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Material sobre legislação tributária que trata de isenção tributária, empréstimo compulsório, princípio da legalidade, anistia, sujeito ativo e passivo, moratória e parcelamento, constituição e exigibilidade do crédito tributário, prescrição e decadência.

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LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Isenção Tributária: Na isenção, a obrigação incide, mas o contribuinte é dispensado do pagamento. Art. 176. A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração.
        Parágrafo único. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, em função de condições a ela peculiares.
        Art. 177. Salvo disposição de lei em contrário, a isenção não é extensiva:
        I - às taxas e às contribuições de melhoria;
        II - aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.
Isenção é a exclusão, por lei, de parcela da hipótese de incidência tributária. Objeto da isenção, portanto, é a parcela que a lei retira dos fatos que realizam a hipótese de incidência da regra de tributação.
Empréstimo Compulsório: Os denominados "empréstimos compulsórios" são regulados pelo art. 15 do CTN e 148 da Constituição Federal. Nele há uma prestação pecuniária instituída por lei, com caráter compulsório, e cuja satisfação independe de atividade discricionária do poder público. 
É um verdadeiro tributo. Não se trata de empréstimo propriamente dito em razão da obrigatoriedade de uma subscrição fixada na lei, sendo, por outro lado, totalmente irrelevante a circunstância de ser restituível, pois isto não serve para descaracterizar a índole tributária de tal receita. Não corresponde a uma receita pública, mas a simples ingresso. Somente a União pode instituí-lo, mediante lei complementar: 
a) para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência; b) no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, respeitado o princípio da anualidade. 
Os empréstimos compulsórios têm duas características que lhes são próprias: 
1)      o fato gerador é circunstância para a qual não participam nem o Sujeito Ativo, nem o Sujeito Passivo;
2)      são restituíveis ao fim de certo tempo.
Princípio da Legalidade: O princípio da Legalidade tributária delimita que a criação e a majoração de tributo somente poderão ser feitas através de Lei. Os limites postos ao poder de tributar devem ser observados sob pena de inconstitucionalidade, o princípio da legalidade visa impedir abusos por partes das autoridades e uma possível discricionariedade na cobrança dos tributos, pois não será imputada uma obrigação tributária ao contribuinte, sem antes observar as disposições legais quanto a criação e cobrança de um tributo.
Anistia: É o perdão, estipulado em lei, que dispensa o contribuinte de pagar as penalidades pecuniárias devidas por irregularidades no pagamento da sua obrigação tributária e que significa a não incidência de penalidade sobre a ausência de recolhimento de tributo. Com a concessão da anistia, o tributo continua sendo devido pelo contribuinte e deve ser pago.
Sujeito ativo da obrigação art 119: pessoa jurídica de direito público, titular da competência para exigir o seu cumprimento.
Sujeito passivo da obrigação principal art 121: pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária Contribuinte Responsável
Moratória é a concessão de melhores condições e prazo para a execução da dívida, enquanto o parcelamento, introduzido pela Lei Complementar n. 104/2001, figura hipótese de suspensão, existindo a possibilidade da concessão de tal instituto em normas incompatíveis com o regime jurídico de moratória, como nas normas que determinam a incidência de juros e multas (Brasil, 2001). Dessa forma, diferencia-se o parcelamento como espécie de moratória e o parcelamento em sentido estrito. Sendo assim, a suspensão da exigibilidade do crédito tributário ocorre quando o sujeito ativo admite que o cumprimento da obrigação tributária deixe de ser exigido, sem suspender a obrigação em si ou o crédito tributário.
Acerca da relação jurídica ocorrida em decorrência da incidência da norma disposta na lei tributária, depois de acertada, quantificada e liquidada, remete-se a outra fase, denominada crédito tributário. A constituição do crédito tributário ocorre mediante lançamento, que é um ato praticado pela Administração Pública. Ainda que a obrigação tributária tenha surgimento com o fato gerador, o crédito só é constituído e exigível a partir do seu lançamento. Ainda falando sobre crédito tributário, estudamos as causas de suspensão da sua exigibilidade e também as suas causas de extinção.
Prescrição A prescrição extingue o direito, pertencente ao credor, da ação de cobrança do crédito tributário, também pelo decurso do prazo de 5 anos, contado da data da sua constituição definitiva (artigo 174 do CTN). A prescrição supõe um direito nascido e efetivo, mas que pereceu pela falta de proteção pela ação, contra a violação sofrida.
Decadência A decadência, prevista no artigo 173 do CTN, representa a perda do direito da Fazenda Pública Federal, Estadual ou Municipal, constituir, através do lançamento, o crédito tributário, em razão do decurso do prazo de 5 anos, contado.
