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TRABALHO EM EQUIPE 
 
 
Autores Charles André da Costa, Claides Rosimar Winter Livi, Deise Reck Becker, Jéssica 
Carril, Júlia Melo Reis e Yasmin Bairros 
Prof. Orientadora Daniele Aparecida Trinkel Cherion 
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI 
Licenciatura em Biologia (BID0458) – Seminário da Prática II 
21/06/2017 
 
 
RESUMO 
O Paper em questão tem como principal objetivo demonstrar a eficácia do trabalho feito em equipe 
dentro de uma determinada instituição, no nosso caso, uma escola. No mesmo, o principal foco foi 
evidenciar as maneiras utilizadas pelos professores docentes para incentivar o trabalho em equipe 
entre eles, que são mais novos e os mais velhos na área, objetivando alcançar perfeição no 
processo de aprendizagem no contexto educacional atual. O Paper busca sanar a seguinte dúvida: 
quais metodologias psicológicas e educacionais são usadas pelos professores para incentivar o 
trabalho em equipe? Deve-se ter em mente que não são somente os professores que devem 
trabalhar em conjunto numa escola, e que trabalhar está coletividade com os outros funcionários é 
de extrema importância para o aprendizado dos alunos envolvidos. Para o desenvolvimento das 
pesquisas, recorreu-se a pesquisas em sites, vídeos sobre trabalhos em equipe e textos de teóricos, 
psicólogos e filósofos que estudaram e se especializaram no assunto. Desta maneira a entendemos 
que para que o trabalho em equipe dê certo e tenha seus objetivos alcançados será necessário bem 
mais do que somente força de vontade e sim, também toda uma questão logística, psicológica e 
política envolvida. 
 
Palavras-chave: Trabalho em equipe. Aprendizagem educacional. Interdisciplinaridade. 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
O foco principal a ser desenvolvido neste documento é o trabalho em equipe, 
visibilizaremos com base nesta temática tão ampla, termos como interdisciplinaridade nos campos 
da Biologia e Ciências com outras matérias escolares, maneiras claras de buscar o entendimento 
pleno do que significa trabalhar em equipe, do quão importante é a coletividade nos dias atuais 
dentro de uma sala de aula, entre os professores, toda a equipe pedagógica e também os pais, a 
busca pelo espaço para desenvolvimento de trabalhos em grupo dentro de uma instituição 
educacional que divide-se hoje em profissionais com muita experiência mas atrelado a isso, o não 
comprometimento em atualizar suas metodologias de ensino e profissionais docentes que estão com 
novas metodologias e vontade de agregar seus valores em prol de uma forma eficiente, lúdica e 
principalmente, baseada nas diretrizes e bases da educação nacional direcionada em potencializar o 
aprendizado dos alunos da nova geração. 
 
2 
 
Evidenciaremos as melhorias que a interdisciplinaridade de conteúdos e a tecnologia já 
fizeram no meio escolar e como o fator psicopedagogo de um professor docente é importante hoje 
para unificar turmas com alunos de uma diversificidade cultural, de gênero ou com seus problemas 
de inclusão em determinadas situações. 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 DO ENSINO TRADICIONAL A EDUCAÇÃO MODERNA 
 
Não existem estudos científicos que consigam comprovar a origem de congregar pessoas e 
grupos para o alcance de um determinado objetivo. Por outro lado é possível afirmar que o trabalho 
em equipe existe desde que o homem se conhece por homem, essa coletividade é irracional e 
encontramos em todo o canto, seja com animais da mesma espécie ou de espécies diferentes, chamamos 
de mutualismo, um sistema onde se baseia na entidade mútua de dois animais, onde ambos são 
beneficiados de formas diferentes. O ser humano adotou o trabalho em grupo como uma estratégia 
racional e criada para aprimorar seu trabalho e eficácia, para trazer também prazer a partir deste 
trabalho. 
 
No entanto, a dificuldade que se encontra entre os professores para aplicar a 
interdisciplinaridade é o método como cada professor explica, já que a maioria dos professores mais 
antigos explicam de maneira tradicional, sem usar recursos mais avançados em sala de aula, como a 
tecnologia. Isso acontece porque eles foram ensinados a explicar de maneira tradicional ou 
simplesmente não sabem utilizar a tecnologia, manusear aparelhos eletrônicos, e outros recursos mais 
avançados. 
 
