmotivado. Devemos informar aos fumantes que já falharam em outrastentativas de parar que a maioria dos pacientes faz várias tentativas.
	Considerações:
	Frente à epidemia de tabagismo que se apresenta mundialmente e frente ao fato desse.............
	Considerações Finais.
	Levando-se em conta de que os microrganismos do biofilme dental podem de...........
						Furca
							Prof Sérgio Siqueira Jr.
	Color Atlas of Dental Medicine, Klaus H. ET AL., 1989.
	Rosemberg e col., 1992.
	Kon ET AL.
		½
Curetas	¾ 	Anteriores
		5/6
	7/8 → Vestib. E L.
	11/12 → Mesial	Posteriores
	13/14 → Distal
Curetas Específicas
	Forma de Lâmina
		Cureta de Gracey
Curetas de Gracey → prefira as mini-Gracey que não saem rasgando.
	Molar superior → furca a 4 mm
	Molar inferior → furca a 5 mm
		Desconfiar sempre de furca em molar.
			Curetas de Gracey
	Número da cureta			Dente (superfície)
	Gracey 3-4				Anteriores
	Gracey 11-12				Posteriores (Mesial)
	Gracey 13-14				Posteriores (Distal)
	Furca 1 – Sonda vai até 1/3 de profundidade
	Furca 2 → Sonda vai até metade mas não transpassa de um lado para o outro.
	Furca 3 → Transpassa.
	O emprego de radiografias é para fechar diagnóstico.
	Raspagem de 6 mm deve ser feita sempre.
	3 à 8 meses para Implante (com coágulo).
	Joffin, RA ET AL. J. Periodontol 1991; 62(1): 2-4.
	Implantes de Titânio rosqueáveis não apresentavam os mesmos índices de sucesso em osso tipo IV ou em locais de pouca altura.
					X
				35% Osso tipo IV X........
					O implante
				Osseointegra de 35 à 70%} BIC (Bone Implant Contact)
		Furca
· Acesso
· Anatomia
· Instrumental
Troncos
	Problemas no Tratamento das Furcas
· Comprimento do tronco radicular.
· Concavidade da face interna da raiz.
· Grau de separação das raízes.
· Projeções de esmalte.
· Canais pulpares acessórios.
Tunelização → 5 à 8 anos após, perde-se.
	PEC Projeção do esmalte sobre a raiz.
		Classificação
	Alternativas de Tratamento
· Raspagem/Alisamento radicular
· Retalhos Cirúrgicos
· Amputação radicular
· Odontossecção
· Túnel
· RTG – com ou sem enxerto ósseo.
Esquema Terapêutico
Grau I = RAPCR
Grau II = Procedimento regenerativo ou secção dental ou tunelização.
Grau III = Secção dental ou regenerativo em casos especiais.
	Criar características próprias para execução efetiva dos procedimentos.
Auto-	Gianini → Perio
Res	Skrup
	J. Periodontol., V. 50 , p. 23-27
		Mc Fall, 1982.
	Em estudo de 15 anos ficou evidente a superioridade..........
	Lima PH (Paulo Henrique)
	 ↓		↳(Neumar Instrumentos Odontológicos)
Para raspagem de furca.
Gengiva Inserida			Bolsa
Junção amelo-cementária
	Autor: Ian Brooks.
		Livros: “Seu Cliente pode pagar mais”.
			“Ganhando Mais”.
	Cuidados com os candidatos à odonto-secção:
		- Posição/Mobilidade
		- Proximidade entre raízes;
		- Desgaste Endo/Periodontal;
		- Evitar pinos em raízes mesiais
		-Idade
		- Mesa oclusal com tamanho compatível à (s) raiz (ES) remanescentes.
		- Materiais restauradores dissipadores de forças;
		- Reconhecer o momento quando é tarde demais para a odontossecção.
	Atende para a inclinação.
	Proposta de Abordagem.
	Maurício Araújo Pesquisadas.
	Conhecer anatomia radicular é pré-requisito para interpretação de radiografias.
	O tratamento da doença periodontal.
		Lesões de Furca
· Perio
· Endo
· Oclusais Combinadas.
“Os olhos antes das mãos, e amente antes dos olhos”.
J. Clin. Periodontol, v. 10, p. 563-78, 1983.
		Lang.
Periodontology 2000 v. 30: 111-122
			O’Neil R, Butler B.
		Ajuste Oclusal
				Dr Fernando Falchi
				dtm@EMBRANET.com.br
	Faceta de desgaste			Contato prematuro
	Abfração.
	Diastemas anteriores generalizados.
	Fator de risco por problema periodontal.
	Síndrome da Diagonal Oposta (Diagonal de Thielemann).
	Problemas Endodônticos.
	Discrepância de Bolton
Discrepância de Bolton
		Ajuste Oclusal.
	É o procedimento clínico que tem por finalidade........
	Sinais e Sintomas Clínicos do Trauma.
		- aumento da mobilidade dental......
	Sinais Radiográficos.
	Oclusão Ótima
		- Forças oclusais axiais.
		- Contatos bilaterais simultâneos entre todos os dentes.
	Cúspide Fossa x Cúspide Crista
			-único
Tripoidismo		-bipoidismo
	Forças Axiais fazem com o que o dente fique no longo eixo.
Forças não-axiais.
	
Tripoidismo
		Forças axiais.
Vestibulares
			
		 •	
Palatino
	Isto não é tripoidismo
		Forças não serão axiais
			V
			P
Bipoidismo						Isto não é bipoidismo
	Forças Axiais
	Contato Principal: mantém a dimensão vertical.
	Contato Estabilizante
	Cúspides Principais ou de Suporte
		Vestibular dos Dentes Inferiores
				E
		Palatino dos dentes superiores.
	Devem ser preservados.
		Tipos de Desoclusão em lateralidade.
1. Guia Canino.
2. Desoclusão em grupo.
Guia de Canino: Desoclui somente pelo canino.
	Função grupo parcial: PMs
	Função grupo total: Ms
		Toques
					Interfrência
Interferência lado de não-trabalho (balanceio)
	- quando ao lado de fases lateralidade
Desoclusão em Guia anterior.
	- quando protruir a Mandíbula, com os dentes anteriores como guia, os posteriores não podem se tocar.
	Proteção mútua = quando toca na frente não pode tocar atrás e vice-versa.
	Ao fazer o ajuste onde devemos desgastar?
	Cúspide ou Fossa? → depende!!!!!!
	Primeira Situação
Guia
De
Canino
(não toca o molar)
							Ou
Grupo
Total
								Desgastar fossa do superior
	Segunda Situação
Desgastar cúspide V do superior
	Terceira Situação
A) Começar a desgastar a cúspide V inferior
B) 2 caminhos podem ocorre:
a. Resolve a interferência primeiro
b. Passa a desgastar a fossa do superior.
c. Acaba o contato prematuro em cêntrica
d. Continua interferência em lateralidade, então desgasta a cúspide vestibular do superior conforme a segunda situação.
Carbono : BK da Bausch® de 200
		Accu-Film®
 (
Visco-suplementação
)	Abfração desprendimento de prisma de esmalte por excesso de contato.
Abfração
	Injeção de ácido hialurônico 				 .
	“O que o cérebro não sabe os olhos não enxergam”.
					Sir William Osler
					DTM e Dor Orofacial.
	Desafio para o Profissional
			↓
 (
Dor Orofacial
)		Diagnóstico
 (
DTM
)
	Diferir: o que é odontológico.
		O que é médico.
	Cuidado
		 - 1% das dores na face é devido a Tumor.
		- Dores Cardíacas (Referidas).
 (
Desaferentação
 
)		- Pode ser Neuralgia do Trigêmeo.
		- 				
						0,025%	
Carbamazepina + Capsaicina® (Droga)	0,075%
			↳ usado com goteira acrílica
	- Fibromialgia: 30% dos pacientes com DTM que não melhoram têm esta doença dói o corpo todo e é claro, dói a face.
	Portanto, aumenta a importância do Cirurgião-Dentista em diagnóstico precoce.
	Erro mais frequente encontrado.
			↓
	Partir para o Tratamento sem diagnóstico.
	Christian Stoller (Pesquisador).
	Classificação da Sociedade Internacional de Cefaléia para Desordens.
	De Cefaléia, Nevralgias Cranianas e Dores Faciais:
1. Enxaqueca.
2. Cefaléia tipo tensão
3. Cefaléia em salvas e hemicrania paroxística crônica.
4. Cefaléias diversas, não associadas com lesão estrutural.
5. Cefaléia.........
Quando se fala em DTM e dor orofacial........
	Teoria da Circulação do Sangue
		Teoria Galênica( desde o ano 1000)
			X
		Wiliam Harvey (1636)
Ignoz Philipp Semmelveis
		Médico Húngaro (1818 à 1865).
	Aos 26 anos começou como assistente, observou assepsia dos médicos no parto.
					X
				Freiras da Época.
	Mudança	Cura (não)
	 DTM	Controle
			Reabilitação (ação do CD)
				
Atuação dos Especialistas
Medicamentos			Oclusão		Controle
								Hábitos + Exercícios
		Principais Grupos de Fatores Etiológicos
	Fatores Anatômicos: oclusão, lassidão articular.
	Fatores Neuromusculares: parafunção (apertar, ranger).
	Fatores Psicológicos: stress ou rotina.
		↓ 
	Estes fatores se somam.
	
Erro muito frequente.
		↓
	Direcionar ou super-responsabilizar tudo em DTM para os fatores anatômicos......
	Occlusal adjustment for treating and preventing temporomandibular joint disorders.
Koh H1, Robinson PG.
				Pesquisa
			Christian S. Stohler.
		Em 1996 (Michigan).
				Conclusão
	Houve alteração na Posição Mandibular.
	Tire Primeiro a Dor depois avalie a oclusão.
 (Ortose
)	Termo do 1o Congresso da Sociedade Brasileira de Dor Orofacial.
			(?)
	Odontologia Baseada em Evidência (OBE).
	Toxina Botulínica em DTM/DOF e bruxismo: Uso seguro?
	Prof. Dra. Adriana de Oliveira Lira Ortega.
	Poderosa neurotoxina produzida por um microrganismo.
	Denervação química.
	Mecanismo de ação – BTX
		Denervação química e perda da atividade neuronal no músculo-alvo. → Bloqueio da acetil-colina.
	Rebrotamento
	Crescimento , brotamento axonal lateral.
	Efeito parcialmente revertido ?
	A eficiência da nova junção é menor do que a junção original.
	Tighe AP, Schiavo G. Botulinum neurotoxins: mechanism of action Toxicon.
Condições clínicas
	Paralisia cerebral.
	Hipertonia espástica.
Dor miofascial
	TB tem pequena à moderado efeito analgésico nas condições dolorosas.
Toxina Botulínica
	Não garante a resolução.
	Uso da toxina botulínica em hipertrofia de masseter?
Bruxismo é de Etiologia Central.
	Loebezoo F., Naeijje M. . Bruxism is mainly regulated centrally, not peripherally.
É de origem central e não periférica.
Efeitos no músculo.
	A toxina atrofia neurogênica de fibras musculares.
	Muscle biopsy substantiates long-term MRI alterations one year after a single dose of botulinum toxin injected into the lateral gastrocnemius muscle of healthy volunteers.
Schroeder AS1, Ertl-Wagner B, Britsch S, Schröder JM, Nikolin S, Weis J, Müller-Felber W, Koerte I, Stehr M, Berweck S, Borggraefe I, Heinen F.
	No osso → a toxina em músculos da mastigação → diminuição consistente da densidade do trabeculado ósseo.
	K. G. Raphael, ET AL. . Osteogenic consequences of botulinum toxin injections in the masticatory muscles: a pilot study. J. Oral Rehabil. , 2014; 41 (8): 555-6.
	Anamnese.
	Queixa Principal: 
	Escrever com as palavras do paciente.
	Início (há quanto tempo começou?)
	É importante saber o tempo para já iniciar a relação........
Dor								Filho com droga
			Separação
					Morar com a mãe				férias
	Jan										 dez
											Tempo
	Início (há quanto tempo começou?)
	Ex.: aconteceu há três anos atrás.
		Vem acontecendo há 2 anos, mas somente agora piorou muito.
		Tire só um RX na adolescência.
Irradiação (vai para outra região?)
	Ex.: Dr (a), começa no lado esquerdo aqui embaixo e sobe até acima da orelha, pega todo o lado esquerdo.
	Intensidade (de 0 à 10 paciente dá a nota).
 (
Nenhuma 
Pior dor
Dor
possível
)		Ex.: no dia a dia 5, mas quando ataca é 9 ou 10.
 (
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
)																
	Qualidade da dor (pontada, queimação, casada).
	Pontada: dor aguda, estalido ou clique, não é característica de dor muscular. Clonazepam® (Rivotril) (1 g em forma de chiclete e cospe 3x/dia/90 dias).
	Queimação: dependendo da intensidade pode ser neurológica, pode ser síndrome da ardência bucal, pode ser muscular (quando morde dói).
	Cansada: Típica dor de músculo, portanto dentro de um quadro de DTM.
	Atípica: Quando eu mordo sinto dor na orelha.
	Frequência (todo dia, 1 x semana, 1x cada quinze dias).
	Para relacionar com stresse, com apertamento, etc..
	Duração (minutos, horas, dias):
· Para relacionar com dor muscular, dor articular, neuralgia.
Horário da Ocorrência (Importantíssimo).
	Porque é um dos indícios do tipo de DTM e a causa.
	Fatores precipitantes.
		Para verificar a relação com DTM e com co-morbidades.
	Fatores acompanhantes.
	Vômito (tudo relacionado à cefaleia), fotofobia, fonofobia, vertigem, lacrimejamento, congestão ocular.
	Cefaliatra (especialista em enxaqueca).
· Remédios que está tomando.
Saber.
	O segredo do diagnóstico está na arte de compreender.
	Co-contração protetora Trismo
	Porque não tem acúmulo
	De substâncias algógenas	 Laser funciona
	Problemas de dor Muscular: Tens também
	10 minutos de gelo
2x	3 minutos de massagem
/dia	30xs abertura e fechamento com a ponta da língua na papila naso-palatina
	Manhã à noite
				Primeira Consulta
Segunda 	15 dias depois → 20 minutos de 
Consulta	pano molhado (úmido) sem massagem
		Após isso, fazer o mesmo movimento com o apoio do dorso da mão na base do queixo.
		15 em 15 dias.
	Moldar e fazer placa rígida (20 minutos de uso) (superfície lisa)	2 mm em Molares
					(e exercícios)				Qualquer mm em anterior (grande).
	Colocar sinalizadores (adesivos) em quaisquer lugares que for de sua concentração para chamar atenção de parafunções (apertamento, briquismo, etc.), mas, se pegar fazendo, colocar o dedo dobrado dentro da boca e tira, e, à noite, placa.
	Trigger Points = apertar levemente cada ponto 30 segundos e depois uma massagem.
	Dor Articular.
		Abertura e Fechamento.
	Dor por causa do estalo.
		Calor
		Protrui e abre e fecha
	Discopexia (Cirurgia)
		Parafuso em cima do côndilo e amarria do disco em cima do côndilo.
	PRP Pharma.
		Osteo.
	Não se deve usar nenhuma placa mole.
	Ressonância com contraste usando Gadolíneo em Artrite Condilar Infantil.
	Aumento de DVO para reabilitação.
	1 mm atrás são três na frente.
	Começou a doer a articulação por causa de altura das próteses sobre implante, basta passar os exercícios para Dor muscular da articulação.
					“Cimentações”
							Prof. Pena
	Restoring Strenght of Incisors with Venners and Full Ceramic Crowns.
				J Adhes Dent 2010; 12:45-54 doi: 10.3290/j.jad. a 175-33
				Yong-Hee P. Chunt/Constanze Raffelt/
				Hanjo Pfeiffer/ Monzhgan Bizhang/
				Gumar Saupl / Que Biunck /Jean –François Poulantz
Group 1: Without Preparation
	
 Group 2: Labial			 Group 3: ¾ Veneer		 Group 4: ¾ Veneer
Veneer preparation			 with finishing			 with finishing line
With incisor overlap			 line in enamel			 in dentin
Group 5:Crown with			 Group 6: 				 Group 7: Tooth
Finishing live in			Crown						with attrition
Enamel				with finishing				(short clinical
					Line in dentin				crown to be lenghenel
Termociclagem (Thermocycled): reproduzir os efeitos de temperatura que ocorrem dentro da cavidade bucal.
	After water storage for 21 days, the teeth were thermocycled.
	The use of a dual-curing leiting cement was indicated, offering polymerization of the leiting resin in áreas of thick restoration otherwise not penetrated by sufficient ligth intensity.	
	Light curing of a leiting composite is influenced mainly by the thickness and the coloro f the ceramic. When the leiting composite is only light cured ceramic layers thicker than 2 or 3 mm, as typically found in lays, may be problematic, since the degree of cure may decrease. In our study, the ceramic thickness of the crowns was 1,0 to 2,0 mm ando f the veneers 0,5 to 1,0 mm. The ceramic thickness was not standardized for the staining of the IPS Empress Ceramic.
 (
DSC
) (
EXCITE
)	Clear Fill ®→ adesivo de pH 2,0.
						
Cimentação Adesiva
· Dente Metalo-Crâmica
· (
EMAX
)Dente-Resina 					
· Dente-Cerâmica condicionável.
· Dente-Cerâmica não-condicionável (Zircônia)
· (
Feldspática
)Dente-Pino de fibra.
· (
Panavia 2.0
)Dente Núcleo metálico
 → ativador de peróxido de benzoíla
Classificação de Cimentos
· Ativação química (Multi-Link®)(Blue Phase®)
- Onde a luz não chega				Tempo maior
		* Ativação física:
		- Certeza da passagem da luz.
			Veneer X Flow
		Diferença do tamanho da partícula
· Dual (Variolink 2 ®)
- Dúvida da completa polimerização pela Luz.
	Resina com mais de 2 meses 	 expansão higroscópica mais adesão.
	Necessitam de um agente adesivo.
	- Convencionais (Panavia ®).
	Não necessitam de sistema adesivo :
	- Auto-adesivo.
Auto-Adesivo
	U 200®
 
(Para cimentar) Zircônia	
Bifix AS® (Self-Adhesive)
 
	SE (VOCO®)
Propriedades Relevantes dos Cimentos.
1. Biocompatibilidade: Ter pouca interação com os tecidos e fluidos. Ser atóxico e ter baixo potencial alérgico.
2. Inibir formação de placa e cáries. A cárie é um dos principais fatores de perda de peças protéticas.
3. Propriedades mecânicas: resistir às tensões geradas durante a mastigação.
4. Solubilidade e microinfiltração: quanto mais solúvel o cimento, maior será a degradação do mesmo.. Resultando em maior acúmulo de placa.
Preparo das Peças Protéticas1
					2
· Metais		3
4
· Resinas de Laboratório
· Cerâmicas
1. Após prova, broca diamantada no metal.
2. Lavar e secar
3. Aplicar Alloy Primer 
4. Aplicar ED Primer (precisa usar para Panavia antes e deixar secar) ? ???
Indicações
		M-C → Panavia ®
		Zircônia → U 200®
			 Bifix AS ® (VOCO) (Não precisa usar ED Primer)
	Contaminação com saliva com saliva antes ou depois do Alloy Primer ?????
	- Limpar com álcool e aplicar Alloy Primer.
	Passar ED Primer no dente também
	Zircônia : só limpar + ED Primer.
	Peça: (Metalo ou Zircônia)
											→metal		
											→ ED Primer
											⇙ 1 minuto
												ED Primer
							Jato
							De ar			
		Luz
		Foto					Sem luz (não ocorre em pH ácido)		
				Quebra a ligação de carbono e começa a cadeia de polimerização
										(o melhor é o transverso)
								(Amina
Cânforo inicia- peróxido de benzoila				Aromática)
Quinona dores							
(Amina Afilática)		forma radical				muda de cor
				 Livre
	
Preparo das Peças Protéticas
· Em Resina:
1. Após prova, fazer o microjateamento.
2. Cuba ultrassônica com água por 5 minutos (virada para baixo) → decantação ou limpar com ácido fosfórico.
3. Silano = 2 minutos – secar ???
Sílica						monômero resinoso tipo Emax Feldspática
		Em cerâmicas
4. Adesivo ????
Sim teoricamente, só se ajudar a polimerização, senão, não.
· Cerâmicas
· Feldspáticas
Não se			- Leucita (Empresum®)	Condicionáveis → com ácido fluorídrico
Usam			- Dissilicato de lítio (Emax®)
+			-Zircônia	Não-
			- Alumina	- condicionáveis 
Cerâmicas Condicionáveis
	Ácido Fluorídrico (20 segds. → Emax ®)
1. Feldspatic/fluorapatite
Etching Time – 1 to 2 mints.
Na Zircônia não acontece nada.
2. Leucite based pressed ceramic
Ex.: Empress Esthetic (2)
Etching Time : 60 sec.
3. Litium dissilicate based pressed ceramic
Ex.: Emax Press/CAD
Etching Time: 20 seconds
Necessita silanizar.
	Silanização
		Calibra® 
		Calibra Veneer ® (Dentsply)
	Does Adhesive Resin Aplication Contribute to Resin Bond Durability on Etched and Silanized Feldspatic Ceramic ?
			J. Adhes Dent 2008; 10: 455-460
Prior to surface conditioning, all blocks wereultrason- ... The ceramics were cleaned ultrasonically in. distilled ...
		Effect of Surface Treatment on the Shear Bond Strenght of Three Resin Cements to a Machinable Feldspatic Ceramic
				Sven M. Reich
Profundidade de Polimerização
	Confecção dos Espécimes
 (
Matriz
)					Inserção do	Luz
		12			cimento	60 s.
		Mm
	Unicem	 Variolink	 Panavia	Enforce
	Relix X		Ecolink				Multi-link → cimento químico
	Valores de microdureza em função da profundidade de fotoativação.
		Conclusão: conclui-se que a dureza..........
	The ideal restoration.........
	A comprehensive Guide for Post and Core Restoration
					Jin-Ho-Phark, DDS Dr. Med. Dent..........
			Refor-Post.
			Exacto
Pinos		White-Post DC-E
		White Post DC
		Rebilda Post (VOCO) } com a mesma resina já recompõe a parte coronária
		Rebilda DC → alto dual pH ácido		
	União entre dentina-adesivo simplificado, adesivo simplificado-cimento, cimento-peça de cerâmica silanizada.
	São observados...........
	Ativador + Primer 
						Adesivo de peróxido de benzoila → ReliX DC
Bis-acrílica 	 Structur 2 SC
				WO
	Bifix SE			U
				T
					penadentista@yahoo.com.br
					Pça. Chile, 239 – Parque das Nações – Santo André – SP
					Tel.: (11) 4997-2777
 (
SDR
Extra Bake
)						(11) 4997-2693
					→ reconstrução sem canal																					
UNG
	Doutorado em Odontologia
	Ronaldo Guedes Viotti
	Avaliação da resistência de união produzida por diferentes técnicas de cimentação de pinos de fibra de vidro através de ensaio push-out. 2014.
 (
--------------------------------
)					
C
						
 (
-------------
)						M
				
						A
Cimentadores de Pino de Fibra de Vidro
	Rebilda DC
	RX-SBU-ER
	Core X Flow
	RX-SBU-SE
	U 200
	Bifix SE
					“Preservação Alveolar”
							Prof. Dr. Sérgio Siqueira Jr
	- Seminário
	- Produção	No curso
	- Dúvidas	individual
			Comuns
Abbutment = extensão	mini-pilar
Transmucoso			synocta
 (
OSTEO
)				Pilar personalizado
				Munhão
	Dr. Laércio Vasconcelos (Implantodontista famoso em Santos – SP).
	Os melhores pacientes para se	Dentado (quase total)
	Colocar implante			Desdentado (total)
		Dentado					Desdentado Total
 (
Tec. Mole
)Doença	Tratamento	Endodontia
Periodontal			→ Sonda
				 	Periodontal
	Tracionamento	Tomografia	 Anestesia					tempo
												Impl.
 (
Espesso
)	Fino			Biotipo - 						35 N
						Implante Imediato				Adesiva
		Manutenção de Processo Alveolar
	Tirar o dente e já colocar o implante é melhor do que o alvéolo já cicatrizado.
	Retira-se a raiz palatina primeiro e depois de cicatrizado, retira-se as raízes Vestibulares e coloca-se o implante imediatamente para preservação de tábua óssea (preservação de osso); senão, enxerto depois !!!!
 (
Reparo Natural
Manutenção do
Rebordo
Recuperação do Rebordo
)									(Cicatrização)
Exodontia								juntos
																															Tirou ligamento periodontal (sumiu lâmina dura).
		Indicações de Exodontia
Considere antes da Exodontia:
· Histórico Dental
· Presença de Infecção
· Altura da Fratura – Tempo
Fratura no terço médio implante imediato. 
· Idade do paciente
· Biotipo (no fino, considerar a Ortodontia)
· Quantidade de dentes e raízes a serem extraídos.
· Oclusão.
Literatura
	Amler 1969 – Clínico em humanos
	Schroop 2003 – Clínico em humanos
 (
Araujo
 2005, 2006 a,b – Histológico em cães
)	
				↓ [Bone Healing (antigo, passado)]
			Materiais e Métodos
· 46 pacientes
· Pre Molar e Molar unitário em Maxila e Mandíbula.
· ........
Softwares de Radiografias digitais → excelentes.
Resultados de Conclusões
· Média da espessura do rebordo era 12 mm (8,6 – 16,5 mm antes da exodontia)
· Depois de 12 meses a espessura média foi para 5,9 mm (2,7 – 12,2 mm): 50% !!!! De 5 a 7 mm.
· 2/3 dessa remodelação ocorreram no primeiro trimestre.
Implante precoce não é imediato, é após 3 a 4 meses após extração.
· Discretamente perdem mais em Molares do que em Pré-Molares, mais na Mandíbula do que na Maxila.
· O nível ósseo no local........
Artigo: Dimensional ridge alterations......
Estudar as alterações dimensionais nas cristas alveolares após a exo, bem como os processos de modelação e remodelação.
	Araújo e Lindhe, 2005.
	“A redução da altura das paredes do alvéolo..........
	Conclusões
1. A reabsorção das paredes vestibular e lingual do alvéolo fresco ocorreram em 2 fases............
Qualquer manobra regenerativa irá retardar o processo natural do reparo alveolar implicando em alterações no período de espera da implantação.
	Araújo MG ET AL. .Int J. Periodontal Rest. Dentistry 2008.
Crítica aos Trabalhos
· Fez sutura? (Que tipo ?; Fez manobra de Chompret?)
· Elevou retalho?
· Os estudos em animais podem ter paralelo nos resultados clínicos?
· Se foi utilizado implante ele foi de dimensões compatíveis?
Intervir (consider exodontia) imediatamente quando:
· Fratura infra-óssea recente/avaliar quando no nível ósseo).
· Lesões (periodontais ou endodônticas) de retratamento...........
Área Dentada Unitária – indicação de extração.
Qual o histórico da Lesão?
· Fratura
· Doença Periodontal..........
Avalie criteriosamente Tecido Duro e Mole!
· Sondagem Periodontal – inspeção óssea.
· Tomografia computadorizada.
Não fazer manobra de Valssávia, apenas fale para o paciente respirar forte e rápida.
	Tracionamento → 1,5 mm por mês com aparelho Ortodôntico fixo.
	Selamento do alvéolo (Biocol Tecnique) – EGL
	Selamento do alvéolo – ETCS	
				- Bio-Col
			Colla-Cote®)
	Não se 	Biogide® Geistlich)
	Usa mais.		↳se usa esse
						- Tuber-Trefina
Técnica de “Sclair”.
	Enxerto dentro do alvéolo e preenchimento com Bi-Oss®.
							Gengiva
							Osso
		Bi-Oss® no Gap	Implante
						Na reabertura, colocar um conjuntivo.
	
