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CICATRIZES PATOLÓGICAS Michele Akemi Nishioka mi.nishioka hotmail.com CICATRIZES Cicatrizes 20% das células da camada basal Melanócitos Unidade melanoepidérmica Melanócito / Queratinócito 1 / 36 Slominski et al. Physiol Rev, 2004. 84(4):1155- 228 neurônio com mitose ! Melanócitos melanócitos Sistema Nervoso Cutâneo fibras nervosas Toyoda et al. J Investig Dermatol Symp Proc, 1999. Luger et al. J Dermatol Sci, 2002. Ferreira et al. An Acad Bras Cienc, 2009. PELE órgão neuro-funcional PELE órgão endócrino-funcional ACTH α-MSH Prolactina “Hormônios de Estresse” Slominski & Wortsman. Endocr Rev. 2002;23(3):364. PELE órgão psico-funcional Herman et al. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 2005; 29(8):1201-13. Buijs & Van Eden. Prog Brain Res. 2000;126:117-32. López &Watson. Biol Psychiatry. 1999;46(11):1461-71. Feldman et al. Neurosci Biobehav Rev. 1995; 19(2):235-40. Cicatrização da pele Transtornos Psicofisiológicos Klein et al. Arch Intern Med. 1988;148;387-92. Carroll et al. Psychosom Med. 2008 Jul;70(6):653-60. Kuo et al. Nat Med. 2007 Jul;13(7):803-11. •Acne •Psoríase •Vitiligo •Dermatite atópica •Urticária •Rosácea •Dermatite seborréic. PELE órgão psico-funcional Estresse doenças cutânes neuropeptídeos Psicodermatologia 4 a 6 horas ? Fase inflamatória Cornelius Celsus, 42 A.C. - 37 D.C Corrente bioelétrica + Neurotransmissores = Inflamação neurogênica Neuro-elétrico Neuropeptidérgico (neurosecretório) (neuroendócrino) Componentes Misery. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 2000;16(2):78-81. Felten. Prog Brain Res. 2000;122:381-9. Fase da Inflamação Neurogênica Impulso eletro-químico Barker et al. Am J Physiol. 1982;242(3):R358-66.Barker et al. Am J Physiol. 1982;242(3):R358-66. Weiss et al. Arch Dermatol. 1990;126(2):222-5. Fase da Inflamação Neurogênica: neuro-elétrico Bateria cutânea Barker, et al. American Journal of Physiology,1983. Foulds et al. British Jounal of Dermatology, 1983 Becker & Murray. Ann NY Acad Sci,1967. Jeffe, e Vanable. Clin Dermatol, 1984. Fase da Inflamação Neurogênica: neuro-elétrico Bateria cutânea ferida Barker, et al. American Journal of Physiology,1983. Foulds et al. British Jounal of Dermatology, 1983 Becker & Murray. Ann NY Acad Sci,1967. Jeffe & Vanable. Clin Dermatol, 1984. Fase da Inflamação Neurogênica: neuro-elétrico Eletrotaxia na cicatrização Crescimento epitelial Atrai macrófagos Formação de capilares Efeito bactericida Polaridade positiva Proliferação fibroblastos Síntese de colágeno Neutrófilos Proliferaçao epidérmica Migração epidérmica Lise de tecido necrótico Tecido de granulação Crescimento capilar Redução de edema Efeito bactericida Polaridade negativa Brown et al. Arch Phys Med Rehabil, 1995. Barker et al. American Journal of Physiology, 1982. Newton RA et al. Phys Ther, 1983. Fase da Inflamação Neurogênica: neuro-elétrico Corrente bioelétrica + Neurotransmissores = Inflamação neurogênica Neuro-elétrico Neuropeptidérgico (neurosecretório) (neuroendócrino) Componentes Misery. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 2000;16(2):78-81. Felten. Prog Brain Res. 2000;122:381-9. Fase da Inflamação Neurogênica cicatrizaçãodistúrbios psicossomáticos transtornos psicofisiológicos Slominski et al. J Theor Biol. 1993;164(1):103-20. estresse Fase da Inflamação Neurogênica: neuropeptidérgico Lapin GA, Hochman B, Nishioka MA et al. Adv Skin Wound Care. 2015 Raymundo EC, Hochman B, Nishioka MA et al. Acta Cir Bras. 2014 Hochman B, Pinfildi CE, Nishioka MA et al. Lasers Med Sci. 2014. CLASSIFICAÇÃO DAS CICATRIZES Quanto ao fechamento Isoproliferativa Quanto ao tônus Hipoproliferativa Hiperproliferativa Tônus Hochman et al, FILACP, 2013. Cicatrizes Fisiológicas Cicatrizes Patológicas Hipertrófica Quelóide Contrátil Queimadura Hochman et al, FILACP, 2013. Cicatrizes Hiperproliferativas Cirurgia GeralObstetríciaCardiologia Manuskiatti et al. Dermatol Surg. 2007 Feb;33(2):152- 61. Tanos & Anteby. Int J Gynaecol Obstet. 1994 Nov;47(2):163-6. Naegeli T. Langenbecks Arch Klin Chir Ver Dtsch Z Chir. 1963 Nov 5;304:78- 90. Incidência Davies DM. Br Med J. 1985 Apr 6; 290(6474):1056–8. Cirurgia plástica Incidência ↑ oclusão microvascular hipóxia Kisher et al, 1982. ↑ histamina Cohen et al, 1972. ↑ hiperemia / prurido / dor ↑ matriz extracelular Ehrlich et al, 1994. ↑ fibras nervosas Hochman et al, 2005. ~ =Cicatriz hipertrófica Quelóide Cicatrizes Hiperproliferativas FibroblastosMiofibroblastos =Cicatriz hipertrófica Quelóide FISIOPATOLOGIA Fatores Melanocíticos Fatores Genéticos Fatores Endócrinos Fatores Imunológicos CANARY et al, 1990 PLACIK & LEWIS, 1992 SAHL & CLEVER, 1994 AL-ATTAR et al, 2006 Fase de atividade clínica ativa inativa prurido dor crescimento ulceração Quadro Clínico Quelóide Cicatriz hipertrófica Quadro clínico: pseudopodes Quelóide Pele Hochman et al. Nerve fibres: a possible role in keloid pathogenesis Br J Dermatol. 2008;158:651-2 • dor • prurido fibrose Quadro clínico: Terminações nervosas Tensão nas margens Infecção Cicatriz por segunda intenção Pele mais espessa Fatores de risco Acetonido de Triancinolona Cada 3 a 4 Semanas INFILTRAÇÃO DE CORTICÓIDE DIEGELMANN et al, 1977. KELLY, 2004. OLABANJI et al, 2005. INIBIDORES DA COLAGENASE COLAGENASE - DEGRADAÇÃO 20mg/ml em Cicatrizes Hipertróficas 40mg/ml em Queloides TELANGIECTASIAS DIEGELMANN et al, 1977. 40mg por sessão INFILTRAÇÃO DE CORTICÓIDE OLABANJI et al, 2005 - 3MHz - Modo: pulsado Acetonido de triancinolona 0,5% FONOFORESE Miu et al., 2006. Yang et al., 2006. Volume Comprimento de onda: faixa de 520 nm Fluência: de 30 a 40 J/cm2 Erol et al., 2008. Babilas et al., 2010. Luz Intensa Pulsada Hiperemia Comprimento de onda: faixa de 520 nm Fluência LUZ INTENSA PULSADA Erol et al.Aesthetic Plast Surg 2008. Babilas et al. Laser Surg Med. 2010. CO2, Argônio e Nd:YAG Recidiva Laser permeabilidade do acetonido de triancionoloma Radiofrequência Fracionada Issa et al., 2013. - Radiofrequência - Acetonido de triancinolona tópico - Ácido metil aminolevulínico - Após 3 h - Led vermelha (632 nm) - Fluência: 37 J/cm² - Potência: 100 mW - Intervalos: 2 semanas Terapia Fotodinâmica Bruscino et al., 2011. migração e proliferação de fibroblastos Kelly et al., 2004. Oclusão de pequenos vasos dentro da cicatriz Compressão 24mmHg Isquemia Reduzindo o número de fibroblastos ↓ Formação de colágeno Compressoterapia Volume Placas de silicone ou silicone gel 12 a 16 horas por dia Placas de silicone ou silicone gel Kelly et al., 2004. Volume ↑ TEWL Desidratação TEWL Perda de água transepidérmica Transepidermal Water Loss Prevenção Atkinson et al., 2005. Barolet & Boucher. 2008. - Acnes Led Azul (470nm) Potência: 100 mW Fluência: 60 a 180 J/cm2 Periodicidade: 2 a 3 X semana Prevenção Rubenstein et al. J Am Acad Dermatol. 1986;15(2 Pt 1):280-5 Abergel et al. Arch Dermatol. 