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Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 1 SUMÁRIO Revisão Matemática 1. Potenciação .................................................................................................................................................................... 6 2. Radiciação ....................................................................................................................................................................... 8 3. Geometria no triângulo ................................................................................................................................................. 11 Cinemática Escalar 1. Velocidade Média, M.R.U e M.R.U.V. ........................................................................................................................... 16 2. Gráfico no UM e MUV ................................................................................................................................................... 16 Decomposição do Movimento 1. Lançamentos verticais, horizontais e oblíquos.............................................................................................................. 34 2. Lançamento Horizontal ................................................................................................................................................ 34 3. Lançamento Oblíquo .................................................................................................................................................... 35 4. Movimento Circular ...................................................................................................................................................... 36 Dinâmica 1. Leis de Newton ............................................................................................................................................................. 46 2. Força de Atrito .............................................................................................................................................................. 54 3. Forças em trajetórias circulares ................................................................................................................................... 55 4. Trabalho de uma força .................................................................................................................................................. 63 5. Energia e sua conservação ........................................................................................................................................... 70 6. Quantidade de movimento, Impulso e Teorema do Impulso ....................................................................................... 75 7. Conservação da Quantidade de movimento ................................................................................................................. 75 8. Colisões ......................................................................................................................................................................... 75 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 3 EDITAL VERTICALIZADO 2009 WWW.CONCURSEIROPRIME.COM.BR POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL PRF - 2009 FÍSICA APLICADA À PERÍCIA DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS LIVRO E/OU PDF VIDEOAULAS RESUMOS EXERCÍCIOS REVISÕES Mecânica Movimentos: tipos, classificação, velocidade média e aceleração média; Queda e arremesso. Forças: noções básicas de vetores, classificação, resultante de sistemas simples de forças e unidades no S.I. Princípios da Dinâmica. Trabalho. Potência. Rendimento. Energia. Quantidade de Movimento. Impulso. Choque Mecânico. Hidrostática. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 4 EDITAL VERTICALIZADO 2013 WWW.CONCURSEIROPRIME.COM.BR POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL PRF - 2013 FÍSICA APLICADA À PERÍCIA DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS LIVRO E/OU PDF VIDEOAULAS RESUMOS EXERCÍCIOS REVISÕES 1.Mecânica 1.1 Cinemática escalar, cinemática vetorial. 1.2 Movimento circular. 1.3 Leis de Newton e suas aplicações. 1.4 Trabalho. 1.5 Potência. 1.6 Energia cinética, energia potencial, atrito. 1.7 Conservação de energia e suas transformações. 1.8 Quantidade de movimento e conservação da quantidade de movimento, impulso. 1.9 Colisões. 1.10 Estática dos corpos rígidos. 1.11 Estática dos fluidos. 1.12 Princípios de Pascal, Arquimedes e Stevin. 2.Ondulatória 2.1 Movimento harmônico simples. 2.2 Oscilações livres, amortecidas e forçadas. 2.3. Ondas. 2.3.1 Ondas sonoras, efeito doppler e ondas eletromagnéticas. 2.3.2 Frequências naturais e ressonância. 3.Ótica 3. Óptica geométrica: reflexão e refração da luz. 3.1 Instrumentos ópticos: características e aplicações. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 5 EDITAL VERTICALIZADO 2018 WWW.CONCURSEIROPRIME.COM.BR EDITAL - PRF - 2019 FÍSICA APLICADA À PERÍCIA DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS LIVRO E/OU PDF VIDEOAULAS RESUMOS EXERCÍCIOS REVISÕES Mecânica 1.1 Cinemática escalar, cinemática vetorial. 1.2 Movimento circular. 1.3 Leis de Newton e suas aplicações. 1.4 Trabalho. 1.5 Potência. 1.6 Energia cinética, energia potencial, atrito. 1.7 Conservação de energia e suas transformações. 1.8 Quantidade de movimento e conservação da quantidade de movimento, impulso. 1.9 Colisões. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 6 CONCURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF ASSUNTO: REVISÃO MATEMÁTICA 1. Potenciação 2. Radiciação 3. Geometria no triângulo 1. POTENCIAÇÃO 1.1. DEFINIÇÃO DE POTENCIAÇÃO A potenciação indica multiplicações de fatores iguais. Por exemplo, o produto 3 . 3 .3 . 3 pode ser indicado na forma 34. Assim, o símbolo an, sendo aum número inteiro e num número natural maior que 1, significa o produto de nfatores iguais a a: 𝑎𝑛 = 𝑎 . 𝑎 . 𝑎 . . . . . 𝑎 ⏟ 𝑛 𝑓𝑎𝑡𝑜𝑟𝑒𝑠 - a é a base; - n é o expediente; - o resultado é a potência. Por definição temos que: a0 = 1 e a1 = a Exemplos: a) 33 = 3 . 3 .3 = 27 b) (−2)2 = (−2) . (−2) = 4 c) (−2)3 = (−2) . (−2) . (−2) = −8 d) ( 3 4 ) 2 = 3 4 . 3 4 = 916 CUIDADO!! Cuidado com os sinais. ▪ Número negativo elevado a expoente par fica positivo. Exemplos: (−2)4 = (−2) . (−2) . (−2) . (−2) = 16 (−3)2 = (−3) . (−3) = 9 ▪ Número negativo elevado a expoente ímpar fica negativo. Exemplo: (−2)3 = (−2) . (−2) . (−2)⏟ 3 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠 4 . (−2) = −8 ▪ Se x = 2, qual será o valor de “−x2”? Observe: −(2)2 = −4 , pois o sinal negativo não está elevado ao quadrado. −𝑥2 = −(2)2 = −4→ os parênteses devem ser usados, porque o sinal negativo “−” não deve ser elevado ao quadrado, somente o número 2 que é o valor de x. 1.2. PROPRIEDADES DA POTENCIAÇÃO Quadro resumo das propriedades 𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚+𝑛 𝑎𝑚 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚−𝑛 √𝑎𝑛 𝑚 = 𝑎 𝑛 𝑚 𝑎−𝑛 = 1 𝑎𝑛 ( 𝑎 𝑏 ) −𝑛 = ( 𝑏 𝑎 ) 𝑛 (𝑎 . 𝑏)𝑛 = 𝑎𝑛 𝑏𝑛 ( 𝑎 𝑏 ) 𝑛 = 𝑎𝑛 𝑏𝑛 ; 𝑐𝑜𝑚 𝑏 ≠ 0 A seguir apresentamos alguns exemplos para ilustrar o uso das propriedades: a) 𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚+𝑛 Nesta propriedade vemos que quando tivermos multiplicação de potencias de bases iguais temos que conservar a base e somar os expoentes. Ex. 1.: 2x . 22 = 2x+2 Ex. 2: a4 . a7 = a4+7 = a11 Ex. 3.: 42 . 34→ neste caso devemos primeiramente resolver as potências para depois multiplicar os resultados, pois as bases 4 e 3 são diferentes. 42 . 34 = 16 . 81 = 1296 Obs.: Devemos lembrar que esta propriedade é válida nos dois sentidos Assim: 𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚+𝑛 𝑜𝑢 𝑎𝑚+𝑛 = 𝑎𝑚 . 𝑎𝑛 Exemplo: 𝑎7+𝑛 = 𝑎7 . 𝑎𝑛 b) 𝑎𝑚 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚−𝑛 Nesta propriedade vemos que quando tivermos divisão de potencias de bases iguais temos que conservar a base e subtrair os expoentes. 𝐸𝑥. 1: 34 3𝑥 = 34−𝑥 𝐸𝑥. 2: 𝑎4 𝑎5 = 𝑎4−5 = 𝑎−1 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 7 Obs.: Esta propriedade também é válida nos dois sentidos, ou seja 𝑎𝑚 𝑎𝑛 = 𝑎𝑚−𝑛 𝑜𝑢 𝑎𝑚−𝑛 = 𝑎𝑚 𝑎𝑛 Exemplo: 𝑎4−𝑥 = 𝑎4 𝑎𝑥 c) (𝑎𝑚)𝑛 = 𝑎𝑚 . 𝑛 Nesta propriedade temos uma potencia elevada a um outro expoente, para resolver temos que conservar a base e multiplicar os expoentes. d) 𝐸𝑥. 1: (43)2 = 43 . 2 = 46 𝐸𝑥. 2: (𝑏𝑥)4 = 𝑏𝑥.4 = 𝑏4 . 𝑥 Obs.: Esta propriedade também é válida nosdois sentidos, ou seja (𝑎𝑚)𝑛 = 𝑎𝑚 . 𝑛 𝑜𝑢 𝑎𝑚 . 𝑛 = (𝑎𝑚)𝑛 𝐸𝑥. : 34𝑥 = (34)𝑥𝑜𝑢 (3𝑥)4 d) √𝑎𝑛 𝑚 = 𝑎 𝑛 𝑚 Esta propriedade nos mostra que todo radical pode se transformado numa potência de expoente fracionário, onde o índice da raiz é o denominador do expoente. 𝐸𝑥. 1: √𝑥 = √𝑥1 2 = 𝑥 1 2 𝐸𝑥. 2: √𝑥7 3 = 𝑥 7 3 𝐸𝑥. 3: 25 1 2 = √25 = 5 𝐸𝑥. 4: 𝑥 8 3 = √𝑥8 3 Obs.: Esta propriedade também é válida nos dois sentidos, ou seja √𝑎𝑛 𝑚 = 𝑎 𝑛 𝑚 𝑜𝑢 𝑎 𝑛 𝑚 = √𝑎𝑛 𝑚 𝐸𝑥. : 𝑎 5 2 = √𝑎5 e) ( 𝑎 𝑏 ) 𝑛 = 𝑎𝑛 𝑏𝑛 , 𝑐𝑜𝑚 𝑏 ≠ 0 𝐸𝑥. 1: ( 2 3 ) = 22 32 = 4 9 𝐸𝑥. 2: ( 1 5 ) 2 = 12 52 = 1 25 Obs.: Esta propriedade também é válida nos dois sentidos, ou seja ( 𝑎 𝑏 ) 𝑛 = 𝑎𝑛 𝑎𝑏 𝑜𝑢 𝑎𝑛 𝑏𝑛 = ( 𝑎 𝑏 ) 𝑛 𝐸𝑥. : √2 √3 = 2 1 2 3 1 2 = ( 2 3 ) 1 2 = √ 2 3 f) (𝑎 . 𝑏)𝑛 = 𝑎𝑛 . 𝑏𝑛 𝐸𝑥. 1: (𝑥 . 𝑎)2 = 𝑥2 . 𝑎2 𝐸𝑥. 2: (4𝑥)3 = 43 . 𝑥3 = 64𝑥3 𝐸𝑥. 3: (3√𝑥)4 = 34 . (√𝑥)4 = 34 . (𝑥 1 2) 4 = 34 . 𝑥2 = 81𝑥2 Obs.: Esta propriedade também é válida nos dois sentidos, ou seja (𝑎 . 𝑏)𝑛 = 𝑎𝑛 . 𝑏𝑛 𝑜𝑢 𝑎𝑛 . 𝑏𝑛 = (𝑎 . 𝑏)𝑛 𝐸𝑥. : √𝑥 . √𝑦 = 𝑥 1 2 . 𝑦 1 2 = (𝑥 . 𝑦) 1 2 = √𝑥 . 𝑦 g) 𝑎− 𝑛 = 1 𝑎𝑛 𝐸𝑥. 1: 𝑎−3 = ( 1 𝑎 ) 3 = 13 𝑎3 = 1 𝑎3 𝐸𝑥. 2: ( 2 3 ) −2 = ( 3 2 ) 2 = 32 22 = 9 4 𝐸𝑥. 3: (−4)−1 = (− 1 4 ) 1 = − 1 4 O sinal negativo no expoente indica que a base da potência deve ser invertida e simultaneamente devemos eliminar o sinal negativo do expoente. Obs.: Esta propriedade também é válida nos dois sentidos, ou seja 𝑎− 𝑛 = 1 𝑎𝑛 𝑜𝑢 1 𝑎𝑛 = 𝑎− 𝑛 Ex.: a) 1 𝑥2 = 𝑥−2 b) 2 3𝑥3 = 2 3 . 1 𝑥3 = 2 3 . 𝑥−3 CUIDADO !!! • (−2)−3 = (− 1 2 ) 3 = (−1)3 (2)3 = −1 8 • (3)−3 = ( 1 3 ) 3 = 13 33 = 1 27 • ( 1 𝑎 ) −3 = ( 𝑎 1 ) 3 = 𝑎3 13 = 𝑎3 Primeiro eliminamos o sinal negativo do expoente invertendo a base. Obs.: É importante colocar que nos três exemplos acima o sinal negativo do expoente não interferiu no sinal do resultado final, pois esta não é a sua função. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 8 EXERCÍCIOS 1. Calcule as potências: a) 26 i) (− 3 2 ) 4 b) (−6)2 j) (− 3 2 ) 3 c) −62 d) (−2)3 k) 028 e) −23 l) 132 f) 50 m) (−1)20 g) (−8)0 n) (−1)17 h) ( 3 2 ) 4 o) (− 3 5 ) 2 2. O valor de [47.410.4]2 : (45)7 é: a) 16 b) 8 c) 6 d) 4 e) 2 3. Qual é a forma mais simples de escrever: a) (a . b)3 .b . (b . c)2 b) 𝑥3 . 𝑦2 . 𝑦5. 𝑥 . 𝑥4 𝑦7 4. Sendo a = 27 .38 .7 e b = 25 . 36, o quociente de a por b é: a) 252 b) 36 c) 126 5. Calcule o valor da expressão: 𝐴 = ( 2 3 ) −2 − ( 1 2 ) −1 + (− 1 4 ) −2 6. Simplificando a expressão 3 . (− 1 2 ) 2 + 1 4 3 . (− 1 2 ) 2 − 3 2 , obtemos o número: a) − 4 3 d) 3 4 b) − 3 4 e) − 5 7 c) 4 3 7. Quando 𝑎 = − 1 3 𝑒 𝑏 = −3, qual o valor numérico da expressão a2− ab + b2? 8. Escreva a forma decimal de representar as seguintes potências: a) 2−3 = b) 10−2 = c) 4−1 = 9. Efetue: a) a6 . a4 = b) 𝑎8 𝑎3 = c) ( 2𝑎𝑏2 𝑐3 ) 2 . ( 𝑎2𝑐 𝑏 ) 3 = d) ( 3𝑥2𝑦 𝑎3𝑏3 ) 2 ( 3𝑥𝑦2 2𝑎2𝑏2 ) 3 = e) (3𝑥)4 f) (𝑥3)5 = 10. Sabendo que 𝑎 = (−2 + 4 5 ) −2 , determine o valor de a. 2. RADICIAÇÃO 2.1. DEFINIÇÃO DE RADICIAÇÃO A radiciação é a operação inversa da potenciação. De modo geral podemos escrever: √𝑎 𝑛 = 𝑏 ⇔ 𝑏𝑛 = 𝑎 (𝑛 ∈ ℕ 𝑒 𝑛 ≥ 1) 𝐸𝑥. 1: √4 = 2 𝑝𝑜𝑖𝑠 22 = 4 𝐸𝑥. 2: √8 3 = 2 𝑝𝑜𝑖𝑠 23 = 8 Na raiz √𝑎 𝑛 , temos: − O número n é chamado índice; − O número a é chamado radicando. 2.2. CÁLCULO DA RAIZ POR DECOMPOSIÇÃO 2.2.1 PROPRIEDADES DOS RADICAIS a) √𝑎𝑝 𝑛 ⇔ 𝑎 𝑝 𝑛 Essa propriedade mostra que todo radical pode ser escrito na forma de uma potência. Ex. 1: √2 3 = 2 1 3 𝐸𝑥. 2: √43 = 4 3 2 𝐸𝑥. 3: √62 5 = 6 2 5 Obs.: é importante lembrar que esta propriedade também é muito usada no sentido contrário ou seja 𝑎 𝑝 𝑛 = √𝑎𝑝 𝑛 (o denominador “n” do expoente fracionário é o índice do radical). Exemplo: 2 3 5 = √23 5 . b) √𝑎𝑛 𝑛 = 𝑎 𝑛 𝑛 = 𝑎1 = 𝑎 𝐸𝑥. : √23 3 = 2 3 3 = 21 = 2 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 9 c) √𝑎 . 𝑏 𝑛 = √𝑎 𝑛 . √𝑏 𝑛 𝐸𝑥. : √𝑎3 . 𝑏6 3 = √𝑎3 3 . √𝑏6 3 = 𝑎 3 3 . 𝑏 6 3 = 𝑎 . 𝑏2 d) √ 𝑎 𝑏 = √𝑎 𝑛 √𝑏 𝑛 𝑛 𝐸𝑥. : √ 𝑎6 𝑏5 = √𝑎6 √𝑏5 = 𝑎 6 2 𝑏 5 2 = 𝑎3 𝑏 5 2 𝑜𝑢 𝑎3 √𝑏5 e) (√𝑏 𝑛 ) 𝑚 = (𝑏 1 𝑛) 𝑚 = 𝑏 1 𝑛 . 𝑚 = 𝑏 1 𝑛 . 𝑚 1 = 𝑏 𝑚 𝑛 𝐸𝑥. : (√5)3 = (5 1 2) 3 = 5 1 2 . 3 = 5 1 2 . 3 1 = 5 3 2 f) √ √𝑎 𝑚𝑛 = √𝑎 𝑚 . 𝑛 𝐸𝑥. : √√3 23 = √3 3 . 2 = √3 6 EXERCÍCIOS 11. Dê o valor das expressõese apresente o resultado na forma fracionária: a) √ 1 100 = d) −√0,01 = b) −√ 1 16 = e) √0,81 = c) √ 4 9 = f) √2,25 = 12. Calcule a raiz indicada: a) √𝑎3 9 b) √48 3 c) √𝑡7 d) √𝑡12 4 13. Escreva na forma de potência com expoente fracionário: a) √7 = d) √𝑎5 6 = b) √23 4 = e) √𝑥2 3 = c) √32 5 = f) 1 √3 = 14. Escreva na forma de radical: a) 2 1 5 = f) (𝑎3𝑏) 1 4 = b) 4 2 3 = g) (𝑚2𝑛)− 1 5 = c) 𝑥 1 4 = h) 𝑚− 3 4 = d) 8− 1 2 = e) 𝑎 5 7 = 15. De que forma escrevemos o número racional 0,001, usando expoente inteiro negativo? a) 10−1 b) 10−2 c) 10−3 d) 10−4 e) 1−10 2.2.2. RAÍZES NUMÉRICAS Obs.: Nem sempre chegaremos a eliminar o radical. 2.3. RAÍZES LITERAIS a) √𝑥9 = 𝑥 9 2 Escrever o radical √𝑥9 na forma de expoente fracionário 𝑥 9 2 não resolve o problema, pois nove não é divisível por 2. Assim decomporemos o número 9 da seguinte forma: 9 = 8 + 1, pois 8 é divisível por 2 que é o índice da raiz. Assim teremos: √𝑥9 = √𝑥8+1 = √𝑥8 . 𝑥1 = √𝑥8 . √𝑥 = 𝑥 8 2 . √𝑥 = 𝑥4 . √𝑥 b) √𝑥14 3 = √𝑥12+2 3 pois 12 é divisível por 3 (índice da raiz). = √𝑥12 . 𝑥2 3 = √𝑥12 3 . √𝑥2 3 = 𝑥 12 3 . √𝑥2 3 = 𝑥4 . √𝑥2 3 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 10 16. Calcule: a) √125 3 = f) √7 1 = b) √243 5 = g) √−125 3 = c) √36 = h) √−32 5 = d) √1 5 = i) √−1 7 = e) √0 6 = 17. Calcule a raiz indicada: a) √4𝑎2 = b) √36𝑎2𝑏6 = c) √ 4 9 𝑎2𝑏4 = d) √ 𝑥2 100 = e) √ 16𝑎10 25 = f) √100𝑥2 4 = GABARITOS EXERCÍCIOS 1. a)64 b) 36 c) – 36 d) – 8 e) – 8 f) 1 g) 1 h) 81 16⁄ i) 81 16⁄ j) − 27 8⁄ k) 0 l) 1 m) 1 n) – 1 o) 9 25⁄ 2. D 3. a) a3b6c2 b) x8 4. A 5.𝐴 = 65 4⁄ 6. A 7.73 9⁄ 8. a) 0,125 b) 0,01 c) 0,25 9. a) a10 b) a5 c) 4𝑎8𝑏 𝑐3 d) 8𝑥 3𝑦4 e) 81 x4 f) x15 10.𝑎 = 25 36 11. a) 1 10⁄ b) − 1 4⁄ c) 2 3⁄ d) −1 10⁄ e) 9 10⁄ f) 15 10⁄ 12. a) √𝑎 3 b) 2√6 3 c) 𝑡3√𝑡 d) 𝑡3 13. a) 71/2 b) 23/4 c) 32/5 d) 𝑎5/6 e) 𝑥2/3 f) (3)− 1/2 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 11 14. a) √2 5 b) √42 3 c) √𝑥 4 d) 1 √8 ⁄ e) √𝑎5 7 f) √𝑎3𝑏 4 g) 1 √𝑚2𝑛 5⁄ h)1 √𝑚3 4⁄ 15. C 16. a) 5 b) 3 c) 6 d) 1 e) 0 f) 7 g) – 5 h) – 2 i) – 1 17. a) 2a b) 6ab3 c) 2 3 𝑎𝑏2 d) 𝑥 10⁄ e) 4𝑎 5 5⁄ f) √10𝑥 3. GEOMETRIA NO TRIÂNGULO 3.1. BREVE REVISÃO DE GEOMETRIA PARA AJUDAR NO ESTUDO DOS VETORES É importante que o aluno esteja bem familiarizado com as propriedades usuais da geometria plana, tais como Lei dossenos, Lei dos cossenos, Teorema de Pitágoras, Propriedades dos triângulos retângulos, a fim de operar com os vetoressem maiores dificuldades. Vamos a uma pequena revisão: Geometria no triângulo retângulo: Hipotenusa: lado oposto ao ângulo de 90º num triângulo retângulo. Somente triângulos retângulos tem hipotenusas. Catetos: lados opostos aos ângulos agudos no triângulo retângulo. Relações matemáticas que você deve saber Pitágoras: a² = b² + c² (válido só para triângulos retângulos) Todo estudante deve saber memorizado o seno, o cosseno e a tangente dos ângulos mais comuns que aparecem na tabela abaixo. Normalmente o aluno acaba memorizando com o uso e a prática, fazendo exercícios: Geometria no triângulo qualquer Lei dos Cossenos: calcula o 3º lado de um triângulo, do qual se conhecem dois lados e um ângulo. Note que, na lei dos cossenos, o lado a que aparece no 1º membro da fórmula é sempre o lado oposto ao ângulo a. Para exemplificar o uso da Lei dos cossenos, determinaremos, a seguir, o comprimento do 3º lado de um triângulo do qual conhecemos dois lados e um ângulo. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 12 Chamaremos de o ângulo de 60o do triângulo. O lado oposto ao ângulo é sempre o lado a na lei dos cossenos e, nesse exercício, será nessa incógnita. Os lados b e c podem ser escolhidos em qualquer ordem. Assim, temos: Assim, o lado a desconhecido tem um comprimento de 7 cm. ANOTAÇÕES Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 13 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS 18. Um observador, estando a x metros da base de uma torre, vê o topo sob um ângulo de 60°. Afastando-se 100 m em linha reta, passa a vê-lo sob um ângulo de 30°. A altura da torre corresponde, em metros, a: 19. A extremidade A de uma planta aquática encontra-se 10 cm acima da superfície da água de um lago (figura 1). Quando a brisa a faz balançar, essa extremidade toca a superfície da água no ponto B, situado a 10√3do local em que sua projeção ortogonal C, sobre a água, encontrava-se inicialmente (figura 2). Considere 𝑂𝐴, 𝑂𝐵 𝑒 𝐵𝐶segmentos de retas e oarco AB uma trajetória do movimento planta. Pode-se afirmar que a profundidade do lago no ponto O em que se encontra a raiz da planta, em centímetros, é: 20. (UFPI) Um avião decola, percorrendo uma trajetória retilínea, formando com o solo, um ângulo de 30° (suponha que a região sobrevoada pelo avião seja plana). Depois de percorrer 1 000 metros, qual a altura atingida pelo avião? 21. (Cefet – PR) A rua Tenório Quadros e a avenida Teófilo Silva, ambas retilíneas, cruzam-se conforme um ângulo de 30°. O posto de gasolina Estrela do Sul encontra-se na avenida Teófilo Silva a 4 000 m do citado cruzamento. Portanto, determine em quilômetros, a distância entre oposto de gasolina Estrela do Sul e a rua Tenório Quadros? Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 14 ANOTAÇÕES 22. Um pescador quer atravessar um rio, usando um barco e partindo do ponto C. A correnteza faz com que ele atraque no ponto B da outra margem, 240 m abaixo do ponto A. Se ele percorreu 300 m, qual a largura do rio? 23. Ao empinar uma pipa, João percebeu que estava a uma distância de 6 m do poste onde a pipa engalhou. Renata notou que ângulo a formado entre a linha da pipa e a rua era 60°, como mostra a figura. Calcule a altura do poste. 24. Uma pessoa encontra-se num ponto A, localizado na base de um prédio, conforme mostra a figura abaixo: Se ela caminhar 120 metros em linha reta, chegará a um ponto B, de ondepoderá ver o topo C do prédio, sob um ângulo de 60°. Quantos metros ela deverá se afastar do ponto A, andando em linha reta no sentido de A para B, para que possa enxergar o topo do prédio sob umângulo de 30°? 25. Um avião está a 600 m de altura quando se vê a cabeceira da pista sob um ângulo de declive de 30°. A que distância x o avião está da cabeceira da pista? 26. Determine os valores de x, y, w e z em cada caso: 27. Em um triângulo retângulo, determine as medidas dos ângulos agudos e da hipotenusa, sabendo que um dos catetos mede 3cm e o outro mede √3 𝑐𝑚. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 15 ANOTAÇÕES 28. (Cesgranrio) Uma rampa plana, de 36 m de comprimento, faz ângulo de 30° com o plano horizontal. Uma pessoa que sobe a rampa inteira eleva-se verticalmente de: a) 6√3 𝑚. b) 12 𝑚. c) 13,6 𝑚. d) 9√3 𝑚. e) 18 𝑚. 29. (UFAM) Se um cateto e a hipotenusa de um triângulo retângulo medem 2a e 4a, respectivamente, então a tangente do ângulo oposto ao menor lado é: GABARITO EXERCÍCIOS 18 19 20 21 22 23 24 25 D C * * * * * * 26 27 28 29 * * E B 20. 500 m 21. 2 km 22. 180 m 23. 6√3 𝑚 24. 240m + 120m = 360 m 25. 