Prévia do material em texto
9 SEX EDUCATION: uma análise jurídica do crime de aborto frente à dinamicidade da liberdade individual[footnoteRef:2] [2: Paper apresentado à disciplina Metodologia da pesquisa científica, do Centro Universitário Dom Bosco - UNDB] Eduarda Beatriz Alves Miranda[footnoteRef:3] [3: Aluna do 1° período do Curso de Direito da UNDB] Estefani Pinheiro Caldas[footnoteRef:4] [4: Aluna do 1° período do Curso de Direito da UNDB] Yuri Ferreira Pinheiro[footnoteRef:5] [5: Aluno do 1° período do Curso de Direito da UNDB] Tuanny Soeiro Souza[footnoteRef:6] [6: Professora mestre, Orientadora.] RESUMO Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Palavras-chaves: xxxxxx, xxxxx, xxxxx, xxxxx 1 INTRODUÇÃO Na série britânica de comédia dramática Sex Education se retrata, em seu principal ponto, a questão acerca da sexualidade e relacionamentos amorosos, onde tem-se a figura protagonista de Otis, cuja possui uma mãe terapeuta sexual, chamada de Jean. Durante toda sua vida, o adolescente de 16 anos, Otis, sempre ouvia as sessões da sua mãe, onde tratava de problemas de seus clientes acerca da sexualidade destes Na escola, Maeve percebe que ele é bom em conversar com pessoas sobre seus problemas sexuais. Eles decidem montar uma clínica onde Otis serviria como o terapeuta da escola, para ajudar seus colegas a falar sobre seus problemas com o sexo, cujo seus amigos eram novos no assunto e estavam se descobrindo também na questão da sexualidade. A série se aprofunda em temas da sexualidade e afetividade de maneira didática e com a devida responsabilidade, cujo possui a finalidade não somente de interagir os telespectadores, mas informá-los acerca da temática sexual. Trata-se de uma verdadeira lição acerca da educação sexual, uma vez não presente no dia a dia das pessoas, em especial dos adolescentes. Da passagem de um âmbito crítico-artístico, representado na referida série, para uma seara jurídica e social, se tem que na atualidade não se fala corriqueiramente acerca do tema de sexualidade e seus eventuais efeitos na vida dos sujeitos, isto é, do homem e da mulher. Por motivos muita das vezes de ser um tabu ou até mesmo a falta de conhecimento para tratar-se sobre a devida temática. Um dos efeitos indesejados decorrentes da falta de informação, ou até mesmo de uma inércia estatal sobre a questão da sexualidade em pontos específicos, resulta na prática de aborto entre as mulheres adolescentes e jovens, sendo essas as faixas etárias majoritárias. Conquanto, não há dúvidas que o Código Penal Brasileiro criminaliza a prática de aborto, como consta nos artigos 124 ao 128 do referido Estatuto Repressivo, porém não há menção a determinadas gravidez indesejadas decorrente de uma má informação acerca da prevenção nas relações sexuais e, consequentemente, de uma educação sexual (BRASIL, 1940) De mais a mais, praticar o aborto não é nenhum pouco desejado tanto por quem aborta quanto pelo consequente feto abortado. Diante dessa premissa, suscitam-se diversos direitos alarmados pela prática abortiva, explicitando principalmente o direito à vida e o direito à liberdade individual da mulher. Todavia, é fato que tal conflito entre esses direitos pode ser evitado com determinados controles sociais e educativos, como a educação sexual realizada nas escolas, fazendo-se menção nesse ínterim a série Sex Education, e a conscientização social a respeito do uso de preservativo. Não obstante, se vê a necessidade de um estudo sobre as circunstancias que levam as mulheres em plena atualidade a praticarem o aborto, visto que se trata não somente de uma questão jurídica, mas sociológica e cultural. Ao mais, reitera-se a necessidade de discussões relativas à temática sexual no referido trabalho, com fins de elucidar uma possível falha por parte do Estado, no tocante a falta de regulamentação quanto ao aborto indesejado entre adolescentes, e a falta de uma educação sexual nas escolas entre as classes mais jovens de pessoas. O presente trabalho abordará uma metodologia de pesquisa documental, com fins exploratórios acerca da problemática do referido tema, utilizando-se de meios de livros, artigos científicos, dissertações, teses de pesquisa e própria legislação pertinente ao caso. Nessa seara, visa-se a análise a despeito do aborto, da educação sexual e a comparação com a série Sex Education. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 Circunstâncias que promovem a interrupção gestacional no século XXI A palavra aborto é de origem latina (abortus) que ao desmembrar significa: ab- privação e perus- nascimento. “É a interrupção da gravidez antes de atingir o limite fisiológico entre a concepção e o início do parto” (BITENCOURT, 2006, p.159). No Brasil o aborto é autorizado em determinadas circunstâncias, como risco de morte para as gestantes, casos de estupro e/ou anencefalia fetal, logo nesses casos é fornecido o aborto gratuito, e proibida em todos os outros casos, pois existem certas limitações e restrições como consta nos artigos 124, 125, 126 e 128 da lei 2848/40 do código penal. Dos crimes contra a vida: Art. 124 - Provocar aborto em si mesmo ou consentir que outrem lho provoque. Pena - detenção, de um a três anos. Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante. Pena - reclusão, de três a dez anos. Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante. Pena - reclusão, de um a quatro anos. Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevém a morte. Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Embora no Brasil seja ilegal a prática do aborto como mostra dos artigos citados acima, é uma prática bastante frequente por mulheres de todas as classes sociais. Tendo em vista que essa discussão ainda muito acirrada, muitos dos que não defendem a legalização afirmam que não é uma prática aceitável, já que existe uma série de informações e métodos contraceptivos para que não ocorra a gravidez indesejável, e polemizam, em pleno século XXI, que como vivemos com tantas informações, notícias, internet e os meios para não engravidar, “só engravida quem quer”. Não obstante, a grande questão é que mesmo com todos os métodos contraceptivos há grandes chances de uma gravidez indesejada, visto que é comprovado que nenhum método contraceptivo é 100% seguro. Segundo a pesquisa de 2007 da OMS (Organização Mundial da Saúde), implantes, vasectomias, esterilização feminina, DIU com cobre, injetáveis mensais, pílulas orais em uma escada muito eficaz, não chegam a 0–0.9 (taxa de muita eficácia). Logo, por tais dados não se pode afirmar que só “engravida quem quer”. Ademais, é preciso entender quais os motivos que realmente fazem mulheres de diferentes classes sociais, faixa etária e até mesmo religiões, a praticarem este ato. Prática que por não ser legalizada, é motivo de altas taxas de mortalidade entre mulheres por se submeterem a precárias condições, clínicas clandestinas, principalmente aquelas que não dispõem de uma condição boa, e, por tanto, o aborto deve ser visto com um problema de saúde. A estimativa do Ministério da Saúde, segundo o site da COFEN (conselho federal de enfermagem), é de, aproximadamente, um milhão de abortos induzidos, portanto, uma carga extremamente alta que independe da classe social. O que se submete as classes sociais é a gravidade precedente dos óbitos. “Assim, quem mais morre por aborto no Brasil são mulheres negras, jovens, solteiras e com até o Ensino Fundamental”, afirmou Maria de Fátima Marinho de Souza (2018) - diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde. É nítido que mulheres nestas condições são as mais prejudicadas com a ilegalidadedo aborto, haja vista que gestantes com boas condições podem viajar para fora e interromper a gravidez onde é permitido, e as que não têm essa mesma possibilidade, muitas das vezes são levadas a óbito. No contexto atual socioeconômico, existem dois motivos excêntricos que fazem com que diferentes mulheres optem por fazer o aborto, sendo assim não prosseguir