No direito tributário, temos duas espécies de decadência: uma  que pode  ser conceituada como a extinção do poder que a  Fazenda Pública tem de constituir o crédito tributário pelo lançamento, tornando-o, assim, líquido, certo e exigível e outra, como a extinção do direito do sujeito passivo de pleitear a restituição de tributo indevidamente pago, ou pago a maior. Ou seja, uma se refere ao poder-dever do lançamento; outra, ao direito de repetição do indébito tributário. 
Os tributos diretos são aqueles que recaem sobre o contribuinte que está direta e pessoalmente ligado ao fato gerador e os indiretos, aqueles que, a cada etapa econômica, são repassados para o preço do produto/mercadoria/serviço.
O lançamento possui modalidades de acordo com o grau de colaboração do contribuinte ou responsável, sendo que, conforme dispõe o art. 147 do Código Tributário Nacional, que o lançamento é efetuado com base na declaração prestada pelo sujeito passivo. 
O lançamento por homologação está previsto no artigo 150 do Código Tributário Nacional, in verbis: “Art. 150. O lançamento por homologação, que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa, opera-se pelo ato em que a referida autoridade, tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado, expressamente a homologa.
Ocorre quando a apuração do montante devido cabe ao sujeito passivo que também deve realizar o pagamento do tributo antes da manifestação da autoridade fazendária acerca dessa apuração.
CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA
INSS - O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é responsável pelo pagamento da aposentadoria e demais benefícios aos trabalhadores brasileiros, com exceção de servidores públicos. Para ter direito ao benefício, o trabalhador deverá pagar uma contribuição mensal durante um determinado período ao INSS, variando de acordo com o tipo de aposentadoria.
Regime não cumulativo = LUCRO REAL // Cumulativo = LUCRO PRESUMIDO
Quando estudamos direito tributário, vemos que existem dois tipos de tributos:  os cumulativos e os não cumulativos.  O tributo cumulativo não possibilita um crédito para a empresa, sendo, portanto, um imposto ‘em cascata’. As organizações enquadradas no lucro presumido, pagam alíquotas bem menores quando comparadas com as do lucro real.
características de propriedades urbanas
salário no ato da contratação .
O IPVA tem como fato gerador a propriedade do veículo automotor. É Cobrado anualmente dos proprietários de veículos automotores, sendo cobrado e calculado de acordo com as regras de cada estado. É um imposto de competência estadual mas metade (50%)do imposto arrecadado é repassado aos municípios. Todo o dinheiro deve ser destinado a qualquer área, conforme as necessidades das cidades. O Estado que recolheu o imposto deve repassar metade do valor ao município onde o veículoestá registrado.
A “atividade plenamente vinculada” corresponde a uma obrigação da Administração Pública. É que a atividade vinculada é uma limitação ao poder pleno da Administração, tendo em vista que, estabelecida, a autoridade não possui liberdade para a avaliação sobre a conveniência ou oportunidade de agir no caso concreto. É representada pela necessidade do ato administrativo de lançamento. Para que se fale na cobrança do tributo, é preciso a formalização por intermédio de um ato administrativo plenamente vinculado, o lançamento. Para outros autores, essa atividade administrativa plenamente vinculada é simplesmente o procedimento da execução fiscal.  
Em qualquer dos entendimentos citados, temos por dado relevante a impossibilidade de o Fisco adotar medidas diversas, sem expressa previsão legal, como forma de cobrança do crédito tributário.
É por meio do Direito que o Estado regulamenta as operações fiscais e os princípios tributários, mais do que alicerces do sistema tributário brasileiro, são autênticas limitações ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional. Assim, de uma forma geral, os princípios tributários apresentam-se como garantias ao contribuinte em contraposição ao poder do Estado de coercitivamente investir no patrimônio particular para angariar receitas públicas. “No cenário atual, um contador que tem conhecimento sobre o Direito Tributário sai à frente no mercado. Isso porque é uma matéria com pouca ênfase na faculdade de contabilidade, mas que é essencial para o dia a dia dos escritórios”, explica Marchetti, que reforça sobre a importância do conhecimento das normas e do Código Tributário Nacional (CTN) na consolidação da formação dos profissionais de contabilidade. A produção legislativa é intensa e alterada com tanta frequência, requer que os profissionais da área contábil estejam sempre atualizados. Para isso, quem lida com a área fiscal deve ter noções de princípios básicos do Direito Tributário como o da legalidade, da anterioridade, da noventena, da irretroatividade, entre muitos outros
H. Extra aumenta remuneração
IRPF diminui
INSS do empregado diminuem da remuneração, é uma contribuição q o empregado faz na previdência
E FGTS é de obrigação da empresa e não influência nos recebimentos salariais

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