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Apostila Instalações Elétricas Residenciais 
Profº. William Banhos Paiva 
1 
 
 
 
 
Apostila Instalações Elétricas Residenciais 
Profº. William Banhos Paiva 
2 
 
 
Sistema Internacional de Unidades (SI) 
 
 
Grandezas Fundamentais 
 
 
Unidade 
 
Sigla 
Comprimento metro m 
Massa quilograma kg 
Tempo segundo s 
Corrente Elétrica Ampère A 
Temperatura Kelvin K 
Quantidade de Substância mol mol 
Intensidade Luminosa candela cd 
Ângulo Plano radianos rd 
Ângulo Solido esferoradiano sr 
 
 
Múltiplos e Submúltiplos 
 
 Múltiplos 
X 
1012 = tera (T) giga 
109 = giga (G) mega 
106 = mega (M) quilo 
103 = quilo (K) unidade 
 mile 
 micro 
 Submúltiplos nano 
pico 
10-3 = mile (m) 
10-6 = micro () 
10-9 = nano (n) 
10-12 = pico (p) 
 
 
 
 
 
 
Apostila Instalações Elétricas Residenciais 
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3 
 
 
Grandezas Elétricas 
 
Grandeza Elétrica 
 
 
Letra e símbolo 
 
 
Unidade 
 
Representação 
Freqüência f Hertz Hz 
Resistência R Ohm  
Tensão V,U,E Volt´s V 
Corrente I Amper A 
Potencia P Watt W 
Impedância Z Ohm  
 
 
Formulas úteis 
 
Lei de Ohms 
 
P = V * I ou P = V² ou P = R * I² 
 R 
 
V = R * I ou I = V ou R = V 
 R I 
 
 
Área circunferência: A =  d² 
 4 
Área quadrado: A = a² 
 
Área retângulo: A = a x b 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 
 
 
 
 
 
 
 sen  = Cateto oposto 
 hipotenusa 
 
 cos  = Cateto adjacente 
 hipotenusa 
 
 tan  = sen  
 cos 
 
 
 
 
 
 
 
Calculo de Área e Perímetro 
 
a) retângulo 
 
b  A = a x b 
 Perímetro = 2 * a + 2 * b 
 a 
 
 
b) Quadrado 
 
 
  A = a² 
 Perímetro = a + a + a + a ou 4 * a 
 
 
 
 
 
Apostila Instalações Elétricas Residenciais 
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c) Triangulo 
 
a c 
 h  A = b * h. 
 2 
 B Perímetro = a + b + c 
 
 
c 
 a  A = b x a. 
 2 
 B Perímetro = a + b + c 
 
 
 
d) Circulo 
 
 ² 
  A =  * r² ou  = D. 
 2 
 
 Ou 
 
 A =  * D² = usar mais esta 
 4 
Perímetro = 2 * * R ou  * D 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apostila Instalações Elétricas Residenciais 
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Tensão e Corrente 
 
A tensão é a força que empurra a corrente para circular 
 
Da mesma forma que á água não se move sem uma bomba ou um desnível (diferença de 
altura), a corrente também não circula sozinha. 
 
A força que a empurra chama-se tensão, ou diferença de potencial, e é medida em volts 
(em abreviado V). 
 
As instalações domésticas têm normalmente uma tensão de 127 V ou 220 V, um valor 
suficientemente alto para ser perigoso. 
 
Energia elétrica é uma forma de energia baseada na geração de diferenças de potencial 
elétrico entre dois pontos, que permitem estabelecer uma corrente elétrica entre ambos. 
Mediante a transformação adequada é possível obter que tal energia mostre-se em outras 
formas finais de uso direto, em forma de luz, movimento ou calor, segundo os elementos 
da conservação da energia. 
É uma das formas de energia que o homem mais utiliza na atualidade, graças a sua 
facilidade de transporte, baixo índice de perda energética durante conversões. 
A energia elétrica é obtida principalmente através de usinas termoelétricas, hidroeletricas, 
usinas eólicas e usinas termonucleares 
 
Energia Eletrica e o resultado do momento das cargas eletricas no interior de um 
condutor. 
É a base fundamental insuperavel da tecnologia moderna 
 
 
GERAÇÃO, TRANSMISÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELETRICA 
 
Como dito anteriormente a energia eletrica pode ser: 
 
 Hidroeletrica 
 Térmica 
 Nuclear 
 Eolica 
 
 
 
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Representação das fontes geradoras de energia no Brasil 
 
 
 
Hidroeletrica 63,7% 
 
Térmica 27,2% 
Sendo as termicas distribuidas: 
 Gas Natural: 8,1% 
 Biomassa 9,1% 
 Petroleo, 6,2% 
 Carvão 2,3% 
 Nuclear 1,2% 
 Outros 0,3% 
 
Eolica 8,1% 
 
Solar 1,0% 
 
 
 
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HIDROELÉTRICA 
 
Este tipo de energia consiste basicamente no represamento da água. A energia eletrica é 
gerada em função da queda d’gua (hidraulica), usada para girar as turbinas que estão 
acopladas aos geradores eletricos. 
 