com a gravidez. O primeiro dos casos é a gravidez na adolescência, garotas que não terminaram nem o ensino médio e consequentemente não possuem estrutura financeira, maturidade para lidar e cuidar de um filho, não podendo contar com o apoio da família e muito menos do pai da criança, sente-se, assim, incapaz de prosseguir com a gravidez. É compreensível que o medo as consome, pois terão que deixar de estudar para criarem seus filhos, e com que dinheiro? Sabe-se que para conseguir um emprego na crise que o país se encontra a competição é extremamente conturbada, já é difícil para quem já é formado, ainda mais para essas jovens. A pesquisa nacional por amostra de domicílios (PNAD) de 2013, a qual o G1 obteve acesso, afirma que mais de 309 mil mães adolescentes estão fora da escola, e a repressão que passam diante a sociedade, olhares, falas de julgamento, tudo isso interfere no psicológico dessas protagonistas. Além disso, essa faixa etária é mais propícia a sofrer com esse tipo de pressão, não absorvida corretamente pela condição imatura, como desenvolve a psicóloga Sandra Sposito (2017). Outrossim, o medo que sentem dos pais proferido do tabu que ainda atua no meio social, relativo a sexualidade, as imprensa cada vez mais nessa teia tensa psicologicamente, pois sabem que podem até serem expulsas de suas casas, como acontece com diversas jovens em distintos estados do país. Como acontece na série britânica “sex education” ,quando a personagem Maeve, uma adolescente de 17 anos, que mora sozinha e sobrevive com dinheiro que ganha fazendo trabalhos em sua escola, sem condições e sem familiares que possam lhe ajudar, submete-se a interromper sua gravidez. Como no seu estado o aborto é legalizado a mesma recebeu uma boa estrutura médica para realização do aborto, no caso a chance dela vir a óbito durante o processo é baixa, o que acontece diferentemente no Brasil. Importante destacar o fato de que mulheres deixam a gravidez para planos futuros, depois de buscarem pela realização profissional, estabilidade financeira e amorosa, e quando uma gravidez surpresa aparece, a primeira coisa que elas pensam é em abortar, já que imaginam que isso vai contra tudo aquilo que um dia planejaram. Logo, adiar a gravidez realmente é algo que vem se tornando comum, o que é comprovado pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra um aumento de mulheres que tem filhos entre 30 e 39 anos, gestantes que já estão estabelecidas financeiramente, com um companheiro legal e realizações já desfrutadas, prontas para, enfim, serem mães. 2.2 O aborto visto por uma lente relativa judicialmente A discussão relativa ao aborto provoca um sentimento apaixonante e controverso em várias classes sociais. Essas divergências têm raízes profundas advindas não só da moralidade inerente das relações coletivas, mas de um aparato religioso muito mais antigo e conceituado que ainda respira independentemente da generalidade cristã. Dessa forma, pode-se afirmar que a interrupção forçada da gestação deve ser analisada com ressalte a aspectos jurídicos e teológicos para melhor compreensão. Cabe mencionar, em primeiro plano, que o aborto é considerado crime contra a vida prevista pelo código penal desde 1984. Assim, os artigos 124, 125, 126, 127 e 128 da lei 2.848/40 decorrem sobre a interrupção induzida, relacionando as situações vistas como ato criminoso ou não. Dessa forma, o aborto é defendido pelo Estado nas seguintes questões: quando a vida da mulher corre sério perigo biológico e a gestação prejudica de forma significativa sua saúde; condição de estupro- o aborto pode ser permitido pela vítima ou por seu responsável, caso seja menor de idade ou esteja inconsciente e quando ocorre por uma decisão médica. Percebe-se nessa normativa uma proporcionalidade entre a garantia da vida humana, no que se refere a guardar a vida do feto ou da gestante. Seguindo essa análise, afirma-se, consoante a Daniel Sarmento (2005, p.60), que a Constituição de 1988 apresenta