Exodontia minimamente traumática de dentes multirradiculares.
		Inspeção Óssea
	Biomateriais (Osteocondutores)
	Osteocondutor
	“A parte mais difícil da Odontologia não está nas mãos, está nos olhos.”
	A perda de contorno tecidual decorrenteda reabsorção óssea alveolar pode ser compensado com manobras cirúrgicas.
	A reabsorção óssea é inevitável.
	Considerar em dentes com Endodontia/núcleos:
· Desgaste da estrutura.
· Tipo da restauração presente.
· Esmalte na margem da futura restauração.
· Material a ser utilizado.
Fracionar nas seguintes situações:
· Erupção dental ou arco em formação
· Fratura no nível ósseo sem possibilidades de implante imediato/ausência do osso apical.
Complicações Cirúrgicas
	Parestesia
LNI				IANI
	Renton T, Yilmaz Z. J. Orofac Pain, 2011 Fall; 25 (4): 333-44.
	Quem faz mais erra menos, quem faz menos erra mais.
	“Se você não pode fazer no melhor lugar, com uma boa pessoa, na melhor hora e com o melhor preço, CUIDADO, você poderá um dia fazer com a pessoa que você não quer, no pior lugar, na hora que você não poderia, e com um preço que você não poderá pagar até o final!”
	Coágulo em canal alveolar, pressionado com introdução de implante pode ser motivo de parestesia.
	Tratamento
	(Se não melhorar após 3 à 5 dias).
· Citoneurim® drágeas.
2 drágeas, 3 xs ao dia após as refeições e com pouco líquido por 5 dias.
· Prednisona 20 mg – via oral – 12/12 h por 5 dias.
· Laser
· Considerar remover implante.
Dicas Clínicas
	TC e software de confiança.
	Diminuição da rotação e torque
	Radiografias S Transcirúrgicas S
	Stop (para Summers) metálico nas fresas.
Implante não-compressivo.
	Oral Implantol 2008; 34 (1) : 34-8.
	Avoiding injury to be inferior alveolar nerve by routine use of intraoperative radiographs during Implant placement.
	Burstein J., Mastin C.; L e B.
	Department of Oral & Maxillofacial Surgery..............
			Protocolo Protético Clínico
					Prof. Dr. Ariovaldo Stefani
	Posterior CM (Cone-Morse) – Instalar Pilar , torquear e moldar para confecção de coroa M-C aparafusada.
	Excessão: espaço M-D reduzido, já deve ser previamente observado.
	Sobre Dente utilizar coroas cerâmicas em Emax®.
	Utilização de componentes ou coroas em Zircônia devem ser previamente autorizada pelos professores.
	Dentes com pinos metálicos a opção restauradora deve ser coroa metalo cerâmica.
	Anterior CM – Moldar o implante com transfer indexado para o laboratório selecionar o munhão, personalizar se necessário e enviar o trabalho pronto.
	Emax ® (Silicato de Lítio) foi desenvolvida para ser cimentada em dente (pela Biomimética).
	HE → próteses múltiplas
	HI → prótese unitária (se for HE, pode soltar o parafuso.
						Nobel → problema → para anterior tem que enterrar muito.
						Componente
 ↓ 		↓ 		↓			Vai sair paralelo indicado para espaços reduzidos
					Cone		Neodent ou	NN (Narrow Neck
					Morse		Ankilos			da Straumann (mas é caro)
					Componente sai de dentro (Active).
Dente Anterior		Conexão interna
				Intermediário o mais reduzido possível.
					“Mini-Implantes”
						Prof. Dr. Adilson Sakuno
	15 Anos de Mini-implantes – Técnicas e Materiais Atuais.
	Adilson Sakuno
	Dr. Em Ciências Médicas UNIFESP-EPM
	Mestre em Implantodontia UNISA
	Esp. Dentística Restauradora UMESP
	Esp. Ortodontia UNICASTELO
	Coord. Implantodontia APCD Central/SBC/Penha/Osasco
					Anos 90
	Como pensava o Ortodontista?
	Como era a ancoragem nessa época?
		Limitações
	No tratamento ortodôntico a preocupação principal é com a aplicação de forças às coroas dos dentes.
	À toda ação existe uma reação = e oposta.
	Formas de Ancoragem na Maxila.
	Formas de Ancoragem Mandibulares.
	Arco extra-bucal (AEB)
	Cervical
	Occipital
	Parietal
	País site Terra.
	GO: dentistas indenizarão menino que ficou cego em R$ 100 mil.
				1997
	Kanomi 1997 (partiu de um parafuso de enxerto).
				Mini-implantes
	Dimensões em torno de 1,2 mm X 6 mm.
	Fácil inserção e remoção.
	Podem ser usados tanto em ancoragem de movimentos verticais quanto em movimentos horizontais.
	Instalação em áreas alveolares, palato, espinha nasal anterior.
	Ancoragem Absoluta (fixar num ponto e esse ponto não se mover).
	Mudanças de Paradigmas.
		2000 – 2015.
	Qual a importância? (já usado na Engenharia).
	Evolução das técnicas de ancoragem.
	Taxa de sucesso = 93,3 %
	Angle 1900
		O primeiro a defender conceitos de ancoragem.
	Bränemark 1969.
Kanomi 1997
	Kanomi, R.
Evidências Científicas
	Edward Angle 1900............
	2002 “Super-fácil e transmucoso........”
	Qual o nome correto?
		Parafuso de Fixação.
		Orto-implantes.
		Mini-implantes.
		Implante Ortodôntico
		D.A.T. (dispositivos de ancoragem temporária).
		Novos horizontes
	Micro-implantes
		Ou			diferentes
	Mini-implante
	Mini-implante
		1,7 a 2,7 mm
	Micro-implante
		0,0 mm à 1,7 mm
	No mercado encontra-se de 1,2 mm à 1,7 mm
		1,5 mm → + usado.
	Micro-implantes.
	“Todo material usado em humanos feito de titânio e que fique mais que 30 dias no organismo é considerado implante”.
Classificação.
	Divisão de ancoragem
		Fraca/baixa
		Média/média
		Forte/alta
	Trabalhar na linha muco-gengival.
	Evolução do Micro-implante
		2000/2002
	Início das pesquisas...
			O Início
	Kit de enxerto
		Double orto implante
	Evoluindo o Sistema
		2000		2006		2015
	Variou a força → espana o parafuso.
	Embalagem para
		Saco → casulo
	Primeiro Parafuso
		Auto-rosqueante (fresar)
		Cilíndrico
		Sem poder de corte
		Presença ou não de transmucoso.
	Características Micro Implante
		Cabeça
			Corpo........
	Ponto de Vista Biológico
		Força X Comprimento
	Nos curtos têm mais tensão
		Força X Espessura
	Melhor no mais largo.
		Mais longo e mais grosso → no micro-implante não funciona
3,0 mm de osso → 1,5 de parafuso.
	Relação da inclinação implante/osso.
		Colocar em 45o (Melhora a estabilidade primária porque pega a cortical).
	Ativação 	Carga Imediata
			Tardia.
	Ativar a partir da segunda semana.
	Colocação → Cicatrização Inicial → Osteointegração
	Evolução do Parafuso
		Auto-rosqueante
		Auto-perfurante ← é melhor
					Kim ET AL. 2003.
Tipos de Cabeças do Micro-Implante.
	Cabeça de Bracket
	Cabeça Redonda
	Slot único.
Microimplantes Atuais
· Liga de titânio grau V (6 – Vanádio; 4 de Alumínio).
· Auto-perfurante
· Sem tratamento de superfície.
· 1,2 até 2,7 de diâmetros
· 6 e 12 mm de comprimento.
Eles osteointegram
	Não existe titânio que não osteointegra
	74,68% de osteointegração.
	Melhorando a estabilidade primária
		Design diferenciado
	
Quanto melhor o perfil radial, melhor para o tecido mole
Perfil
Radial
Evolução do Cabo
	Chave Torque
		0 à 20 N
		Torque para os 2 lados (direito e esquerdo)
	2008
	Indicações do uso dos parafusos de fixação mecânica ortodôntica.
	“Biomechanical Consideration in Treatment with Miniscrew Anchiorage”.
				JCO 2008/Parts 1, 2, 3
Centro de Resistência
	Posterior Molar → Centro da Furca
	½ Cervical pra Médio no Anterior (Canino)
	Parede de seio.
	Linha Muco-Gengival (Centro de Resistência).
	Proteção da Cabeça do MOP.
		“Top Dam®”
			2015
	Protocolo da Terapia de Micro Parafusos.
			Instrumental
	Bisturí com lâmina
	Instrumental para afastamento de mucosa
	Carpule (Lidocaína)
	Kit de parafuso de fixação
		Motor de 300 a 400 rpm
Técnica Cirúrgica
	Anestesia, tópica e local (pontual).
	Em gengiva queratinizada, transmucoso.
	Em mucosa, incisão de 2 a 3 mm
	Mais perdas na M-D porque é mais denso e gera mais calor.
Medicação
	Amoxicilina 500 mg.
	Antiinflamatório
	Analgésico.
	Se abrir retalho pode haver.......
Inclinação
	30 à 40o na Maxila
	20o na Mandíbula
	Isso pode variar.
Ativação
	2 semanas, para esperar a cicatrização.
Vantagens
	Controle total da ancoragem
	Facilidade do movimento dentário
	Colocação rápida (sessão única)
	Carga imediata e movimentos dentários imediatos.
Desvantagens
	Necessidade de Cirurgia
	Custo adicional do......
	Perigo de lesão de raízes.
	Balança
(Erro de técnica cirúrgica).
	Planejamento Radiográfico.
		Diagnóstico por Imagem
			Tomografias
Condições Anatômicas
	Lesões
	Pouco espaço
	Alinhar e Nivelar
	Seio pneumatizado
Protocolo de Colocação
	Anestesia Tópica
	Incisão
	Vai e vém
	Oscilar
	Oscilação na instalação
	Perder a cavidade
	Manuseio da chave (apoio palmar e roda com a ponta dos dedos)
Técnicas de instalação
	Variações
	Mandíbula → perfura
	Maxila → rosqueia
BrocaHelicoidal
	Motores de Baixo Custo (Tri-Hawk®) → 35 N
	Objetivo: O objetivo foi explorar o efeito do método de inserção no torque de inserção máxima.
	Técnica Auto-rosqueante.
	Técnica Auto-perfurante.
	Riscos Anatômicos
		Anatomia
	(Kit de Kobayashi)
	Caso Clínico
		Complicações
Erros e Iatrogenias
	Anestesia
	Sondando.
Profenid® (Cetoprofeno) (Injetável) → medicação de emergência
Guias radiográficos e Cirúrgicos
	Com referência
	Sem referência
	Proposta de um novo Guia.
		Projeto de Pesquisa aprovado no programa de Doutorado na UNIFESP-EPM-Departamento de Ciências Radiológicas.
	Proposta de Guia.
Análise lateral.
Radiografias periapicais direita e esquerda.
Guia posicionado.
Resina para Moldeiras Fotoativada.
Guia Posicionado
	Usando o posicionador
	Instalando com o posicionador
Kika Ortodontia (Sorocaba – SP)
	Compacta BD® /Bruno Gribell
	Melhor Scanner (Tri-shape®)
	Agradecimentos
Prof. Dr. Israel Chilvalquer
Prof. Dr. Manoel Henrique Ledermann
		Adilson.sak@gmail.com
	Tel.: (11) 9831-55-495.
		Possibilidade nas Reabilitações através da Ortodontia
							Profa. Juliana Romanelli
	O que é mais importante na reabilitação.
		A estética branca ou a estética vermelha } as duas.
			Reabilitação com previsibilidade.
A Ortodontia no planejamento de reabilitação.
	Viabiliza o que foi planejado, quando os dentes estiverem mal posicionados para proporcionar um resultado final com excelência e tratamentos conservadores.
	Organizar a moldura de tecidos moles com um preparo adequado para a restauração.
	Como me comunicar com o meu Ortodontista?
· O paciente é da equipe.
· O paciente veio ao consultório para voltar a sorrir, não só pela chave de caninos e/ou de molares. Para tal, ele deve finalizar o caso com os dentes inteiros, preferencialmente com uma predominância de cor em todos. Ou seja, reabilitador, além de ocluídos.
O paciente quer dentes alinhados e brancos.
	Em caso de reabilitações extensas envolvendo dentes anteriores, ressaltar a supremacia do nivelamento pelas alturas gengivais e não pelas faces incisais.
	É de extrema importância a presença das papilas na moldura gengival.
	A fase da estética pode finalizar espaços mínimos remanescentes, tanto quanto cúspides desgastadas para gerar guias de proteção.
	Em alguns casos, a plástica gengival deve ser incluída no planejamento multidisciplinar como uma melhor alternativa aos nivelamentos ortodônticos gengivais.
	Garber, D.A. JADA 126; 1995.
	“A moldura de tecidos moles restauradora, deve ter a mesma forma tridimensional........
	Reconstrução da estética vermelha para implantes.
	Arquitetura Gengival Desnivelada.
	Nivelamento atualmente é da altura gengival para incisal.
	Altura X : 6 mm (Canino).
	Slot = altura X para passagem do fio.
	Variedade em aparelhos ortodônticos.
	Aparelhos fixos
	Tradicionais metálicos
	Aparelhos fixos linguais
	Aparelhos fixos tradicionais estéticos
	Aparelhos fixos autoligados metálicos
	Alinhadores em acetato
	Aparelhos fixos autoligados estéticos
	Planejamento Multidisciplinar
		Tratamento Multidisciplinar
	Desgastes excessivos – Planos desnivelados.
	Tórus Mandibular e Maxilar.
	Raízes paralelas ajudam na Ortodontia.
	Nivelamento com levante de mordida.
	Primeira Consulta.
		Colagem superior com levante de mordida, reconstrução dos dentes.
	Segunda Consulta (após 4 meses)
	Terceira Consulta: 
	3 Consultas bimestrais
	Quarta Consulta.
	Quinta Consulta: elastics e molas.
	Agenesias.
	Mordida profunda mais lateralidade alterada.
	Reanatomizar ou abrir espaço para implantes?
	Um Estágio dentário indicando dentes permanentes totalmente irrompidos e maturação esquelética completa, não é suficiente para evitar a infra-oclusão.........
	Distalização	Caninos
	Implantes transitórios.
	Maior do que mini implantes.
	As raízes dos caninos devem estar bem posicionadas.
	Implantes Instalados com abuttments.
	Preparos preservando o espaço biológico.
	Reabilitação com Implantes.
		Agenesia Unilateral
		Canino Posicionado
Terceira Consulta
	Agenesias Múltiplas
Arcada superior atrésica
	Tracionar o Canino para sua posição.
	Salama H. Salama M. Garber and Adar P. Pract Periodontol Aesthetic Dent. 10(9). 1998.
	“A altura da papila, quando há dente/Implante, é dada pelo nível..........
	Perdas Dentárias
		Casos Complexos.
	Ausência de 3 Dentes Consecutivos em região Anterior.
	Qual o melhor planejamento para área estética?
· 3 implantes consecutivos
· 2 implantes alternados com um CUT lever em um deles?
· 1 PPF ancorada.
Defeito ósseo e prova do provisório.
	Instalação do Implante.
	Obtenção de enxerto de conjuntivo.
	Sutura da cirurgia e área doadora.
	Prótese sobre implante com Cut lever do dente 21.
	Colagem do aparelho e início de movimentação.
	Desgaste Distal
	Mesialização
		Deslocamento.
	Desgaste das faces mesiais dos Incisivos Centrais.
	Prótese sobre o 11 agora em desvio de 3 mm para Mesial.
	Distalizar 13 e 12, manter o 23.
	Dente 22 na posição.
	Desgaste da união entre 12 e 11, abaixando o ponto de contato, permite a formação e acomodação da papila interdental.
	Pacientes para Reabilitação com Problemas Periodontais.
	Caso combinado: Ortodontia + Periodontia
				Damon System®
	Montagem mais 3 consultas – 6 meses de tratamento.
	Excelência na Recomposição da Arquitetura Gengival.
	Caso Combinado: Ortodontia + Periodontia + Prótese.
	A Importância da Papila.
	“A perda da papila pode levar à deformidades estéticas, problemas fonéticos e impacção alimentar”: 
	“Outros fatores podem influenciar na presença........
	P.O. (Pós-Operatório) com 14 dias.
	Inclinação da raiz do 11 para mesial e posterior intrusão.
	Ganho de tecido gengival na região da papila.
	18 meses de Pós-Tratamento.
	30 meses de Pós-Tratamento.
	Extrusão Ortodôntico
		Lenta (ganha-se tecido).
	Rápida – forças pesadas, intervalos mais curtos.
		- Mantém arquitetura gengival.
		- Indicada para próteses, preparos em dentes com lesões subgengivais.
		- no terço cervical de raiz.
		- comumente associada à fibrotomia.
	“As fibrotomias eliminam o estímulo da tensão sobre o .............
	Portopiero, R e cols. Int. 3 periodontal rest. Dent. 1987; 7 (5) – 30-43
	Distância ou Espaço Biológico.
	Acompanhamento Radiográfico
		Provisório
		Porcelana.
	Extrusão Lenta
· Devolve a anatomia natural ao dente com prognóstico estético desfavorável.
· Eliminar intervenções cirúrgicas.
· Indicada no preparo de próteses e implantes.
· Forças leves e constantes, com intervalos maiores.
· Constante deposição óssea no ápice do alvéolo e na região da crista alveolar.
· Ganho de altura gengival e papilar
· Técnica conservadora e com previsibilidade
· Grande possibilidadede formar papila interdental, mesmo quando adjacente a implantes.
· Resultados muito próximos......aos naturais.
Quando a tensão é aplicada ao ligamento periodontal, os feixes de fibras são alongados e os osteoblastos são induzidos ao depositar um novo osso.
Extrusão Ortodôntica Lenta
	Quantidade de movimento: 1 mm ao mês.
	Forças aplicadas: leves e contínuas.
· Estabilidade pós tratamento: de 3 a 6 meses, dependendo da proposta.
Extrusão Rápida: de 15/15 dias.
Extrusão Lenta= de 30/30 dias.
Extrusão Ortodôntica.
	Utilizando fios leves com memória
1. Colagem Inicial Passiva
2. Re-colagem com um 1 mm para Cervical, fio 0,012 NiTi ao 0,014 CuNiTi.
3. Acontece a primeira Fase da extrusão.
4. Desgaste da face incisal e palatina.
5. Troca de Provisório.
6. Segunda fase de extrusão, para alcançar a ..........
7. Sobrecorreção
8. Desgaste incisal e palatina.
Dobra em 45o em fio de aço 0,014 : 
Instalação ainda sem colocar.......
	Inserção do fio de aço no slot, com pressão do dente: resultado da extrusão
Extrusão ortodôntica usando aparelhos removíveis e acessórios.
	Placa de acrílico com colagem de botão vestibular.
	Botão lingual e visão sagital do elástico de tracionamento.
	Salama H. Salama M. The role of Orthodontic Extrusive Remodeling in the Enhancement of Soft and Hard Tissue Profiles Prior to Implant Placement A Systematic Approach to the Management of Extraction Site Defects.
				Doenças periimplantares 
						Prof.Marcio Zaffalon Casati (Mestre e Dr.).
Implantes Osseointegrados
	Implante é uma Prótese, apresenta vantagens e desvantagens.
		Doenças Periodontais.
	Previsibilidade de Sucesso.
		Implantes
· 81% Maxila / 91 % Mandíbula – 15 anos
						Adell ET AL. , 1981
· 89% - 4 anos	Zarb & Schmitt, 1990
· 98,9 % - 10 à 15 anos.
	“Na maioria dos estudos longitudinais somente os casos em que o paciente é obrigado a substituir sua prótese implanto-suportada por uma prótese convencional são considerados fracassados”.
	Sobrevivência
		X
	Sucesso
	The long-therm efficacy of currently use dental implants: a review and proposed criteria of success.
							Albrektsson ET AL. , 1986. Int J. Oral Maxillofac Implants. 1986; 1 (11); 11-25.
			Critérios de Sucesso
· Imóvel clinicamente
· Ausência de radiolucidez periimplantar
· Perda óssea vertical menor do que 0,2 mm/ano, após o primeiro ano em função (< 1,0 mm).
· Ausência de dor, infecção e neuropatias
· Para que um siatema seja confiável, deve preencher........
O objetivo da Implantodontia Moderna.
			Phillips & Koris, 1998, Buser ET AL. 2004.
	Posicionamento inapropriado, etc.
	Tipos de Análise para determinação do sucesso
			(Sennerby & Wennerberg, 2008)
	Monitorização de parâmetros clínicos e radiográficos.
	Exames objetivos.
	“A distinguishable observation between survival and success rate outcome of hydroxyapatite-coated implants in 5-10 years in function.” (2006)
	Sobrevivência: 94,4% / 92,8% (5-10 anos)
	Sucesso: 89,9%/54% (5-10 anos)
	Complicações.
		Ausência de Sucesso → Complicações
· Biológicas : causadas por alterações biológicas que afetam os tecidos de suporte do implante (Infecções Periimplantares).
· Técnicas (mecânicas): associada à colocação do implante ou à prótese e suas estruturas.
Falhas Tardias
1. (
2. Infecções
)Sobrecarga
 Imediatamente após colocação:
1. Preparo do leito.
2. Contaminação bacteriana
3. Falta de estabilidade
Carregamento prematuro. J Clin Periodontol. 2002;29 Suppl 3:197-212; discussion 232-3.
A systematic review of the incidence of biological and technical complications in implant dentistry reported in prospective longitudinal studies of at least 5 years.
Berglundh T1, Persson L, Klinge B.
	Doenças Periimplantares.
	“Mucosite periimplantar (lesão inflamatória restrita à mucosa) e Periimplantite [Lesão inflamatória que afeta tecido ósseo (perda) e mucosa] são doenças infecciosas”.
	1 a 1,5 mm no primeiro ano e depois, 0,2 a cada ano.
Peri-implantite
	Plasmócitos
	Linfócitos
	Neutrófilos
	Macrófagos
Etiologia
	Formação de Biofilme - semelhante ao dente.
	“A suspensão da higiene por 3 semanas levou.........
	Mucosite periimplantar.
· 79% dos pacientes e 50% dos implantes (Ross-Jansaker ET AL. , 2006).
· 90% dos implantes........
“Definition and prevalence of perimplant diseases”.
				Nicola, U. Zitzmann and Tord Berglundh.
Diagnóstico
	= índice de placa
	= índice gengival
	= profundidade de Sondagem.......
Sondagem Periimplantar
	Mesmo pequenas inflamações ao redor dos implantes podem estar associados ao aumento da penetração da sonda.
	“A sonda encontra-se mais próxima da crista óssea a partir de 0,5....”
· Força ideal para sondagem: 0,2 – 0,3 N
· Material da sonda: (metal X plástico).
Lang ET AL. 1994; Schou ET AL. , 2002.
Sangramento à Sondagem.
	A ausência de sangramento é um indicador de estabilidade dos tecidos periimplantares.
	Durante o monitoramento dos tecidos periimplantares.........
	Fatores de confundimento(?)
	→ Tamanho do “abuttment”
	→ Nível da crista óssea dos dentes vizinhos.
				Sangramento
Sondagem		Profundidade
			Supuração – Assim como o sangramento..........
	Valor das informações obtidas no exame clínico:
	A ausência de sangramento.........
	Exame Radiográfico
	→ Radiografias periapicais com a técnica do paralelismo.
	→ Exame indispensável e deve ser feito regularmente em pacientes implantados.
	→ complementa o exame clínico, principalmente onde o exame clínico apresenta limitações.
						Sondagem pode ser prejudicada
								Mucosite
	Desenvolvimento semelhante à gengivite.
Relação causa-efeito entre o ..........
	Desafio bacteriano → mucosite periimplantar com maior infiltrado inflamatório e mais apicalmente........
	Periimplantite......
	Etiogênese........
	Aspectos microbiológicos
	Predominância...........
	“Short-term clinical and microbiological evaluations of Peri-implant diseases before and after mechanical anti-infective therapies”.
				Periimplantite
			Características Histológicas
				Dente X Implante
				Reabsorção Óssea
	Até quando essa perda pode ser considerada “normal”?
· < 1,0 mm – 1 ano/ < 0,2 mm/ano – Primeiro Ano..........
Definição de Periimplantite
	“Inflamação”perda de suporte ósseo” nos tecidos ao redor do implante em função”.
	“Salcerização”
· Trauma cirúrgico.
· Forças oclusais
· Microgap (bactérias)
· Espaço biológico.
Fator de Risco
	Quais os pacientes e condições são mais susceptíveis a doença periimplantar?
· Endógeno sistêmicos............
“Peri-implant diseases: diagnosis and risk indicators”.
Histórico de Doença Periodontal
· Evidências substanciais de associação – 10 estudos e 4 revisões sistemáticas..........
M
I	anticorpo
C	PMNs
R	antígeno
O	lipopolissacarídeos
B	outros fatores
I	de virulência
O
T
A
	Bragger et AL. 1993; Mombelli; 1995
	História da Doença Periodontal
· ....................
Dynamics of initial subgingival colonization of “pristine Peri-implant pockets”.
					Clin Oral Impl Res 17, 2006; 25-37.
	Conclusion
		The present study indicated that bactéria..........
						Karoussis ET AL. , 2003
	Incidência de periimplantite: 28,6% em pacientes com DP...............
	Association between periodontal and Peri-implant conditions: a 10-year prospective study.
						Clin Oral Impl Res 15, 2004,, 1-7.
						Joannis K Karoussis
						Samuel Müller
						Giovanni E Salvi
						Lisa J. A. Heitz-Mayfield.
						Urs Brägger
						Niklaus P. Lang.
	Diabetes
· Evidência limitada de associação – apenas um estudo..........
↑ Glicosilação		↑ produtos
			↑ Glicemia			(proteínas		finais..........
							E lipídeos)
						Cirurgia (Osteotomia)
					Formação de coágulo
Possíveis
Alterações				Reabsorção óssea............
No Reparo de pacientes
Diabéticos.
					Nyomba ET AL. 2003
Tabagismo
· Evidência substancial..............
Alterações vasculares
	Prejuízo na resposta imunológica:.......prejuízo
	Comprometimento da função neutrofílica
	Smoking interferes........
		OR = 2,25 (OR= implant-Related odds Ratio = Probabilidades Relacionadas ao Implante)
	Pobre Higiene Bucal..........
	Evidências Conflitantes e limitadas
	Genética: alterações/Polimorfismo de IL 1 α, IL 1 β, IL 1 ra. Há evidências, mas mais estudos são necessários.
	Presença de mucosa queratinizada.
	Superfícies rugosas: 
· Perda óssea periimplantar > que superfícies usinadas.
							Ellegard ET AL.. 1997; Baelum & Ellegard..........
	Tratamento
	Tomada de decisão no tratamento das doenças periimplantares		RX
Maior 3 mm.
Terapia Não-Cirúrgica
	Remoção do Biofilme
		Escova
		Escova interdental
		Fio
	Remoção da causa:
· Jato de bicarbonato.
· Curetas plásticas
			Curetas ultra-som
	Vector-system®
		Dentes de fibra de carbono...............
	Soluções Polidoras
		Grãos de hidroxiapatita.
				6 mm/minuto
	“Efeito da utilização de curetas de teflon, jato de bicarbonato,
1. Controle
2. Curetas de Plástico..............
				Teste Kruskal.
	437 estudos revisados – apenas 24 estudos foram selecionados.
	Mucosite → tratamento não-cirúrgico
Periimplantite
				Ineficiente
	Clorexidina tem efeito limitado..........
	 Interventions for replacing missing teeth: treatment of peri-implantitis. ... (1)Cochrane Oral Health Group, School of Dentistry
	Iodo-Povidine 10%
			+ Esfregaço
	Nanoesferas de PLGA (poliéster de ácido láctico‐co‐glicólico )com Doxiciclina® 10%
	Tamanho: 700 nm......
	Reavaliação após segundo mês
	Terapia Cirúrgica.
	Clin Oral Implants Res. 2009 Jan;20(1):99-108. doi: 10.1111/j.1600-0501.2008.01618.x.
Short-term clinical and microbiological evaluations of peri-implant diseases before and after mechanical anti-infectivetherapies.
Máximo MB1, de Mendonça AC, Renata Santos V, Figueiredo LC, Feres M, Duarte PM.
	Raspagem + Sutura.
		Teste de Kruskall-Walis e Dunn
		Teste de Wilcoxon
	“Além da resolução da infecção, procedimentos cirúrgicos podem incluir a regeneração dos tecidos perdidos ao redor da superfície do implante.........
	Descontaminação
· Não existem evidências suficientes mostrando superioridade entre os tratamentos já avaliados. Não se pode estabelecer............
Acesso Cirúrgico
	“Melhor visualização da região...........
	Overdenture superior trincada.
			Carvalho, M. D. 
	Instrução: higiene oral.
	Iodo-Povidine 10% tópico.
	Solução de Cloridrato de Tetraciclina – 50 mg/ml
		1 cápsula de 200 mg de Tetraciclina® em 10 ml de NaCl (esfregar no implante.
	Surgical treatment of perimplantitis
Conclusões.
	Estudos animais.
		Acesso cirúrgico é mais efetivo que terapia não-cirúrgica........
· Nenhum método de descontaminação da superfície parece ser superior à outro.
Estudos Humanos
· Acesso cirúrgico foi avaliado em um estudo com associação...........
	Procedimentos regenerativos (enxertos ósseos, com ou sem membrana) apresentaram vários níveis de sucesso.
	Periimplantite Retrógrada
			Quyrinen ET AL., 2005.
	Lesão radiolúcida sintomática......
		Origem
1. Lesão periapical no dente adjacente.......
	Tratamento : Curetagem da lesão e preenchimento com substituto ósseo.
	Utilização de biomateriais e de tecido conjuntivo subepitelial no tratamento de periimplantite: relato de caso clínico / Biomaterials and connective tissue grafts association in the treatment of peri-implantitis disease: case report
									Casarin, Renato Corrêa Viana; Sallum, Wilson Antonio; Sallum, Enilson Antonio; Nociti Junior, Francisco Humberto; Casati, Márcio Zaffalon; Ribeiro, Fernanda Vieira.
	“Absorbable Versus Nonabsorbable membranes and Bone Grafts in the Treatment of Ligature-induced	Grupo esfregaço de tetraciclina: área sugestiva de cristais de tetraciclina.	
Terapia de Suporte.
	Todos os pacientes que receberem implantes devem ser incluídos num sistema de manutenção individual.
· Prevenção
· Reconhecimento e tratamento das lesões iniciais.
Fases
· Ex., reavaliação, diagnóstico.
· Motivação, reinstrução de HB, instrumentação.
· Tratamento dos sítios infectados.
· Determinação da próxima visita.
Considerações
	A Terapia de suporte e o controle de placa........
				Princípios de Fotografia Intra-Oral
						Macrofotografia digital
							Prof. Sérgio Siqueira Jr.
							Márcio Seto Y. Y.
Princípios
	Panorâmica das Câmeras
		DSRL – Digital Single Lens Reflex
· Regras básicas- Macrofotografia
Aplicações clínicas/RX/Auxiliar P.1
· Comunicação Laboratório Dental
· Obtenção de imagens de qualidade
· Arquivamento
Fotos Técnicas
	O que você deseja mostrar e pra quem?
	Necessidade ---------------------------------Desejo
			Informação
Internet		Mídia			Fotografia
		Despertar o Desejo.
	“As pessoas só desejam aquilo que percebem.
	O que não é percebido não é desejado”.
				Hannibal Letter, Silêncio dos Inocentes 1990.
ISO					100-200
Obturador				1/125 seg-1/160 seg
Abertura/Diafragma			f22.../...f32 +
Balanço Branco/WB			Sun light.
Temperatura por			5500 K – 5600 K
Flash					TTL
JPEG Large/RAW (cru) para processos jurídicos (15 mega)
Quanto maior o F mais estreito é o furo e maior é a profundidade do campo.
		Regra 1 (Universal)
			Foto é Luz !
		Flash
	Cannon Macro Ring Lite MR-14EX
	Cannon Macro Twin Lite Flash MT – 24EX
	