Dependendo da quantidade de água represada e da altutra da barragem, são calculadas as 
dimensões dos geradores com suas respectivas potencias. 
 
A Geração trifasica em usinas hidroeletricas pode ser feita em 6,9 kV e 13,8 kV, sua 
potencia pode ser em quilowatt (kW) ou megawatt (MW). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TÉRMICA 
 
A energia mecânica necessaria para girar o eixo do gerador de energia eletrica é obtida 
com a queima de combustiveis, tais como: gás natural, derivados de petroleo, carvão 
mineral e vegetal, residuo de madeira e da produção agricola como bagaço de cana de 
açucar, lixo domestico e outros. 
As instalações fisicas são denominadas usinas termo eletricas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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NUCLEAR 
 
 
Esse tipo de energia é classificada como usina termoletrica que utiliza uma caldeira, tendo 
como fonte de calor um reator nuclear 
 
O seu funcionamento se baseia na quebra, na divisão do atomo tendo por materia prima 
minerais altamente radioativos, como o urânio. A energia nuclear provem da fusão 
nuclear do uranio, do plutanio ou do Tório C liberada dos nucleos atomicos quando os 
mesmos são levados por processos artificiais a condições estaveis 
 
 
 
 
 
 
 
 
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EÓLICA 
 
A energia eólica é convertida diretamente da energia cinética dos ventos em energia 
eletrica. Para isso, são utilizados aerogeradores (nome moderno dos antigos moinhos de 
vento). 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LINHAS DE TRANSMISSÃO 
 
A Linha de transmissão tem por finalidade transmitir grandes quantidades de energia da 
usina de energia eletrica até os centros consumidores na maioria das vezes, a geração de 
energia elétrica é realizada a distancias consideraveis doscentros consumidores, devido às 
condições naturais que propiciam os fatores ideais de geração para a construção das 
barragens da usina. 
A linha de transmissão tem origem na subestação elevadoras, construidas junto ou 
proxima da usina geradora de energia eletrica, onde os transformadores elevam as tensões 
geradas de 6.9 kV, 13.8 kV e 18 kV para 69 kV a 750 kV, ou até mesmo a 1 GV, em 
tensão alternada e 600 kV em tensão continua. 
Chegando aos centros consumidores, existem as subestações abaixadoras ou redutoras, 
cujo finalidade é reduzir as tensões para valores de distribuição ou de consumo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO 
 
A rede de distribuição de energia elétrica é uma etapa dos sistema que é de 
responsabilidade das companhias distribuidoras de eletricidade 
A rede de distribuição propriamente dita, opera em tensões na classe de 15 kV 
normalmente com 13800 volts. 
Esta rede cobre a superficie dos grandes centros consumidores (população, grandes 
industrias etc) unindo as subestações com os transformadores de distribuição, sendo este o 
ultimo estagio de redução de tensão, as tensões ao sair destes transformadores trabalham 
com tensões de (127/220 V ou 220/380V). 
 
Os estabelecimentos grandes como: Predios, Lojas, Mercados consomem mais 
eletricidade e necessitam de transformadores mais fortes só para eles normalmente a 
tensão é distribuida em 380 V. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sistema Geração Itaipu 
 20 unidades geradores de 700 MW sendo metade em 50 hz e a outra metade 
60 hz 
 Tensão nominal das unidades geradoras 18 kV 
Sistema de transmissão 
 4 linhas de transmissão em corrente alternada de 500 kV transmitem toda a energia 
do setor de 60 Hz, com 8 km de extensão. A subestação de Foz do Iguaçu 
Subestação Foz do Iguaçu 
 O pátio de corrente alternada, que recebe a energia em 60 Hz e eleva para 750 
kV, saindo três linhas de transmissão. É o nível de tensão mais elevado existente no 
Brasil. 
 
Normas, Legislação e Padrões Aplicáveis a instalação elétricas e Baixa tensão (BT) 
 
 Baixa Tensão (BT) = A Tensão nominal for menor (<) 1 kv (1000 V) em corrente 
 Alternada 
  corrente continua = 1500 V 
Documentos de pesquisa 
 
 ABNT NBR 5410/2004 – Instalações Elétricas de baixa tensão 
 
 Resolução ANEEL 456 de 29 novembro de 2000 
 
 Livro de instruções gerais de BT (LIg 2014) 
www.eneldistribuicaosp.com.br 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.eneldistribuicaosp.com.br/
 
 
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Tensões Padronizadas no Estado de São Paulo das Redes Publicas de BT (Redes 
Secundarias) 
 
 
 
 
 Sistema de distribuição Estrela com Neutro 
 
 
 
 Sistema de distribuição Delta com Neutro 
 
 
 
 
 
 Sistema Primario 1 kVA a 69 kVA 
 Sistema Primário 13800 V operativo 
 13200 V (SP) 
 
 
 
Transformador Mono 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sistemas Estrela com neutro 
 
Fase é aquela que tem um ddp diferente de 0 
 
Neutro é aquele que tem um ddp próximo de 0 
 
Denominação das tensões 
 
VAB, VBC, VCA  tensões de LINHA (VL) 
 