O foco em aperfeiçoar maneiras de desenvolver e colocar em prática o trabalho em equipe esta 
cada vez mais destacado tanto na educação quanto em empresas de diversas áreas, deste modo ativa a 
criatividade, possibilitando melhores resultados rápidos e sem prejuízos aos envolvidos. É a parte 
principal, mais extensa e consistente do trabalho. São apresentados os conceitos, teorias e principais 
ideias sobre o tema focalizado, além de aspectos metodológicos, resultados e interpretação do estudo. O 
trabalho em equipe entre dois ou mais professores é uma ótima maneira para efetivar o desempenho 
escolar dos alunos, facilita a compreensão dos mesmos, ligando uma matéria a outras, muitas vezes de 
maneira lúdica e atingindo mais alunos no fator de aprendizado, socialização entre colegas e ampliação 
de visão educacional. 
 
Para existir efetividade nas dinâmicas de trabalho em equipe, ele dependerá de reuniões 
regulares da equipe que foca nesta forma de coletividade, ter seus propósitos sempre claros e tempo 
suficiente, também se torna interessante ter suporte dos orientadores pedagógicos: 
 
Para fazer um trabalho em equipe é preciso ter paciência, uma vez que nem sempre é fácil 
entrar num acordo diante de opiniões diferentes, é essencial expor os posicionamentos de 
cada um de maneira moderada, procurando ouvir com boa vontade o que os outros querem 
expressar.( 26/07/2008,GABRIELA E. POSSOLLI VESCE) 
 
2.2 TRABALHOS, COLETIVIDADE E RESISTÊNCIA DE PROFESSORES ANTIGOS. 
 
A interdisciplinaridade se torna um desafio diário, e muitos professores recém-formados 
enfrentam desafios ainda maiores já que além da inexperiência do trabalho em grupo, também precisam 
se adaptar às normas antigas impostas pelos professores mais velhos numa instituição. O que é benéfico 
para os professores docentes é que enquanto acadêmicos, aprendem que numa sala de aula, eles como 
3 
 
portadores de conhecimento são a ponte que liga o aluno a este conteúdo e muitas vezes entendem que 
atualmente, somente a metodologia expositiva não prenderá a atenção do aluno, e não o fará focar no 
conteúdo abordado. Outras metodologias foram sendo formadas, entre elas temos a explicativa, 
dialogada, e interativa porém, mesmo com todas as mudanças na maneira de passar o conhecimento, 
professores mais antigos continuam mantendo resistência a mudanças ou novidades. 
 
Além da formação pessoal para atuar interdisciplinarmente tem requisitos pessoais 
indispensáveis como a motivação, personalidade, ética e liderança dos envolvidos, requisitos 
situacionais como a cultura vigente no trabalho, na escola, a arquitetura ambiental e outras. O tema 
interdisciplinaridade está tão relevante que já não se discute o mesmo somente em campo de trabalho e 
estágio, a equipe e a própria interdisciplinaridade são considerados hoje como objetos de pesquisa. 
 
O avanço tecnológico se expandiu para todos os campos sociais e estão presentes cada vez mais 
cedo em nossas vidas trazendo uma nova necessidade para o campo educacional, é necessário aprender 
de forma diferente e conectada, ambígua a metodologia de ensino que os professores mais velhos estão 
acostumados a lidar com a educação. Essa vontade de aprender de forma inovadora está sendo 
acompanhada pela vontade de ensinar de forma diferente e muitos professores não se sentem mais 
satisfeitos com o rendimento de alunos que ficam apenas em sala de aula, sem possibilidade a novas 
perspectivas e acesso a novos métodos e pensamentos. 
 
O professor como facilitador da aprendizagem deve se adaptar a realidade de seus alunos e pra 
alguns docentes existe uma grande dificuldade de seadaptar a tecnologia e novas correntes de ensino. 
Isso ocorre por muitos motivos, a realidade do professor é incompatível a de seus alunos e colegas mais 
novos, falta de interesse, comodismo em seu método, já que era muito eficaz em seu tempo. Muitas 
vezes a mentalidade de ensino atrasada de alguns professores é também alimentada pela própria 
instituição escolar que não incentiva o uso de tecnologias em sala de aula ou então não o facilita, mesmo 
quando solicitado, o que dificulta ainda mais a interação dessas duas gerações de professores tão 
distintas. 
 
