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· Linfoides: Linfócitos T, linfócitos B e células exterminadoras naturais.
4. Qual o local de produção e maturação das células da imunidade inata?
Medula óssea- Célula tronco hematopoiética pluripotente.
5. Quais os locais de produção e maturação dos linfócitos B e T?
· Linfócito T é produzido na medula óssea e sua maturação acontece no timo;
· Linfócito B é produzido na medula óssea e maturado em diferentes órgãos dependendo do animal.
6. O que caracteriza um linfócito T e um linfócito B maduro?
· Linfócito T: presença da molécula CD3 em sua membrana sendo que além dessa molécula LT auxiliar terá= CD4+ e LT citotóxico terá CD8+;
· Linfócito B: Caracterizado pela presença da molécula CD19.
7. Descreva onde se localiza as células da imunidade adquirida dentro dos órgãos linfoides secundários.
Ficam localizadas dentro das zonas de célula T (entre os folículos) e célula B (nos folículos córtex).
8. Por que durante um processo infeccioso os linfonodos incham?
Pois eles se dividem e multiplicam para combater o patógeno.
9. Quais são os tecidos linfoides?
Pele e Mucosas.
10. O que significa TLAM? Caracterize o TLAM. Qual a sua importância? Qual a diferença do TLAM e os demais órgãos linfoides secundários?
Tecidos Linfoides Associados a Mucosa- MALT. É constituído de aglomerados de linfócitos situados em locais estratégicos, geralmente sujeitos a entrada de antígenos (microrganismos) vindos do exterior. Órgãos linfoides secundários são os órgãos propriamente dito, já o TLAM está disperso pelo corpo.
11. O que é a seleção positiva e negativa dos linfócitos, onde ocorre e qual a importância deste processo?
A seleção ocorre para que nenhum linfócito tenha receptores que se conectem a células do próprio organismo. Ela é importante para que o sistema imune não ataque o próprio organismo que ele deve defender. Para linfócitos T ocorre no Timo, para linfócitos B ocorre na Bursa de Fabricius em aves, na medula óssea em primatas e roedores, e em coelhos, suínos e ruminantes, ocorre nas células intestinais.
Aula: Unidade 2 – Imunidade Inata
1. Caracterize a imunidade inata, cite seus componentes e suas funções.
A imunidade inata é a primeira linha de defesa do organismo, com a qual ele já nasce. É uma resposta rápida, não específica e limitada aos estímulos estranhos ao corpo. A resposta imune inata é capaz de prevenir e controlar diversas infecções, e ainda pode otimizar as respostas imunes adaptativas contra diferentes tipos de microrganismos. É a imunidade inata que avisa sobre a presença de uma infecção, acionando assim os mecanismos de imunidade adaptativa contra os microrganismos causadores de doenças que conseguem ultrapassar as defesas imunitárias inatas. 
Os principais componentes da imunidade inata são:
· Barreiras físicas e mecânicas: Retardam/impedem a entrada de moléculas e agentes infecciosos (pele, trato respiratório, membranas, mucosas, fluidos corporais, tosse, espirro);
· Barreiras fisiológicas: Inibem/eliminam o crescimento de microrganismos patogênicos devido à temperatura corporal e à acidez do trato gastrointestinal; rompem as paredes celulares e lisam (rompem) células patogênicas através de mediadores químicos (lisozimas, interferon, sistema complemento);
· Barreiras celulares: Endocitam/fagocitam as partículas e microrganismos estranhos, eliminando-os (linfócitos NK e leucócitos fagocíticos - neutrófilos, monócitos e macrófagos);
· Barreira inflamatória: Reação a infecções com danos tecidulares; induzem células fagocitárias para a área afetada.
2. Quais as moléculas efetoras da imunidade inata e como agem?
Por se ligarem aos m -os, atuam como opsoninas e aumentam a capacidade de 
Por se ligarem aos m -os, atuam como opsoninas e aumentam a capacidade de fagocitose pelos macrófagos, neutrófilos e células dendríticas. Isto ocorre porque as células fagocíticas expressam receptores de membrana específicos para opsoninas, e estes receptores podem mediar, de forma eficiente a internalização do complexo formado pela opsonina e o agente invasor. Depois da ligação aos m -os, os mediadores solúveis da imunidade inata promovem respostas inflamatórias que induzem recrutamento adicional de mais fagócitos para os sítios de infecção, podendo também matá-los diretamente. 
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3. O que são proteínas de fase aguda? E suas funções?
Entre as inúmeras manifestações sistêmicas da 
reação de fase aguda está a alteração nas concentra-
ções de várias proteínas plasmáticas, que são denomina-
das de "proteínas de fase aguda". Elas são definidas 
como proteínas de produção hepática que aumentam ou 
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apresentam elevação de seus valores séricos, como a 
proteína C reativa, substância amilóide A, haptoglobina e 
o fibrinogênio, são denominadas de proteínas de fase 
aguda positivas, enquanto as que apresentam redução 
destes valores, como a albumina, transferrina e a TTR 
(pré-albumina), são denominadas de proteínas de fase 
aguda negativas. A produção destas proteínas está sob 
a regulação de um grande número de citocinas : Interleu-
cinas (IL-6, IL-1, IL-11), TNFα, TGFβ, γ-interferon, Fator de 
Crescimento Epidermal e Fator Inibidor de Leucemia (LIF).
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(pré-albumina), são denominadas de proteínas de fase 
aguda negativas.