1200 m 26. a) 32 √3 b) 𝑦 = 30° c) 9√3 d) 20√2 27. Ângulos: 30° e 60°. Hipotenusa: 2√3 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 16 CURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF – MECÂNICA ASSUNTO: CINEMÁTICA ESCALAR 1. Velocidade Média, M.R.U. e M.R.U.V. 2. Gráficos no MU e MUV CINEMÁTICA ESCALAR Nosso mundo tem, como característica fundamental, o movimento. Tudo se move; mesmo corpos que estão em aparente repouso num referencial, não o estão em relação a outros. Sentados em nossos sofás, confortavelmente instalados em frente aos nossos aparelhos de TV, temos a impressão que tudo está em repouso ao nosso redor, no entanto, a Terra se move no espaço, e nós juntamente com ela. A Lua move-se ao redor da Terra. Caso estivéssemos sentados num avião, em pleno voo, tudo dentro da aeronave também pareceria parado em relação a nós, mas em movimento em relação ao solo. Portanto, a noção de movimento ou repouso é relativa; depende do referencial que se adota. 1. VELOCIDADE MÉDIA, M.R.U. E M.R.U.V. I. Velocidade média Tabela de conversão 5 m/s = 18 km/h 10 m/s = 36 km/h 15 m/s = 54 km/h 20 m/s = 72 km/h 25 m/s = 90 km/h 30 m/s = 108 km/h II. Movimento Retilíneo Uniforme (M.R.U.) No movimento uniforme, o móvel percorrerá distâncias iguais em intervalos de tempo iguais. O desenvolvimento da equação v = s/t resulta em: 𝑣 = 𝛥𝑠 𝛥𝑡 = 𝑠−𝑠0 𝑡−𝑡0 ; assumindo que t0 = 0 s, temos: III. Movimento Retilíneo Uniforme Variado (M.R.U.V.) Como em um MUV o valor da aceleração é constante, podemos escrever que 𝑎 = 𝛥𝑣 𝛥𝑡 = 𝑣2−𝑣1 𝑡2−𝑡1 . Desenvolvendo a igualdade, teremos: 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 v v a v v a(t t ) v v a(t t ) t t − = − = − = + − − Assumindo que t1 = 0, temos que v2 = v1 + at2, ou simplesmente: 2. GRÁFICOS no MU e MUV 2.1. GRÁFICOS s x t a) Movimento Uniforme: s = s0 +vt Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 17 b) Movimento Uniformemente Variado: s = s0 +v0t + 𝑎𝑡2 2 2.2. GRÁFICOS v x t a) Movimento Uniforme: v = constante b) Movimento Uniformemente Variado: a = constante Função:v = v0 + at c) Propriedades: I. A área sob a curva dá o valor do s II. A aceleração pode ser calculada por 2.3. GRÁFICOS a x t a) Movimento Uniforme: a = 0 b) Movimento Uniformemente Variado: a 0 c) Propriedade: Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 18 ANOTAÇÕES 1. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um automóvel deslocou-se durante 1 h com velocidade constante de 60 km/h e, a seguir, por mais meia hora, com velocidade constante de 42 km/h. A velocidade escalar média do automóvel nesse intervalo de 1 h 30 min foi de 15m/s. (C/E) 2. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Em uma passagem de nível, a cancela é fechada automaticamente quando o trem está a 100 m do início do cruzamento. O trem, de comprimento 200m, move-se com velocidade constante de 36 km/h. Assim que o último vagão passa pelo final do cruzamento, a cancela se abre, liberando o tráfego de veículos. Considerando que a rua tem largura de 20 m, o tempo que o trânsito fica contido desde o início do fechamento da cancela até o início de sua abertura, será superior a 30 segundos. (C/E) 3. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) João está parado em um posto de gasolina quando vê o carro de seu amigo passando por um ponto P, na estrada, a 60 km/h. Pretendendo alcançá-lo, João parte com seu carro e passa pelo mesmo ponto P, depois de 4 minutos, já a 80 km/h. Considere que ambos dirigem com velocidades constantes. Medindo o tempo, a partir de sua passagem pelo ponto P, João deverá alcançar seu amigo, em menos de 25 minutos. (C/E) 4. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) A figura a seguir mostra o esquema simplificado de um dispositivo colocado em uma rua para controle de velocidade de automóveis (dispositivo popularmente chamado de radar). Os sensores S1 e S2 e a câmera estão ligados a um computador. Os sensores enviam um sinal ao computador sempre que são pressionados pelas rodas de um veículo. Se a velocidade do veículo está acima da permitida, o computador envia um sinal para que a câmera fotografe sua placa traseira no momento em que esta estiver sobre a linha tracejada. Para certo veículo, os sinais dos sensores foram os seguintes: Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 19 ANOTAÇÕES Podemos concluir que a velocidade do veículo foi superior a 80 km/h. (C/E) 5. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Marta e Pedro combinaram encontrar-se em um certo ponto de uma autoestrada plana, para seguirem viagem juntos. Marta, ao passar pelo marco zero da estrada, constatou que, mantendo uma velocidade média de 80 km/h, chegaria na hora certa ao ponto de encontro combinado. No entanto, quando ela já estava no marco do quilômetro 10, ficou sabendo que Pedro tinha se atrasado e, só então, estava passando pelo marco zero, pretendendo continuar sua viagem a uma velocidade média de 100 km/h. Mantendo essas velocidades, seria previsível que os dois amigos se encontrassem próximos a um marco da estrada com indicação de quilômetro 50. (C/E) 6. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Na pista de testes de uma montadora de automóveis, foram feitas medições do comprimento da pista e do tempo gasto por um certo veículo para percorrê-la. Os valores obtidos foram, respectivamente, 1030,0m e 25,0s. Levando-se em conta a precisão das medidas efetuadas, é correto afirmar que a velocidade média desenvolvida pelo citado veículofoi menor que 30 m/s. (C/E) 7. Dois automóveis A e B encontram-se estacionados paralelamente ao marco zero de uma estrada. Em um dado instante, o automóvel A parte, movimentando-se com velocidade escalar constante VA= 80 km/h. Depois de certo intervalo de tempo Δt, o automóvel B parte no encalço de A com velocidade escalar constante VB= 100 km/h. Após 2 h de viagem, o motorista de A verifica que B se encontra 10 km atrás e conclui que o intervalo Δt, em que o motorista B ainda permaneceu estacionado 45 min. (C/E) 8. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um motorista apressado passa em alta velocidade por uma base da Polícia Rodoviária, com velocidade constante de módulo 90 km/h. Dez segundos depois, uma viatura parte em perseguição desse carro e o alcança nos próximos 30 segundos. A velocidade escalar média da viatura, em todo o percurso, será de 120 km/h. (C/E) 9. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um corredor velocista corre a prova dos 100 m rasos em, aproximadamente, 10 s. Considerando-se que o corredor parte do repouso, tendo aceleração constante, e atinge sua velocidade máxima no final dos 100 m, a aceleração do corredor durante a prova, é 3 m/s2. (C/E) 10. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um carro corre a uma velocidade de 20 m/s quando o motorista vê um obstáculo 50 m à sua frente. A desaceleração mínima constante que deve ser dada ao carro para que não haja choque é de 4 m/s2. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 20 ANOTAÇÕES 11. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma motocicleta com velocidade constante de 20m/s ultrapassa um trem de comprimento 100 m e velocidade 15m/s. A duração da ultrapassagem é de 25s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O enunciado abaixo refere-se às questões 12 e 13. Numa determinada avenida onde a velocidade máxima permitida é de 60km/h, um motorista dirigindo a 54km/h vê que o semáforo, distante a 63m, fica amarelo e decide não parar. 12. Sabendo-se que o sinal amarelo permanece aceso durante 3 segundos aproximadamente, esse motorista, se não quiser passar no sinal vermelho, deverá imprimir ao veículo uma aceleração mínima de 4 m/s2. (C/E) 13. O resultado é que esse motorista não será multado, pois não avançou o sinal e nem superou a velocidade máxima permitida na via. (C/E) 14. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O engavetamento é um tipo comum de acidente que ocorre quando motoristas deliberadamente mantêm uma curta distância do carro que se encontra à sua frente e este último repentinamente diminui sua velocidade. Em um trecho retilíneo de uma estrada, um automóvel e o caminhão, que o segue, trafegam no mesmo sentido e na mesma faixa de trânsito, desenvolvendo, ambos, velocidade de 108 km/h. Num dado momento, os motoristas veem um cavalo entrando na pista. Assustados, pisam simultaneamente nos freios de seus veículos aplicando, respectivamente, acelerações de intensidades 3m/s2 e 2m/s2. Supondo desacelerações constantes, a distância inicial mínima de separação entre o para-choque do carro (traseiro) e o do caminhão (dianteiro), suficiente para que os veículos parem, sem que ocorra uma colisão, é de 50m. (C/E) 15. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Em um teste para uma revista especializada, um automóvel acelera de 0 a 90km/h em 10 segundos. Nesses 10 segundos, o automóvel percorre 125m. (C/E) 16. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma motocicleta, com velocidade de 90km/h, tem seus freios acionados bruscamente e para após 25s. O módulo da aceleração que os freios aplicaram à motocicleta foi de 1m/s2. (C/E) 17. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um automóvel parte do repouso e é submetido a uma aceleração média de 5m/s2 durante 4s. A desaceleração que ele deve sofrer, a partir desse instante, para voltar ao repouso a 140m da posição inicial, em módulo será 2m/s2. (C/E) 18. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) No momento em que um motorista vê a luz vermelha de um semáforo, ele freia o seu carro, o máximo possível, até parar. A “distância de parada” pode ser considerada como “distância de reação” do motorista, percorrida com velocidade constante, mais “distância de frenagem”, percorrida com desaceleração constante. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 21 ANOTAÇÕES Velocidade Inicial (km/h) Distância de reação (m) Distância de frenagem (m) 72 15 20 Para os valores fornecidos na tabela, o tempo decorrido para o motorista conseguir parar completamente o seu carro superior a 3,0s. (C/E) 19. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Certo piloto de kart é avaliado durante uma prova, ao longo de um trecho retilíneo de 200m de comprimento. O tempo gasto nesse deslocamento foi 20s e a velocidade escalar do veículo variou segundo o diagrama abaixo. Nesse caso, a medida de V no instante em que o kart concluiu o trecho foi de 90km/h. (C/E) 20. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O semáforo é um dos recursos utilizados para organizar o tráfego de veículos e de pedestres nas grandes cidades. Considere que um carro trafega em um trecho de uma via retilínea, em que temos 3 semáforos. O gráfico abaixo mostra a velocidade do carro, em função do tempo, ao passar por esse trecho em que o carro teve que parar nos três semáforos. A distância entre o primeiro e o terceiro semáforo é de 330m. (C/E) 21. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O gráfico representa a variação da velocidade de um automóvel ao frear. Se nos 4s da frenagem o automóvel deslocou 40m então a velocidade em que se encontrava no instante em que começou a desacelerar era de 108 km/h. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 22 ANOTAÇÕES 22. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um motorista dirigia por uma estrada plana e retilínea quando, por causa de obras, foi obrigado a desacelerar seu veículo, reduzindo sua velocidade de 90 km/h para 54km/h. Depois de passado o trecho em obras, retornou à velocidade inicial de 90 km/h. O gráfico representa como variou a velocidade escalar do veículo em função do tempo, enquanto ele passou por esse trecho da rodovia. Caso não tivesse reduzido a velocidade devido às obras, mas mantido sua velocidade constante de 90 km/h durante os 80 s representados no gráfico, a distância adicional que teria percorrido nessa estrada seria de 350m. (C/E) 23. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Seja o gráfico da velocidade em função do tempo de um corpo em movimento retilíneo uniformemente variado representado abaixo. Considerando a posição inicial desse movimento igual a 46 m, então a posição do corpo no instante t = 8 s é 62m. (C/E) 24. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Este gráfico, velocidade versus tempo, representa o movimento de um automóvel ao longo de uma estrada reta. A distância percorrida pelo automóvel nos primeiros 12 s foi inferior a 144m. (C/E) 25. (Fatec-SP) Dois móveis, M e N, partem de um mesmo ponto e percorrem a mesma trajetória. Suas velocidades variam com o tempo, como mostra o gráfico a seguir. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof.Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 23 ANOTAÇÕES Analise as seguintes afirmações a respeito desses móveis: I. Os dois descrevem movimento uniforme. II. Os dois se encontram no instante t = 10 s. III. No instante do encontro, a velocidade de M será 32 m/s. Deve-se afirmar que apenas: a) I é correta. b) II é correta. c) III é correta. d) I e II são corretas. e) II e III são corretas. 26. (PC-PE - 2006 – Perito Criminal)O gráfico abaixo mostra as velocidades de dois carros, A e B, que trafegam no mesmo sentido ao longo de uma via plana e reta. No instante t = 0 os carros estão alinhados num mesmo semáforo. Após quanto tempo o carro B alcançará o carro A? a) t = 1 s b) t = 2 s c) t = 3 s d) t = 4 s e) t = 5 s 27. (UPE – POLÍCIA CIVIL – PE – AUXILIAR DE PERÍCIA CRIMINAL) Um corpo que se movimenta em trajetória retilínea tem sua velocidade variando em função do tempo, conforme mostra o gráfico abaixo. Analise os itens a seguir. I. No intervalo entre to e t1, o movimento é uniforme. II. No intervalo entre t1 e t2, a aceleração aumenta. III. A distância percorrida pelo corpo no intervalo de tempo t2 e t3 vale V2. (t3– t2). IV. Nos intervalos entre t1 e t2 , o movimento é progressivo e acelerado. Sobre eles, pode-se afirmar que a) os itens I e II estão corretos. b) todos os itens estão incorretos. c) todos os itens estão corretos. d) apenas os itens I e III estão corretos. e) o item IV está correto. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 24 ANOTAÇÕES O enunciado abaixo refere-se às questões 28 a 32. (CESPE/UnB)O gráfico abaixo representa as velocidades em função do tempo para dois carros, A e B, em uma estrada reta. Em t = 0 eles se encontram no quilômetro zero. 28. A velocidade média desenvolvida pelo carro A nas primeiras duas horas da viagem é 70km/h. (C/E) 29. Ao final das primeiras duas horas de viagem, o carro B ultrapassa o carro A. (C/E) 30. Durante as primeiras quatro horas de viagem, cada carro se desloca em movimento uniformemente acelerado. (C/E) 31. Nas primeiras duas horas de viagem, a aceleração do carro B é maior do que a aceleração do carro A. (C/E) 32. Ao final das primeiras quatro horas de viagem, a distância entre os dois carros é de 20km. (C/E) 33. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O gráfico representa o movimento de um carro durante certo percurso. Podemos afirmar que a velocidade média do carro nesse percurso foi de 64km/h. (C/E) 34. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um carro viaja 5h a uma velocidade que varia conforme o gráfico. Podemos afirmar que a velocidade média do veículo durante a viagem foi superior a 54km/h. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 25 ANOTAÇÕES 35. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um automóvel faz uma viagem em 6 horas e sua velocidade escalar varia em função do tempo aproximadamente como mostra o gráfico. A velocidade escalar média do automóvel na viagem é de 48km/h. (C/E) 36. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Os movimentos de dois móveis, A e B, são descritos pelos gráficos abaixo. O instante e a posição do encontro dos móveis são, respectivamente, 14s e 40m. (C/E) 37. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Para os móveis do gráfico abaixo, o instante e a posição do encontro são respectivamente 12s e 2m. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O enunciado abaixo refere-se às questões 38 a 40. Duas partículas A e B movem-se numa mesma trajetória, e o gráfico a seguir indica suas posições (s) em função do tempo (t). 38. Pelo gráfico, podemos afirmar que as partículas encontram-se inicialmente a 35m de distância uma da outra. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 26 ANOTAÇÕES 39. Podemos afirmar que as partículas possuem a mesma velocidade no instante t=5s. (C/E) 40. Após 10s, podemos afirmar que as partículas encontram-se afastadas com a mesma distância registrada no início do movimento. (C/E) 41. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um móvel se desloca, em movimento uniforme, sobre o eixo xdurante o intervalo de tempo de t0 = 0 a t = 30 s. O gráfico representa a posição x, em função do tempo t, para o intervalo de t0 = 0 s a t = 5,0 s. O instante em que o móvel passa pela posição - 30 m, é exatamente igual a 25s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O enunciado abaixo refere-se às questões 42 a 44. O movimento de um corpo ocorre sobre um eixo x, de acordo com o gráfico, em que as distâncias são dadas em metros e o tempo, em segundos. 42. A distância percorrida em 1 segundo entre o instante t1 = 0,5s e t2 = 1,5s foi de 20m. (C/E) 43. A velocidade média do corpo entre t1 = 0,0 s e t2 = 2,0 s foi superior a 20 m/s. (C/E) 44. A velocidade instantânea no instante t1 = 1,5 s é superior à velocidade instantânea no instante t2 = 0,5 s. (C/E) 45. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um móvel se desloca em MRU, cujo gráfico v x t está representado no gráfico. O valor do deslocamento do móvel entre os instantes t1 = 2,0 s e t2 = 3,0 s é de 30m. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 27 ANOTAÇÕES 46. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) A figura mostra um gráfico da velocidade em função do tempo para um veículo que realiza um movimento composto de movimentos retilíneos uniformes. Sabendo-se que em t = 0 a posição do veículo é x0 = + 50 km. A posição do veículo no instante t = 4,0 h é 25km. (C/E) 47. O gráfico representa a variação das posições de um móvel em função do tempo. O gráfico de v x t que melhor representa o movimento dado, é: (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) O enunciado abaixo refere-se às questões 48 a 50. Este gráfico mostra como varia a posição em função do tempo para um carro que se desloca em linha reta. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 28 ANOTAÇÕES 48. Podemos afirmar que após 40s, o movimento é considerado acelerado. (C/E) 49. No instante t = 60 s, a velocidade do carro é 36 km/h. (C/E) 50. Na posição 600m, a velocidade é maior que no instante 50s. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 C C C E C E E C 09 10 11 12 13 14 15 16 E C E C E E C C 17 18 19 20 21 22 23 24 C E C C E C C E 25 26 27 28 29 30 31 32 C D E C E E C E 33 34 35 36 37 38 39 40 C E E C C C E C 41 42 43 44 45 46 47 48 C C E E E C B E 49 50 C ECurso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 29 ANOTAÇÕES QUESTÕES DE CONCURSOS 01. (CBM-PA/2003 - CESPE) Cinemática - que vem da palavra grega kínema e significa movimento - é uma área da Física que estuda os movimentos sem se preocupar com suas causas ou seus efeitos. Ela faz uma análise apenas descritiva do movimento, em que o referencial tem uma função importante. Tendo por referência a cinemática, julgue os itens subsequentes. 