Silberman, teórico que modificou o provérbio do filósofo chinês Confúcio, ilustrou num 
exemplo filosófico, como funcionam os novos métodos de aprendizagem ativa, dando a ele a seguinte 
relação: 
 
O que eu ouço, eu esqueço; 
O que eu ouço e vejo, eu me lembro; 
O que eu ouço, vejo e discuto, começo a compreender; 
O que eu ouço, vejo, discuto e faço, eu aprendo, 
Desenvolvendo conhecimento e habilidade; 
O que eu ensino para alguém, eu domino com maestria,(SILBERMAN,1996) 
 
Esta citação demonstra a base da aprendizagem ativa. Alguns professores resistentes a esta linha 
de pensamento acreditam que toda aprendizagem é ativa participativa, alegando que o aluno está 
frequentemente ativamente envolvido no processo de aprendizagem, mesmo que esteja apenas ouvindo. 
Independente da estratégia usada o aluno deve se envolver, questionar, pensar, observar, refletir, para 
que a inteligência se construa. 
 
Assim deve haver maior compreensão por parte dos professores antigos e interesse para atender 
as necessidades da realidade em que vivemos atualmente, impedindo também que o processo 
educacional se torne absoluto. É trabalhando a interdisciplinaridade podemos ensinar e aprender muito 
mais no dia a dia escolar, não apenas matérias didáticas, mas respeito, culturas e pensamentos diferentes 
e empatia o que transforma nossas crianças, não somente em bons alunos mas também bons cidadãos, 
fazendo a sociedade crescer como um todo. 
4 
 
 
2.3 EFETIVIDADES E TRABALHO EM EQUIPE 
 
 As mudanças, mesmo que pequenas, costumam gerar desconfianças e estas, por sua vez, 
representam desafios a quem adere às mesmas. Quando falamos de educação e novas metodologias de 
ensino não são diferentes. A adoção de novas tecnologias e maneiras de ensinar passa por um período de 
desconfiança e até desaprovação antes de se tornar minimamente aceita e efetivada no cotidiano. No 
Brasil atualmente, mesmo a pequenos passos, somam-se as experiências e fazem os estudantes 
tornarem-se proativos nas buscas pelo conhecimento e pelo desenvolvimento de qualificações. O 
neurocientista e coach do Instituto Brasileiro de Gestão Avançada–IBGA, Aguilar Pinheiro da sua 
opinião. 
 
A preocupação dos sistemas convencionais de ensino tem sido focada no ato de enviar a 
mensagem aos aprendizes e não em como fazer isso. Segundo o especialista, o cérebro 
consome aproximadamente 25% da energia de um indivíduo e é autorregulável. 
(AGUILAR PINHEIRO) 
 
Entre manter a atenção numa aula ou economizar energia para outras funções biológicas, por 
exemplo, o cérebro escolherá a segunda opção. Além disso, ele elimina estímulos repetitivos, portanto, 
professores com vozes constantes e aulas com o mesmo formato e sistema tendem a serem eliminados 
pelo cérebro como mecanismo de defesa, pelo processo de habituação. 
 
Por certo, estas práticas focam em adequar a instituição de ensino às mudanças que o mundo 
moderno se encontra, especialmente em relação ao acesso e transmissão de informações, à velocidade 
que as transmissões e às redes colaborativas enviam e recebem conhecimento e transformam em 
informação, alteram este ambiente virtual em que os atuais estudantes estão habituados a conviver. Isso 
significa que a escola em questão também precisa ser modernizada e totalmente reformulada para se 
aparelhar da nova realidade do ser humano e assim se tornar mais atrativa. O educador José Manuel 
Moran frisa: 
 
A escola tem que mexer na organização de tudo o que envolve as formas de ensinar e do 
aluno aprender: as metodologias de ensino, a ampliação de múltiplos espaços e tempos, 
com a presença das tecnologias digitais no cotidiano e na sala de aula. (04/02/2014, JOSE 
MANOEL MORAN) 
 
