Prévia do material em texto
1 Marina Dalchiavon PATOLOGIA – PROVA II AORTA ABDOMINAL TROMBO EM VEIA CAVA Na figura 1 o segmento ainda é liso, mas já se observa algumas áreas amareladas (primeira fase de desenvolvimento) – estrias gordurosas. Na segunda foto já é possível ver placas de gordura que ocupam a luz do vaso (segunda fase do desenvolvimento), a placa significa reação inflamatória. Até o momento é ATEROSCLEROSE, quando deixa de ser elástica e fica rígida, facilmente o sangue passa e solta essas placas – EMBOLIA (placa calcificada é quebradiça). Ex: AVI por embolia por um pedaço de placa de ateroma. Foto 4 A placa de ateroma por vexes pode empurrar o endotélio até que ele se rompa – erosão ou ulceração, o defeito na parede dessa artéria vai se chamar ANEURISMA (calcificação, ulceração e aneurisma). Tratamento: prótese – sintética ou biológica (porco). Se formou a partir do vaso e ocupou a luz da veia. Oclui o retorno venosos (chegam menos sangue no coração – ejeta menos sangue – volume menor) DC baixo, hipotensão, pode chegar a choque hipovolêmico. HEMODINÂMICA 2 Marina Dalchiavon SEGMENTO DE ARTÉRIA FEMORAL STENT ARTERIA RENAL COM ATEROSCLEROSE Tem uma artéria e ao lado a veia, o que tem formado em amarelo na parede da artéria é uma placa de ateroma. Dentro da artéria tem um trombo – TROMBOSE A PARTIR DE PLACA DE ATEROMA. Trombos arteriais tem diferenças de cores – linhas de Zahn. Pq? Pois o fluxo na artéria sob pressão vai formando o trombo devagar (plaqueta + fibrina = clarinho, hemácia = + escuro - somente para trombos arteriais). Trombo se forma a partir da parede de um vaso, embolo é o desprendimento do trombo que emperra onde o calibre de um vaso é menor, o sangue vai parando e coagulando. Êmbolos em artéria femoral superior. Retirada: angioplastia (balão inchado e puxado). Idosa, diabética, com isquemia por aterosclerose em membro inferior direito, foram colocando vários stent’s para revascularizar o membro. Objetivo: abrir a artéria e revascularizar, não conseguiram, amputação. Tem efeito somente mecânico, necessita tomar remédio antiagregante e anticoagulante. Impossibilita a anastomose, paciente com variação anatômica – artéria renal dupla. 3 Marina Dalchiavon TROMBO EM ARTÉRIA FEMORAL BAÇO – HEMORRAGIA INTERNA INFARTO VERMELHO Cresceu lateralmente. Defeito na parede da artéria – ANEURISMA, pode ser congênito (nasce com defeito de colágeno ou muscular) o fluxo sanguíneo aumenta a pressão. Adventícia conteve, fez uma trombose num aneurisma (turbilhonamento do fluxo sanguíneo). Principal causa de aneurisma: ATEROSCLEROSE. Hematoma no baço, teve uma pancada nas costas (contusão) rompeu os vasos, sangrou e a capsula segurou, sangue coagula dentro. Fica sonolento porque a pressão diminui – cérebro entra em pausa para tirar a pressão da gravidade (ficar deitado). Infarto em um lobo do pulmão. Característica de órgãos com dupla circulação. As artérias se ramificam, brônquicas e pulmonares, se uma for obstruída a outra vai fazer hiperemia e vasodilatar para tentar suprir os nutrientes, não vai conseguir – enche de sangue. INFARTO BRANCO – SEMPRE É DE ORIGEM ARTERIAL - característico de órgãos com circulação terminal. Ex: rim. Artéria renal direita e esquerda que se ramificam, se ocluir qualquer ramo o tecido entra em isquemia e fica esbranquiçado, pálido. 4 Marina Dalchiavon INFARTO NO INTESTINO INFARTO NO TESTÍCULO → NEOPLASIAS BENIGNAS OSTEOMA Infarto vermelho do intestino grosso. Principal causa: coronárias, cerebrais, mesentéricas, renais e membros inferiores (ordem de frequência) infartos vermelhos de origem arterial – ATEROSCLEROSE E TROMBOSE DE MESENTERIO. Volvo no intestino delgado, não ocorre no grosso pois está fixo no peritônio, o volvo vai comprimir o mesentério – mais fácil comprimir a veia (histologicamente) logo, veia manda e artéria não traz, enche de sangue, o sangue vai coagulando, não passa oxigênio, tecido morre – INFARTO VERMELHO (VENOSO) INFARTO DE TESTÍCULO POR TORÇÃO - variação anatômica, cordão espermático muito longo, dentro da bolsa o testículo fica muito solto e dependendo do movimento torce. Comprime a veia e enche de sangue. Testículo normal Célula de origem: osteoblasto. Local: palato. Não tinha necessidade de remover. 