Sigma Flash Macro EM-140 DG
	Nikon SB-29
				Nikon R 101- Macro Flash System
			Flash macro
				TTL
	Cannon Nikon Pentax Sony
		Sigma
	Ajudar laboratório com Textura.
	Dica: alterar direção da luz
	
“A Felicidade está na Ignorância”
		O antes e o depois são importantes.
								Azul 300 mm
				Verde 135 mm			8o
					16o
				Vermelho 
				50 mm
	Branco			45o
	28 mm
		75o
	
VR (Vibration Reduction) → diminui a trepidação durante a foto.
	Foco é a metade do Raio da lente.
		50 mm					300 mm
	Regra 2 (Universal):
		Fique Firme.
	Abertura e Velocidade.
	 ↓		↓
Tamanho do furo	a quantidade de tempo que o furo vai ficar aberto
f/2.8		f/4		f/5.6		f/8		f/11		f/16		f/22
Luminosidade		Abertura
					Profundidade 
					De campo.
	Aumentar o ISO equivale a diminuir a velocidade ou a abertura.
					Pixel
				Definição
	Resolução					DPI (ponto por polegada)
				Ponto
	+ importante do que os Pixels é o SENSOR.
	Full Frame → melhores máquinas.
	A melhor é a Reflex sem Full Frame.
		Qualidade da Imagem
2592 X 3872			627 X 706		472 X 706			236 X 353
 3,1 MB			 144 KB		 104 KB 			 88 KB
1235 X 827			529 X....
 156 KB			............
	Fotos servem para mostrar o serviço para os colegas
	Para o diagnóstico
	Para esclarecimentos aos pacientes.
- Controle e estabilidade dos tecidos.
- Acompanhamento clínico.
- Motivação.
- Simulação (Mock up)
	Que máquina eu compro ?
		Dental Eye III X OS (Port and Shoot) X Reflex DSCR
	Digital ou Analógica?
	Medical [máquina sob encomenda na Nikon (faça o pedido via internet)].
				(Florzinha)
				 ↳ MACRO
		
					Dental Eye		Sony			SLR-D70
Versatilidade					-		+			+-
Macro						+-		--			++
Custo/Revelação				-		+			+-
Custo/Equipamento				+-		--			--
Agilidade					-		+			+
Aprendizado					-		+			--
Custo/Benefício				++		+			+++
					
 Regra 3 
			 Calibração dos Equipamentos
Internation		 Standard			Organization
									 ISO
Temperatura		de Cor				Kelvin
							5500
	Câmeras Digitais
Pontos de Foco	200
		 900.000 dot.
		Acessórios para Foto
			Expansores
	Afastadores de língua e bochecha com espelho esquerdo e direito.
		(Comprar na Photo-Med)
	PhotoMed International
14141 Covello Street
Bldg 7 Suite C
Van Nuys, CA 91405
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818-908-5370 FAX
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	Espelho para microscopia (sem reflexo).
	Regras para Fotos.
		As papilas devem estar do centro (do meio) da boca para cima.
	Borda incisal superior paralela à borda do lábio inferior.
	Pontas das papilas
			Rosto 1					Com e Sem Fundo
			Lábio Repouso 1					Preto
Primeiro		Sorriso Frontal 1				13 a 23
Dia			Sorriso Lateral 2				12 a 22	números
			Oclusais 2 					11 a 21	dos
			Perfil Afastador 2				13 a 11	dentes
			Frontal Afastador 1				21 a 23
			Selecionadas (defeitos, problemas)
	Foto de rosto = pupilas paralelas ao horizonte, cabelo preso, sem brinco, lábio em repouso (sem tocar os lábios), incisais mostrando.
	Termo de Consentimento livre e esclarecido.
	Calibre sua Câmera.
	Regra 4 : Padronize suas fotos.
	Para o Laboratório (Cor).
		Intimidação.
	Erros Frequentes.
		Não Esconda o dente.
		Não ponha muita luz.
		Use a lente adequada.
	Como arquivar?
	
I-Foto (software)	
	
Eye-photo.
		BKP (Back-up).
Cuidados com Equipamento:
	Limpeza de lentes: 1 X por ano para a fábrica com jato de ar.
	(45 a 95 reais)
	HTTP://forum.fotografiabrasil.com/
	HTTP://www.dpreview.com/
	HTTP://www.macrofotografia.com.br
	HTTP://www.photomed.net/index.htm
	Google: macrofotografia.
	O que você deseja mostrar?
		Para quem?
	 Photoshop
	Pra onde vamos.
		João César Baptista Neto.
		Suzana Peres Pimentel
		Fernanda Aparecida dos Santos.
	Formato da Imagem
			JPEG (Joint Photographic Experts Group)/
 /RAW  (Right Angle Weave)=formato cru (Iniciais)
		Boas Fotos
	Foto-grafia
	Luz-escrita
	Quantidade de luz (abertura) X Tempo de exposição:
	↑ número →↓ janela
	Triângulo da exposição
	Profundidade de corpo
	1/60 F 2.8 ISSO 1.00			105 mm 5880 KNL			1/15 F20 ISO 250
			Roseta de programas.
	Auto: modo preguiça
	Portrait: desfoca o fundo.
		M: abertura 		velocidade
			Manualmente			ajustador
	P: a câmera ajusta
		Qualidade da Imagem
	RAW : como se fosse o “negativo” digital.
	Tamanho da Imagem
	Adobe Photoshop CS 5
	Tamanho da Tela do Computador
	SD – Standard
	NL – Neutro
	MC – MonocromáticoVI – Veia
		ASA (American Standards Association) = ISO (International Organization for Standardization)
	Lentes > = 90 mm (Macro)
		18 mm
		35 mm
		50 mm
		100 mm
	Indusbello → acessórios para fotografias nacionais.
	Oclusal MF.
	Detalhes que melhoram e valorizam as imagens.
· Higienização bucal prévia.
· Gengivas e mucosas livres de saliva.
· Espelhos sem manchas, e afastadores acrílicos transparentes.
Abertura e velocidade.
	Equipamento igual
	Padronização de Imagem
		DSD (distância dos dentes).
				GEISTLICH
					Biomateriais
	“Como obter a alta previsibilidade e segurança com os biomateriais na Odontologia Regenerativa: novas soluções, base científica e Aplicabilidade clínica”.
						Marcelo M. Calderero.
			Mestrado em Periodontia USP – SP
			Consultor científico Geistlich
			Gerente de Projetos de Ciência Clínica.
	Índice.
1. Publicações Científicas
2. O que é?
3. Indicações
4. Casos Clínicos
· Meta-análise
Forte		* Revisão sistemática
Evidência
Maior Erro	* Estudos
Fraca
Evidências	randomizados
	Levantamento de Seio Maxilar
Primeiro Estudo (utilizando material Geistlich®)
		Pesquisa no Pub-med e Endnote....
	Substituto Ósseo Xenógeno (origem animal) 
Osso Bovino Inorgânico (Australiano)
Granulação Fina (S)			Defeitos Peri-implantares.
Granulação mais grossa (L)		Aumento horizontal
					Elevação do seio maxilar.
					Aumento do rebordo alveolar.
					Alvéolo pós-extração.
 (
Interação Biológica
) (
Topografia
) (
Hidrofilia
)					Aumento vertical
		 ,			 e					→ Células inflamatórias
	Degassing possible.
		Bimodal pós-structure.
			Another natural
				Blood uptake of:
					Fast and complete metting.
						Complete vascularisation
	Ceramic with no inter.........
		Degassing.
			Unimodal pore structure
				No microscope
					Blood uptake of ceramic
						Incomplete wetting														Incomplete vascularisation of ceramic
								Vascularisation
							Hidrofilia
	Biofuncionally					topografia
% de Bi-Oss após					Interação
	
							osteocondução
	Osso humano					osteoregeneração
		
								osteocondução
(autógeno)					
		↓					10 anos
	Padrão top					20 meses
Geistlich Bi-Oss (50X)					8 meses
					*Osso Novo * Bi-Oss
 (
70,2 %
) (
29,8 %
)	Reabsorção Lenta → ganho (manter) de volume o grande prazo
 (
30,3 %
) (
69,7 %
)	8 meses
20 meses
 (
13,3 %
) (
86,7 %
) 10 anos
				Sartori ET AL. , Clin Oral.......
						Implants Res 14, 2003; 369-372.
Gotícula de sangue
	Sistema de poros interconectados
Pascal Valentini
	Treinar levantamento de seio em ovo.
Acesso arredondado.
	Broca esférica 8 ou 10.
	Liberar a membrana de Schneider com curetas.
	A clinical study of 406 Sinus. Augmentation with 100% Anorganic Bovine Bone
					Carlos E. A. Ferreira *, Arthur B. Novaes.
						Taxa de sobrevivência
			
Geistlich Bi-Oss Pen®.
		Até 3 mm				pequena
		De 3 a 5 mm		Seios		média
		De 5 à 7 mm				grande
						Ferreira, 2009.
	10 a 11 meses para reabertura
		Survival rates for Implants According to be Amount of Native Bone
				
					Amount of Native Bone (mm)
	Implants		< 3		> 3 to < 5		> 5 to ≤ 7
	Placed			323		504			198 (1,025)
	Lost			6		7			6 (19)
	Survival rate (%)	98,1		98,6			97,6 (98,1)
									Ferreira, 2009
			 
Cav. Gde.		Cav. Média		Cav. Pequena
 ++		 ↨ ++			↑++
± 6 cm 3		± 3 cm3			± 1 cm3
						Krennmair, 2006
	Material de Regeneração
Quantidade		Descrição		Peso/Dimensões/Volume
		Geistlich Bi-Oss®
		Geistlich Bi-Oss®
		Enxerto ósseo-Grânulos	0,25 g
				Esponjoso	(0,25 mm -1 mm /0,5 cm3
							0,5 g
						(0,25 mm – 1 mm) 1,0 cm3...............
	Regeneração Óssea Guiada (ROG)
		6 à 12 meses (reabertura)
		8 meses (a média)
Primeiro estudo		Controle		Meta-análise
Publicado:			randomizado
1995				em ensaios
Hürzeler ET AL.		Clínicos (RCT):23
	Membrana de Colágeno Suíno Tipo I e II
		Reabsorvível/Não-reticulada
	Não passa pelo
Ciclo de Krebs (taxa		Bio-Gide®
de deiscência menor)		Geistlich
	Membrana que sofre reticulação 
			 ↓
			Envolvem o ciclo de Krebs (formação de ácido)
	Fibroblastos na superfície lisa (Prof. Pushner)
	Face rugosa voltada pro enxerto
	Face lisa voltada pro tecido conjuntivo.
	Osso autógeno em bloco → taxa de reabsorção → 20 à 30 %
				Von Arx, 2006.
					20%
					Biomaterial + Membrana (7%)
			
Taxa de Sobrevivência do Implante (%)
 (
 97,9 %
)98%---
				93 %		M Membrana
								
80%---
		Sem membrana				Com Membrana
	Defeito horizontal (favorável)
				(Buser, 2009).
	7 anos de Follow-up.
	QR Code (baixar o app).
			Implante-Perio
		Aumento Horizontal
			Maxila Anterior
	Suturas em colchoeiro horizontal com ponto simples.
			Posterior Mandibular
	Aumento Vertical
	Decorticalização
		Parafuso tipo tenda
			Esperar 9 meses invés de 6.
	Aumento tridimensional
	Membrana de PTFE
		Malha de Titânio
	Problema: deiscência das Membranas
		Manter com clorexidina gel.
	Preservação do Rebordo Alveolar.
Meta-análises &			Estudos
	Revisões			 científicos
	Sistemáticas (5)		publicados*incluindo biomateriais.
	Sem Preservação X Preservação de Rebordo
					Stefan Fickl.
			Leading Regeneration
	Um alvéolo permanece no osso após extração.
	Contorno do osso não se mantém.
	Restauração com PPF: as gengivas recuam formando um espaço.
	Preenchimento do alvéolo com Geistlich Bi-Oss®
						Bio-Gide® → favorece a recuperação. 
Ajuda na formação do tecido ósseo.
	Dr. B. Shak.......
		Geistlich Collagen®; Geistlich Bi-Oss Collagen ®
	Geistlich Pharma, A. G.,
			Fausto Frizzera
	Muco-graft para substituir enxerto conjuntivo mas não substitui
		Implante Imediato
			Dr. Ueli Grunder
		Regeneração de Tecido Mole.
	Primeiro estudo (utilizando material da Geistlich).
	Muco-graft- Matriz de Colágeno Suíno (Tipo I e II) Natural e Reabsorvível.
 Ganhar faixa de Gengiva Queratinizada.
 Recobrimento Radicular. 
	Selamento de alvéolo pós-extração.
		Não dá para ganhar volume.
	Técnica de Tunelização Zuckelli
						Panaite
					Deixar 1 mm de 
					Gengiva queratinizada
					Senão não dá para
					Usar mucograft
					Ganho médio de 3 mm.
							Konter
	Suturas aproximativas com 20 X 30 de mucograft.
					Calderero.
	Raspa
		Faz-se linha-esmalte......
				-recessão
			E depois, recessão → esmalte
			Deseptelização.
			Raspagem à céu aberto
			Mantém-se as papilas e depois, remove-se.
			Libera o retalho com destacamento de periósteo parcial deixando o fundo de sulco e recobre-se puxando para baixo e suturando-se.
			Parcial-Total-parcial da margem da linha muco-gengival para cima.
	Inicial
Enxerto Conjuntivo Sub			Matriz de Colágeno
						- Mucograft.
	12 meses				15 meses
								Cardaropoli
	Para Classes I e II de Müller = que vão até a margem gengival.
	J Clin Periodontol 2013 Jan; 40 (1): 90-8 doi:
						Jung
			Marcelo M. Calderero
				luismarcelo@usp.br
 (
Prions
)			Luis.marcelo@geistlich.com.br
 		→ pesquisar.
	Alvéolo Pós-Extração. O que fazer?
	Marcelo Calderero.
	Camila Torres.
	PMCS (Pleural Mesothelial Cells) na Geistlich – Departamento Científico
		Índice:
	Artigos Científicos
	Árvore de Decisões
	Casos
	Overview
		1998 → primeiro estudo publicado.
	4 a 6 meses → abra o loco.
		De onde foi colocado tanto o Bio-Oss® como Bio-Oss Collagen®
	Principais Artigos
		Anatomia
		Osso
		Alveolar	
				Osso				Bundle
Ligamento			fascicular			Bone
Periodontal							 “
	P		V					Osso fascicular
	Osso fascicular → dento-dependente
	+ proeminente na face V, por isso perde em volume >.
	Perda de Volume da Crista.
	Grandes perdas das		2/3 de perda		50% de
Dimensões				nos primeiros		perda em
Mandibulares				3 meses		espessura nos primeiros 6 meses
								Schropp 2003, Hannmerle,2001
	
Perda alveolar em espessura	/mm
8
 (
 6,1
)6					
 (
 5,1
)4
 (
3,8
)2
0
	3 meses		6 meses		12 meses
								Schropp, 2003
	Perda de Altura da Crista
a) Cicatrização espontânea.
Situação Inicial		1 semana		2 semanas
			4 semanas		8 semanas		12 semanas
								Araujo 2005; JCP
			Remodelação Óssea
Dia 1			Dia 3			Dia 7			Dia 14			Dia 30
Coágulo de sangue ocupa		O coágulo é parcial-				o osso mineralizado ocupou
O alvéolo				mente substituído80 % do volume do alvéolo
Dia 60			Dia 90			Dia 120		Dia 180
Cai o osso mineralizado de 80 % para 15 %, a medula óssea aumentou 85 %
						Cardaropoli 2003.		
	Situação clínica 		Nível do 		Alvéolo
Pré-extração				osso residual		preenchido com Bio-Oss®.
	Enxerto mantido		sem inflamação
Com pôntico ovoide.			Após 12 semanas.
	Manutenção de Volume após 6 meses.
	Pacientes satisfeitos mesmo comparado com a dentição natural.
								Schlee 2009.
	A cicatrização espontânea implica na → perda de volume alveolar.
	Implante imediato não previne a reabsorção óssea.
				Base científica
	Implantação imediata.
			Maurício G. Araújo 2005. 2011; COIR.
	O Implante imediato não vai prevenir a reabsorção óssea e o Bi-Oss vai limitar a perda desse.
			
Calendário
Alvéolo		Dia 0			8-10 semanas			6 meses
Pós-
Extração
Intacto				Cicatrização
				Espontânea
Fatores de Risco Estéticos		Risco Baixo		Risco Médio		Risco Alto
Saúde do paciente			Sistema imune	Fumante		Sistema
					Intacto			ocasional		imune
					(não-fumante)				enfraquecido
											(fumante pesado)
Requisitos estéticos			Baixos			Médios		Altos
Do paciente				.......
Altura da linha do
Sorriso					Baixa			Média			Alta.
Biotipo Gengival			Espesso		Médio			Fino
					“festonado baixo”	“festonado médio”	“festonado alto”
Formato das corôas			Retangular					Triangular
 (
Imediato
Dr. Michel Back e Dr. Oliver Blume
Dr. Fausto Frizzera.
Precoce
Dr. Franck Bonnet.
Tardio
)detárias	
Infecções no local			Não há			Crônicas		Agudas.
Do Implante
Altura do osso no			≤ 5 mm		5,5 a
Dente adjacente			do ponto de 
					Contato
					Imediato
Antes da extração do 11		Implantação		Implante e Bi-Oss cobertos com Bio-Gide
					Imediata
Seal suturada				Situação clínica
					6 semanas (oclusal)
					 Semanas (vestibular)
Retalho enrolado		Pilar
	Após 12 s		conectado e
				↑ de tecido mole	3 m e 1 ano
Defeito da				Bi-Oss				Utilização da Bio-Gide (ROG).
Parede Vestibular.			Colagem + conjuntivo
Colocação imediata		Após 1 ano com prótese		6 m e 12 m.
Do Implante			definitiva.
Central fraturado e 		RX dente fraturado		Gap preenchido com Bi-Oss
Margem festonada.		E tomografia			+ conjuntivo
Implante instalado						8 dias após cirurgia.
Com pilar provisório
								4 meses após exodontia
								Perfil de emergência
Implante instalado		Provisório instalado
Com pilar provisório
	Implantação imediata com preenchimento de gap.
Situação antes da		Sem efeito ósseo		alvéolo com margem
Extração do 12.		Na tábua Vestibular		desepitalizada.
Preenchimento com		Alvéolo fechado		a seal é suturada com
Bi-Oss Collagen		com Mucograft Seal		pontos simples.
10 semanas pós-extração	Retalho minimamente	instalação do implante
Antes do implante.		Invasivo.
				Precoce
Acidente grave no 11		Aguarda-se de 4-8 semanas	Durante esse tempo não houve
Linha alta do sorriso		cicatrização gengival		perda óssea.
				Bio-Gide em dupla		Fechamento primário, prótese após
				Camada			8 semanas
1 ano e 4 anos			7,5 anos (V e posição
				Tridimensional).
	Aumento Peri-implantar
			Prof. Daniel Buser
			Prof. Urs Belser.
				Tardio
	ROG no momento da colocação do implante quando necessário.
			+	
			+
	Combi-Kit®
		Bi-Oss Collagen®
		+ Bio-Gide®
	Lado Liso → virado pro tecido mole
	Lado Rugoso → virado pro Bi-Oss
	Bio-Gide Perio® (16 X 22 mm)
	Unique Bilayer
		Trimming to defect shape
			High tensile strenght
				Tardio
Extração atraumática		Pequeno defeito ósseo.		Curetagem e desepitelização.
Preenchimento com 		A Seal é aplicada		Sutura com fio 6-0.
Bi-Oss®				seca
Cicatrização com		tecido mole			situação óssea,
Provisório			de qualidade 7,5 m		pequena depressão.
Instalação do			Perfil de 
Implante+ROG		emergência
Molar Superior		Tomo revela			alvéolo após
Com fratura			ausência			extração.
Parede V substituída por Bio-Gide®		Preenchimento com 		Bio-Gide®
 6 meses					Bi-Oss®				suturada com sutura “X”
	Após extração				Tomo 6 meses,		Implantação sem retalho,
						Pré-implantação.		6 m.
Implante instalado.
Sorriso Inicial			Vista Frontal			Inspeção do
				Inicial				alvéolo defeito Vestibular.
Reposicionamento		Prótese provisória			Aspecto clínico
Da Bio-Gide® por selamento	instalada.				Após 6 meses
Corôa de cerâmica
							Camila.Torres@Geistlich.com.br
							(11) 3097-2555
							Departamento Científico
				Planejamento e Sequência de Tratamento.
								Prof. Scopin
				Financeiro
		Stress		emocional			Não tomar decisões
				Particular			
	Atill Gawande 2011
		Checklist
		Limpeza
			Filosófico e Educacional
					Tópicos
1. Entender o conceito de avaliação e diagnóstico 
2. Planejamento e Sequência Clínica........ são diferentes
3. Há materiais indispensáveis..........para melhoria do processo.
4. Rentável com qualidade para o Cirurgião-Dentista e paciente.
Prótese ---- deve-se gastar 6 à 10 % de material só.
	↳	Bom lucro: 30 à 40 %
Mínimo Dano
	União das Estruturas
		Avaliar o Risco.
	Aprendizado:...as 4 fases: 1. Cético
2. Questionamento
3. Concordar/Comprometimento
Abordagem Inicial e Diagnóstico
	Anamnese
		- Queixa Principal
		- Indicação
	- Escute as queixas do paciente antes de expressar a opinião.
		- seja paciente com o paciente.
		- Liberdade de expressão.
		- Contenha a ansiedade......
	Exame Clínico: Tecidos Moles
			- Dentes restaurados e intactos
			- Posicionamento dos mesmos na boca.
			- Avaliação periodontal cuidadosa.
			- Detectar áreas de retenção de placa.
			- Padrão oclusal.
Magnificação
		Fotografia
		Lábio em repouso
		Sorriso frontal
		Sorriso lateral D
		Sorriso lateral E
		Anterior vista vestibular
		Anterior vista palatina
		Mandíbula (boca entre-aberta)
		Mandíbula (área anterior)
	Presença de coroas sobre implante sem função com contornos e função
			
(Surgitel)		DV dent
D		Lupa (Exam Vision)		
I		Mocho tipo sela.
F		Fotóforo.
E		Anestesia Eletrônica		Morpheus
R						The Wend
E		Motor Elétrico para Cirurgia e Prótese
N					WH
C
I
A
I
S	 para Conforto e Favorecimento do ambiente de Trabalho.
			Diagnóstico			Periodontal
Restaurador		Endodontia		Oclusal
				Maxila Posterior
· Dente ausente
· Implantes presentes (necessidade de avaliação clínica).
· Dentes com pouca estrutura (extração indicada).
· Dentes com possibilidade de perda.
· Dentes passíveis de tratamento.
Anterior → vista vestibular
	Maxila → posterior
1. Discutir e expor todas as possibilidades.
Considerando tipo de tratamento, idade, saúde geral, hábitos e condições sócio-econômicas.
		Livro de farmacologia: Eduardo Andrade.
2. Classificar os elementos dentais.
Levando em consideração o tipo de tratamento envolvendo ou não implantes dentais.
2.1. Passíveis de Tratamento
- Elementos dentais com suporte periodontal e estrutural (esmalte e/ou dentina) para suportar uma restauração direta ou indireta, seja por elemento unitário ou prótese fixa.
		2.2. Prognóstico Duvidoso (Questionável)
			Dentes endodonticamente tratados com histórico de clareamento interno.
			Dentes endodonticamente tratados que necessitam de retratamento com pinos extensos e/ou volumosos.
			Dentes endodonticamente tratados com raízes fragilizadas com indicação para suporte de prótese fixa.
			Dentes endodonticamente tratados com trincas evidentes ao exame clínico.
			Dentes com perda de inserção periodontal com indicação para suporte de prótese fixa.
			Dentes com lesão de bifurcação.
		2.3.Prognóstico Desfavorável (Excluído)
			Dentes endodonticamente tratados com reabsorção externa e/ou interna.
			Dentes endodonticamente tratados submetidos à cirurgia paraendodôntica e persistência da lesão.
			Dentes endodonticamente tratados que necessitam de retratamento com pinos extensos e/ou volumosos com lesão de bifurcação.
			Dentes com cárie radicular.
			Dentes com pinos e núcleos volumosos que necessitam retratamento endodôntico e com perda de inserção periodontal.
			Dentes com raiz seccionada.
			Dentes com proporção corôa/raiz severamente alterada.
	Fotografias Intra e Extra-Oral e Modelos de Estudo.
				Possibilidades Clínicas
					PT Imediata (inferior e superior)
				PPRs provisórias.
					Maxila: Exodontias seletivasMandíbula: PT imediata.
	Selecione os dentes suportes baseado em:
		- Posicionamento dos Implantes.
		- Linha do Sorriso.
		- Possibilidade de conversão em provisórios sobre implante.
		- Manutenção de um “tripé”.
		- Se possível manter dentes intactos para registro de oclusão e ajuste do provisório.
		Provisórios com barra fundida apoiada por palatina/lingual.
	Sequência de Tratamento
		- 1) Provisório fixo superior
		2) PT Imediata Inferior.
		3) Registro intra-oral: correção do posicionamento dos inferiores em relação aos superiores (não há necessidade de nova PT).
								*confecção de guia cirúrgico
	Guia Cirúrgico-Mandíbula.
5) 45 dias após exodontia inferior implantes inferiores.
6) Moldagem dos implantes (após 6 semanas).
7) Registro Intra-Oral (mantendo provisório e dentes na Maxila).
8) Prova dos dentes inferiores com a prova do provisório 2 em Maxila.
9) Ajustar o máximo possível a posição dos dentes inferiores em relação aos superiores......sempre ter uma referência.
10) Instalação do provisório inferior sobre 4.
11) Exodontias seletivas em Maxila.
12) Colocar implante na sequência de manutenção do “tripé”.
13) Registro Intra-Oral.
14) Colocação dos outros implantes (total de 6 a 8).
15) Novo provisório sobre implantes em maxila (4 implantes).
“ exodontia dos dentes remanescentes”.
16) Moldagem final dos implantes em Maxila.
“em Mandíbula usando o mesmo molde”.
Sequência de tratamento: pontos importantes (highlights).
	1) Sempre ter uma referência “escolha uma arcada”.
		“se possível mantenha um dente”.
		“a linha do sorriso é referência primária”.
2) Usar mais de um jogo de provisórios.
“se for protocolo utilize a mesma marca e se aprovado mesmo jogo de dentes”.
3) Considere opções clínicas.
4) Controle os passos e saiba o que será feito em cada sessão.
5) Custo e tempo de tratamento.
6) Explique a necessidade de troca de dentes em caso de protocolos.
Remoção do Implante
	Regeneração Óssea.
			Guiada
					Seminário
HD (hipótese de diagnóstico). Trinca (segmento)					Fratura
								Exo e			(vai de um 
Manutenção		sondagem	exodontia imediata	 Preservação		extremo
			Periodontal								ao outro)
	Não confundir ausência de papila com Black-space!!!
	→ Forma da papila:
· Osso proximal
· Periodonto de proteção.
· Forma proximal da corôa
· Presença e forma do ponto de contato.
· Biotipo.
Glossary of Periodontal Terms
			AAP 1992
	Fechamento completo papila
					 ↓
				Qualquer pequena elevação de forma afilada.
Tarnow X Choquet X Gastaldo.
			Critérios Estéticos
· Saúde Gengival.
· Fechamento interdental
· Altura do sorriso.
· Limite.
Tarnow, 1992.
	N (200 papilas), metodologia (anestesiou e colocou a sonda na ponta da papila), biotipo, gênero, anterior X posterior.
	Distância entre o ponto				Presença da
De contato e a crista óssea					papila interdental.
	5 mm								98
	6 mm								56
	7 mm								27
Linha 
	Muco-gengival
Gengiva
	Queratinizada
Gengiva
	Livre
	Salama ET AL. Classification of predicted height of interdental papillae (tecido mole interdenta)
											Vertical
Restorative		Proximity		
	Class			environment		limitations
				Papila Entre Dentes
				Papila Entre Dente e Implante.
	The Effect of Inter-Implant Distance on the height of Inter-Implant “Bone Crest”.
D.P. Tarnow, S. C. Cho and S.S. Wallace.
	Dados de Perda óssea lateral e da Crista Óssea.
						