conjecturas equacionais quanto os direitos humanos, políticos e individuais, com um catálogo excepcional de diretos fundamentais que priorizam o individuo de forma democrática. Apesar das limitações do cumprimento dessa legislação, que contradizem a justiça social, pode-se afirmar que a Carta magna de 1988 trouxe no seu enredo um sentimento constitucional com o povo. Assim, nas normatizações formalizadas anteriores a estrutura estatal era posta ante dos direitos dos cidadãos, antagônico a constituição atual que se preocupa mais com essas questões sociais. No entanto, ainda existem divergências que corroboram com discussões jurisdicionais de cunho social relativos aos direitos individuais, como ocorreu em 2004 através da disposição da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTPS) que propôs diante do Supremo Tribunal Federal a Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n° 54, sob o subsídio do jurista Luís Roberto Barroso, questionando a legitimidade da incidência do Código Penal na hipótese de interrupção da gravidez de feto anencéfalo. Outrossim, é mister debater quanto a diminuição da vida dada ao nascituro, já que na medida que o feto se desenvolve ,é cada vez mais visto como um ser humano. Com efeito, relata-se que a penalidade inferida ao crime contra a vida se dá na reclusão de 6 a 20 anos, no entanto o aborto cometido por decisão da gestante ou por terceiros traz na sua compostura uma pena reduzida, de um a três anos e de três a dez anos respectivamente. Ademais, é perceptível que a perda do nascituro por um aborto espontâneo, mesmo que doloroso, provoca, na maioria dos casos, menos comoção que a perda de uma criança já nascida e a personalidade do individuo social decorre inicialmente com o seu nascimento, como descreve o Código Civil - artigo 2º. Então, é necessário acentuar que a vida humana não conceitua uma pessoa de fato, mas o inicio do que pode vim a ser um ser humano racional como pontua Ronald Dworkin (2003). Esse cenário controverso traz indagações relativas à vida do embrião, principalmente entre os três meses gestacionais, contrapondo decisões entre as normativas internacionais. Assim, segundo Daniel Sarmento (2005, p.60), o aborto foi visto como direito a privacidade feminina pela Suprema Corte nos Estados Unidos no famoso caso Roe v. Wade, defendido também na França e na Alemanha. Não obstante a questão da interrupção da gravidez advém de questões culturais moralizantes de cada população, justificando a relatividade normativa citada. Ademais, a laicidade estatal conquistada após muitos gargalos religiosos históricos, promove a igualdade entre os cidadãos de diferentes religiões. Assim, no artigo 19º-inciso I, a constituição formalizada (BRASIL,1988) garante a neutralidade estatal e governamental no que se refere a condição religiosa, como também é citado nos direitos fundamentas inerentes de todo indivíduo social brasileiro no conhecido artigo 5º: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; Assim, é indiscutível que a moralidade cristã não deve atuar nas decisões estatais, mas acaba atuando por questões culturais. Segundo a pesquisa realizada por Sílvia Pimentel (1996), pela agência Datafolha,o catolicismo ainda se posiciona como religião majoraria no País. Por isso, a validade da análise do aborto relacionando-o com a religião é de extrema importância, já que a ética generalizada ainda se baseia em princípios cristãos antiquados. Por conseguinte, a bíblia não pode ser colocada como oposta a legislação nacional, haja vista que preceitos metafísicos devem ser afastados do bem-comum totalizado num sistema estatal neutro. Há, além disso, o confronto da norma formalizada quanto à liberdade individual e o direito a vida. Segundo Guilherme de Souza Nucci (2013, p. 128) nenhum direito é absoluto, nem mesmo o direito à vida, e por tal motivo é perfeitamente aceitável a interrupção da gestação em circunstâncias excepcionais para preservação da vida digna da gestante. Dessa