VAN, VBN, VCN  tensões de FASE (VF) 
 
Valores nominais do sistema estrela com neutro 
 
 
VAB = VBC = VCA = VL 220 V 
 
VAN = VBN = VCN = VF  VL/  Portanto 220/ = 127 v 
 
Simbologia para o sistema 
 
 
 220 / 127 V 
 
 
 
 
 
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Sistemas Delta com neutro 
 
 
 
 
Denominação das tenções 
 
VBC, VAB e VAC  Tensão de Linha 
 
VAN e VBN  Tensões entre fase e neutro 
 
VCN  Tensão entre 4º fio e neutro 
 
 
Valores Nominais 
 
VBC = VAB = VAC = 230 V 
 
VAN = VBN = 115 V 
 
VCN 200 V 
 
Nota: Neste sistema a 3ª fase ou 4º fio só pode ser utilizada para alimentar equipamentos 
trifásicos mesmo cargas bifásicas não podem ser ligadas entre o 4º fio e qualquer uma das 
outras fases 
 
 
 
 
 
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Limites de fornecimento de acordo com ANNEL 
 
Tensões de Fornecimento. 
 
A Resolução 456/00 estabelece que competi a concessionária fixar os valores de tensão de 
fornecimento, desde que respeitado o seguinte: 
 
 A unidade consumidora será atendida em tensão secundária quando sua carga 
instalada for igual ou inferior a 75 kW; 
 
 A unidade consumidora será atendida em tensão primária de distribuição inferior a 
69 kV quando sua carga instalada for superior a 75 kW e a demanda contratada, ou 
estimada pelo interessado, for igual ou inferior a 2.500 kW; 
 
 A unidade consumidora será atendida em tensão de distribuição igual ou superior a 
69 kV quando sua demanda contratada, ou estimada, for superior a 2.500 kW. 
 
 
Atendimento em Tensão Primária de Distribuição 
 
Como previsto na Resolução 456/00, sempre que a potência instalada de um consumidor 
superar 75 kW seu atendimento deverá ocorrer em tensão primária de distribuição. 
 
Para que isso seja possível, a concessionária exige a construção, por parte do consumidor, 
de postos primários, locais onde devem ser instalados os equipamentos de medição, 
proteção e transformação. No caso específico da cidade de São Paulo, a Enel, 
concessionária responsável pelo atendimento da capital paulista, permite a existência de 
dois tipos de postos primários: 
 
 Convencionais 
 Simplificados. 
 
Convencionais 
 
Os postos convencionais têm a obrigatoriedade de possuir medição no lado de alta tensão 
(13,8 kV ou superior) e proteção geral através de disjuntor com religamento automático. 
 
 
 
 
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Simplificadas 
Entradas consumidoras que contam com apenas um transformador trifásico de no máximo 
225 kVA podem ser atendidas por postos primários simplificados. Nestes postos 
simplificados a medição é efetuada em baixa tensão e a proteção, no lado de alta tensão, 
pode ser realizada por meio de fusíveis, economizando-se o disjuntor geral e os relés. 
 
 
OBS.: no mercado deve-se tomar cuidado com esses limites. O técnico deve ter um 
comportamento ético 
 
Tipos de Atendimento 
 
 Tipo A (dois fios  FN) 
 
 
a) (127 / 220 V): Carga instalada de até 12 kW 
 
 
 
b) (115 V): Carga instalada de até 5 kW 
 
 Tipo B (Tres Fios  FFN) 
 
 
a) (127 / 220 V): Carga instalada maior de 12 kW até 25 kW 
 
 
 
b) (115 / 230 V): Carga instalada maior de 5 kW até 75 kW desde que 
haja equipamento trifásico (3 ) 
 
 Tipo C: Fornecimento de energia a 4 fios (3 Condutores Fases -Neutro) Abrange as 
unidades consumidoras urbanas ou rurais a serem atendidas por redes de 
distribuição secundárias trifásicas (127/220V), com carga instalada entre 15,1kW a 
75kW. 
 
Nota : Se na instalação houver comprovadamente equipamentos trifásicos, não 
importando o sistema de distribuição o fornecimento será tipo C 
 
 
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ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO (PLANEJAMENTO) DE UM PROJETO 
ELETRICO DE BAIXA TENSÃO DE CARACTERISTICAS RESIDENCIAIS 
 
 
1) Determinação da carga total a ser instalada(Iluminação, Tomadas de uso geral 
(TUG) e Tomadas de uso especifico) 
 
2) Informa-se sobre o tipo de atendimento da concessionária no local da instalação 
 
3) Locação na placa dos pontos de luz, TUG, TUE e Interruptores 
 
4) Locação do quadro de distribuição de luz (QDL) 
 
5) Divisão da carga em circuitos 
 
6) Escolha do esquema de aterramento 
 
7) Traçado dos eletrodutos 
 
8) Diagrama unifilar (Indicação na planta do encaminhamento e quantidade de 
condutores por trecho eletroduto) 
 
