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1
Bibliografia comp lementar:
MARZOUK MA et al. Dent ística operatória: teoria e prática moderna vol. 2.
GAR ONE NETT O N, BURGER RC. Inlaye onlay : metálica e estética. 
CONCEIÇÃO EN. Dent ística: saúde e estética.
BARA TIER I LN et al. Odontologia restauradora: fundamentos e técnicas vol. 2.
Prof. Christopher Corbellini
dentistica@gmail.com
 Recuperação de estruturas dentais perdidas onde o 
material restaurador é confeccionado a partir de 
procedimentos laboratoriais.
 Restaurações indiretas confeccionadas em dentes 
com preparos coronais parciais .
 Mantém estrutura dental coronal.
 Inlay
 restauração indireta intracoronária.
 Onlay
 restauração indireta extracoronária, com envolvimento 
parcial das cúspides.
 Overlay
 restauração indireta extracoronária total.
 Extensa perda de estrutura
 restauração direta em resina está contraindicada
 >1/2 distância intercuspídea
 cavidade profunda
 enfraquecimento das estruturas de reforço coronal.
 Extensa perda de estrutura
 restauração direta em amálgama está contraindicada
 impossibilidade de obter forma de retenção adequada
 impossibilidade de obter retenção intraradicular.
2
 Subst ituição de restaurações de amálgama extensas
 insucesso da restauração de amálgama
 estética.
 Extensa perda de estrutura
 mantém algumas estruturas de reforço para obter formas 
de retenção e resistência.
 Ausência de t ratamento endodôntico.  Destruição extensa a ponto de não permitir a 
obtenção da forma de resistência e retenção.
 Dentes muito curtos.
 Porcelana
 Resina composta indireta
 Liga metálica
3
 Resinas compostas para uso em laboratório.
 No início chamadas de cerômeros
 ceramic optimized polymer.
 Resinas compostas que podem apresentar
 partículas inorgânicas cerâmicas microparticuladas com alto 
grau de concentração
 polímeros com ligação cruzada
 reforço por fibras.
 Resinas composta de alta conversão polimérica.
 Uso de equipamentos especiais
 caixa de luz
 forno
 ambiente de vácuo.
 Resistência ao desgaste comparável ao dente.
 Possibilidade de reparo.
 Radiopacidade.
 Baixa condutibilidade térmica e elétrica.
 Custo inferior ao da porcelana.
 Material em evolução.
 Perda de lisura e brilho.
 Cimentação adesiva satisfatória.
 Resistência satisfatória.
 Anamnese.
 Exame clínico
 relação com os dentes vizinhos e antagonistas
 presença de estruturas de reforço
 ausência de fraturas.
4
 Exame clínico
 relação com o periodonto
 ausência de invasão do espaço biológico.
 Radiografia 
per iapical
 tratamento 
endodôntico
 alterações 
periapicais
 invasão do espaço 
biológico.
 O preparo do dente para receber uma restauração 
indireta pode variar muito.
 Devem ser seguidos princípios
 bio lógicos
 mecânicos
 estéticos.
 Conservação de tecido dental.
 Preparo supragengival da margem
 facili tar as etapas de moldagem, cimentação e acabamento
 favorecer o desempenho dos materiais de cimentação
 facili tar a higiene.
 Forma de retenção
 paredes circundantes 
opostas
 grande área da superfície 
do preparo.
 Forma de resistência
 espessura uniforme em 
todas as regiões com 
pequena espessura
 arredondamento dos 
ângulos internos.
5
 Redução oclusal mínima de 1,5 a 2mm.
 Paredes axiais expulsivas (6º).
 Ângulos cavo-superficiais sem bisel (90º).
2mm
1,5mm
90º
90º
6º
 Forma de resistência
 proteção de cúspides fragilizadas
 desgaste oclusal
 restauração em resina composta direta na base.
 Preparo da margem gengival vestibular subgengival.
 Extensão do preparo para mascarar o remanescente 
escurecido.
 Remoção do tec ido cariado, restauração antiga ou 
fratura.
 Remoção do tec ido cariado, restauração antiga ou 
fratura.
 Preparo tipo inlay ou onlay vai depender
 extensão do preparo: necessidade de obter resistência
 qualidade das cúspides: se ficarem fragilizadas devem ser 
cobertas (onlay).
6
 Remoção das retenções.
 Arredondamento dos ângulos internos.
 Preparo da margem da cavidade (90º).
7
 Acabamento do preparo
8
 Técnica
 dupla mistura.
 Materiais de moldagem
 silicone por adição (maior fidelidade)
 poliéter
 silicone por condensação
 polissulfeto.
 Moldeira
 moldeira parcial dupla.
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 Evitar movimentos.
 Evitar injúrias ao periodonto.
 Evitar fratura do dente preparado.
 Proteger a dentina e a polpa.
 Não prejudicar a estética.
 Resina composta
 Ionômero de v idro
 Resina acrílica
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 Ponto fraco das restaurações indiretas.  Isolamento absoluto ou relativo combinado com o 
fio retrator.
 Limpeza.
 Prova da peça protét ica.  Etapas
 tratamento da peça protética
 tratamento do elemento dental.
 Remoção da camada superficial e asperização da 
face interna (contato com o dente)
 jateamento com óxido de alumínio 50μm
 Lavagem/secagem abundantes.
 Aplicação do adesivo.
 Condicionamento ácido.
 Lavagem e secagem.
 Aplicação do sistema adesivo.
 Fotopolimerização.
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 Aplicação do cimento resinoso na peça protét ica.  Inserção no dente.
 Fotopolimerização inicial.
 Remoção de excessos.
 Fotopolimerização final.
 Ajuste oclusal
 deve ser feito em todas as posições e com todos os 
movimentos mandibulares
 mais facilmente executado em resina composta indireta.
 Pode ser executado na sessão seguinte.
 Protocolo igual ao de resina composta direta.
 Deve ser feito na linha de c imento e em áreas de 
desgaste da restauração.
Onlay de resina composta indireta
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 As restaurações indiretas de dentes posteriores 
constituem-se em excelentes opções para o 
amálgama.
 Com a evolução das resinas compostas indiretas, é 
poss ível dar uma opção acessível e estética para 
dentes com cavidades amplas.

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