1985;121(5): 632-5 Isotretinoina - Led azul (470nm) - Fibroblastos de quelóide e pele adjacente - Fluências: 12 e 18J da quantidade de fibroblastos de quelóide irradiados Prevenção Bonatti et al., 2011. - Led IV - 805nm - Tempo: 15 min - Potência: 30mW - Fluência: 27J/cm² - 30 dias recidiva na cicatriz irradiada Barolet & Boucher, 2011. Prevenção Queloide: Tratamento Conservador Peeling de Cristal Ao redor dos quelóides Periodicidade: 1 x por mês http://www.scf-online.com/english/24_e/images24_e/sebum_2_24_big.jpg http://www.scf-online.com/english/24_e/images24_e/sebum_2_24_big.jpg http://www.bioset.com.br/2007/orcamento.aspx http://www.bioset.com.br/2007/orcamento.aspx Peeling Ultra Sônico Ao redor dos quelóides Periodicidade: 1 x por mês Epilação Quelóide:Tratamento Conservador Ao redor e dentro dos queloides Periodicidade: 1 x por mês http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fclinicalegerrj.com.br%2Flight_sheer.htm&ei=OcLVVP-_OoukgwSuuITAAQ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNGU7RSZQbo3Q6oi4GU_J63VSU-iJQ&ust=1423381342620680 http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAcQjRw&url=http%3A%2F%2Fclinicalegerrj.com.br%2Flight_sheer.htm&ei=OcLVVP-_OoukgwSuuITAAQ&bvm=bv.85464276,d.cWc&psig=AFQjCNGU7RSZQbo3Q6oi4GU_J63VSU-iJQ&ust=1423381342620680 Fatores bioelétricos Bateria cutânea Barker, et al. American Journal of Physiology,1983. Foulds et al. British Jounal of Dermatology, 1983 Becker & Murray. Ann NY Acad Sci,1967. Jeffe & Vanable. Clin Dermatol, 1984. + ++ + Corrente de lesão + + ++ - cátodo + ânodo Novas abordagens + - Colágeno tipo III Borba et al. Does Preoperative Electrical Stimulation of the Skin Alter the Healing Process?, 2009 NOVAS ABORDAGENS - Corrente Ultra Excitante - Polaridade positiva - 30 minutos ANTUNES et al. Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, 2014 ROSSI et al. Universidade Paulista – UNIP, 2015. NOVAS ABORDAGENS YEONG et al, 1997. Prurido Dor ROSSI et al. Universidade Paulista – UNIP, 2015. RESULTADOS CLÍNICOS RESULTADOS CLÍNICOS Padrão ouro: exérese cirúrgica + beta-terapia ressecção intralesional NÃO DEVE, POIS QUELÓIDE = NEOPLASIA !!! Padrão ouro: exérese cirúrgica + beta-terapia ressecção isolada recidiva 45% a 100% ressecção + injeção intralesional recidiva < 50% ressecção justalesional Padrão ouro (ainda atual): exérese cirúrgica + beta-terapia recidiva ± 50% a 70% !!! ressecção da lesão com margem 2mm quelóide = neoplasia benigna beta-terapia Betaterapia Complicações 6-12 semanas - cicatriz rósea (ferida imatura) 12-15 meses - remodelamento 1 ano – cicatriz macia, branca, plana 1 mês 5 meses 10 meses 18 meses Cicatrizes Isoproliferativas Conduta: Primeiros 15 dias Manter hidratação da cicatriz Retirar crostas e fibrinas Cicatrizes Isoproliferativas Microporagem Avaliar sentido Manter até 40 dias Conduta após 15 dias Placa de silicone: 12 a 16 horas Gel de silicone Conduta após 40 dias Cicatrizes Isoproliferativas Vancouver Scar Scale (VSS) Patient Scar Assessment Scale (POSAS) Patient Scar Assessment Scale (POSAS) Escala de Yeong Yeong EK, Mann R, Engrav LH, Goldberg M, Cain V, Costa B, Moore M, Nakamura D, Lee J. Improved burn scar assessment with use of a new scar-rating scale. J Burn Care Rehabil. 1997 Jul-Aug;18(4):353-5. Questionário Qualifibro - UNIFESP Furtado F, Hochman B, Farber PL, Muller MC, Hayashi LF, Ferreira LM. Psychological stress as a risk factor for postoperative keloid recurrence. Furtado F, Hochman B, Ferrara SF, Dini GM, Nunes JM, Juliano Y, Ferreira LM. What factors affect the quality of life of patients with keloids? Questionário Qualifibro - UNIFESP