9) Dimensionamento dos condutores e dispositivos de proteção 
 
10) Dimensionamento dos eletrodutos 
 
11) “Projeto” QDL 
 
12) Calculo da demanda total da instalação 
 
13) Calculo do Alimentador do QDL 
 
14) Escolha do Padrão de entrada 
 
15) Orçamento Detalhado 
 
16) Elaboração do memorial descritivo e do manual do usuário 
 
 
 
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21 
 
DETALHAMENTO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO (PLANEJAMENTO) DE 
UM PROJETO ELETRICO DE BAIXA TENSÃO DE CARACTERISTICAS 
RESIDENCIAIS 
 
 
 
1) Determinação da carga mínima para Iluminação e Tomadas de uso geral (TUG) 
conforme NBR 5410/04 
 
a) ILUMINAÇÃO 
 
- Dependências com área igual ou inferior a 6 m²: Mínimo 100 VA (W) 
 
- Dependencias com área superior a 6 m²: Mínimo 100 VA para os primeiros 
6 m² e 60 VA para cada 4 m² inteiros excedentes 
 
 
Notas 1: Para Iluminação 
 
I) A quantidade de pontos de luz por dependência deverá levar 
em conta a configuração geométrica do ambiente. 
 
II) Pontos de luz na parede são admitidos em espaços sobre 
escada, depósitos, despensas, lavabos e varandas, desde que 
pequenas dimensões e onde a colocação do ponto no teto seja 
de difícil execução ou não conveniente 
 
III) Pontos de luz no teto não deverão ter potência mínima 
abaixo de 100 VA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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22 
 
b) Tomadas de uso Geral (TUG) 
 
 
Dependência 
 
 
Área (m²) 
 
 
Quantidade Mínima 
 
 
Potência Mínima 
 
 
Cozinha ou Copa Cozinha, 
Área de serviço ou 
Lavanderia 
 
 
Qualquer 
 
Uma tomada para 
cada 3,5 m ou fração 
do perímetro 
600 VA para cada 
uma das três primeiras 
tomadas e 100 VA 
para cada uma das 
demais. 
 
 
Banheiro 
 
 
 
 
Qualquer 
 
 
Uma tomada 
 
 
600 VA (junto a pia) 
 
 
Garagem ou Varanda 
 
 
 
 
Qualquer 
 
 
Uma tomada 
 
 
100 VA 
 
 
Salas e Quartos 
 
 
 
 
Qualquer 
 
Uma tomada para 
cada 5 m ou fração 
do perímetro 
 
100 VA para cada 
uma das tomadas 
 
 
Demais Dependências 
 
 
 
 
Até 6 m² 
 
 
Uma tomada 
 
 
100 VA 
 
 
Demais Dependências 
 
 
 
Maior que 
 6 m² 
 
Uma tomada para 
cada 5 m ou fração 
do perímetro 
 
100 VA para cada 
uma das tomadas 
 
 
 
 
 
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23 
 
 Nota 2: Tomadas (TUG) 
 
I) Se a área do cômodo ou da dependência for inferior da 2,25 m² admite-se 
que o ponto da tomada seja posicionado externamente e dista de 80 cm da 
porta de acesso. 
 
II) Admite-se que em varandas o ponto de tomada não seja instalado na 
própria varanda, mais próximo ao seu acesso, quando a varanda por 
razões construtivas não comportar o ponto da tomada, quando a sua área 
for inferior a 2 m² ou quando a sua profundidade for inferior a 80 cm. 
 
III) Particularmente em salas de estar é recomendável equipar pontos de 
tomadas com a quantidade de tomadas julgadas necessárias. 
 
IV) A conexão de aparelhos para aquecimento de água deve ser feita de forma 
direta, sem o uso de plug e tomada 
 
V) Acima da bancada da pia devem ser previstas no mínimo 2 TUG, no 
mesmo ponto ou em pontos distintos 
 
VI) Em locais contendo banheira ou chuveiro ou duchas, interruptores ou 
tomadas de corrente deverão estar distantes no mínimo 60 cm da porta do 
Box. 
 
VII) As TUG’s deverão ser distribuídas o mais uniformemente possível ao 
longo do perímetro do recinto 
 
VIII) As TUE’s deverão ser previstas em função da quantidade de aparelhos 
que justifiquem a necessidade de um circuito independente e deverão ser 
locadas o mais próximo possível do eletrodoméstico a ser conectado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SIMBOLOGIA GRAFICA PARA REPRESENTAÇÃO DE INSTALAÇÕES 
ELETRICAS DE BAIXA TENSÃO (BT) 
 
 
a) Ponto de luz 
 
- No teto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* Letra minúscula em seqüência alfabética para todos os pontos da instalação – 
não podendo-se repetir as letras 
 
 
- Na Parede 
 
 
 
 
OBS.: Por norma pontos na parede não pode ser maior que 60 VA – não precisa 
de indicação de potencia. 
 
 
 
 
 
 
 
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b) Interruptores monofásicos 
 
 
- Simples 
 
 
 
- Paralello 
 
 
 
- Intermediário 
 
 
 
 
c) Interruptores bifásicos 
 
- Simples 
 
 
 
- Paralelo 
 
 
 
OBS.: Todos os interruptores devem ser locados a altura de 1.10 m 
 
 
 
 
 
 
 
 
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d) Tomadas de Corrente (monofásicas) 
 
- Baixas (a 30 cm do piso acabado) 
 
 
 
Obs.: diferente dos pontos de luz – as letras indicativas podem se repetir em 
circuitos diferentes. 
 
