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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO CECIERJ /Consórcio CEDERJ / UAB
Curso de Licenciatura em Pedagogia – Modalidade EAD
AD2 – 2020.1
Disciplina: Diversidade Cultural e Educação
Coordenador(a): Elielma A. Machado
Aluno(a):
Matrícula: 
Polo:
A partir da leitura do material didático recomendado para a disciplina Diversidade Cultural e Educação (DCE), Módulo III, elabore um texto respondendo aos questionamentos mencionados no trecho abaixo relacionado:
“Seria um ledo engano imaginar ser a escola o primeiro ou o único local onde se aprende sobre sexualidade, gênero, questões étnico-raciais etc. Que outros espaços sociais exercem uma pedagogia da sexualidade e do gênero? Em que a escola se diferencia deles? Antes de responder, reflita nas especificidades desses locais. Pense, por exemplo, que essa educação nem sempre é formal, planejada ou pedagogicamente conduzida.” (183. Com modificações)
O texto deve ter no mínimo uma (1) e no máximo três (3) laudas, com a formatação segundo as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos. Será observada também a coesão, coerência, clareza, correção da linguagem e atenção às fontes e referencias bibliográficos consultados. Os casos de cópia e plágio serão encaminhados à coordenação e receberão nota 0,0 (zero).
Durante o desenvolvimento humano, questões étnico-raciais, sexualidade, gênero e muitas outras, passam a fazer parte da vivência de todos os indivíduos. Portanto, antes mesmo de iniciar os estudos de maneira formal em instituições de ensino, essas questões são permeadas por visões de mundo, valores e culturas familiares e sociais.
A televisão, por exemplo, por ser um dos meios de comunicação em massa mais populares, divulga através de seus diferentes canais de programação os interesses das classes dominantes, influenciando na formação e educação de seus telespectadores.
Tanto a televisão, com seus diferentes programas, filmes, novelas e desenhos animados, quanto outros meios de comunicação, como cinema, músicas e revistas voltadas para o público infanto-juvenil são meios que ensinam sobre sexualidade, gênero e questões étnico-raciais, pois satisfazem a curiosidade sobre estes assuntos através de conteúdos que despertam interesse e identificação por parte de crianças, adolescentes e jovens, de um modo geral.
Outras fontes de aprendizado sobre estas questões são as conversas com amigos, com familiares e até mesmo instituições religiosas. Assim, dependendo da abertura com a família, o adolescente pode aprender sobre maneiras de se prevenir de doenças e gravidez. Com amigos, são divididos experiências e desejos. Já em relação à religião, em sua maioria ainda tradicional, o conselho e se abster de relações sexuais e relacionamentos homeafetivos não são incentivados e bem vistos.
Dentre todos os meios e espaços sociais citados, as questões étnico-raciais, são as que possuem menor discussão. Apesar de haver essa pauta em programas, novelas e filmes, ainda há muito estigma e esteriotipação, além de perpetuar a cultura do branqueamento.
Levando em consideração os aspectos supracitados, pode-se concluir que a escola não se constitui como o primeiro ou único espaço de aprendizagem, o que a diferencia de outros espaços é a maneira e a intenção em que os conhecimentos são transmitidos.
O ambiente escolar possui caráter obrigatório e deve seguir padrões estabelecidos por diretrizes, projetos, leis e decretos. Já os diferentes ambientes de aprendizagem, não possuem obrigatoriedade e currículos predefinidos.
Assim, os aprendizados adquiridos nos mais diferentes locais de aprendizagem podem ser constatados ou refutados na escola. Logo, ambos saberes podem ser trabalhados de maneira conjunta, através de projetos e interdisciplinaridade, por exemplo, para que hajam aprendizado e desenvolvimento pleno e significativo dos indivíduos.
Referência Bibliográfica:
A invisibilidade das questões étnico-raciais e a mídia. Portal geledés. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/a-invisibilidade-das-questoes-etnico-raciais-e-a-midia/>. Acesso em: 01 mai. 2020.
GÊNERO E DIVERSIDADE NA ESCOLA: FORMAÇÃO DE PROFESSORAS/ES EM GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS, Rio de Janeiro: CEPESC; Brasília: SPM, 2009.
Televisão e educação sexual. Jornal de pediatria. Disponível em: <http://www.jped.com.br/conteudo/95-71-05-248/port.pdf>. Acesso em: 01 mai. 2020.
� BRASIL. Gênero e diversidade na escola: formação de professoras/es em Gênero, orientação Sexual e Relações Étnico-Raciais. Livro de conteúdo. Versão 2009. – Rio de Janeiro: CEPESC; Brasília: SPM, 2009.

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