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Corrida Espacial

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A conquista da Lua designa o principal objetivo da Corrida Espacial entre os Estados Unidos e a URSS, ocorrida na década de 1960, e é considerada pela maioria do público como um dos episódios mais emocionantes da história da exploração espacial.
	1950 – Criação da NASA – EUA;
	 Lidera a equipe de pesquisa aero-espacial dos EUA o alemão Werner von Braun;
	 Desenvolvimento do projeto de lançamento SATURNO V;
	 Historicamente, a exploração espacial começou com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela URSS a 4 de outubro de 1957, no Cosmódromo de Baikonur ;
	 O primeiro ser vivo no espaço não foi um homem, mas a cadela Russa Kudriavka, da raça laika. Ela subiu ao espaço em 3 de novembro de 1957 a bordo da nave espacial Sputnik II.
	 Yuri Gagarin (1934-1968) foi o primeiro homem no espaço, em um vôo orbital de 48 minutos, a bordo da nave Vostok I. O vôo de Gagarin ocorreu em 12 de Abril de 1961. Neste vôo ele disse a famosa frase: "A Terra é azul, e eu não vi Deus".
	 Num famoso discurso de 1961, John F. Kennedy lançou o desafio de "enviar homens à Lua e retorná-los a salvo" antes que a década terminasse.
	 "Nós decidimos ir a Lua. Nós decidimos ir à Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque elas são difíceis". 
Chegada de Alan Shepard – Cosmonauta do Projeto Gemini - 1961
	 A missão Apollo 11 pousou na superfície lunar em 20 de Julho de 1969, em um local chamado "Sea of Tranquility" (Mar da Tranquilidade). Neil Armstrong e Edwin E. "Buzz" Aldrin tornaram-se os primeiros homens a caminhar no solo lunar.
Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade 
Razões para o fracasso em chegar na Lua:
	 Morte prematura do engenheiro-chefe do programa, Sergei Korolev em 1966;
	 Morte em 1967 do cosmonauta Vladimir Komarov;
	 Explosão, na plataforma de lançamento, o N1 em 1969.
Vladimir Mikhailovich Komarov 
	 Foram construídas cinco espaçonaves deste tipo, chamadas Columbia, Challenger, Discovery, Atlantis e Endeavour, que foram usadas em diversas missões no espaço. Destas apenas a Discovery, a Atlantis e a Endeavour ainda existem, já que as outras acabaram destruídas em acidentes que se tornaram tragédias da história da exploração espacial.
	 Mir se despedaça sobre o pacífico após 15 anos em órbita na Terra.
	 A estação espacial, que já foi um dos orgulhos da extinta União Soviética, caiu no Oceano Pacífico, a uma distância de 3 mil quilômetros da Austrália, no dia 23 de março de 2001.
	 programa espacial brasileiro se iniciou em 1961 com a criação da Missão Espacial Brasileira (MEB);
	 sucedida pela Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) em 1980, seguindo-se a implantação do Centro Espacial de Lançamentos de Alcântara
	 Com custo estimado em US$ 700 mi e prazo de execução para 17 anos (2022), o programa possibilitará ao Brasil a independência no transporte espacial de satélites de pequeno à grande porte.
	 O programa, que prevê uma evolução gradativa dos seus veículos para alcance de melhores desempenhos e de maiores capacidades para o transporte de carga útil, terá como um de seus maiores desafios o desenvolvimento e fabricação de motores à propulsão líquida de médio e grande porte.
	 A Soyuz TMA-8 é a nave espacial do vigésimo nono vôo tripulado à Estação Espacial Internacional (ISS).
	 Foi lançada em 30 de março de 2006 pelo veículo de lançamento Soyuz, a partir do Cosmódromo de Baikonur.
Pavel Vinogradov e Jeffrey Williams, junto com Marcos César Pontes, o primeiro brasileiro a viajar para o espaço. 
Principal significado da viagem do astronauta brasileiro é mostrar que o Brasil tem uma importante contribuição a dar na área da tecnologia espacial, diz o professor Agenor Fleury, da Escola Politécnica da USP. Para ele, o que falta é a continuidade dos programas e mais estímulo para os pesquisadores
A Missão Centenário durou dez dias e, pelo menos no que diz respeito ao vôo do astronauta brasileiro Marcos César Pontes, foi encerrada no dia 8 de abril, quando a nave russa Soyuz TMA-7, que o trouxe da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), pousou no Cazaquistão. Porém, o debate sobre os reais benefícios científicos da missão e seu papel na continuidade das atividades espaciais brasileiras está longe de acabar. Ainda antes da decolagem da nave, no final de março, uma saraivada de críticas foi disparada de várias frentes. 
	 O astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, por exemplo, disse que “o vôo de Marcos Pontes é, na realidade, uma grande jogada eleitoreira do governo”. A opinião ganhou eco em veículos como o jornal O Estado de S. Paulo, que em editorial qualificou a missão como “passeio” e “peça propagandística a ser utilizada pelo presidente Lula em sua campanha reeleitoral”.
	 Outras críticas partiram do presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ennio Candotti. “A meu ver, faltou situar esse projeto dentro do programa espacial brasileiro: o que está sendo planejado, o que foi planejado nos últimos dez anos e o que está sendo cumprido, quais os financiamentos e o que significam US$ 10 milhões. Será que é muito ou pouco?”, perguntou Candotti em entrevista ao programa Observatório da Imprensa. “O que está em jogo com essa viagem é uma pressão muito grande sobre a opinião pública para que o Brasil se associe a esse programa de construção da Estação Espacial. Isso causará prejuízos graves ao bom encaminhamento daquilo que sabemos fazer e em que estamos ganhando a consideração mundial, que é fazer satélites bem-feitos. E, também, na própria execução do programa de construção de um veículo lançador”, completou. 
	 Os argumentos a favor da missão também foram lançados na mídia – o que talvez tenha inspirado o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Sergio Gaudenzi, a dizer que a imprensa fez um “carnaval sideral” em torno do assunto. O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, em artigo na Folha de S. Paulo, afirmou que a viagem “servirá à popularização da ciência e do programa espacial e à atração de jovens talentos para a pesquisa científica, a engenharia e a astronáutica” 
	 Henrique Lins de Barros, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), escreveu em O Globo: “A viagem de Marcos Pontes mal começou. Agora, com os pés no chão, ele terá que iniciar a segunda fase, contribuindo para a divulgação da ciência em nosso país”.

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