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desafio profissional educação fisica 6º e 7º semestre

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP
 CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
 POLO RIBAS DO RIO PARDO - MS
 EDUCAÇÃO FÍSICA – LICENCIATURA
7º SEMESTRE
DISCIPLINAS NORTEADORAS: Atividades complementares; Cinesiologia Aplicada a Educação Física; Educação e Tecnologias; Educação Inclusiva; Fisiologia do Exercício e Políticas Públicas da Educação
ATIVIDADES ESPORTIVAS E INCLUSIVAS NA ESCOLA
 PAPEL DO EDUCADOR FÍSICO NA INCLUSÃO 
Desafio Profissional das disciplinas: Atividades Complementares, Cinesiologia Aplicada a Educação Física, Educação e Tecnologias, Fisiologia do Exercício II e Políticas Públicas da Educação Básica – UNIDERP/ Polo de Ribas do Rio Pardo - MS. Apresentado como requisito parcial de avaliação sob a orientação da Professora/orientadora Lucinéia Pereira. 
RIBAS DO RIO PARDO/MS
2020
UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP
 CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
 POLO RIBAS DO RIO PARDO – MS
EDUCAÇÃO FÍSICA – LICENCIATURA
 7º SEMESTRE
Professores: Túlio moura, Natália Gejão, Juliana Lyra, Mário Balvedi e Natália Gomes.
Alunos: 
ATIVIDADES ESPORTIVAS E INCLUSIVAS NA ESCOLA
 PAPEL DO EDUCADOR FÍSICO NA INCLUSÃO 
RIBAS DO RIO PARDO/MS
2020
INTRODUÇÃO
 Sabemos que a Educação Inclusiva é hoje, um dos maiores anseios de uma sociedade que apesar de tamanha luta para valer seus direitos, sente-se ainda estigmatizada e discriminada em relação aos seus deficientes. A luta por mais respeito, dignidade e integração é bem mais comum hoje do que há tempos atrás. 
 O maior desafio das pessoas que estão à linha de frente dessa luta é transformar os pensamentos, as mentalidades carregadas de preconceitos, e, maior parte dessa luta é travada pelos profissionais da educação responsáveis por mudar essa realidade, pois sabemos que é através do conhecimento que essa realidade mudará. 
 Assim sendo, mudanças e superações na Educação Física escolar será preciso, pois ela era ofertada nas escolas para alunos portadores de necessidades educativas especiais como educação física especial ou adaptada, e para alunos ditos “normais “como educação referenciada na biologia e seletividade. 
 Este texto mostra como o professor de educação física tem se superado, por métodos próprios e também com amparo da lei, hoje pode desenvolver um trabalho mais inclusivo, superando assim o modelo assistencialista e fragmentado, divorciado do sistema educacional, voltando mais o olhar para não somente incluir essas crianças, mais sabendo da possibilidade, auxiliá-los para que tenham uma vida mais saudável, tanto física quanto mental.
EDUCAÇÃO ESPECIAL, EDUCAÇÃO NCLUSIVA E LEGISLAÇÃO
 
 Para entender o processo de inclusão nas aulas de educação física atualmente, e como os professores de educação física têm papel primordial nesta inclusão, é preciso primeiro entender o que é Educação Inclusiva e Educação Especial. 
 Entende-se por Educação inclusiva à participação de todos os alunos, independentes de suas “diferenças”, “deficiências “e suas “especificidades” em escolas de Ensino Regular. Já a Educação Especial atende à educação dos alunos com algum tipo de deficiência em instituições especializadas, de maneira separada, bem diferente de uma escola comum e de forma exclusiva.
A LEGISLAÇÃO
 A Educação infantil é um direito constitucional de todas as crianças que vivem no Brasil. A emenda nº59/2009 Site Externo alterou os incisos I VII do artigo 208 da Constituição, determinando a obrigatoriedade da Educação Básica dos 4 aos 17 anos de idade. O artigo da ONU assegurou o direito da adoção de medidas necessárias em relação às crianças com deficiências, dando-lhes o pleno exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais em igualdade de oportunidades como as demais, fazendo com que não houvesse mais separação entre os sistemas.
 À luz desses preceitos legais, a resolução nº5/2009 do CNE estabeleceu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil(DCNEI), adotando os pressupostos da educação inclusiva, tornando obrigatório a matricula de crianças de 0 a 03 anos em creches. 
 