						Bone loss (mm)
		Lateral 		A (n=36)		B (n=36)
		Mean			1,34			1,4
		SD			0,36			0,60
	
						Bone loss (mm)
		Crestal			D			C
					< = 3 mm(n=25)	1,04
					>+ 3 mm (n=11)
	Jent, 1997 + Choquet. 2001.
		Jent, T, Int J. Periodontol Rest 1997; 17: 327-333
Índice 0		índice 1		índice 2		índice 3		índice 4	 
					Índice de Jent
Papila Mesial 		0		1		2		3		4
Instalação		5		7		10		3		0
Acompanhamento	0		3		5		17		6
Papila Distal		1		12		10		12		1
Acompanhamento
	A queratina do túber é melhor do que a do palato para enxerto conjuntivo interpapilar.
				
Pink Score
	Falar Antes Explicação
	Falar Depois Justificação.
	Pink Scores					0		1		2
1. Papila Mesial 			Nenhuma	 <	Igual ao contralateral
2. Papila Distal
3. Nível da Margem Gengival
4. Contorno Gengival
5. Contorno do Processo Alveolar
6. Contorno do Tecido Mole
7. Textura do Tecido Mole
Entre Implante-Implante
			Tarnow ET AL. , 2000
			Tarnow ET AL. , 2003
	Vertical Distance from the Crest Bone to the Height of the Interproximal Papilla Between Adjacent Implants.
							Dennis Tarnow; Nicolas Elian.
	O dente é a unidade nutricional do processo alveolar.
	Evaluation of the Effects of Buccal-Palatal Bone-Width on the Incidence and Height of the Interproximal Papilla Between Adjacent Implant in Esthetic Areas.
		Sérgio Siqueira Jr.; Suzana P. Pimentel, Renato V. Alves, Wilson Sendyk and Patrícia R. Cury.
					J. Periodontol 2013; 84: 170-175.
	Micro-mini-lâmina (A Hartzell & Son no 6900. Nordland blade Micro Mini Full Radius) para incisão intra-sucular.
 
	Human Palatan Tuberosity as Donor Site for Ridge Augmentation
					Dellavia C. ET AL.; IJPRD 2014; 34; 2.
	Magnificação dos Serviços Lupa + Iluminação.
	Faltam 2 dentes, portanto , 2 implantes ?
	Dar ponto entre os pontos de contato, depois da ameia com resina composta é mais fácil soltar do que se preso por vestibular com botão de resina pois é mais difícil de soltar com a língua.
	Retrata-se canais para extração para descontaminar a região que irá se implantar.
	Planejar a EXODONTIA , mínimo dano/trauma.
	Qual defeito que existe ou formou-se com a manobra.
				Caso Clínico
						Dra. Márcia Dal Molin
	Rebordo Alveolar
		Manutenção e Recuperação
			Profa. E Dra. Maristela Lobo.
	Objetivos
		Técnicas de Manutenção e Recuperação do Volume Ósseo alveolar.
		Antes da exodontia.
			Sepultamento radicular
			Amputação radicular.
		Durante a Exodontia
	(Quando ?) Exodontia seletiva Atraumática.
[Coágulo		Preenchimento do Alvéolo.
 ↓			RTG/ROG/ETCSE
3 dias
(fixação) → sutura
		Ausência de pressão	Imobilidade
		Sem bochecho
	7 dias [tecido de granulação (tecido de reparo)]	
				↓				conjuntivo
			Tecido conjuntivo frouxo		epitelial	Matriz Osteóide (no ápice)
								Osso		Na cervical → fibroblastos
	Membrana separa os osteoblastos dos fibroblastos.
	Bone Heal → mantém o espaço.
	14 dias ao 60o dia (8 semanas)
			↳ Osso Imaturo (RX)
								Recuperação
	Antes da Exodontia.
Extrusão Ortodôntica Lenta					Após a Exodontia
								Enxertos em bloco E Particulados
								Distração Osteogênica
								Split Crest
	No que consiste a técnica de Manutenção do Rebordo Alveolar?
	Só colocar epitélio (tampão epitelial) quando não tiver epitélio em volta.
	Preservação de alvéolo Bi-Oss®.
	Procedimentos realizados imediatamente após a EXODONTIA para compensar ou minimizar a remodelação óssea.......
Colapso de Fibras Colágenas	
Dento Gengivais.			X
	Perdem dente, vai perder altura, espessura ou os 2.
	Extraction Defect: Assesment, Classification and Management.
						Caplanis.
		The extraction deffect sounding classification
Deffect		General	Socket				Hard		Distance
Type		Assesment	Walls		Biotype		Tissue		to
				Affected					refrence.
	Manter o máximo de nutrição possível.
				Flickl ET AL. , 2008
	Fatores que aumentam a perda óssea pós-exodontia.
		Infecções Locais
		Retalho Total.
		Tabaco (Isquemia → compromete a vascularização periférica).
	Sepultamento Radicular.
		Temporário ou Não.
	Pacientes em crescimento ósseo.
		Araújo & Lindhe, 2005; Salama ET AL. , 2007.
	Remanescentes Fragilizados.
	Mantém a nutrição do rebordo (Temporariamente ou não).
	Ausência de Infecção nas raízes remanescentes.
		Endodontia X Selamento.
		Explicar ao paciente.
	Advantages of the Root Submergence Technique for Pontic Site Development in Esthetic Implant Therapy.
				Maurice Salama, DMD
		2007		Tomoshiro Ishikawa, DDS
				Henry Salama, DMD
	Indivíduos em fase de crescimento ósseo.
	Von Wonerrn & Winther, 1981; Langer, 1994; Salama ET AL., 2007.
	Para manter o alvéolo pode-se recobrir com retalho rotacionado de Sclair de palato para vestibular e suturado.4 meses maturação completa de fibroblastos.
	Cardarapoli
	Amputação radicular.
		Defeitos ósseos em dentes multirradiculares.
	Mantém a nutrição do rebordo até a exodontia final.
	Ausência de Infecção nas raízes remanescentes.
		Periodontia e Endodontia
		Infraoclusão
	Exodontia Minimamente Traumática.
		Dentes condenados.
		Preservar o periósteo –Divulsão tecidual/Fibrotomia.
						Chen & Buser, 2009; Al Harbi ET AL., 2010.
	Maior conforto pós-operatório para o paciente.
		
Instrumentais adequados: > custo.
				Paciência/Tempo
	Exodontia		Quando?
				Quem?
				Por quê?
	Remoção traumática periótomo com movimento pendular.
		Fórceps 151 ou 160 com mínima luxação e remoção vertical.
Ou preparo do conduto até o ápice mais adaptação de rosca interna mais remoção com puxada por uma polia Benex
													 ControlUS
Ou fenda dentro de uma raiz fraturada com Zecrya e remoção
	Exodontia Seletiva.
		Dentes condenados – Pilares para PPF provisória.
		Preserva o rebordo provisoriamente.
		Maior conforto para o paciente.
			Pilares devem ser trabalhados previamente.
			PPFs com reforço metálico.
		Elevado custo e o tempo.
	Garber.
	Racionalizar a EXODONTIA : escolher o melhor tempo.
		Paulo Fernando Mesquita de Carvalho.
	Se o canino tiver na posição em que se vai colocar o implante, retira-se o canino, senão não, mantém-se.
	Interimplant Papilla Preservation in the Esthetic Zone: A Report of Six Consecutive
							Joseph Y. Kan.
							Kitichai
					Int J Periodontics Restorative
							Joly ET AL. 2009.
	Timing, Positioning and Sequential Staging in Esthetic Implant Therapy
							Akyoshi Funato, DDS
				Exodontia
Implante			Tempo				Manejo Tecidual
	Área anterior → defeitos extensos → descola → põe membrana Bio-Gide®
		Bi-Oss® → osteocondução
			(manter espesso).
	 Osso autógeno → osteoindutos
	Manter com tecido conjuntivo ou enxerto gengival livre.
	Na dúvida sempre coloque o conjuntivo para manter o coágulo.
	Biomateriais/Substitutos Ósseos/Membranas/ETCSE.
						Grunder ET AL.,2011.
	Retarda o processo de reparo:	Tempo
	Compensa a perda de volume e contorno teciduais.
		Ausência de Infecção Aguda
		Suporte aos tecidos moles
		Eleva o tempo de tratamento e custo
	Tecido conjuntivo prévio à extração para depois regenerar.
	Preencher com alguma coisa ou não fazer nada?
	Deproteinized bovine bone in periodontal and implant surgery.
						N. Baldini
						M. de Sanctis
						M. Ferrari.
	From avaiable data it can be concluded that neither grafting the socket with boné substitutes nor augmentation procedures of the buccal.....
	Socket Preservation Using Bovine Bone Mineral and Collagen Membrane a Randomized Controlled Clinical Trial with Histologic Analysis.
						Daniele Cardaropoli, DDS
						Lorenzo Tanagnone, DDS
						Alessandro Roffredo, DDS
						Lorena Gaveglio, DDS
						Giuseppe Cardaropoli, DDS, PhD.
	Conclusions
		Socket preservation using bovine bone mineral and porcine collagen membrane considerally limits the amount of horizontal and vertical.......
	O sucesso independe da técnica de fechamento do alvéolo.
	Bone-ceramic (Straumann)
Reconstrução Óssea.
	Enxerto Ideal
		Osteocondutor
		Osteoindutor
		Osteogênico
	Infusion®BMP (proteína morfogenética).
		Bone regeneration.......
Absorbable	
Collagen	Biomend Extend®
Membrane	Socket Repair Membrane®.
	Colla-Plug® → membrane (só colágeno)
	Bio Gide®
	Rationale......
	Dyna Matrix ®(Keystone Dental)
		(Extra celular membrane).
	Qual a diferença entre barreira (permeável) e membrana[não permite a passagem de células (só de líquidos)]?
		Preenchimento do alvéolo
				ETCSE
				Bi-Oss®
			Substitutos Ósseos.
	Para que o Colla-Tape® demore mais para a reabsorção basta dobrá-lo várias vezes.
	Dyna-Blast®
	Alveolac®
	Qualquer material inserido no alvéolo acarretará em atraso dos processos fisiológicos de reparo alveolar pós-exodontia.
	Bases biológicas que regem as técnicas cirúrgicas.
					Overdenture
						Prof. Dr. Ariovaldo Stefani
	PT que obtém suporte em um ou mais dentes/implantes, os quais são completamente envolvidos sob sua superfície basal.
								Baskar, ET AL. (1991)
					(Sobredentadura periodontal).
Vantagens:
	- Preservação do osso alveolar
	- Aumento da estabilidade da prótese
	- Resposta sensorial.
	- “Efeito psicológico”.
	- Custo reduzido.
	- Fácil higienização.
Desvantagens
	- “Efeito psicológico” (Dentadura)
	- Mobilidade.
Indicações.
	- Quantidade óssea reduzida.
	- Fonética prejudicada.
	- Estética prejudicada.
	- Custo.
	Ponto importante : momento quando da foto de perfil seleciona-se protocolo ou overdenture de acordo com o preenchimento da flange anterior dos dentes superiores.
	Indicações para implantes dentários osseointegrados.
	A seleção criteriosa de pacientes e aplicação crítica dos implantes dentários são os 2 pré-requisitos mais importantes para o sucesso do tratamento que todos nós desejamos. (Laney, 1986).
	Princípios básicos aplicados a todos os tratamentos médicos:
1. Não causar dano.
2. Avaliar riscos e benefícios.
3. Evitar sobretratamentos.
A regra mais básica é utilizar implantes somente quando todos os pré-requisitos para o sucesso estiverem presentes e quando o paciente puder ser melhor atendido por meio de tratamento protético sobre implante do que por próteses convencionais.
							(Spiekermann, 2000).
	Indicações para Implantes Osseointegrados:
	Paciente edêntulo
1. Mandíbula
2. Maxila.
Paciente parcialmente edêntulo;
1. Situações de extremo livre
2. Perdas dentárias múltiplas
Perda dentária unitária.
Tratamento Protético.
	Medidas Pré-protéticas
		Aumento absoluto.
Implantes Osseointegrados
Os implantes representam..........
	Mandíbula Edêntula:
		Paciente ideal.
· Processo alveolar de forma arredondada
- Disponibilidade óssea 
	- Inserção muscular.
	A Systematic Review of Biological and Technical Complications with Fixed
					Papaspirydakos
	Summary of Prosthesis – Related Complications Type of complication number of prosthesis number of events Biologic
	Hypertrophy of Hyperplasia of tissue.
	Inflamation under prosthesis.
	Technical
	Vennoring material chipping/fracture.
	Conclusão
		Entre 5 e 10 anos, após a instalação da prótese definitiva, o número de intercorrências biológicas e mecânicas acontecem com maior frequência.
		As falhas podem não implicar na perda do implante, mas pode gerar consultas para manutenção e reparo.
	Classificação para Tratamento protético 
	(Spiekermann, 1990, 1991, 1993)
	Conceito de Tratamento 1: PT, PPR, mucosuportada e retida no segmento anterior para 2 implantes.
	Conceito de Tratamento 2:PT, PPR e utilizada na região anterior.
					1985- Branemark.
	Comparações entre sobredentaduras retidas por Implantes e Próteses Implanto-Suportadas:
		- Redução de tempo e custo.
		- Redução de procedimentos regenerativos.
		- Amplo espectro.
		Próteses Implanto-Suportadas
	Desenvolvida.
	Comparação entre Prótese Tipo-Fixa Implanto-suportada e sobredentadura retidas para Implantes.
Vantagens:
	- Estabilidade aumentada.
	- Ausência de contato da prótese.
	Conceito de Tratamento 1.
		Forma das barras.
	Conceito de Tratamento I: Deve permitir a possibilidade de rotação da prótese.
							(Spiekermann, 1980).
	Posicionamento correto da barra..
		12 a 20 mm de distância.
	Perpendicular à bissetriz do ângulo formado pelos 2 segmentos posteriores do arco mandibular.
	Carga imediata com barra-clip
				Walton, 1994.
	Asperizar para fazer a captura do clip da barra.
	Marcação do ponto médio.
	Forma e extensão da base da prótese.
		Aproximadamente 20 mm de distância entre implantes.
	Relação vertical da barra em relação ao rebordo alveolar.
	I-Espaço amplo maior de 2 mm, permite passagem de saliva e de alimentos.
	Relação sagital da barra em relação ao rebordo alveolar.
	Relações espaciais das construções das barras.
	Construção incorreta da barra.
		Se as construções da barra estaticamente desfavoráveis levarem grandes forças.
	Retentores (Attachment) Esféricos.
		Indicações
	- Grande distância entre os implantes, contra-indicação para ferulizaçãopor barra.
	- Segmento anterior do rebordo de fromá-lo.
	Retenção com uso de Magnetos
	Forças magnéticas de 300 a 400 g são suficientes para retenção de uma prótese
	(Brinkmann, 1991)
	Alto teor
			Adaptada
	The impact of conventional and implant supported prosthese on social and sexual activities in edentulous adults.
	OD subjects felt less uneasy during sexual activity than CD subjects correlations between the two sexual activity items (uneasiness) when..........
	Conceito de Tratamento 2.
		A sobredentadura deve rotacionar sobre a barra em vez de ser rigidamente fixada à mesma.
							(Ziegenborn, 1988)
	Métodos alternativos de retenção
		Os requisitos mais básicos para um componente retentivo ideal são que ele conecte.
	K. Donath, M. Heners, G Graber.
	Primeiro Passo a se prestar atenção numa reabilitação = PLANO OCLUSAL.
	Conceito de Tratamento 3:
				Sobre 6 implantes
	Conceito de Tratamento 4:
	Classificação overdentures retidas por implantes:
	Resiliente (Implantorretida e Mucossuportada)
	- Sistema barra-clip
	- Sistema bola.
- Não-resiliente (suportada e retida por Implantes).
					- barra com infraestrutura.
	Sistema barra clip para Mandíbula:
		Localização: levemente voltados para lingual
	Número de implantes.
	I Implante: Mandibular single-implant overdentures: a review with surgical and prosthodontic.
	Sistema barra-clip para Maxila.
		4 implantes estrategicamente distribuídos.
	Successful outcome of splinted implants supporting a ‘planned’ maxillary overdenture: a retrospective evaluation and comparison with fixed.
	Sistema bola
		Maior perda de implante.
		Maior reabsorção óssea vestibular
	Successful outcome splinted
	Removable Prostheses May Enhance.
	Sistema bola Maxila.
		Alto índice de insucesso.
	Erro de planejamento temporário.
Sistema de prótese não-resiliente.
Impossibilidade de PF por fonética e estética.
	Suporte por tecidos moles.
	Sofreliner® (Resina resiliente para reembasamento) da Tokuyama®.
	Sempre que o paciente tiver dentes na boca, use esses dentes como referência, vá fazendo uma ponte móvel e tire tudo de uma vez para PT imediata (2 próteses provisórias).
	Deformação elástica da Mandíbula.
	Medidas realizadas em dentes naturais: 0,1 mm região molares e 0,04 mm região caninos.
	(Ricker, 1987).
	Abdel-Latif. HH. Int. J. Prosthodontic..2000 Nov-Dec; 13 (6): 513-9.
	Functional mandibular deformation.
	Balper Balsalobre (Protético)
	Trocar os parafusos do protocolo cada vez que o paciente vier para limpar a overdenture.
					Dentes Anteriores
							Dr. Sérgio Siqueira Jr.
	Vai tratar colega, tem que ser o seu planejamento!
	TC (essencial).
	Coloque o implante não no alvéolo, mas, aonde o guia cirúrgico determinou.
	Experiência Cirúrgica e Protética.
		All-on-four
	Tempo Clínico?
	18 meses Vantagens: Tempo Clínico
		Tempo na cadeira ← custo, número de implantes
Limitações:
	Pacientes jovens
	Literatura
	Arcos extensos
	Torque de 35 N
	Altura mínima
Dentes anteriores = 11 mm
Dentes posteriores = 13 mm
	Tangenciar a parede do seio
	Ou fazer um furo e raspar a parede interna do seio maxilar e vai travando e rosqueando na parede interna do seio (inclinação de 45o).
	Dica: Em caso de dúvida lembre da prótese.
	All-on-four → NOBEL-BIOCARE → só
	1,75 e 4,3 } Implantes para All-on-four
	Problemas a solucionar:
		Vantagens:
			Custo.
	Caution: do not exceed 45 N cm torq. When planning implant.
		Paulo Maló.
Peter Ilg (C-D)
	Replace [Interno (da Nobel –Biocare para All-on-four) e Triangular]
	2 guias cirúrgicos total- R$ 532,00
	1 dentron- R$ 224,00
	2 escs. Premium -R$ 548,00
	2 montagens diagnósticas -R$ 386,00
	2 protocolos fundidos –R$ 2660,00
	2 modelos gengivais –R$120,00
	2 acrilizações –R$ 2130,00
	Acessória laboratorial externa-R$ 660,00
	3 serviço de motoboy –R$ 84,00
	Total: R$ 17.142,00 (Valores de 2016)
	Anestesia com recibo 1500
	Componentes –R$ 144,00
	8 nobel replace promo –R$ 3200,00
	2 montagens com 2 placas (Luiz Alves)-R$ 611,00
	Total: R$ 13.397,00 (Valores de 2016)
Total Geral: R$ 20.539,00
	Portanto, uma arcada ± 7000. Ainda tem que ser pago nova acrilização e montagem em 6 meses.
					Erupção passiva alterada			SOR-
					Excesso vertical de Maxila			RISO
	Hiperfunção			Elevação do músculo elevador do lábio	GEN-
					Dentes pequenos → sondagem		GIVAL
	Saba-Chufi (C-D) → Cleverson (C-D) Clinical Oral Implant. Research.
	Tempo de Trabalho → Re-trabalho→ perda de dinheiro (caro no consultório)
	Aproveitar mais as sessões no consultório → mais rápido → ganho de dinheiro
	All-on-four→ 2 anteriores retos (11 mm) 							e tem que ser
			2 posteriores em 45o{13 mm[Primeiros molares](emergir no segundo	Nobel-Biocare
			Pré-molar
Dario Adolfo (C-D).
						All-on-Four
	Distribuição de 4 implantes para carga imediata.
	Tem que ter osso na área anterior.
	11 mm = anterior
	13 mm = posterior
	Torque = 35 N
	Nobel- Biocare (por conta do triângulo interno)= - de 45 N
	Uma cirurgia (com guia cirúrgico) deve ser feita com expensas à futura prótese.
	Implante anterior → Bi-Oss® no gap.
	O parafuso do Implante encostar na Incisal → a corôa tem que ser cimentada.
	Avalie a literatura com cautela!!!
	Advantages of the root submergence technique for pontic site development in Esthetic Implant Therapy.
	Maurice Salama, DMD; Tomoshiro Ishikawa; Henry salama; David Garber
	Proximal Socket Shield for Interimplant Papilla Preservation in the Esthetic Zone.
					Kan	
Provar a Barra e confirmar registro + estética.
			Manutenção
	Eficiência no Controle do Biofilme.
	Equipamento adequado individualmente a reabilitação e ao paciente.
	Durabilidade do equipamento.
	Placa miorrelaxante/proteção.
	Termo de responsabilidade.
				Protocolo de Carga
						Profa. Dra. Maristela Lobo.
	Vamos relembra a biologia.
		(Osteointegração).
	Davies, 1998, 2000, 2003; Granato ET AL., 2008
	Grande ou Pequena, o coágulo vai se comportar da mesma maneira.
	Fenômeno onde ocorre íntimo contato entre uma superfície óssea e um biomaterial em nível de microscopia óptica.
	Implant
		Newly formed bone
Bone		Davies, 1998, 2000, 2003
		Old bone.
	Hemostasia
		Coágulo.
	Adesão da rede de fibrina (superfícies rugosas)
	Tecido de Granulação
		Neoformação vascular, fagocitose de restos necróticos e deposição de matriz pelos fibroblastos.
	Fibrose → NÃO → OSTEOINTEGRAÇÃO/SIM
	Osteocondução/Osteogênese.
	Functional
			Myron Nevins, DDS
			Marc L. Nevins, DMD, MMSc
Artigo			Peter Schupbach, PhD
			Joseph Fiorellini, DMD, DMSc
			Zhao Lin, BDS, PhD
			David M. Kim, DDS, DMSc
	Osteocondução
	Não		Estabilidade Primária (contato íntimo com o osso)
Mobilidade > 100		Densidade óssea
Micrômetros:			Desenho e superfícies
Estimula a fibrose na		do Implante
Interface osso-implante,	Osteotomia
Comprometendo a				Tukylmaz ET AL., 2006
Osseointegração.
			Estabilidade Secundária (contato que ainda vai se formar).
		30 a 45 Ncm.	
	Micro-movimentações comprometem a vascularização.
		Fibroblastos
		Osteoblastos.
	Na osseointegração durante a fase de estabilização secundária, há uma delicada inter-relação.........
	Osteogênese direta ou de contato: o tipo de osso que sai do leito para o implante somente não é bom! Eu prefiro que o TiO2 tenha contato com as células mesenquimais indiferenciadas do coágulo. Esse óxido aumenta a expressão gênica de pré-osteoblastos, formando osso do implante para o leito e do leito para o implante. Essa é a osteogênese direta, que promove aumento da osseointegração e permite o carregamento precoce. Isso otimiza o Tempo!! Com as superfícies lisas, o turn-over celular é mais lento. Com a superfície rugosa, em 60 dias eu já sei se tive.........
	Como melhorar a osseointegração?
1. Alterando topograficamente e quimicamente a superfície de um implante:
Biocompatibilidade e Osseocondutividade
2. Modificando.........
Osso Tipo 1 = Mandíbula anterior
Osso Tipo 2 = Mandíbula posterior		Lekholm &
Osso Tipo 3 = Maxila anterior			Zarb; 1985
Osso Tipo 4 = Maxila posterior
	Osso compacto: > densidade de matriz inorgânica.
	Osso incompleto:...........
 (
IV
)								I = risco de aquecimento
 (
II
) (
III
)Alta densidade 
 (
I
)										Óssea
								II e III : boa densidade óssea
		
		Implantes Largos e Ferulizados.
	O tipo de hospedeiro (se fuma mais de 5 anos, 10 cigarros, no mínimo ,por dia; se tem diabetes, se tem hipertensão........). O fumo altera a densidade mineral. Atrasa a cicatrização. É péssimo, e o osso é diferente ao redor do implante.
	Exodontia					Carregamento
			Implantação
	Bonstein ET AL. , 2003/2005; Buser ET AL., 2008/2009.
	1980 – implantação 3 meses após a exodontia.
	A osseointegração de 3 a 6 meses.
	Como, Quando, Por quê?
		Reconstrução/Manipulação Tecidual
	Implante			Imediato
					Precoce
					Tardio
					Submerso
					Exposto
					Temporizado.
	Carga Imediata		
		Tardia
		Precoce				Reconstrução
		Temporização				Manipulação
		Restauração definitiva		Tecidual
	Diagnóstico/Planejamento			Implante		Reabertura
				Mudança do					(ETCSE)
			Biotipo Periodontal					Enxerto de Tecido
		Od.				3 mm				Conjuntivo/Técnica do Rolo)
				15 d.				 submerso
			 Reconstruções Ósseas 8 mm
							Regeneração			11 mm
							Simultânea
							Enxerto de Tecido Conjuntivo em bloco
		Maturação de Fibroblastos		8 meses (em altura = 12 meses)
	
14 m				Restauração definitiva
Provisório Parafusado		18 m
													Tipo
		Timing for Placement					21 dias				III
		Tipo I				até 72 hrs.		A					(Tardia)
		(Imediato)						3 meses
						Timing 	for 	Restoration
		Alvéolos			Tipo I
		Frescos.			(Imediata)
						Tipo II (Precoce)
						Tipo III (Tardia)
							
							Maior 3 meses.
3 Tempos Exodontia
3 Tempos de Implante	27 variações
3 Tempos de Carga
Carga			Tempo			Características			Situações Clínicas
											- 2 estágios
											- Implantes entre dentes:
						Sem carga				com espaço inter-oclusal 
Ausente		--			Mastigatória				curto
											-Implantes isolados
											- 1 estágio
						Pouca carga				-Infra-oclusão
						Mastigatória				-provisórios com alívio
Sem torque		Imediata		(temporização imediata)		na região do cicatrizador
			Imediata		Carga: até 72 hrs.			Fixas Totais
			(Immediate)		após o Implante			
			Precoce		Carga: 3 à 14 dias			Overdentures
Em função		(Early)			após implante
(contato oclusal	Precoce 2		2 a12 semanas			PPFs e
Direto)			(Delayed)		após implante				unitárias
			Tardia ou		12 semanas
			Convencional		após implante em diante.
			(Clássica)
	Em que situações a redução do tempo entre a exodontia e a implantação e entre essa e seu carregamento é benéfica para o paciente?
		Degid ET AL.
	Implante Imediato
		Temporização imediata.					
	Arquitetura de tecido mole tem que se manter intacta.
	Ter osso apical.
Maior conforto para o paciente
Menor tempo de tratamento
Maior risco de recessão da margem gengival
	1/3 apical da raiz			Implante
	Na base da parede palatina			Imediata
							 ↓
						Tem que ter broca lança.
	Implante Imediato + Temporização Imediata.
				Uribe ET AL.,2004.
	Resvalamento de broca interfere no ponto de impacto de travamento do implante imediato.
	Implantes mínimo de 10 mm de comprimento e 4 mm de Ø.
	Is
	Cs	4 mm
	PMs
	Áreas enxertadas contra-indicam carga imediata.
	Superfície tratada [Sand-blasted (Jato de areia) + acid etched – SLA]
	Ausência de Bruxismo.
	Implantes Imediatos.
		Carga Imediata.
	Loading Protocols for Dental Implants in Edentulous Patients.
		German O. Gallucci, DMD
		Dr. Med. Dent
			Dean Morton, BDS, MS
				Hans Peter Weber, DMD, Dr. Med Dent
		Int J Oral Maxillofac Implants 2009; 24 (suppl.): 132-146
	Carga Convencional – Carga Tardia.
	Vallidation of Loading Protocols for Different Prosthodontic Treatment In the Edentulous Mandible or Maxilla.
								Removable			Fixed
							--------------------------------	---------------------------
						Maxilla		 Mandible		Maxilla		Mandible
Conventional loading				CWD		SCV
Early loading					CD		CWD
Immediate loading				
Immediate loading				CID
 (
não
)	Implants.
	Ferulizado o implante em distal de Mandíbula 		.
	D Peñarrocha-Oltra et al. ... Placed Into Fresh and Healed Extraction Sites to Support a Full-Arch Fixed Prosthesis: Nonrandomized Controlled Clinical Study ... Purpose: To compare immediateand conventional loading of fixed full-arch ... prostheses supported by implants placed in healedand fresh extraction sites. Fifteen .
		1 Ano 129 pacientes
		193 implantes
		6 a 8 implantes Maxila.
		10 mm comprimento
		4 mm de diâmetro
		Torque de 30 a 45 Ncm.
	Implantes Imediatos + Carga Imediata.
	Implante Tardio – Carga Precoce.
		↓
	Colocado em alvéolo cicatrizado
			Cordaro ET AL. 2009
	A literatura existente advoga o carregamento precoce (6 a 8 semanas) de implantes com superfície tratada em regiões mandibulares posteriores.........
	Implant Loading Protocols for Partially Edentulous Maxillary Posterior Sites.
				Mario Roccuzzo.
	A literatura existente é inconclusiva sobre o carregamento precoce (6 a 8 semanas) de implantes com superfície tratada em Maxila posterior.
	Implantes WN tratados ferulizados maiores que 8,0 mm
							Roccuzzo ET AL., 2009.
	2 meses para Mandíbula
	2 meses para Maxila.
	Implante Tardio – Carga Tardia.
	Senão tiver espaço para por implante de 4,1 mm coloque de 3,5 mm com uma liga diferente
					Implante Anterior
Critérios Estéticos
1. Saúde Gengival (Rosa Pálido)
2. Fechamento Interdental (Até o ponto de contato).
3. Altura do sorriso (alto, baixo........)
4. Limite do Contorno Gengival.
5. Nível do Contato Interdental.
6. Dimensões Dentais Relativas.
7. Forma Dental.
8. Caracterização Dental		mais difícil do 
9. Textura de superfície			que acertar a cor.
10. Cor.
11. Borda Incisal.
12. Eixo dental.
13. Simetria do Sorriso.
Magne, P.; Belser 2003.
	Doença		tem que tratar
 (
Estética
)	Função				procura por Médicos e Dentistas.
 		Pegue por isso.
	Queixa estética.
			Doença
Diagnóstico		Função
			Estética.
	Saúde gengival
			Zenith					1,5 mm
								2 a a 3 mm						
											