2.4 TRABALHO COLETIVO ENTRE PROFESSORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS. 
 
As escolas funcionam como um organismo que está em constante mudança para que funcione 
corretamente, precisa da sinergia de todos que participam dela, sejam alunos, professores, equipe 
pedagógica, bibliotecários, secretários, vigias, serventes ou merendeiras. Cada qual devendo 
desenvolver sua função e colocá-la em prática da maneira mais clara possível. Os professores participam 
ativamente do processo de ensino dos alunos, e eles dependem dos demais funcionários para efetivar o 
trabalho em equipe. O professor consegue fazer uma ponte entre sua matéria e outra com a ajuda de 
outro professor, mas não seria somente com outro professor que ele pode trabalhar esta coletividade de 
conhecimentos. 
 
O educador pode praticar este modo de ensino coletivo com merendeiras, que por sua vez podem 
transmitir o conhecimento de conteúdos que muitas vezes não são abordados na sala de aula, mas que 
serão de grande valia aos alunos como exemplo de fermentação, misturas homogêneas e heterogêneas 
(enquanto a cozinheira ensina a fazer a massa do bolo, o professor esclarece como funciona o processo 
químico e biológico dos ingredientes). 
5 
 
 
O professor pode encontrar formas de colocar em prática o trabalho em equipe na biblioteca da 
escola com o apoio da bibliotecária, focando em recortes de revistas no local, incentivo à leitura fora de 
sala ou até mesmo viajar para outro lugar com os alunos visualizando o globo e explicando os trópicos, 
hemisférios, conflitos históricos e mudanças diversas no mapa da pré-história até os dias atuais. Para o 
bom professor, todas as áreas das escolas são sempre vistas como convites a criatividade e melhor 
aprendizado de seus alunos. Seja na quadra da escola, no refeitório, nos corredores, salão de palestras, 
sala de computadores, laboratórios, etc. 
 
Educação é um conjunto. Ensinamos aos alunos os conteúdos curriculares e também os 
atitudinais, passando valores e maneiras de se relacionar com as pessoas que certamente 
servirão de exemplo para os estudantes. (21/08/2009,SONIA BALZANO). 
 
Quando se trabalha em uma equipe em que o foco é a aprendizagem, precisamos fazer com que 
cada pessoa se sinta útil. É preciso possuir um objetivo concreto, que tenha sido definido pelo coletivo 
da escola. Possuindo a certeza do trabalho que todos iram seguir, as equipes começaram a ter uma 
independência para poder atuar da melhor forma possível na finalização de seu trabalho. 
 
2.5 CRESCIMENTO PROFISSIONAL E PESSOAL EM UM TRABALHO DE 
EQUIPE 
 
Não é fácil definir as diferenças entre um grupo e equipe, pois o grupo pode ser formado por 
várias pessoas e cada membro do grupo poderá seguir o trabalho só, a equipe tem que ser unida, ser um 
grupo de qualidade que tenha um entendimento, um objetivo com disposição para alcançar a meta 
desejada, ter a comunicação entre os pessoas que estão em uma equipe, as opiniões divergentes deverão 
ser estimuladas para que exista um grau de confiança entre os membros, não devemos ter medo de 
assumir os riscos com habilidade no trabalho a ser executado, pois as pessoas que formam uma equipe 
devem completar umas às outras para alcançar suas metas. Objetivo de uma equipe é ter o respeito com 
o outro, ter a mente aberta para investir constantemente no crescimento profissional e pessoal. 
 
Para que um trabalho seja elaborado com excelência os membros do grupo tem que praticar a 
paciência para poder respeitar a opinião do próximo mesmo que não esteja de acordo com a sua opinião, 
as vezes é difícil admitir que não estamos com a razão, mas aceitando deixandoo orgulho de lado faz 
com que o objetivo do trabalho em equipe seja alcançado. Muitas vezes pode surgir conflitos entre os 
colegas, não podemos deixar que isso aconteça para não estragar a harmonia da equipe, demos criticar a 
ideia do colega e nunca criticar o colega, pois criticando a ideia o membro da equipe pode reformular 
suas ideias para o melhor desempenho do trabalho. 
 