 Uma concepção de educação especial no olhar da educação inclusiva propõe uma nova forma de organizar a educação onde sugere o acolhimento de todas as diferenças na escola comum, fazendo com que o professor procure uma formação profissional mais consistente, que leve-o a repensar sua forma ultrapassada e adotar práticas que trarão sucessos significativos aos seus discentes. Para Ropoli et al. (2010, p.9)
“Não é fácil a adoção dessas novas práticas, pois ela depende de mudanças que vão além da escola e da sala de aula. Para que essa escola possa concretizar, é patente a necessidade de atualização e desenvolvimento de novos conceitos, assim como a redefinição e aplicação de alternativas e práticas pedagógicas educacionais compatíveis com a inclusão”.
 A transformação tem que acontecer em todos os âmbitos da educação: secretarias, equipes de gestão, funcionários de toda a unidade escolar, pais e alunos. Essa mudança pode até acontecer de forma gradativa, mais tem que carregar consigo uma mudança imediata, que seja reflexiva ao ponto de causar questionamentos acerca do método de ensino de hoje, pensando numa melhor forma de agregar qualidade ao currículo escolar, dando maior visibilidade na inclusão como meio de integração no dia a dia desses alunos, e não só no planejamento do professor sem real aplicação no cotidiano de suas aulas.
 Além de se trabalhar a inclusão, o professor de educação física tem participação ativa no processo de envolver esses indivíduos na sociedade, juntamente com a escola, ele tem papel fundamental na melhora das condições físicas e mental dessas crianças, pois ao planejar e aplicar suas aulas, ele pode trabalhar a biomecânica. 
 
 A biomecânica estuda as diferentes áreas relacionadas ao movimento do ser humano e animais, incluindo: funcionamento de músculos e tendões, ligamentos, cartilagens e ossos, cargas e sobrecargas de estruturas especificas e fatores que influenciam na performance. 
 A biomecânica do esporte dedica-se ao estudo do corpo humano em movimento em relação a leis e princípios físico-mecânico, incluindo os conhecimentos anatômicos e fisiológicos do corpo humano. Ela pode auxiliar também na produção de conhecimentos para a aquisição de competência tecno-motoras como o equilíbrio, coordenação de movimentos, estruturas do esquema corporal, orientação espacial, ritmo, postura e até sensibilidade. 
 
 Todos esses aspectos devem ser trabalhados dentro das atividades que sejam interessante para as crianças, envolvendo o lúdico, jogos e brincadeiras, sendo assim a participação da criança se torna proveitosa e prazerosa ao mesmo tempo.
 
 Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde não é apenas a ausência de doença, mas uma situação de perfeito bem-estar físico, mental e social. No entanto, afirmam que se trata de uma definição irreal, ultrapassada e unilateral, e ainda sugerem uma nova definição que coloca a saúde como um estado de razoável harmonia entre o sujeito e a sua própria realidade. (Saraiva e Nóbrega, 2003).
 Sabemos que a atividade física é de suma importância para a manutenção da qualidade de vida, da saúde e na prevenção de doenças. Por exemplo, a atividade física para pessoas com Síndrome de Down deve ser adequada as suas características e principalmente as suas necessidades, pois sob a orientação do professor essas práticas levará até essa criança, através da atividade física direcionada, a sensação de bem estar, vai melhorar sua autoestima, reduzir seus sintomas depressivos e de ansiedade e melhorar o controle sobre o apetite. 
 Quando o professor inclui esse aluno portador de dowm e ele sente essa inclusão, seu cérebro libera endorfina, responsável pela sensação de prazer. Além disso, as atividades lhe dará um melhor condicionamento corporal, pois libera a produção de aminoácidos (componentes das proteínas), que auxiliam no sistemaimunológico dessa criança, deixando-o menos suscetível aos resfriados e doenças respiratórias.
 Estes benefícios estão relacionados com a liberação de endorfina, uma substância o cérebro produz que dá aos indivíduos a sensação de prazer. O exercício reduz ainda a ocorrências de gripes, resfriados e infecções respiratórias em geral. A atividade física estimula a produção de alguns aminoácidos (componentes das proteínas) que melhoram a ação protetora do sistema imunológico, melhora sua capacidade pulmonar, pois aproveita melhor o oxigênio e sua respiração passa a ser mais eficiente. 
    Quanto ao sistema musculoesquelético, as atividades fortalecem a massa muscular, e aumenta a flexibilidade, pois, a atividade estimula o desenvolvimento das fibras musculares que compõem os diversos músculos do corpo, que tem que se adaptar ao estímulo que lhe é dado, melhorando desta forma suas aptidões. E, no sistema esquelético, reduz os riscos de osteoporose (enfraquecimento dos ossos) e fraturas na velhice, pois estimula a proliferação dos chamados osteoblastos (células que contribuem para o crescimento do tecido ósseo), e melhoram a captação do cálcio pelas células.
  Apesar da participação do deficiente na prática esportiva ser muito recente, pode-se perceber os benefícios biopsicossociais que esta prática com caráter pedagógico oferece a essas pessoas. O programa da Educação Física Especial para portadores da Síndrome de Down propõe uma relação direta entre atividades motoras e sociais, oportunizando vivências novas em ambientes distintos, utilizando jogos e brincadeiras como intermediários para o entendimento das regras sociais e culturais, permitindo vivenciar o que é ou não aceito no convívio social.
 O que é necessário para a Educação física hoje é auxiliar esses alunos a se desenvolverem, criando para eles uma oportunidade de lazer, prazer e principalmente de bem estar físico e social, e é aí é que a escola tem que estar preparada para recebê-los, com espaço físico adaptado, equipe de atendimento especializado, suporte de mediadores em sala para auxiliar os professores e tudo mais que for necessário variando das necessidades de cada indivíduo, fazendo com que se sinta abraçado e fazendo parte dessa comunidade escolar, não somente os portadores de dowm, mais todos àqueles que necessitam de um suporte necessário para auxiliá-los dentro do processo ensino-aprendizagem no decorrer de sua vida acadêmica. 
CONCLUSÃO
 A inclusão de todos na escola independente do seu talento ou deficiência, reverte-se em benefícios para os alunos, para os professores e na sociedade em geral, pois sabemos que o contato das crianças entre si reforça atitudes positivas no processo da inclusão e da integração.
 Para que isso aconteça é preciso ainda repensar o papel do professor e sua prática pedagógica, quando o processo da inclusão educacional de alunos com necessidades especiais e de outros alunos com que a escola tem dificuldade de lidar tem muito a beneficiar com as propostas metodológicas dos professores de educação física que, com criatividade, podem usar o corpo, o movimento, o jogo, a expressão e o desporto como oportunidades de celebrar a diferença e proporcionar aos alunos experiências que realcem a cooperação e a solidariedade.
 Mas, sabemos antes de tudo, que o professor ainda está em fase de preparação para enfrentar esta realidade cada vez mais presente, na qual alunos com e sem deficiências estão inseridos no mesmo ambiente escolar e na mesma turma.
 E a educação física por trabalhar através do movimento todas as questões pessoais e interpessoais pode através de adaptações dos esportes com jogos sem regras pré-estabelecidas e brincadeiras estimular a coparticipação dos alunos no processo de ensino/aprendizagem.
 A educação física adaptada está hoje num patamar importante, pois não há essa necessidade de rigidez de conteúdo. Partindo de um planejamento pedagógico coerente, este passa a ser um instrumento de constante orientação e também de base para possíveis mudanças decorrentes do processo de ensino.
 Isso nos mostra que há necessidade de mudanças na visão e atitudes de professores e demais envolvidos no processo ensino/aprendizagem. Afinal, a presença do aluno com deficiência na escola deve ser vista como um elemento importante para se trabalhar conceitos de respeito perante as diferenças. Ao contrário da visão arcaica e ainda presente para alguns professores de que a presença de um aluno com deficiência na turma seria uma espécie de atraso pedagógico para os demais.
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. 
 Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: Acesso em: Jul. 2013.
 Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, DF: MEC/SEESP, 2008. 
CARVALHO, R. E. Escola inclusiva: reorganização do trabalho pedagógico. Porto Alegre: Mediação, 2012 
FÁVERO, E. A. G. Alunos com deficiência e seu direito à educação: trata-se de uma educação especial? In: MANTOAN, M. T. E. (Org.). O desafio das diferenças nas escolas. Petrópolis: Vozes, 2011
 GONÇALVES, A. S. Reflexões sobre a educação integral e escola de tempo integral. Cadernos Cenpec, São Paulo, n. 2, p. 1-10, 2006. 
ROPOLI, E. A. et.al. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: a escola comum inclusiva. Brasília, DF: MEC, 2010. (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).

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