 
- Medias (a 1,10 m do piso acabado) 
 
 
 
- Altas ( a 2,20 m do piso acabado) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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e) Tomadas de Corrente (bifásicas) 
 
 
- Baixas (a 30 cm do piso acabado) 
 
 
 
- Medias (a 1,10 m do piso acabado) 
 
 
 
- Altas ( a 2,20 m do piso acabado) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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f) Pontos de conexão com equipamentos de água (bifásicas) 
 
 
- Baixas (a 30 cm do piso acabado) 
 
 
 
 
- Medias (a 1,10 m do piso acabado) 
 
 
 
 
- Altas ( a 2,20 m do piso acabado) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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g) Quadros de Luz (QDL) 
 
 
- De embutir na parede 
 
 
 
- De sobrepor na parede 
 
 
 
 
 
h) Eletrodutos 
 
 
 
 
 
i) Função dos condutores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Observações de como indicar as simbologias na planta 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Comandos de Iluminação Residencial similar através de Interruptores 
 
a) Comandos Simples 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diagramas unifilares 
 
a) b) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
c) 
 
 
 
 
 
 
 
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b) Comandos Paralelos 
 Diagrama Unifilar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
c) Comandos Intermediários 
 Diagrama Unifilar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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d) Comandos Simples Bifásico (bipolar) 
Unifilar 
 
 
 
e) Comandos Paralelo Bifásico (bipolar) 
Unifilar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Alguns exemplos de partes de uma instalação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Aparelhos (TUE) 
 
 
APARELHOS 
 
 
Potencia (W ou VA) 
 
 
TENSÃO 
(V) 
Chuveiro 6400 220 
Torneira 3500 220 
Maquina de Lavar Louça 3000 220 
Maquina de Secar roupa 2800 220 
Microondas 1600 127 
Aquecedor de Acumulação gás (EE) 5000 220 
 Área de serviço 
 
 
Locação do QDL 
 
 
Conforme NBR 5410/04 
 
a) Deve ser instalado em local de fácil acesso 
b) Não deve estar localizado em ambientes normalmente molhados ou sujeitos a 
lavagem 
c) Deve ficar o mais próximo possível do centro de carga 
 
Nota: A altura padrão de instalação dos quadros de distribuição é de 1,5 
metros de seu centro geométrico ao piso acabado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Divisão de Carga em Circuitos 
 
 
a) Circuitos de iluminação e tomadas de corrente deverão ser independentes entre si 
 
b) Aparelhos cuja a corrente nominal for superior a 10A deverão ser alimentados 
através de tomadas de corrente de uso especifico (TUE) 
 
 
c) Prever pelo menos 2 circuitos de iluminação para a instalação, de forma que a 
corrente de cada um dos circuitos não seja superior a 12A (1500 W ou VA); para 
circuitos de tomadas de uso geral (TUG) a corrente não deverá ser superior a 16A 
(2000 W ou VA). 
 
d) Prever circuitos de TUG para a cozinha ou copa-cozinha e área de serviço ou 
lavanderia, considerando esses ambientes separadamente. 
 
e) Recomenda-se, e é de bom senso, notadamente em salas e escritórios, prever mais 
de uma TUG por ponto de tomadas, afim de inibir a utilização de bejamin 
 
f) Recomenda-se que circuitos de iluminação ou de TUG’s tenham no máximo 8 
pontos 
 
g) Prever, sempre que possível, no máximo 4 eletrodutos convergindo para uma 
mesma caixa de passagem de laje ou teto. 
 
h) É altamente recomendado prever no máximo três circuitos por eletroduto 
 
i) Em um mesmo elétroduto não deverão ser instalados condutores que não estejam 
dentro de um intervalo de três sessões padronizadas consecutivas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Dimensionamento dos condutores 
 
a) Critério da máxima capacidade de condução de corrente (ou critério da 
ampacidade). 
 
b) Critério da mínima seção padronizada 
 
 
c) Critério da máxima queda de seção admissível 
 
d) Critério da sobre corrente ou curto circuito presumida 
 
I – CRITÉRIO MÁXIMA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 
 
Consiste no cálculo da chamada corrente de projeto (Ib) 
 
Ib = Potencia total do circuito Ib = P 
 Tensão de Alimentação V 
 
Após cálculo da corrente Ib consultar tabela de fabricante / norma de condutores para 
achar a corrente nominal do condutor (Iz) – valores normatizados 
 
Iz no entanto sofre variações predominantemente em função da variação de temperatura 
de trabalho do condutor, o que pode ocorrer devido há: 
 
