Contabilidade de Custos_book
145 pág.

Contabilidade de Custos_book

Pré-visualização26 páginas
CONTABILIDADE DE CUSTOS I
A Faculdade Multivix está presente de norte a sul 
do Estado do Espírito Santo, com unidades em 
Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Nova 
Venécia, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. 
Desde 1999 atua no mercado capixaba, 
destacando-se pela oferta de cursos de 
graduação, técnico, pós-graduação e 
extensão, com qualidade nas quatro áreas 
do conhecimento: Agrárias, Exatas, 
Humanas e Saúde, sempre primando pela 
qualidade de seu ensino e pela formação 
de profissionais com consciência cidadã 
para o mercado de trabalho.
Atualmente, a Multivix está entre o seleto 
grupo de Instituições de Ensino Superior que 
possuem conceito de excelência junto ao 
Ministério da Educação (MEC). Das 2109 institu-
ições avaliadas no Brasil, apenas 15% conquis-
taram notas 4 e 5, que são consideradas 
conceitos de excelência em ensino.
Estes resultados acadêmicos colocam 
todas as unidades da Multivix entre as 
melhores do Estado do Espírito Santo e 
entre as 50 melhores do país.
 
MISSÃO
Formar profissionais com consciência 
cidadã para o mercado de trabalho, com elevado 
padrão de qualidade, sempre mantendo a credibil-
idade, segurança e modernidade, visando à satis-
fação dos clientes e colaboradores.
 
VISÃO
Ser uma Instituição de Ensino Superior reconheci-
da nacionalmente como referência em qualidade 
educacional.
R E I TO R
GRUPO
MULTIVIX
R E I
2 MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
BIBLIOTECA MULTIVIX (Dados de publicação na fonte)
Cristiane de Carvalho Pimenta.
Contabilidade de Custos I / Pimenta, Cristiane de Carvalho. - 
Multivix, 2020.
 
