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PLANO DE AULA 1 Nome da escola: JIM Odyla Pinto de Carvalho Diretor(a): Simione Pires Professor(a) Regente: Pâmela Jappe Turma: Maternal II Período: 21/10/2019 à 25/10/2019 Acadêmica Estagiária: Franciele Fazollo Disciplina: Sacos Sensoriais Assunto: O eu, o nós e o outro; corpo, gestos e movimentos; espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Objetivos: EI01EO03) Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar espaços, materiais, objetos, brinquedos. (EI01CG05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. (EI01CG03) Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais. Conteúdo programático: Identificar barreiras físicas, comunicacionais ou relacionais que podem impedir que uma criança participe e aprenda. Refletir e propor apoios para atender às necessidades e às diferenças de cada criança ou do grupo. Incentivar a participação de todos. Auxiliar quando necessário, garantindo que todos possam estar em atividade, de acordo com preferências, ritmos e possibilidades. Recursos: Sacos plásticos de boa qualidade (os sacos tipo “zip” facilitam a construção), fita adesiva para fechar hermeticamente os sacos (as fitas tipo “silvertape” são resistentes e dão acabamento ao brinquedo), álcool em gel, figuras recortadas em papel e vedadas com adesivo de contato transparente (por exemplo: bolinhas, peixes, triângulos, animais, etc.), glitter, pequenos objetos de plástico, paetês, botões, tinta guache, corante alimentício, fita adesiva larga. Espaços: Para realizar esta atividade, foi preparado um espaço amplo que possibilitou movimentos e deslocamentos das crianças para a interação com os objetos e o espaço de forma livre e autônoma. Sequência didática: Os brinquedos podem proporcionar desafios para o desenvolvimento das crianças. Por isso, é essencial escolher objetos adequados à faixa etária, às necessidades e aos interesses das crianças. Para esta atividade foi utilizado nos sacos sensoriais, bolas de algodão, tecidos, caixas, bichinhos, flores em eva, pois permitem aos alunos manipular, mexer, brincar e se divertir! A participação do professor, apresentando os objetos às crianças e brincando junto, é uma maneira de construir vínculo e observar o processo de aprendizagem delas. Foi usado materiais que permite que as crianças explorem e brinquem com diferentes cores, texturas e surpresas Avaliação: Ensinar e aprender explorando os cinco sentidos não é difícil. Ensinar alguma coisa está, na grande maioria das vezes, ligado à estimulação dos sistemas visuais e auditivos, já que nós somos seres muito audiovisuais. Não é difícil, mas é raro encontrar atividades que estimulem os sentidos. Este fato pode ser justificado historicamente, pelas teorias tradicionais de educação que colocam o professor numa posição de eterno orador e, o aluno, de eterno ouvinte. Papéis que, ao longo da evolução das práticas educativas, foram se modificando, mas que ainda permanecem enraizadas em certas posturas sem nos darmos conta disso. Jogos, brincadeiras e outras atividades sensoriais estimulam a inteligência, ajudam na criatividade e permitem que os alunos aprendam mais e melhor. Isso ocorre pois o cérebro tem a oportunidade de acionar diferentes canais para a entrada de conhecimento, contemplando todos os estilos de aprendizagem. Os sacos sensoriais, produzidos com sacos plásticos grossos aliados a materiais diversos são recursos lúdicos que podem ser explorados com autistas. Referências: BNCC PLANO DE AULA 2 Nome da escola: JIM Odyla Pinto de Carvalho Diretor(a): Simione Pires Professor(a) Regente: Pâmela Jappe Turma: Maternal II Período: Acadêmica Estagiária: Franciele Fazollo Disciplina: Geleca com Amido de Milho Assunto: Corpo, gestos e movimento. Objetivos: (EI01CG02) Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes. (EI01ET02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. (EI01ET03) Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. Conteúdo programático: As crianças apreciam as diversas maneiras de expressar seus pensamentos e emoções. O uso de tintas pode ser uma maneira de marcar uma ideia ou um desejo por meio do movimento do corpo. Além dos traços e das marcas deixadas pelas tintas, a proposta permite ao aluno experimentar diversos acessórios, como rolinhos, pincéis grossos e finos e, em especial, descobrir a riqueza do uso das mãos. É possível também oferecer variados tipos de tintas e trabalhar com as crianças percepções sobre consistências, cores e os efeitos delas nas superfícies ofertadas (papelão, caixas etc.). Recursos: Amido de milho, recipiente para colocá-lo, água, corante comestível, recipiente com largura suficiente