																																
Ensaio Restaurador = Mock up
	Planejamento Escrito						Procedimento
									Reconstrutivo
		Dentado				Desdentado
				Implante
					Temporização/
Manutenção	Tração				/Carga Imediata.
Do		(Ganha osso
Rebordo	e gengiva)		tracionar 1 mm por mês + 1 mês
 Manobras com tecido ½ para cada mm tracionado. (aparelho fixo)
	Tecido		Aparelho fixo
Gengival fino			Enxertos
(delgado) ou 			de tecido conjuntivo.
Intermediário
		Implantado
		Mole 	Sepultamento	
			Reposicionamento
		Explantação
4 Dimensões
· Apico-coronal.
· Mésio-Distal
· Vestíbulo-Lingual.
· Angulação.
Bloco + Bi-Oss® + Membrana de Titânio
Consenso 1 :
	........implante em área anterior é considerado um procedimento avançado.
 (
ITI Treatment Guide
vol. 1
)	Ou complexo e requer planejamento pré-operatório prévio e precisa execução cirúrgica......
	Livro (comprar)	
		 
Fóruns de Discussão.
	Consenso 2.
	...........adequada seleção do tratamento é essencial para alcançar resultado estético . O tratamento do paciente identificado como de alto risco estético deve ser conduzido com cautela uma vez que o resultado estético é menos consistente.
Fatores de Risco Estético		Baixo			Médio				Alto.
				Paciente saudável					Sistema imune
História Médica		e sistema imune em 					comprometido
				Ordem
Cigarros			não-fumante		fumante leve			fumante pesado
							(<10 cig/dia)			(> 10 cig/dia)
Expectativa do paciente	Baixa				Média				Alta.
Altura do sorriso		Baixa				Média				Alta
Biotipo Gengival		Espesso tecido	Delgado tecido		Delgado tecido
				Duro e mole		duro ou Mole			duro e mole.
Forma da Corôa		Quadrada						Triangular
Dental
Infecção do local		Ausente		Crônica			Aguda.
Nível Ósseo			< 5 mm ao ponto	5,5-6,5 mm ao ponto		> 7 mm ao ponto de
Dentes Adjacentes		de contato		de contato			contato
Restauração dos		Intacto							Restaurado.
Dentes Adjacentes
Largura do Espaço		1 dente		1 dente
Desdentado.			> 7 mm*		< 7 mm*			2 dentes
Anatomia do Tecido		Tecido Mole						Defeito de tecido mole
Mole				Intacto
Anatomia da Crista		Ausência de		Deficiência óssea		Defficiência Óssea
Óssea Alveolar		deficiênciahorizontal			Vertical
	Cerâmica Rosa → para disfarçar falta de gengiva.
	Em pequenos espaço protéticos 	 use cone Morse (nem HE, nem HI) ou Ortodontia.
	Quando a linha gengival do IL está na altura do IC ainda é aceitável, mais acima fica feio.
	Obedeça o guia de enceramento da prótese.
	Classifique o Biotipo
		Mais fácil operar um conjuntivo espesso do que um delgado.
	Implante Imediato						RX periapical
		- Ter osso apical (4 mm)
		Ter – Osso palatino → Tomografia
			- Forma do implante.
				35 N
	Independe da temporização imediata.
	Travamento não é osseointegração.
	Guidelines for Aesthetic restorative.
	Tracionar raízes com reabsorção.
	Após o tracionamento faça o dente ir para palatino.
		Enxerto de tecido conjuntivo.
· PR.	
Da área protética
				Altura do Implante		até a plataforma
								Do implante.
				Área de transição(junção cemento-esmalte).
	Provisórios parafusado sobre implante TL (Tissue Level) e BL(Bone Level).
	3 a 6 meses = tempo que leva para a papila entre o dente e o implante crescer.
				
Índice 0		índice 1		índice 2		índice 3
				Índice de Jent.
Papila Mesial			0		1		2		3		4
Instalação
Acompanhamento
Papila Distal
Instalação
Acompanhamento
				Periósteo					descolador de Molt mais
		Reabsorção Radicular Externa –Tração				elevador de papila
					Membrana				abaixo da
						Bi-Oss®				membrana
					Osso			acima do osso.
					Alvéolo
					Implante
					Recuperação de Rebordo.
1. Bifosfonados (Júlia)
2. Diabetes (Daniel)
3. Fumo Fábio 2 artigos
Seminários 40 minutos.
	09/05/2016
4. Bi-Oss (Jr.)
5. Bloco X ROG (Márcia).
6. Implantes Curtos (Renata).
7. Periimplantite (Giuliano)
8. Gengiva Inserida (Eduardo).
06/06/2016: Márcia		Após Dr. Sérgio
			Jr.
Julho → Férias Profs.
	Agosto → 10/08 Renata
				Eduardo
				Giuliano
Seminário			Introdução ao Tema
	→ Seminário			(Porque falar sobre o tema é importante)
				[O que a literatura científica fala sobre o assunto (Idéia Geral)]	
				2 Artigos → 1 ponto positivo
						1 ponto negativo
· Conclusão (todos juntos).
SENAC Site → Science Direct.com.
Artigos estudar as ① -Meta-análises		(Idéia)
 (
In vivo
)				② -Estudos clínicos 	(Geral)
 Randomizados (aleatórios)
				③ -Série de Casos.
· Revisão
· Relato de caso
· In vitro
Rebordo Alveolar
			Manutenção e Recuperação
	Técnicas de Manutenção e Recuperação do volume ósseo alveolar
Extrusão ortodôntica lenta.
				Antes da exodontia
				Sepultamento radicular	Recuperação
				Amputação radicular		Após a Exodontia.
								Enxertos em bloco e particulados.
								Distração osteogênico
								Split Crest
 
Split Crest
	Simple Bone Augmentation for Alveolar Ridge Deffects (Cristopher)
Extrusão Ortodôntica Lenta.
	1 mm por mês → induz formação de matriz osteóide
	+ do que isso você rompe fibras
	Enxerto prévio ao tracionamento por causa da tábua óssea vestibular para dentes anteriores, onde a espessura é de < de 0,5 mm.
	Kokich & Spears, 1997, Salama ET AL. , 2010.
					ROGIO
					↳ remodelação óssea guiada por Ortodontia.
	A extrusão ortodôntica lenta frequentemente beneficia os tecidos ósseos e gengival vestibulares, mas raramente beneficia a papila.
				Kan.
Type of Graft.		Indications				Type of Ridge		Potential
								Augmentation		Vertical Gain
Socket			Preservation				Preventative		Preventative
Preservation		of alveolar following extraction
Particulate onlay	Horizontal ridge				Horizontal		None
			Augmentation
Ramus Onlay		Horizontal, vertical or combined		Horizontal,		3-4 mm
			Ridge.					Vertical
Potential		Maximum 	Time		Comments.
Horizontal		Available	to Implant	Time 
Gain					Placement	until 
implant 
Dependent			placement 
Preventative		on Socket	See		depends on the
Morfology	Comments	material used........
1-4 mm			N/A		3-4 mo		Best used for narrow ridges with adequate height and “J”-
-shaped (3-4 wall bony deffects, the anterior maxilla, saddle depression) and exposed buccal implant threads.
3-4 mm			Traditional			Purely cotical
			Ramus 30 X	4-6 mo		graft Highest
			13X2,5 mm			Yield of intraoral bone compared with all other intraoral sources.
4-6 mm			21X10X7 mm	4-6 mo		Combined corticoancellous graft with greater depth than 
							Ramus graft
							Requires
2-5 mm							preoperative
(average)		N/A		Imediate	ridge width
3 mm)					VS3-4mo	of 4 mm. Implants may be placed at the time of ridge split.
	------------------------------------------------------------X-------------------------------------------------------
Enxerto
Interposicional ganho vertical de 8 mm em Maxila	depende da interposição
			E nenhum horizontal			da língua.
	6 meses para autógeno.
	12 meses para halógeno.
		Colocar implante junto.
	O tecido mole limita o ganho em altura.
	Distração osteogênica Buco-Maxilo.
		Ganho – 3 a 20 mm.
	5 mm de ganho a mais para depois perder um pouco. (2 mm às vezes ).
		Requer-se enxerto, adicionais.
Regeneração Guiada com Barreira (Malha ou Tela de Titânio) → bloco particulado.
	Complex Bone
		WWW.piezotome.com
Piezotome
		Risco: fratura em galho verde da base da parte distratora.
	Bisturí piezoelétrico ENAC
	Enxerto Ideal
		- Osteocondutor (Bi-Oss®)
		- Osteogênico (bloco).
		- Osteoindutor.
	Tensão superficial do enxerto hidrofílico deve ser umectado com soro ou sangue.
		
					Zimmer®
			Membrana= 	Lumina Coat®
					Cola -Coat®
					Cola-Tape®.
	Bio-Gide®
	Bio-Mend®
	Muco-Graft®.
	Dyna-matrix®
	Sobre tudo isso → enxerto de tecido conjuntivo.
	Às vezes é melhor fazer o enxerto de tecido conjuntivo numa segunda etapa ou até o segundo numa terceira etapa.
2 materiais biocompatíveis → Zircônia e Titânio
 Materiais toleráveis → cerâmica
			Aço
	Nobel Replace Groove → não precisa de guia.
	Neodent com Index → o sistema já está dentro do implante com guia.
				Ankylos e Nobel também.
	Corôas de Silicato de lítio..
	Cimentar com Variolink® (Ivoclar).
	Ácido hialurônico para estimular crescimento de papila (Joe Koiss-Minimally..........)
		Aplicar na altura da linha muco-gengival de cima para baixo.
		5 mm (da ponta da papila até a crista óssea).
	Simple Bone Augmentation for Alveolar Ridge Deffects.
		Cristopher J. Haggerty, DDS, MD
		Cristopher T. Vogel, DDS, G. Rawleigh Fisher, DDS, MD.
	Complex Bone Augmentation in Alveolar Ridge Deffects.
	Desvatagem do 	Mobilidade
	Enxerto autógeno	Perda de Volume.
Para remoção de enxerto autógeno é imprescindível uma tomografia.
	Técnica de remoção de enxerto de túber
		José Carlos Martin da Rosa
		José Escasso				
				Redondo
Formato dos enxertos		Quadrangular
				Retangular.
	Às vezes é necessário comprimir este enxerto (bloco).
	Enxerto de ramo tem como área doadora a sua importância para crescimento em altura.
	Respeitar 5 mm de base, 5 mm em altura dos ápices dentais e 5 mm anterior aos forames mentonianos.
	Enxerto em bloco de ramo da Mandíbula → inexiste trabécula, é cortical
								Maxillary Alveolar		
								Defects.
			Anterior
	Vertical			Horizontal		Veneer bone graft
	Defect			Defect			Split ridge technique
							Guide bone regeneration (GBR)
Distraction		Onlay bone graft.
(immediate or traditional)
		Maxillary Alveolar Defects.
		Combined
Anterior and posterior								Posterior
										Inferior
	Is the maxilla							position of floor of maxillary
Severaly resobed?								Sinus!
No			Yes
Localized		Le Fort I				Low				Normal
Graft may		osteotomy
Include sinus		with inferior			Sinus elevation			Vertical		Horizontal
Elevation)		and anterior			and bone		
Floor of nose and/	repositioning			grafting				Distraction
/or block grafts		and block bone							or			Venner
			Grafts..								onlay			bone
											Block			graft
											Graft.
											Guide bone	Split
										Regeneration (GBR).	 Ridge
													Technique
						Mandibular Alveolar Defects
								Guide bone regeneration (GBR)
Anterior					
								Split
Vertical		Horizontal					ridge
								Technique
Distraction		Onlay	 		Veneer
(immediate		bone			bone
Or			graft.			graft
Traditional)
								SegmentalPosterior
Is alveolar nerve close to alveolar crest?
							Veneer
No		Horizontal				bone graft
↓
Vertical→ Onlay bone graft
 ↓
Distraction (imediate or traditional)
	Journal of Oral and Maxillofacial Surgery, Medicine and Pathology.
	Int J Periodontics Restorative Dent. 2014 Jan-Feb;34(1):123-30. doi: 10.11607/prd.1633.
Reconstruction of the narrow ridge using combined ridge split and guided bone regeneration with rhPDGF-BB growth factor-enhanced allograft.
Chiang T, Roca AL, Rostkowski S, Drew HJ, Simon B.
		Ridge Split and Guided Bone Regeneration
	rhPDGF –BB Growth Factor-Enhance
	Decortication Membrane Particulate graft with rh-PDGF.
		Apical discharge corticotomy
	Biomechanical investigation of the expanded..........
	A Implantodontia hoje tende à se orientar para implantes curtos, estreitos e plataforma shift.
	2.8 mm implante Facility da Neodent.
	Conclusion
		Within the limitation of the in vitro........
				Dental Implants Market Dynamis.
					Opportunities
									Demanda
Desenvolvimento			Global Dental
Tecnológico				Implants
(Supply-side				Market.
Drivers).
					Restraints.
			Mini-Dental Implants.
	Mini implants form one of the most imovative developments in the dental implants market. These implants can be placed in narrow áreas of jaw boné............
	Nanotechnology-Based Dental Implants.
		The use of nanotechnology in the manufacture of dental implants hás significantly improved their efficiency and success rate. Nanotechnology helps in better osseointegration and speeds up the healing time. Use of nanotechnology can speed up the total implantation process for instance............
						Dra. Ivete Sartori.
	Augmentation of the alveolar ridge compared with shorts.........
	Abstract
		Our aim was to compare time therapeutic options-augmentation of the alveolar ridge and shorter implants- in the treatment of atrophic jaws.
	There were significantly more failed implants (p=0,006), complications (p= 0,01), and marginal bone losses (p=0,0004) in the augmentation group than in the shorter implants group.
	In atrophic jaws with enough residual bone, shorter implants without augmentation migth be the first choice as they seem to be associated with fewer failed implants and complications and less Peri-implant bone loss.
	The British Association of Oral and Maxillofacial Surgeons Published by Elsevier Ltd.
	The Central Hospital of Wuhan, 26, Shengli street, Wuhan 4300 14, People’s Republico f Chine.
		To fulfill the preset inclusion criteria, we searched the electronic databases PubMed, EMBASE through OVID, and the Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL). Two people were responsible for screening, extraction of data, and assessment of quality. The meta-analysis was made with the aid of Review Manager (RevMan) 5.1. The quality of evidence was assessed using the Grades of Recommendation, Assessment, Development, and Evaluation (GRADE). The electronic database and manual search yielded 1426 studies. After screening the titles, abstract, and the full text, and cross-matched them with the inclusion criteria, only 6 studies were eligible. A total of 837 implants were investigated, which included 429 in the augmentation group and 408 in the shorter implants group. There were significantly more failed implants (p=0.006), complications (p=0.01), and marginal bone losses (p=0.0004) in the augmentation group than in the shorter implants group. According to the GRADE, the levels of evidence were moderate (failed implants), high (complication rate), and high (loss of alveolar bone). In atrophic jaws with enough residual bone, shorter implants without augmentation might be the first choice as they seem to be associated with fewer failed implants and complications, and less peri-implant bone loss.
	Management of complications associated with single-implant esthetics.
	Oswaldo Scopin de Andrade
	Maristela Lobo.
		Residual Posterior Maxillary alveolar bone heigh ≥ 6 mm
 (
No
) (
Yes
)
																																			
						Short Implant Residual
 (
Yes
) (
No
)								Height.
								5 ≤ 6 mm				Residual
													Height.
								 Yes					< 5 mm.
 (
Yes
)
								Bone Types				 
 (
No
)								I, II , III
								
													Sinus
 (
Yes
)								 				Graft
								Bone type IV 
						Or Perio, Smoker, Age+
	Manejo de complicações associadas a implantes unitários em zonas estéticas:.........
	(Fabinject) → Cautermax®
	 ↓		[Cauterizador elétrico de uso]
	Empresa		duplo (2xs) – só]
			Comprar
Em 2 pacientes.(R$ 40,00)
Peças de Zircônia fresadas cimentadas . sobre um link genérico.
Silicona pesada mas fluida → Virtual ® (Ivoclar).
			Bone Heal
				Prof. Munir Salomão
Ware
?
Gore Tex® (Membrana antiga).
	Poliétero (Teflon®)
Biomaterial
Biomateriais → materiais que podem ser implantados.
		Os biomateriais devem possuir as seguintes propriedades:
1. Não induzir a formação de trombos como resultado do contato entre o sangue e o biomaterial.
2. Não induzir resposta imunológica adversa etc.......
IMP (fábrica da Bone Heal).
Bone Heal. Ind. E Com. Ltda.
	Permite que você use o sistema de implante que gosta e confia.
Para		- O que se vai fazer
O		- Qual a importância do procedimento
Paciente	- Quais os benefícios da técnica
		- Como você vai fazer........
	Regeneração Óssea Guiada com Barreira boné heal.
	Após a exodontia → reabsorção do rebordo alveolar.
	Progressiva e			Modelação e Remodelação
	Irreversível			ósseas
	Acelera nos Primeiros		fisiológicas
	6 meses			
	Complicações			60% largura
					40% altura
	Reabilitação
	Alteração do contorno no alvéolo após extração
a) Cicatrização espontânea
Situação		------------------------------------------------------------------------------------------------------
Inicial			1		2		4		8		12
0 semanas
Araújo MG, Lindhe.
b) Posicionamento imediato de implantes.
Araújo........			
células pluripotentes
		Células Mesenquimais
Medula Óssea		Células		Vasos sanguíneos
			Osteogênicas
Fatores de						BMP-2
Crescimento (FGT B, IGF, PDGF, FGF)
	Depende do lugar onde está o estímulo que ela vai sofrer.
	Andrade, Altair Dantas.
	Pré-Osteoblastos: Medula Óssea, periósteo e endósteo.
	Características
		Muitos ribossomos livres
		Pouca quantidade de retículo endoplasmático rugoso
		Pequenos complexos de Golgi.
	Osteoblastos → Formação de tecido ósseo → matriz orgânica.........
	Kélen Fabíola Arrotéia; Luis Antônio Violin Pereira – células – uma abordagem multidisciplinar – Pag. 34:49 – Editora Manole – 2005.
		Métodos usados para aumento ósseo:
			Enxerto
			Implante de Biomateriais
			ROG
			Distração Osteogênica.....
Princípios Biológicos para aumento ósseo.
	Osteogênese: refere-se às células ósseas vivas transplantadas e com a capacidade de “gênese” de novo tecido ósseo no leito hospedeiro.
	Formação dos tecidos após a extração em modelos humanos.
	Após a EXODONTIA.
		
Resumo da sequência de eventos
Mesmo dia		Formação do coágulo.
4 dias			Primeiras evidências de epitelização.
			Substituição do coágulo por
7 dias			tecido de granulação.
			Formação de tecido osteóide no fundo do alvéolo.
90 dias-		Substituição.
			Materiais de preenchimento utilizados em ROG.
		Autógeno Intra ou Extra-Oral.
	Princípio da Osteopromoção.
	Buser, D.; Dahlin, C; Shenk R. K – Regeneração Óssea Guiada em Implantodontia – Quintessence Ed. Ltda. 1996-269 p..
	........aplicação de materiais de enxerto ósseo podem realmente interferir com o processo de cicatrização óssea normal.
	Histologic Findings After Implantation and Evaluation of Different Grafting Materials and Titaniun
	Muitas vezes somos traídos ou nos deixamos enganar diante da imagem que estamos vendo.........
	Requisitos para que ocorra a ROG.
· Fonte de células osteogênicas
· Adequada vascularização
· Tecido ósseo viável adjacente ao defeito.
· Criação de espaço para 2.........
Murray, 1957.
		Cavidade Óssea
			↓
		Coágulo + Osteoblastos
Barreira Física			Encapsulamento Tecidual
Formação Óssea
	Estudo experimentalda eficácia de barreira......
	Ensaios de........
· Compatibilidade de tecido intramuscular
· Toxicidez sub-aguda.
Polipropileno
	Aloplástico – Osteopromotor – Biotolerável.
	Barreira Mecânica
		Manutenção do Coágulo Sanguíneo
Células Mesenquimais
CRI$E (Crie)
 ↳ CRIE$ (Crie dinheiro).
Fatores de Coagulação
	Fator 	Sistema	Outras Designações
I	IN.
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
X
XI
XII
XIII
	Histologia e Embriologia Oral – Texto Atlas – Correlações Clínicas – Primeira Edição – Eduardo Katchburian & Victor Arana – Edit. Méd. Panamericana – 1999.
	Componentes do Periodonto de Inserção ou de sustentação.
	Técnica
		Osso alveolar Propriamente Dito
		Lâmina Cribriforme.
		Bundle Bone.
		Lâmina Dura.
	Araújo.
	O não fechamento primário dos retalhos preserva mais tecido queratinizado.......
	Superfície Externa.
	Superfície Interna.
	PRP → coágulo em pote Dappen → depois coloque no alvéolo e põe-se a membrana por cima.
	Superfícies
	Externa					Interna
· EDX 20000L		* EDX
Espectrômetro de Fluorescência de Raios X por Energia Dispersa.
Perfuração para implante em 90 dias.
	Membrane permeability is unnecessary for guided generation of new bone.
	Schmidt
	Bone Tissue Formation in Extraction Sockets from Sites with Advanced Periodontal Disease: A histomorphometric Study in Humans
	Características
	Exposição ao meio bucal → benefícios
		Retalhos delicados → Distantes entre
			↓		si
Facilita a técnica cirúrgica		facilita a técnica
		↓			cirúrgica
	Menor morbidade		 ↓
		↓			Acessibilidade
Melhor pós-operatório			aos clínicos
	↓				gerais
Tranquilidade para o Cirurgião 	 	↓
Maior Quantidade de tecido		Aumento do número de pacientes beneficiados
Queratinizado					↓
					Aumento do número de pacientes para implantes
Não interfere na posição		↳Aumento da demanda
Da linha 					↳ diminuição do preço
Muco-gengival
	Não sofre alterações dimensionais → benefício.
Mantém o coágulo aprisionado → Aumenta as possibilidades da Instalação de Implantes
		↓			imediatos
Não há necessidade de
Enxertos ou implante de		Recupera, preserva a arquitetura do rebordo.
Biomateriais.
	↓
Maior quantidade de tecido ósseo.
	100% Impermeável → benefício
		↓
	Protege o coágulo
			Apresentação
	Fluxo laminar.
	Eficiência da Clorexidina como agente..........
	Transporte de Medicamentos aspectos regulatórios
	- Objetivo Principal – evitar que os produtos farmacêuticos sofram alterações durante o transporte e seja mantida sua qualidade;
	- Definição transportador: Empresa que realiza o transporte de produtos farmacêuticos com meios de transporte adequado a fim de ser mantida a qualidade.
	Transporte de Medicamentos.
	Aspectos Estruturais – Recomendações.
Solução:
	Manter um estoque mínimo do produto.
	“A simplicidade é o último grau de sofisticação”.
				Leonardo Da Vinci.
Aplicações Clínicas
	Protocolo.
	Three dimensional socket preservation...
	Exodontia de Primeiro Pré-Molar........
	Sem a interferência de Terceiros
	Exodontia de Molares com raízes convergentes e instalação de Implantes Imediatos.
		Raiz cônica.
		Ø implante < Ø raiz.
			Estabilidade Primária
	Quanto maior o gap melhor para por o implante e preencher de sangue para por a barreira e promover formação osteogênica.
	ROG – elemento 12
		Tratamentos anteriores : Apicectomia
		Tratamento a ser realizado:
			Exodontia,
			Implante Imediato,
			Barreira.
	Extensa área radiolúcida.
		Imagens Transaxiais
			Observar a espessura da tábua óssea palatina.
			4 X 18 HI
	Simultaneous Sinus Membrane Elevation and Dental Implant Placement.
	Broca Trituradora → Trefina + broca espada trituradora.
	Conclusions: simultaneous sinus membrane elevation and implant placement with or without bone graft......
	Curetagem de seio maxilar.
	Distância dos Cortes em TC = 2,5 mm
	Expansão do rebordo em 2 estágios cirúrgicos
	Mandíbula: Região Anterior
	J. Cano, J. Campo, R. Evers. Expansion of the alveolar bone crest in two stages: two clinical cases. Oral Surgery 4 (2011) 30-34.
	Selcuk Dasa, Altan Varol......
	KI 3 % + H2O2 10 vol.
		Preparar sol 1:1
		3 Irrigações sequenciais
		 De 20 ml diariamente.
		Cuidado: alergia ao iodo.
Primeira Fase:
	Retalho
	Corticotomia
	Sutura.
Broca FG Casa das Brocas
No ½ ou ¼		todos os tipos de Brocas Odontológicas.
Segunda Fase: 30 a 45 dias
	Osteotomia na crista do rebordo → separação das corticais → inserção dos implantes.
	Cinzel monobiselado.
					Seminário
			Bifosfonados (BFs)
					Júlia Maria Francisco.
	São análogos sintéticos do pirofosfato inorgânico.
· Agem diretamente na matriz óssea.
Clinicamente
Alendronato, eban-dronato, risedronato, pamindronato, clodronato e ácido........
Importante
· Com base na definição operacional da OMS, estima-se que acima de 50 anos, 13% a 18% das mulheres e 3 a 6% dos homens apresentem osteoporose, se considerados apenas os valores...
Indicação: prevenção da osteoporose.
Import.
· Lenart ET AL., 2009;
· Abrahansen ET AL., 2010.
· Meier e colaboradores, 2012;
· Erviti ET AL, 2013;
· Índice significativo no aumento da densidade óssea e diminuição de fraturas intercorrentes nos pacientes onde foi implicado o uso acima de 3 anos.
Consequências.
· Controle de eventos adversos em relação ao uso de BFs a longo prazo:
· AVCI
· Câncer de estômago, esôfago e colorretal.
· Osteonecrose e Inflamação em Mandíbula.
· Fraturas atípicas.
Odontologia
· Identificação do paciente e o nível de risco.
· Identificar a família dos BFs utilizado, período de uso e dosagem.
· Tratamento 
· Método
Os BFs podem ficar até 12 anos no organismo.
	Osteonecrose.
	Ocorre devido a diminuição de formação de vasos, onde a nutrição óssea ocorre pelo periósteo.
· Toxicidade nos tecidos moles
· Crescimento de bactérias.
· Dilaceração do tecido
· Cirurgias extensas e traumáticas.
· Está sendo ou foi submetido ao uso/terapia de BFs.
· Exposição necrótico óssea por mais de 8 semanas nos maxilares sem histórico;
· Nenhum tratamento de /ou histórico de irradiação.
· American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons (AAOMS).
Tratamento.
· Antibioticoterapia (Penicilina associada)
· Clorexidina à 0,12% (Tópico)
· Debridamento.
· Resecção parcial com uso de PRP;
Conclusão
· Anamnese.
· Exames e acompanhamento responsável.
· As cirurgias realizadas em pacientes com uso prolongado de BFs devem ser sempre bem selecionados com cobertura de AB; e se, eletivas, avaliar uma possível suspensão. Possuir acompanhamento periódico para eliminação de bactérias no meio bucal e no sítio cirúrgico.
· Próteses sempre bem adaptadas, previamente e posteriormente ao tratamento.
Referências
· American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons (AAOMS) .Position paper on bisphosphonate: related......
Guta-percha exposta em meio bucal em 15 dias contamina o ápice.
		“Fatores de Risco na Osteointegração”
					Prof. Dr. Renato Casarin
Falhas de Implantes.
	Precoce (early)
Incidência 
Fatores associados ao paciente
	Fumo (DR 3,3, p = 0,003).
	Uso de anti-depressivos (DR = 2,44, p= 0,009) Serotonina (reduz densidade óssea)
								JDR – Chrcanovic ET AL., 2016.
· Não inclui pacientes com bifosfonato.
Fatores associados ao Implante.
	Fumo (DR 2,1 ; p= 0,02) Osteogênese/Angiogênese.
	Smoking Radiotherapy, Diabetes and Osteoporosis as risk factors for Dental Implant Failure : A Meta-Analisys.
		DR = 1,92 (35118 implantes).
	Risk Factors in Early Implant Failure: A Meta-Analisys.
		DR = 1,95 (10.221 implantes).
	Smoking and dental failure.
	Efeitos do fumo na cicatrização:
a) Monóxido de carbono alta afinidade pela Hemoglobina, reduzindo O2 nos tecidos.
b) Nicotina é uma potente vasoconstritora que aumenta a agregação plaquetária e reduz fluxo sanguíneo.
c) Fibroblastos e PMN têm função reduzida.
d) Cicatrização e metabolismo colágeno frágil.
Smoking Modulates Gene Expression Type I Collagen.
Osteocalcina	 transforma matriz osteóide
Sialoproteína	 em matriz mineralizada.
	Multiple Logistic Regression for Gene Expression.
	12 milhões de Diabéticos existem no BR hoje em 2016.
	Diabetes and Oral Implant Failure: a Systematic Review.
B.R. Chrcanovic, T. Albrektsson and A. Wennerberg.(Não significante)
	Oral Rehabilitation
		Review
		Reasons for failures of oral implants.
			(sem associação clara).
	Factors Influencing Early Dental Implants Failure.	
			(não significante)
Microbiota subgengival			Nível de glicose no fluido gengival
+ patogênica					aumentado.
			Diabetes Mellitus				Resposta do hospedeiro
		Mal controlado.				Alteração na função neutrofílica.
			Metabolismo do colágeno: menos fibroblastos.
	Impact of type 2 diabetes on the gene expression of boné-related factors at sites receiving dental implants.
	Relative levels of mRNA for all genes, gene(mRNA GAPDH) in systematically healthy patients and in patients with........
	Osteoporose (perda precoce é sem efeito)
	Estudos em animais = forte associação.
	Associado a fatores do paciente/sítio (< remanescente ósseo-idade).
	Sem associação clara
Gênero
	Masculino – DR 24,5; p < 0,001.
	Risk factors associated with early implant failure: A 5-year retrospective clinical study.
	Factors influency Early Dental Implant Failures (JDR).
		B.R.Chrcanovic; J. Risch, T. Albrektsson.
						DR 1442,5; p< 0,005
		Peridontite Severa	 	Não-significante
						DR 1,78; p< 0,0001.
	Redução de osso disponível
	Desenho do implante e local.
	Presença de microrganismos.
	Periodontally compromised VS. Periodontally.
					DR = 2,28 (5246 implantes).
Radioterapia				Dental Implants in irradiated VS. 
(2 à 3xs + chances de perda).		Nonirradiated patients: a meta-analysis.
	Afeta negativamente, em especial, na Maxila.
	Sem impacto se instalado antes ou 12 meses após a RT (radioterapia).
	O próximo da radioterapia.
	Dental Implants Installed in Irradiated Jaw: A Systematic Review.	 (JDR):
			DR = 2.8 (DR = 5,6 Maxila)
	Oral rehabilitation with dental implants in irradiated patients.
	- Alteração na atividade osteoblástica (formação e remodelação)
	- hipóxia celular e hipovascularização.
	- redução perfusão e ↑↑ fibrose;
				Chen ET AL., 2016-06-21			
				Blery ET AL. , 2015.
	- Relacionado à dose (> 400 Gy; 50 Gy ou > 5 Gy ) e tempo (6,12 ou 24 m),
	- HDO não é comprovada como alternativa.
	Terapia hiperbárica [1 a 2 horas (oxigenação)]
		↳ Enxertos ósseos
		↳ Osteonecroses
		DR = 1,2 ; p= 0,95
		Variação de espera 6 sem – 77 meses.
	Revista: Head and Neck.
	Quimioterapia DR = 1,2 ; p=0,95
		(Não tem relevância significativa)
	Dental Implants in Patients Receiving Chemotherapy: A Meta-Analysis.
		Bruno Ramos Chrcanovic, DDS; MSc.
		Tomas Albrektsson, MD, PhD; + and Ann Wennerberg, DDS, PhD 	++.
	Altura densidade óssea e nova formação,
	Radioterapia associada e poucos estudos.
	Fatores relacionados ao implante.
	Ø do implante Não conclusivo
			 DR = 1,02
	Comprimento do implante < 10 mm – risco por perda precoce.
				DR= 1,6.... (16075 implants)
		Sugestivo de perda (precoce/tardia)
	Implantes “rescue”: escolha para sítios com pior qualidade e arquitetura.
		Geckl ET AL. , 2013 – sem influência na perda precoce, apenas tardia;
		Indivíduo...........- Gaya ET AL., 2016 – DR 40,01 (p< 0,001) de perda precoce
 (
Comprimento do Implante
)	Risk Factors in Early Implant Failure: A Meta-Analisys.
	Em Maxila ou tipo ósseo? Não significante
· Alguns estudos indicam osso tipo IV com associação à perda precoce 
Implante custo em osso esponjoso
		Falha.
		Área com osso com altura remanescente adequada.
	Fatores biomecânicos? 
		Espessura da cortical.
	Maxila anterior – traumatic zone.
			- estética exige > cuidado com a posição (relação estética – osso disponível).
	Fatores relacionados à cirurgia.
	Implante Imediato
			DR 2,3, p< 0,0001.
Sugestivo		Unitário DR 2,1; p= 0,0007.
 De			Protocolo – sem significância
Falha.
	Dental Implants inserted in fresh..........
			Redução de estabilidade
	Por quê?	Necessidade de enxertia (GAP)
			Carga precoce.
	Enxerto Prévio	Sugestivo de falha
				Poucos estudos
				Diferentes tipos de enxertos,
				Alteração na estabilidade primária ?
	Evaluation of Possible Prognostic Factors for the Success.....
	Sítios enxerto > ISQ (estabilidade).
	Necessidade de torque mínimo para carga imediata;
	Carga Imediata = Tipo de reabilitação imediata
		Immediate nonfunctional VS........
	Problemas pós-operatórios
		DR 336,9; p< 0,001.
		+ infecções em SMK (Smoker)
		+ em periodontal
Infecções, dor, etc.
	Antibioticoterapia
		Efeito protetor
			Amoxicilina® 2g/1 h antes implante.
		Cochrane Library
		Cochrane Database of Systematic Reviews.
	Reduz em 33% a falha.
									Associação positiva
	Experiência do CD
				Inexperientes (< 50 implantes) 2x mais falhas;
				Primeiros 9 implantes.
 (
IV
)						Lanbert ET AL., 1997.
	Bifosfonatos em dose alta :		não 
	Radioterapia em uso no momento		faça
					↓
	Pedir Hemograma:		Só, no resto faça e
	Glicemia			e explique.
	U....
			Taking Risk.
Falha ou Risco de Implante ?
	Ex.: bifosfonados → usado em doença de Paget.
		Potentes anti-osteoclastos
			Anti-angiogênico (não forma vasos).
			Ativa linfócitos T;
			Tumoricida
			Anti-resorptivo
			Osteopetrose (menos celularisado) Bonnet ET al.
			Atua também em macrófagos.
			Reduz combate infecção
			Osteonecrose dos Maxilares.
			(MRONJ – Medication related osteonecrosis of Jaws).
	Bisfosfonatos (BsFs) + bactérias Gram-negativas + má higiene oral osteonecrose
	BsFs sem bactérias → ausência de osteonecrose } Pesquisa
		Osteonecrose dos Maxilares (ONM)
			Não-cicatrização da exposição óssea na Mandíbula ou Maxila que persiste por mais de 8 semanas em um paciente que esteja utilizando (ou utilizou no passado.......).
 (
VO
)		Frequência:
 (
IV
)	- estimada em 0,07 /10000 pacientes que receberam BsFs por 
	- 1 a 12% dos pacientes que receberam a administração .
				(AADMS, 2007; Mavrokakki ET AL. 2007).
	Revisão sistemática mostrou que a incidência dessa condição pode variar entre 0% a 27,5 % (sendo taxas mais altas associadas ao uso de BsFs...............).
 (
IV
)	Evaluation of dental implants as a risk factor for the development of BsFs- related osteonecrosis of the jaw in breast câncer patients.
	BsFs 
	Implantes antes da terapia com BsFs.
	Acompanhamento 3 anos após BF.
	Medication Related Osteonecrosis of the Jaw around dental Implants: Implant surgeryTriggered or Implant _resence-Triggered Osteonecrosis ?
1. Ambas condições levam a OSTEO...........
2. (
VO
)Risco < se BF 
3. Risco > em posterior
4. Risco > se BF > 3 anos.
5. Risco > se terapia com corticoide.
Ilaria Giovannacci, DDS, MSc
Maro Meleti, DDS, PhD
Maddalena Manfredi, DDS, PhD
	 Carmen Mortellaro........
	Paciente que utilizou BF oral por menos de 4 anos e sem fatores de risco, sem alterações no planejamento;
	Inserir o paciente em rígido controle de manutenção.
	American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons Position Paper or Medication – Related Osteonecrosis of the Jaw – 2014 Update.
	Paciente utilizou BF oral por menos de 4 anos e utiliza corticoides ou antiangiogênicos, des........
	Paciente utilizou BF por mais de 4 anos, com ou sem outros medicamentos, retirar BsFs 2 meses antes, IF. Systemic conditions permit.
 (
IV
)	Evitar instalação de implantes em pacientes oncológicos utilizando utilizando BF ou antiangiogênicos
 (
Falhas Tardias
) 
																														