 
Catalogação: Biblioteca Central Multivix 
 2020 \u2022 Proibida a reprodução total ou parcial. Os infratores serão processados na forma da lei. 
3MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
4 MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
LISTA DE QUADROS
 > Quadro 5: Principais diferenças entre custos e despesas 20
 > Quadro 8: Principais diferenças entre investimentos e gastos 25
 > Quadro 11: Exemplos de aplicação dos Princípios Contábeis 27
 > Quadro 2 \u2013 Exemplo de como ocorrem os custos semifixos 38
 > Quadro 4 \u2013 Demonstrativo dos custos de produção 40
 > Quadro 10 \u2013 Custos indiretos de uma empresa 47
 > Quadro 13 \u2013 Etapas da apuração do CPV 52
 > Tabela 1 - Vantagens e desvantagens do método do 
custeio por absorção 63
 > Tabela 2 - Vantagens e desvantagens do método do 
custeio variável 64
 > Quadro 1 - Demonstração de resultados de uma 
empresa comercial 112
 > Quadro 2 - Principais diferenças entre a contabilidade 
de custos e a contabilidade financeira 114
 > Quadro 1 - Confrontação das receitas com os custos 141
5MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
LISTA DE FIGURAS
 > Figura 1: Matéria-prima é um exemplo de custos relacionados 
à produção 15
 > Figura 2: Aspectos importantes quanto à classificação de custos 16
 > Figura 3: Pagamento de comissões é um exemplo de despesas 17
 > Figura 4: Os produtos estocados correspondem ao produto final 19
 > Figura 6: Maquinários SÃO um exemplo de um investimento 
permanente 22
 > Figura 7: Classificação dos gastos 23
 > Figura 9: Investimentos não planejados refletem em 
prejuízos para a empresa 26
 > Figura 12: Mão de obra direta é um custo de transformação 29
 > Figura 13: Esquema dos custos primários 30
 > Figura 1 \u2013 A mão de obra é um custo direto 36
 > Figura 3 \u2013 Variação dos custos semivariáveis por nível de produção 38
 > Figura 5 \u2013 Comportamento dos custos variáveis 40
 > Figura 6 \u2013 Exemplos de custos indiretos de fabricação 43
 > Figura 7 \u2013 Uso de estimativas e critérios de rateio na atribuição 
dos custos indiretos 43
 > Figura 8 \u2013 Setor de controle de qualidade (mão de obra indireta) 45
 > Figura 9 \u2013 A escolha do critério de rateio é feita em função do 
recurso mais utilizado na produção 47
 > Figura 11 \u2013 A representação dos departamentos 49
 > Figura 12 \u2013 As empresas são divididas em departamentos 50
 > Figura 1 Exemplo de custear: acumulação ou reunião de custos 60
 > Figura 2 - Critérios para escolher o método de custeio 61
 > Figura 3 - Distinção entre custos e despesas 66
 > Figura 3 - Distinção entre custos e despesas 67
 > Figura 5 - Condições básicas de um custo direto 68
 > Figura 6 - A farinha de trigo é um exemplo de material direto 
na produção de pão 69
 > Figura 7 - Elementos principais dos custos em manufatura 70
6 MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
 > Figura 8 - O material direto precisa ser de fácil identificação 71
 > Figura 9 - O serviço de limpeza é um exemplo de serviço 
complementar 72
 > Figura 10 - Diversidade de profissionais encontrada em uma empresa 74
 > Figura 11 - A embalagem corresponde a um material direto 75
 > Figura 1 - Exemplo de estoque de produtos a serem vendidos 83
 > Figura 2 - É fundamental que as empresas controlem seus estoques 85
 > Figura 3 - A vantagem de controlar o estoque é a 
disponibilidade de informações para as tomadas de decisão 86
 > Figura 4 - Contagem física dos itens de um estoque 87
 > Figura 5 - A apuração do resultado pode ser mensal, trimestral 89
 > ou semestral, para fins de gestão 89
 > Figura 6 - O estoque de veículos é exemplo de um bem 
que utiliza o preço específico 90
 > Figura 7 - Movimentação de mercadorias 92
 > Figura 8 - Movimentação de mercadorias pelo método 
a preço de reposição 93
 > Figura 9 - Movimentação de mercadorias pelo 
método PEPS 93
 > Figura 10 - Movimentação de mercadorias pelo método UEPS 94
 > Figura 11 - Avaliação pelo método do custo médio ponderado móvel 94
 > Figura 12 - Movimentação de mercadorias pelo método 
do custo médio ponderado móvel 95
 > Figura 13 - O ideal para o mercado é o equilíbrio da economia 96
 > Figura 14 - Os critérios de avaliação de estoque UEPS e custo médio 
ponderado fixo tendem a distorcer os resultados 97
 > Figura 1 - A contabilidade de custos controla os gastos das indústrias 102
 > Figura 2 - A indústria de petróleo é um exemplo de indústria 
em função da transformação 103
 > Figura 3 - Manipulação dos valores monetários 104
 > Figura 4 - As informações contábeis são relevantes 
para o governo brasileiro 105
 > Figura 5 - Fórmula utilizada pela contabilidade de custos 107
7MULTIVIX EADCredenciada pela portaria MEC nº 767, de 22/06/2017, Publicada no D.O.U em 23/06/2017
 > Figura 6 - A demanda de custos de um setor produtivo 108
 > Figura 7 - Fórmula utilizada pela contabilidade financeira 109
 > Figura 8 - Empresas industriais deram origem à contabilidade 
de custos 111
 > Figura 11 - Pessoas físicas também utilizam a contabilidade financeira 115
 > Figura 12 - A contabilidade de custos e a contabilidade financeira 
protegem os recursos das empresas 116
 > Figura 13 - O contador e suas atribuições 117
 > Figura 1 - Usuários do plano financeiro 124
 > Figura 2 - O período do plano financeiro varia de acordo 
COM CADA EMPRESA 124
 > Figura 3 - O controle está situado no limite 
entre as receitas e as despesas 127
 > Figura 4 - Esquema básico de controle de custos 128
 > Figura 5 - As empresas fazem investimentos com objetivo 
de alcançar bons retornos 129
 > Figura 6 - Dinheiro em espécie é um exemplo de bens numerários 130
 > Figura 7 - A cada ano, um percentual do valor do bem será 
depreciado 133
 > Figura 8 - Tipos de depreciação 134
 > Figura 9 - Possíveis formas de ocorrência de um desembolso 136
 > Figura 10 - Exemplo clássico de desembolso 137
 > Figura 11 - Um simples bolsa é um objeto de custos 139
 > Figura 12 - O valor das vendas