maneira, percebe-se que a legalidade da interrupção gestacional antes da formação antes da formação acéfala só depende de adeptos culturais, a moralidade é relativa e se transforma como é perceptível em vários recortes temporais, como, por exemplo, a abolição da escravidão que reproduz conseqüências até a atualidade, mas se dissolve e se defasa constantemente com o tempo. Infere-se, portanto, que o aborto realizado por Maeve diz respeito não só a sua necessidade juvenil inapropriada para a criação de uma criança ou sua irresponsabilidade advinda da imaturidade, mas à cultura inglesa que defende a interrupção por decisão voluntária. Por conseguinte, é necessário perceber esse crime de forma imparcial quanto sua relatividade para não desmerecer ou julgar de forma precipitada essa conjuntura. Ademais, é válido afirmar que a ética e a moralidade se modificam com o tempo, transcorrendo essa onda política constante que desmonta e remonta a conjuntura estatal brasileira involuntariamente. 3 DISCUSSÃO DO TEMA 3.1 terceiro objetivo específico 4 CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de direito penal. Editora saraiva, 5º edição,São Paulo,2006; BRASIL. Lei nº 2848, de 07 de dezembro de 1940 - Código Penal.Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/529748/codigo_penal_1ed.pdf. Acesso em: 13 maio 2020; BRASIL. Artigo 3º- Constituição Federal do Brasil(1988).Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 13 maio 2020; IBGE( intituto brasileiro de geografia e estatística) , Indicadores Sociodemográficos e de Saúde no Brasil, 2009, Rio de Janeiro.Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv42597.pdf. Acesso em :13 maio 2020; LUNA, Naara. Aborto e células-tronco embrionárias na campanha da fraternidade: ciência e ética no ensino da Igreja. Rev. bras. Ci. Soc., São Paulo , v. 25, n. 74, p. 91-105, Oct. 2010 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092010000300006&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: on 14 Maio 2020. https://doi.org/10.1590/S0102-69092010000300006; LEÃO, Ìtalo Alves de Souza;OLIVEIRA, Karen da Rocha. Ronald Dworkin: desmistificando eutanásia e aborto. Revista Jus Navigandi [digital], 2016, São Paulo. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/54352/ronald-dworkin-desmistificando-eutanasia-e-aborto Acesso em:13 maio 2020; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Principais ações em saúde para prevenção da gravidez na adolescência, Brasília, 2020. Disponível em: https://aps.saude.gov.br/noticia/7196. Acesso em:14 maio 2020; Nucci, Guilherme de Souza. Código Penal Comentado, 13. ed. rev. atual. e ampl. – São Paulo. Editora: RT, 2013. Pág. 128 Disponível em: https://docero.com.br/doc/ne8x0e. Acesso em 12 maio de 2020; SARMENTO, Daniel. Legalização do aborto e Constituição.Rio de Janeiro, 28 jun. 2005. Disponível em: file:///C:/Users/Win7/Downloads/43619-92339-1-PB%20(1)%20(1).pdf.Acesso em:13 maio 2020; SOUZA, Halison Afonso Carvalho; Rufino, Fernanda Julie P. F. A não criminalização da Interrupção de gravidez de feto anencéfalo: uma reflexão à luz da ADPF-54 e do Projeto de Lei do Senado nº 50, de 2011. Jus Brasil[digital]. Paraná. 2020; PACHECO,Eliana Descovi . O aborto através dos tempos e seus aspectos jurídicos .Revista Síntese de Direito Penal e Processual Penal ,Rio de Janeiro, nº 11 , pág. 41,2002.Disponível em: https://ambitojuridico.com.br/cadernos/direito-penal/o-aborto-atraves-dos-tempos-e-seus-aspectos-juridicos/Acesso em 13 maio 2020; VIEIRA, Humberto L. O aborto e sua legalização. ACI digital ,Lima (Peru),2015.disponível em: https://www.acidigital.com/vida/aborto/legalizacao.htm. Acesso em 14 maio 2020 ; SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 01 2 REFERENCIAL TEÓRICO 03 2.1 Circunstâncias que promovem a interrupção gestacional no século XXI......03 2.2 O aborto visto por uma lente relativa judicialmente 05 3 DICUSSÃO DO TEMA 08 3.1 terceiro objetivo específico 08 4 CONCLUSÕES 08 REFERÊNCIAS 08