A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
17 pág.
Apol 2 Temas Contemporâneos

Pré-visualização | Página 5 de 5

a alternativa correta.
Nota: 10.0
	
	A
	A formação não deve pressupor a eliminação de diferenças em favor da adaptação dos sujeitos a padrões normativos.
Você acertou!
“Portanto, a formação de cidadãos dentro das escolas não deve pressupor a eliminação de diferenças em favor da adaptação de sujeitos a padrões normativos apriorísticos e universalizantes, mas sim a inclusão dessas diferenças na nossa noção de cidadania, reconhecendo-as e respeitando-as como componentes da nossa realidade social e da identidade dos sujeitos dentro das escolas” (Artigo: “O ambiente escolar frente às discriminações e a promoção da igualdade”, p. 3).
	
	B
	A formação não deve considerar as diferenças socioeconômicas e culturais dos sujeitos, sobretudo dos discentes no processo ensino-aprendizagem.
	
	C
	A formação não deve pressupor que a instituição escolar possui diversos grupos étnicos inseridos no mesmo ambiente e que as metodologias podem mudar de acordo com o contexto.
	
	D
	A formação não deve abrir mão da uniformidade e igualdade no trabalho escolar, pois todos são iguais.
	
	E
	A formação não deve propiciar intercâmbios ou interações entre grupos diferentes para que não haja uma invasão das culturas diversas.
Questão 8/10 - Temas Contemporâneos: da Diversidade de Gênero à Faixa Geracional
Leia a trecho a seguir:
“Como formas culturais de nos referirmos aos sujeitos (e a nós mesmos), as representações nos dão sentido e certamente se transformam e se distinguem — histórica e socialmente”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: <https://bibliotecaonlinedahisfj.files.wordpress.com/2015/03/genero-sexualidade-e-educacao-guacira-lopes-louro.pdf>. Acesso em: 05 abr. 2017. 
De acordo com o texto-base Gênero, sexualidade e educação: das afinidades políticas às tensões teórico-metodológicas, sobre o debate em relação às definições de gênero e corpo, algumas vertentes feministas consideram que:
Nota: 10.0
	
	A
	o corpo só se tornaria inteligível no âmbito da religião e espiritualidade.
	
	B
	o corpo só se tornaria inteligível no âmbito filosofia e da ética.
	
	C
	o corpo só se tornaria inteligível no âmbito da cultura e da linguagem.
Você acertou!
“Neste sentido, seria possível entender, como fazem algumas vertentes feministas, que a nomeação do gênero não é, simplesmente, a descrição de um corpo, mas aquilo que efetivamente faz existir este corpo – em outras palavras, o corpo só se tornaria inteligível no âmbito da cultura e da linguagem. Vale registrar que esse entendimento não é assumido por todas as teóricas/os do campo e talvez se constitua num dos pontos de fricção entre as várias correntes dos estudos de gênero e de sexualidade. (Artigo: “Gênero, sexualidade e educação: das afinidades políticas às tensões teórico-metodológicas”, p. 6).
	
	D
	o corpo só se tornaria inteligível no âmbito do racionalismo e cartesianismo.
	
	E
	o corpo só se tornaria inteligível no âmbito do determinismo biológico.
Questão 9/10 - Temas Contemporâneos: da Diversidade de Gênero à Faixa Geracional
Leia o fragmento a seguir:
“A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino complexa porque envolve dimensões que transcendem a questão educacional. Até uns anos atrás, essa educação resumia-se à alfabetização como um processo compreendido em aprender a ler e escrever”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em:  <http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/38/art05_38.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2017.
De acordo com o texto-base Educação de Jovens e Adultos: um campo de direito à diversidade e de responsabilidade das políticas públicas educacionais, pode-se afirmar que a EJA (Educação de Jovens e Adultos) tem sido vista historicamente:
Nota: 10.0
	
	A
	com uma visão profissionalizante do ensino, ou seja, muitos alunos da EJA apresentam somente objetivos profissionais.
	
	B
	com uma visão econômica do ensino, ou seja, muitos dos alunos da EJA economizam ao estudarem nessa modalidade.
	
	C
	com uma visão compensatória de ensino, ou seja, muitos alunos da EJA precisam recuperar um tempo perdido.
Você acertou!
“Questiona-se que, apesar dos avanços no campo da política educacional, a EJA defronta-se historicamente com uma visão compensatória e de ‘tempo perdido’. Há a dificuldade, no plano das políticas públicas, de vê-la como direito” (Artigo: “Educação de Jovens e Adultos: um campo de direito à diversidade e de responsabilidade das políticas públicas educacionais”, p. 211-212).
	
	D
	com uma visão social do ensino, ou seja, muitos alunos da EJA estão nessa modalidade por apresentarem risco social.
	
	E
	com uma visão qualitativa do ensino, ou seja, muitos alunos da EJA escolhem essa modalidade por desejo de aprofundar determinados temas que o ensino regular não aprofunda.
Questão 10/10 - Temas Contemporâneos: da Diversidade de Gênero à Faixa Geracional
Leia o trecho abaixo.
“A vigilância e a censura da sexualidade orientam-se, fundamentalmente, pelo alcance da ‘normalidade’ (normalidade essa representada pelo par heterossexual, no qual a identidade masculina e a identidade feminina se ajustam às representações hegemônicas de cada gênero)”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: <https://bibliotecaonlinedahisfj.files.wordpress.com/2015/03/genero-sexualidade-e-educacao-guacira-lopes-louro.pdf>. Acesso em: 05 abr. 2017.
A partir do trecho acima e dos conteúdos do texto-base Gênero, sexualidade e educação: das afinidades políticas às tensões teórico-metodológicas, pode-se afirmar que as práticas sexuais nomeadas como “normais’ e “anormais” se estabelecem:
Nota: 10.0
	
	A
	por meio da imposição religiosa.
	
	B
	por meio da vontade dos grupos minoritários.
	
	C
	por meio da vontade das entidades de classe.
	
	D
	por meio dos jogos de poder.
Você acertou!
“Nos campos do gênero e da sexualidade em que nos movimentamos, poder e diferença são questões recorrentes. Os processos de constituição de uma prática sexual como normal (e, então, como a prática a ser compulsoriamente adotada por todos) e de outras práticas como desviantes ou anormais, se dá, como sabemos, em meio e por meio de jogos de poder. Para compreender como se constituem identidades e práticas sexuais e de gênero bem como para perceber a ‘força’ e eficiência de pedagogias culturais provavelmente será mais adequado pensar o poder como disseminado, multifacetado e produtivo, em vez de lidar com uma noção de poder centralizado, unidirecional ou meramente repressivo” (Artigo: “Gênero, sexualidade e educação: das afinidades políticas às tensões teórico-metodológicas”, p. 11).
	
	E
	por meio das instituições jurídicas.

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.