5 Marina Dalchiavon LIPOMA MENINGIOMA FIBROMA Célula de origem: adipócito Lipoma no intestino grosso, quadro de oclusão (impede a evacuação) – cólon ascendente. Lipoma subcutâneo Lipoma subcutâneo Tem capsula, só empurra o musculo, não invade – tumor benigno. Célula de origem: fibroblasto. Tumor benigno comprimindo o nervo intercostal – gera muita dor. Calota craniana com a membrana, capsula acompanha. Tumor cresce a partir da meninge. 6 Marina Dalchiavon ADENOMA DE TIREÓIDE ADENOMA DA PARATIREÓIDE FIBROLIPOMA LEIOMIOMA Origem: epitélio da tireoide Queixa: nervosismo (disfunção hormonal) – benigno, bem diferenciado – exerce funções em proporções muito maiores Quadro de hipertireoidismo pelo adenoma. Paciente com abaulamento superior e inferior da tireoide (local que tem as paratireoides). Origem: epitélio da paratireoide. Quebrou o fêmur por excesso de paratormônio – tira o cálcio do osso e manda pros rins, sedimenta faz nefrolitíase – ossos enfraquecem. Célula de origem: adipócito e fibroblasto. Colo uterino normal Célula de origem: fibra muscular lisa. Não encapsula. 7 Marina Dalchiavon TERATOMAS DE OVARIO E TESTÍCULO Pele com folículo piloso e glândula sebácea – dentro do ovário. Ovário com glândula sebácea Ovário com dentes Células totipotentes são células capazes de dar origem a diferentes tecidos e anexos embrionário, pluripotentes (ecto, meso e endoderme), a multipotente é capaz de se diferenciar em qualquer tipo de tecido da sua mesma família (ex: mesenquimal – condrócito, osteócito, miócito, adipócito). As vezes pode ter uma célula alterada – PLURIPOTENTE – vai originar tecidos do ectoderma, mesoderma e endoderma – onde encontramos? Nos locais de células pluripotentes, germinativas – H (testículo), M (ovários) ou na linha media onde podem sobrar algumas células que não migraram. Benignos nas mulheres e maligno nos homens Testículo com glândula sebácea Ovário Teratoma que levou a um infarto hemorrágico por torção – venosa. TERATOMA DE LINHA MÉDIA Tumor de linha media – pedaço de pulmão com tumor quecresceu pro mediastino (sebo e cabelo) 8 Marina Dalchiavon MALÍGNOS MESENQUIMAIS – SARCOMA CONDROSARCOMA OSTEOSSARCOMA Úmero proximal Célula de origem: condrócito Cresceu a partir da cartilagem (condroblasto, condrócito) e começou invadir o osso Comum em meninos na puberdade – fase de crescer rápido. Célula de origem: osteoblasto Rompe a cartilagem e entra no osso. Célula de origem: osteoblasto ou osteócito. 9 Marina Dalchiavon CONDROSSARCOMA SCHWANNOMA MALIGNO EPITELIAIS MALIGNOS - CARCINOMA Rasparam o tumor e colocaram o cimento ósseo, tiraram pouco – RECIDIVA, tumor atingiu toda articulação do membro – amputação Origem: célula da bainha que constrói o nervo ciático, CÉLULAS DE SCHWANN. Esôfago e estomago. Se o tumor cresce a partir do epitélio do esôfago e invade o estomago – CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS. Se o tumor cresce a partir do estomago e invade o esôfago – ADENOCARCINOMA. 10 Marina Dalchiavon ADENOCARCINOMA ADENOCARCINOMA Estomago com omento maior. Tem um pouco de mucosa normal o resto é tumor. METÁSTASE TRANSCELOMICA – CARCINOMATOSE (pode dar na pleura, peritônio e pericárdio). Tratamento sistêmico. Carcinomatose Adenocarcinoma de estomago Cólon direito e esquerdo. Célula de origem: epitélio do intestino grosso. O pior prognostico é no cólon esquerdo. Tendem a ser mais invasivos pois tem espaço pra empilhar células na luz. Se o tumor fosse no anus seria CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS- agente carcinogênico – vírus HPV. Cólon direito – distensão. Tem um buraco no intestino, faz sepse (fezes na cavidade). Vários linfonodos com metástase Adenocarcinoma de cólon que invadiu outros tecidos. Colo uterino na peça.