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Infecção na Corrente Sanguínea IRAS – Infecções Relacionadas à Assistência à saúde Informar sobre a epidemiologia e as medidas de prevenção de Infecção Relacionadas à Assistência à Saúde, referente às infecções na corrente sanguínea; conscientizar que a infecção na corrente sanguínea é algo muito comum de se ocorrer; Mostrar como e porque ela ocorre; Impactar a população comum com dados; E quais são os tipos de infecções. Objetivo O que é a infecção na corrente sanguínea ? Invasão de microrganismos no corpo humano: Por procedimentos cirúrgicos, cateteres, próteses e ferimentos expostos; Desequilíbrio entre os sistemas de defesa; Maior quantidade de microrganismos em ralação aos anticorpos; Estado onde o paciente se encontra; habitação e condição do seu sistema imunológico; IRAS: Infecções adquiridas durante a estadia do indivíduo dentro do âmbito hospitalar. Infecção Primária e Secundária Na infecção primária não é identificado o ponto inicial da infecção. As duas são de decorrência sistêmica grave, e pode ter: Hemocultura positiva; Bacteremia e sepse; IPCS laboratorial ou clínica. OBS: A hemocultura deve ser coletada seguindo as normas da ANVISA. Na infecção secundária há o conhecimento de onde a infecção se originou. Hemocultura é um exame de sangue feito para detectar se o paciente tem: bacteremia; Endocardite; pneumonias graves; Meningites; infecções em pacientes; imunodeprimidos; (pessoas com defesa imunológica fraca); febre de origem indeterminada; infecções hospitalares; suspeita de endocardite; Sepse; O que é bacteremia? O que é sepse? É a invasão da bactéria no sangue, havendo 4 tipos: Transitória Intermitente Contínua Escape (“breakthrough”) É a infecção generalizada causada para combater a bacteremia e/ou a bactéria Fatores de Risco Uso do CVC (Cateter Venoso Central) por um longo período de tempo; Idades extremas; Desenvolvimento do sistema imune; Albumina sérica; Contagem doa linfócitos totais. Podem ser divididos e: Extrínsecas duração CVC; nutrição parenteral; inserção CVC em UTI; condições do hospedeiro; Fatores microbiológicos; Fatores ambientes; Tipo de infusão. Fatores de Risco Tratamento É feito por antibióticos e antimicrobianos, mas tendo uma certa dificuldade por causas das bactérias super-resistentes. Prevenção Higiene da Mãos Medidas de Barreira na Introdução do Dispositivo Prevenção Antissepsia com Clorexidina antes da introdução do dispositivo: Clorexidina degermante 2% para a higienização do local; Para a remoção de resíduos, soro fisiológico, ou água destilada e clorexidina alcoólica (concentração mínima de 0,5%); Massagem de pelo menos 30 seg. no local com clorexidina; A solução deve estar totalmente seca antes de puncionar o sítio; Utilizar solução de povedine-iodo em crianças com até 2 meses de idade. Prevenção Revisão e Indicação da Permanência: Todos os dispositivos deve ter seu prazo de permanência e estes devem ser retirados logo que permitido; A revisão deve ser diária. Dispositivo Asséptico do Lúmen: Limpeza dos conectores com antisséptico apropriado; Os dispositivos de acesso dos conectores devem estar sempre estéril. Prevenção Cuidados ao Local e ao Dispositivo: Curativo com gaze estéril nas primeira 24 horas, filme estéril transparente semipermeável posteriormente; Dispositivo curta durabilidade, sua cobertura deve ser trocada cada 7 dias, sendo ela transparente e gaze estéril a cada 2 dias; Na troca da cobertura deve se utilizar luvas estéreis e técnica asséptica; O local de inserção deve ser vigiado todos os dias ; Hemocultura de rotina só se estiver relacionado à IPCS. IPCS Laboratorial IPCS Clínica Infecção relacionada ao CVC Há uma estimativa de que 30.000 novos casos de infecção relacionadas ao CVC ocorram em UTIs dos Estados Unidos da América todos os anos; No Brasil, entre 2011 e 2015, a incidência de infecções relacionadas ao CVC foi de 4,8 para cada 1.000 CVC-dia; Em média, 90% das infecções da corrente sanguínea estão relacionadas ao uso do CVC A taxa de mortalidade nesses casos pode atingir até 69%, e os custos chegam a aproximadamente US$30.000 por paciente. Infecções em Cirurgias Limpas Infecções em UTIs Infecções em UTIs Epidemiologia e medidas preventivas da IRAS infecções na corrente sanguínea Alex Jesus Carla Souza Luiz Solange Maria Luiza Santos Nadjane Reis Nicole Magno Poliana Santos Rebeca Sper Reinilda Rita de Jesus Iana Oliveira Curso de enfermage UNIP – Universidade Paulista