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Processo de Enfermagem em pacientes com Transtornos de Personalidade

Resumo sobre processo de enfermagem em transtornos de personalidade: organiza cuidados conforme necessidades, aborda promoção da saúde, papéis do enfermeiro — observar, apoiar, registrar, desencorajar automutilação, manter limites, planejar e avaliar intervenções — e vigilância discreta e reflexão profissional.

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Processo de Enfermagem em pacientes com Transtornos de Personalidade. 
Os cuidados de enfermagem devem ser estruturados de acordo com a necessidade do paciente, o enfermeiro deve observar e prestar assistência, estabelecendo um plano de cuidados eficaz para a melhoria, sendo este seguido por toda equipe multidisciplinar. Sendo importante que o enfermeiro esteja teoricamente capacitado a atender o portador de Transtorno de personalidade. 
A promoção da Saúde é um dos fatores indispensáveis quando abordamos o processo de enfermagem, pois com base neste conceito o enfermeiro deve prestar auxilio na prevenção da enfermidade mental, na ajuda ao doente a enfrentar as pressões da enfermidade mental e na capacidade de assistir ao paciente, à família e à comunidade, ajudando-os a encontrarem o verdadeiro sentido da enfermidade mental.
Papeis da Enfermagem no tratamento de Transtornos de personalidades: 
· Demonstrar confiança e apoio.
· Observar e anotar compreensão e comportamento do discurso.
· Desestimular manias e automuliação.
· Manter os limites de forma clara e objetiva.
· Formular interpretações válidas.
· Delinear campo de ação com tomada de decisões.
· Planejar assistência, avaliar as condutas e o desenvolvimento do processo.
 Essas ações fazem parte do processo de enfermagem, devendo direcionar o relacionamento interpessoal e terapêutico.
Ao prestar assistência a esses pacientes, o profissional de enfermagem deve estar ciente de que são indivíduos doentes, portanto se tornando uma situação difícil de lidar, pois por parecerem aparentemente normais, necessitam de uma assistência qualificada, com uma postura diferenciada dos demais pacientes, devido à instabilidade de humor e emoções.
O profissional deverá também analisar primeiramente sua própria atitude, seus sentimentos e reações em face das manifestações do comportamento dele. E colocar limites quando necessário, e uma vez impostos, os limites deverão ser obedecidos. E por fim, adotar Vigilância constante e discreta a todos os pacientes com transtornos, para evitar complicações e manter a proteção do paciente e dos demais.

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