Saber dividir as tarefas compartilhando as informações que é fundamental, mostrar seu trabalho 
á equipe e nunca se esquecer das suas obrigações. Ser participativo e solidário assim não correrá o risco 
de se sentir constrangido quando precisar de ajuda, e será gratificante poder ajudar quem precisa para o 
trabalho seguir em harmonia. 
 
O diálogo é muito importante para equipe, pois quando surgir algum problema todos estarão 
unidos para poder solucionar, evitar cair no pensamento negativo do grupo ultrapassando as barreiras e 
não se tornando resistente a opinião discordante de um dos membros é muito importante aceitar a ideia 
de que todos erram. Planejar e organizar o trabalho é fundamental para alcançar as metas desejadas e 
assim aprendemos uns com outros para o melhor convívio entre a equipe. 
 
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
6 
 
 
Compreendemos que o trabalho em equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar 
um esforço coletivo para resolver um problema. O trabalho em equipe pode também ser descrito como 
um conjunto ou grupo de pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa ou determinado trabalho como 
visualizamos em uma escola. 
 
Os professores docentes ainda sofrem para conseguir efetivar a interdisciplinaridade com 
professores mais antigos, pois os mesmos já vivem numa zona de comodismo onde os alunos muitas 
vezes não conseguem absorver o conteúdo passado pela metodologia tradicional e antiga (expositiva). 
 
Concluímos também que para se colocar em prática o trabalho coletivo, não se precisa somente 
da ligação entre dois professores, já que outros funcionários podem ajudar cada qual da sua maneira e 
tornar o conteúdo lúdico e mais fácil de compreensão. 
 
Escolas que quebram as barreiras criadas pelo do processo ensino-aprendizagem tradicional 
abusam na organização do ambiente, na empatia com seus alunos, na utilização de novas metodologias, 
recursos para captação de conhecimento pelos estudantes, e na mobilização de alunos, professores, 
orientadores, funcionários da escola, familiares e também comunidade. 
 
REFERÊNCIAS 
 
Alexandre Rangel, Momento de qualidade. São Paulo:Atlas,1995. 
Judith; HEWLETT, Claire e FOREMAN, Julie. Ensino de Ciências. 2ª ed. Rio Grande do Sul: 
2010. 
Peter R. Scholtes, Times de qualidade: como usar equipes para melhorar a qualidade. Rio de 
Janeiro.qualitymark,1992. 
 
Silberman, M., “Active Learning – 101 Strategies do teach any subject.” Ed. Allyn and Bacon, 
Massachusetts, 1996. 
https://www.gestaoescolar.org.br/conteudo/750/funcionarios-dos-servicos-de-apoio Sonia Balzano, 
diretora do Departamento Pedagógico da Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Sul. 
 
http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/administracao/dez-dicas-equipe.htm. 
 
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/equipes-e-grupas-de-
trabalho/15662. 
 
http://www.sosprofessor.com.br/blog/trabalho-em-grupo-ou-trabalho-em-equipe/.WARD, Hellen; 
RODEN, 
 
http://www.infoescola.com/educação/trabalho-em-equipe/ Gabriela E. Possolli Vesce 
 
http:www.teiacooperatia.pro/trabalho-em-equipe 
 
http://numberone.com.br/institucional/na-midia/noticia/metodologias-inovadoras-estimulam-
aquisição-de-conhecimento-em-sala/ Aguilar Pinheiro 
 
http://www.todospelaeducação.org.br/educação-na-midia/indice/29497/didaticas-inovadoras-para-
as-novas-gerações/ Revista gestão educacional/ Jose Manoel Moran. 
http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/administracao/dez-dicas-equipe.htm
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/equipes-e-grupas-de-trabalho/15662
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/equipes-e-grupas-de-trabalho/15662
http://numberone.com.br/institucional/na-midia/noticia/metodologias-inovadoras-estimulam-aquisição-de-conhecimento-em-sala/
http://numberone.com.br/institucional/na-midia/noticia/metodologias-inovadoras-estimulam-aquisição-de-conhecimento-em-sala/
http://www.todospelaeducação.org.br/educação-na-midia/indice/29497/didaticas-inovadoras-para-as-novas-gerações/
http://www.todospelaeducação.org.br/educação-na-midia/indice/29497/didaticas-inovadoras-para-as-novas-gerações/
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