para as crianças colocarem seus pés e com altura de 10cm (aproximadamente) e colher para misturar. Sequência didática: Esta atividade será realizada no pátio, para que as crianças brinquem livremente enquanto explorem a Geleca. Levar um cesto de objetos escolhidos pelo grupo. Forrar o chão com jornal ou um plástico grande e grosso. Levar o material organizado em seus recipientes e colocá-los em cima do forro. Convidar todo o grupo a ir para a área externa onde foi organizada a proposta. Conversar sobre os materiais ali dispostos separadamente nos recipientes dizendo o nome de cada um. Mostrar a tigela com amido de milho e convidar o grupo a experimentar seu toque seco e aveludado. Brincar de bater palmas com as mãos cheias do pó do amido de milho, apontar a cor branca que fica nas mãos etc. Permitir a exploração livre. Encorajar todos a experimentarem a textura e a temperatura do amido de milho. Validar as iniciativas das crianças como, por exemplo, as que afundarem as mãos e as que encostarem com o dedo. Brincar de soprar um montinho de amido de milho, colocar um montinho nas mãos das crianças e as convidar para soprarem também! Repetir movimentos e brincadeiras que as crianças fizerem e permitir que explorem o amido de milho das diferentes maneiras que surgirem no grupo. Possíveis falas do professor: Ué, cadê o montinho que estava na sua mão? Onde foi parar depois que você soprou? Ih, se espalhou pelo ar! Vamos pegar mais? Apresentar o recipiente de água e convidar uma criança para pingar o corante e tingir o líquido. Permitir que brinquem com a água batendo a palma das mãos, fazendo-a escorrer pelos dedos etc. Perguntar: “o que será que acontece se misturarem o amido de milho com a água?”. Explorar a mistura do meio seco com a água e deixar que as crianças coloquem aos poucos para irem sentindo a transformação. Chamar atenção para a transformação: antes era o pó do amido e a água que depois viraram massa! Convida-los a explorarem o manuseio da massa dando ênfase às sensações experimentadas: ao apertar fechando a mão, forma-se um bolo duro, quando abre, amolece escorrendo entre os dedos. Faça esses movimentos de abrir e fechar a mão sendo modelo dessa ação para que eles possam se inspirar imitar. Após a dissolução, chamar atenção das crianças para a nova textura e cor. Brincar explorando essa nova mistura, que é rica em possibilidades e desperta os sentidos ao tocar porque tem uma textura diferente. Continuar interagindo de acordo com o interesse deles, fazendo boas intervenções para que avancem em suas pesquisas exploratórias. Realizar essa proposta com todos até se certificar que todas as crianças tenham realizado a experiência sensorial, caso desejem. Para a limpeza, utilizar um pano úmido ou enxágue com água. Para finalizar: À medida que as crianças forem terminando, inicie a limpeza com um pano úmido ou um banho, se necessário. Solicitar a ajuda das crianças para a limpeza e organização do espaço, guardando os brinquedos que levaram e respeitando o tempo e possibilidades de cada uma. Avaliação: Identifique barreiras físicas, comunicacionais ou relacionaisque podem impedir que uma criança ou o grupo participe e aprenda. Reflita e proponha apoios para atender as necessidades e diferenças de cada criança ou do grupo. Com olhar atento às demandas, auxilie nos deslocamentos dos bebês que não andam, incentivando a participação deles. Garanta que todos possam estar em atividade de acordo com suas preferências, ritmos e possibilidades. Disponibilize um cesto de objetos preferidos dos bebês para que tenham acesso quando desejarem. Referências: BNCC PLANO DE AULA 3 Nome da escola: JIM Odyla Pinto de Carvalho Diretor(a): Simione Pires Professor(a) Regente: Pâmela Jappe Turma: Maternal II Período: Acadêmica Estagiária: Franciele Fazollo Disciplina: Leite Psicodélico Assunto: Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Objetivos: (EI01TS02) Traçar marcas gráficas, em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. (EI01ET02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. (EI01CG05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. Conteúdo programático: As cores costumam chamar muito a atenção das crianças. Os pequenos são atraídos por objetos e desenhos coloridos, e logo cedo já aprendem os nomes das cores junto com suas primeiras palavras. Na escola, aprender a misturar e formar cores novas é incrível! Para incentivar essas descobertas e fazer a criança aprender ainda mais sobre o tema, trouxemos uma dica de experiência com cores que faz sucesso com os pequenos: o Leite Psicodélico. Recursos: Prato - Leite - Corante alimentício (pelo menos duas cores) – Cotonetes – Detergente. Sequência