1) Variação de Temperatura 
2) Quantidade de condutores agrupados nos condutos 
 
As capacidades de condução de corrente nominais dos condutores (Iz), são tabeladas para 
uma temperatura média ambiente de 30 ºC. 
Assim, salvo instalações onde se tem conhecimento de temperaturas ambientes superiores 
a 30 ºC não haverá necessidade de se aplicar qualquer fator de correção de temperatura 
nos cálculos elétricos. Quanto ao agrupamento de condutores os fatores de correção são 
fornecidos pela NBR 5410, conforme Tabela a seguir e aplicável a condutores instalados 
em eletrodutos 
 
 
 
 
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N° de Circuitos no Eletroduto 
 
 
Fator de Correção de Agrupamento (fa) 
1 1,00 
2 0,80 
3 0,70 
4 0,65 
5 0,60 
6 0,57 
7 0,54 
8 0,52 
 
Nota: O fator de correção a ser aplicado devera ser aplicado ao que corresponder ao 
trecho da instalação do maior numero de circuitos 
 
Capacidade de condução de corrente (Iz), de condutores de cobre isolados em PVC 
(70°C) conditos em eletrodutos para temperatura ambiente de 30 °C 
 
 
 
Seção em (mm²) 
 
Circuitos a 2 (dois) 
condutores carregados 
 
 
Circuitos a 3 (três) 
condutores carregados 
1,5 17,5 15,5 
2,5 24,0 21,0 
4,0 32,0 28,0 
6,0 41,0 36,0 
10,0 57,0 50,0 
16,0 76,0 68,0 
25,0 101,0 89,0 
 
II – CRITÉRIO DA MINIMA SEÇÃO PADRONIZADA 
 
1) Iluminação  Smin: 1,5 mm² 
2) Tomadas de corrente  Smin: 2,5 mm² 
 
 
 
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III – CRITÉRIO DA SOBRE CORRENTE OU DA COORDEBAÇÃO 
CONDUTOR x PROTEÇÃO 
 
1- Necessidade das Proteções 
 
Todo circuito deve ter, no mínimo, proteção contra sobre corrente, as quais podem ser 
originadas por 
 
 Sobrecargas 
 Curto Circuito 
 
2- Tipos de proteções mais empregadas em instalações de BT 
 
 Fusível 
 Disjuntores Termomagnéticos (DTM) 
 
3- Escolha da Proteção 
 
- Deve ser considerado 
 
 Tipo de instalações 
 Tipo de Carga 
 Exigência de Coordenação 
 
Em Instalações residenciais a NBR 5410/04, por razões de ordem praticas, econômica e 
principalmente de segurança do usuário só admite o uso de DTMs. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4- Critério de Calculo das proteções contra sobre corrente conforme NBR-5410/04 
 
- Proteção contra sobrecargas 
 
 
 
Iz’  Capacidade de condução de corrente do condutor na condição 
 especifica da instalação 
 
Ib  Corrente de Projeto 
 
In  Capacidade nominal do dispositivo de proteção (corrente 
 nominal) 
 
I2  Corrente que garante a atuação do dispositivo de proteção 
 
 
 
 
Condições impostas pela norma 
 
a) Ib < In < Iz’ 
b) I2 < 1,45 Iz’ 
 
As condições A e B deverão ser atendidas simultaneamente de forma a garantir a proteção 
dos condutores contra sobre cargas. 
 
O fator  é normalizado e depende do tipo e da capacidade nominal do dispositivo de 
proteção. 
 
 
 
 
 
 
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Desde março de 2005, todos os disjuntores tipo caixa moldada, termomagnéticos devem 
atender a norma NBR IEC 60898, cujo fator  é único para todos os valores de 
capacidade nominal e é de 1,45. Assim em instalações residenciais é suficiente 
atendermos a condição A imposta pela norma, ficando a condição B naturalmente 
atendida. 
 
 
Valores comerciais de In para DTM’s (NBR IEC 60898 em A) 
 
Mais usados Existe ainda 
6 15 
8 30 
10 35 
13 45 
16 60 
20 70 
25 110 
32 120 
40 
50 
63 
80 
90 
100 
 
Nota: Estes disjuntores padronizados são fabricados segundo 3 curvas 
características de atuação: B, C e D para todos os valores de In, sendo que 
disjuntores de curva D não podem ser utilizados em instalações residências. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Esquema de Aterramentos 
 
São normalizados pela NBR 5410/04 
 
- TT 
TNS 
- TN 
TNC 
- IT 
 
 
1°) A primeira letra indica a situação da alimentação em relação a terra: 
 
T = um ponto diretamente aterrado 
 
 I = a isolação de todas as partes vivas em relação a terra ou aterramento do 
 neutro através de uma impedância. 
 
2°) A segunda letra indica a situação das massas da instalação em relação a terra. 
 
 T = massas diretamente aterradas independente do aterramento da 
 alimentação (normalmente o neutro) 
 
 N = massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado (normalmente o neutro)3°) A terceira letra indica a disposição do condutor de proteção (terra) e do condutor 
 neutro 
 
 S = funções de neutro e proteção as seguradas por condutores distintos 
 
 C = funções de neutro e proteção combinadas em um único condutor 
 
 
 
 
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ESQUEMA TT 
 
O esquema TT possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas 
da instalação ligadas a eletrodo(s) de aterramento eletricamente distinto(s) do eletrodo de 
aterramento da alimentação. 
 