	Após o carregamento protético funcional.
	Solicitar que a Medicina troque o BF enquanto da terapia com BF para outro inibidor da recptividade solubilitável.
1. Infecções
2. Sobrecarga
Biofilme.
	Sobrevivência [94,4 % / 92,8% (5/10 anos)] X Sucesso [89,9% / 54%(5/10 anos)]
A distinguishble observation between....
Complicações
		- biológicas
		- técnicas
Infecções
	Mucosite periimplantar
				Plasmócitos
Peri-implantite	Linfócitos
Desenvolvimento semelhante à gengivite.
			 Semelhante à periodontite
Origem: biofilme bucal.
A perda à semelhança de perda do dente.
	90% dos implantes sangram em mucosite
	Fatores associados
		- Fumo: 7 x mais chance de ter mucosite.
		- pacientes sem Plataforma Switch (2 x mais) em mucosa queratinizada – Protetor.
Plataforma Switch
	Prevalência das Doenças.............Shiota – UNIP
	Risk indicators for perimplantitis.
	A cross-sectional study with 916 implants.
	-histórico de DP
	- prótese cimentada
	- facetas de desgaste (briquismo)
	- Protocolo.
	Effectiveness of Implant Therapy Analysed in a Swedish Population: Prevalence of Peri-implantitis.
							J. Dercks.
			Fatores associados
				- histórico de DP
				- < 4 implantes
				- especialistas VS. Clínicos.
Histórico de DP
	O histórico de periodontite parece estar relacionado à perda de implante.
	Com doença tratada cai em 5,1 % a taxa de Peri-implantite.
	Clinical Trial of Implants Placed in patients diagnosed with periodontitis...
 (
Aa
)					Hugo Felipe do Vale.
 (
Pg
) = Actinomyces actinomicetecomitans
 = Pseudômonas granulomatosa.
	Fumo
	66% mais chance de perda de implante.
	J Investig Clin Dent. 2016 Nov;7(4):401-409. doi: 10.1111/jicd.12176. Epub 2015 Jul 14.
Impact of heavy smoking on the clinical, microbiological and immunological parameters of patients with dental implants: a prospective cross-sectional study.
Ata-Ali J1,2, Flichy-Fernández AJ3, Alegre-Domingo T3, Ata-Ali F3, Peñarrocha-Diago M3.
	Higiene Oral
		Evidência substancial de associação
	Diabetes (Relação não completamente estabelecida) preditor de risco para perda óssea. Depende do controle glicêmico.
	Clin Implant Dent Relat Res. 2016 Aug;18(4):801-9. doi: 10.1111/cid.12339. Epub 2015 Mar 30.
Influence of Glycemic Control on Peri-Implant Bone Healing: 12-Month Outcomes of Local Release of Bone-Related Factors and Implant Stabilization in Type 2 Diabetics.
Ghiraldini B1, Conte A1, Casarin RC1, Casati MZ1, Pimentel SP1, Cirano FR1, Ribeiro FV1.
				
 Cirurgia
				(Osteotomia).
					↓
				Formação de coágulo
					↓
				Reabsorção.........
	Plataforma “switch” < perda óssea (-0,3 mm).
					Melhor resultado com passar do tempo.
	Tecido Queratinizado
		“A presença de tecido queratinizado ao redor dos implantes..........
	Preservation of keratinized mucosa around implants using a prefabricated implant-retained stent: a case-control study
Chang-Soon Kim,1 Hieu Pham Duong,2 Jung-Chul Park,1 Hyun-Seung Shin1
Int J Oral Maxillofac Implants. 2013 Nov-Dec;28(6):1536-45. doi: 10.11607/jomi.3244.
The effect of keratinized mucosa width on peri-implant health: a systematic review.
Gobbato L, Avila-Ortiz G, Sohrabi K, Wang CW, Karimbux N.
	Implante Imediato → não
		Lesão Endodôntica previamente à colocação de implante teve uma maior ocorrência de perda tardia do....
	Enxerto Prévio
		Associação positiva.....
	Prótese Cimentada
		Presença de cimento residual
					(Linkevicus.....)
		Estudos contraditórios.............
		Excesso de cimento:
			- 11/32 implantes com falha técnica
			- 62/97 implantes com falha biológica
	Implante Imediato (não houve associação)
	Tipo de reabilitação (protocolo tem maior perda por piora da higienização).
	Até 5 implantes = menos risco
	+ de 5 implantes = > risco
	Dental floss as a possible risk for the development of Peri-implant disease: na observational study of 10 cases.
				Frank JJ Van Velzen
				Niklaus P. Lang
				Engelbert AJ M. Schulten
				Christian M. Tem Bruggenkate.
	A review assessing the quality of reporting of risk factor.........
	Controle as expectativas dos pacientes, controle ele.
	Resultado + Expectativa = Satisfação.
				Planejamento
						Discussão de Caso Clínico
	EXODONTIA do 12	com
	EXODONTIA do 25	provisórios
	Implante do 12, 25 (Imediato)
	Implante do 14 , 36
	Ortodontia com mola no 46.
	Facetas laminadas do 15 ao 25.
	Após Ortodontia, gengivite e clareamento nos demais
	Troca das Restaurações de Amálgama
		Alternativas
			Provisórios nos 13, 14 e 15
			Corôas totais dos 48, 47, 46 e 45.
	Desgaste compensatório de distal do 15 e mesial do 17
	Implante Paralelo osso duro.
	Implante cônico osso esponjoso
		↳ broca subfresada (só para orientar).
	Implante auto-rosqueante
	Implante Maquinado (rosca com porquinha junto).
	Com Exact® dá para por e tirar o provisório a hora que quiser
		↳ munhão indexado
	Técnica de Tarnow [reposição de contorno gengival através da liberação de retalho (2 incisões paralelas, uma no sulco, outra na linha muco-gengival, um pouco abaixo) e tracionamento até o contorno gengival].
	Seleção de Implantes → para que Prótese?
3.3 X 7 mm(Ankylos® o menor)
		↓				↳ cone Morse
	Para posterior
					Fixação Zigomática
				Uma Alternativa para Reabilitação
				Protética da Maxila Atrófica
						Prof. José Flávio Torezan, CD, MS
	Torezan
Cirurgia Buco-Maxilo-Facial
Implantes Osseointegrados
	1989 – Bränemark
		Implante à Distância Implante Zigomático
	199.....→ vendeu patente para Nobel.
	Osteo Health (nos EUA empresa que distribui Bi-Oss® lá).
	Em Cirurgia menos é mais.
	John Paul Stella → técnica zigomática que exterioriza ao seio maxilar.
· Implantes Osseointegrados com enxertos ósseos.			Técni-	
· Enxertos mistos			as mais				cas
· Enxertos da área extra-bucal.	Escolhidas				para
· Osteotomia Le Fort I (para rebordo misto reabsorvido)			Reabilitação
· Enxerto aposicional (blocos intra-orais) anterior e sinus lift posterior	da Maxila.
A Fixação Zigomática.
	Enxerto + Implante.
 Técnicas Usuais
	Desvantagens das Técnicas Tradicionais
· Necessidade de área doadora de enxerto.
· Longo período sem utilização da PT.
· Possível internação hospitalar.
· Tempo prolongado de tratamento.
· Custo mais elevado .
Implantes em Enxertos Ósseos.
· Sucesso em mais ou menos 80% a 90% dos casos.
Jensen ET AL. 1999.
	Varying treatment and strategies for reconstruction of maxillary atrophy with implants: results in 98 patientes.
									JOMS 1994: 52:210
	Área enxertada é a área que tem mais probabilidade de perda.
				O protocolo.
· 1989 = Branemark.
· Implantes de 30 à 52,5 mm.
· Ancoragem direta no osso zigomático através do seio maxilar e rebordo maxilar.
· Deve haver osso suficiente na região anterior da maxila para colocação de 2 implantes normais.
Procedimento Cirúrgico.
Implante Zigomático é palatinizado.
	Indicações.
· Alternativa aos enxertos ósseos
· Maxilectomia.
· Casos unilaterais com osso remanescente que permite a colocação de 2 implantes normais anteriormente ou posteriormente ao seio.
Características
· Pode-se colocar enxerto na região anterior maxilar.
· Região posterior........
A Anatomia
A Maxila reabsorvida
O seio maxilar.
	Retirar processo lucinado do óstio do seio maxilar no ducto.
	Se a infecção evoluir para seios etmoidais e esfenoide, vai para a órbita e causa infecção da órbita (celulite orbitária), ou, pior, abscesso craniano na caixa.
· A cadaveric study of maxillary sinus size as an aid in bone grafting of the maxillary sinus floor
Yuki Uchida, DDS, PhD (Research Fellow)Correspondence information about the author DDS, PhD Yuki Uchida1
, 
Masaaki Goto, DDS, PhD (Associate Professor)
, 
Takeshi Katsuki, DDS, PhD (Professor and Chairman)
, 
Toshio Akiyoshi, MB, PhD (Professor and Chairman)
1Private Practice, Uchida Dental Clinic, Chihaya, Higashi-ku, Fukuoka, Japan.
 Estruturas adjacentes........
	Musculatura Peri-Zigomática.
· Janela para visualização do teto do seio maxilar (vértice do zigoma).
· Correta angulação para não atingir a cavidade orbitária ou região ptérigo-maxilar.
· Necessita de curso específico para treinamento.
· Conhecimento da anatomia orbitária e 1/3 facial.
Aspectos Cirúrgicos
· Seio Maxilar deve estar absolutamente sadio.
Petruson 1999
· A mucosa do seio tem a aparência normal depois da cicatrização.
· Não acarreta risco de reações inflamatórias na mucosa nasal ou do seio maxilar.
Contra-indicações.
	Ohrnell L. O. . Surgical Aspects of zygomatic fixture. Talk of the times, Nobel Biocare.
	Até 1999.
· Suécia: 77 pacientes, 156 fixações.
· 5 → controle de 10 anos.
· 54 → controle de 5 à 9 anos.
· 97 → controle inferior à 5 anos...........
Exames por Imagem.
· RX de Waters.
· RX panorâmico.
· Tomografias computadorizadas
· Reconstrução em 3D
· Prototipagem.
Reconstrução 3D
		Tomografia Computadorizada.
	RX panorâmico.
RX de Waters
	Implante Justa-Ósseo (Fibro-Integração).
	OInstrumental-Material Específico
· Brocas
· Guias
· Ponta-Reta 4:1 (Torque 16:1).
· Guias de Proteção.
Não comprar Driller®.
	Material para levantamento de seio....
		8,10, 2 , 3 (sequência de brocas).
· Carcterísticas: Øs distintos 3,75 mm no ápice e 4mm na cabeça.
· Broca esférica n o 9
· Broca piloto 2
· Broca 	 3
A sequência cirúrgica.
	Na crista do rebordo............
 Descolamento até raiz do zigoma (rebordo orbitário lateral até zigoma)
		Anestesia interna mais externa na altura do zigoma
Retirar janela óssea.
	Rosqueamento do Implante.
	
Sutura	 Catgut®
		 Vicryl Rapid®.
	Reembase com Soft Confort®.	
	Após 4 meses: Abuttment Unit.
· Inclinação palatina → área de PMs
· União rígida encaixe passivo e preciso entre as fixações zigomáticas...........
Abuttments.
	Molda.
Ferulização com Resina Imediatamente após a Sutura.
	Protocolo Protético.
	Vantagens.
· Baixa mobilidade.
· Tratamento rápido
· Menor tempo cirúrgico.
· Menor período de recuperação.
· Possível tratamento ambulatorial.......
*Protetor em bola de Teflon = Reli-cap ou Pilar Protetor de Teflon.
Desvantagens.
· Necessita de treinamento específico
· Necessita instrumental específico.
Dose de Radiação muito alta para Tomografia Mult-Slice.
	Esférica 8 laminada
	Intra-sinusal (Descolamento).
	Retira-se a lâmina óssea.
Antigamente punha-se abuttment e cicatrizava-se 4 à 6 meses.
	Hoje → carga imediata.
	Disposição dos Implantes.
1. Zigomático
2. Zigomáticos		 Retos (preferíveis)
Paralelos 
1Paralelo e 1 angulado
Padrão de reabsorção
Método de Implantação
Técnicas Anestésicas
	(Prilonest® 3%)
Terapia Medicamentosa
	Muito antiinflamatório → retenção de Na.
	Só Analgésicos e Antibióticos (Amoxicilina) para idosos.
	Usar protetor de mucosa gástrica : Omeprazol®, etc.
	Cuidados especiais:
		Omcilon A® em “Orabase” perilabial.
		Benzidamina colutório em prótese (enxaguar).
Padrão de Documentação.
Recomendações Pós-Operatórias para Cirurgias de Pequeno e Médio Porte.
	Aspecto da Mucosa.
Ferulização com Resina (Patern Resin) Imediatamente após a Reabertura.
Reabertura e Torque.
	Instalação dos Abuttments.
	In 2015.
		50 anos da Osseointegração.
			Complicações em Cirurgia de Seio Maxilar (Sinus Lift).
							Prof. Dr. José Flávio Torezan
						Especialista Mestre e Doutor em
							Cirurgia Buco-Maxilo-Facial.
 (
Infecção grave
)	Doença Ocupacional dos profissionais de UTI: presença de Pseudomonas aeruginosa em seio Maxilar 
 .
		Complicações
			(Relativamente Baixas)
· Incisões.
· Elevação do retalho muco-periostal......
Diagnóstico e Manejo.
· Intra-Operatório
· Período Pós-Operatório
3 semanas
E depois de 3 semanas.
	Contra-Indicações:
· Neoplasias.
· Grandes Cistos maxilares
· Sinusite (aguda ou crônica).
Epitélio do Seio = Pseudoestratificado ciliado colunar
					Beaker (goblet) Cells Mucus(Células secretoras de muco)
 
Complicações Intra-Operatórias.
Perfuração da membrana.
	Perda do material de enxerto via ferida ou intrasinusal.
	Hemorragia
	Obstrução mecânica do óstio.
	Danos ao nervo intraorbital
· Perfuração da membrana.
-Imediata, porém pode levar à complicações.
- Tardia: perda de enxerto, infecção, sinusite crônica.
→ Elevação insuficiente da membrana
→ Inserção de muito material de enxerto.
→ Materiais de enxerto com “cantos vivos”.
*Inserção Progressiva com leve pressão.
				Aimetti ET AL. 2001.
	“O Bom é inimigo do Ótimo”
	Perda de material de enxerto através da antrostomia ou intrasinusal.
	Livro de	Autor:
Complicações		Stuart Frum
Dental Implant Complications: Etiology, Prevention, and Treatment, 2nd Edition
Stuart Froum (Editor)
Clin Oral Implants Res. 1999 Feb;10(1):34-44.
Blood supply to the maxillary sinus relevant to sinus floor elevation procedures.
Solar P1, Geyerhofer U, Traxler H, Windisch A, Ulm C, Watzek G.
· Anastomoses extra-ósseas
· Anastomoses intra-ósseas.
Obstrução do Complexo Osteomeatal
· Migração de material de enxerto para o interior do seio, via perfuração
· Enxertia até bloquear o óstio.
Danos do Nervo Infraorbital
· Durante afastamento do retalho.
Complicações Pós-Operatórias no Período até 3 semanas.
1* Deiscência de sutura.
2* Formação de fístula
3*Infecção aguda do enxerto.
4*Hematoma pós-opertório (Equimose)
5*Exposição de enxerto ósseo em bloco
6*necrose asséptica do enxerto.
1+2 –Surura inadequada.
	- Ulcerações por pressão de PPR.
	-Desenho de retalho inadequado.
	-Principalmente com aumento ósseo alveolar (“soltar retalho”).
* Remover parcialmente o aumento ósseo.
	Fio de sutura bom: Citoplast®.
	2 = Fístula (pertuito=epitelização).
		Infecção sinusite aguda:
		Fechamento com gordura de Bichat.
		Pansinusite.
· Patologias periapicais ou periodontais
· Bactérias da boca ou sinusais.
· Sinusite crônica.
· Dor
· Edema
· Deiscência
· Fístulas
· Exsudato – na sutura, nariz ou garganta.
Infecção
· Extração simultânea de dentes adjacentes com contaminação bucosinusal via ápices.
Barone ET AL. 2006.
· 124 elevações sinusais do rebordo 26 com aumento lateral.
· 3% de infecção grupo só seio (98)
· 15,4% de infecção grupo com seio mais rebordo lateral 5 das 7 infecções ocorreram em fumantes.
Barone ET AL. . A Clinical study of the outcomes and complications associated with maxillary sinus augmentation . Int. J. Oral Maxillofac. Implants 2006; 21:81-5.
· Causa de infecção em aumento alveolar.
· Deiscência de sutura sobre o enxerto.
· Fumantes.
Infecção				Levin ET AL. 2004.
· Perfuração da membrana sinusal (saliva).
· Deiscência.
· Contaminação do material de enxerto com saliva.
· Hematosinus ou secreção sinusais, ou edema bloqueiam o óstio, permitindo infecções por anaeróbios “cilioestase”.
Peleg ET AL. 1999.
· Antibióticos.
· Descongestionantes nasais.
· Soro fisiológico.
↳ Encaminhamento (Buco-Maxilo ou Otorrino)
· Hospitalização em alguns casos com ATB EV.
· Drenagem endoscópica e abertura de óstio.
· Trombose séptica na área orbital.
*Seguro contra Processos Judiciais em Odontologia: Mapfre®.
Artro-Kerr (broca que abre e aspira).
· Sangramentos-raros.
· Hematomas na região do vestíbulo.......
Tardias
· S.........
· Sinusite Crônica
· Assintomática 
· Decorrente de uma sinusite aguda que não foi tratada com revisão do enxerto, mas, só .... com ATB e Otorrino
· Escherichia coli
· Pseudômonas aeruginosa.
· Outras bactérias anaeróbias.
· ATB pelo mínimo 21 dias.
Quinolonas (Levofloxacino®)
Penicilina + Ácido Clavulônico.
Associações
· Abscesso Intracraniano
· Seio → osso etmoide → órbita → base de crânio.
· Perda de visão.
· Cegueira → abscesso subperiostal
Celulite.
		Aspergilose → invasivo.
· Superfície áspera de enxertos e implantes.
· Cimentos endodônticos.
· Difícil tratamento → infectologista e otorrinolaringologista.exposição de bloco.
· Desgaste e resutura.
· Alguns autores removem tudo.............
Conclusões e Recomendações.
· Seleção adequada do caso.
· Infecção sinusal preexistente.
· Profilaxia antibiótica e terapêutica.
· Bochechos com clorexidina pré-operatório e antissepsia com clorexidina alcoólica na face
· Campos operatórios (barreiras assépticas).
· Remover problemas periodontais e endodônticos previamente.
Proteína C Reativa = ativador de resposta inflamatória.
· Desenho apropriado do retalho.
· Manter a linha de incisão longe da janela e da membrana
· Prevenir contaminação........
· Bochechos com água morna e sal.
· Bochechos com clorexidina pós-operatória.
· Sempre que possível usar PRP ou PRF.
· Vitamina C + Polivitamínicos e Vitamina D pré e pós-Operatório.
· Encaminhar ao Buco-Maxilo-Facial/Otorrinolaringologista em caso de complicações que não domine.
jftorezan@gmail.com
						WWW.ortognáticatorezan.com.br
				Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS)
								Dra. Maria Lígia Juliano.
· Definição (AASM): episódios recorrentes de obstrução parcial ou total da Via Aérea Superior (VAS) durante o sono (> 10 segds).
· Hipopnéia: redução do fluxo
· Apneia: obstrutiva total do fluxo aéreo.
Desativação da Oxi-hemoglobina.
			↳ baixa oxigenação no sangue e começa aumentar o gás carbônico.
DistúrbiosRespiratórios do Sono.
· Ronco (vibração dos tecidos moles sem apneia)				GRA-
· Síndrome do Aumento da Resistência da Via Aérea Superior (SARVAS).	VI-
Microdespertar									DA-
· Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS)				DE
*SAOS
	- Prevalência: 9% em mulheres, 24% em homens.
	- em crianças :prevalência de 2 a 4%
	- Obstrução nasal (hipertrofia adenotonsilar, rinites, desvio do septo nasal); respiração oral, alterações craniofaciais e dentárias; problemas cognitivos, de aprendizagem, comportamentais, hiperatividade).
	Classificação Internacional dos Distúrbios do Sono (2a edição).
	American Academy of Sleep Medicine, 2005.
	+ de 80 doenças conhecidas envolvem distúrbios do sono.
I. Insônia (33%)
II. Distúrbios respiratórios relacionados ao sono.
III. Hipersonias (0,3.........)
· Síndromes da Apnéia Central do Sono.
· Apneia Central do Sono: Primária
· Apneia Central do Sono causada..........
Avaliação do paciente com DRS
		História Clínica
· Hábitos sociais, alimentares
· Identificar todos os fatores que possam interferir no resultado do nosso tratamento, ex.: medicamentos.
· Indagar sobre qualquer tratamento prévio: psiquiátricos, cirúrgias, etc.
· Índice de Massa corpórea (> 25 kg/m2).
· P.A.
· Aplicação Escala de Sonolência Epworth e outras.
SAOS: Sinais e Sintomas
· Sonolência excessiva diurna.
· Sono não reparador cansaço.
· Cefaleia matinal.
· Hipertensão Arterial Sistêmica.
· Alterações cardíacas e vasculares 
(Risco de Infarto e AVC)
· Alteração do metabolismo da Insulina, Leptina (promove saciedade e tem níveis elevados durante o sono), Grelina (estimulante de apetite, níveis altos quando há privação de sono), hormônio de crescimento, cortisol.... (Síndrome metabólica).
· Falta de concentração.
· Impotência.
Exame Clínico da Cavidade Oral
	Classificação de Bradsky
	Avaliação clínica das tonsilas palatinas
	Classificação de Mallampati
	Espaço entre o dorso da língua e palato mole
	
Graus I, II, III, IV → não se consegue ver a úvula + próximo da apneia.
		