didática: Essa experiência com cores é muito simples de se fazer, e pode ser usada para ensinar diferentes conceitos dependo da idade da criança. O experimento consiste em pingar algumas gotas de corante em um prato de leite, e depois adicionar detergente. Com isso, todas as cores começam a se misturar sozinhas. Parece mágica! Por causa disso, os pequenos ficam encantados. Eles vão pedir para fazer de novo, de novo e de novo… É super divertido ver as cores de misturando nessa dança mágica. Mas a ciência explica tudo! A tensão superficial é um fenômeno que acontece nos líquidos, com a formação de uma fina membrana na superfície. No caso, a tensão superficial do leite impede a mistura com os corantes, mas o detergente a destrói e então a mistura acontece sozinha. Passos: 1. Despeje o leite em um prato 2. Pingue uma ou duas gotas de cada corante no leite, sem misturá-las 3. Molhe o cotonete no detergente e toque-o nos pontos onde o corante caiu 4. Veja as cores se misturarem de forma mágica! Avaliação: O efeito visto ocorre porque o detergente dissolve (emulsifica) a mistura de leite e corante. O leite é uma mistura de várias substâncias, principalmente água e gordura. Visto que possui uma parte apolar e uma polar, o detergente é capaz de interagir tanto com a gordura como com a água. Referências: BNCC PLANO DE AULA 4 Nome da escola: JIM Odyla Pinto de Carvalho Diretor(a): Simione Pires Professor(a) Regente: Pâmela Jappe Turma: Maternal II Período: Acadêmica Estagiária: Franciele Fazollo Disciplina: Águas Coloridas Assunto: Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Objetivos: (EI01TS02) Traçar marcas gráficas, em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. (EI01ET02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. (EI01CG05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. Conteúdo programático: Explicar para as crianças sobre as três cores primárias de maneira lúdica e divertida e como essas cores dão origem as cores secundárias. Para isso vamos realizar uma experiência. Recursos: 07 copos, sendo 04 com água - Corante alimentício azul, amarelo e vermelho - Papel toalha Sequência didática: Coloque os copos alinhados, no primeiro e no último copo coloque gotas de corante vermelho, o segundo copo deixe vazio, o terceiro copo coloque gotas de corante amarelo, o quarto copo deixe vazio, o quinto copo coloque corante azul. Pegue uma folha de papel toalha enrole (como se fosse um rocambole), corte em 6 partes. Coloque cada parte em um copo ligando um ao outro. Avaliação: O objetivo dessa experiência foi perceber como as moléculas da água são atraídas e aderem rapidamente às moléculas do papel toalha, que acaba funcionando como uma espécie de cano para a água passar de um recipiente para outro. Referências: BNCC PLANO DE AULA 5 Nome da escola: JIM Odyla Pinto de Carvalho Diretor(a): Simione Pires Professor(a) Regente: Pâmela Jappe Turma: Maternal II Período: Acadêmica Estagiária: Franciele Fazollo Disciplina: M&Ms em Água Assunto: Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Objetivos: (EI01TS02) Traçar marcas gráficas, em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. (EI01ET02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. (EI01CG05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. Conteúdo programático: Explicar para as crianças que estas pequenas balas com recheio de chocolate são recobertas por uma camada açucarada, adicionada de diferentes tipos de corante. Ao ser colocado na água o açúcar vai aos poucos se dissolvendo e leva junto consigo uma certa quantidade do corante da bala, que é também solúvel em água. O açúcar flui na água de regiões com alta concentração do açúcar, para regiões menos concentradas. Em um dado momento as cores praticamente não se misturam mais! Porque isto ocorre? Uma explicação possível é que na região da fronteira entre elas a concentração de açúcar é praticamente igual, diminuindo a tendência de fluxo do açúcar e do corante. Recursos: Um prato com um fundo branco, balas coloridas e um pouco de água. Sequência didática: Colocaremos no prato mais ou menos o equivalente a 1ml de água e as balas na ponta do prato. A ideia é que a cor da bala saia na água e comece a se espalhar em direção ao meio do prato. A explicação para esse fenômeno é que a bala é formada por uma casca de corante com açúcar e quando colocamos na água ela começa a se dissolver e ela vai para o meio do prato com a ajuda da gravidade. Avaliação: A explicação para esse fenômeno é que a bala é formada por uma casca de corante com açúcar e quando colocamos na água ela começa a se dissolver e ela vai para o meio do prato com a ajuda da gravidade Referências: BNCC