Este sistema é o mais comum, sendo aplicado na generalidade das alimentações de 
energia elétrica. 
 
Vantagens: 
 Sistema mais simples no estudo e na concepção. 
 Fácil localização dos defeitos. 
 
Desvantagem: 
 Corte da instalação ao primeiro defeito de isolamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ESQUEMA TN 
 
O esquema TN possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, sendo as massas 
ligadas a esse ponto através de condutores de proteção. São consideradas três variantes de 
esquema TN, de acordo com a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção, a 
saber: 
 
a) esquema TN-S, no qual o condutor neutro e o condutor de proteção são distintos; 
 
b) esquema TN-C-S, em parte do quais as funções de neutro e de proteção são 
combinadas em um único condutor; 
 
c) esquema TN-C, no qual as funções de neutro e de proteção são combinadas em um 
único condutor, na totalidade do esquema. 
 
Utiliza-se fundamentalmente em certas instalações industriais e em redes onde é difícil 
conseguir boas ligações à terra ou não é viável a utilização de dispositivos diferenciais. 
 
Vantagens: 
 O esquema TN-C apresenta uma economia para a instalação porque elimina a 
necessidade de um condutor. 
 
 Os aparelhos de proteção contra sobre intensidades podem assegurar a proteção 
contra contatos indiretos. 
 
Desvantagens: 
 Corte da instalação ao primeiro defeito de isolamento. 
 
 Precauções acrescidas para não ser cortado o condutor neutro que também é de 
proteção. 
 
 Maiores riscos de incêndio devido às elevadas correntes de defeito. 
 
 
 
 
 
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ESQUEMA IT 
 
No esquema IT todas as partes vivas são isoladas da terra ou um ponto da alimentação é 
aterrado através de impedância. As massas da instalação são aterradas, verificando-se as 
seguintes possibilidades: 
 
 massas aterradas no mesmo eletrodo de aterramento da alimentação, se existente; 
 
 massas aterradas em eletrodo(s) de aterramento próprio(s), seja porque não há 
eletrodo de aterramento da alimentação, seja porque o eletrodo de aterramento das 
massas é independente do eletrodo de aterramento da alimentação. 
 
 
 
 
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É o sistema mais indicado quando se pretende evitar o corte automático ao primeiro 
defeito. As salas de operações nos hospitais são um exemplo de aplicação. 
 
Vantagem: 
 Este sistema assegura a melhor continuidade de serviço em exploração. 
 
Desvantagem: 
 Necessita de técnicos de manutenção e conservação com preparação adequada. 
 
 
 
 
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1) O neutro pode ser ou não distribuído; 
 
A = sem aterramento da alimentação; 
 
B = alimentação aterrada através de impedância; 
 
B.1 = massas aterradas em eletrodos separados e independentes do eletrodo de 
aterramento da alimentação; 
 
B.2 = massas coletivamente aterradas em eletrodo independente do eletrodo de 
aterramento da alimentação; 
 
B.3 = massas coletivamente aterradas no mesmo eletrodo da alimentação. 
 
 
NOTAS: 
 
A) Todo o circuito deve dispor de condutor de proteção em toda sua extensão; 
 
B) O condutor de proteção pode ser comum a vários circuitos; 
 
C) O condutor de proteção deverá ter secção compatível com a secção do condutor 
fase de maior secção previsto para o trecho; 
 
D) No esquema TNC o condutor PEN só pode ser utilizado em instalações fixas e 
desde que sua secção seja > 10 mm² (cobre) ou 16 mm² alumínio 
 
 
Secção mínima do condutor de proteção conforme a norma NBR 5410/04 
 
Seção do condutor 
FASE (mm²) 
Seção Mínima do condutor 
de proteção (mm²) 
Até 16 SPE = SFase 
25 a 35 SPE = 16 
S > 35 SPE = Sfase/2 
 
 
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RESUMO DOS SISTEMAS DE ATERRAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Dimensionamento de Eletrodutos 
 
Tipos 
 
Aço 
 
 Rígido 
PVC 
 Flexível 
 
 
 
Tamanho Nominal 
 
 
Polegadas 
 
Diâmetro Interno (mm) 
 
20 ½” 17 
25 ¾” 21 
32 1” 27 
40 1.1/4” 36 
50 1.1/2” 44 
 
Taxa máxima de ocupação conforme NBR 5410/2004 
 
 
01 Condutor : 53% 
 
02 Condutores : 31% Ae =  * De² 
 4 
03 Condutores ou mais : 40% 
 
 
Área dos condutores < 40% da área útil do eletroduto 
 
AC < 0,4 Ae 
 
Ac < 0,4 x  D²   
 4 
 
 
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Diâmetro externos nominais de cabos isolados em PVC Ref.. Reiflex BWF NBR6148 
 