1.1 Em uma análise acerca do movimento ou repouso de um corpo, as conclusões dependem do referencial em relação ao qual a análise está sendo feita. (C/E) 1.2. Desprezando-se a resistência do ar, todos os corpos em queda livre caem com a mesma aceleração. (C/E) 1.3. Se, em uma corrida de Fórmula 1, um piloto desenvolveu a velocidade média de 387 km/h, conclui-se que ele manteve essa velocidade em pelo menos 50% do tempo da corrida. (C/E) 02. (Perito Polícia Civil - PE) Um carro de polícia partiu do Recife às 10h40min e chegou a Vitória de Santo Antão às 11h20min. Se a distância total percorrida foi de 56 km, determine a velocidade média do veículo. a) 82 km/h b) 84 km/h c) 86 km/h d) 88 km/h e) 90 km/h 03. (CESGRANRIO - 2012 - PETROBRÁS - TÉC. OPERAÇÃO Jr.) Um móvel percorre a trajetória retilínea apresentada na figura a seguir. As velocidades médias do móvel nos trechos 1 e 2 são, respectivamente, iguais a 1,0 m/s e 6,0 m/s. Qual é, aproximadamente, em m/s, a velocidade média do móvel no percurso todo (trechos 1 e 2)? a) 2,0 b) 2,7 c) 3,0 d) 3,5 e) 4,7 04. (CESPE/2006 - SEDUC-PA - PROFESSOR DE FÍSICA) Considere que dois automóveis separados a uma distância de 375 km inicialmente, deslocam se um ao encontro do outro com velocidades constantes e iguais a 60 km/h e 90 km/h, respectivamente. Nessa situação, os automóveis se encontrarão após: a) 1 h. b) 1 h e 30 min. c) 2 h. d) 2 h e 30 min. 05. (VUNESP/2012 SEDUC-SP - PROFESSOR DE FÍSICA) Numa academia de musculação, um atleta corre em uma esteira elétrica com velocidade constante. Após 15 minutos de corrida, ele percebe que percorreu uma distância de 2,2 km. Contudo, como recebeu uma orientação de seu treinador para correr 10 km num ritmo de 1 km a cada 6 minutos, para atingir sua meta, o atleta deve: a) manter sua velocidade. b) aumentar sua velocidade em 2,4 km/h e mantê-la constante até o fim. c) aumentar sua velocidade em 1,6 km/h e mantê-la constante até o fim. d) diminuir sua velocidade em 2,4 km/h e mantê-la constante até o fim. e) diminuir sua velocidade em 1,6 km/h e mantê-la constante até o fim. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 30 ANOTAÇÕES 06. (VUNESP/2011 - PREF. SÃO CARLOS - PROFESSOR DE FÍSICA) O gráfico representa o movimento de um objeto. A velocidade média desse objeto, em m/s, é de a) 0,2. b) 2. c) 5. d) 20. e) 50. 07. (VUNESP/2012 - SEDUC/SP - PROFESSOR DE FÍSICA) No gráfico, está representada a distância (S) em função do tempo (t) em que o sinal do sonar de um submarino atinge o casco de um navio naufragado e retorna ao ponto de origem após reflexão. De acordo com o gráfico, a distância entre o navio e o submarino e a velocidade de propagação do som são, respectivamente: a) 3,3 km e 0,165 m/s. b) 3,3 km e 0,33 m/s. c) 3,3 km e 330 m/s. d) 6,6 km e 330 m/s. e) 330 km e 33 m/s. 08. (SEDUC-ES-CESPE) Suponha que, simultaneamente, um carro parta de São Paulo para o Rio de Janeiro com velocidade constante de 120km/h, e outro, do Rio de Janeiro para São Paulo com velocidade constante de 100km/h, ambos seguindo a mesma estrada. Com base nessas informações e sabendo que a distância entre São Paulo e Rio de Janeiro é de 400km, julgue os itens a seguir. 8.1. Os carros deverão se encontrar após 1h e 49min. (C/E) 8.2. Se o carro que partiu de São Paulo percorrer 100km com uma velocidade de 100km/h e 200km com uma velocidade de 50km/h, então, para conseguir perfazer o trajeto em 5h e 30min, o motorista, no último trecho deverá desenvolver uma velocidade superior a 180km/h. (C/E) 8.3. Se o carro que partiu do Rio de Janeiro gastar 3 horas para ir até São Paulo na mesma estrada, a velocidade média desenvolvida por ele deverá ser superior a 160km/h. (C/E) 8.4. Para o controle da velocidade nas estradas, os radares dos policiais rodoviários medem as velocidades médias dos carros. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 31 ANOTAÇÕES 09. (CESPE-UNB - CEFET-PA - DIVERSOS CARGOS). Os gráficos acima, referentes ao deslocamento em função do tempo, representam movimentos unidimensionais de um corpo em quatro situações diferentes W, X, Y e Z. Julgue os itens a seguir, com base nesses gráficos e nos conceitos de movimento. I. Nas quatro situações representadas nos gráficos, as velocidades médias são iguais. II. Nas situações representadas, os gráficos W, X e Y mostram que os valores absolutos das velocidades máximas são iguais. III. Os movimentos representados pelos gráficos W, X e Y são uniformemente variados e o movimento representado pelo gráfico Z é uniforme. IV. Pelo gráfico Z, é correto concluir que, no instante de tempo igual a b/2, o deslocamento do corpo foi de 2a. A quantidade de itens certos é igual a: a) 0. b) 1. c) 2. d) 3. 10. (IPAD - PC-PE - 2006 - Perito Criminal) A posição de um móvel em movimento retilíneo é dada pela função horária x = 4 + 20t - 2t2, onde x está em metros e t em segundos. Podemos afirmar que a velocidade do corpo é igual à zero, no instante: a) t = 1 s b) t = 2 s c) t = 3 s d) t = 4 s e) t = 5 s 11. (FDRH - PC/RS - 2008 - Perito Criminal) Um automóvel, em eficiência máxima, é capaz de aumentar sua velocidade de 0 a 90 km/h num intervalo de tempo de 12s. Supondo que esse automóvel movimente-se com aceleração constante ao longo de uma pista de corridas retilínea, a distância percorrida por ele para atingir a velocidade final é de, aproximadamente, a) 7,50 m. b) 43,3 m. c) 150 m. d) 300 m. e) 540 m. 12. (CESPE/UNB - CEFET - PA - 2003) No Manual de Formação de Condutores, do Código de Trânsito Brasileiro, consta um curso de direção defensiva que se baseia no seguinte slogan: o bom motorista é aquele que dirige para si e para os outros. Uma das recomendações importantes desse curso é que o motorista mantenha seu veículo a uma distância segura do veículo que vai à sua frente, a fim de evitar colisão em caso de parada ou mesmo de desvio de percurso repentino. Essa distância segura é definida tendo como base condições típicas de frenagem. Para avaliar esse problema, considere a situação representada na figura abaixo. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 32 ANOTAÇÕES Nessa situação, as distâncias indicadas apresentam os seguintes significados físicos: distância de reação - é aquela que o veículo percorre desde o instante em que o motorista percebe a situaçãode perigo até o momento em que aciona o pedal do freio; distância de frenagem - é aquela que o veículo percorre desde o instante em que o motorista pisou no freio até o momento da parada total do veículo; distância de parada - é aquela que o veículo percorre desde o instante em que o motorista percebe o perigo e decide parar até a parada total do veículo, ficando a uma distância segura do outro veículo, pedestre ou qualquer objeto na via. A partir das informações acima e com relação à situação apresentada, julgue os itens a seguir, considerando que o caminhão mostrado na figura pare repentinamente. I. O gráfico abaixo poderia representar corretamente o comportamento da velocidade do carro v em função do tempo t do instante em que o motorista do carro percebe a parada do caminhão até a sua parada total. II. Se a velocidade inicial do carro fosse duplicada, a distância de parada também seria duplicada, caso fossem mantidas as condições de frenagem típicas. III. Na situação apresentada, a distância de reação independe da velocidade inicial do carro. IV. Nas condições estabelecidas, a distância de frenagem depende da velocidade inicial do carro. Estão certos apenas os itens a) I e III. b) I e IV. c) II e III. d) I, II e IV. e) II, III e IV. 13. (PC-MG - 2002 - Perito Criminal) O gráfico abaixo representa o movimento de uma partícula com aceleração constante ao longo do eixo x. Qual é o valor dessa aceleração em m/s2? a) 4 b) 2 c) 8 d) 3 Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 33 ANOTAÇÕES 14. (Polícia Civil - SP - Perito Criminal - FCC) O gráfico qualitativo da velocidade (v), em função do tempo (t), da figura a seguir representa o movimento de um carro que se desloca em linha reta. Considerando que sua posição inicial era o marco zero da trajetória, o correspondente gráfico horário de sua posição (S), em função do tempo (t), é 15. (COMVEST - POLÍCIA CIVIL/PB - PERITO CRIMINAL) No instante em que a luz verde do semáforo acende, um carro ali parado, parte com aceleração constante de 2,0 m/s2. Um caminhão, que circula na mesma direção e no mesmo sentido, com velocidade constante de 10 m/s, passa por ele no exato momento da partida. Podemos, considerando os dados numéricos fornecidos, afirmar que: a) o carro ultrapassa o caminhão a 100 m do semáforo b) o carro não alcança o caminhão c) o carro ultrapassa o caminhão a 200 m do semáforo d) o carro ultrapassa o caminhão a 40 m do semáforo. GABARITO QUESTÕES DE CONCURSOS 01. C C E 08. C C E E 01 02 03 04 05 06 07 08 * B B D C B C * 09 10 11 12 13 14 15 A E C B A E A Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 34 CURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF - MECÂNICA ASSUNTO: DECOMPOSIÇÃO DO MOVIMENTO 1. Lançamentos verticais, horizontais e oblíquos 2. lançamento horizontal 3. Lançamento oblíquo 4. Movimento circular DECOMPOSIÇÃO DO MOVIMENTO Sabemos que, para alterar a velocidade de um objeto, é necessária a ação de uma aceleração. Esse é um dos fundamentos das Leis de Newton que estudaremos posteriormente. Portanto, somente a ação de uma força pode alterar o módulo ou a direção da velocidade de um objeto. Se não houvesse gravidade ou resistência do ar, uma esfera que rolasse sobre uma mesa e a abandonasse continuaria a se mover com velocidade constante, percorrendo distâncias iguais em intervalos de tempos iguais, apresentando um movimento retilíneo uniforme. As equações e as características vetoriais para os movimentos mencionados já foram estudadas em módulos anteriores, devendo ser, agora, aplicadas conjuntamente. Na direção horizontal, como o movimento é uniforme, o vetor velocidade permanece constante em módulo, direção e sentido. Na direção vertical, como o movimento é uniformemente acelerado, o vetor velocidade possui direção vertical, sentido para baixo e módulo crescente, de acordo com as equações já estudadas. O quadro a seguir apresenta o vetor velocidade para cada um dos movimentos componentes do movimento da esfera e as características associadas a eles. 1. LANÇAMENTOS VERTICAIS, HORIZONTAIS E OBLÍQUOS 1.1. MOVIMENTOS NO PLANO VERTIVAL a) Queda livre → é um MRUV acelerado b) Lançamento vertical → é um MRUV retardado 2. LANÇAMENTO HORIZONTAL É importante observar que o vetor velocidade V de um corpo é sempre tangente à trajetória deste, em qualquer posição. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 35 3. LANÇAMENTO OBLÍQUO O lançamento oblíquo nada mais é do que uma extensão do lançamento horizontal estudado no tópico anterior. Nessa nova situação, o lançamento é feito com velocidade vertical inicial diferente de zero. Dessa forma, devemos analisar o movimento vertical na subida e na descida, mas isso não representará grande dificuldade, já que a descrição física e matemática dos movimentos verticais de subida e descida são análogas. A figura a seguir mostra as características do vetor velocidade nas direções vertical e horizontal durante todo o movimento. É importante notar que o movimento segundo o eixo Oy equivale a um lançamento vertical para cima, com velocidade inicial v0y e aceleração de valor –10 m/s2. Como já dito, enquanto o projétil sobe, seu movimento é desacelerado e, ao descer, acelerado. Vamos apresentar separadamente as características de cada parte do movimento e suas respectivas equações, considerando como positivos os sentidos coincidentes com os sentidos dos eixos coordenados: Durante a subida: • a componente vertical da velocidade é positiva; • o módulo da componente vertical da velocidade diminui (movimento uniformemente desacelerado); • o módulo da velocidade horizontal não se altera; • o valor da aceleração devido à gravidade é de – 9,8 m/s2; • v = v0 + gt // h = v0t + ½(gt2) // v2 = v20 + 2gd; Analisando-se o movimento total de subida, o valor da velocidade vertical inicial, v0, é o valor da componente vertical da velocidade de lançamento (v0y = v0.sen θ), e a velocidade final é zero. No ponto mais alto da trajetória: • o valor da componente vertical da velocidade é nulo; • o intervalo de tempo gasto no movimento de subida será igual ao intervalo de tempo gasto no movimento de descida; • o valor da altura máxima atingida pelo projétil pode ser determinado a partir da análise do movimento uniformemente desacelerado, na direção vertical; • o valor da distância horizontal percorrida pode ser determinado a partir da análise do movimento uniforme, na direção horizontal, utilizando-se a velocidade horizontal inicial e o intervalo de tempo gasto na subida. Durante a descida: • a componente vertical da velocidade é negativa; • o módulo da velocidade vertical aumenta (movimento uniformemente acelerado); • o valor da componente horizontal da velocidade permanece constante e igual ao valor da componente horizontal da velocidade no momento do lançamento; • o valor da aceleração devido à gravidade é de –9,8 m/s2; • v = v0 + gt // d = v0t + (½)gt2 // v2 = v02 + 2gd; • analisando-se o movimento de descida, ovalor • da velocidade vertical inicial v0 é zero, e o valor da velocidade final possui o mesmo módulo da • componente vertical da velocidade de lançamento (v0y = v0.sen θ), porém, com sinal negativo. TEMPO TOTAL DE MOVIMENTO Podemos determinar o tempo total de permanência do projétil no ar, realizando os cálculos do tempo de subida e de descida separadamente, ou então, efetuar os cálculos considerando a velocidade inicial de subida e a velocidade final de descida. O tempo de subida pode ser determinado, utilizando-se a equação vy = v0y + gt. No instante em que o projétil atinge o ponto mais alto da trajetória, vy = 0. ALTURA MÁXIMA (hMÁX.) O valor da altura máxima (hMÁX.) atingida pelo projétil, em relação ao solo, pode ser determinado, lembrando-se que hMÁX. é o valor da altura vertical quando Vy se anula. Na direção vertical, durante a subida, o movimento é uniformemente desacelerado. ALCANCE HORIZONTAL O alcance horizontal (A) é a distância percorrida pelo projétil, na horizontal, desde o instante do lançamento até o momento em que o projétil toca o solo. Seu valor é igual ao deslocamento horizontal do projétil durante o intervalo de tempo total do movimento. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 36 4. MOVIMENTO CIRCULAR VELOCIDADE ANGULAR Um objeto pode girar mais depressa que outro. O ponteiro de segundos de um relógio gira mais rápido que o de minutos, e este, mais rápido que o de horas. Para estudarmos o movimento circular, é necessário definir uma grandeza que meça essa “rapidez” de giro, que é a velocidade angular. MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME Se uma partícula executa um movimento cuja trajetória é uma circunferência e cujo módulo da velocidade linear é constante, dizemos que essa partícula executa um movimento circular uniforme (MCU). Isso ocorre, por exemplo, com os ponteiros de um relógio ou com as engrenagens encontradas em diversos dispositivos. O movimento da Terra ao redor do Sol também pode ser considerado, com boa aproximação, um movimento circular uniforme. No MCU, os módulos das velocidades angular e linear são constantes. Já a direção do vetor velocidade linear é variável. Duas grandezas complementares são muito importantes para caracterizarmos o MCU; são elas: o período (T) e a frequência (f). Período é o intervalo de tempo necessário para que um corpo, em MCU, efetue uma volta completa em torno de uma circunferência. Por exemplo, o período de revolução da Terra ao redor do Sol é de 1 ano, o período de um ponteiro de segundos é de 1 minuto, o período da broca de uma furadeira elétrica é da ordem de 0,01 s, etc. Já a frequência está associada ao número de voltas efetuadas pela partícula a cada unidade de tempo. Por exemplo, se você amarrar um barbante a uma pedra e girá- los, de modo que eles efetuem um MCU, obrigando a pedra a efetuar 50 voltas em 10 s, a frequência desse movimento será de 5 voltas/segundo ou 5 hertz (5 Hz). Por definição, 1 hertz representa uma volta ou revolução por segundo. O hertz é a unidade de frequência utilizada pelo Sistema Internacional de Unidades. De acordo com as definições de período e de frequência apresentadas, no MCU, uma volta completada está para um intervalo de tempo igual a T, assim como f voltas completadas estão para um intervalo de tempo unitário (1 s, 1 min, 1 h, etc). Portanto, podemos escrever a seguinte igualdade de razões e deduzir uma equação de recorrência entre T e f: 1 𝑇 = 𝑓 1 ⇒ 𝑇 = 1 𝑓 Há também uma relação entre a velocidade angular de um corpo em MCU e a frequência desse movimento. Ao efetuar uma volta completa, o corpo descreve um ângulo de 2π radianos em um intervalo de tempo T (período do movimento). Logo, utilizando a definição de velocidade angular e a relação entre o período e a frequência, temos: 𝜔 = 2𝜋 𝑇 ⇒ 𝜔 = 2𝜋𝑓 Naturalmente, há também uma relação entre a velocidade linear e a frequência. Lembrando que, durante um período T, uma partícula em movimento circular uniforme de raio R percorre um perímetro igual a 2πR e usando a definição da velocidade linear, concluímos que o módulo dessa velocidade é dado por: 𝑉 = 2𝜋𝑅 𝑇 = 2𝜋𝑅𝑓 Comparando essa equação com a equação da velocidade angular, obtida anteriormente, obtemos a seguinte expressão de recorrência entre essas duas velocidades: 𝑉 = 𝜔𝑅 TRANSMISSÃO DE VELOCIDADES NO MOVIMENTO CIRCULAR É muito comum a transmissão do movimento circular de um disco (ou de uma roldana, ou de uma polia) a outro objeto, por meio do contato direto entre eles ou por meio do uso de correias ou de eixos. A seguir, discutiremos cada um desses casos. TRANSMISSÃO POR CONTATO Quando há transmissão de movimento circular de um disco a outro por meio do contato direto entre eles, os dois discos apresentam a mesma velocidade linear, desde que não haja deslizamento entre eles. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 37 Dessa forma, temos: νA= νB⇒ ωARA= ωBRB Considerando a figura anterior, temos que RA> RB. Logo, A<B, ou seja, o disco B gira mais rápido que o disco A. Consequentemente, a frequência do disco A é menor que a frequência do disco B. Em outras palavras, como v/R = = 2f, e lembrando que v é constante, concluímos que a velocidade angular e a frequência f são inversamente proporcionais ao raio. Assim, por exemplo, se na figura anterior RAfor igual a 2RB, então, fAserá igual a fB/2. No caso de engrenagens, em que o acoplamento se dá por encaixe entre os dentes, o raciocínio é o mesmo. Como última nota sobre esse tipo de transmissões de movimentos, é importante perceber que os dois discos (ou engrenagens) giram em sentidos opostos, como pode ser observado na figura anterior. TRANSMISSÃO POR EIXO Nesse tipo de acoplamento, todas as engrenagens encontram-se presas a um único eixo que, ao girar, faz com que essas engrenagens girem com a mesma velocidade angular. Consequentemente, as engrenagens apresentarão, também, a mesma frequência de rotação que o eixo. Sendo assim, temos que: 𝜔𝐴 = 𝜔𝐵 ⇒ 𝑣𝐴 𝑅𝐴 = 𝑣𝐵 𝑅𝐵 Essa equação mostra que a velocidade escalar v e o raio R do disco são grandezas diretamente proporcionais. Por exemplo, na figura anterior, veja que A é um ponto na periferia de uma roda dentada maior e que B é um ponto na periferia de uma roda dentada menor. Então, RA>RB. Consequentemente, vA> vB. Podemos estender esse raciocínio para um ponto na periferia do pneu. Quanto maior for o raio do pneu em relação ao raio das rodas dentadas centrais (catracas), maior será o aumento da velocidade. Na verdade, a velocidade escalar na periferia do pneu representa a própria velocidade de translação da bicicleta. Por isso, para proporcionar maiores velocidades, os diâmetros dos pneus de bicicletas são, em geral, muito grandes. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 38 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS: 01. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um corpo é abandonado de uma altura de 20 m num local onde a aceleração da gravidade da Terra é dada por g = 10 m/s2. Desprezando o atrito, o corpo tocao solo com velocidade iguala 20km/h. (C/E) 02. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um corpo é lançado verticalmente para cima com uma velocidade inicial de v0 = 30 m/s. Sendo g = 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar podemos afirmar que a velocidade do corpo, 2,0 s após o lançamento, será 10 m/s. (C/E) 03. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Em relação às informações do texto da questão anterior, a altura máxima alcançada pelo corpo será 55m. (C/E) 04. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um corpo em queda livre sujeita-se à aceleração gravitacional g = 10 m/s2. Ele passa por um ponto A com velocidade 10 m/s e por um ponto B com velocidade de 50 m/s. A distância entre os pontos A e B é superior a 115m. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Quanto ao movimento de um corpo lançado verticalmente para cima e submetido somente à ação da gravidade, analise as assertivas de 05 a 09. 05. A velocidade do corpo no ponto de altura máxima é zero instantaneamente. (C/E) 06. A velocidade do corpo é constante para todo o percurso. (C/E) 07. O tempo necessário para a subida é igual ao tempo de descida, sempre que o corpo é lançado de um ponto e retorna ao mesmo ponto. (C/E) 08. A aceleração do corpo é maior na descida do que na subida. (C/E) 09. Para um dado ponto na trajetória, a velocidade tem os mesmos valores, em módulo, na subida e na descida. (C/E) 10. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) A velocidade de um projétil lançado verticalmente para cima varia de acordo com o gráfico da figura. A altura máxima atingida pelo projétil, considerando que esse lançamento se dá em um local onde o campo gravitacional é diferente do da Terra é de 50m. (C/E) 11. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Foi veiculada na televisão uma propaganda de uma marca de biscoitos com a seguinte cena: um jovem casal está num mirante sobre um rio e alguém deixa cair lá de cima um biscoito. Passados alguns segundos, o rapaz se atira do mesmo lugar de onde caiu o biscoito e consegue agarrá-lo no ar. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 39 ANOTAÇÕES Em ambos os casos, a queda é livre, as velocidades iniciais são nulas, a altura da queda é a mesma e a resistência do ar é nula. Para Galileu Galilei, a situação física desse comercial seria interpretada como impossível, porque a aceleração da gravidade não depende da massa dos corpos. (C/E) 12. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um menino lança uma bola verticalmente para cima do nível da rua. Uma pessoa que está numa sacada a 10 m acima do solo apanha essa bola quando está a caminho do chão. Sabendo-se que a velocidade inicial da bola é de 15 m/s, pode-se dizer que a velocidade da bola, ao ser apanhada pela pessoa, era de 8 m/s. (C/E) 13. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma equipe de resgate se encontra num helicóptero, parado em relação ao solo a 305 m de altura. Um paraquedista abandona o helicóptero e cai livremente durante 1,0 s, quando abre-se o paraquedas. A partir desse instante, mantendo constante seu vetor velocidade, o paraquedista atingirá o solo exatamente em 30s. (C/E) (Dado: g = 10 m/s2) 14. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um balão em movimento vertical ascendente à velocidade constante de 10 m/s está a 75 m da Terra, quando dele se desprende um objeto. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, o tempo, em que o objeto chegará a Terra, é superior a 8s. (C/E) Texto para questões 15 e 16. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um paraquedista radical pretende atingir a velocidade do som. Para isso, seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera, equipado com roupas pressurizadas. Como nessa altitude o ar é muito rarefeito, a força de resistência do ar é desprezível. Suponha que a velocidade inicial do paraquedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravidade seja igual a 10 m/s2. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/s. 15. O paraquedista atingirá a velocidade do som em 30s. (C/E) 16. A distância percorrida até atingir a velocidade do som é de 4500m. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 40 ANOTAÇÕES 17. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Uma bola é lançada horizontalmente com velocidade inicial v0. Ao percorrer horizontalmente 30 m, ela cai verticalmente 20 m, conforme mostrado no gráfico a seguir. Considere a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2e despreze a resistência do ar. É correto afirmar que o módulo da velocidade de lançamento v0é superior a 12m/s. (C/E) 18. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um projétil é lançado horizontalmente de uma altura de 20 m, com uma velocidade inicial de módulo igual a 15 m/s. Desprezando-se a resistência do ar e considerando o módulo da aceleração gravitacional como 10 m/s2, é corretoafirmar que o projétil atingirá o solo após ter percorrido uma distância horizontal igual a 30m. (C/E) 19. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um aluno do ANPRF, em uma partida de futebol, lança uma bola para cima, numa direção que forma um ângulo de 60° com a horizontal. Sabendo que a velocidade na altura máxima é 20 m/s, podemos afirmar que a velocidade de lançamento da bola, foi de 40m/s. (C/E) Texto para questões 20 e 21. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma bola é lançada verticalmente para cima, com velocidade de 18 m/s, por um rapaz situado em um skate que avança segundo uma reta horizontal, a 5,0 m/s.Depois de atravessar um pequeno túnel, o rapaz volta a recolher a bola, a qual acaba de descrever uma parábola, conforme a figura. Despreze a resistência do ar e considere g = 10 m/s2. 20. A altura máxima h alcançada pela bola foi superior a 16m. (C/E) 21. O deslocamento horizontal até atingir novamente o solo foi 19m. (C/E) 22. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um malabarista lança uma de suas bolinhas com velocidade inicial v = 3 m/s com ângulo α = 45° em relação à horizontal, conforme representado a seguir. Desprezando a resistência do ar, é corretoafirmar que o alcance horizontal máximo d é 90 m. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 41 ANOTAÇÕES 23. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um super atleta de salto em distância realiza o seu salto procurando atingir o maior alcance possível. Se ele se lança ao ar com uma velocidade cujo módulo é 10 m/s, e fazendo um ângulo de 45° em relação à horizontal, podemosafirmar que o alcance atingido pelo atleta no salto é superior a 9,5m. (C/E) (Considere g = 10 m/s2) Este enunciado refere-se aos exercícios 24 a 31. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um projétil é lançado em certa direção com velocidade inicial v0, cujas componentes vertical e horizontal são iguais, respectivamente, a 80 m/s e 60 m/s. A trajetória descrita é uma parábola e o projétil atinge o solo horizontal do ponto A. 24. O módulo da velocidade inicial vale 100 m/s. (C/E) 25. No ponto mais alto da trajetória, a velocidade do projétil tem módulo igual a 60m/s. (C/E) 26. Em um ponto qualquer da trajetória entre o ponto de lançamento e o ponto A, o módulo da velocidade do projétil temvalor máximo de 140 m/s. (C/E) 27. O projétil chega em A com velocidade nula. (C/E) 28. O módulo da velocidade do projétil ao atingir A é igual ao módulo da velocidade de lançamento. (C/E) 29. No ponto de altura máxima, a velocidade e a aceleração são nulas. (C/E) 30. Durante o movimento há conservação das componentes horizontal e vertical da velocidade. (C/E) 31. A aceleração do projétil é variável. (C/E) 32. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Observando a parábola do dardo arremessado por um atleta, um matemático resolveu obter uma expressão que lhe permitisse calcular a altura y, em metros, do dardo em relação ao solo, decorridos t segundos do instante de seu lançamento (t0 = 0). Se o dardo chegou à altura máxima de 20 m e atingiu o solo 4 segundos após o seu lançamento, então, desprezada a altura do atleta, a expressão que o matemático encontrou foi y = –5t2+ 20t. (C/E) 33. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Uma esfera rola sobre uma mesa horizontal, abandona-a com uma velocidade horizontal v0 e toca o solo após um segundo. Sabendo que a distância horizontal percorrida pela boca é igual a altura da mesa, a velocidade v0, considerando g = 10m/s2, é de 5 m/s. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 42 ANOTAÇÕES Este enunciado refere-se aos exercícios 34 a 37. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma roda de bicicleta de raio 0,30 m executa 20 voltas em 5,0 s. 34. A frequência do movimento é exatamente 4rps. (C/E) 35. O período é igual a 0,25s. (C/E) 36. A velocidade angular da roda é superior a 32rad/s. (C/E) 37. A velocidade linear de um ponto situado na extremidade da roda é superior a 10m/s. (C/E) 38. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) A figura mostra um disco que gira em torno do centro O. A velocidade do ponto X é 50 cm/s e a do ponto Y é de 10 cm/s. A distância XY vale 20 cm. Pode-se afirmar que a velocidade angular do disco, é 3 rad/s. (C/E) 39. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um corpo percorre a trajetória circular indicada na figura a seguir, com movimento uniformemente acelerado. O ponto em que os seus vetores velocidade e aceleração estão indicados corretamente é o da posição 3. (C/E) 40. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um relógio com mecanismo defeituoso atrasa 10 minutos a cada hora. A velocidade angular média do ponteiro maior desse relógio, quando calculada com o uso de um relógio sem defeitos, vale /3600 rad/s . (C/E) 41. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um móvel parte do repouso, de um ponto sobre uma circunferência de raio R, e efetua um movimento circular uniforme de período igual a 8 s. Após 18 s de movimento, o seu vetor deslocamento tem módulo igual a 2R√3.(C/E) Este enunciado refere-se aos exercícios 42 a 46. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Duas polias, A e B, de raios R e R’, com R < R’, podem girar em torno de dois eixos fixos e distintos, interligadas por uma correia. As duas polias estão girando e a correia não escorrega sobre elas. Então, pode-se afirmar 42. que a velocidade angular de A é menor que a de B, porque a velocidade tangencial de B é maior que a de A. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 43 ANOTAÇÕES 43. que a velocidade angular de A é maior que a de B, porque a velocidade tangencial de B é menor que a de A. (C/E) 44. que as velocidades tangenciais de A e de B são iguais, porém a velocidade angular de A é menor que a velocidade angular de B. (C/E) 45. que as velocidades angulares de A e de B são iguais, porém a velocidade tangencial de A é maior que a velocidade tangencial de B. (C/E) 46. que a velocidade angular de A é maior que a velocidade angular de B, porém ambas têm a mesma velocidade tangencial. (C/E) 47. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um menino passeia em um carrossel de raio R. Sua mãe, do lado de fora do carrossel, observa o garoto passar por ela a cada 20 s. Podemos afirmar que a velocidade angular do carrossel é π/10 rad/s. (C/E) 48. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Pai e filho passeiam de bicicleta e andam lado a lado com a mesma velocidade. Sabe-se que o diâmetro das rodas da bicicleta do pai é o dobro do diâmetro das rodas da bicicleta do filho. Pode-se afirmar que as rodas da bicicleta do pai giram com o dobro da frequência e da velocidade angular com que giram as rodas da bicicleta do filho. (C/E) 49. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um entregador de mercadorias de um armazém utiliza um tipo especial de bicicletas em que a roda da frente tem um diâmetro duas vezes menor que o diâmetro da roda traseira para que, na frente, possam ser colocadas mercadorias em um local adequado. Quando esse veículo está em movimento, pode-se afirmar que o pneu menor tem frequência de rotação quatro vezes maior que a do maior. (C/E) 50. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Três rodas de raios Ra, Rb e Rc possuem velocidades angulares a, b e c, respectivamente, e estão ligadas entre si por meio de uma correia, como ilustra a figura adiante. Ao mesmo tempo que a roda de raio Rb realiza duas voltas, a roda de raio Rc realiza uma volta. Não há deslizamento entre as rodas e a correia. Sendo Rc = 3Ra, é correto afirmar que Rb= (3/2)Ra e a = 3c. (C/E) 51. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um automóvel encontra-se em repouso no interior de um estacionamento, a 20 m de um portão eletrônico inicialmente fechado. O motorista aciona, então, o controle remoto do portão, que passa a girar em torno de seu eixo fixo à velocidade constante de π/40 rad/s. Simultaneamente, o veículo começa a mover-se retilineamente em direção ao portão, com aceleração constante. A aceleração que o motorista deve imprimir ao veículo para que atinja a saída do estacionamento no exato instante em que o portão acaba de descrever um ângulo de π/2 rad, abrindo-se totalmente, tem módulo de 0,10 m/s2. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 44 ANOTAÇÕES 52. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um dispositivo mecânico apresenta três polias (1), (2) e (3) de raios R1 = 6 cm, R2 = 8 cm e R3 = 2 cm, respectivamente, pelas quais passa uma fita que se movimenta, sem escorregamento, conforme indicado na figura. Se a polia (1) efetua 40 rpm, o período do movimento da polia (3) é 0,5s. (C/E) Este enunciado refere-se aos exercícios 53 a 57. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Uma polia A é ligada a uma polia B através de uma correia e esta é acoplada a uma polia C, conforme mostra a figura a seguir. 53. A velocidade angular de B é menor que a velocidade angular de A. (C/E) 54. As relações entre as velocidades angulares e lineares ocorrem através do raio de cada polia. (C/E) 55. A velocidade linear de um ponto localizado na periferia de A é igual a de um ponto localizado na periferia de B. (C/E) 56. As velocidades angulares das polias A e C são iguais. (C/E) 57. A velocidade linear de A é igual à velocidade angular de C. (C/E) 58. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) A velocidade de um automóvel pode ser medida facilmente através de um dispositivo que registra o número de rotações efetuadas por uma de suasrodas, desde que se conheça seu diâmetro. Considere, por exemplo, um pneu cujo diâmetro é de 0,50 m. Se o pneu executa 480 rotações por minuto, pode-se afirmar que a velocidade do automóvel é 40 π m/s. (C/E) 59. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Para possibilitar o translado da fábrica até a construção, o concreto precisa ser mantido em constante agitação. É por esse motivo que as betoneiras, quando carregadas, mantêm seu tambor misturador sob rotação constante de 4rpm. Esse movimento só é possível devido ao engate por correntes de duas engrenagens, uma grande, presa ao tambor e de diâmetro 1,2m, e outra pequena, de diâmetro 0,4m, conectada solidariamente a um motor. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 45 ANOTAÇÕES Na obra, para que a betoneira descarregue seu conteúdo, o tambor é posto em rotação inversa, com velocidade angular 5 vezes maior que a aplicada durante o transporte. Nesse momento, a frequência de rotação do eixo da engrenagem menor é superior a 50 rpm. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 E C E C C E C E 09 10 11 12 13 14 15 16 C C C E C E C C 17 18 19 20 21 22 23 24 C C C C E E C C 25 26 27 28 29 30 31 32 C E E C E E E C 33 34 35 36 37 38 39 40 C C C E E E E E 41 42 43 44 45 46 47 48 E E E E E C C E 49 50 51 52 53 54 55 56 E C C C C C E E 57 58 59 E E C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 46 CONCURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF ASSUNTO: DINÂMICA 1. Leis de Newton 2. Força de Atrito 3. Forças em trajetórias circulares 1. LEIS DE NEWTON A força é uma grandeza vetorial e, portanto, está sujeita a todas as propriedades já estudadas para os vetores. No Sistema Internacional de Unidades, a unidade de força é o newton (N). Uma força de 1 newton (1 N) é, aproximadamente, a força com que a Terra atrai um objeto de massa igual a 0,1 kg quando este se encontra ao nível do mar e a 45° de latitude norte1. A descrição desses detalhes é necessária, uma vez que a intensidade com que a Terra atrai um objeto qualquer depende do local onde esse objeto se encontra. Existem outras unidades de força além daquela adotada pelo Sistema Internacional, o newton. O quilograma-força (kgf) é uma unidade de força muito utilizada e equivale ao peso de um objeto de massa igual a 1 kg. Mais uma vez, lembramos que esse valor está associado ao local no qual a experiência é feita. A relação anterior nos permite concluir que 1 kgf ≅ 10 N. 1ª LEI DE NEWTON – LEI DA INÉRCIA Todo objeto permanece em estado de repouso ou de movimento uniforme em linha reta, a menos que seja obrigado a mudar aquele estado por forças que atuem sobre ele. A afirmativa anterior, portanto, se relaciona às situações de ausência de força ou de força resultante nula atuando sobre um corpo. Nesses casos, o corpo deve permanecer em MRU, se ele estiver com velocidade diferente de zero, ou em repouso, se a sua velocidade for nula. Essa lei tem uma importância crucial para as outras duas leis do movimento. 2ª LEI DE NEWTON A toda força resultante que atua sobre um corpo corresponde uma aceleração de mesma direção, mesmo sentido e de módulo proporcional a essa força. Com base em experimentos, Newton pôde obter a seguinte relação entre a força resultante e a aceleração: 3ª LEI DE NEWTON Para toda força de ação que um corpo A exerce sobre um corpo B, há uma força de reação de mesma intensidade, mesma direção e sentido oposto que o corpo B aplica em A. A 3ª Lei de Newton para o movimento também é conhecida como Lei da Ação e Reação. Podemos perceber que as forças sempre se manifestam aos pares. MASSA E PESO Massa é uma grandeza escalar que mede o valor da inércia de um corpo. Não podemos associar a massa de um objeto ao seu tamanho, mas podemos associá-la à dificuldade que encontramos em alterar o estado de repouso ou de movimento desse objeto. A unidade de massa, no Sistema Internacional (SI), é o quilograma (kg). O peso é uma grandeza vetorial, associada à força de atração gravitacional que um planeta exerce sobre um corpo. Essa força é o resultado da interação entre um objeto de massa m e o campo gravitacional g do planeta onde esse objeto se encontra. Como qualquer outra força, a força peso também apresenta uma reação. A figura seguinte mostra o local em que se manifesta a reação à força peso, resultado da interação entre a Terra e o objeto. A rigor, todas as porções da Terra atraem e são atraídas por qualquer objeto colocado em sua superfície, as porções mais próximas com Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 47 maior intensidade e as mais distantes com menor intensidade. Newton mostrou que todas essas forças, que atuam em diversas porções da Terra isoladamente, podem ser representadas por um único vetor que atua no centro da Terra, como representado na figura a seguir. FORÇA NORMAL Em quase todos os momentos de nossa vida, estamos apoiados em alguma superfície. São raras as ocasiões em que não estamos pressionando uma superfície. Ao interagirmos com uma superfície sobre a qual nos apoiamos, exercemos sobre ela uma força de compressão (N’). De acordo com a 3ª Lei de Newton, a superfície também exerce uma força sobre nosso corpo. Essa força, chamada de força normal (N), possui o mesmo módulo e a mesma direção que a força de compressão, porém, apresenta sentido oposto a esta. FORÇA DE TENSÃO OU TRAÇÃO utilizar cordas para transmitir forças de um ponto a outro do espaço. Uma corda ideal é aquela que é inextensível, que possui flexibilidade e que apresenta massa desprezível em relação aos corpos aos quais está presa. Denominamos força de tensão, ou tração, a força que é transmitida de um ponto a outro de um sistema, utilizando cordas, como mostrado na figura a seguir. Se os fios são ideais, isto é, inextensíveis e de massa desprezível, temos que |T1| = |T2| e |T3| = |T4|. Sempre que as tensões atuarem sobre um mesmo fio, seus módulos serão iguais. A LEI DE HOOKE (Força Elástica) Denominamos de objeto elástico os objetos que mudam de forma ao aplicarmos uma força sobre eles e que voltam a assumir sua forma original ao cessarmos a ação da força sobre eles. Um exemplo de um corpo elástico é a mola. Sabe-se que, quanto mais esticamos uma mola, maior deve ser a força que devemos aplicar às suas extremidades. Podemos usar essa propriedade para medir a intensidade das forças. Colocando uma mola na posição vertical e fixando sua extremidade superior, podemos pendurar corpos de pesos diversos em sua outra extremidade. Para certa faixa de forças aplicadas, o valor da deformação x é proporcional à força aplicada, isto é, Fel ∝ x ou: Em que k é a constante elástica da mola. Esse tipo de deformação é denominada deformação elástica. Utilizando a equação anterior e medindo a deformação da mola, podemos calcular a intensidade da força aplicada sobre ela, desde que a constante elástica da mola seja conhecida. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram:@prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 48 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS: 01. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Quando um cavalo puxa uma charrete, a força que possibilita o movimento do cavalo é a força que ele exerce sobre o solo (C/E) 02. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF)Um ímã e um bloco de ferro são mantidos fixos numa superfície horizontal, como mostrado na figura a seguir. Em determinado instante, ambos são soltos e movimentam-se um em direção ao outro, devido à força de atração magnética. Despreze qualquer tipo de atrito e considere que a massa m do ímã é igual à metade da massa do bloco de ferro. Sejam ai o módulo da aceleração e Fi o módulo da resultante das forças sobre o ímã. Para o bloco de ferro, essas grandezas são, respectivamente, aFe e FFe . Com base nessas informações, podemos afirmar que Fi = FFe e ai = 2.aFe(C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Sobre as Leis de Newton, analise as assertivas 03 a 05: 03. Segundo a 1ª Lei de Newton, é necessária uma força resultante para manter com velocidade constante o movimento de um corpo se deslocando numa superfície horizontal sem atrito. (C/E) 04. De acordo com a 2ª Lei de Newton, a aceleração adquirida por um corpo é a razão entre a força resultante que age sobre o corpo e sua massa. (C/E) 05. Conforme a 3ª Lei de Newton, a força peso e a força normal constituem um par ação-reação. (C/E) 06. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Um pequeno automóvel colide frontalmente com um caminhão, cuja massa é cinco vezes maior que a massa do automóvel. Em relação a essa situação, podemos afirmar que o automóvel experimenta força de impacto cinco vezes mais intensa que a do caminhão. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Com relação à 3ª Lei de Newton, analise as assertivas 07 a 09: 07. A força que a Terra exerce sobre a Lua é exatamente igual, em intensidade, à força que a Lua exerce sobre a Terra. (C/E) 08. Se um ímã atrai um prego, o prego atrai o ímã com uma mesma força de mesma intensidade e direção, mas com sentido contrário. (C/E) 09. A força que possibilita um cavalo puxar a carroça é a força que a carroça exerce sobre ele. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 10. Dois carrinhos de supermercado podem ser acoplados um ao outro por meio de uma pequena corrente, de modo que uma única pessoa, ao invés de empurrar dois carrinhos separadamente, possa puxar o conjunto pelo interior do supermercado. Um cliente aplica uma força horizontal de intensidade F sobre o carrinho da frente, dando ao conjunto uma aceleração de intensidade 0,5m/s2. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 49 ANOTAÇÕES Sendo o piso plano e as forças de atrito desprezíveis, o módulo da força F e o da força de tração na corrente são, 50N e 70N, respectivamente. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 11 e 12. O aumento do número de veículos em Fortaleza, além de deixar o trânsito caótico, tem aumentado bastante o número de acidentes. Considere que um pequeno automóvel colide frontalmente com um caminhão, cuja massa é seis vezes maior que a massa do automóvel. Em relação a essa situação, podemos afirmar que: 11. ambos experimentam força de impacto iguais. (C/E) 12. o automóvel experimenta desaceleração seis vezes mais intensa que a do caminhão. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 13. Um octocóptero com seus equipamentos tem massa de 20,0 kg e consegue ascender (subir) verticalmente com uma aceleração de 3,0 m/s2. Sabendo que a aceleração gravitacional tem valor de 10,0 m/s2, podemos afirmar que a força resultante que atua sobre esse octocóptero é vertical, para cima e tem módulo inferior a 50,0 N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 14 a 16. Uma força horizontal de intensidade F = 10N é aplicada no bloco A, de 6Kg, o qual está apoiado em um segundo bloco B, de 4Kg. Os blocos deslizam sobre um plano horizontal sem atrito. 14. podemos afirmar que a aceleração do conjunto será exatamente igual a 1 m/s2 . (C/E) 15. a intensidade da força que um bloco exerce no outro é também de 10. (C/E) 16. a intensidade da força resultante de A é superior a 5N. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 50 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 17 a 19. Três blocos A, B e C, de massa mA = 5 kg, mB = 2 kg e mC = 3 kg, estão em uma superfície horizontal sem atrito. Aplica-se ao bloco A uma força de 20 N, constante, como indicado na figura. 17. podemos afirmar que a aceleração do conjunto será superior a 1 m/s2. (C/E) 18. a intensidade da força que B exerce em C é menor que 7N. (C/E) 19. a intensidade da força que A exerce em B vale 10N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 20. Dois blocos de massa 5kg e 3kg estão numa superfície horizontal sem atrito e ligados por um fio de massa desprezível. A força horizontal �⃗� tem intensidade constante igual a 4 N. Assim, a tração no fio que liga os corpos é superior a 3N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 21. Sabendo-se que a tração no fio que une os dois blocos da figura abaixo vale 100N, é correto afirmar que o valor do módulo da força F é superior a 275N. Não há atritos. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 22. Dois blocos de massas iguais a 4kg e 2kg, respectivamente, estão presos entre si por um fio inextensível e de massa desprezível. Deseja-se puxar o conjunto por meio de uma força �⃗� cujo módulo é igual a 3N sobre uma mesa horizontal e sem atrito. O fio é fraco e corre o risco de romper-se. O melhor modo de puxar o conjunto sem que o fio se rompa, é puxando pela massa maior, pois terá a mesma aceleração nas duas situações e a tração será maior na 2ª situação. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 51 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 23. No arranjo experimental da figura que não há atrito algum e o fio tem massa desprezível. Adote g= 10m/s². É correto afirmar que a tração no fio é superior a 10N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 24 a 26. Na situação indicada na figura, os fios têm massa desprezível e passam pelas polias sem atrito. Adote g= 10 m/s². 24. o conjunto se moverá no sentido anti-horário com aceleração superior a 3,0 m/s2. (C/E) 25. a tração no fio que liga A a B é igual a 150N. (C/E) 26. a tração no fio que liga B a C é superior a 120N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 27. Os corpos A e B têm massas mA = 1 kg e mB = 3 kg. O corpo C, pendurado pelo fio, tem massa mC = 1 kg. O fio é inextensível e tem massa desprezível. Adote g = 10 m/s2 e suponha que A e B deslizam sem atrito sobre o plano horizontal. A intensidade da força que o corpo B exerce em A é exatamente igual a 6N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 28. No arranjo experimental da figura, os fios e as polias têm massas desprezíveis. O fioé inexistente e passa sem atrito pela polia. Adotando g = 10 m/s2, as trações T1 e T2 são respectivamente iguais a 15N e 30N. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 52 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 29 e 30. No esquema representado na figura abaixo, o bloco C tem massa 0,5 kg e está em repouso sobre o plano indicado de 37° com a horizontal, preso pelo fio AB. Não há atrito entre o bloco e o plano. Dados: g = 10m/s²; sen 37° = cos 53° = 0,6; sen 53° = cos 37° = 0,8. 29. a tração exercida pelo fio é inferior a 5N. (C/E) 30. cortando-se o fio, a aceleração adquirida pelo bloco será de 6 m/s2. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 31. Um corpo de massa igual a 5kg parte, do repouso da base de um plano inclinado − este com ângulo igual a 30° e comprimento 5 m − e atinge sua extremidade superior em 10 s. A intensidade da força externa paralela ao plano inclinado que foi aplicada ao corpo é superior a 20N. Use g= 10 m/s2 e despreze os atritos. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 32. Na situação esquematizada é correto afirmar que a aceleração dos corpos será 3 m/s2. (C/E) Adote g = 10 m/s². O fio e a polia têm massa desprezível. Não há atrito. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 33. Dois blocos A e B de massas respectivamente iguais a 5 kg e 10 kg, estão inicialmente em repouso, encostados um no outro, sobre a mesa horizontal sem atrito. Aplicamos uma força horizontal F= 90 N, como mostra a figura. Os valores das forças resultantes que atuam sobre os blocos A e B são, respectivamente, 30N e 60N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 34. Quatro blocos M, N, P e Q deslizam sobre uma superfície horizontal, empurrados por uma força �⃗�, conforme esquema abaixo. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 53 ANOTAÇÕES A força de atrito entre os blocos e a superfície é desprezível e a massa de cada bloco vale 3,0 kg. Sabendo-se que a aceleração escalar dos blocos vale 2,0 m/s2, a força do bloco M sobre o bloco N é superior a 20N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 35. No sistema abaixo, o corpo 1, de massa 6,0 kg está preso na posição A. O corpo 2 tem massa de 4,0 kg. Despreze os atritos e adote g = 10 m/s². Abandonando o corpo 1 sua velocidade, ao passar pela posição B será de igual a 4 m/s². (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 36 e 37. Considerando o sistema mecânico representado na figura, onde os atritos e as massas do fio e das polias são desprezíveis, e que nele F = 500 N, m1 = 15 kg, m2 = 10 kg e a aceleração da gravidade local vale 10 m/s2. 36. a aceleração do sistema é maior que 15 m/s2. (C/E) 37. a tração no fio é inferior a 300N. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 E C E C E E C C 09 10 11 12 13 14 15 16 E E C C E C E C 17 18 19 20 21 22 23 24 C C C E C C C E 25 26 27 28 29 30 31 32 C C C C C C C E 33 34 35 36 37 C E E C C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 54 2. FORÇA DE ATRITO As superfícies dos corpos, por mais lisas que possam parecer, apresentam rugosidades, umas mais que outras, perceptíveis se estudadas microscopicamente. Como consequência, se duas superfícies em contato se comprimem, haverá uma certa resistência ao movimento relativo entre elas, ou seja, aparecerá uma força se opondo a esse movimento. Podemos dizer que aparecerá uma força de atrito, que uma superfície fará sobre a outra, tangencialmente a elas, e sempre se opondo à tendência de escorregamento ou ao próprio escorregamento. 2.1. FORÇA DE ATRITO ESTÁTICO É aquela que aparece quando não há o efetivo escorregamento entre as superfícies, existindo somente a tendência ao movimento. Essa força tem intensidade variável, de acordo com a força que tende a fazer o corpo se mover. Portanto, a força de atrito estático atua no corpo em repouso. Examinemos algumas situações: 1. Se não houver força solicitando o movimento, também não teremos força de atrito. 2. Ao aparecer uma força, por exemplo, de 5N e o corpo permanecer em repouso, podemos concluir que surgiu uma força de atrito de igual módulo, anulando a força solicitadora. 3. Se aumentarmos a força solicitadora para 7,5N e o bloco permanecer em repouso, a conclusão lógica é a de que a força de atrito também teve seu módulo aumentado para 7,5N para o corpo permanecer em equilíbrio. 4. Chegaremos a uma situação em que o corpo ficará na iminência de movimento. Nesta situação, a força de atrito estático será a maior possível e receberá o nome de força de atrito de destaque. FORÇA DE ATRITO MÁXIMA A força de destaque, ou seja, a maior força de atrito capaz de manter o corpo ainda em repouso, depende de uma grandeza característica das superfícies em contato, denominada coeficiente de atrito estático μe. Em que N é a força normal entre as superfícies. Portanto, a força de atrito estático irá variar de 0 a fat (máx). 2.2. FORÇA DE ATRITO DINÂMICO (CINÉTICO) É aquela que aparece com o corpo em movimento, ou seja, quando uma superfície de fato escorrega sobre a outra. Em que μc é o coeficiente de atrito cinético e N a força normal. Enquanto a força solicitadora aumenta, a força de atrito (estático) acompanha com o mesmo módulo até o valor máximo μe . N. Aqui começa o movimento com a força de atrito diminuindo o seu valor para μc . N e permanecendo constante. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 55 Se a questão não faz distinção entre os coeficientes cinético e estático, iremos considerar com valores iguais. Observações: 01. Os coeficientes de atrito μe e μc são, de modo geral, independentes das áreas de contato entre as superfícies. 02. O coeficiente de atrito μc não depende, dentro de certos limites, da velocidade relativa das superfícies em contato. 3. FORÇAS EM TRAJETÓRIAS CURVILÍNEAS 3.1. INTRODUÇÃO Para um corpo alterar sua direção de movimento, que é o que ocorre nos movimentos curvilíneos, é necessário que atue sobre ele uma força perpendicular ao movimento. 3.2. FORÇA CENTRÍPETA É a resultante das forças que atuam na direção do centro da curva. Por ser uma resultante, é a massa do corpo multiplicada pela aceleração (centrípeta). Lembrando: Vejamos alguns exemplos: 01. Uma pedra presa a um barbante gira num plano vertical. Na posição 1: Fcp = T − P = m . v2/R Na posição 2: Fcp = T = m . v2/R Na posição 3: Fcp = T + P = m . v2/R Na posição 4: Fcp = T − Py = m . v2/R 02. DEPRESSÕES LOMBADAS 03. Corpo girando sobre uma mesa horizontal preso por um barbante. 04. Corpo preso a um barbante e fazendo no ar uma circunferência horizontal. 05. Carro realizando uma cruva plana. 06. Curva em plano inclinado. A forçacentrípeta pode vir em função da velocidade angular. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 56 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS: (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 01. Um bloco de massa m = 10 kg movimenta-se em uma mesa horizontal sob a ação de uma força horizontal �⃗� de intensidade 30 N. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a mesa é μd = 0,20. Sendo g = 10 m/s2, é correto afirmar que a aceleração do bloco é 1m/s2. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 02. Um bloco de massa m = 5,0 kg realiza um movimento retilíneo e uniforme em uma mesa horizontal �⃗� de intensidade 10 N. Sendo g = 10 m/s², podemos afirmar que o coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a mesa é 0,2. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 03. Um bloco é lançado sobre um plano horizontal com velocidade de 30 m/s e percorre 90 m até parar. Considerando g= 10m/s², podemos afirmar que o coeficiente de atrito entre o bloco e o plano é superior a 0,4. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 04 e 05. Dois corpos A e B de massas mA = 1 kg e mB = 2 kg estão ligados por uma corda de peso desprezível, que passa sem atrito pela polia C entre A e o apoio existe atrito de coeficiente C = 0,5. Adote g = 10 m/s2. 04. a aceleração dos corpos é superior a 4 m/s2. (C/E) 05. a tração no fio vale exatamente 12N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 06 e 07. Um corpo de massa m = 2,0 kg movimenta-se em uma mesa horizontal sob ação de uma força horizontal �⃗� de intensidade 8,0 N, conforme a figura (g = 10 m/s2) Sendo 2,0 m/s² a aceleração que o corpo adquire, analise as assertivas a seguir: 06. a intensidade da força de atrito que a mesa exerce no corpo é exatamente igual a 4N. (C/E) 07. o coeficiente de atrito dinâmico entre o corpo e a mesa vale 0,2. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 57 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 08. Um pequeno bloco de massa m = 20 kg desloca-se em uma superfície lisa com velocidade de 72 km/h. A seguir atinge uma superfície áspera, onde o atrito entre o corpo e a superfície tem coeficiente de atrito dinâmico d = 0,4. As superfícies são consideradas horizontais. O espaço percorrido pelo bloco na superfície áspera até parar (g = 10 m/s²) é maior que 50m. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 09. Arrasta-se um corpo de massa 60 kg sobre um plano horizontal rugoso, em movimento retilíneo uniforme, mediante uma força horizontal de intensidade 180 N. O coeficiente de atrito dinâmico entre o corpo e o plano é 0,6. (C/E) (Adote g = 10 m/s2.) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 10. Dois corpos A e B, de massas iguais a 10 kg, estão ligados por um fio de peso desprezível, que passa por uma polia sem atrito, como se indica na figura. Entre A e o apoio existe atrito de coeficiente d = 0,6. É correto afirmar que a tração do fio vale mais que 75N. (g = 10 m/s2). (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 11. O coeficiente de atrito estático entre o corpo de massa m = 10 kg e a superfície plana horizontal de apoio é e = 0,2. Adotando-se g = 10 m/s2, podemos afirmar que o máximo valor que mantém o corpo em repouso é de 30N. (C/E) 12. O bloco A de massa m = 3,0 kg está apoiado em um plano inclinado que forma um ângulo em relação à horizontal. O bloco A está na iminência de escorregar para baixo. O coeficiente de atrito estático entre o bloco A e o plano é e = 0,50. (Dados: sen = 0,60; cos = 0,80; g = 10 m/s2.) Considere o fio e as polias ideais. Nessas condições, o peso PB do bloco B para que permaneça a iminência, conforme dito no texto, é 6N. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 58 ANOTAÇÕES 13. Um corpo de massa m = 20 kg está inicialmente em repouso sobre uma superfície horizontal. O coeficiente de atrito estático ente o corpo e a superfície é e = 0,3 e o coeficiente de atrito dinâmico é d = 0,2. A aceleração da gravidade é g = 10 m/s². Aplica-se ao corpo uma força horizontal �⃗�. Verifique se ele entra ou não em movimento nos casos: a) F = 40 N b) F = 60 N c) F = 80 N Calcule, em cada caso, a intensidade da força de atrito. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 14 e 15. A figura ilustra um bloco A, de massa mA = 2,0 kg, atado a um bloco B, de massa mB = 1,0 kg, por um fio inextensível de massa desprezível. O coeficiente de atrito cinético entre cada bloco e a mesa é µc. Uma força F = 18,0 N é aplicada ao bloco B, fazendo com que ambos se desloquem com velocidade constante. Considerando g = 10,0 m/s², analise as assertivas a seguir: 14. O coeficiente de atrito µ é superior a 0,6. (C/E) 15. A tração T no fio é superior a 10N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 16. Dois blocos A e B, apoiados sobre uma superfície horizontal, estão incialmente em repouso e possuem massas iguais a 10 kg. Uma força horizontal �⃗� de intensidade 60 N é aplicada ao bloco A. O coeficiente de atrito entre os blocos e a superfície é = 0,20. Adotando g = 10 m/s2, a intensidade da força que A exerce em B, vale exatamente 30N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 17. �⃗�1 𝑒 �⃗�2 são forças horizontais de intensidade 30N e 10 N respectivamente, conforme a figura. Sendo a massa de A igual a 3 kg, a massa de B igual a 2 kg, g = 10 m/s2 e 0,3 o coeficiente de atrito dinâmico entre os blocos e a superfície, a força de contato entre os blocos tem intensidade inferior a 18N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 18 a 22. Uma força F horizontal e de intensidade 30 N e aplicada em um corpo A de massa 4,0 kg, preso a um corpo B de massa 2,0 kg que, por sua vez, se prende a um corpo C. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 59 ANOTAÇÕES O coeficiente de atrito entre cada corpo e a superfície horizontal de apoio é 0,10 e verifica-se que o módulo da aceleração do sistema é, nessas condições, 2,0 m/s². Adote g = 10 m/s² e analise as assertivas a seguir. 18. A massa do corpo C é 5,0 kg. (C/E) 19. A tração no fio que une A e B tem módulo 18 N. (C/E) 20. A força de atrito que age no corpo A tem módulo 4,0 N. (C/E) 21. A tração no fio que une B a C tem módulo 8,0 N. (C/E) 22. A força resultante no corpo B tem módulo 4,0 N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 23. O bloco A, de massa 5,0 kg, sobe o plano inclinado representado na figura a seguir com velocidade constante de 2,0 m/s. O coeficiente de atrito entre o bloco A e o plano inclinado vale 0,50. Dados: sen 37° = 0,60; cos 37° = 0,80; g = 10m/s² Nessas condições, a massa do bloco B, vale 5,0Kg. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 24. Um caminhão é carregado com duas caixas de madeira, de massas iguais a 500kg, conforme mostra a figura. O caminhão é então posto em movimento emuma estrada reta e plana, acelerando até adquirir uma velocidade de 108 km/h e depois é freado até parar, conforme mostra o gráfico. (Use g = 10 m/s2). Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 60 ANOTAÇÕES O coeficiente de atrito estático entre as caixas e a carroceria do caminhão é = 0,1. Qual das figuras a seguir melhor representa a disposição das caixas sobre a carroceria no final do movimento? a) b) c) d) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 25. Um veículo de massa 600 kg percorre uma pista de raio R = 80m. Há atrito de escorregamento lateral, de coeficiente μ = 0,5. Adote g = 10 m/s². A máxima velocidade que o veículo pode ter para fazer a curva sem derrapar é de 72km/h. Considere-o um ponto material. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 26. Um veículo de 1000 kg percorre com velocidade de 90 km/h uma curva de raio R = 100 m. A estrada é sobrelevada, isto é, sua margem externa é mais elevada em relação à margem interna. Adote g = 10 m/s². A tangente do ângulo de sobrelevação da pista para que a segurança do veículo na curva não dependa do atrito deverá ser 0,625. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 61 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 27. Um corpo descreve um movimento, em um plano vertical, no interior de uma superfície esférica de raio igual a 2,5 m. Adote g = 10 m/s2. A mínima velocidade que o corpo deve ter para não perder contato com a, superfície esférica é de 8 m/s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para questões 28 a 30. Um estudante, indo para a faculdade, em seu carro, desloca-se em um plano horizontal, no qual descreve uma trajetória curvilínea de 48 m de raio, com uma velocidade constante em módulo. Entre os pneus e a pista existe um coeficiente de atrito estático de 0,3. Considerando a figura, a aceleração da gravidade no local, de 10 m/s², e a massa do carro de 1200 kg, analise as assertivas a seguir. 28. Caso o estudante resolva imprimir uma velocidade de 60 km/h ao carro, ele conseguirá fazer a curva. (C/E) 29. A velocidade máxima possível para que o carro possa fazer a curva, sem derrapar, irá se alterar se diminuirmos a sua massa. (C/E) 30. O vetor velocidade apresenta variações neste movimento. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 31. A sobreelevação das pistas nas curvas de autódromos, velódromos ou mesmo em avenidas, rodovias ou ferrovias, dá mais segurança aos usuários, dificultando ou impedindo que os veículos sejam arremessados para fora da pista quando em alta velocidade. Considere a seguinte situação: em um percurso de triatlo, os ciclistas precisam fazer curvas circulares de 40 m de raio com velocidade de módulo 72 km/h. Despreze a força de atrito e admita g = 10 m/s2. O ângulo de inclinação da pista, deve ser exatamente 45°. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 32. Um motociclista percorre uma trajetória circular vertical de raio R = 3,6 m, no interior de um globo da morte. O menor valor da velocidade no ponto mais alto que permita ao motociclista percorrer toda a trajetória circular será 6 m/s. É dado g= 10 m/s². (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 62 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 33. Uma rodovia tem 8m de largura. A diferença de nível que deve existir entre suas margens externa e interna para que um carro possa fazer uma curva de 600 m de raio a 72 km/h sem depender do atrito, é aproximadamente 53 m. Adote g = 10 m/s² e, para pequenos ângulos, considere sen = tg . (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Figura para as questões 34 e 35. 34. Um veículo tem peso P = 10000 N e passa no ponto inferior da depressão com 54 km/h. O raio da curva nesse ponto é 10 m. A força de reação da pista no veículo nesse ponto é superior a 35000N. Adote g = 10 m/s². (C/E) 35. Um veículo, de massa 1600 kg, percorre o trecho de estrada (desenhada em corte na figura acima) em lombada, com velocidade 72 km/h. Adote g = 10m/s². A intensidade da força que o leito da estrada exerce no veículo quando este passa pelo ponto mais alto da lombada é de 8000N. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 13. a) 40 N e não anda b) 60 N e não anda c) 40 N e anda 01 02 03 04 05 06 07 08 C C E C E C C E 09 10 11 12 13 14 15 16 E C E C * E C C 17 18 19 20 21 22 23 24 E E C C E C C A 25 26 27 28 29 30 31 32 C C E E E C C C 33 34 35 E E C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 63 CONCURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF ASSUNTO: 4.Trabalho de uma força 5.Energia e sua conservação 4. TRABALHO DE UMA FORÇA 4.1. INTRODUÇÃO É comum ouvirmos frases do tipo “o trabalho deste operário é muito difícil” ou “vou levar 12 horas para concluir este trabalho”. Nestas frases há o termo trabalho, que também é empregado em Física, mas com um significado muito diferente do anterior. Em Física, trabalho está associado a forças, e não a corpos: diz-se “trabalho de uma força” e nunca “trabalho de um corpo”. A noção de trabalho será apresentada por etapas, pelas dificuldades matemáticas que envolve. De início, veremos trabalho de uma força constante em dois casos particulares: paralela e não paralela ao deslocamento. A seguir, analisaremos o caso geral: forças e deslocamentos quaisquer. 4.2. TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE PARALELA DE DESLOCAMENTO Considere um corpo que realiza o deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ sob a ação de um conjunto de forças. Destaquemos, desse conjunto, a força �⃗�, constante, paralela e de mesmo sentido que o deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ (figura 1). Por definição, trabalho𝜏* da força constante �⃗�, paralela e de mesmo sentido que o deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ , é grandeza escalar: , sendo d = |𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ | Se a força constante �⃗�for paralela e de sentido contrário ao deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ (figura 2), o trabalho de �⃗�será dado por: Quando a força favorece o deslocamento, seu trabalho é positivo e denominado trabalhomotor (figura 3a). Quando a força de opõe ao deslocamento, seu trabalho é negativo e denominado trabalho resistente (figura 3b). Por exemplo, se abandonamos um corpo, deixando-o em queda livre (figura 4), seu peso favorece o deslocamento; nesse caso, o trabalho do peso é motor (positivo). Porém, se atirarmos um corpo para cima, seu peso se opõe ao deslocamento, e o trabalho do peso será resistente (negativo). Portanto: 𝜏= ±Fd (com �⃗� paralelo a𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ ) Observe que: a) o trabalho é sempre de uma força; b) o trabalho é realizado num deslocamento (entre dois pontos); c) o trabalho é uma grandeza escalar (intensidade de �⃗� e de 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ ); d) o trabalho depende do referencial; e) o trabalho é positivo, quando a força favorece o deslocamento; e negativo quando a força se opõe ao deslocamento(figura 5). = Fd = - Fd Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 64 4.3. TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE NÃO- PARALELA AO DESLOCAMENTO Vamos estender o conceito anterior para o caso da força não-paralela ao deslocamento. Na figura 6, seja F1 a projeção da força �⃗� na direção do deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ . Nessas condições, por definição, o trabalho da força �⃗� é dado por: 𝜏 = F1d Sendo F1 = F . cos , vem: 𝜏 = F . cos . d Se a força componente 𝐹𝑡⃗⃗⃗⃗ é favorável ao deslocamento (figura 7a), o trabalho da força �⃗� é motor (𝜏> 0). Se 𝐹𝑡⃗⃗⃗⃗ é contrário ao deslocamento (figura 7b), o trabalho de �⃗� é resistente (𝜏< 0). Na expressão 𝜏 = Fd . cos , o termo d . cos representa a projeção do deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ na direção da força �⃗� (figura 8). Portanto, para o cálculo do trabalho, conforme a conveniência: a) projete a força na direção do deslocamento (figuras 6 e 7); ou b) projete o deslocamento na direção da força (figura 8). Feito isso, para os elementos paralelos, aplique a definição de trabalho. Quando a força �⃗� é perpendicular ao deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ , sua projeção (ou a projeção de seu deslocamento) é nula; logo, seu trabalho é nulo (figura 9). Assim, num deslocamento horizontal, o peso e a reação normal do apoio têm trabalhos nulos. Analogamente, a força centrípeta tem trabalho nulo, pois é sempre perpendicular à trajetória, em cada instante. 4.4. TRABALHO DE UMA FORÇA QUALQUER No caso de uma força constante �⃗� agindo sobre o corpo, paralela e de mesmo sentido que o deslocamento de módulo d, o trabalho pode ser calculado pela área do retângulo destacado no gráfico da figura 10a. Essa área corresponde ao produto Fd, isto é: (numericamente) 4.5. DOIS CASOS NOTÁVEIS 4.5.1. TRABALHO DO PESO Considere um corpo de peso �⃗⃗� e seja 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ um deslocamento vertical e h o desnível entre A e B (figura 11). Como o peso �⃗⃗� é constante e paralelo ao deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ , temos: 𝜏 = ±Fd, sendo F= P e d = |𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ |= h Portanto: Se o corpo cai (figura 11, o peso está a favor do deslocamento e o trabalho é motor (𝜏= ±Ph). Se o corpo estiver subindo (figura 11b), o peso tem sentido contrário ao deslocamento e o trabalho é resistente (𝜏= - Ph). = Fd . cos A = = Ph Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 65 Se o corpo vai de A até B, passando por um ponto C intermediário (figura 12), projetamos o deslocamento na direção do peso. Sejam h1 a projeção vertical de 𝐴𝐶 e h2 a projeção vertical de 𝐶𝐵. Daí: 𝜏 = 𝜏AC +𝜏CB 𝜏 = Ph1 + Ph2 = P . (h1 + h2) = Ph Observe que o resultado é o mesmo. Resumindo, temos: 4.5.2. TRABALHO DA FORÇA ELÁSTICA Considere um sistema elástico constituído por uma mola e um bloco. Na figura 17a, a mola não está deformada e o sistema está em repouso. Ao ser alongada (figura 17b) ou comprimida (figura 17c), a mola exerce no bloco uma força denominada força elástica�⃗�elást. que tende a trazer o bloco de volta à posição de equilíbrio. A intensidade da força elástica é proporcional à deformação x (lei de Hooke): Nessa fórmula, k é a constante elástica da mola. Para calcular o trabalho de uma força elástica, não se utiliza a definição “força vezes deslocamentos”, pois essa força não é constante, variando com a deformação. Para isso devemos usar o cálculo gráfico. No gráfico da figura 18, o valor absoluto do trabalho da força elástica é numericamente igual à área destacada na figura (área de um triângulo): |𝜏|= 𝑘𝑥.𝑥 2 Esse trabalho pode ser motor ou resistente. Será resistente, quando a mola for alongada ou comprimida: 𝜏< 0 e 𝜏< 0; será motor, quando a mola voltar à sua posição de equilíbrio: 𝜏> 0 e 𝜏> 0 (figuras 19b e 19c). Desse modo: A exemplo do peso, o trabalho da força elástica é independentemente da trajetória. Assim, o trabalho da força elástica ao longo da trajetória AO (A→O) é igual ao trabalho ao longo da trajetória AA’O (A→A’→O), como se mostra nas figuras 19d e 19e. Concluindo, as forças peso e elástica têm a seguinte propriedade: seus trabalhos são independentes da forma da trajetória. No entanto, nem todas as forças apresentam essa propriedade. As forças cujo trabalho entre dois pontos independe da forma da trajetória são chamadas forças conservativas. O peso e a força elástica são exemplos de forças conservativas. Às forças conservativas associa-se o conceito de energia potencial, conforme veremos no capítulo 15, item 3. A força de atrito não é conservativa. Quando a força de atrito realiza trabalho, este depende da forma da trajetória. A força de atrito é chamada força dissipativa. A resistência do ar é outro exemplo de força dissipativa. = Ph Trabalho do peso a) Positivo quando o corpo desce: = +Ph Negativo quando o corpo sobe: = - Ph Nulo em deslocamento horizontal: = 0 b) Só depende do próprio peso e do desnível entre posição inicial e final (h). c) Não depende da forma da trajetória. Felást. = kx 2kx | | 2 = 2kx | | 2 = Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 66 4.6. POTÊNCIA Em situações práticas é fundamental considerar a rapidez da realização de determinado trabalho. Uma máquina será tanto mais eficiente quanto menor o tempo de realização do trabalho da sua força motora. A eficiência de uma máquina é medida pelo trabalho de sua força em relação ao tempo de realização, definindo a potência. Num intervalo de tempo 𝛥𝑡, se o trabalho é 𝜏, a potência média Potm será: A seguir vamos estabelecer uma relação entre a potência e a velocidade, no caso particular em que a força �⃗� é constante e paralela ao deslocamento. Nesse caso, o módulo do deslocamento d coincide com a variação do espaço 𝛥𝑠. Assim: 𝜏 = 𝐹𝑑 => 𝜏 = 𝐹𝛥𝑠 Logo, a potência média será: 𝑃𝑜𝑡𝑚 = 𝜏 𝛥𝑡 => 𝑃𝑜𝑡𝑚 = 𝐹 𝛥𝑠 𝛥𝑡 => 𝑃𝑜𝑡𝑚 = 𝐹𝑣𝑚 Nessa última igualdade, vm é a velocidade média. Para t→0, obtemos a potência instantânea, igual à intensidade da força multiplicada pela velocidade instantânea: Pot = Fv. Então: 4.7. RENDIMENTO É comum o uso da expressão rendimento em nossa vida diária. Dizemos que um aluno que estuda muito mas aprende pouco tem baixo rendimento. E um motorista preocupa-se com o rendimento do seu carro, que roda uma quilometragem abaixo da desejável com um litro de combustível. Quem aplica seu dinheiro no mercado financeiro visa a obter um bom rendimento. E por aí afora... Em todos esses casos, o conceito de rendimento exprime a mesma ideia básica: o que se pode obter de útil (aprendizado, quilometragem, juros) a partir de um total que foi aplicado (estudo, combustível, dinheiro). Em física, a noção de rendimento está relacionada ao trabalho ou à potência. Considere então uma máquina M (figura 20). Admitamos que essa máquina, em operação, receba uma potência total Pot1 e utilize Pota (potência útil) inferior à total Pott, perdendo Potp (potência perdida) pelos mais variados motivos. O rendimento 𝜂 (letra grega “eta”) é dadopela relação entre a potência útil (Potu) e a potência total recebida (Pott): O rendimento é uma grandeza adimensional, pois é uma relação de grandezas medidas na mesma unidade. Comumente se multiplica o resultado obtido por 100, exprimindo-o em porcentagem. Forças conservativas, como o peso e a força elástica, têm trabalhos independentes da forma da trajetória. m trabalho Pot t tempo = = m m trabalho Pot Fv Pot Fv tempo t = = = = (sendo F constante e paralela ao deslocamento) u t Pot Pot = Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 67 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS: (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Figura para as questões 01 e 02. Um bloco parte da posição A e atinge a posição B sob ação de um sistema de forças, conforme mostra a figura: Sendo F = 50 N, cos θ = 0,80, P = 70 N, FN = 40 N, fat = 10 N e d = 5,0 m, julgue as assertivas: 01. o trabalho que a força de atrito exerce no deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ tem módulo 50J. (C/E) 02. o trabalho da força resultante nesse deslocamento é menor que 150J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Figura para as questões 03 e 04. Um bloco está se deslocando numa mesa horizontal em movimentos retilíneo e uniforme, sob ação das forças indicadas na figura. A força �⃗� é horizontal e tem intensidade 20 N. Determine: 03. o trabalho realizado pela força �⃗� e pela força de atrito �⃗�𝑎𝑡 num deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ , sendo d = |𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ | = 2,0 m possuem módulos diferentes. (C/E) 04. o trabalho da força resultante nesse deslocamento é 40J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 05. A jovem da figura desloca sua mala de viagem aplicando, por meio do fio, uma força de intensidade T = 1,0.102 N, formando um ângulo de 60° com a horizontal. O trabalho que �⃗⃗� realiza no deslocamento 𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ tal que d = |𝐴𝐵⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ |= 50 m é superior a 2.103 J. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 68 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 06. Uma partícula de massa m = 0,10 kg é lançada obliquamente, descrevendo a trajetória indicada na figura. Sendo g = 10 m/s2, hA = 1,0 m e hB = 0,30 m, o trabalho realizado pelo peso da partícula nos deslocamentos de O para A e de A para B são respectivamente – 2,0J e 0,7J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 07. Uma pequena esfera de massa m = 0,2 kg está presa a extremidade de um fio de comprimento 0,80 m, que tem a outra extremidade fixa num ponto O. O trabalho que o peso da esfera realiza no deslocamento de A para B, conforme a figura, é um valor entre 1,5J e 2,0J. (C/E) Use g = 10 m/s2. (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto e figura para as questões 08 a 10. Um pequeno bloco de massa igual a 2,0 kg sobe uma rampa inclinada de 30° em relação à horizontal, sob a ação da força �⃗� de intensidade 20N, conforme ilustra a figura. Sendo g = 10 m/s2 e h = 2,0m, julgue as assertivas a seguir. 08. o trabalho realizado pela força �⃗� no dado deslocamento será exatamente 80J. (C/E) 09. o módulo do trabalho realizado pelo peso �⃗⃗� no dado deslocamento é superior a 50J. (C/E) 10. o trabalho realizado pela normal �⃗�𝑛 no deslocamento de A para B vale 40J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 11. Um motor de potência 60 kw aciona um veículo durante 30min. O trabalho realizado pela força motora é superior a 100000 KJ. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 69 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para as questões 12 e 13. Um rapaz de 60 kg sobe uma escada de 20 degraus em 10s. Cada degrau possui 20 cm de altura. Sendo g = 10 m/s², julgue as assertivas a seguir: 12. o módulo do trabalho do peso do rapaz ao subir a escada é superior a 2000J. (C/E) 13. o módulo da potência média associada ao peso do rapaz quando sobe a escada será 200W. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 14. Uma criança de 30 kg desliza em um escorregador de 2 m altura e atinge o solo em 3s. A potência média desenvolvida nesse intervalo de tempo será 200W. (C/E) (use g = 10 m/s2). (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para as questões 15 e 16. Um motor de potência 250 W é utilizado para erguer uma carga de peso 5,0.102N e uma altura de 4,0 m em um movimento uniforme. Despreze as eventuais perdas e julgue os itens a seguir. 15. o trabalho da força aplicada pelo motor vale 1000J. (C/E) 16. o tempo que a carga atinge a altura desejada é superior a 10s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 17. Um motor de 16 hp de potência utiliza efetivamente em sua operação 12 hp. Podemos afirmar que o seu rendimento é superior a 80%. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 18. O rendimento de uma máquina é de 70%. Se a potência total recebida é de 10cv, a potência efetivamente utilizada será 30cv. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 19. A potência total de uma máquina que ergue um peso de 2000 N a uma altura de 0,75 m em 5s, e possui um rendimento de 0,3 , vale 4/3hp. (C/E) Adote 1ℎ𝑝 = 3 4 𝑘𝑤. GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 C E E E C E C C 09 10 11 12 13 14 15 16 E E C C E C E E 17 18 19 E E C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 70 5. ENERGIA E SUA CONSERVAÇÃO 5.1. ENERGIA CINÉTICA (Ec) É a capacidade que um sistema tem de realizar trabalho em virtude de estar em movimento. Como o movimento é relativo, a grandeza energia cinética é relativa. 5.2. ENERGIA POTENCIAL Energia que o corpo possui em virtude da posição ocupada por ele. A energia potencial pode ser: • Gravitacional • Elástica a) Energia Potencial Gravitacional Um corpo, ao ocupar uma posição no espaço, adquire uma energia potencial em relação a um certo referencial, energia essa igual ao trabalho da força peso para levar o corpo até o referencial escolhido. O corpo da figura, na posição A, adquire, em relação ao ponto B, uma energia potencial gravitacional igual ao trabalho da força peso necessário para levar o corpo do ponto A ao referencial B. b) Energia Potencial Elástica 5.2. ENERGIA MECÂNICA DE UM SISTEMA E SUA CONSERVAÇÃO É a soma de todas as energias cinéticas e potenciais (gravitacionais e elásticas) presentes em um sistema. São sistemas em que apenas as forças conservativas realizam trabalho. Portanto, temos apenas conversões entre energia cinética e potencial, podendo dizer que a energia mecânica total se conserva. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador,1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 71 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 01. Um corpo de 10 kg parte do repouso, sob a ação de uma força constante, em trajetória horizontal, e após 16 s atinge 144 km/h. Podemos afirmar que o trabalho dessa força nesse intervalo de tempo é superior a 8000J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 02. A força necessária para fazer parar um trem de 60 toneladas a 54 km/h em uma distância de 500 m é superior a 13000N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) Texto para as questões 03 a 05. Um projétil de 20 gramas, com velocidade de 240 m/s, atinge o tronco de uma árvore e nele penetra uma certa distância até parar. Julgue as assertivas a seguir: 03. a energia cinética EC do projétil antes de colidir com o tronco é superior a 550J. (C/E) 04. o trabalho realizado sobre o projétil na sua trajetória no interior do tronco, até parar, em módulo tem o mesmo valor da energia cinética inicial. (C/E) 05. sabendo que o projétil penetrou 18 cm no tronco da árvore, o valor médio Fm da força de resistência que o tronco ofereceu à penetração do projétil é um valor entre 3kN e 3,5kN. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 06. Uma pequena bola de borracha, de massa 50 g, é abandonada de um ponto A situado a uma altura de 5,0 m e, depois, de chocar-se com o solo, eleva-se verticalmente até um ponto B, situado a 3,6 m. Considere a aceleração local da gravidade 10 m/s2. Podemos afirmar que haverá uma perda superior a 1J no impacto. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) Texto para as questões 07 e 08. Uma bala de morteiro, de massa 5,0 102 g, está a uma altura de 50 m acima do solo horizontal com uma velocidade de 10 m/s, em um instante t0. Tomando o solo como referencial e adotando g = 10 m/s2, analise as assertivas a seguir, no instante t0: 07. a energia cinética da bala vale 25000J. (C/E) 08. a energia potencial gravitacional da bala é menor que 30J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) Texto e figura para as questões 09 e 10. No sistema elástico da figura, O representa a posição de equilíbrio (mola não deformada). Ao ser alongada, passando para a posição A, a mola armazena a energia potencial elástica EP = 2,0 J. Julgue os itens a seguir: Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 72 ANOTAÇÕES 09. a constante elástica da mola vale 100 N/m. (C/E) 10. a energia potencial elástica que a mola armazena na posição B, ponto médio do segmento OA é menor que 1J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 11. Uma pedra de 5 g cai de uma altura de 5 m em relação ao solo. Adote g = 10 m/s2 e despreze a resistência do ar. A velocidade da pedra quando atinge o solo é superior a 10 m/s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 12. Um objeto de 10 g é atirado verticalmente para cima com velocidade de 12 m/s. Adote g = 10 m/s2 e despreze a resistência do ar. A altura máxima que o objeto atinge é superior a 7m. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 13. Uma pedra de massa 0,2 kg é atirada verticalmente para baixo de uma torre de altura igual a 25 m com velocidade inicial de 20 m/s. Desprezando a resistência do ar e adotando g = 10 m/s2, a energia cinética da pedra ao atingir o solo é inferior a 100J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 14. Um bloco de 2 kg cai no vácuo, a partir do repouso, de uma altura igual a 20 m do solo. A energia cinética e potencial à metade da altura de queda, certamente terão valores diferentes, pois a velocidade cresce quadraticamente. (g = 10 m/s2). Considere nula a energia potencial da pedra no solo. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 15. Um pequeno bloco, de massa m = 0,5 kg, inicialmente em repouso no ponto A, é largado de uma altura de h = 1,6 m. O bloco desliza, sem atrito, ao longo de uma superfície e colide, no ponto B, com uma mola de constante elástica k = 100 N/m (veja a figura abaixo). A compreensão máxima da mola, será inferior a 5cm. (C/E) (Use g = 10 m/s2.) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 16. Uma esfera movimenta-se em um plano horizontal subindo em seguida uma rampa, conforme a figura. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 73 ANOTAÇÕES Sabe-se que no percurso AB há uma perda de energia mecânica de 20 %. (Dados: h = 3,2 m; g = 10 m/s2.) A velocidade que a esfera deve passar pelo ponto A para chegar a B com velocidade de 4 m/s, terá um módulo maior que 16m/s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) Texto e figura para as questões 17 e 18. Um pequeno bloco de 0,4 kg de massa desliza sobre uma pista, de um ponto A até um ponto B, conforme a figura abaixo (g = 10 m/s2). Se as velocidades do bloco nos pontos A e B têm módulos iguais a 10 m/s e 5 m/s, respectivamente, analise os itens a seguir, para o trecho AB: 17. a quantidade de energia mecânica transformada em térmica, vale exatamente, 3J. (C/E) 18. o trabalho realizado pela força de atrito, vale 3J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) Texto e figura para as questões 19 e 20. Em uma montanha-russa um carrinho de 300 kg de massa é abandonado do repouso de um ponto A, que está a 5,0 m de altura (dado: g = 10 m/s2). Supondo-se que o atrito seja desprezível, julgue os itens a seguir: 19. o valor da velocidade do carrinho no ponto B é, exatamente, 10m/s. (C/E) 20. a energia cinética do carrinho no ponto C, que está a 4,0 m de altura, será superior a 3kJ. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 21. Um carrinho percorre a pista, sem atrito, esquematizada abaixo. (Use g = 10 m/s2.) A mínima velocidade escalar v, em m/s, que o carrinho deve ter em A para conseguir chegar a D deve ser maior que 10 m/s. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 74 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – Adaptada-PRF2020) 22. Um corpo de massa 0,30 kg é seguro encostado a uma mola de constante elástica 400 N/m, comprimindo-a de 20 cm. Abandonado o sistema, a mola impulsiona o corpo que sobe por uma pista sem atrito. Se a aceleração local da gravidade é de 10 m/s2, pode-se afirmar que o corpo retorna de um ponto entre B e C. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 E C C C C E E E C C E 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 C C E E E C E C E C C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 75 CONCURSO: FÍSICA DO ZERO PARA PRF ASSUNTO: 6. Quantidade de movimento, Impulso e Teorema do Impulso 7. Conservação da Quantidade de movimento 8. Colisões 6. QUANTIDADE DE MOVIMENTO, IMPULSO E TEOREMA DO IMPULSO 6.1. QUANTIDADE DE MOVIMENTO A quantidade de movimento, ou momento linear, significa inércia em movimento e é definida como o produto da massa de um objeto pelasua velocidade, ou seja: No Sistema Internacional (SI), temos que a unidade de Q é kg.m/s. 6.2. IMPULSO Admitindo uma força constante F aplicada a um corpo durante um intervalo de tempo Δt, o impulso a ele transmitido por essa força pode ser definido como a seguinte grandeza vetorial: Como o intervalo de tempo Δt é sempre positivo, o impulso terá sempre a mesma direção e o mesmo sentido da força, variando apenas seu módulo de acordo com o produto acima. No Sistema Internacional (SI), temos que unidade é N.s. Para os casos em que a força aplicada sobre um corpo não apresentar módulo constante, o impulso pode ser calculado utilizando a área do gráfico de Força x Tempo, pois seu valor numérico é igual à intensidade do impulso. 6.4. TEOREMA DO IMPULSO O impulso resultante das forças que atuam sobre um corpo é igual à variação da quantidade de movimento dele. Veja que: kg.m/s = N.s 7. CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO Ao se considerar um sistema mecânico onde a resultante das forças externas é nula, a quantidade de movimento é conservada. 8. COLISÕES, CHOQUES E EXPLOSÕES Colisões, choques e explosões são situações nas quais as forças internas são muito grandes e atuam em curtos intervalos de tempo, ou seja, são situações em que a aplicação do Princípio da Conservação da Quantidade de Movimento de um sistema mostra-se muito útil. Nas colisões ideais, não há dissipação de energia mecânica e, nesse caso, temos uma colisão perfeitamente elástica, na qual a energia cinética total do sistema se conserva. Nas situações reais, parte da energia mecânica é convertida em outras formas de energia, como som, calor e trabalho, este realizado pelas forças de deformação. Denominamos colisão parcialmente elástica aquela em que a energia mecânica dos corpos que se chocam não se conserva. Existem colisões em que os corpos movem-se juntos após o choque e, nesse caso, a dissipação de energia mecânica é a maior possível. Chamamos esse tipo de colisão de colisão inelástica. Apesar de o valor da energia mecânica sofrer uma redução na maior parte das colisões observadas, o módulo da quantidade de movimento dos sistemas isolados sempre permanece constante. As forças internas ao sistema possuem módulo muitas vezes superior ao das outras forças atuantes e, por isso, podemos afirmar que, imediatamente antes e imediatamente depois da colisão, o módulo da quantidade de movimento total do sistema é o mesmo. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 76 7.1. COEFICIENTE DE RESTITUIÇÃO A perda de energia cinética em uma colisão entre dois corpos está associada à diminuição da velocidade relativa entre os mesmos. Assim, podemos usar a razão entre os módulos da velocidade relativa de afastamento após o choque (Vafast) e da velocidade relativa de aproximação antes do choque (Vaprox) como uma medida da perda de energia cinética do sistema. Essa razão é conhecida como coeficiente de restituição (e). Nas colisões perfeitamente elásticas, o módulo da velocidade relativa de afastamento após o choque é igual ao módulo da velocidade relativa de aproximação antes do choque. Portanto, o coeficiente de restituição é igual a um (e = 1). Nas colisões parcialmente elásticas, o módulo da velocidade relativa de afastamento após o choque é menor que o módulo da velocidade relativa de aproximação antes do choque. Portanto, o coeficiente de restituição é menor que um (0 < e < 1 ). O menor valor do coeficiente de restituição é zero (e = 0) e ocorre quando a velocidade relativa de afastamento após o choque é nula, ou seja, quando os corpos, após o choque permanecem juntos, chamada de colisão inelástica. Quantidade de movimento Energia Coeficiente de restituição (e) Perfeitamente elástico Parcialmente elástico Inelástico ANOTAÇÕES Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 77 ANOTAÇÕES EXERCÍCIOS: (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para as questões 01 a 03. Uma bola de massa 2 kg, que se move com velocidade constante de módulo igual a 3 m/s, choca-se com um muro e retorna seu movimento com velocidade constante de mesmo módulo. Analise os itens a seguir: 01. os módulos da quantidade de movimento antes e depois da colisão com o muro são iguais, assim como a direção e o sentido. (C/E) 02. A energia cinética antes, é maior que a energia cinética após a colisão. (C/E) 03. A colisão é do tipo anelástica. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto e figura para as questões 04 e 05. A maior fabricante de cintos de segurança no Brasil simula as colisões que podem ocorrer com um motorista colocando um boneco (de massa 80 kg) em um carro de teste. O carro é lançado em uma barreira fixa a 54 km/h e para em menos de 0,5 s. 04. o módulo do impulso exercido sobre o boneco é superior a 1000 kg.m/s. (C/E) 05. os cintos são projetados para suportar uma força de até 3 000 kgf. Sabendo que o intervalo de tempo de uma colisão desse tipo é de 0,15 s, podemos afirmar que o cinto irá suportar esse impacto. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 06. Uma esfera se move sobre uma superfície horizontal sem atrito. Num dado instante, sua energia cinética vale 20 J e sua quantidade de movimento tem módulo 20 N.s. Nestas condições, é correto afirmar que sua massa é de 10 kg. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 07. Uma esfera de massa 20 g atinge uma parede rígida com velocidade de 4,0 m/s e volta na mesma direção com velocidade de 3,0 m/s. O módulo do impulso da força exercida pela parede sobre a esfera é superior 0,10N.s. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 78 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 08. O gráfico representa a força resultante sobre um carrinho de supermercado de massa total 40 kg, inicialmente em repouso. A intensidade da força constante que produz o mesmo impulso que a força representada no gráfico durante o intervalo de tempo de 0 a 20 s é, exatamente igual a 22,5N. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 09. Um caminhão a 90 km/h colide com a traseira de um automóvel que viaja com movimento de mesmo sentido e velocidade de 54 km/h. A massa do caminhão é o triplo da massa do automóvel. Imediatamente após a colisão, os dois veículos caminham juntos, com velocidade superior a 80km/h. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 10. Um automóvel para quase que instantaneamente ao bater frontalmente numa árvore. A proteção oferecida pelo airbag, comparativamente ao carro que dele não dispõe, advém do fato de que a transferência para o carro de parte do momentum do motorista se dá em condição de menor força, em maior período de tempo. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 11. Na figura a seguir, o peixe maior, de massa M = 5,0 kg, nada para a direita a uma velocidade v = 1 m/s, e o peixe menor, de massa m = 1,0 kg, se aproxima dele a uma velocidade u = 8,0 m/s, para a esquerda. Desprezandoqualquer efeito de resistência da água. Após engolir o peixe menor, o peixe maior terá uma velocidade de 0,50 m/s, para a direita. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 12. Dois blocos A e B, de massas MA= 0,2 kg e MB= 0,8 kg, respectivamente, estão presos por um fio, com uma mola ideal comprimida entre eles, conforme figura abaixo. Os blocos estão inicialmente em repouso, sobre uma superfície horizontal e lisa. Em um dado instante, o fio se rompe liberando os blocos com velocidades VAe VB, respectivamente. A razão entre os módulos das velocidades será VA/VB = 4. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 79 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 13. Um carrinho de massa m1 = 2kg, deslocando-se com velocidade v1 = 6m/s sobre trilhos horizontais sem atrito, colide com outro carrinho de massa m2 = 4kg, inicialmente em repouso sobre o trilho. Após a colisão, os dois carrinhos se deslocam ligados um ao outro sobre esse mesmo trilho. A perda da energia mecânica após a colisão será 24J. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 14. Um automóvel a 30 m/s choca-se contra a traseira de outro de igual massa que se deslocava no mesmo sentido com velocidade de 20 m/s. Se os dois ficam unidos, a velocidade do conjunto, imediatamente após o impacto, é exatamente 90 km/h. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 15. Um corpo de massa m choca-se frontalmente com outro de massa 4 m, que está em repouso num plano horizontal sem atrito. o choque é perfeitamente elástico e a velocidade do primeiro corpo no instante da colisão é 10 m/s. Os módulos das velocidades dos corpos após a colisão, são 4 m/s e 6 m/s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto e figura para as questões 16 e 17. A esfera A possui massa mA = 0,5 kg e a esfera B possui mB = 3,0 kg. A velocidade de A no instante da colisão é VA = 12 m/s e a de B no mesmo instante é VB = 1 m/s em sentido contrário, como se indica na figura. A superfície de apoio é horizontal, sem atrito e choque é frontal e perfeitamente elástico. Analise os itens a seguir. 16. os módulos das novas velocidades de A e de B após o choque, são respectivamente 9,5 m/s e 3,5 m/s. (C/E) 17. ambos se movimentam para a direita após a colisão. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto para as questões 18 e 19. Um corpo A (sentido para a direita) de massa 6,0 kg e velocidade 10 m/s choca- se com um corpo B de massa 8,0 kg inicialmente em repouso. Sendo e = 0,5 o coeficiente de restituição do choque, analise as assertivas a seguir: 18. os módulos das novas velocidades de A e de B após o choque, são respectivamente 1,4 m/s e 6,4 m/s. (C/E) 19. ambos se movimentam para a direita após a colisão. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) Texto e figura para as questões 20 e 21. Os corpos A e B esquematizados apresentam nesse momento, velocidades 8,0 m/s e 4,0 m/s, respectivamente. As massas de A e B valem, respectivamente, 5,0 kg e 8,0 kg. Sendo e = 0,40 o coeficiente de restituição, julgue os itens que se seguem: Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 80 ANOTAÇÕES 20. os módulos das novas velocidades após o choque, são aproximadamente 2,8 m/s e 3,2 m/s. (C/E) 21. ambos se movimentam em sentido opostos após a colisão. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 22. O gráfico abaixo representa, em um certo sistema de referência, os valores das quantidades de movimento de duas esferas iguais, de massa 2,0 kg cada, que se movem sobre uma mesma reta e realizam um choque central. De acordo com o gráfico, é correto afirmar que o choque foi parcialmente elástico, com coeficiente de restituição 0,5. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 23. Uma pequena esfera E1, de massa 100 g, é abandonada do repouso no ponto A de um trilho altamente polido, deslizando até se chocar frontalmente com uma esfera E2, de massa 300 g, inicialmente em repouso no ponto B. Sendo o choque perfeitamente elástico, podemos afirmar que após o choque, a esfera E1 retorna pelo trilho e atingirá a altura máxima de 20,00 cm em relação à parte horizontal, enquanto a esfera E2 se deslocará no sentido de B para C, com velocidade de 2,0 m/s. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 24. Na figura P e Q são blocos idênticos que se comportam em uma colisão como corpos perfeitamente elásticos. Sobre o bloco P, no percurso ao longo do trecho horizontal AB, atua uma força de atrito constante de módulo igual a 10N. Não há atrito no trecho BC. Os corpos P e Q têm massas iguais a 5 kg, g = 10 m/s2. Considerar os blocos como pontos materiais. A velocidade do bloco P no ponto A é 10m/s. O ponto mais alto atingido pelo bloco Q ao percorrer o trecho BC é superior a 3,0m. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 81 ANOTAÇÕES (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 25. Perto de uma esquina, um pipoqueiro, P, e um “dogueiro”, D, empurram distraidamente seus carrinhos, com a mesma velocidade (em módulo), sendo que o carrinho do “dogueiro” tem o triplo da massa do carrinho do pipoqueiro, conforme figura abaixo. Na esquina eles colidem (em O) e os carrinhos se engancham, em um choque totalmente inelástico. Uma trajetória possível dos dois carrinhos, após a colisão, é compatível com a indicada na posição A. (C/E) (Prof. Alysson Pacau – AdaptadaPRF) 26. Alguns automóveis dispõem de um eficiente sistema de proteção para o motorista, que consiste de uma bolsa inflável de ar. Essa bolsa é automaticamente inflada, do centro do volante, quando o automóvel sofre uma desaceleração súbita, de modo que a cabeça e o tórax do motorista, em vez de colidirem com o volante, colidem com a bolsa. A figura a seguir mostra dois gráficos da variação temporal da intensidade da força que age sobre a cabeça de um boneco que foi colocado no lugar do motorista. Os dois gráficos foram registrados em duas colisões de testes de segurança. A única diferença entre essas colisões é que, na colisão I, se usou a bolsa e, na colisão I, ela não foi usada. Da análise desses gráficos, podemos concluir que a explicação para o sucesso da bolsa como equipamento de proteção é que a bolsa aumenta o intervalo de tempo da desaceleração da cabeça do motorista, diminuindo, portanto, a força máxima que atua sobre a cabeça. (C/E) GABARITO EXERCÍCIOS 01 02 03 04 05 06 07 08 E E E C C C C C 09 10 11 12 13 14 15 16 C C E C C C C E 17 18 19 20 21 22 23 24 E C C E C E C C 25 26 E C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 82 ANOTAÇÕES QUESTÕES DE CONCURSOS: Texto para as questões 01 a 04. (CESPE – PETROBRÁS – 2008)As grandes indústrias automobilísticas fazem testes de colisão nos quais carros são arremessados contra paredes. Em alguns desses testes,os efeitos da colisão sobre um boneco, que simula a presença de um ser humano, são estudados na presença e na ausência de airbags. Considerando o texto acima, assinale a opção correta, acerca de impulso e trabalho, julgue os itens que seguem. 01. O air bag funciona como um dispositivo protetor porque a variação do momento linear do boneco devido à colisão é maior quando não há air bags no veículo que quando esse dispositivo está presente e é acionado. (C/E) 02. A variação do momento linear do boneco devido à colisão é a mesma na presença e na ausência de air bags. No entanto, quando o air bag é acionado durante a colisão, o intervalo de tempo no qual ocorre a variação de momento linear do boneco é maior, o que torna o air bag um dispositivo protetor. (C/E) 03. O impulso da força exercida pela parede sobre o carro é igual à variação do momento total do carro multiplicada pela massa do próprio carro. (C/E) 04. Se a fração da energia cinética do carro que se transforma em som, durante a colisão, for considerada desprezível, então a colisão entre o carro e a parede pode ser tratada como uma colisão elástica. (C/E) Texto para as questões 05 a 09. (CESPE – 2003) Acidentes entre veículos, quando um deles é obrigado a parar repentinamente, são comuns nas cidades. Esse tipo de choque produz deformações nos veículos, barulho e, em alguns casos, até vítimas. A Física ajuda a esclarecer as circunstâncias do acidente, como a velocidade com que os veículos se moviam, já que as leis que regem as colisões são universais. Considere que um veículo de 800 kg, parado em um sinal vermelho, seja abalroado por trás por outro veículo, de 1 200 kg, deslocando-se com uma velocidade de 72 km/h e que, imediatamente após o choque, os dois veículos se movam juntos até que venham a parar. Nessas circunstâncias, julgue os itens a seguir. 05. o choque é perfeitamente elástico. (C/E) 06. o choque não é elástico, porém há conservação da energia mecânica. (C/E) 07. a velocidade do conjunto imediatamente após o choque não pode ser determinada. (C/E) 08. nada se conserva em um choque dessa magnitude. (C/E) 09. a energia total envolvida, nas suas diferentes formas, sempre se conserva. (C/E) Texto para as questões 10 a 13. (CESPE – UNB – POLÍCIA FEDERAL – PERITO FÍSICO) O pêndulo balístico, dispositivo frequentemente usado por peritos para medir a velocidade de projéteis, pode ser completamente caracterizado por meio da dinâmica hamiltoniana ou lagrangiana. Considere que um projétil de massa m = 5,4 g foi disparado horizontalmente na direção de um bloco de madeira inerte de massa M = 5,4 kg, que estava suspenso por fios finos idênticos, de forma semelhante a um pêndulo simples, e cujo centro de massa estava a uma altura L do suporte. O projétil penetrou o bloco, por meio de uma colisão inelástica, e o sistema bloco/projétil oscilou, atingindo a altura máxima h. A figura acima ilustra essa situação antes do choque do projétil e após esse choque. A partir dessas informações, julgue os itens que se seguem, desprezando qualquer força de atrito e considerando que g é a aceleração da gravidade e que o momentum é conservado. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 83 ANOTAÇÕES 10. O módulo da velocidade v do projétil varia linearmente com a altura h, isto é, 𝑣 = 𝑀+𝑚 𝑚 √2𝑔ℎ em que g é a aceleração da gravidade. (C/E) 11. A energia total antes e depois do choque é a mesma. (C/E) 12. A energia mecânica do sistema bloco/projétil, ao atingir a sua altura máxima, é igual à energia potencial gravitacional desse sistema. (C/E) 13. O período de oscilação do pêndulo, formado por bloco e projétil, é proporcional à soma das massas do bloco e do projétil. (C/E) 14. (CESPE – UnB – DF – Adaptada)Um bloco de massa m1 = 3,0 kg parte do repouso no ponto A e escorrega sobre uma pista lisa até colidir com outro bloco de massa m2 = 2,0 kg no ponto B, como indica a figura abaixo. O choque é perfeitamente inelástico. A partir do ponto C, a superfície possui um coeficiente de atrito cinético µc = 0,2. Sabendo que R = 0,5 m, a distância percorrida pelos blocos a partir de C, até pararem, foi inferior a 1m. (C/E) 15. (CESPE – UnB – DF – Adaptada)Dois corpos deslocando-se sobre uma superfície horizontal sem atrito sofrem choque frontal, conforme a figura. Após choque eles permanecem presos um ao outro. A energia cinética final do conjunto, é superior a 10J. (C/E) Dados: m1 = 4 kg; m2 = 2 kg; v1 = 1 m/s; v2 = 8 m/s Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 84 ANOTAÇÕES Texto para as questões 16 a 18. (CESPE – UNB) Dois carros de mesma massa e mesma velocidade em módulo colidiram frontalmente. Em um dos carros, o motorista Alfredo, de massa m, estava usando o cinto de segurança, e o carro dele possuía air bag. No outro veículo, o motorista Bruno, também de massa m, não estava usando cinto de segurança, e o carro dele não possuía air bag. Imediatamente após a colisão, ocorrida no instante t0, Alfredo encontrava-se com o rosto encostado ao air bag, totalmente inflado, a uma distância de 0,5 m do volante. Nesse instante, ambos os motoristas encontravam-se a uma velocidade de 10 m/s em relação ao volante. O sistema air bag-cinto, a partir desse instante, exerceu uma força resultante constante contrária ao movimento de Alfredo, que o levou a atingir a velocidade igual a zero no exato instante t1 em que seu rosto tocou o volante. Nessa situação, faça o que se pede nos itens abaixo, desprezando, a parte fracionária do resultado final obtido, após realizar todos os cálculos solicitados. 16. Calcule, em m/s2, o módulo da desaceleração sofrida por Alfredo. 17. Calcule, em s, o valor da diferença t1 – t0. Multiplique o valor encontrado por 100. 18. Supondo que a velocidade de Bruno, no instante em que seu rosto toca o volante — aqui considerado o mesmo instante da colisão —, é igual a 10 m/s e que o tempo para atingir o repouso é igual a 5 × 10-3 s, calcule em módulo, quantas vezes a força média contrária ao movimento de Bruno foi superior à de Alfredo. Texto para as questões 19 a 21. (CESPE – UNB) Considere que dois carros de mesma massa m colidiram frontalmente. Imediatamente antes da colisão, ambos estavam com velocidades em módulo iguais a v em relação ao asfalto. Suponha que apenas forças internas agiram sobre esse sistema e admita que a colisão foi inelástica. Com base nessa situação e desconsiderando a energia gasta na deformação dos carros, julgue os itens que se seguem. 19. Nas condições apresentadas, o sistema formado pelos dois carros possuía, antes da colisão, quantidade de movimento total igual a 2 mv. (C/E) 20. Após a colisão, a quantidade de movimento do sistema não se conservou. (C/E) 21. A energia cinética do sistema formado pelos dois carros era igual a 2mv2 no momento da colisão. (C/E) 22. Você está dirigindo um carro de 1200kg, viajando para o leste e em um cruzamento quando um outro veículo de 3000kg, viajando para o norte, atravessa o cruzamento e bate em seu carro (veja figura). Seu carro e o outro permanecem grudados após a colisão. Sabendo que não houve marcas de freada, e o caminhão ficou com o velocímetro preso na indicação de 50km/h, e que os dois deslizam a 59° ao norte do leste é correto afirmar que se seu carro estava acima da velocidade permitida que é 80 km/h. (C/E) Dados: (sen59° = 0,85; cos59° = 0,51). Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA– Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 85 ANOTAÇÕES Texto para as questões 23 a 26. (UFG)O pêndulo balístico é um dos dispositivos usados para medir velocidades de projéteis. O pêndulo e composto basicamente por um bloco de madeira de massa M suspenso por fios ideais de massa desprezível, conforme figura abaixo. Estando o bloco na sua posição natural de equilíbrio, um projétil de massa m é atirado horizontalmente com velocidade alojando-se neste. Após a colisão, o conjunto (bloco + bala) adquire uma velocidade. Desprezando o atrito entre o bloco e o ar, pode-se afirmar que 23. a colisão é perfeitamente elástica. (C/E) 24. a velocidade da bala antes da colisão é [(M + m)/m]V’. (C/E) 25. a energia mecânica conserva-se após a colisão. (C/E) 26. o momento linear do sistema, bloco + bala, conserva-se após a colisão. (C/E) 27. (CESGRANRIO – SEED – SP – PROFESSOR DE FÍSICA) Em uma colisão frontal inelástica de dois veículos, eles se mantiveram parados no preciso local do impacto entre eles, ou seja, nenhum deles foi arrastado, mesmo tendo um deles 300 kg mais de massa que o outro. Se o mais leve pesa 600 kg e estava a 30 km/h, a velocidade do outro deveria ser exatamente 20km/h. (C/E) Texto para a questão 28. (CESPE-UNB – PRF – 2013) Uma bala de revólver de massa igual a 10 g foi disparada com velocidade v, na direção do bloco de massa igual a 4 kg, suspenso por um fio, conforme ilustrado na figura acima. A bala ficou encravada no bloco e o conjunto subiu até uma altura h igual a 30 cm. Considerando as informações e considerando que a aceleração da gravidade seja igual a 10 m/s2, julgue o item abaixo. 28. Se toda a energia cinética que o conjunto adquiriu imediatamente após a colisão fosse transformada em energia potencial, a velocidade do conjunto após a colisão e a velocidade com que a bala foi disparada seriam respectivamente superiores a 2,0 m/s e 960 m/s. (C/E) Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 86 ANOTAÇÕES 29. (PC –PI)Com relação às colisões de corpos, é correto afirmar: a) Na colisão elástica os corpos permanecem em separado após a colisão, e o momento linear não é conservado. b) Na colisão elástica os corpos permanecem grudados após a colisão, e o momento linear é conservado. c) Na colisão inelástica não é conservada a energia e nem o momento linear. d) Na colisão inelástica os corpos permanecem em separado após a colisão. e) Na colisão inelástica não existe conservação da energia, mas o momento linear é conservado. 30. (CESGRANRIO – DECEA CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO) Um automóvel de massa 1 000 kg, inicialmente a 15 m/s, colide contra uma parede e para, conforme mostram as Figuras abaixo. Sabendo-se que a colisão durou 0,20 s, qual é, aproximadamente, em N, o módulo da força média da parede sobre o carro durante a colisão? a) 1330 b) 3000 c) 6660 d) 15000 e) 75000 Texto para as questões 31 e 32. (CESPE-UNB – PRF – 2013)Considerando que um veículo de massa 1000kg se mova em linha reta com velocidade de 72 km/h, e considerando ainda que a aceleração da gravidade seja 10 m/s2, julgue os itens a seguir. 31. Quando o freio for acionado, para que o veículo pare, a sua energia cinética e o trabalho da força de atrito, em módulo deverão ser iguais. (C/E) 32. Antes de iniciar o processo de frenagem, a energia mecânica do veículo era de 200000J. (C/E) 33. (PRF – 2009 – FUNRIO) Uma condição necessária e suficiente para que um veículo de 1000 kg apresente uma quantidade de movimento NULA é que a) esteja trafegando em uma trajetória retilínea. b) esteja somente em queda livre. c) esteja parado, ou seja, em repouso. d) apresente velocidade constante e diferente de zero. e) seja nula a resultante de forças que nele atua. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 87 ANOTAÇÕES 34. (PRF – 2009 – FUNRIO) Um condutor, ao desrespeitar a sinalização, cruza seu veículo de 5000 kg por uma linha férrea e é atingido por um vagão ferroviário de 20 t que trafegava a 36 km/h. Após o choque, o vagão arrasta o veículo sobre os trilhos. Desprezando-se a influência do atrito e a natureza do choque como sendo perfeitamente anelástico, qual a velocidade em que o veículo foi arrastado? a) 9 m/s. b) 8 m/s. c) 10 m/s. d) 12 m/s. e) nula. 35. (PRF – 2009 – FUNRIO) Um veículo desgovernado perde o controle e tomba à margem da rodovia, permanecendo posicionado com a lateral sobre o piso e o seu plano superior rente à beira de um precipício. Uma equipe de resgate decide como ação o tombamento do veículo à posição normal para viabilizar o resgate dos feridos e liberação da pista de rolamento. Diante disso precisam decidir qual o melhor ponto de amarração dos cabos na parte inferior do veículo e então puxá-lo. Qual a condição mais favorável de amarração e que também demanda o menor esforço físico da equipe? a) A amarração no veículo deve ser feita em um ponto mais afastado possível do solo (mais alta), e a equipe deve puxar o cabo o mais próximo possível do veículo, dentro dos limites de segurança. b) A amarração no veículo deve ser feita em um ponto mais próximo possível do seu centro de massa, e a equipe deve puxar o cabo o mais distante possível do veículo. c) A amarração no veículo deve ser feita em um ponto mais próximo possível do seu centro de massa, e a equipe deve puxar o cabo o mais próximo possível do veículo, dentro dos limites de segurança. d) A amarração no veículo deve ser feita em um ponto mais afastado do solo (mais alta), entretanto o esforço feito pela equipe independe de sua posição em relação ao veículo, desde que dentro dos limites de segurança. e) A amarração no veículo deve ser feita em um ponto mais afastado possível do solo (mais alta), e a equipe deve puxar o cabo o mais distante possível do veículo. 36. (PRF – 2009 – FUNRIO) Um automóvel, de peso 12 000 N, apresentou pane mecânica e ficou parado no acostamento de uma rodovia. Um caminhão reboque veio ao local para retirá-lo. O automóvel será puxado para cima do caminhão com o auxílio de um cabo de aço, através de uma rampa que tem uma inclinação de 30 graus com a horizontal. Considerando que o cabo de aço permanece paralelo à rampa e que os atritos são desprezíveis, a menor força que o cabo de aço deverá exercer para puxar o automóvel será, aproximadamente, de: a) 12000 N. b) 6000 N. c) 10400 N. d) 5200 N. e) 4000 N. Texto para as questões 37 a 39. (CESPE – PRF – 2018) A figura seguinte ilustra uma prova de tiro ao alvo com arma de fogo: o alvo é um círculo de 20 cm de diâmetro e está localizado a 50 m da extremidade do cano da arma. O cano da arma e o centro do alvo estão à altura de 1,5 m do solo. Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 88 ANOTAÇÕES Nessa situação, um projétil de 15g de massa sai do cano de uma arma paralelamente ao solo com velocidade inicial de 720km/h. Tendo como referência a situação narrada julgue os itens a seguir, considerando que a aceleração da gravidade vale 9,8m/s2 e desprezandoo atrito do ar sobre o projétil. 37. se o alvo fosse retirado da direção do projétil, então o trabalho realizado pela força gravitacional para levar o projétil até o solo seria superior a 0,10J. (C/E) 38. na situação em tela o projétil atingirá o alvo circular. (C/E) 39. o deslocamento do projétil na direção horizontal ocorre de acordo com uma função quadrática com o tempo. (C/E) Texto para as questões 40 a 39. (CESPE – PRF – 2018) Um veículo de 1.000kg de massa que se desloca sobre uma pista plana faz uma curva circular de 50m de raio, com velocidade de 54km/h. O coeficiente de atrito estático entre os pneus do veículo e a pista é igual a 0,6. A partir dessa situação julgue os itens que se seguem, considerando a aceleração da gravidade igual a 9,8m/s2. 40. o veículo está sujeito a uma aceleração centrípeta superior à aceleração gravitacional. (C/E) 41. considere que esse veículo colida com outro veículo, mas o sistema permaneça isolado, ou seja, não haja troca de matéria com o meio externo nem existam forças externas agindo sobre ele. Nesse caso, segundo a lei da conservação da quantidade de movimento, a soma das quantidades de movimento dos dois veículos, antes e após a colisão, permanece constante. (C/E) 42. se o veículo estivesse sujeito a uma aceleração centrípeta de 4,8m/s2, então ele faria a curva em segurança, sem derrapar. (C/E) GABARITO QUESTÕES DE CONCURSOS: 01 02 03 04 05 06 07 08 E C E E E E E E 09 10 11 12 13 14 15 16 C E C C E C C 100m/s 2 17 18 19 20 21 22 23 24 10s 20 E E E E E C 25 26 27 28 29 30 31 32 C E C C E E C C 33 34 35 36 37 38 39 40 C B E B C E E E 41 42 C C Curso Física do Zero FÍSICA PARA CONCURSOS | Prof. Alysson Cesar Instagram: @prof.alyssonpacau CURSO PRIME ALDEOTA – Rua Maria Tomásia, 22 – Aldeota – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208. 2222 CURSO PRIME CENTRO – Av. do Imperador, 1068 – Centro – Fortaleza/CE – Fone: (85) 3208.2220 89