		
		↑
	 úvula úvul úvula
		Exame dos Tecidos Moles.
	Normal throat
Normally size uvula and soft palate.
Tonsils are small or not present.
	Tongue lines below the biting surface of the teeth.
		Obstrutive Sleep Apnea
	Enlongated úvula and soft palate that can contact the tongue.
	Enlarged tonsils witch partially obscure the airway.
	The tongue is large and usually rests above the biting surface of the teeth.
· What your dentist might see If you snore or have obstrutive sleep apnea.
Polissonografia (diagnóstico da Apnéia).
	Exame Clínico Odontológico nas DRS.
· Observação nas condições dentais, oclusais e periodontais presentes no início do tratamento.
· Características iniciais anotadas e documentadas através de modelos de estudos, radiografias e fotografias.
· Atenção especial para estruturas moles: língua, úvula, tonsilas palatinas e palato mole.
· Circunferência do pescoço (H > 42 cm; M > 36 cm).
Síndrome das Pernas Inquietas.
		O que você sente?
Perguntas-		Como você sente ?
-chave			Em que horário ? (final da tarde).
			O que melhora?
	Aspectos Clínicos
· Micrognatia
· Retrognatia
· Pescoço alargado
· Sobressaliência (Cl. II).
· Palato ogival
Quando a criança usa CPAP a maxila fica hipoplásica.
	Escala de Sonolência Epworth
Situação				Chance de Cochilar.........
1. Sentado e lendo
2. Vendo TV
3. Sentado em um lugar público, sem atividade (sala de espera, cinema, reunião).
4. Como passageiro de trem, carro ou ônibus andando uma hora sem parar.
5. Deitado para descansar à tarde, quando as circunstâncias permitem.
6. Sentado e conversando com alguém.
7. Sentado, calmamente, após almoço sem álcool.
8. Se estiver de carro, enquanto para por alguns minutos no trânsito intenso.
0-Nenhuma chance de cochilar
1-Pequena chance de cochilar
2-Moderada chance de cochilar
3-Alta chance de cochilar.
0-7 normal
7-10 suspeito.
		Maior que 10 – apneia.
				SAOS
		 	- Fisiopatologia –
	* Local de Obstrução: Faringe.
		- Hipótese Neural: degeneração dos neurônios neuro-motores.
		- Hipótese Anatômica: via aérea estreita.
 (
Equilíbrio entre atividade dos músculos dilatadores e a pressão interna da VA negativa durante a inspiração.
)	* Mecanismos responsáveis pela manutenção da abertura da VAS em condições fisiológicas.
· Patência da VAS na vigília : ativação neuromuscular contínua dos músculos faríngeos.
Resistor de Starling
	Conceito para descrever um tubo altamente colapsável.
	(o aumento da velocidade do ar faz com que a pressão diminua).
Resistance				Pressure surrownding			Resistence
Upstream				The Airway					Downstream
	
Pressure										Pressure
Upstream										downstream
Upstream				Pharyngeal					Downstream
Segment				Segment					Segment
(nasal)											(Trachea).			
	
Vibração do Ronco: lesão neuronal perda da patência da VAS.
					Fisiopatologia
 (
Hipóxia
)
 (
Evento
De
Apnéia
)
 (
Bradicardia
) (
Hiper-
capnia
)
 (
Ativação de neurorreceptores
)
 (
Microdespertar
)
 (
Taquicardia
)
	
 (
Novo evento de Apnéia
)		Não consciente
Melatonina 3 mg 2 horas antes do sono.
	↳ serve para alteração do ciclo da fase do sono (deslocado o horário).
	Fatores de Risco para SAOS
· Idade
· Sexo masculino
· História familiar positiva para SAOS.
· Consumo de álcool antes de dormir
· Raça (Oriental).
· Fumo.
· Uso de Sedativos
· Alterações craniofaciais
· Hipotireoidismo.
Complicações cárdio-vasculares da SAOS.
· SNA: Simpático e Parassimpático.
· Eventos respiratórios repetitivos na SAOS.
· Estabilidade cardiovascular comprometida:
· Pressão negativa intratorácica.
· Hipóxia.
· Microdespertares.
Endotelina
	(Yanagysawa ET AL. , 1988)
· São peptídeos que promovem a constricção dos vasos sanguíneos e aumentam a PA
· Sintetizada por células endoteliais
Fisiologia
· Endotélio Vascular: funções homeostáticas na manutenção do tônus muscular-fatores de relaxamento e constrição dos vasos.
· Endotélio normal: propriedades anti-trombóticas; se o endotélio for lesado- propriedades pró-trombóticas.
Aumento da endotelina em doenças:
· DPOC
· Vasoconstrição.
· Hipertrofia vascular.
· Proliferação vascular.
· Fibrose
· Inflamação.
Dependendo de onde estão os receptores ETB (Anticorpo Monoclonal Receptor de Endotelina):
· Receptores na musculatura lisa vascular-vasoconstrição e proliferação celular.
· Receptores nas células endoteliais –vasodilatação.
· A produção da endotelina é regulada por vários estímulos mecânicos como hipóxia, lesão da parede vascular, trombina, angiotensina II e insulina
 SAOS
· Síndrome metabólica: resistente à insulina e à leptina relacionada à obesidade visceral, à HAS e à elevação das citocinas e interleucinas (stress oxidativa e disfunção endotelial).
Impacto Sócio-Econômico das DRS.
	Comissão Nacional em Pesquisa dos Transtornos do Sono (EUA).
· Custos Diretos: gastos relacionados ao paciente, médico, governo, empresas de saúde ou seguradoras.
· Custos Indiretos.........
· Nos EUA:
· Custo de acidente relacionados ao sono –estimado em US$ 43,15 bilhões a US$ 56,02 bilhões............
Exame Diagnóstico.
	Polissonografia.
· Padrão ouro para o diagnóstico.
· IAH (Índice de Apnéia e Hipopnéia)
Leve: 5 a 15 eventos/h (tratado por Cirurgião-Dentista)
	SAOS Moderada: 16 a 30 eventos/h (tratado por Cirurgião-Dentista)
		 Grave: > 30 eventos/h.
· Sono Fragmentado.
· Dessaturação de oxi-hemoglobina ≥ 3% (Normal: 90%)
Polissonografia:
· Monitoramento multiparamétrico durante um período de sono (uma noite).
· EEG.
· Eletrooculograma (movimento dos olhos)
E Mento de Masseter para Briquismo
· EMG (Eletromiograma).
· ECG.
· Movimento de membros.
· Esforço re...........
· SaO2.
· Posição corporal.
· Ronco.
Polissonografia
EOGe-RF
EODd-RF
C3-RF
C4-RF
01-RF
02-RF
EMG1
 (
Apnéia Obstrutiva
)	termístor
FLN
FLO
	cânula
CTR
CAB							respiração paradoxal
OXI 90% 90% 90% 89% 92% 95% 97% 97% 97% 97% 97% 97% 97% 97% 97% 96% 94% 93%
ECG
EMG-2
SPS
			Diagnóstico: Apnéia Obstrutiva do Sono
FLN: Fluxo Nasal
FLO: Fluxo Oral
CTR:Cinta Toráxica
CAB: Cinta AbdominalOXI: Oximetria
			Distúrbio Comportamental do Sono REM
· Telerradiografia
Respiração nasal normal......
· Telerradiografia em 2 posições:
MIC e Máxima protrusão mandibular.
	NSGoGN
	Inclinação do plano Mandibular
		SNB
	Posição da Mandíbula em relação à base do crânio.
	Análise Cefalométrica para DRS
· Permite tomada de medidas de via aérea...........
Características Cefalométricas do paciente com SAOS
· Maxila e/ou Mandíbula retruídas
· Micrognatia
· Hiperdivergência
· Incisivos......
Alan Lowe.
· Nasofibroscopia .
Exame visual: > exatidão no diagnóstico quando.....
· Imagem de Ressonância Magnética
Tratamento dos DRS
	Histórico.
· Polissonografia (1965)
· SAOS (Guillermenault 1973)
· CPAP (Sullivan 1981)
· Uvulopalatofaringoplastia (Fujita 1981)
· Início dos anos 80, os primeiros modelos de AIOS (Aparelhos intra-Orais).
CPAP
		(Continuous Positive Airway Pressure).
· Tratamento de escolha
· Aderência baixa: mais de 70% dos pacientes abandonaram o tratamento no final do primeiro ano de uso.
· Ressecamento da mucosa, desconforto.
· Problema social.
8 à 13 mm de pressão de H2......
					Chegando à 15 associa-se o AIO (Aparelho Intra-Oral).
	Quando o CPAP não funciona ou não se adéqua ao paciente, pode recorrer em nível grave ao AIO ai passa do médico para o Cirurgião-Dentista novamente.
	BiPAP só em pacientes hospitalizados.
	AIOs
· Retentores de Língua
· Reposicionadores Mandibulares monoblocos.
· Reposicionadores Mandibulares Tituláveis * 
(Neuro-Sono)→ ARMIO (Aparelho Reposicionador Mandibular Intra-Oral)®		KlearwayTM
											↓
									Monobloco com disjuntor
								Palatino (por Alan Lowe).
	Modelos Atuais
KlearwayTM
		SOMNOMedMASTM
SononMedMas®
	Thornton Adjustable Positioner (TAP®)
Thornton Adjustable Positioner (TAP®)
	KlearwayTM
	Resina Termo-Sensível (Ajustável à Mordida e Flexível mas resistente).
		Grate-Lakes Orthodontic Laboratory
Great Lakes Orthodontics Ltd  
Address: 200 Cooper Ave, Tonawanda, NY 14150, EUA
Telephne: +1 716-871-1161
			Importação por Campinas – SP.
	Apnéia não tem cura.
		Só por Reeducação Multifatorial (emagreça, pare de fumar e beber, volte à fazer exercícios, etc.......).
	Enquanto está-se fazendo o tratamento estético, vai pro CPAP durante esse período.
	Todo paciente com apneia ronca; nem todo roncador tem apneia.
	Avanço Mandibular Progressivo.
		Protocolo de Tratamento com AIOs.
· Consulta Médica: e avaliação multidisciplinar e polissonografia de diagnóstico.
· (
MÉDICA
)Indicação de Tratamento com AIO e o encaminhamento à um Cirurgião-Dentista com treinamento em distúrbios respiratórios do sono
· Protocolo tem duração média de 4 meses com visitas semanais ou quinzenais para titulação do AIO (avanço mandibular progressivo)
· No final, do protocolo a reavaliação do médico-indicador é fundamental – polissonografia de controle.
· Higiene do Sono (regras comportamentais).
· Controle do Peso (IMC 25 kg/m2).
Indicações de AIOs.
	Practice Parameters for the Treatment of Snoring and Obstructive Sleep Apnea with Oral Appliances. American Sleep Disorders Association.
	Co-morbidades clínicas mais comuns:
· Insônia
· Obesidade.
· Depressão.
· PLMS.
· Obstrução das Vias Aéreas.
Parâmetros
	Preditores de Sucesso.
· IAH (Índice de Apnéia e Hipopnéia) < que 30/h*
· Apneias e hipopnéias posicionais .
· Predominância de hipopnéias sobre as apneias.
· Duração média baixa (15 a 20 segds.) das apneias/hipopnéias.
· Aumento de microdespertares.......
· Sintomas Clínicos de média e baixa intensidade.
· Envolvimento do paciente com a melhora.
· IMC (Índice de Massa Corporal)abaixo 30 kg/m2.
· Tratamento simultâneo das co-morbidades.
· Pacientes jovens..........
Vantagens dos AIOs.
· Técnica não-invasiva.
· Práticas na rotina diária..........
Aderência ao Tratamento.
· Avaliados 161 usuários de reposicionador mandibular.
· Acompanhamento de 5,7 ± 3,5 anos.
· 82,3% reportaram usar AIO...........
Eficácia do Tratamento AIO
	Oral Appliances for Snoring and Obstructive.
	Tutratable mandibular reposicioner appliances for obstructive sleep apnea syndrome: are they na option?
					Marco Antônio Cardoso Machado.
					Lídia Juliano
					Marcel Taga
					Luciane Bizari Coin de Carvalho..........
	Efeitos Colaterais dos AIOs.
· Alteram a oclusão dentária
Efeito Colateral Benéfico em casos em que o paciente é Classe II e então a Mandíbula é protruída e resolve o problema ortodôntico.
	Protocolo Clínico para Tratamento com AIO
			AASM
			(American Academy of Sleep Medicine).
· Oral Maxillofacial Surg. Clin. N AM 21 (2009) 413-420.
· Determinação do tipo de aparelho.
· Instalação do aparelho: instruções ao paciente........
Protocolo de Titulação
		4 meses.
	Tratamento Cirúrgico.
· Cirurgia de septo nasal entre outros.(Não se faz mais).
Avanço do músculo genioglosso (Não se faz muito).
	Avanço Maxilo-Mandibular.
· Fase II
· Fase Iquando há muita deficiência Maxilo-Mandibular em SAOS grave.
· Primeiros autores: Kuo ET AL. (1979) e Bear (1980).
· Avanço simultâneo de Maxila e Mandíbula – Le Fort I na Maxila e osteotomia sagital para o alargamento da VA retrolingual e retropalatal (10 à 15 mm de avanço).
· Melhora no IDR de pelo menos 50% (muito pouco).
· Mudança da VA.........
Considerações sobre Avanço Maxilo-Mandibular......
· Necrose asséptica:rara.
· Avanço de 12-15mm.......
Adenotonsilectomia → mais para criança
Distração Osteogênica.
Disjunção Maxilar Cirúrgica.
	Cirurgia Ortognática na SAOS.
· Preparo Pré-cirurgia.
mlijuliano@gmail.com
		Implantes Zigomáticos
				Prof. Dr. Vail Natale Jr.
		EAP/São Leopoldo/Mandic- Campinas-SP.
			Fixações Zigomáticas
					SENAC-Tiradentes-SP
		Coordenador: Prof. Sérgio Siqueira 
	Indicação inicial:: para suportarem próteses buço-maxilo-faciais e em mutilados pós-guerra.
	Histórico do Tratamento da Maxila Atrófica.
		Terry B C, Albright J E, Baker RD. Alveolar ridge augmentation in the edentulous maxilla with use of autogenous ribs.
				J. Oral Surg. 1974 Jun; 32 (6): 429-34
	• Topazian RG.
□ Rehabilitation.....
	* Sailer HF
□ A new method of inserting endosseous implants in totally atrophic maxillae, J. Craniomaxillofac. Surg. 1989 Oct; 17 (7): 299-305
			Le Fort I + Ilíaco.
		35 implantes (100% sucesso).
	Tissue-integrated prostheses: Osseointegration in clinical dentistry. Per-Ingvar Branemark, M.D., Ph.D., George A. Zarb, D.S.S., M.S., F.R.C.D.(C), and Thomas Albrektsson, M.D., Ph.D. Chicago, 1985, Quintessence Publishing Company, Inc. 350 ... Medical College of Georgia School of Dentistry Augusta, GA 30912 U.S.A..
	Isaksson S, Ekfeldt A, Alberims P, Blomqvist J. E.
	Early results from reconstruction of severely atrophic (Class VI) maxillas by immediate endosseous implants in conjunction with bone grafting and Le Fort I osteotomy.
	↱Sinus lift
	Jensen O.T., Shulman LB, Block M.S., Iacono V. J.......
	Áreas Doadoras extra-orais.
	Técnicas cirúrgicas usadas no passado.
	Calota Craniana.
	Crista Ilíaca (osso cortiço-medular).
	↳ mais posterior.
		Enxerto XFZ (fixação zigomática)
	Indicações							Indicações
· Maxilas extremamente atróficas.	* Maxilas Extremamente atróficas.
· Expectativa do paciente			* Expectativa do paciente
· Paciente jovem (até 50 anos).		* paciente Idoso (acima de 50 anos).
· ASA I , II, III				* ASA I, II, III
· Anatomia do leito receptor		* Volume e anatomia do Zigoma.
· Volume da área doadora.
Donovan M.G., Dickerson N. C., Hanson L. J, Gustafson R.
		Enxerto Ósseo autógeno
· O segundo......
Caso Clínico
· Gênero: Feminino
· 35 anos.
· ASA I
· Há 19 anos fazendo uso de PTs convencionais.
· Queixa : Capacidade.........
Visão finalizada.
	□ Implant Treatment without boné grafting in severally resorbed edentulous maxillae:
		□ J. Oral Maxillofac Surg. 57: 281-287, 1999.
	□ – 57 pacientes com maxilas atróficas, angulação de implantes e approach palatino, 86 implantes e perda de apenas um implante.
FZ → implante, inclinados e approach palatino
			Kreknanov L. ET AL. 
	Tilting of posterior mandibular and maxillary implants for improved prosthesis support- Int. Oral Maxillofac Implants2000; 15. 405-414 [47 pacientes, 30 implantes Maxila (30 à 35o com 98% sucesso com implantes inclinados e 36 implantes Mandibulares (25 à 35o) 100% sucesso]
		Torsten Matsson ET AL., 1999
A					B					A
										B
	Polígono de Roy
	Mücke T, Hölzle F, Loeffelbein DJ, Ljubic. A, Kesting M, Wolff ... Jensen OT, Brownd C, Blacker J.Nasofacial prostheses supported by osseointegrated implants.
	Weisher implants in the zygoma.......
	Branemark P. I.
	Fixture.......
		Técnicas
			Primeira
			Fixação por dentro do seio maxilar fazendo-se slot (janela) no seio.
			Segunda
	Scand J Plast Reconstr Surg Hand Surg. 2004;38(2):70-85.
Zygoma fixture in the management of advanced atrophy of the maxilla: technique and long-term results.
Brånemark PI1, Gröndahl K, Ohrnell LO, Nilsson P, Petruson B, Svensson B, Engstrand P, Nannmark U.
	Remodelação Óssea.
		De baixo pra cima
		De fora pra dentro.
CRAM-Centro de Reabilitação de Atrofias Maxilares
	vnatalejr@yahoo.com.br
 WWW.cram.com.br
		Cel.: 19-99841-1711
			Fixações Zigomáticas
		Anatomia Descritiva
				Kato Y ET AL.
	Internal structure of zygomatic boné related to zygomatic fixture.
	J Oral Maxillofac.
· ASA I- Sem patologias (exceto cirúrgica)
· ASA II- patologia totalmente controlada
· ASA III- patologia controlada.....
Exames Laboratoriais
Os de praxe para Implantodontia.
· Hemograma.
· HIV.
· Hepatite.
· Coagulograma.
· Glicemia.
· Ureia e Creatinina.
· Urina I.
· Ca e P
· Fosfatase alcalina.
Exames de Imagem
	Ântero-Posterior de face.
	E látero-lateral
	Panorâmica
	Tomografias com amplitude ou de face total ou estendida para que venha o arco zigomático ou Tomografia de osso zigomático.
		Prototipagem.
	CD em linguagem DicomTM.
	Guia Multifuncional – Planejamento Reverso.
		Fase Cirúrgica.
		Híbrido: implantes convencionais + a FZ (Protocolo de > sucesso).
		Puro: 4 fixações.
			2 fixações nas laterais e 2 na mesial dos molares.
	FsZs técnica Minimamente Invasiva.
		Incisão Crestal.
		Approach palatino.
	Complicações
		- Artéria transversa da face
		- Artéria palpebral inferior
		- Artéria zigomático-facial.
					(Netter, 2004).
	A técnica deve estar entre 3 e 4 mm abaixo da borda da cavidade ocular.
	Quebrou o zigoma desista da cirurgia.
	Se quebrar o rebordo não tem problema se teve uma boa fixação no zigoma.
	Mesmo cicatrizado, não tentar instalar de novo.
	Fosfatase alcalina → capacidade de assimilação de Ca pelo organismo.
	Zigoma Air: fixado só no zigoma e rebordo, sem passar pelo seio.
	Implante curto = Bicon®
				
“Evidence –based presentation”
	Mestre Dr em Periodontia	- Prof. Getúlio Nogueira.
		Ankylos
			Dentsply Implants
	The New Powerhouse in Implant DentistryTM.
	1o Implante Cônico ANKYLOS (Cone Morse).
	Set up Ortodôntico.
	Astra Tech (Implante Canadense da Dentsply).
		Experiência e História
	• Desenvolvido pelo Prof Netwig e Dr Mosei na Dudruig Maximilians Universidade de Munique.
	Tissue Care Concept
		30 anos de estética duradoura.
		(Conexão Tissue Care)
		1 à 2 mm infra-ósseo.
		Osso crescendo sobre o ombro do implante.
		Pescoço com plataforma Switch.
	Desafios clínicos em Implantodontia.
· Sucesso em implantes ontem: Implante osseointegrado e em função.
· Sucesso em implantes hoje = estética vermelha e branca e perfil de emergência mantido no longo prazo.
O osso (tecido duro) deve permanecer estável no longo prazo para dar sustentação e estabilidade.
Respostas aos desafios.
Abordagem Integrada.
· Ankylos® envolve uma abordagem clínica integrada garantida, a completa manutenção dos tecidos (crista – estabilidade da crista óssea e de tecido mole saudável).
= Conceito Tissue Care.
Rosqueamento Progressivo.
>BIC (Contato Implante-Osso)
	Compostos sulforados voláteis } formadopor bactérias Gram Negativas em fluido de hexágonos.
	Conceito Tissue Care
		Estabilidade tecidual a longo prazo – abordagem.
			Cinco fatores de sucesso para estabilidade tecidual ao redor do implante.
1. Ausência de micromovimento entre implante e abutment.
2. Design da conexão cônica.
3. Plataforma Switching
4. Colocação do Implante sub-crestal.
5. Micro-rugosidade na interface.
Resultado desses fatores unidos: Tissue Care (estabilidade tecidual).
1. Design da conexão do implante resistente.
2. Cone Self Locking
· Para uma conexão com auto-travamento o torque de destravamento é maior que o de travamento.
· A conexão com auto-travamento precisa......
Força Mecânica da Conexão Cônica.
· Íntimo contato entre as superfícies.
· Pequeno ângulo do cone.
· Estabilidade mecânica prevenindo micromovimento na interface implante e abutment.
· Implante + Abutment como uma única peça.
3. Conexão Cônica
Shift & minimization of the gap.
4. Influência da localização do microgap e configuração da Morfologia Óssea Peri-implantar em Implantes Submersos.
· Implante Ankylos
A 8 (3,5 X 8 mm)
· Instalação 1,5 mm subcrestal.
Instalação do Implante abaixo da Crista Óssea: maior espaço vertical para desenvolver perfil de Emergência.
	Somente a conexão: Tissue Care minimiza a micromovimentação e permite a instalação abaixo da crista.
	Maior proteção tecidual.
5. Micro-estrutura do ombro do implante promove maior retenção na aposição óssea.
A = 3,5
B = 4,5
C = 5,5
		Ankylos C/X
		A Nova Geração.
“Metodologia da Pesquisa Científica”
					Monografia
	Deve ser elaborada de forma consistente, robusta em completa consonância com a transição de ideias científicas, bem embasada.
	É um trabalho científico, que pode ser Revisão de Bibliografia ou Relato de Caso Clínico que deve ser feito dentro de Normas Técnicas. Artigos Científicos são usados para se discutir um assunto.
	É Importante?
· O destino do Trabalho Científico (Monografia , Dissertação ou Tese, Artigo Científico) para publicação nacional ou internacional, determina o modelo de redação.
 (
Trabalho
Científico
)
 (
Artigo
Científico
) (
Dissertação 
Ou Tese
) (
 Monografia
)
· O Trabalho Científico constitui-se de 3 pontos básicos: Introdução, Desenvolvimento (Discussão) e Conclusão.
· A apresentação de uma Monografia compreende 3 partes: o pré-texto, texto e pós-texto.
Capa
Folha de rosto.
Epígrafe ou pensamento.
Dedicatória.
		Pré-Texto.		Agradecimentos
					Sumário
					Lista de Figuras
					Lista de Tabelas.
					Lista de abreviaturas (símbolo).
					Resumo.
					Abstract.
1. Introdução
2. Retrospectiva da literatura
 (
Material e Método
)Texto		3. Proposição
4.. 
 (
Resultados
)5.. 
6.Discussão
7.Conclusão.
					Referências bibliográficas
Pós-Texto Apêndice(Anexos).
· A Monografia não constitui uma singela transcrição literal de informações desentrosadas, pouco relacionadas e com pobre conteúdo científico.
 (
Inicia-se através de uma pergunta inicial.
)Toda Monografia deve ser redigida pela:
· 
· (
Afunilamento
) 
(Assunto específico) não pode ser muito abrangente.
· Coleta da literatura
· Ordenação e sistematização.
· Revisão da Literatura.
· Caso Clínico – Revisão de Literatura.
· Pergunta Inicial:
· Deve ser a respeito de algum tema de interesse.
· Algum tema de mais curiosidade.
· Maior dificuldade.
· Termo de uso na clínica.
Definindo o Tema
- Pergunta Inicial
* Cimentos resinosos (muito abrangente)
	“ “ auto-adesivos.
	Força de adesão dos cimentos auto-adesivos.
· Tratamento Endodôntico em Dentes Jovens
Revascularização/Revitalização
	Mecanismos histológicos
Técnicas ou
Materiais
· Aparelhos Ortodônticos auto-ligáveis
Avaliação do Sucesso do Tratamento Ortodôntico com Aparelhos autoligáveis.
	Principais sequelas clínicas e radiográficas em dentes reimplantados.	
		Revisão
 de Literatura							específico
	Jandira Cavalcanti Furtado.
	Retentores Intrarradiculares:
		Visão Endodôntica muito amplo
· Lista de Temas Sugeridos em Endodontia.
- Instrumentação Rotatória.
- Princípios:........
	*Onde buscar os temas
		□ Capítulos de Livros
		□ Artigos Científicos de interesse
		□ Internet
		□ Aulas dos Professores
		□ CursosExtra-Muros.
		□ Conversa com o Orientador.
	Vamos definir alguns temas ?
· (
Tema definido.
)Toda monografia deve ser regida pelo:
· 
· (
Coleta da Literatura
) 
 (
Ordenação e Sistematização
)
· 
· Revisão da Literatura
· Caso Clínico – Revisão da Literatura
Ex.: Tema: Prótese e Implante
	Título: Utilização do PRF..........
	(Provisório ou não).
	Ler o artigo científico, interpretar, e escrever com as suas palavras, não sendo a mesma coisa, mas na mesma ideia.
	Opinião clínica não tem embasamento científico; a não ser que você tenha uma grande casuística com retorno, documentação e registros.
	Selecionando os artigos
		Pub Med
		Hot Paper (artigo muito parecido com aquilo que você quer fazer). É bom para pegar as referências.
· Seleção
Uma vez definido o tema, escolhe-se as palavras-chave para a busca dos artigos.
	Microinfiltração marginal coronária em materiais utilizados como blindagem em dentes tratados endodonticamente – Revisão de Literatura.
	HTTP:WWW.ncbi.nml.nih.gov/pubmed.
	HTTP://lilacs.bvsalud.org/ Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde.
	HTTPS://www.google.com.br/
	Me deem uma palavra-chave para este título
		Infiltração coronária-coronal leakeage.
	Marcos Frozoni@gmail.com
		Facebook.
	Infiltração de restauração em endo-restoration leakeage endodontics.
	Infiltração coronária em materiais restauradores temporários.
	Coronal Microleakeage Temporary Restorative Materials.
	Free Article abre inteiro.
Resumo
	Objetivo
	Materiais e Métodos
	Resultados.
	Conclusão
Revista onde está publicado.
	Pegar a referência de cada parágrafo e ler outro artigo para colocar na nova transcrição que você vai fazer.
	Full text links → pode ser que o artigo esteja aqui.
	Achando as referências no próprio artigo.
	Basic Research-Technology.
				