1,5 2,9 mm 
2,5 3,6 mm 
4 4,1 mm 
6 4,6 mm 
10 6,0 mm 
16 7,0 mm 
25 8,6 mm 
35 10,0 mm 
50 12,2 mm 
70 13,7 mm 
95 16,0 mm 
120 18,0 mm 
150 19,9 mm 
185 22,5 mm 
240 24,8 mm 
Notas: 
 
a) Todo eletroduto, não importando a maneira de instalar, não deverá propagar chama; 
 
b) Eletroduto tipo “mangueira” não são aceitos (lembre-se do comentário em aula) 
 
c) Em instalações residenciais é pratica comum prever eletrodutos de tamanho 
nominal 25 (3/4”), mesmo que um eletroduto de tamanho nominal inferior atenda 
as exigências do projeto 
Dica: usar ½” onde houver cruzamento na laje 
 
d) Em linhas internas os lances (trechos entre duas caixas de passagem de eletroduto 
não podem ser superior a 15 metros, em linha reta e para cada curva de 90° essa 
distancia deverá ser diminuída em 3 metros para cada curva de 90° (no Maximo 3 
curvas  270°) 
 
 
 
 
 
 
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e) Em linhas externas vale a mesma regra de “d”, sendo que o comprimento do lance 
Maximo em linha reta, passa a ser de 30 metros 
 
f) Quando as distancias máximas forem maiores que as normalizadas, para cada 6 
metros ou fração de comprimento excedente o tamanho do eletroduto devera ser 
aumentado em no mínimo em um valor nominal imediatamente superior. 
 
 
 
CORES DAS ISOLAÇÕES DOS CONDUTORES 
 
 
Quando a cor da isolação for utilizada para identificar a função dos condutores vale a 
seguinte prescrição a NBR 5410/04 
 
NEUTRO: Azul Claro 
 
PROTEÇÃO (TERRA): Verde-Amarelo, preferencialmente ou apenas verde 
 
Nota: No sistema TNC (aterramento) o condutor PEN deverá ser azul claro, com anilas 
Verde amarelo nos pontos visíveis. 
 
 
 
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“PROJETO” DO QDL 
 
Consiste basicamente em definir entre quais fases ou fase/neutro as cargas serão ligadas 
de forma que o arranjo final resulte em correntes de fase as mais próximas possível da 
igualdade entre si. 
 
 
 
 
 
Exemplo: 
Tabela 
FASE A FASE B FASE C 
600 
 800 
 6400 6400 
 
 
 
 
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Quadros Padronizados 
 
NORMA DIN: 12, 18, 24, 36 e 54 espaços 
 
NORMA IEC: 16, 20, 40e 52 espaços 
 
 
Capacidade de reserva para instalações de BT conforme NBR 5410/04 
 
Numero de Circuitos 
do QDL 
Espaços Mínimos 
de Reserva 
Até 6 2 
de 7 a 12 3 
de 13 a 30 4 
mais de 30 15% 
 
 
Dica: 1kw para cada circuito monofásico 
 2 kw para circuitos bifásico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Dimensionamento de condutores pelo critério da máxima queda de tensão admissível 
 
O que prescreve a NBR 5410/04? 
 
a) Instalações alimentadas por transformadores de rede publica (rede secundaria de 
distribuição) 
vmax = 5% a partir do ponto de entrega até qualquer outro ponto da instalação 
 Dica: deixar 1% no ponto de entrega e 4% no resto da instalação 
 
 
 
b) Instalações Alimentadas por transformador próprio (cabine primaria) ou de 
propriedade da concessionária, instalado no interior da edificação 
vmax = 7% a partir do ponto dos terminais secundários do transformador até 
qualquer outro ponto da instalação 
 
Calculo de V 
 
 
 
 
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V1 = V + V2 
 
V1 = 2 Li(r+jx)+V2 
 
 
 
Na pratica  é muito pequeno!!! 
 
 
 
 
 
 
 
 (cos90-) 
 
V = 2rLI*cos + 2xLIsen 
 
 
 
 
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V = 2LI (rcos + xsen) 
 
 
Formulas 
 
a) Circuitos monofásicos (FF ou FN) 

V = 2LI (rcos + xsen) 
 
 
b) Circuitos trifásicos equilibrados 
 
 FN  V = LI (rcos + xsen) 
 
 FF  V = LI (rcos + xsen) 
 
c) Circuitos monofásicos a 3 fios (FFN) equilibrados 
 
 FN  V = LI (rcos + xsen) 
 
 FF  V = 2LI (rcos + xsen) 
 
A condição de equilíbrio de um circuito trifásico (3 ou FFN) requer que todas as cargas 
ligadas entre fase e neutro estejam operando simultaneamente e ou de forma bem 
distribuídas entre as fases e o neutro, na pratica tal condição é encontrada, ressalvando as 
instalações onde todas as cargas são trifásicas. Assim sempre que possível é aconselhável 
calcular a queda de tensão entre fases (V de linha). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Resistência e Reatância de condutores de cobre 
 
Seção em (mm) R (/km) XL (/km) 
1,5 14,48 0,16 
2,5 8,87 0,15 
4 5,52 0,14 
6 3,69 0,13 
10 2,19 0,13 
16 1,38 0,12 
25 0,87 0,12 
35 0,63 0,11 
50 0,47 0,11 
70 0,32 0,10 
95 0,23 0,10 
120 0,19 0,10

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