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TESTE DE FORÇA MUSCULAR DO COMPLEXO DO OMBRO · Graduada de 0 – 5 graus · Serve para quantificar a força muscular das musculaturas envolvidas · Identificar o grupo ou músculo isolado em deficiência APLEY · TESTE DE COÇAR DE APLEY · Paciente é orientado a colocar a mão homolateral atrás da cabeça a fim de alcançar o ângulo superior e inferior da escápula. · Tendinite de uns músculos do manguito rotador - geralmente supra-espinhoso. NEER · Elevação do membro superior em extensão de cotovelo e rotação neutra. · Dor é característica de irritação da bolsa e tendão do supra espinhoso (SINDROME DO IMPACTO) HAWKINS-KENNEDY · Paciente com cotovelo flexionado e terapeuta roda medialmente o ombro com força. · Dor indica tendinite do supra-espinhoso (SINDROME DO IMPACTO) JOBE · Paciente realiza a abdução de ombro a 90 ° contra a resistência · Dor e/ou fraqueza indica inflamação ou ruptura do supraespinhoso · SINDROME DO IMPACTO GERBER · Paciente em pé, posiciona o dorso da mão na região lombar e é orientado a afastar a mão · Se houver incapacidade de realizar o movimento pode provável ruptura do tendão do músculo subescapular ou a uma lesão do tendão da cabeça longa do bíceps braquial. SPEED · Paciente realiza a elevação do ombro com o cotovelo em extensão e em supinação contra a resistência · Dor e/ou fraqueza indica inflamação ou ruptura do bíceps YERGASON · Coloca-se o paciente com o braço junto ao tronco, com o cotovelo flexionado a 90º e o ombro em posição neutra. Solicita-se ao paciente que faça supinação contra resistência. · O teste é positivo quando há surgimento de dor na região do sulco bicipital. · Dor e/ou fraqueza na realização do movimento pode indicar tendinite ou ruptura do tendão do bíceps braquial PATTE · Posiciona-se o braço a 90º de abdução e o cotovelo a 90º de flexão. Solicita-se que o paciente resista à força de rotação interna feita pela mão do examinador posicionada no dorso da mão do paciente. · Lesão do infraespinhoso CARGA E DESVIO · Verifica instabilidade da articulação glenoumeral não traumática · Paciente sentado, sem suporte das costas, e o braço testado em repouso sobre a perna. · Posicionar a mão do terapeuta sobre a cabeça do úmero, deslizar anterior e posteriormente. APREENSÃO PARA LUXAÇÃO ANTERIOR DO OMBRO · Instabilidade traumática do ombro · Paciente faz a abdução do braço a 90º, realiza a rotação externa com leve resistência do fisioterapeuta · Prestar atenção na fisionomia do paciente se ele ficar apreensivo o teste é considerado positivo ROCKWOOD · Instabilidade traumática do ombro anterior · Positivo para apreensão com dor posterior a 90° NORWOOD · Instabilidade posterior do ombro · Decúbito dorsal, ombro abduzido a 60-100°, cotovelo flexionado a 90°, estabiliza a escápula, segurar no antebraço. Levar o membro em adução horizontal (sentir a deslizamento da cabeça umeral) · Positivo: apreensão EMPURRAR-PUXAR · Instabilidade posterior do ombro · Decúbito dorsal, ombro abduzido a 90°, cotovelo flexionado a 30°, posiciona uma mão sobre o punho e outra próximo a cabeça do úmero, tracionar o punho e empurrar o úmero. · Positivo: apreensão, dor e translação posterior TESTE DO SULCO · Instabilidade inferior do ombro · Em pé, membro ao lado do corpo, musculo relaxado, segurar pelo antebraço e e tracionar o membro distalmente. · Positivo: sinal do sulco (frouxidão glenoumeral) FLEXÃO CONTRA A PAREDE · Instabilidade escapular · Em pé, membro superiores afastados apoiar na parede com flexão de ombro 90°. Solicitar a flexão de MMSS, repetir 10-20x. · Positivo: escapula alada (fraqueza serrátil anterior) CRUZAMENTO ACROMIOCLAVICULAR · Instabilidade acromioclavicular · Em pé, leva a mão até o ombro oposto · ou sentado o examinador flexiona o ombro a 90° e aduz o máximo possível. · Positivo: dor localizada na articulação acromioclavicular ou esternoclavicular. ELLMAN · Artrose glenoumeral · Decúbito lateral, comprimir a cabeça do úmero contra a glenoide, e o paciente faz rotação lateral e medial · Positivo: sintomas de dor e estalido