				 Formação Técnica
· Parecem com sistemas terem sucesso.
· Encontre Falhas.
· (
Humildade
)Soluções – Check-List.
· 
· Aplicar.
· Peça na “Engrenagem”.
Remoção de Implante → RTM [Regeneração de Tecido Mole (Conjuntivo)]
Implante + ROG deu carga (35 N) Provisório
				Não deu, carregamento tardio com provisório adesivado.
Retrieval → retira o protocolo e coloca-se outro implante.
Implante Nobel Cônico Connection
ROG
	Retalho não vai cobrir.
Fio de Teflon da Cytoplast®
① Explantação + RTM
	30 dias
② Impl. + ROG
		30 N
				Hands On Tecidos Moles
				Incisões e Suturas
							Dra. Maristela Lobo
① Epitélio
② Tecido Conjuntivo Sub-Epitelial
					Periósteo
③ Osso Osteoclastos
		Osteoblastos
			Periósteo +
Retalho Total		Conjuntivo +
			Epitélio
	Se usa membrana porque o metabolismo de tecido mole é diferente do metabolismo de tecido ósseo.
					Incisões
	Intra-Sulcular.
	Supra-crestal (por causa de nutrição).
	Relaxante
	Bisel Interno (Preservação do máximo de tecido).
	Bisel Externo (Remover um colar de epitélio maior).
	Lateral
	 ↳enxerto para implantes.
					Bisel Interno (Total)
					Dividido
					Bisel Externo
					Incisões Relaxantes
					Incisão de Periósteo
	
					Supra-Crestal
 
						Suturas
								Colchoeiro
Simples								Vertical
Contínua Simples							e Horizontal
Contínua Ancorada
	X						Suspensória (Alça)
Duplo X						Ancorada no PC
X Quadrada						Cornick.
	Ultra –Sharp			Silicone-Coated
 Needle Point			Stainless Steel Needle.
 For atraumatic			 Provides maximum
Tissue penetration			 strengh and
						Smothness.
					Drill End Press Fit
¼ Circle			3/8 Circle
Needle Point diagram
	Minimally Invasive Treatment of Maxillary Anterior Gingival Recession Defects by Vestibular Incision Subperiostal Tunnel Access and Platelet-Derived...
	Stage-Two Implant...
Pálato Anterior (D d.C. à D de 1o M)
	Sempre perpendicular ao osso à incisão.
	De M à C (perpendicular ao osso).
	Limites da Incisão .: I
			“ : II = Paralela ao Eixo do Dente (Divide o epitélio).
	Descolamento
		3a Lâmina ⇒ destacar o conjuntivo, segurando o retalho com pinça Dietrisch.
	Incisões Relaxantes: Lateral e Base.
	Vicryl® ou Teflon® para Palato em X.
 
	Epitélio por Conjuntivo na Mesial do Molar entrando com as costas da agulha à 2 mm da Incisão voltando em 4 mm.
	1 alça horizontal compressiva
	2
	Sonda milimetrada ⇒ + evidentes as marcações
	Escovar melhor a vídia da Mini-Dietrisch.
	Fio Microsurg® B
			5-0 (3)
			6-0 (3)
			Inc. (3)
			E Negro (3).
	
1 mm de perda de tecido conjuntivo e osso → enxerto de tecido conjuntivo
	Maior do que 1 mm de perda bloco ou enxerto ósseo + membrana
					Diabetes Mellitus – Seminário
	É uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia) , e pode ocorre devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células beta.
	A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. E a falta da insulina ou defeito na sua ação...
	• Tipo 1
		Resulta da destruição das células beta pancreáticas por processo imunológico, levando à deficiência de insulina.
	• Tipo 2.
		A insulina produzida tem sua ação dificultada, caracterizando um quadro de resistência....
	• Defeitos genéticos da função da célula beta(Mody 1, 2 e 3)...
1- Glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 h).
2- Glicemia casual > 200 mg/dl após sobrecarga oral de 75 g de glicose.
3- Hemoglobina glicada normal ou controlada:
a. Para pessoas sadias : 4,5 à 5,7.
b. Para pessoas com diabete: abaixo de 7.
Estatística
	• 2o .......
			Sintomas Clássicos.
	• Poliúria (volume urinário)
	• Polidipsia (sede)
 (
Complicações microvasculares e macrovasculares
)	• Polifagia (fome)
	• 
	• Turvação da visão.
	• Cãimbras e formigamentos.
	• Hálito cetônico (adocicado)
				Complicações Sistêmicas
	• Nefropatias
	• Retinopatias...
				Condutas X Medicação
	• Pacientes tratados com insulina apresentam riscos de hipoglicemia durante o procedimento odontológico.
	• Pacientes que usam hipoglicemiantes orais podem apresentar interações medicamentosas com as drogas prescritas.
	• Pacientes controlados podem ser tratados de maneira similar ao não-diabético.
				Precauções
	• Checagem da glicemia antes e após a consulta.
	• Priorização de consultas curtas, no meio da manhã, e com o uso de tranquilizantes ou sedação complementar.
	• Redução do risco de estresse físico e emocional.
	• Instrução de uma dieta....
			Complicações Comuns do Diabético ?
	• Doença periodontal (periodontose como a 6a complicação segundo a OMS).
	• Xerostomia.
	• Infecções oportunistas (ex.: candidíase).
	• Inibição da atividade osteoblástica e aumento da osteoclástica.
	• Alteração do hormônio paratireóideo que regula o metabolismo do Ca e P.
	• Diminuição na formação de colágeno durante a formação do calo ósseo.
	• Apoptose das células de revestimento do osso.
	• Alteração na micro-vascularização.
	• Aumento das citocinas pró-inflamatórias (IL-6, IL-8 e TNF – ά).
				Doença Periodontal X Diabete
	• Pacientes com diabetes tem 2 ou 3 vezes mais chance de ter periodontose.
	• Ligação entre inflamação crônica com estabilidade no controle da glicemia e vice-versa.
	• Tratamentos mecânicos (raspagem, cirurgia, etc.), medicamentosos, instrução na higiene.
	• Efeitos na mudança de medicação, diminuição da hiperglicemia no sangue (estatisticamente significante?).
				Diabetes X Osteointegração
	• A insulina não só reduz os efeitos deletérios da hiperglicemia, como estimula a atividade osteoblástica.
	• O volume ósseo do diabético é similar ao do não-diabético, porém o BIC é menor, mesmo quando este usa a insulina (Semaphorin 3 A®).
 da de
	• Comprometimento da densidade óssea cortical e trabecular.
	• Coagulação diminuída e microangiopatia.
	• Aumento de fibrose.
			DiabetesX Implantes.
	• Atrasos na estabilização (fibrointegração) e demora na cicatrização.
	• Problemas microvasculares.
	• Redução na resistência às bactérias e desafios de cargas.
	• Implantes curtos e volumosos têm mais chance de sucesso (BIC).
	• Tempo com diabete não tem relação com fracasso de implante.
	• Superfície tratada para aumentar o BIC.
Dra. Poliana Duarte – UNG
	↳ Periodontista referência em pesquisas no Brasil (diabéticos, etc...).
	Regeneração Óssea Guiada (ROG) 
		Considerações e Indicações Clínicas
			Prof. Sérgio Siqueira Jr.
Osseoindução (Urist, 1965)
Osseocondução (Buch, 1986) (Bi-Oss®)
	Distração Osteogênica (Ilizarov, 1989)
	Regeneração Tecidual Guiada (Dahin, 1988, Nyman & Lang 1984)
						Variação
		Óssea Guiada 
		Barreiras que impedem a proliferação epitelial para dentro da bolsa.
	(ROG: Técnica Sensível).
	√ Distração .......
	ETCSE (pequenos ganhos de tecido conjuntivo menores do que 1 mm).
		Classe I = defeito em espessura (V-L), com altura normal (ápico –coronal).
Pela		Classe II = defeito em altura (ápico-coronal), com espessura normal (V-L)
TM		Classe III = defeito combinado (perda ápico-coronal)...
	RAR – com ou sem retalho.
	Padrão cicatricial periodontal.
	Formação de epitélio juncional longo se estendendo......
		Substitutos Ósseos
	Materiais de Implante inertes que têm sido utilizados como alternativas.......
		Competição Celular
	√ Epitélio
	√ Conjuntivo
	√ Osso
	√ Cemento.
	RTG: visa modular os eventos de reparo periodontal permitindo uma maior.......
	RTG. Membranas 		Absorvíveis.....
					Não-absorvíveis
	Isolar a superfície radicular do tecido conjuntivo gengival.
		Nyman ET AL., 1982.
	Dente exposto à doença periodontal previamente tratada.
	Filtro Milipore.
Membrana Milipore
	Formação de novo cemento com inserção fibrosa.....
	ROG : quando um espaço é formado, células adjacentes do tecido vizinho irão crescer.
	Quando decidir por ROG ou Bloco?
 (
Aumento de espessura: as duas técnicas
Aumento de altura: .........
)	Analisar a complexidade do defeito e sua extensão.
	
	
									Até 2 dentes: 
				Defeitos de 3 paredes......			: ROG
					Fenestração
					Deiscência
	Defeitos de Fenestração e Deiscência
		Análises morfológicas e histológicas (microscópicas), MA, revelaram que nos sítios tratados com membrana, com ou sem material de enxertia todo o espaço foi preenchido por osso na ausência da membrana, a formação óssea foi deficiente:
· Com reforço 
Sibert e Nyman, 1990.
		Previsibilidade
· Saúde do paciente.
· Histórico do edentulismo.
· Comportamento e estilo de vida.
· Fatores ambientais (fumo).
· Patologia Oral.
· Área planejada.
Aumento Vertical de Rebordo.
	Dados experimentais........
	Técnicas consagradas envolvem.......
	Crescimento Ósseo Vertical para Formação de novo Osso.
		Tinti, C, Parma- Benfinatti, S.
	 Int. J. Periodont Rest Dent.
	Para fazer ROG é retalho total
	“ ... em algumas situações o ganho ósseo vertical....
	Em várias situações a disponibilidade de tecido mole vai limitar a quantidade possível de formação óssea. É aconselhável primeiro aumentar......
	Sucesso dos Implantes em ROG.
	Existem necessidade de estudos que avaliem não somente parâmetros......
		Preservação do Rebordo.
	Não pode ter pressão sobre ROG.
	Na tentativa de favorecer........
				
				SEIO
	5 à 6 mm do seio (de osso) tem que ter.
	 6 mm = limite com dente.
	 4 mm divisor da técnica de levantamento de seio.
	 4 mm janela + enxerto
			 Janela + enxerto + implante
Implante é melhor do que dente no caso de você querer manter um órgão dental que fatalmente terá perda de osso e sustentação no futuro e você perderá sustentação para um possível bom implante enquanto há este osso.
	Bolsa = do nível de inserção até o nível da margem gengival.
	NIC = N´vel Clínico de Inserção 			nível +
							Bolsa.
	Dicas clínicas
		TC e software de confiança.
		Diminuição da rotação e torque: 
		RXs transcirúrgicos.
		Stop metálico nas fresas e no Osteótomo de Summers.
		Implante compressivo.
	
						Vantagens 	Cuidados		Desvantagens
						1 procedimento	Especiais
Técnica Atraumática				cirúrgico		Enxerto nos		Técnica limitada
						Menos 			casos de aumento	ou seja,
						Morbidade		vertical de até 4 mm	permite
						Sem a necessidade de				aumento vertical
						Enxerto para aumen-				dentro do seio
						To vertical de até 2				de no máximo 4 mm
						Mm
Técnica Traumática				1 Procedimento	Necessário
Para acesso lateral				Cirúrgico		Instrumental
Com Implantação				menos tempo de	específico
						Tratamento
						Possibilidade de 
						Tratamento de espaços 
						Maiores
Técnica Traumática
Para acesso lateral com enxerto
	Definição: A técnica é um procedimento cirúrgico para aumentar a altura e a densidade do segmento maxilar posterior, mediante enxerto ósseo no seio maxilar, sem comprometer a distância entre as arcadas.
	Osteointegração é em osso autógeno.
	O procedimento cirúrgico é simples (relativamente) no entanto a anatomia relacionada à esse procedimento merece atenção especial !!!!!!!
	Dimensões Adulto.
		25 a 35 mm de largura, 36 a 45 mm de altura, 38 à 45 mm de comprimento.
		Não intervir!!!!
	Achados como sinusite e cisto de retenção mucoso podem ser decisivos. Infecções de via aérea superior, concha nasal aumentada ou desvio do septo que comprometam a drenagem podem agravar a drenagem da secreção produzida pelo seio.
	Cúpulas Alveolares
	
A 15-year study of osseointegrated implants in the treatment of the edentulous jaw.
				Jaffin ET AL. 1991.
	Implantes de titânio rosqueáveis não apresentavam os mesmos índices......
			35 % osso Tipo IV X 3 % osso Tipo I, II , III
		Jaffin, R. A. ET AL. J. Periodontal
	O que ocorre com os implantes em 2 estágios.....
	Abordagem Lateral.......
	Mucosa do Seio Maxilar.
	Espessura entre 0,3 e 1,2 mm.
		Definiram......
			Blanttom......
	Como previamente definir possíveis danos à essa mucosa ?
		“Lentidão é precisão e precisão é velocidade”.
					Bob Lee Swagger (Mark Whalberg), 2007, O Atirador.
						Warner Bros.
	Filme: Consult-Pro.
				Pneumatização
	Maxillary Sinus Lift for Single Implant-........
	Table 1. Patient Characteristics, Implant Length Interdend Prosthetic Crown Length, Implant Crown Ratio, and Residual Ridge Height.
	Periotest
 
D
Distribuição dos Implantes......
· Colocação de implantes em crista óssea estreita......
Elevação Óssea
Compactação				Compactação Óssea					
Óssea
	1o Broca Esférica no 4 rompe a cortical
	2o Broca mais estreita.
	3o Expansor de ponta (com stop) + estreita (Summers).
	Biomaterial dentro do alvéolo pouco (2 mm).
	Abordagem Lateral: Simultânea ou Tardia?
		Depende do Remanescente ósseo: 4 mm de osso.
	 Incisão sulcular 1 mm a partir da base da palatina e relaxante pela vestibular.
	Janela de 3 mm do dente.
		Bi-Oss grânulos grossos.
	Importante
		Repouso físico total – 72 h.
		Não brincar com os pontos.
		Gelo (ou sorvete) – aplique no local por 20 min. A cada 4 h.
		+ 1 travesseiro ( 1 à noite).
	Alimentação macia/morno/fria – 48 h.
	Não segurar espirro.
	Não assoar nariz – 1 semana.
	Medicação
		Clavulin BD® 815 – cp.
			1 cp. 12/12 h por 10 dias.
		Lisador® – gts.
			35 gts. Em ½ copo d’água 6/6 h por 36 h.
	Após 3 dias Periogard®.
JANELA → 3 mm da Distal do 2 o PM.
	 E 2 mm do assoalho (medir com panorâmica e periapical).
	Se perfurar a membrana, fecha tudo e recomeça após 45 dias.
	Se a perfuração for pequena (menos de 5 mm) descolar em derredor e colocar uma membrana reabsorvível e continua.
	Histomorphometric comparision of a Biphasic Bone Ceramic to Anorganic Bovine Bone for Sinus Augmentation: 6-8 month postsurgical Assessment of Vital Bone Formation. A Pilot Study.
		Stwart J Froum.
	Janela Lateral: com ou sem membrana?
	 Is there Evidence that Barrier.......
	This systematic review reveals that the available evidence is too weak to support this.
		Int J Oral Maxillofac Implants 2007; 22.
	Effects of Sinus Membrane......
			J Perio.....
					ComplicaçõesA perfuração......
		Bio-Gide na perfuração e Colla-Cote por fora
				Ou Sutura-se....
	“.....71 %.... o sucesso de reinstalação de implantes......
	Complicações:
	- Hematoma e Equimose.
	- Perfuração da membrana sinusal
	- reabsorção do material de enxerto.
	- sequestro do material enxertado.
	- colapso do retalho.
	- necrose do retalho........
	- Risco de vida se material (infectado) migrar para.......
			J Periodontal 2006, 77: 1991-97
					JOMI 2006; 21.
		Técnicas Alternativas
	Volume 21 , Issue 3 
May/June 2006 
Pages 455–458
The Use of Negative Pressure for the Sinus Lift Procedure: A Technical Note
Roberto Macoto Suguimoto, DDS, MS, PhD / Ivy Kiemle Trindade, DDS, MS / Roberta Martinelli Carvalho, DDS, MS
	If you can inflate a baloon, you can perform a sinus lift.
				OTA (866) 901-5050.
					WWW.osseoustech.com
	OTA Subantral Membrane Elevator (SME).
				Importante:
			Diagnóstico precoce.
		Nível Clínico é bolsa + retração.
	Broca Neurológica: LS Reamer Gold – IM3
	Exercício: Proposta de Abordagem.
	Atente para a inclinação do alvéolo.
	Considerações finais
		Abordagem simultânea: 4 mm
		Summers: não mais do que 3 mm
		..........
	Artigo que procura:
		Isolador, curto (s), área enxertada, mais de 5 anos.
				Bifosfonados.
V	Fosamax		Osteotrat		Osteoral
I	Osteoform		Endrox			Endronax
A	Alendil			Osteofar		Galvus Met
O	Osteoonan		Skelid			Diamicron MR
R	Minusorb		Cleveron		
A	Recalfe			Bonalen		Glifage
L	Konbiglyze		Trayenta		Aglucose		Bonefos
	Actos			Amaryl			Betes			Bondranat
VIA	Zometa			Aredia						Bovina
EV	Aclasta			Didronel 
	“ Matar um leão por dia é fácil, difícil é desviar das antas!”.
					Check-List
		Pré-Atendimento
□ Box está ok?
□ A anamnese foi lida?
□ A Ficha de planejamento e sequência está visível e atualizada ?
□ O Instrumental está na bancada e na Ordem de uso ?
□ Exames de imagem estão no negatoscópio e no computador ?
□ Componentes e trabalho de laboratório estão disponíveis ? (Higienizado, esterilizado, transferentes, chaves e torquímetro do sistema......
□ Em quantas sessões acabará a fase.
		Cirurgia
	Nome paciente			Procedimento
	Hora marcada			Entrada		Finalização
	Tomou a medicação indicada.
	Pressão				Oximetria
□ Bochecho com clorexidina.
 A técnica a ser utilizada foi discutida com qual orientador ?
□ Instrumental para a eventual variação técnica está disponível ?
□ A mesa cirúrgica está montada e protegida.
□ o biomaterial recomendado está disponível ?
	(Implante, cicatrizador, pilar provisório, fios de sutura, lâminas, luvas, osso, membrana, etc.).
□ BKP está pronto.
	Kit cirúrgico, campo cirúrgico, luvas, lâmina, fio.
□ Há provisório para ser instalado e material de ajuste está à disposição ?
	Carbono, brocas de desgaste e polimento.
□ O paciente/acompanhante entenderam a receita e pós-operatório ?
				Enxerto Ósseo
						Prof. Luiz Fernando Akaki Borges
Qual a diferença entre osseoindução e osseocondução ?
			Osseocondução
	Osteocondução é a capacidade do material atuar como um andaime passivo em que se apoia a formação de novo osso e o crescimento ósseo. Todo enxerto de osso inorgânico é osteocondutor porém não é osteoindutor.
			Osseoindução
	A presença de fatores de diferenciação que facilitam o recrutamento e a diferenciação de células mesenquimais indiferenciadas, especificamente as que induzem a formação de osteoblastos. Estes fatores de diferenciação são geralmente conhecidos como BMP (proteínas morfogenéticas ósseas).
				Tipos de enxertos
	Xenógeno			Enxerto entre indivíduos
Heterógeno				de diferentes espécies.
Isoenxertos				entre gêmeos idênticos
	Autógeno
Autoenxerto				Enxertos do próprio indivíduo
	Homógeno
	Autólogo			Enxerto entre indivíduos diferentes,
Homólogo					porém da mesma espécie.
	Considerar os conceitos biológicos e a estabilidade a longo prazo dos tecidos perimplantares na eleição do sistema de implante, componentes e técnicas para regeneração tecidual.
	Conceito		Tissue Care
	5 Pontos chaves para a estabilidade dos tecidos:
· Ausência de Micromovimentação
· Ausência de Gap/Infecção Bacteriana:
· Implante posicionado abaixo da crista do osso.
· Tratamento da superfície até a porção coronal do implante.
· Plataforma Switching
Nas fraturas em dentes anteriores observar a necessidade de restabelecer a Relação Maxilo-Mandibular e os princípios de Oclusção , restabelecendo o equilíbrio estético e funcional e reavaliando os parâmetros estéticos e funcionais.
Avaliar e estudar o posicionamento tridimensional dos dentes anteriores, incluindo estética branca e rosa, observando as limitações das técnicas cirúrgicas em casos avançados. 
Avaliar e estudar o prognóstico dos recursos cirúrgicos e levar em consideração a possibilidade de utilizar recursos protéticos mais previsíveis em casos complexos.
	√ Exposição dos dentes em repouso
	√ Borda Incisal
	√ Linha do sorriso
	√ Largura do sorriso
	√ Corredor Bucal
	√ Linha Interincisal X Linha Mediana Facial
	√ Plano Oclusal X Linha da Comissura Labial
	O implante é um componente protético que possui uma fase cirúrgica.
	Enxerto Homólogo
		Córneas
		Ossos
		Tendões
		Cartilagem
		Pele
		Válvulas cardíacas
		Vasos sanguíneos
			Vantagens
	Ausência de Leito Doador
		Menor morbidade
	Simplificação cirúrgica
		Processo de remodelação e osteogênese pode durar de 2 a 3 meses em osso esponjoso ou 2 a 3 anos em osso cortical volumoso.
			Enxerto Homólogo
Processos: 			Inflamação
			Revascularização
				Osteogênese
				Remodelação
	Estrutura funcionalmente adequada
					Osso homólogo
	Liofilizado						Irradiado
Perda das propriedades osseoindutivas		Perda das propriedades osseoindutivas
				Fresco e congelado
				“Fresh and Frozen Bone”
			Enxerto Autógeno
Áreas Doadoras:
		Intraorais
	Mento
	Linha Oblíqua
	Tuberosidade maxilar
					CAD/CAM
CAD = Computer Aided Designed /CAM = Computer Aided Manuctoring
							Dra. Maristela Lobo
	Prótese sobre Implante
								Porcelana
								Zircônia
				Confecção de Próteses	Cera
								Metal
	Wax-up → Enceramento
 (
Moldagem
)	Mock-up → Transferência
 
 (
IPS D ‘sign
Scanner
E-max Press
E-max CAD
) 
	Cristalização ⇒ Maquiagem
	Share – side (dentro da clínica)
					Feldspática
	Cerâmica			
					Injetada (Fresada)
					
Conventional
		TE A4					CORD
Abutment	Selection Preparation			Instalation		Impression		Desinfection	
							Drying
Digital											
											Shipping
											to lab
				Cord				Hardware/
Scanninhg			Installation			Software
				Drying				Set-up					Powering
													
													Master
													Cast
Digital
Shipping			Digital				Restoration
to Lab				Master				Fabrication
				Model
	Spray de Óxido de Titânio
	Para fresagem de Metal não pode ter água.
						Chanfro
	Término de ângulo = 0,3 mm
						Ombro
	OMNI = Scanneamento para Filmagem (sem pó)
	Moldagem Virtual Connect®.
		
Fresadora + Scanner
				só Scannear
			 +
				Software		Lab Side
	(atualizações à parte)
 
Fresadora
Scanner
	Arquivo STL = Standard Triangle Language
		1.Reduz custo e tempo
	 Automatiza a produção
	 Elimina etapas clínicas e/ou laboratoriais.
	 2.Aumenta a adaptação marginal.
		 Elimina a etapa do gesso:
		 Modelos estereolitografados sem alteração
		3.Materiais estéticos e resistentes.
	 Scanneamento de 3 em 3 ou de 4 em 4 dentes.
		 (Não dá para scannear a boca inteira).
1. Curva de Aprendizado.
Mudança de paradigmas.
2. Limitações
 Complexidade em restaurações múltiplas, margens subgengivais, dentes anteriores (alta exigência estética).
	Preparos “menos conservadores”.
	Para Segundo Molar não dá para apoiar a câmera.
	“Comparison of fracture resistence......”
	“Tem-year clinical outcome of three-unit...”
	“Ceramic dental biomaterials and CAD/CAM technology: State of the art.”
	“Comparison of digital and conventional impression techniques: evaluationof patients; perception, treatment conffort, effectiveness and clinical outcomes”.
	“Application of intra-oral...”
		CEREC
 
	Para Implante ⇒ Sistema LAVA-COS
	Fresar a cera e depois injetar.
	Dissilicato de Lítio				Feldspática
Mix de cerâmicas/					Celtra Duo ⇔ silicato + zircônia
/Zircônia
	86% Feldspática + 14% Polímero
		Vita –Enamic
	Feldspática (56 à 64%) + Silicato de Lítio
		(15-21%) + Zircônia (8-12%)
			Vita- Suprinity
	LAVA ULTIMATE (3M ESpe)
		In Lay				Não
		On- Lay			usar
		Over –Lays			pra
(CAD/CAM Restaurative)			coroas
	Cimentar com Tetric Color®
		20% resina / 80% de Cerâmica
LAVA					Não são materiais
e Enamic				biocompatíveis
	Maquiagens
	Stains				não induz
	Corantes			formação
					Epitelial
Dissilicato de Lítio			ou Roseta.
Cristalização/Maquiagem/Glaze
				Contração marca em forno.
	Implante
Zi	
pilar de PPF		sinterização
				em bloco lento
(IVOCLAR/			e
/VIVADENT)e-max Zi-CAD	rápido.
	 
 
	Sólido → para bloco
					Sinterização
	Perfurado → por pilar
	Brocas Específicas (Zi e Resina Acrílica)
	Sinterização: Lenta (8 hs); Speed (1510oC, 1,4 hs) ou Sperspeed (1580oC, 10 min).
	Contração pós-sinterização
		Press			25,3 %
	Press®	Zir-Press®	CAD/CAM
					Zir-CAD
	CERAM®
	360-400 MPa			80-120 MPa
			>900MPa
	Li-dissilicate (LS2)			Zi Oxide
	 Stained				(ZrO2)
	Monolítica			 Veenered 
					Multi-layer (com cerâmica de cobertura) 
	4.Provisórios fresados (Resina Acrílica). São mais resistentes e mancham menos.
	5.A fresagem pode ser feita em até 0,3 mm.
	6.Cuidado com os preparos..... não vá na contra-mão da Odontologia minimamente invasiva!
								Guth J. F et al... 
	Cerâmica Injetada
		IPS® e-max Press®
	 Silicato de Lítio é preferível do que porcelana para Snap-On-Smile
				Ex.: e-max press HT = 0,3 -0,2 mm
	Injeção e Maquiagem
Cerâmica Fresada
IPS® E- MAX®		IVOCLAR/VIVADENT®
Gel de Glicerina para polimerização
Cimentação com Variolink II®.
	Escaneamento em Modelo.
	Pó para Scaneamento de Usinagem (Em Loja de Ferragens).
	Altura baixa ou alta do implante.
		+ baixo ⇒ Ti-base set
		Alto ⇒ Scan-post
Ti –base
 
Scan-post
 
Coroa								Ti-base
In-Lay				 Scannear			compatível
On-Lay							com o
Pilar								programa 
	OMNI
			2 Cores de Luva para Ti-base (descartável) → caixa com 50 (R$ 280,00)
	BLUE 
	Scan-Post (reutilizável) e por cima a Luva por sobre o implante + enterrado.
	Sistema In-Lab 15.1 da Sirona.
	 
	Scanner de bancada ou INEOS-Blue
 
	Biocópia			Catálogos
	ou				no
 biogenérico individual	programa 
	Troquelizar o modelo.
	Ângulo de imagem de acordo com Parâmetros do preparo (da restauração, ler o manual).
	Borracha para desgaste ⇒ Exa-Cerapol®.
 
	CAD-Temp (bloco de Resina Acrílica) para Pilar sempre em Zircônia (cimentado sobre o Ti-base) com Panavia® ou Multilink®.
	CEREC Blocs (35 blocos)
 
 ou Fresar a coroa inteira e cimentar sobre o Ti-base.
	Vita CAD-Temp M2T/CT-40 (4 mm)
	Celtra HT (High Translucity).
	Ti-base vai sobre o análogo.
				maristelalobo@me.com
			Casos Limítrofes, ETSCE, Guia Cirúrgico
						Prof. Sérgio Siqueira Jr.
	“Shorter Implants in Clinical Practice Rationale and Treatment Results”.
						Paul A. Fugazatto, DDS
							Int J. Oral Maxillofac Implants
					2008; 23:487-496.
	“ Contra a verdade não há argumentos!”
	Ti-Zi (Narrow-Neck com Plataforma de R-N) da Straumann
	Se tiver osso anterior ⇒ All-on –Four, não tem levantamento de seio bilateral.
	Lâmina 12D (corta dos 2 lados por desepitelização de papila0
		Vicryl Rapid® (1 semana já reabsorve).
	Seringa com refluxo para Sôro Welfare®.
 
	Bons Livros:
	- “A Hora da Verdade”, Jan Carlzon, Edit. Sextante
	- “Seu cliente pode pagar mais”, (Agregar valor às coisas), Ian Brooks, Edit. Pensamento.
	- “Disney”, Tom Connellan, Edit. Saraiva
	- “100 maneiras de motivar as pessoas”, Steve Chandler, Edit. Sextante.
	BEDA = Barreira
		Esterilização
		Desinfecção
		Assepsia
Doença		Função		Estética
Cárie		Recolocação de Dentes	Clareamento
Periodontose					Faceta
Inegociável
(tem que tratar)
Fase 1			Fase 2 (+ caro)	fase 3 (++ caro)
			Ainda há o que aprender................
						Prof. Maristela Lobo
	Não tem tecido mole suficiente e nutrição, há arcabouço suficiente para enxerto ou implante.
	Surgiderm da Allergan® (Ácido hialurônico)
	2 à 3 aplicações
		Agulha em 45o
Põe e	 ...	.............		aplicações
Tira		.........			papila
Pingando
	Gotinhas pouquinhas
	O Exame clínico é superior ao Tomográfico ou Radiográfico.
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